Que nosso olhar seja revestido pela graça de Deus

terça-feira, 29 de novembro de 2016

 

Precisamos deixar que Deus ilumine nosso olhar, para contemplarmos o Seu Reino presente no meio de nós

“Felizes os olhos que veem o que vós vedes!” (Lucas 10, 23).

Jesus está exultando de alegria pelo Pai, louvando e bendizendo, porque não foi aos sábios, aos grandes, poderosos e entendidos que o Pai revelou os segredos do Reino, mas aos humildes de coração, àqueles que dispõe do seu coração qualquer soberba e orgulho, e o abrem para contemplar as manifestações de Deus no meio de nós.
Deixe-me dizer ao seu coração: onde está a mão de Deus, que não a vejo? Onde está a graça de Deus quando me toca? Onde estão os prodígios de Deus que as pessoas exultam e eu não consigo ver? Felizes os humildes, os bem-aventurados, aqueles que estão na humildade de coração, porque são esses que contemplam a glória, a ação, a graça de Deus agindo no meio de nós!
O problema não é a mão de Deus, que não está agindo, o problema é o nosso coração que não se despiu, não se revestiu de graça e humildade. Se não lapidarmos esse coração, se não o tirarmos daquelas disputas humanas e pretensões covardes, as quais, muitas vezes, a humanidade nos impõe, não conseguiremos ver o Reino de Deus, as graças d’Ele acontecendo.
Jesus, agindo no meio de Seu povo, fez graças, prodígios, milagres, mas muitos não puderam tocar, ver e contemplar. Mesmo aqueles milagres que foram feitos à vista de muitos, não passou de fatores humanos para alguns, porque não estavam revestidos com o olhar da fé, sobretudo, com a humildade que os une aos desígnios de Deus, a graça d’Ele acontecendo no meio de nós.
Amados irmãos, o Reino de Deus está acontecendo, Ele está no meio de nós. Precisamos nos revestir da graça para vê-lo acontecendo! Precisamos mudar essa mentalidade, essa maneira de enxergarmos a vida. Não podemos continuar enxergando as coisas somente pela nossa maneira de ver, porque essa maneira é, às vezes, revestida de elementos que vamos adquirindo ao longo da história, da vida; eles são fantasiosos, enganosos e mentirosos, revestidos de ilusão e, acima de tudo, de pretensões humanas.
Quando colocamos nossas pretensões humanas à nossa frente, não conseguimos tocar na graça de Deus. Essa sim [graça de Deus] cura a nossa humanidade, coloca a nossa humanidade na sintonia e na graça do divino. Permita que seus olhos vejam, que contemplem!
Você pode olhar para uma pessoa e ver nela ódio, rancor, ressentimento e raiva. Escuto tantas vezes as pessoas dizerem: “Eu não vou com a cara daquela pessoa!”. O problema não é a cara da pessoa, o problema é o nosso olhar, é a maneira como olhamos para o outro.
Você pode olhar para uma pessoa jogada, prostrada no chão e dizer que é um bandido, que é alguém que não deu valor à vida, mas você também pode olhar para ela com o olhar de Deus e dizer: “É Jesus quem está ali, precisando de mim e dos meus cuidados!”.
O problema não é aquilo que vemos, mas o que o nosso olhar capta. Se o nosso olhar se reveste da graça, veremos a graça de Deus acontecendo no meio de nós; mas se estamos com o olhar obcecado pela amargura, pelos ressentimentos, pela visão secularista e mundana, vamos ver as pessoas, as coisas, o mundo, a vida a partir disso.
Se nossa visão de vida é baseada apenas em valores ou cifras econômicas, podemos perceber que tudo o que olhamos é visto com o olhar de avareza, de posse e dinheiro. Se nosso olhar é revestido da humildade cristã, é revestido do olhar de Cristo, você olha para coisas com amor e caridade, e é capaz de enxergar a presença de Deus mesmo em meio à coisas desastrosas que não entendemos nem compreendemos.
O que transforma nosso mundo, sobretudo o mundo interior que há em nós, é o olhar, a visão que temos. Precisamos deixar que Deus ilumine nosso olhar  para contemplarmos o Seu Reino presente no meio de nós!

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Por que estudar sobre a Virgem Maria?

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A Igreja nos ensina que o Mistério da Virgem Maria está extremamente ligado ao Mistério de Cristo, afinal, Jesus veio ao mundo através de Maria.
Neste vídeo, o Prof. Felipe Aquino fala sobre a importância de se estudar a Virgem Maria e apresenta o novo tema de nossa Escola da Fé Online: “Para conhecer e amar Maria…”.


Fonte: Canção Nova

A Festa e a Romaria de Nossa Senhora da Penha completam 253 anos

quarta-feira, 23 de novembro de 2016


O tema deste ano é “Maria, Mãe da Misericórdia, ajuda-nos a buscar a conversão e cuidar da casa comum”

As homenagens a Nossa Senhora da Penha começam hoje, dia 23 de novembro:

18h30 - Recitação do Santo Terço;
19h15  - Hasteamento da Bandeira na Santinha localizada na rua que dá acesso ao Santuário, na Praia da Penha, em João Pessoa.
19h30 - Início do Tríduo (três noites de celebrações); Tema: “Maria e a Misericórdia de Deus”, celebrante: Pe. Dalmo Radimack.

 Dia 24 (quinta-feira):


18h45 - Recitação do Santo Terço;
19h30 - Celebração Eucarística, com o tema: “Da Misericórdia de Deus nasce o desejo de conversão do homem”, Celebrante: Pe. Luiz Júnior;


Dia 25 (sexta-feira):

18h45  - Recitação do Santo Terço;
19h30 - Celebração Eucarística com o Tema: “Misericórdia e Criação: sinais do amor de Deus pela humanidade”, Celebrante: Pe. Paulo Cabral.

 dia 26(sábado)

17h00 - Carreata levando a imagem de Nossa Senhora da Penha para a igreja de Nossa Senhora de Lourdes, no Centro da Capital;
22h00 - Romaria de Nossa Senhora da Penha.

A Bênção de Envio dos Romeiros deverá ser feita pelo Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba, Dom Genival Saraiva de França, que também vai celebrar a Missa campal no fim da caminhada. O percurso será o mesmo do ano passado.


#RomariaDaPenha2016


Fonte: Facebook Romaria da Penha

Desarme o seu coração

Desarme o seu coração, sua mente e seu interior, não fique carregando coisas pesadas nem preocupado em dizer isso e aquilo

“Fazei o firme propósito de não planejar com antecedência a própria defesa, porque eu vos darei palavras tão acertadas, que nenhum dos inimigos vos poderá resistir” (Lucas 21,14-15).

O contexto que Jesus está nos dando, as palavras do Evangelho de hoje são de perseguição, de tempos muito difíceis, sobretudo, tempo das grandes perseguições que os apóstolos de Cristo viveram naquela época. Muitos ainda vivem, no dia de hoje, perseguições que os levam ao martírio, a doar o próprio sangue e a morrer por causa da fé.
A palavra deve ser aplicada em todas as épocas e situações de nossa vida, porque, em grau maior ou menor, as perseguições, ou seja, a oposição àquilo que vivemos, passamos em todas as épocas de nossa vida.
Qualquer pessoa coerente vai ser confrontada pela sua coerência. O mundo não suporta a coerência, a verdade, a diversidade; muitas vezes, não suportamos viver com quem pensa, com quem fala, com quem tem uma visão diferente da nossa. Não podemos fazer aquilo que o mundo faz conosco. Passamos, muitas vezes, por situações constrangedoras nos ambientes familiares, de trabalho, nas convivências sociais, pelas escolhas que fazemos.
Sermos confrontados, questionados por aquilo que seguimos e acreditamos não deve ser para nós uma afronta, mas ocasião para duas coisas importantes na vida: primeiro, para refletirmos, pois toda escolha é fruto de reflexões que, cada vez mais, vão se aprofundando. Quando alguém confronta aquilo que cremos, paramos para meditar, para nos rever, para ver se essa é a opção que temos na vida. O segundo elemento é para que realmente fiquemos convictos daquilo que estamos seguindo, daquilo que é importante para nossa vida.
O que não pode acontecer é aquilo que o Evangelho está dizendo a nós: ficarmos preocupados em nos defendermos, darmos respostas às pessoas.
Veja só: quando alguém nos ofende, queremos dar respostas àquela pessoa. Às vezes, ficamos com aquilo na cabeça, pensando o tempo inteiro: “O que eu vou dizer a ela? Qual é a resposta que vou dar?”.
Desculpe-me, mas essa preocupação é mundana, é daqueles que vivem os confrontos do mundo. Aqueles que vivem à luz da fé, iluminados e guiados por Deus, não devem fazer propósitos daquilo que irão dizer e jogar na cara do outro. Não se preocupe! Quando for necessário você falar, pode ter confiança e certeza que a palavra inspiradora virá do coração de Deus para o seu coração.
Desarme o seu coração, sua mente e seu interior, não fique carregando coisas pesadas nem preocupado em dizer isso e aquilo; não fique fantasiando e perdendo noites de sono, preocupado com confrontos, respostas a serem dadas.
A melhor resposta que podemos dar, em qualquer situação, é a coerência de vida, é o amor por aquilo que temos, sem fanatismos, sem vivermos isso de forma ilusória, mas seguirmos com convicção naquilo que é meta da nossa vida.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Tomemos cuidado com as propagandas enganosas

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Precisamos, de fato, formar seres humanos que sejam maduros na fé, mas que sejam prevenidos e preparados para saber lidar com as propagandas enganosas

“Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ E ainda: ‘O tempo está próximo’. Não sigais essa gente!” (Lucas 21, 8).

A tendência do ser humano de ser enganado é muito grande, e a tendência de nos iludirmos é maior ainda. Isso acontece no aspecto geral da vida, pois somos iludidos e enganados com compras, com roupas e tudo aquilo que estão nos oferecendo por aí.
Existe a tal da propaganda, que exerce um poder de sedução, que seduz a alma, o coração e, sobretudo, a vontade, colocando as pessoas reféns daquilo que está sendo propagado, divulgado e falado.
Chamo atenção para que nos vigiemos, para que cuidemos do nosso coração, a fim de que não sejamos levados, enganados e iludidos por isso.
Nossas crianças são as primeiras vítimas do mundo da propaganda. Por que são vítimas? Colocamos nossas crianças em frente à televisão, para que ela comande o coração, a mente, o cérebro e a vontade delas. Elas ficam o tempo inteiro ouvindo o que é para propagar, o que se propaga, o que se fala. É óbvio que a criança que passou a manhã toda em frente à televisão, fica com vontade de fazer o que foi propagado ali: coisas boas, coisas ruins, sobretudo porque há uma propaganda por trás de filmes, desenhos, comerciais que todos nós conhecemos.
As crianças são seduzidas e nós adultos também! Desde o creme de cabelo até aquilo que comemos, bebemos e fazemos é levado pela propaganda que o mundo nos apresenta. Muitas vezes, temos uma atitude passiva diante delas. No mundo religioso não é diferente, descobriram o segredo e o poder que a propaganda tem para propagar, sobretudo, para seduzir, enganar e assim por diante. Por isso, as pessoas seguem filosofias, religiões, vão atrás daquele que fala bonito, que tem, muitas vezes, pânico, pavor, medo, aqueles que choram. Enfim, vemos o quanto as pessoas são iludidas e seduzidas por sofismas, falsos discursos que carecem de elementos reais.
Jesus está dizendo isso a mim e a você: “Cuidado! Porque muitos vêm em meu nome, falam em meu nome, falam por mim, mas não são os meus. São ilusões e enganos”.
Desde que mundo é mundo, desde que Deus se foi para o céu, em todos os séculos, em todas as épocas e, acho que não existiu nenhuma década da humanidade que não surgiram profetas,  pregadores, pessoas que arrebanham e levam outras atrás de si, iludindo-as, enganando, pegando a carência que há no coração humano e preenchendo com fantasias, inclusive, a respeito do Reino de Deus.
Precisamos, de fato, formar seres humanos que sejam maduros na fé, mas que sejam prevenidos e preparados para saber lidar com as propagandas enganosas, seja do mundo sedutor ou da religião sedutora, porque a Palavra de Deus não foi enviada para nos iludir nem enganar, mas para gerar confiança. Por isso, precisamos ter cuidado até mesmo com os pregadores no meio de nós, que semeiam medo e, muitas vezes, pavor nos nossos corações.
A Palavra de Deus é para nos tornar íntimos de Cristo, com fé e confiança, sem  medo nem sem pavor, porque é Cristo quem conduz a nossa vida.

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Tenhamos um coração orante

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

 
 
É preciso que tenhamos um coração orante, em consonância com Deus

“Minha casa será casa de oração. No entanto, vós fizestes dela um antro de ladrões” 
(Lucas 19,46)

Hoje, estamos em sintonia com as Basílicas de São Pedro e São Paulo, em Roma. Duas igrejas históricas com um significado muito singular para a história da Igreja e para toda a humanidade.
Pedro e Paulo são dois apóstolos colunas da Igreja, fundamentais para a expansão do cristianismo, para a firmeza de fé que temos no seguimento de Jesus Cristo. Esses dois apóstolos foram grandes heróis na fé, escolhidos por Deus, e com o próprio sangue testemunharam a fé.
Quando nos referimos às duas basílicas, sejam elas de Pedro ou de Paulo, além da referência que fazemos a esses dois apóstolos, queremos lembrar o lugar que as igrejas têm para a nossa fé. Cada igreja é um templo, e o templo é o lugar da presença de Deus.
O que buscamos quando vamos ao templo? O que buscamos quando vamos às igrejas, capelas e santuários? Acima de tudo, santificar este santuário que somos nós. Somos santuários de Deus por excelência!
É bom lembrar que assim que nascemos, nossos pais levam-nos à igreja para sermos batizados; não é um ritual simplesmente do acaso ou qualquer ritual, mas, acima de tudo, uma consagração, uma entrega.
Veja que, no ritual do batismo, está prevista tanto a unção do Óleo do Crisma quanto a unção com o Óleo dos Catecúmenos. São óleos de consagração, que infundem em nós a marca de Deus. Todo batizado é um consagrado, um habitat natural da graça de Deus. Eu e você, como batizados, temos de nos lembrar: Deus habita em nós! Precisamos assumir que aquilo que se realiza na igreja, realiza-se primeiro no coração de cada um de nós.
E que zelo precisamos ter para com a casa de Deus! Que zelo precisamos ter para com o nosso coração!
Quando falamos em igreja, podemos olhar nos símbolos que existem por aí, são sempre aquelas mãos juntinhas que nos recordam a oração, porque a igreja é casa de oração. Jesus está dizendo a respeito do templo: “Minha casa será casa de oração. No entanto, vós fizestes dela um antro de ladrões”. O templo ao qual Jesus se refere tornou-se um lugar de comércio, extraviou a função dele. Aquele templo foi destruído, mas hoje temos dele apenas ruínas e lembranças.
Não permitamos que esse templo que somos nós, seja destruído. Esse templo é para se juntar ao templo eterno de Deus, quando vivermos para sempre na eternidade. Não deixe que esse templo seja corrompido, perdido, extraviado; não deixe que as impurezas tomem conta desse lugar. Santifiquemos o nosso coração!
O caminho, por excelência, para santificar o santuário que somos cada um de nós é a via da oração. É preciso que tenhamos um coração orante, em consonância com Deus, em união com Ele, um coração que fale com o Senhor.
Uma igreja que não vive, não pratica a oração, onde as pessoas não rezam, não se encontram com Deus, perde a razão de ser; devo dizer que essa igreja não serve para nada.
É triste ver muitas igrejas que viraram outras coisas e não são mais casas de oração. Não deixe que esse lugar sagrado que somos nós, desvie de sua rota, mas que nós sejamos o lugar da morada de Deus, que sejamos seres orantes em profunda comunhão com Ele.

Deus abençoe você!
 

É preciso reconhecer as "visitas" de Deus, diz Papa

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

 

Não deixemos a visita de Deus passar em branco, não deixemos Seu amor, que nos visita, passar despercebido em nossa vida

“Quando Jesus se aproximou de Jerusalém e viu a cidade, começou a chorar” (Lucas 19,41).

Por que Nosso Senhor Jesus Cristo está chorando sobre Jerusalém? Não se trata somente de Jerusalém, a cidade, os muros, os templos, aquilo que está na composição física dela; é Jerusalém com seus habitantes, sua importância religiosa; é Jerusalém, a cidade do Rei Davi, símbolo celeste.
Jerusalém, escolhida para ser a morada de Deus entre os homens, é a cidade que despreza e não acolhe o Senhor da vida. Jerusalém é para nós símbolo de tantas realidades, pessoas e situações onde Deus se faz presente, onde a graça d’Ele atua, mas as pessoas simplesmente desprezam, menosprezam ou não reconhecem a presença amorosa do Senhor.
Jesus, que chorou sobre Jerusalém, chora também sobre nossas cidades, casas, famílias, países e situações! Isso alegra o coração, porque, assim como em Jerusalém houve pessoas de coração aberto, corações que, na verdade, acolheram a mensagem do Reino, em nossas cidades, em nossas casas, sempre há pessoas abertas, que acolhem o amor generoso de Deus por cada um de nós.
Não há nação, neste mundo, onde não haja uma alma que viva a mensagem do Evangelho. É verdade que o amor de Deus é para todos (não que todos o acolham), mas muitos poderiam e deveriam acolher, sobretudo, aqueles que têm a oportunidade de receber mais de Deus como Jerusalém teve.
Como nós recebemos esse Deus? Não deixemos que Ele chore por causa da nossa indiferença, do nosso desprezo e do nosso pouco caso com a Sua presença no meio de nós.
Choremos, meus irmãos, por tantos que podiam acolher a mensagem de Deus, mas não a acolhem. Choremos pela nossa própria vida, quando, em tantas situações, poderíamos ter acolhido melhor, aberto mais o nosso coração, mas não O reconhecemos.
“Jerusalém, tu não recolhestes no tempo em que fostes visitada!”. É o Senhor quem nos visita e se faz presente no meio de nós!
Penso que deve ser muito decepcionante irmos à casa de alguém e a pessoa nos dizer que está ocupada, não nos dar atenção, virar as costas e pedir que voltemos outra hora; perder aquele momento tão importante da sua visita.
Não deixemos que a visita de Deus passe em branco, não deixemos que o amor d’Ele, que nos visita, passe despercebido em nossa vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Multipliquemos os dons que Deus nos deu

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

 

Deus nos deu talentos, dons e capacidades; Ele nos deu Sua graça, Seu Espírito e luz interior

“O homem disse: ‘Muito bem, servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades’” (Lucas 19,17).

Esse Evangelho, com o qual Jesus está, hoje, formando-nos, orientando e conduzindo, conta uma parábola que pode até ser de difícil compreensão, mas é cheia de riquezas e significados para todos nós.
Esse homem nobre, que vai para um país distante, resolve pegar sua riqueza e entregar nas mãos de seus empregados cem moedas de prata, para que façam bom uso delas.
Fico pensando em nossa vida, fico pensando em quantas moedas de pratas Deus já colocou em nossas mãos. Não foram poucas, foram mais de cem moedas de pratas! Deus nos deu talentos, dons e capacidades; Ele nos deu Sua graça, Seu Espírito e luz interior.
Ao voltar, o que entristece aquele homem foi ver que um de seus empregados, que recebeu cem moedas de prata, simplesmente as enterrou e foi viver de forma preguiçosa, relaxada; não foi capaz de multiplicar, não foi capaz de fazer render, de produzir frutos, de fazer com que aquele dinheiro fosse bem aplicado.
Vivemos num mundo capitalista, onde tudo tem retorno. Jesus está falando do retorno dos dons que Ele mesmo confiou a cada um de nós.
Olhamos, neste próprio Evangelho, e vemos um outro empregado que fez render cinco vezes mais, dez vezes mais, porque foi diligente e aplicado, não se acomodou, correu atrás, fez acontecer, não parou nem estagnou, não ficou pensando de forma negativa nem colocou dificuldades, não criou problemas.
Muitas vezes, somos contaminados por uma visão muito negativista da vida, muito pessimista ou acomodada da vida. Vivemos na lamúria, na reclamação, vivemos simplesmente olhando a vida do seguinte prisma: “Tudo vai dar errado! Já tentei, já busquei, mas nunca dá certo!”. Desculpe-me, mas essa é a resposta de uma pessoa relaxada, preguiçosa, que, na verdade, não busca se superar.
Meus irmãos e irmãs, todos temos capacidades para ir mais adiante, mesmo que seja a pessoa mais simples do mundo. O homem do campo, do interior, o homem que não tem nada, pega seu rastelo, sua inchada e, com aplicação e determinação, faz uma pequena “hortinha” se transformar num grande varejo de produção de frutas.
Não precisa ser tão grande. Cada um vai produzir o que é capaz, mas precisa de inteligência e aplicação, é preciso levantar cedo, ter determinação. Quando a pessoa faz isso, ela vai colhendo os frutos ao longo da vida.
Fico pensando na situação atual que nós vivemos, de muitas pessoas desempregadas. Como doí no coração ver esse ou aquele desempregado! Entretanto, costumo dizer: desemprego é uma dureza, mas, muitas vezes, acontece; e pode acontecer com qualquer um de nós. Podemos até ficar desempregados, mas desocupados jamais!
Todos nós temos capacidade de fazer acontecer onde estamos. Se não foi possível produzir aqui, se não tem espaço para mim aqui, eu vou fazer acontecer em outro lugar ou de outra forma. Não pode ter essa vergonha, essa acomodação, não pode dizer: “Eu só sei fazer isso”. É impossível que um ser humano só saiba fazer uma coisa na vida!
Há pouco tempo, fiquei olhando os jogos olímpicos, sobretudo os jogos paralímpicos. Trouxe brilho aos meus olhos ver como aquelas pessoas, que aparentemente eram cheias de limites físicos (os quais nem pensamos em ter: falta os braços, as pernas, não enxergam…), como são proativas, capazes de fazer coisas que nós, com os membros inteiros, não somos capazes de fazer.
Fico pensando numa pessoa que não dá conta, que têm as duas pernas, tem saúde física e diz não ter condição de fazer uma caminhada a cada dia. “Senhor, estou cheia de doenças!”. Contudo, não é capaz de fazer meia hora de caminhada por dia. Muitos dizem: “Dá uma cansaço!”. É claro, pois você está nessa situação de acomodação.
Queremos saúde, mas de forma mágica: “Deus, me dê saúde!”, mas não somos capazes de nos aplicar para buscar a saúde onde ela se encontra. Se não deu certo aqui, busquemos acolá, mas não paremos. Temos que fazer a graça de Deus acontecer!

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Dom Genival concelebra com Papa Francisco

quinta-feira, 10 de novembro de 2016


O Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba, Dom Genival Saraiva de França, está em Roma cumprindo extensa agenda de trabalho. Hoje, dia 10 de novembro, às 7h, Dom Genival concelebrou com o Papa Francisco a Missa matutina na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano.
Em seguida, Dom Genival saudou o Papa e lhe pediu uma bênção especial para a Arquidiocese da Paraíba.

Deixemos Deus reinar em nosso coração

O Reino de Deus está entre nós quando assumimos Jesus como o Senhor de nossa vida e O deixamos reinar em nosso coração

“O Reino de Deus não vem ostensivamente. Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’ ou ‘Está ali’, porque o Reino de Deus está entre vós” (Lucas 17, 20-21).

Jesus está respondendo a Seus discípulos a respeito da Sua segunda vinda, da Sua volta definitiva, ou ainda, da instalação de Deus no meio de nós.
Na verdade, precisamos compreender essa resposta fundamental de Jesus – “O Reino de Deus já está no meio de nós!” – quando O assumimos como Senhor da nossa vida e O deixamos reinar em nosso coração, em nossa casa e família. Não adianta vivermos a expectativa simplesmente de um reino futuro, se não vivermos o presente, deixando Jesus reinar entre nós.
Do outro lado, Jesus está tirando toda aquela expectativa de novidades. Vivemos num mundo onde as pessoas querem sempre coisas novas, mas estão sempre em busca de notícias, de coisas dramáticas. O Reino de Deus não vem de forma ostensiva, de uma hora para outra, que se instala e tudo acaba, tudo muda. Não! O Reino de Deus vai se instalando, vai acontecendo de modo que, quando o Reino definitivo chegar, será a consumação daquilo que nós já começamos a viver: a presença de Deus no meio de nós.
O reinado do Senhor é, justamente, a presença e a soberania de Deus em nossas vidas, em nossas relações e em tudo aquilo que nós fazemos.
Não podemos negar que temos sede de um mundo novo, da renovação de toda a face da Terra. Não podemos negar que temos sede de um mundo onde a justiça e a paz prevaleçam acima de todas as coisas. Não podemos negar que ansiamos para que o Reino, prometido por Deus, em plenitude aconteça.
Eu fico pensando numa pessoa que sonha em ter uma casa grande e bonita. Ela não vive em função dessa casa grande e bonita ficar pronta. Ela faz da pequena casinha apertada em que está vivendo, construída no dia a dia, o seu lar. Seja com a casa grande ou com a casinha pequena, esse é o seu lar abençoado e harmonioso.
Não temos o Reino de forma esplendorosa, definitiva e plena como nós aguardamos que um dia se estabeleça para sempre. Mas enquanto o Reino definitivo não vem, nós o vivemos aqui e agora onde estamos. Não podemos deixar que o inferno tenha a palavra final em nossa vida, nas nossas relações, por mais difíceis que sejam as situações, as realidades humanas.
A verdade é que nossa missão é fazer com que o Reino esteja presente, acontecendo nas situações ordinárias de nossa vida. Não precisamos ficar naquela expectativa apenas de coisas extraordinárias, porque a Palavra mesmo já diz: ‘extraordinário’ é aquilo que foge do ordinário.
Às vezes, podemos até contemplar algo excepcional aqui ou ali, mas a nossa vida é no dia a dia, a nossa vida é o arroz com feijão que comemos a cada dia. A nossa vida é a nossa luta diária, são os desafios que temos de enfrentar a cada momento sem desanimar, sem perder a esperança e a confiança.
Precisamos acreditar, a cada dia, que o Reino de Deus está sendo construído, e quando nós O assumimos, ele está no meio de nós!

Deus abençoe você!

Precisamos ter zelo pela casa de Deus

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

 

Precisamos ter o zelo que Jesus teve pela Sua casa; devemos ter zelo e amor para com a nossa relação com Deus

“Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas” (João 2,15).

Hoje, celebramos a Dedicação da Basílica do Latrão, a catedral de Roma, onde o Santo Padre precede a Igreja de Roma, a mãe de todas as igrejas.
Lembrando dessa Igreja Mãe, a Igreja de Latrão lembra-nos de cada igreja, capela, santuário, lugar do nosso encontro com Deus. Como nossas igrejas merecem respeito, consideração e veneração, merecem ser cuidadas da melhor maneira possível!
Essa é uma das poucas situações em que vemos Jesus bravo, porque estão transformando a casa de Seu Pai numa casa de comércio, fazendo negócios, trocando animais, estão vendendo isso e aquilo. A igreja, o templo, não são lugares para isso!
Templo é um lugar sagrado, lugar de encontro com Deus. Lembremos a Escritura quando o salmista diz: “O zelo pela tua casa me consome!” (João 2,17).
Sabe, meus irmãos, quem tem zelo pelas coisas de Deus, quem tem amor pelas coisas divinas, amor para com o Senhor, precisa ter zelo pela casa d’Ele. E o zelo pela casa de Deus não é a igreja somente, porque o templo exterior é reflexo do interior, que somos nós.
Como é difícil fazermos silêncio em nossa casa nos dias de hoje! Não coloquemos a culpa nas crianças, nisso ou naquilo. A culpa, muitas vezes, vem de nós mesmos, pois não sabemos viver sem esses elementos, sem as redes sociais etc. Somos nós quem vivemos uma inquietação interior, que levamos bolsas demais para nossas igrejas. Somos nós que não esvaziamos o nosso interior, para que Deus nos preencha. Já estamos cheios demais de coisas na cabeça e no coração, e não sabemos silenciar, ter zelo por nossa alma e coração.
Esse é um aspecto importante: igreja é sinal de silêncio, pois é no silêncio que Deus habita e fala conosco. Igreja é casa de oração. Impossível pensar que vamos a uma igreja, um templo ou uma capela, para nos encontrarmos com Deus e não rezamos. Estamos com a mente em devaneios, estamos voando, com a mente ocupada de tantas coisas, e não colocamos a nossa cabeça em Deus.
Igreja não é lugar de vaidades nem de desfiles. Imagino que você deva ter a melhor roupa para ir à casa de Deus, mas lá não é lugar de desfilar suas roupas, não é lugar para desfilar aquilo que comprou ou ganhou. É preciso ter discrição, porque não vamos até lá para chamar à atenção sobre nós, mas para sermos chamados à atenção por Deus, para que Ele fale conosco, fale ao nosso coração.
Se quisermos crescer na intimidade com Deus, precisaremos ter o zelo que Jesus teve pela Sua casa; devemos ter zelo e amor para com a nossa relação com Deus!
Quanto mais zelosos e respeitosos formos, mais vivermos essa intimidade com Deus em Sua casa, mais crescerá a nossa relação com Ele.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Comunicado de Falecimento

terça-feira, 8 de novembro de 2016


Comunicamos o falecimento de Seu Elias, pai de Ângela, ministra da Sagrada comunhão e avô de Andrezza, dirigente do ECC da Paróquia Menino Jesus de Praga.

O velório está acontecendo no Parque das Acácias e o sepultamento será às 17:00 no mesmo local.

Que o Senhor possa confortar os corações dos familiares e amigos. 

Comemoração dos Fiéis Defuntos

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Hoje não é dia de tristezas e lamúrias, e sim de transformar nossas saudades, e até as lágrimas, em forças de intercessão pelos fiéis que, se estiverem no Purgatório, contam com nossas orações

Neste dia ressoa em toda a Igreja o conselho de São Paulo para as primeiras comunidades cristãs: “Não queremos, irmãos, deixar-vos na ignorância a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais como os outros que não tem esperança” ( 1 Tes 4, 13). 

Sendo assim, hoje não é dia de tristezas e lamúrias, e sim de transformar nossas saudades, e até as lágrimas, em forças de intercessão pelos fiéis que, se estiverem no Purgatório, contam com nossas orações.
O convite à oração feito por nossa Mãe Igreja fundamenta-se na realidade da “comunhão dos santos”, onde pela solidariedade espiritual dos que estão inseridos no Corpo Místico, pelo Sacramento do Batismo, são oferecidas preces, sacrificios e Missas pelas almas do Purgatório. No Oriente, a Igreja Bizantina fixou um sábado especial para orações pelos defuntos, enquanto no Ocidente as orações pelos defuntos eram quase geral nos mosteiros do século VII; sendo que a partir do Abade de Cluny, Santo Odilon, aos poucos o costume se espalhou para o Cristianismo, até ser tornado oficial e universal para a Igreja, através do Papa Bento XV em 1915, pois visava os mortos da guerra, doentes e pobres.
A Palavra do Senhor confirma esta Tradição pois “santo e piedoso o seu pensamento; e foi essa a razão por que mandou que se celebrasse pelos mortos um sacrifício expiatório, para que fossem absolvidos de seu pecado” (2 Mc 2, 45). Assim é salutar lembrarmos neste dia, que “a Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados” (Catecismo da Igreja Católica).
Portanto, a alma que morreu na graça e na amizade de Deus, porém necessitando de purificação, assemelha-se a um aventureiro caminhando num deserto sob um sol escaldante, onde o calor é sufocante, com pouca água; porém enxerga para além do deserto, a montanha onde se encontra o tesouro, a montanha onde sopram brisas frescas e onde poderá descansar eternamente; ou seja, “o Céu não tem portas” (Santa Catarina de Gênova), mas sim uma providencial ‘ante-sala’.

“Ó meu Jesus perdoai-nos, livrai-nos do fogo do Inferno. Levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem! Amém!”

Fonte: Canção Nova

Deus preparou uma grande festa para nós

terça-feira, 1 de novembro de 2016

 

O Reino dos Céus é uma grande festa que o Pai preparou para nós, Seus filhos. Cada um de nós somos convidados para este grande banquete

“Mas todos, um a um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse: ‘Comprei um campo, e preciso ir vê-lo” (Lucas 14, 18).

O Evangelho de hoje mostra-nos a parábola do grande banquete, onde Jesus está comparando o Reino dos Céus com um grande banquete de festa. Quem é que não gosta de ser convidado para um banquete? Quem é que não gosta de ser convidado para aquela festa onde vai comer de tudo?
O Reino dos Céus é uma grande festa que o Pai preparou para nós, Seus filhos. Cada um de nós somos convidados para este grande banquete! Mas não pense em banquete apenas no sentido do alimento material e substancial, onde comemos frutas, verduras e aquelas coisas saborosas que se tem num banquete. É muito mais do que isso, porque os alimentos que comemos são necessárias para a nossa subsistência aqui na terra, mas comemos e voltamos a ter fome.
Jesus está falando do grande banquete que o Pai preparou para nós, onde ninguém mais terá fome e sede, onde todos nós somos saciados, e o próprio Cristo é o alimento que nos sacia.
A presença de Deus nos enche e nos preenche, de modo que a nossa fome e nossa sede interior são saciadas por essa presença de Deus. Para este banquete todos nós fomos convidados mas, infelizmente, como na parábola do Evangelho houve aqueles que se portaram com indiferença e fizeram vista grossa, colocaram dificuldade, deram desculpa, cada um tinha uma ocupação, um trabalho, uma coisa para fazer, cada um tinha um compromisso. A vida vai se enchendo de ocupações, ocupamo-nos com tanta coisa e deixamos perder o essencial.
Sabe meus irmãos, Reino de Deus é questão de prioridade, não é “hobby”, nem é para quando sobrar um tempo ou quando der. Vivemos numa sociedade atolada de compromissos, agendas e de pessoas que estão sempre ocupadas com suas coisas.
Quanto mais você se ocupar com suas coisas, menos tempo você terá para outras coisas importantes e essenciais da sua vida. Com certeza, uma delas é se ocupar com o Reino de Deus. É lamentável que uma pessoa não tenha tempo de ir à missa semanal, não tenha tempo para se dedicar a uma oração, não tem tempo para fazer uma oração pessoal a cada dia, e quando tem é rápido e rasteiro, está sempre agonizado, com pressa e sempre priorizando outras coisas. Ainda mais no mundo em que vivemos, onde tantas parafernálias ocupam nossa mente: televisão, computador, redes sociais, nossos compromissos e trabalhos. Caímos numa rotina de vida, de modo que a vida se torna uma loucura e o tempo para Deus é o que sobra.
Como hoje quase não se sobra tempo, Deus acaba não tendo tempo na vida de muitos de nós.
Quais são as suas desculpas? Quais são as desculpas que nós inventamos a cada dia, para não nos ocuparmos com o Reino de Deus?
Temos que prestar bastante atenção, porque assim como na parábola trouxeram os pobres, os aleijados, os coxos e marginalizados que viviam às margens da vida e tomaram posse do Reino, corremos também um sério risco de ficarmos de fora se não dermos prioridade, se não dermos tempo àquilo que realmente merece tempo, se o sagrado não for essencial e primordial na nossa vida.
Reino de Deus é questão de prioridade! Não é questão de dizer: “Eu amo o Senhor! Ele é importante para mim!”.
Deus não é importante para nós pelas palavras que saem de nossa boca, mas de acordo com o tempo que damos às Suas coisas.
O banquete está posto, a mesa está à nossa frente, é preciso aceitar o convite, não colocar desculpas nem ocupações na frente. Demos a Deus o que é de Deus!

Deus abençoe você! 
 
Fonte: Canção Nova

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