A coroa do Advento e seu significado

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A coroa ou a grinalda do Advento é o primeiro anúncio do Natal

Deus se faz presente na vida de todo ser humano, e de todas as formas deixa-nos sentir Seu amor e desejo de nos salvar. A palavra ADVENTO é de origem latina e quer dizer CHEGADA. É o tempo em que os cristãos se preparam para a vinda de Jesus Cristo. O tempo do Advento abrange quatro semanas antes do Natal.
Atualmente, há uma grande preocupação em reavivar esse costume muito significativo e de grande ajuda para vivermos este tempo. A coroa ou a grinalda do Advento é o primeiro anúncio do Natal. É um círculo de folhagens verdes, sua forma simboliza a eternidade e sua cor representa a esperança e a vida. Vem entrelaçado por uma fita vermelha, símbolo tanto do amor de Deus por nós como também de nosso amor que aguarda com ansiedade o nascimento do Filho de Deus.
A coroa do Advento e seu significadoFoto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Velas do Advento

No centro do círculo, colocam-se as quatro velas para se acender uma a cada domingo do Advento. A luz das velas simboliza a nossa fé e nos leva à oração, e simbolizam as quatro manifestações de Cristo:
1° Encarnação, Jesus Histórico;
2° Jesus nos pobres e necessitados;
3° Jesus nos Sacramentos;
4° Parusia: Segunda vinda de Jesus.
No Natal, pode-se adicionar uma quinta vela branca, até o término do tempo natalino; e, se quisermos, podemos pôr a imagem do Menino Jesus junto à coroa: temos que nos atentar, porém, que o Natal é mais importante do que a espera do Advento.

História da coroa do Advento

Essa coroa é originária dos países nórdicos (países escandinavos, Alemanha), a qual contém raízes simbólicas universais: a luz como salvação, o verde como vida e o formato redondo como eternidade.
Simbolismos esses que se tornaram muito adequados ao mistério natalino cristão, e que, por isso, adentraram facilmente nos países sulinos. Visto que se converteram rapidamente em mais um elemento de pedagogia cristã, para expressarmos a espera de Jesus como Luz e Vida, em conjunto com outros símbolos, certamente mais importantes, como são as leituras bíblicas, os textos de oração e o repertório de cantos.
O comércio e o sistema deste mundo fazem questão de esquecer o verdadeiro sentido do Natal, e nós podemos cair nessa, mas é possível dar presente e celebrar o verdadeiro sentido: o Menino Jesus é o nosso grande presente!
Sugestão: você pode fazer uma coroa do Advento em sua casa e celebrar, com sua família, à luz da nossa fé, a chegada de Jesus Cristo nosso Salvador. A cada domingo, pode acender as velas, convidando seus familiares para rezar.

Oração

Senhor Jesus, celebrar o Teu Natal é fazer da minha vida, da minha casa, um lugar de eternidade e salvação. Que a Tua luz brilhe em cada coração. Ao acender cada vela desta coroa do Advento, queremos acender a esperança, o amor, a fraternidade e a salvação, que é o grande presente que queremos dar a todos os que amamos por intermédio do Menino Jesus, que vai nascer em nossa família.
Como você se prepara para celebrar essa grande festa do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo? Clique em comentários e diga: Como você vive esse tempo litúrgico?. 
Natal feliz é Natal com Cristo!

Fonte: Canção Nova

Advento, tempo de preparação para a vinda do Senhor

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A nossa alma também está à espera, nesta expectativa pela vinda do Senhor; uma alma aberta que chama: “Vem, Senhor”

Quando falamos do mês de dezembro, vem logo à nossa mente a celebração do natal. Este mês de dezembro inteirinho, a liturgia nos prepara para a grande festa, o nascimento do Menino Jesus. As quatro semanas que antecedem o Natal, geram em nossos corações a feliz expectativa para a vinda do Senhor que irá nascer.

Foto: Gama5 / by Getty Images
Tendo em vista esta função do Advento: preparar para o Senhor Jesus que virá; vale recordar as maneiras que Cristo vem até nós.
São Bernardo define em três. “A primeira, quando Ele veio por Sua Encarnação; a segunda é cotidiana, quando Ele vem a cada um de nós, pela sua graça; e a terceira, quando virá para julgar o mundo” (São Bernardo de Claraval, Obras completas de São Bernardo, Madrid: BAC, 1953, p. 177).
Vejamos então, a partir do pensamento de São Bernardo em consonância com o Magistério da Igreja sobre as “vinda do Senhor”.

Encarnação

A primeira vinda do Senhor é a mais conhecida, por se tratar do Natal. “Revestido da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação”. (prefácio do Advento I). Esta oração rezamos no tempo do Advento como forma de celebrar o mistério da encarnação. Deus totalmente Espírito, assume um corpo humano, uma alma humana. É um Deus que não quis permanecer inacessível; não restringiu-se à sua Glória celestial, mas quis passar pela experiência humana, a ponto de ser em tudo igual a nós, exceto no pecado (Hb 4, 15).
O Concílio de Nicéia acontecido no século IV esclareceu essa realidade. Jesus possui duas natureza, a humana e a divina. Jesus é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem.
Podemos nos perguntar, por qual razão ele se fez homem? Poderíamos nomear várias razões pelas quais Deus se fez homem e veio habitar no meio de nós, mas uma merece destaque particular, para nossa salvação.
No Credo Niceno-Constantinopolitano rezamos: “Por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos Céus e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem”.
Como vimos, essa é a principal razão: à nossa salvação. Por isso, na Solenidade de Natal somos convidados a mergulhar nossa vida neste mistério. Deus por seu imenso amor se humanizou para nos divinizar.

Cotidiano

A segunda vinda do senhor, conforme São Bernardo, é aquela que acontece no cotidiano da vida, em especial, por meio dos sacramentos.
Nos ensina o Papa Francisco: “O Senhor todos os dias visita a sua Igreja! Visita cada um de nós e, também, a nossa alma. Ela se assemelha à Igreja, a nossa alma se assemelha a Maria. Os Padres do deserto dizem que Maria, a Igreja e a nossa alma são femininas e o que se diz sobre uma, analogamente, se pode dizer da outra. A nossa alma também está à espera, nesta expectativa pela vinda do Senhor; uma alma aberta que chama: ‘Vem, Senhor’ ”.
A segunda vinda dá-se cotidianamente. Podemos dar, aqui, um destaque todo particular para três realidades: a Eucaristia, a escuta atenta da Palavra de Deus e Santa Missa.
Sobre essa segunda vinda podemos falar de um “Natal permanente”.

Vinda gloriosa

A terceira vinda do Senhor deve ser compreendida no plano escatológico, isto é, na consumação dos tempos onde Jesus virá revestido de poder e glória para julgar os vivos e os mortos. “Ao celebrar cada ano a liturgia do Advento, a Igreja atualiza esta espera do Messias: comungando com a longa preparação da primeira vinda do Salvador, os fiéis renovam o ardente desejo de sua Segunda Vinda”. (CATECISMO, n. 524).
Nos recorda o prefácio do Advento que, Jesus “revestindo de Sua glória, Ele virá uma segunda vez para conceder-nos em plenitude os bens prometidos, que hoje, vigilantes esperamos” (Prefácio do Advento I).
Portanto, a vigilância assume um papel importante no advento definitivo do Senhor.
É preciso estar vigilante, porque o senhor pode chegar a qualquer instante.
Em cada Santa Missa, quando respondemos a Oração Eucarística, recordamos esta realidade escatológica: “Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!”. (Oração Eucarística IV).

Os sinais dos últimos tempos

O Papa Francisco, no dia 15 de Novembro de 2015, no Angelus disse: “Sobre quando acontecerão os sinais dos últimos tempos não devemos nos preocupar, mas sim nos prepararmos diariamente para nos encontrarmos com Jesus. O núcleo central em torno do qual gira o discurso de Jesus é Ele mesmo, o mistério da sua pessoa e da sua morte e ressurreição, e o seu retorno no fim dos tempos. A nossa meta final é o encontro com o Senhor ressuscitado”.
Em complemento a essas palavras sua Santidade, o Papa, ainda fez algumas perguntas: “Gostaria de perguntar-lhes quantos de vocês pensam nisso? Haverá um dia em que eu encontrarei o Senhor face a face. Esta é a nossa meta, esse encontro. Não esperamos um tempo ou um lugar, mas caminhamos ao encontro de uma pessoa: Jesus.”
Portanto, explicou o papa, “o problema não é ‘quando’ acontecerão esses sinais premonitórios dos últimos tempos, mas o fazer-se encontrar preparados para o encontro. E não se trata nem mesmo de saber ‘como’ se darão essas coisas, mas ‘como’ devemos comportar-nos, hoje, à espera desse encontro”.
Por fim, vale recordar que a segunda vinda, conforme São Bernardo, por meio dos sacramentos nos preparam para a terceira e definitiva vinda de Jesus.
Aqueles que vivem santamente os sacramentos estão preparados para se encontrarem com Jesus na sua vinda gloriosa.
Neste Advento, que nosso coração esteja preparado para receber Jesus que vai nascer, com a certeza que Ele já está no meio de nós por meio dos sacramentos, porém, esperançoso de sua vinda definitiva, onde virá com poder e glória para julgar os vivos e os mortos.
Juntos possamos rezar:
Maranatha, vinde Senhor Jesus!

Os perigos de trocar os símbolos cristãos pelos pagãos no Natal

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Quase sem perceber, muitas pessoas estão entrando na cultura pagã da celebração do Natal


Aproxima-se o Natal, tempo que marca as nossas vidas. Nossas cidades ficam mais iluminadas, nossas casas bem ornamentadas, diversos símbolos apontam o mistério que celebramos e tornam o ambiente mais alegre e festivo.

Por outro lado, quase sem perceber, muitas pessoas estão entrando na cultura pagã da celebração do Natal.


















Foto ilustrativa: Nadianb/by Getty Images

Objetos que estão ocupando o lugar do presépio


No lugar do Menino Deus, do presépio e das imagens sagradas, tem se dado lugar para o papai noel, presentes, duendes, gnomos, e etc.. Estamos até, decorando as nossas casas com símbolos que não têm nada de cristão. Cuidado!

Fui vitrinista de uma loja de calçados infantis e sei de como a ”Nova Era” usa essa festa cristã para paganizar as nossas casas e as nossas cidades.

No lugar de símbolos que expressam o mistério do Verbo, que se fez carne, colocam-se símbolos que esvaziam e descristianizam o significado do Natal.

Andando pelas ruas e pelos shopping centers, não é difícil encontrar duendes, gnomos, bruxas, fadas, pirâmides, e principalmente “anjos” afeminados e com expressões um tanto sensuais para chamar atenção de crianças, jovens e adultos na hora das compras.

Pior do que isso são os objetos que, sem saber, estamos levando para decorar as nossas casas, atraindo todo tipo de contaminação e trocando os símbolos cristãos pelos pagãos.


Movimento de descristianização da sociedade


Existe na nossa sociedade um movimento de descristianização da sociedade e, alguns meios de comunicação estão a serviço deste movimento.

Assim como há sites ensinando como montar uma árvore de natal mágica, chamada de árvore cabalística ou sefirótica.

Certa vez uma apresentadora famosa de TV ensinava a queimar incenso e a decorar a casa com velas mágicas para trazer boas energias, além de várias simpatias para um Natal de “paz”.

Pensei comigo, naquele momento: “Quantos cristãos estão sendo enganados por essa falsa doutrina? Quantos cristãos estão comprando as idéias do diabo via satélite?”

Na busca da dita “paz” muitos estão trocando o verdadeiro Príncipe da Paz, que é Jesus Cristo, por magia cósmica, bons fluídos, e todo tipo de esoterismo. Como diz São Paulo: “Não podeis beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios (…)” (1Cor 10).

O mistério de Deus


Os símbolos expressam o inefável, o mistério de Deus. Os símbolos natalinos evangelizam sem palavras, é arte, é dom de Deus.

Um simples presépio, na sua casa, diz do mistério do Verbo que se fez carne. Lâmpadas ou velas acesas expressam, sem palavras, que a Luz venceu as trevas; a árvore de Natal com seu colorido aponta para o céu, nossa pátria celeste.

Os sinos exprimem o desejo de nosso coração quando chegar Jesus Cristo, o Filho de Deus.

Que neste Natal você seja cristão, inclusive na decoração do seu lar! Diga não aos símbolos da Nova Era na sua casa! E como bem nos alerta o Papa João Paulo II: O simples fato de sermos de Deus nos obriga a ser diferentes”.

Objetos que não apontam para Deus? Na minha casa, não!


Um bom, santo e feliz Natal!

Fonte: Canção Nova

Reflita sobre as quatro semanas do Tempo do Advento

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O Advento é tempo de preparação para a grande festa do Natal de Jesus


O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento; um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Esse foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. O Natal de Jesus, precisa ser preparado e celebrado a cada ano. São quatro semanas de preparação e no decorrer delas, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e virá no final dos tempos.

Por isso é um tempo de preparação e de alegre espera do Senhor considerada sob diversos aspectos. Em primeiro lugar, a expectativa do Antigo Testamento pela vinda do Messias, do que falaram os profetas, agradecendo a Deus o dom inefável da salvação, que se realizou na vinda do divino Redentor. Agora, a vinda do Salvador deve atualizar-se no coração de todos os homens, enquanto a história se encaminha para a Parusia, ou seja, a vinda gloriosa do Senhor. É nesta perspectiva que devem ser escutadas as leituras do Advento. “Vinde, caminhemos à luz do Senhor!”



 

Reflita-sobre-as-quatro-semanas-do-Tempo-do-Advento

      Nas duas primeiras semanas do advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele, também, está marcado para logo após a morte.

Nas duas últimas, lembramos a espera dos profetas e de Maria. Nos preparamos mais (especialmente), para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes; nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi e seu Reino não terá fim. Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.

A coroa do Advento


A Guirlanda ou Coroa do Advento é o primeiro anúncio do Natal. A coroa é verde, sinal de esperança e vida, enfeitada com uma fita vermelha que simboliza o amor de Deus que nos envolve, e também, a manifestação do nosso amor que, espera ansioso o nascimento do Filho de Deus.


A Coroa do Advento é composta por quatro velas nos seus cantos – presas aos ramos formando um círculo. A cada domingo acende-se uma delas. As velas representam as várias etapas da salvação. Começa-se no 1º Domingo, acendendo apenas uma vela e, à medida que, vão passando os domingos, vamos acendendo as outras velas, até chegar o 4º Domingo, quando todas devem estar acesas. Os ramos em círculo, são de cipreste, de pinheiro ou de outra árvore ornamental, esses ramos são para lembrar a esperança cristã, alimentada com a proximidade do Natal. O círculo não tem princípio, nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno e também da nossa ininterrupta dileção ao Criador e ao próximo.

Durante o advento prevalece a cor roxa, símbolo da conversão, que é fruto da revisão de vida, ou seja, a metanoia. As velas querem representar as várias etapas da salvação, sobretudo para significar, a espera Daquele que é “a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo” (João 1,9), e que está para chegar, então, nós, O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser, como Ele, Luz.

Fonte: Canção Nova

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