Papa: A Igreja deve ser como Deus, sempre em saída. Do contrário, adoece

domingo, 20 de setembro de 2020

  

Aos fiéis reunidos na Praça São Pedro, Francisco exorta a sentir todos os dias "a alegria e o estupor de ser chamados por Deus a trabalhar para Ele no seu campo, que é o mundo; na sua vinha, que é a Igreja. E ter como única recompensa o seu amor, a amizade de Jesus”.


Bianca Fraccalvieri - Vatican News


Deus chama sempre e não exclui ninguém: este é o significado do Evangelho deste domingo, comentado pelo Papa Francisco antes de rezar a oração mariana do Angelus com os fiéis na Praça São Pedro.

A página do Evangelho narra a parábola dos operários chamados pelo patrão para uma jornada de trabalho na vinha. Por meio desta narração, explicou o Pontífice, Jesus nos mostra o surpreendente modo de agir de Deus, representado por duas atitudes do patrão: o chamado e a recompensa.

Por cinco vezes durante o dia, o patrão sai à praça em busca de trabalhadores para a sua vinha.

“Aquele patrão representa Deus que chama todos e chama sempre. Deus age assim também hoje: continua a chamar qualquer um, a qualquer hora, para convidar a trabalhar no seu Reino. Este é o estilo de Deus, que por nossa vez somos chamados a acolher e imitar.”

Francisco recordou que Deus não está fechado no seu mundo, mas “sai” continuamente em busca das pessoas, porque quer que ninguém fique excluído do seu desenho de amor. "Deus está sempre em saída."

Isso vale também para as comunidades eclesiais, acrescentou o Papa, chamadas a sair dos vários tipos de “confins” que possam existir para oferecer a todos a palavra de salvação que Jesus veio trazer.

“Trata-se de abrir-se a horizontes de vida que ofereçam esperança a quem estaciona nas periferias existenciais e ainda não experimentou, ou perdeu, a força e a luz do encontro com Cristo.”

“A Igreja deve ser como Deus: sempre em saída. E quando a Igreja não é em saída, adoece de muitos males que temos na Igreja. Por que essas doenças na Igreja? Porque não é em saída. É verdade que quando alguém sai há o perigo de um acidente. Mas é melhor uma Igreja acidentada por sair, anunciar o Evangelho, do que uma Igreja doente de fechamento. Deus sempre sai, porque é Pai, porque ama. A Igreja deve fazer o mesmo: sempre em saída.”

Como o Bom Ladrão

A segunda atitude do patrão é o seu modo de recompensar os trabalhadores. Ele combina com os primeiros operários contratados pela manhã o pagamento de uma moeda.

Àqueles que se juntam a seguir, ao invés, diz: « Eu vos pagarei o que for justo». No final do dia, o patrão da vinha manda dar a todos a mesma recompensa, isto é, uma moeda. Os que tinham trabalhado desde a manhã ficam indignados e resmungam contra o patrão, mas ele insiste: quer dar o máximo da recompensa a todos, inclusive àqueles que chegaram por último.

Jesus não está falando do trabalho e do salário justo, explicou Francisco, mas do Reino de Deus e da bondade do Pai celeste.

“Com efeito, Deus se comporta assim: não olha para o tempo e para os resultados, mas para a disponibilidade e a generosidade com a qual nos colocamos a serviço.”

O agir de Deus é mais do que justo, no sentido que vai além da justiça e se manifesta na Graça. "Tudo é Graça. A nossa salvação é Graça. A nossa santidade é Graça." Doando-nos a Graça, Ele nos oferece mais do que nós merecemos.

Quem raciocina com a lógica humana, advertiu o Papa, quem espera nos méritos conquistados com a própria capacidade, de primeiro passa para último. 

“'Mas eu trabalhei tanto, fiz tanto na Igreja, ajudei muito e me pagam o mesmo deste que chegou por último...Lembremos quem foi o primeiro santo canonizado na Igreja: o Bom Ladrão. ‘Roubou o Céu no último momento da sua vida: isso é graça, assim é Deus. Também com todos nós. Ao invés, quem busca pensar nos próprios méritos, acaba falindo; quem se entrega com humildade à misericórdia do Pai, de último – como o Bom Ladrão – acaba primeiro."

O Santo Padre concluiu pedindo a Nossa Senhora que “nos ajude a sentir todos os dias a alegria e o estupor de ser chamados por Deus a trabalhar para Ele no seu campo, que é o mundo; na sua vinha, que é a Igreja. E ter como única recompensa o seu amor, a amizade de Jesus”.

Fonte: Vatican News

Boletim ARQUIPB | 19 de Setembro

sábado, 19 de setembro de 2020

 

Fonte: YouTube ARQUIPB

O Papa aos sacerdotes idosos: “A fragilidade pode nos aperfeiçoar e santificar"

sexta-feira, 18 de setembro de 2020



 Espero que este período nos ajude a compreender que é necessário não perder o tempo que nos é dado; desfrutemos a beleza do encontro com o outro, para curar o vírus da autossuficiência”. Mensagem do Papa Francisco aos sacerdotes idosos e doentes em peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio em Bérgamo


Jane Nogara – Vatican News


O Papa Francisco enviou uma mensagem aos participantes da Jornada dos Sacerdotes Idosos e Doentes da região da Lombardia que se realiza no Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio nas proximidades de Bérgamo.

O Santo Padre iniciou agradecendo os organizadores, a Conferência Episcopal da Lombardia recordando como “é bela esta atenção dos pastores para a parte fisicamente mais frágil de seu presbiterado. Na realidade, vocês são sacerdotes que, na oração, na escuta, na oferta de sofrimento, realizam um ministério que não é secundário em suas Igrejas”. Também agradeceu a UNITALSI que organiza a parte logística do encontro, destacando que com “seus voluntários expressa a gratidão de todo o povo de Deus a seus ministros”.

Então dirigiu-se diretamente aos participantes:

“É sobretudo a vocês, queridos irmãos que vivem o tempo da velhice ou a hora amarga da doença, que eu sinto a necessidade de dizer obrigado. Obrigado por seu testemunho de amor fiel a Deus e à Igreja. Obrigado pela proclamação silenciosa do evangelho da vida. Obrigado porque vocês são a memória viva a ser aproveitada para construir o amanhã da Igreja”

Lição aprendida com a pandemia

Francisco recordou as restrições vividas por todos causada pela pandemia e a lição que podemos aprender com a situação vivida:

“Sentimos a falta de nossos entes mais queridos e amigos; o medo do contágio nos fez lembrar de nossa precariedade. Sabemos – continua o Papa - o que alguns de vocês, assim como muitos outros idosos, experimentam diariamente. Espero tanto que este período nos ajude a compreender que, muito mais do que ocupar espaço, é necessário não perder o tempo que nos é dado; que nos ajude a desfrutar da beleza do encontro com o outro, para curar o vírus da autossuficiência. Não esqueçamos esta lição!

Experiência de purificação

O Pontífice concluiu sua mensagem aos sacerdotes idosos recordando o Momento de Oração do dia 27 de março passado na Praça São Pedro:

“Durante o período mais difícil, cheio ‘de um silêncio ensurdecedor e um vazio desolador' muitos, quase espontaneamente, levantaram os olhos para o Céu. Com a graça de Deus, pode ser uma experiência de purificação. Também para nossa vida sacerdotal, a fragilidade pode ser 'como o fogo do fundidor e como a lixívia dos lavadeiros' (Mal 3,2) que, elevando-nos a Deus, nos aperfeiçoa e nos santifica. Não temos medo de sofrer: o Senhor carrega a Cruz conosco!”

Sacerdotes falecidos pela pandemia

O Santo Padre concluiu sua mensagem recordando os sacerdotes falecidos por causa da pandemia e confiando todos à Virgem Maria: “A ela, Mãe dos sacerdotes, recordo na oração os muitos sacerdotes que morreram por causa deste vírus e os que estão enfrentando o caminho da reabilitação”


Fonte: Vatican News

10 santas amizades que vale a pena imitar

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

 Um amigo fiel “não tem preço, e o seu valor é incalculável, é remédio que cura, e os que temem ao Senhor o encontrarão”, diz a Bíblia no capítulo 6 do livro de Eclesiástico. Esses santos descobriram esse tesouro e testemunharam ao mundo que é possível ter uma amizade bonita, fecunda e centrada no Senhor. 

A seguir, apresentamos 10 belas amizades de santos na História da Igreja:

1. São Francisco e Santa Clara de Assis

A amizade desses dois santos italianos é uma das mais conhecidas na Igreja Católica.

Quando São Francisco de Assis conheceu Santa Clara, tomou a decisão de “retirar do mundo malvados tão precioso dom para enriquecer com ele o seu Divino Mestre”. Em 1212, a jovem fugiu da sua casa para consagrar-se a Deus na igreja de São Damião e prometeu obedecer Francisco em tudo.

Logo depois, ela fundou a Ordem das Clarissas e cuidava dos doentes que Francisco lhe enviava. Em 1225, atendeu o seu amigo, que sofria devido aos estigmas, e cuja saúde havia piorado.

Francisco, antes de morrer, em 1226, enviou uma mensagem de encorajamento a Santa Clara, para que não desanimasse com a sua partida.

2. São João Paulo II e Santa Teresa de Calcutá

A amizade entre o Papa polonês e a fundadora albanesa das Missionárias da Caridade é uma das que mais comove os fiéis na atualidade. São João Paulo II costumava chamá-la de “Minha mãe”.

O Papa peregrino desenvolveu a sua vocação religiosa em meio à guerra e ao comunismo, enquanto ela descobriu o seu chamado a servir os mais necessitados em Calcutá, uma das cidades mais pobres da Índia.

Santa Teresa de Calcutá o visitou, várias vezes, no Vaticano; em 1986, o Pontífice viajou à Índia, onde conheceu o asilo “Nirmal Hriday” (Sagrado Coração) que ela fundou. A religiosa expressou que este era “o dia mais feliz” da sua vida.

3. São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac

O principal motor da vida destes santos franceses foi a caridade. Aos 36 anos, São Vicente de Paulo sentiu o chamado a servir os pobres.

Decidiu fundar a Congregação da Missão (Vicentinos) para evangelizar os mais necessitados e trabalhar na formação do clero.

Alguns anos depois, conheceu uma corajosa e determinada viúva chamada Luísa de Marillac. O santo decidiu dar-lhe uma formação espiritual, e juntos fundaram, em 1633, a Companhia das Filhas da Caridade.

Leia também:

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15 ensinamentos dos santos sobre a amizade
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Amizade Verdadeira

4. Santa Teresa do Menino Jesus e Santa 

Santa Teresa de Lisieux e Santa Elisabete da Trindade foram duas religiosas carmelitas francesas cuja amizade se baseava em sua profunda vida espiritual.

Elas se conheceram no Carmelo de Dijon, localizado no leste da França. Elisabete, conhecida como a “irmã espiritual” de Santa Teresa, escreveu diversos livros sobre a Santíssima Trindade.

Ambas desejavam, fervorosamente, chegar ao céu e estar junto com o seu amado Jesus. Elas morreram antes de completar 30 anos de idade. Santa Teresa de Lisieux faleceu em 1897, e a sua amiga morreu nove anos depois.

5. Santa Rosa e São Martinho de Lima

Estes são os dois santos mais importantes do Peru, e se tornaram conhecidos pelo seu testemunho de humildade e serviço aos mais necessitados. Segundo a tradição, ambos foram batizados na igreja de São Sebastião, com dois anos de diferença, e receberam o sacramento da Crisma das mãos de Santo Toríbio de Mogrovejo, o segundo Arcebispo de Lima.

Ambos cresceram em amizade enquanto atendiam os doentes e escravos da cidade. Além disso, pertenciam à ordem dos dominicanos. Santa Rosa de Lima era terciária, enquanto São Martinho era religioso.

6. Santo Inácio de Loyola e São Francisco Xavier

Estes dois santos espanhóis se conheceram na Universidade de La Sorbona, em Paris, França. Santo Inácio de Loyola tinha, aproximadamente, 33 anos quando seu discípulo São Pedro Fabro o apresentou a São Francisco Xavier.

A princípio, Francisco considerou Inácio antipático, porque sempre repetia a frase de Cristo: “Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”. Pouco a pouco, o jovem deixou de lado a sua vaidade e fez os exercícios espirituais criados pelo fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas).

Em 1540, o Papa Paulo III aprovou a criação da Ordem e Santo Inácio foi escolhido como seu primeiro Superior Geral, enquanto São Francisco Xavier partiu como missionário para Índia e Japão.

7. Santa Teresa d’Ávila e São João da Cruz

Teresa era uma jovem sonhadora e determinada quando fez seus votos no Carmelo, em 1536, aos 21 anos de idade. No Carmelo, percebeu que as carmelitas na Espanha e em outros lugares tinham diminuído e se converteram em um centro social para todos os que desejavam uma vida fácil e relaxada.

Quando começou a encontrar os novos conventos carmelitas, conheceu um jovem frade chamado João. Depois de entrevistá-lo, convidou-o a fazer parte da reforma do Carmelo a fim de revitalizar o carisma original de pobreza e da oração.

Esses amigos também escreveram lindos poemas que são baseados em suas provações e alegrias espirituais. O mais conhecido de Santa Teresa d’Ávila é “Nada te turbe” e de São João Cruz é “A noite escura da Alma”.

8. São João Bosco e São Domingos Sávio

Após ser ordenado sacerdote, em 1841, São João Bosco criou um oratório onde reuniu centenas de jovens para formá-los. Naquela época, um sacerdote o apresentou a um menino chamado Domingos. O santo ficou impressionado com a vida espiritual e a alegria do menino. Por isso, decidiu acolhê-lo e tornou-se seu diretor espiritual.

Em uma noite, Dom Bosco o encontrou tremendo de frio na cama e coberto apenas com um lençol. Quando chamou a atenção de São Domingos Sávio, o menino brincou dizendo: “Nosso Senhor não pegou nenhuma pneumonia no estábulo em Belém”.

Domingos morreu em 1857. Dois anos depois, Dom Bosco fundou a Ordem dos Salesianos junto com um grupo de jovens.

9. São Cornélio e São Cipriano

O Papa São Cornélio e o Bispo de Cartago, São Cipriano, testemunharam sua fé durante a perseguição que sofreram por parte do Império Romano.

Este Pontífice enfrentou o sacerdote Novaciano, que proclamou a heresia de que a Igreja Católica não tinha o poder para perdoar os pecados. O santo o enfrentou e foi apoiado, neste debate, pelo seu amigo São Cipriano.

São Cornélio foi enviado ao exílio e morreu decapitado em 253. Por sua parte, São Cipriano foi martirizado da mesma maneira cinco anos depois.

Assista também: Conselhos para uma amizade em Deus

10. Santas Felicidade e Perpétua

Perpétua era uma jovem mãe de 22 anos, de família rica e Felicidade era a sua escrava. Elas foram presas por serem cristãs.

Na prisão, Felicidade deu à luz a uma menina e os cristãos ajudaram para que Perpétua pudesse permanecer com seu bebê durante os seus últimos dias de vida.

Receberam a comunhão antes de serem jogadas a uma vaca selvagem e morrer decapitadas em 203. Os cristãos criaram a filha da Felicidade, enquanto as tias e a avó de Perpétua foram responsáveis pela educação do seu filho.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/10-santas-amizades-que-vale-a-pena-imitar-72689/

Santos Cornélio e Cipriano

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

 



Unidos pela fé e sangue, encontramos como exemplo de amizade e santidade estas testemunhas de Cristo, que foram martirizados no mesmo dia, porém, com diferença de cinco anos.

São Cornélio

Cornélio tinha sido eleito Papa em 251, após um grande período de ausência do pastor por causa da terrível perseguição de Décio. Sua eleição foi contestada por Novaciano, que acusava o Papa de ser muito indulgente para com os que haviam renegado a fé (lapsos) e separaram-se da Igreja.

Por causa dos êxitos obtidos com sua pregação, foi processado e exilado para o lugar hoje chamado Civitavecchici, onde Cornélio morreu. Foi sepultado nas catacumbas de Calisto.

São Cipriano

Uma das grandes figuras do século III, Cipriano, de família rica de Cartago, capital romana na África do Norte. Quando pagão era um ótimo advogado e mestre de retórica, até que provocado pela constância e serenidade dos mártires cristãos, converteu-se entre 35 e 40 anos de idade.

Por causa de sua radical conversão muitos ficaram espantados já que era bem popular. Com pouco tempo foi ordenado sacerdote e depois sagrado Bispo num período difícil da Igreja africana.

Duas perseguições contra os cristãos ocorreram: a de Décio e Valeriano. Estas perseguições marcaram o começo e o fim de seu episcopado, além de uma terrível peste que assolou o norte da África, semeando mortes. Problemas doutrinários, por outro lado, agitavam a Igreja daquela região.

Diante da perseguição do imperador Décio em 249, Cipriano escolheu esconder-se para continuar prestando serviços à Igreja. No ano 258, o santo Bispo foi denunciado, preso e processado. Existem as atas do seu processo de martírio que relatam suas últimas palavras do saber da sua sentença à morte: “Graças a Deus!”

Santos Cornélio e Cipriano, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Memorial Irmã Dulce está entre atrações de evento nacional de museus

terça-feira, 15 de setembro de 2020

 14ª edição da Primavera dos Museus é organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus

Da redação, com Arquidiocese de Salvador

Imagem de Irmã Dulce/ Foto: Canção Nova – Arquivo

Com uma exibição de vídeos sobre temas que remetem ao legado de amor e serviço de Santa Dulce dos Pobres, o Memorial Irmã Dulce (MID) vai marcar presença na 14ª edição da Primavera dos Museus, evento do calendário do Instituto Brasileiro de Museus, que acontece entre os dias 21 e 27 de setembro em instituições museológicas de todo o país. Em função do contexto inédito da pandemia do novo Coronavírus, a edição deste ano traz como tema “Mundo Digital: Museus em transformação”, estimulando a experiência virtual das instituições junto ao público.

Durante a semana, o MID apresentará uma programação de vídeos autorais com exibição exclusiva pelas redes sociais: Instagram (@obrasirmadulce; @santuariosantadulce; e @memorialirmadulce) e Facebook (obrasirmadulce e santuariosantadulce). As produções audiovisuais serão postadas nas redes sociais do Anjo Bom do Brasil no período de 21 a 25 de setembro, sempre às 11h e às 15h.

De acordo com a líder do Memorial Irmã Dulce, Carla Silva, o tema proposto na 14ª Primavera dos Museus “é um chamado para os museus se reinventarem, principalmente nesse momento que requer distanciamento social; e também para se aprofundarem nessa forma de interação que definitivamente vem para ficar, pois possibilita atingir um grande público através das redes sociais. Os trabalhos virtuais neste momento estão sendo a única forma de comunicação e interação com o nosso público”.

A agenda do MID conta com quatro produções audiovisuais que perpassam o universo da Santa Dulce. Entre as exibições, estão os vídeos “O Memorial Irmã Dulce em sua Casa”, com narrativas de histórias da freira baiana, através de visitas mediadas no museu; e “Oficina Artística DulceArte”, produção que ensina a criação de relíquias com objetos de estima. Já para as crianças, a programação exibe “A Escola Vive os Valores”, uma série de vídeos que apresentam ações educativas desenvolvidas pelo Programa Irmã Dulce: Um Diálogo com a Educação; e “Santa Dulce e seus Amiguinhos”, produção que traz uma apresentação de teatro de marionetes. Inaugurado em 1993, um ano após a morte da religiosa, o Memorial Irmã Dulce é uma exposição permanente sobre o legado de amor e caridade da Mãe dos Pobres.

Amigo irmão, um presente na vida da gente

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Foto Ilustrativa: by Getty Images / Wavebreakmedia

Você sabe o que é um “amigo irmão”? Na nossa caminhada, Deus nos presenteia com pessoas que acabam se tornando nossos irmãos. É gente de fibra mesmo, daqueles que você diz: “Você é reflexo do Senhor”.

Amigos que ajudam a carregar nossa cruz e nós a cruz deles. Tudo bem que alguns tiram nossa paciência, mas quantas vezes também somos “osso duro de roer”? Mas, no fim, tudo fica em paz.

Quem encontra um amigo verdadeiro recebe um grande tesouro

Amigo irmão é aquele que vive com a gente, independente do que somos e do que temos. Sempre serão nossos amigos e cada vez mais nossos irmãos.

É nesse clima gostoso de amizade que caminhamos, caindo e levantando. Amigo irmão é assim: quer estar sempre perto, falar das chateações, das coisas boas, dar risada, chorar, ficar jogando conversa fora, rezar juntos, cantar.


Adriano Brandão


Fonte: Canção Nova

Duas vezes em que o Papa criticou a fofoca

sexta-feira, 11 de setembro de 2020



 Durante a celebração do Angelus, no último domingo (06), o Papa Francisco voltou a criticar quem faz fofoca: "Por favor, irmãos e irmãs, façamos um esforço para não fofocar". A passagem do Evangelho daquele domingo fala da correção fraterna, e convida-nos a refletir sobre a dupla dimensão da existência cristã: a dimensão comunitária e a dimensão pessoal.

Para o Sumo Pontífice, as fofocas fecham o coração à comunidade, impedem a unidade da Igreja. "O grande fofoqueiro é o diabo, que sempre sai dizendo coisas ruins dos outros, porque ele é o mentiroso que tenta desunir a Igreja, afastar os irmãos e não fazer comunidade.  A fofoca é uma peste pior que a Covid", disse o Papa Francisco.

LEIA MAISPapa: "Podemos sair melhores da pandemia se buscarmos o bem comum"A fofoca não é obra do Espírito

Esta não é a primeira vez que o Santo Padre critica este tipo de atitude. Há dois anos (junho de 2018), em umas de suas catequeses sobre o Sacramento da Crisma, falando dos efeitos que o dom do Espírito Santo faz amadurecer na vida dos crismados, o pontífice reforçou que o Espírito Santo é um dom e as graças que recebemos devemos dar aos outros, e não para armazená-las. "O Espírito nos descentraliza do nosso 'eu' para nos abrir ao 'nós' da comunidade cristã, como também ao bem da sociedade em que vivemos.

Já naquela ocasião, o Papa pediu que pensemos na nossa própria comunidade paroquial e ressaltou que o problema é o que acontece depois ao sairmos da Igreja. “Começam as fofocas e as fofocas são guerras. Isso não está bem. Se recebemos o sinal da paz do Espírito Santo, devemos ser homens e mulheres de paz e não destruir a paz do Espírito. Pobre do Espírito Santo com o trabalho que ele tem conosco, com o hábito de fofocar. Pensem bem, a fofoca não é obra do Espírito Santo, não é obra de unidade da Igreja. A fofoca destrói aquilo que Deus fazPor favor, vamos parar de fofocar!”

Fonte: A12

Orar sem Cessar

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

 


O Papa João Paulo II ao final de sua vida, quando sofria muito, disse: “Quanto mais se sofre, mais é preciso rezar”. Foi o próprio Senhor quem mandou “rezar sempre e nunca desanimar” (cf. Lc 18,1); foi Ele quem prometeu que toda oração feita em seu nome seria atendida (cf. Jo 16,23s). Ele não falha; todavia a hora de Deus nem sempre é a nossa hora:

“Ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação” (2 Cor 6,2; cf. Is 49,8).

Sem oração é impossível caminhar na fé e fazer a vontade de Deus. O Senhor Jesus nos manda: “orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo” (Lc 18,1), e São Paulo nos recomenda: “Orar sem cessar” (1 Ts 5,17).

A oração é para a alma o que o ar é para o corpo.

Jesus é muito claro sobre tudo isto: “Sem Mim nada podeis” (Jo 15,5). A oração pode mudar todas as coisas; o arcanjo Gabriel disse à Maria: “Para Deus nada é impossível” (Lc 1,37). “Tudo é possível ao que crê” (Mc 9,23), nos garantiu o Senhor. E mais, “pedi e vos será dado” (Lc 11,9). “Tudo o que pedirdes na oração, crede que o tendes recebido, e ser-vos-á dado” (Mc 11,24).

São Paulo recomenda com insistência: “Orai em todo o tempo” (Ef 6,18), “perseverai na oração” (Cl 4,2), “orai sempre e em todo o lugar” (1 Tm 2,8). “Antes de tudo recomendo que se façam súplicas, orações, petições, ações de graças por todos os homens […]” (1 Tm 2,1). Além do mais, o próprio Senhor nos deu o exemplo:

“Entretanto espalhava mais e mais a sua fama, e concorriam grandes multidões para ouvi-lo e ser curadas das suas enfermidades. Mas ele costumava retirar-se a lugares solitários para orar” (Lc 5,15-16).

Leia também: O que é “orar sempre”?

5 maneiras de reativar sua vida de oração

Defeitos a se evitar na oração

A importância da oração

Orar sempre e orar bem

O poder da Oração

Há muitas formas de oração e todas elas são boas, desde que sejam feitas ‘com o coração’, como nos tem pedido insistentemente a grande Mãe de Deus.

Escrevi um livro com as orações mais belas que a Igreja guardou em seu coração nestes dois mil anos: “Orações de todos os tempos da Igreja”; nele você irá encontrar profundas orações para todos os dias e para ocasiões próprias. Se você não sabe rezar, abra este livro e deixe Deus falar ao seu coração. O grande pregador de Notre Dame de Paris, padre De Ravignân S.J., dizia:

“Meus queridos amigos, acreditem-me, depois da experiência de 30 anos de ministério, eu sinto o dever de notificar e testemunhar o seguinte:

Todas as defecções e todas as deficiências; todas as misérias e todas as falhas; todas as quedas assim como os passos mais horríveis fora do caminho reto, tudo isto deriva de uma única fonte: falta de constância na oração.

Vivam uma vida de oração; aprendam a transformar qualquer coisa na oração, quer os sofrimentos, quer as dores e qualquer tipo de tentação.

Rezem na calma e na tempestade, rezem à noite como ao longo do dia, rezem indo e voltando, rezem embora se sintam cansados e distraídos.

Rezem também a contragosto e peçam a Jesus que agoniza no Jardim das Oliveiras e no Calvário aquela força e aquela coragem de rezar que Ele nos mereceu com suas dores e seu sangue.

Rezem, porque a oração é a força que salva, a coragem que dá a perseverança, a mística ponte lançada por Deus sobre o abismo que separa a alma de Deus”.

No processo de beatificação de Dom Bosco, um dos inquisidores perguntou: “Quando Dom Bosco rezava; ele era tão ocupado?” Ao que o defensor respondeu: “Seria melhor perguntar quando é que Dom Bosco não rezava! O dia todo ele estava em estado de oração”.

Nada melhor do que ir rezar diante de Jesus no Sacrário, ou Tabernáculo. Ele está ali, como vítima de Amor oferecida permanentemente ao Pai, por cada um de nós. Não foi Ele mesmo que disse: “Vinde a Mim, vós que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei […]” (Mt 11,28).

Já vi muitos receberem graças diante do Sacrário. Vi jovens deixarem as drogas, vi mulheres recuperarem seus maridos, vi doenças serem curadas.

Os homens são consoladores inoportunos, disse Jó.

Vamos ao Sacrário, com fé, lembremo-nos da viúva de Naim, de Lázaro morto e ressuscitado, dos leprosos curados, de Madalena perdoada, da hemorroísa, do cego Bartimeu…

No Sacrário Ele nos espera; permite que nós mesmos marquemos a hora; Ele está sempre à disposição, a qualquer hora.

Tenho comigo que qualquer problema pode ser resolvido quando vamos ao Sacrário. Diante do Santíssimo tudo pode ser resolvido. Se não for do jeito que queremos, será segundo a vontade de Deus, que será melhor para nós.

Na capela do Santíssimo, onde faço adoração diária, muitos me pedem orações: “reze por mim, meu marido morreu”; “reze por mim, meu marido me deixou”; “reze por mim, meu filho está preso…”.

E os pedidos continuam. Resolvi chamar aquele lugar de “Capela das lágrimas”, pois ali, muitos, especialmente as mulheres, vêm derramar as lágrimas diante de Jesus.

Elas estão certas: “Vinde a Mim, disse o Mestre”. Não se canse de incomodar o Mestre. Ele quer ser incomodado. Lembre-se que Ele contou o fato daquele homem que recebeu um amigo à meia noite, e foi na casa do vizinho pedir pão para o amigo. O vizinho já estava dormindo e não quis atender o outro. (cf. Lc 11,5s)

“E eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá” (Lc 11,8-10).

Na hora da dor, refugie-se também nas santas chagas de Jesus. As chagas de Jesus são refúgio seguro. São Boaventura dizia: “Se eu nada mais puder fazer meu Jesus, procurarei as vossas chagas e aí permanecerei”.

Dom Bosco dizia que se quisermos muitas graças devemos ir ao Sacrário muitas vezes; se quisermos poucas graças, basta visitá-lo poucas vezes; mas, se não quisermos graça alguma, basta nunca visitarmos a Jesus sacramentado. A decisão é nossa!

Fonte: Canção Nova

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