Julho, mês de nossos pais e mestres espirituais: os idosos

quinta-feira, 9 de julho de 2020


Que o Senhor de todas as gerações e idades, preserve a vida e saúde de nossos amados idosos. Deus seja louvado!

Dom Roberto Francisco Ferreria Paz - Bispo Diocesano de Campos
Nesta segunda fase do combate ao COVID 19, com a abertura gradual de muitas atividades, inclusive as celebrativas, aplica-se o isolamento vertical. Recomenda-se aos idosos e demais integrantes do grupo de risco que fiquem em casa, que participem das Missas transmitidas pela mídia. Não deixa de ser uma orientação prudente, cautelosa e eficiente para controlar riscos.
No entanto, a Igreja, como comunidade de fé, assembléia litúrgica, perde muito com este distanciamento físico. A Igreja, como Povo de Deus e família dos filhos de Deus, sente muito este afastamento que, embora temporal, nos empobrece e limita na fraternidade e convivência espiritual e sacramental. A Igreja prolonga a encarnação de Cristo na história, sendo, como afirma São Paulo, o Corpo de Cristo, esta ausência, por razões sanitárias, nos debilita.
É verdade que a comunhão espiritual e a oração superam, certamente, distâncias e comunicam e fazem circular graças e bênçãos, no entanto, para os idosos, resulta em provação e sofrimento. É importante que, tanto para Viktor Frankl como para Aaron Antonovsky, a salutogênese, geração de saúde, depende da percepção do sentido e significado da vida que, nas observações feitas em campos de concentração, confirma que essa coerência espiritual determinava a resistência e a vitória. Digo isto, porque não basta o isolamento vertical, senão damos conforto, consolação e ternura aos nossos idosos.
Por outra parte, sem oportunismo leviano, nós precisamos dos idosos para sair da pandemia, pois eles, com a sua sabedoria (sabor de viver), nos ensinam a sermos simples, essenciais, enraizados na história e na terra, guardiães da Casa Comum e das tradições espirituais e rituais mais profundas. Um mundo sem idosos adoece, fica febril, correndo fora dos trilhos para a autodestruição. Pensemos em como podemos preservar espaços de troca, comunicação e celebração sem colocá-los em risco. Que o Senhor de todas as gerações e idades, preserve a vida e saúde de nossos amados idosos. Deus seja louvado!
Fonte: Vatican News

Missa de 7º Dia do falecimento de Edvânia Marinho - Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré

Terra Santa, a falta de peregrinos não apaga a esperança

quarta-feira, 8 de julho de 2020


"Estamos na terra onde Jesus ressuscitou e somos nós que devemos preservar a visão pascal da vida, feita da cruz, mas também da ressurreição”. São palavras do arcebispo Pierbattista Pizzaballa, Administrador Apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, ao relatar o estado de espírito da Igreja empenhada em apoiar com oração e caridade as milhares de famílias em crise por causa da pandemia.

Federico Piana- Vatican News
As peregrinações à Terra Santa estão quase completamente paradas". O arcebispo Pierbattista Pizzaballa, administrador apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, explica com dor que a emergência causada pela pandemia continua impossibilitando a chegada dos peregrinos. "Primeiro – explica o Arcebispo - porque as fronteiras ainda estão fechadas. A maioria dos países com os quais ainda existem relações requer quarentena, o que naturalmente desencoraja os peregrinos. Também, na última semana, em Israel e na Palestina, houve uma segunda onda de contágios muito forte que realmente assustou”.

O vírus não apaga a oração

O que também põe à prova a fé nestes lugares santos é o fato de que em muitos casos os sacerdotes ainda são forçados a transmitir as celebrações litúrgicas pela internet e a se encontrar com os fiéis somente através de redes sociais. No entanto, o arcebispo Pizzaballa assegura, não falta a intensidade da oração: "Estamos no Oriente e no Oriente existe uma Igreja tradicional - no sentido belo do termo - onde a participação na liturgia é muito sentida. Um dos problemas atuais das famílias é o de não poder participar, ou participar de forma limitada, das liturgias. Para superar as dificuldades, nossos párocos se equiparam para concretizar formas alternativas de oração, fazer visitas sempre que possível, treinar os chefes de família, para que possam levar a comunhão aos seus familiares quando o pároco não puder ir até lá. Sem dúvida alguma, a oração é um apoio humano e espiritual absolutamente necessário”.

Novos sacerdotes para a Terra Santa: sinal de esperança

E a oração também se torna um sinal tangível de esperança. Porque, é o pensamento de Pizzaballa, "estar diante do Senhor para oração de intercessão, neste momento, é o pão que precisamos extremamente, além de nosso pão cotidiano". Estamos na terra onde Jesus ressuscitou e somos nós que devemos preservar a visão pascal da vida, feita da cruz, mas também da ressurreição". Na Terra Santa, foram ordenados até agora onze sacerdotes e dezoito diáconos, isso é mais um sinal de otimismo para o futuro. "Apesar de todo o trabalho duro e apesar de todas as divisões, mesmo políticas, o Senhor nos abençoa com vocações e por tudo isso Lhe agradecemos", diz o Arcebispo.

A Igreja se aproxima dos que sofrem

A dureza do vírus atingiu o coração de milhares de famílias na Terra Santa, que durante vários meses se viram sem trabalho, especialmente nas áreas mais pobres como a Palestina e a Jordânia. A Igreja não está recuando e, diz-nos Pizzaballa, pôs em marcha um mecanismo que permite concretamente atender às necessidades do povo. "Fazemos através do apoio de muitas instituições. Refiro-me em particular aos Cavaleiros do Santo Sepulcro. Com eles abrimos pontos de emergência, especialmente na região de Belém, no norte da Palestina e em Jerusalém Oriental, bem como na Jordânia. Os pontos de emergência são usados para ajudar as famílias que ficaram sem nada e que acabaram na pobreza. Ativamos o apoio alimentar, escolar e sanitário. Isto é o melhor que podemos fazer neste momento difícil".

O futuro próximo

O arcebispo Pizzaballa condensou a visão do futuro próximo em um pensamento concreto: "Calculamos que por cerca de um ano viveremos como estamos vivendo agora. Estamos cientes de que o número de peregrinos não será mais o mesmo de antes. As viagens serão mais complicadas, mesmo no pós-covid, serão necessárias medidas que não eram tomadas no passado. A peregrinação terá que se adaptar a novas situações com diferentes formas, modalidades e itinerários. Porém, não podemos esquecer que na Terra Santa, a peregrinação terá sempre a característica fundamental do encontro com Jesus em seus lugares. Isto nunca vai mudar".

Fonte: Vatican News

Teus Planos - Juninho Cassimiro

Missa de 7º dia - Edvânia Marinho

terça-feira, 7 de julho de 2020


Fiéis usam App para reservar lugar nas missas, retomadas no final de semana no Rio


O App “Igrejas ArqRio” está disponível para download tanto na Apple Store como no Google Play para “agendar Comunhão” e “marcar Confissão”. A ferramenta facilita a retomada das missas com a presença de fiéis na Arquidiocese do Rio de Janeiro, já que as igrejas precisam limitar o acesso ao local devido à pandemia. Na Catedral Metropolitana na capital, por exemplo, também há um sensor para contar o número de pessoas na entrada e voluntários medem a temperatura e orientam o distanciamento social, o uso de máscaras e álcool em gel.

No primeiro final de semana de maior flexibilização da quarentena no Rio de Janeiro, foram retomadas as atividades religiosas e as igrejas também voltaram a receber a comunidade. Depois de 3 meses com restrição à presença dos fiéis, as missas foram retomadas em grande parte das dioceses do Regional Leste 1 da CNBB.
A celebração na Catedral Metropolitana do último sábado (4), presidida pelo cardeal Orani João Tempesta, foi especial por comemorar tanto o jubileu de prata de um grande grupo de padres, como as paróquias que completavam 75 e 100 anos de atividades. O templo, porém, estava adaptado às novas regras dos protocolos sanitários dos governos e também instituídas pela CNBB para a missa.
As orientações litúrgico-pastorais foram respeitadas já na entrada: os fiéis precisaram usar higienizador para as mãos e medir a temperatura; dentro da igreja, a sinalização no chão e nos bancos indicaram o distanciamento social e tinha disponível álcool em gel para uso da comunidade; todos, sacerdotes e fiéis, usaram máscaras de proteção.

Reserve seu lugar pelo App Igrejas ArqRio

Outra novidade que a comunidade católica, das mais de 280 igrejas na capital devem seguir, é reservar lugar nas celebrações se inscrevendo pela internet. O App “Igrejas ArqRio”, desenvolvido para facilitar a integração entre o fiel e a paróquia de maneira moderna e pela segurança em tempos de pandemia, dá a possibilidade de “agendar Comunhão” e “marcar Confissão”. Dá para fazer download pelo Apple Store e Google Play.
O Pe. Arnaldo Rodrigues explica que o aplicativo disponibilizado pela Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro foi uma ferramenta pensada para contingenciar o número de fiéis, já que, na Catedral Metropolitana, por exemplo, com capacidade para 5 mil pessoas sentadas, só está sendo permitida a entrada de 1.500 fiéis. Um sensor logo na porta de entrada ajuda a controlar a quantidade:
“A cada pessoa, para participar das missas, a Arquidiocese do Rio criou um aplicativo que se chama ‘Igrejas ArqRio’: a pessoa acessa pelo telefone celular e ali ela escolhe a paróquia; ao escolher a paróquia, ela vê o horário das missas; e ela reserva e agenda a sua participação naquela celebração. Não somente para as missas, mas também para confissões. É um modo como a arquidiocese encontrou, além dos sites das paróquias, para organizar para que sempre tenham – no máximo – 30% das pessoas em cada celebração, respeitando o devido cuidado exigido para a preservação e o cuidado com as vidas das pessoas que participam das celebrações.”
Os próprios folhetos usados para a liturgia diária não são mais impressos, mas digitais, precisando ser seguidos pelo celular. E o Pe. Arnaldo finaliza:
“Então foi um momento realmente de renovação, de trazer novamente a esperança e ver essas portas abertas das nossas igrejas nos traz, também, a alegria de uma Igreja que caminha diante de todas as diversidades, mas caminha com esperança, olhando para Cristo – aquele que realmente nos sustenta nos conduz.”

Fonte: Vatican News 

Papa: alívio oferecido por Jesus não é apenas psicológico ou esmola

segunda-feira, 6 de julho de 2020


O mundo exalta o rico e o poderoso, não importa com que meios, e por vezes espezinha a pessoa humana e a sua dignidade. E nós vemos isso todos os dias, os pobres espezinhados. E é uma mensagem para a Igreja, chamada a viver obras de misericórdia e a evangelizar os pobres, ser mansos, humildes. Assim o Senhor quer que seja a sua Igreja, isto é, nós.

Vatican News



Antes de rezar o Angelus neste XIV Domingo do Tempo Comum, o Papa Francisco propôs a seguinte reflexão aos peregrinos presentes na Praça São Pedro:

Queridos  irmãos e irmãs, bom dia!

O trecho evangélico deste domingo articula-se em três partes: primeiro, Jesus eleva um hino de bênção e ação de graças ao Pai, pois revelou aos pobres e ao simples o mistério do Reino dos céus; depois manifesta a relação íntima e única entre ele e o Pai; e por fim convida-nos a estar com ele e segui-lo para encontrar alívio.


Em primeiro lugar, Jesus louva o Pai, porque escondeu os segredos do seu Reino, da sua Verdade, escondidos «aos sábios e aos entendidos». Chama-os assim com um véu de ironia, porque presumem ser sábios, entendidos e por isso têm o coração fechado, tantas vezes. A verdadeira sabedoria vem também do coração, não é somente entender ideias. A verdadeira sabedoria também entra no coração. E se tu sabes tantas coisas e tens o coração fechado, tu não és sábio. Jesus fala sobre os mistérios do seu Pai revelando-os aos «pequeninos», àqueles que confiantemente se abrem à sua Palavra de salvação, abrem o coração à Palavra da salvação, sentem necessidade d'Ele e esperam tudo d'Ele. O coração aberto e confiante em relação ao Senhor.


Jesus explica que recebeu tudo do Pai e chama-lhe “meu Pai”, para afirmar a singularidade da sua relação com Ele. De facto, só entre o Filho e o Pai existe reciprocidade total: um conhece o outro, um vive no outro. Mas esta comunhão única é como uma flor que desabrocha, para revelar gratuitamente a sua beleza e bondade. E assim, eis o convite de Jesus: «Vinde a mim...». Ele quer dar o que provém do Pai. Quer dar-nos a Verdade, e a Verdade de Jesus é sempre gratuita, é um dom, é o Espírito Santo, a Verdade.

Tal como o Pai tem preferência pelos «pequeninos», também Jesus se dirige aos «cansados e aos oprimidos». Com efeito, Ele coloca-se entre eles, porque é «manso e humilde de coração»: diz para ser assim. Como na primeira e terceira bem-aventuranças, a dos humildes ou pobres de espírito; e a dos mansos: a mansidão de Jesus.

Assim, Jesus, «manso e humilde», não é um modelo para os resignados nem simplesmente uma vítima, mas é o Homem que vive «de coração» esta condição em plena transparência ao amor do Pai, ou seja, ao Espírito Santo. Ele é o modelo dos “pobres em espírito” e de todos os outros “bem-aventurados” do Evangelho, que fazem a vontade de Deus e dão testemunho do seu Reino.

E depois Jesus diz que se formos até ele encontraremos alívio: o “alívio” que Cristo oferece aos cansados e oprimidos não é apenas psicológico ou esmola, mas a alegria dos pobres de serem evangelizados e construtores da nova humanidade: este é o alívio. A alegria. A alegria que nos dá Jesus. É única. É a alegria que ele mesmo tem. É uma mensagem para todos nós, para todas as pessoas de boa vontade, que Jesus transmite ainda hoje no mundo que exalta aqueles que se tornam ricos e poderosos. Mas, quantas vezes dizemos: “Ah, eu gostaria de ser como aquele, como aquela, que é rico, tem tanto poder, não lhe falta nada..”. O mundo exalta o rico e o poderoso, não importa com que meios, e por vezes espezinha a pessoa humana e a sua dignidade. E nós vemos isso todos os dias, os pobres espezinhados. E é uma mensagem para a Igreja, chamada a viver obras de misericórdia e a evangelizar os pobres, ser mansos, humildes. Assim o Senhor quer que seja a sua Igreja, isto é, nós.

Maria, a mais humilde e nobre das criaturas, implore de Deus a sabedoria do coração – a sabedoria do coração -  para nós, para que possamos discernir os seus sinais na nossa vida e participar daqueles mistérios que, escondidos aos soberbos, são revelados aos humildes.

Fonte: Vatican News

Dom Delson: 40 Anos de Vida Sarcedotal

domingo, 5 de julho de 2020


No dia 5 de julho de 1980, o Frei Delson era ordenado Presbítero na Arquidiocese de Feira de Santana. Já são 40 anos de um sacerdócio frutuoso e, de sim em sim, ele hoje pastoreia esta porção do povo de Deus na Arquidiocese da Paraíba.

Rezemos por nosso pastor! A Missa em Ação de Graças aconteceu às 9h, com transmissão ao vivo pelo Facebook Arquipb.

Parabéns, Dom Delson!



Música - Eu quero me apaixonar por Ti - Ministério Amor e Adoração


Os santos e santas “ao pé da porta” que a COVID-19 levou

sábado, 4 de julho de 2020


Depois de pouco mais de uma semana de internação hospitalar por causa da Covid-19, Edvânia Marinho faleceu no dia 02 de julho em João Pessoa. Tinha 50 anos, deixou uma multidão de filhos e uma belíssima obra com mais de 145 voluntários e 11 projetos sociais.

Pe. Bruno Franguelli Sj - Cidade do Vaticano

O Papa Francisco, constantemente, tem nos alertado a perceber os sinais concretos da presença da santidade de Deus entre nós através da caridade humilde e oculta de tantos irmãos e irmãs. Homens e mulheres que, a partir da sua fé, dedicam-se aos outros no escondimento e na simplicidade do dia-a-dia, fazendo no ordinário da vida coisas realmente extraordinárias.

Muitos foram os bispos, sacerdotes, religiosos e leigos que perderam suas vidas a causa do covid19. Homens e mulheres que nos deixaram seu exemplo de amor a Deus e dedicação ao Seu Reino. Talvez nem conheçamos seus nomes e rostos, mas suas boas obras, certamente continuam vivas e o exemplo de sua vida, uma inspiração para todos. Como bem disse o Papa Francisco: “Não pensemos apenas em quantos já estão beatificados ou canonizados. O Espírito Santo derrama a santidade, por toda a parte, no santo povo fiel de Deus” (Gaudete et exultate, 6).

Ganhamos uma intercessora


Diante de tantos nomes e rostos, encontramos o de Edvânia Marinho, leiga consagrada e fundadora da Comunidade Católica Casa da Paz Maria de Nazaré, na periferia de João Pessoa/PB. Mulher simples e de fé humilde, sentiu-se chamada a acolher mães abandonadas e adotar crianças órfãs. Com seu sorriso notável e fé gigante, colocou-se a serviço dos demais. Trabalhava constantemente para restaurar a fé e a dignidade das pessoas. Depois de pouco mais de uma semana de internação hospitalar a causa do covid19, faleceu no dia 02 de julho em João Pessoa. Tinha 50 anos, deixou uma multidão de filhos e uma belíssima obra com mais de 145 voluntários e 11 projetos sociais.

Dom Manoel Delson Pedreira,ofm, arcebispo da Arquidiocese da Paraíba, em mensagem de vídeo, lamentou a morte de Edivânia e afirmou: “o carinho, o amor e o afeto de Edvânia marcou a vida de tantas pessoas. Ela tornou-se um exemplo, um modelo de caridade, de generosidade. Agradecemos o dom da vida de Edivânia para a sua família, para a Casa da Paz e para a Arquidiocese da Paraíba”. E concluiu: “Temos a certeza que ganhamos uma intercessora junto de Deus e de Nossa Senhora de Nazaré”.

Pessoas como Edvânia Marinho, são sinais concretos que nos convidam a crer que Deus não nos abandona jamais. Estes são os “santos ao pé da porta”, que fazem do cotidiano de suas vidas, uma oportunidade para fazer o bem, principalmente aos que mais necessitam. E, nestes tempos difíceis, podemos trazer a memória as palavras de Santa Teresa Benedita da Cruz, recordada pelo Papa Francisco:

“Na noite mais escura, surgem os maiores profetas e os santos”. 
(Gaudete et exultate, 8).

Fonte: Vatican News

Boletim da ARQUIPB | 04 de Julho | Arquidiocese da Paraíba

Em julho, Francisco pede aos fiéis que rezem pelas famílias

sexta-feira, 3 de julho de 2020





“A família tem que ser protegida”: é a premissa do Papa Francisco ao pedir a oração dos fiéis. “A Igreja tem que animar e estar ao lado das famílias, ajudando-as a descobrir caminhos que lhes permitam superar todas estas dificuldades.”

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano
“Para que as famílias no mundo de hoje sejam acompanhadas com amor, respeito e conselho”: por esta intenção, o Papa Francisco pede a oração dos fiéis neste mês de julho.
No vídeo que acompanha a intenção, o Santo Padre destaca os tempos difíceis que as famílias estão enfrentando hoje, marcados pelo estresse de um mundo em crise.

“A família tem que ser protegida”: é a premissa de Francisco. “Às vezes, os pais esquecem-se de brincar com os filhos.”
Com o ritmo de vida intenso, o Pontífice chama em causa a Igreja e o Estado.
“A Igreja tem que animar e estar ao lado das famílias, ajudando-as a descobrir caminhos que lhes permitam superar todas estas dificuldades.”
Já o Estado tem a função de protegê-las.

Colocar-se a serviço das famílias

Comentando esta intenção, o diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, Pe. Frédéric Fornos S.J., observa que os efeitos da pandemia continuam a ser sentidos em muitas partes do mundo.
“Existem muitas famílias necessitadas e inseguras sobre o seu presente e futuro no trabalho. Diante das dificuldades e enfermidades do mundo, como essas famílias podem ser acompanhadas?”, questiona o jesuita.
O Papa nos lembra que “a família é a base da sociedade e a estrutura mais adequada para garantir às pessoas o bem integral necessário ao seu desenvolvimento permanente”.
Ao afirmar que os Estados têm a obrigação de proteger as famílias, Francisco enfatiza mais uma vez que a família não é simplesmente um assunto privado, mas um fato social.
“Neste tempo em que vivemos, as famílias precisam ser apoiadas, fortalecidas 'acompanhadas com amor, respeito e conselho'." Rezar por essa intenção, afima Pe. Fornos, "significa colocar-se a serviço das famílias, apoiar as associações que as ajudam a enfrentar seus vários desafios, uma vez que a verdadeira oração se encarna em nossas vidas".
“Durante este mês de julho, dediquemos todos os dias um tempo livre para nossa família; cada pessoa sabe concretamente o que isso significa.”

Edivânia Marinho - Serva do Senhor, cumpriu sua missão! Descanse em Paz...

quinta-feira, 2 de julho de 2020





A Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré, com imenso pesar, vem a público informar o falecimento da sua fundadora e moderadora, Edvânia Marinho da Silva, 50 anos, na tarde desta quarta-feira, 01/07/2020, vítima de COVID-19.
Desde o dia 20/06/20, ela estava internada no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires para tratamento.
Neste momento, prestamos nossos mais profundos sentimentos aos familiares e aos nossos membros consagrados religiosos e leigos missionários.
Agradecemos todas as orações de apoio recebidos e pedimos vossas orações neste momento difícil.
Edvânia Marinho da Silva, leiga consagrada celibatária, dedicou a sua vida ao serviço da evangelização sendo como Maria, um sinal de Deus no mundo, carisma que ela fundou há 21 anos na nossa obra evangelizadora de seguimento a Jesus Cristo.
Edvânia marinho nos deixa um legado de amor e entrega total a Jesus pelas mãos de Maria, sendo inspiração na geração de muitas vocações na nossa comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré.
Cremos que Edvânia Marinho da Silva viveu hoje sua Páscoa pelas mãos de maria de Nazaré, conforme nos prometeu nosso Salvador:
"Disse-lhes Jesus: Eu sou a ressureição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá."João 11, 25 (Fonte: Instagram Casa da Paz)

O Armadura do Cristão se solidariza com todos os familiares e membros da Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré pela precoce perda desta Irmã, serva de Deus. 

O Senhor já a acolheu em seus braços, pelas mãos de Nossa Senhora de Nazaré!
Conte com nossas orações.

Deus os abençoe.





A fé e os ambientes digitais

quarta-feira, 1 de julho de 2020



O advento das redes e das mídias sociais favoreceu o surgimento de um ambiente inovador, onde são desenvolvidos encontros, conhecimentos e lazer.
Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e primeiro vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

As possibilidades proporcionadas pelos ambientes digitais representam um instrumental poderoso para compartilhar o bem e nos colocar a seu serviço.

As tecnologias digitais não são meras ferramentas. Elas tornam acessível a muitas pessoas o que de melhor a humanidade foi e é capaz de produzir. Tudo depende do arbítrio de cada um, o como, o porquê e o para quê delas se faz uso. Merecem especial atenção as possíveis mudanças propiciadas por elas na vida humana diária, pois os processos de criação e manutenção de laços sociais podem ser diferentes.

O advento das redes e das mídias sociais favoreceu o surgimento de um ambiente inovador, onde são desenvolvidos encontros, conhecimentos e lazer. Elas favorecem a imposição de padrões de comportamento social, gerando, por vezes, também preocupação.

O acelerado desenvolvimento tecnológico traz certamente inúmeras possibilidades de recursos, interação e conforto. Contudo, submete todos a dispositivos de controle e vigilância que ferem a liberdade, a segurança e a verdade, promovendo também o surgimento de instrumentos de controle e beligerância de toda espécie.

A situação de distanciamento social, imposta pela pandemia do coronavírus, consolidará provavelmente os ambientes digitais como espaços de trabalho, lazer, interação, debates sócio-político-econômicos e vivência religiosa. As oportunidades de ocupação que as tecnologias digitais oferecem, não podem ignorar a dimensão pessoal e social do ser humano, e o salutar cultivo da alteridade, com seus riscos e desafios.

As mídias digitais, com seus ambientes, proporcionam um novo contexto existencial, e consequentemente promovem uma transformação antropológica. A fé cristã acompanha com interesse tal desenvolvimento, atenta à necessidade de promover a verdade e a liberdade, como também responder adequadamente aos desafios de tornar sempre mais compreensível e acessível seus conteúdos.

Por isso, a Igreja, estando presente nos ambientes digitais, espaço onde sempre mais as pessoas se fazem presentes desenvolvendo conhecimento e relações, se empenha por integrar a mensagem do Evangelho nesta “nova cultura” criada, desenvolvida e promovida pelo instrumental digital.

Fonte: Vatican News

Abrir as portas a Cristo: os 40 anos da primeira visita de João Paulo II ao Brasil

terça-feira, 30 de junho de 2020



"E agora posso confiar-vos um desejo? Que as vossas portas que se abriram para mim com amor e confiança, permaneçam largamente abertas para Cristo. Será minha alegria plena", assim se despediu o Papa polonês ao visitar pela primeira vez o Brasil em 1980. João Paulo II percorreu quase 15 mil quilômetros e conheceu 13 cidades em 13 dias.



Bianca Fraccalvieri - Cidade do Vaticano
No dia 30 de junho de 40 anos atrás, em 1980, o solo de Brasília foi beijado por São João Paulo II, para a primeira das quatro visitas que o Papa polonês realizou ao Brasil no decorrer do seu pontificado.
“Abraço neste momento – ao menos em espírito – cada pessoa que vive nesta pátria brasileira. O Papa pensa em cada um. Ele ama a todos e a todos envia um cumprimento bem brasileiro: “um abraço!”.Com este gesto de amizade, recebei os meus votos de felicidades: Deus abençoe o vosso Brasil. Deus abençoe a todos vós, brasileiros, com a paz e a prosperidade, a serena concórdia na compreensão e na fraternidade. Sob o olhar materno e a proteção de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil!”
Fonte: Vatican News

SANTOS DO DIA - SÃO PEDRO E SÃO PAULO

segunda-feira, 29 de junho de 2020



S. PEDRO APÓSTOLO, PADROEIRO DA CIDADE DE ROMA

Seu nome era Simão e foi Jesus quem o chamou Pedro. Natural de Betsaida, vivia em Cafarnaum e era pescador no Lago de Tiberíades. O Mestre o convidou a segui-lo, juntamente com seu irmão André; com Tiago e João, testemunharam alguns acontecimentos importantes: a ressurreição da filha de Jairo, a Transfiguração, a agonia no Horto das Oliveiras.
Caminhando ao lado do Messias, Pedro emerge como um homem simples, irrequieto e, às vezes, até impulsivo. Vez por outra, fala e age em nome dos Apóstolos; não hesita em pedir a Jesus explicações e esclarecimentos sobre a sua pregação ou parábolas, como também o interroga sobre várias questões.
Foi o primeiro a responder ao Mestre, diante da pergunta aos discípulos: “Também vocês querem ir embora?”. O Mestre fez esta pergunta depois de falar na Sinagoga de Cafarnaum, suscitando transtorno entre os discípulos; de fato, muitos deles, daquele momento em diante, decidiram não segui-lo mais. Então, Simão Pedro respondeu: “Senhor, para quem iremos? Somente tu tens palavras de vida eterna; nós acreditamos e sabemos que és o Santo de Deus” (Jo 6,67-68).

A confissão de Pedro

Em Cesareia de Filipe, quando Jesus pergunta aos seus “E vós, quem dizeis que eu sou?”, Pedro afirma: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo” (Mt 16,16). E Jesus lhe disse: “Eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”. (Mt 16,18-19).
Eis o encargo que Pedro recebeu: governar a Igreja. Os Evangelhos revelam que Jesus quis confiar a sua Igreja a um pescador instintivo e com pouca instrução, que, às vezes, não sabia ver a vontade de Deus: ele protestou quando Jesus falou sobre a sua Paixão; não queria que Jesus lhe lavasse os pés na Última Ceia, por ser um gesto tão humilde por parte do Mestre; negou, por três vezes, conhecer Jesus, depois de ser capturado.
No entanto, os Apóstolos reconhecem a função que Jesus lhe confiou e ele toma diversas iniciativas. Na manhã de Páscoa, informado por Maria Madalena que o corpo do Mestre tinha desaparecido do sepulcro, foi lá, às pressas, com outro discípulo. Mas, este, chegando antes que ele, deixa, por respeito, que Pedro entre por primeiro.

A missão de Pedro

Após a Ressurreição, os Apóstolos se reuniam em cenáculos, onde o Mestre, às vezes, lhes aparecia. Cada um retoma a própria vida diária; Pedro, volta a se ocupar da sua barca e redes. Foi precisamente depois de uma noite inteira, sem pescar, que o Mestre lhe aparece mais uma vez (Jo 21,3-7); pede-lhe para apascentar seu rebanho e lhe prediz com qual morte seria glorificado (Jo 21, 15-19).
Depois da Ascensão, Pedro torna-se o ponto de referência dos Apóstolos e dos primeiros seguidores de Cristo; começa a falar em público, a pregar e a fazer curas. Foi convocado, preso e solto, diversas vezes, pelo Sinédrio, obrigado a aceitar a autoridade, com a qual falava; e o povo, entusiasta em torno a ele, aumentava cada vez mais.
Pedro começa a ir, de cidade em cidade, transmitir a Boa Nova. Mas, volta sempre a Jerusalém; ali, certo dia, aparece Paulo a ele e aos outros Apóstolos, falando sobre a sua conversão.
Pedro e Paulo tomam, depois, estradas diferentes, sem poupar esforço nas várias viagens. Porém, ambos sempre se cruzam pelas ruelas de Jerusalém. Pedro confronta-se muito com Paulo, aceita suas observações e considerações; com ele discute também sobre as orientações a serem adotadas pela Igreja nascente. Por fim, os dois Apóstolos voltam a se encontrar em Roma.

Bispo de Roma

Pedro confirma a fé da comunidade cristã e a dirige. Durante a perseguição de Nero, foi preso e, depois, crucificado de cabeça para baixo, por seu desejo. No entanto, Paulo foi condenado à morte e decapitado pelo Tribunal romano. Segundo a tradição, o martírio dos dois pilares da Igreja deu-se no mesmo dia: 29 de junho do ano 67. Pedro morreu no Circo de Nero, na colina Vaticana, e Paulo na Via Ostiense. Sobre suas sepulturas surgiram a Basílica de São Pedro e a Basílica de São Paulo extra Muros.

S. PAULO APÓSTOLO, PADROEIRO DA CIDADE DE ROMA

Saulo, judeu de Tarso, na atual Turquia, era um cidadão romano, culto, instruído na escola judaica, continuada em Jerusalém, - formado pelo rabino Gamaliel, - tinha uma boa formação cultural Greco-helênica, portanto conhecia o grego e o latim. Filho de um tecedor de cortinas, ele aprendeu também esta arte manual paterna. Como muitos judeus da época, Saulo tinha um segundo nome greco-latino: Paulo, escolhido por simples assonância com seu nome. Era perspicaz, corajoso e audaz; tinha uma boa capacidade dialética. A sua personalidade emerge dos Atos dos Apóstolos e das suas treze Cartas.
Ele não conhecia Jesus e, por isso, foi um dos primeiros a perseguir os cristãos, que pensava fizessem parte de uma seita perigosa, que devia ser debelada.
Foi mencionado nas Escrituras, pela primeira vez, na narração da lapidação de Estêvão – primeiro mártir cristão – em Jerusalém. Brioso sustentador da tradição Judaica, Saulo “assolava a Igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão” (At 8,3). Os discípulos o temiam e, para fugir da perseguição, alguns se espalharam em várias cidades, entre as quais Damasco.

A caminho de Damasco

Saulo pediu autorização ao sumo pontífice para processar os fugitivos de Jerusalém. «Em sua viagem, quando se aproximava de Damasco, de repente brilhou ao seu redor uma luz vinda do céu. Ele caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?” Saulo perguntou: “Quem és tu, Senhor?” Ele respondeu: “Eu sou Jesus, a quem você persegue. Levante-se, entre na cidade; alguém lhe dirá o que você deve fazer”. Saulo levantou-se do chão e, abrindo os olhos, não conseguia ver nada» (At 9,3-6). Então foi acompanhado a Damasco, onde, por três dias, transtornado pela ocorrência, “não comeu nem bebeu”. No terceiro dia, apresentou-se a ele um homem, chamado Ananias, ao qual, durante uma visão, Deus pediu para procurar Saulo e impor-lhe as mãos para que recobrasse a visão. E revelou a Ananias: “Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel. Mostrarei a ele o quanto deve sofrer pelo meu nome”.
Paulo foi batizado, entrou em contato com a pequena comunidade cristã local, apresentou-se na Sinagoga e deu testemunho do que lhe havia acontecido. Assim, começou seu apostolado: agregou-se aos discípulos de Damasco e iniciou a pregar com entusiasmo. Depois, foi a Jerusalém, onde conheceu Pedro e outros apóstolos que, com certa difidência, o acolheram e lhe falam longamente sobre Jesus. Paulo os ouviu, aprendeu os ensinamentos deixados pelo Mestre e fortificou sua fé. Assim, prosseguiu a sua pregação, mas se deparou com a hostilidade de muitos judeus e a perplexidade de vários cristãos. Deixou Jerusalém e regressou para Tarso, sua cidade natal, onde retomou seu trabalho de tecedor de cortinas, mas, ao mesmo tempo, continuou a evangelização.
Alguns anos mais tarde, junto com Barnabé, - um dos primeiros judeus convertidos, - Paulo chegou a Antioquia, onde instaurou um íntimo contato com a comunidade cristã local.

As viagens apostólicas

Após um breve período de permanência em Jerusalém, Paulo prossegue sua missão em outros lugares, começando por Antioquia, entre o judeus e, sobretudo, pagãos – chamados “gentios” -. Ele fez três grandes viagens: na primeira, ancora em Chipre e em diversas cidades da Galácia, onde funda diversas comunidades; a seguir, regressa novamente para Antioquia e Jerusalém, para debater com os Apóstolos a questão dos convertidos do paganismo: se deviam ou não respeitar os preceitos da tradição judaica.
Na segunda viagem, dirige-se para o sul da Galácia, depois à Macedônia e, por fim, à Grécia. Detém-se em Corinto por mais de um ano e, a seguir, vai a outras cidades como Éfeso e, novamente, a Jerusalém e Antioquia.
Dali, Paulo parte para a sua terceira viagem: permanece três anos em Éfeso, depois vai à Macedônia, Corinto e outras cidades; visita ainda as comunidades, que o haviam acolhido antes, e, enfim, volta para Jerusalém. Ali, confronta-se com Tiago sobre as tensões surgidas entre as comunidades que havia fundado e os judeu-cristãos, a respeito de algumas normas da lei judaica.

Rumo ao martírio

Acusado pelos judeus - de pregar contra a sua lei e de introduzir no Templo um pagão convertido - foi preso: sob processo, Paulo – como cidadão romano – fez apelo ao imperador e foi transferido para Roma. Após sua prisão, visita diversas cidades, fazendo etapa em Cesareia e em outras localidades.
Em Roma, onde se encontra também Pedro, entra em contato com a comunidade cristã. Livre, por falta de provas, prossegue a sua missão. Mas, foi preso, outra vez, sob o império de Nero: foi condenado à morte pelo Tribunal romano e decapitado na Via Ostiense, enquanto Pedro era crucificado na colina Vaticana.
Segundo a tradição, o martírio de Pedro e Paulo ocorreu no mesmo dia: 29 de junho do ano 67. Sobre suas sepulturas surgiram a Basílica de São Pedro e a Basílica de São Paulo extra Muros.
Fonte: Vatican News

Paróquia Santa Júlia Pronta para Acolher os Paroquianos

sábado, 27 de junho de 2020



Com base nas orientações emanadas dos decretos dos Governos (Estadual e Municipal) e da Arquidiocese da Paraíba(@arquipb), o Padre Marcondes (@padremarcondes), Pároco da Santa Júlia, na Torre - João Pessoa-PB, explica aos fiéis como a Igreja foi preparada para acolher os paroquianos.
Vídeo Produzido por Elisa e Albeci Pignato, e Fabricia Marinho (@pignatafilmese @canario_filmes ).

Santos João e Paulo

sexta-feira, 26 de junho de 2020





Os santos que recordamos hoje pertenceram ao século IV e ali deram um lindo testemunho do martírio no ano de 362, no contexto em que a Igreja de Cristo era perseguida.
Eles pertenciam à Corte de Juliano, o Apóstata, que queria que todos os cristãos se rendessem aos deuses do Império. João e Paulo, porém, renunciaram ao cargo, e se retiraram para uma propriedade onde viveram da caridade e servindo aos pobres, testemunhando acima de tudo o amor a Deus.
Eram irmãos de sangue, mas responderam pessoalmente ao Evangelho.
O Imperador enviou uma autoridade para convencê-los a mudarem de ideia, e oferecerem sacrifícios ao deus Júpiter para não serem condenados.
Após alguns dias, os irmãos não negaram sua fé e acabaram morrendo degolados, testemunhando seu amor a Deus.
São João e São Paulo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Papa Francisco preside à missa na Solenidade dos Santos Pedro e Paulo




Depois da missa na Basílica Vaticana, o Pontífice rezará o Angelus da janela de seu escritório com os fiéis na Praça São Pedro. O Vatican News e a Rádio Vaticano transmitirão este evento ao vivo, com comentários em português, a partir das 09h30 locais (04h30 no horário de Brasília)

Vatican News
O Papa Francisco preside na segunda-feira, 29 de junho, à celebração eucarística por ocasião da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo (no Brasil a festa será no domingo, 28).
Depois da missa na Basílica Vaticana, o Pontífice rezará o Angelus da janela de seu escritório com os fiéis na Praça São Pedro.
O Vatican News e a Rádio Vaticano transmitirão este evento ao vivo, com comentários em português, a partir das 09h30 locais (04h30 no horário de Brasília), que poderá ser seguido através do nosso portal e do nosso canal no YouTube e no Facebook.

Raízes da fé

“Hoje, a Igreja peregrina, em Roma e no mundo inteiro, retorna às raízes da sua fé e celebra os Apóstolos Pedro e Paulo. Seus restos mortais, que descansam nas duas Basílicas a eles dedicadas em Roma, são muito queridos aos romanos e aos numerosos peregrinos que aqui os veneram!”
Essas palavras do Santo Padre foram pronunciadas no Angelus de um ano atrás.
Tradicionalmente, a entrega do pálio e a presença de uma delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla marcam a celebração, que este ano serão modificadas devido à pandemia do coronavírus.

Fonte: Vatican News

AUDIÊNCIA GERAL - Na catequese, Papa Francisco aborda a Festa de São João

quinta-feira, 25 de junho de 2020

O Papa Francisco deu sequência hoje à catequese sobre a oração. O Santo Padre abordou também a Festa de São João e mostrou sua proximidade à população mexicana atingida pelo terremoto.
Reportagem de Osvaldo Luiz:



Fonte: Canção Nova

Você consegue contemplar o belo que há em você?

quarta-feira, 24 de junho de 2020


Eu tenho meditado com uma frase: “Ama aquilo que Eu criei!”. E isso tem feito toda a diferença na minha vida e, principalmente, na minha autoestima.
Você teria coragem de dizer para Deus que a obra d’Ele, que é você, foi mal feita? E, então, se ela foi bem feita, por que você não a ama? Por que você não é capaz de se amar? Nem os nossos pecados e misérias são capazes de mudar o olhar de Deus sobre nós. Deus não me ama menos porque sou uma pecadora.
Hoje, busque fazer a sua adoração pessoal e peça a Jesus que a contemplação do Corpo de Cristo na Eucaristia faça você reconhecer e resplandecer a beleza d’Aquele que criou e ama você.
Deus te abençoe!
Carla Picolotto
Fonte: Canção Nova

ARQUIDIOCESE EMITE DECRETO AUTORIZANDO A VOLTA GRADUAL DAS CELEBRAÇÕES

quarta-feira, 17 de junho de 2020



A Arquidiocese da Paraíba emitiu novo decreto autorizando o retorno gradual das atividades religiosas com a presença dos fieis. Na decisão do Arcebispo, além das Missas, estão permitidas as realizações de batizados, casamentos, confissões, exéquias e unção dos enfermos, sempre respeitando as normas recomendadas pelas autoridades sanitárias e de saúde.

As igrejas, durante as celebrações, não poderão ultrapassar o limite de 30% da capacidade total. Além disso, todas deverão oferecer álcool em gel nas entradas, além de marcações nos bancos e no piso, alertando sobre o distanciamento entre as pessoas. Aos fieis, caberá a obrigatoriedade de uso de máscara, não promover aglomeração ou “aperto de mãos” em qualquer momento e respeitar o limite da capacidade estabelecida.

Caberá às paróquias determinarem a forma de organizar os fieis no acesso às celebrações. O novo decreto entra em vigor no próximo dia 20 de junho.

Confira na íntegra:

† Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap
Arcebispo Metropolitano da Paraíba
Ide aos meus irmãos

Por mercê do Senhor Uno e Trino e da Santa Mãe Igreja
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Aos que o presente Decreto virem,
Saudações de Paz e Bênçãos em Nosso Senhor Jesus Cristo!

Prot. Decreto Nº 004/20


Diretrizes pastorais da Arquidiocese da Paraíba para a retomada gradual das celebrações litúrgicas e demais atividades religiosas, com a presença de fiéis, no contexto da pandemia da COVID-19


Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap, Arcebispo Metropolitano da Paraíba, considerando o Decreto Nº 40.304 do Governo do Estado da Paraíba (12.06.2020) e as “Orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para as Celebrações Comunitárias no contexto da pandemia da COVID-19” (21.05.2020), ciente de que a Igreja também tem a grave responsabilidade de prevenir o contágio, salvo as determinações de cada Município, com o presente decreto normativo (cân. 31 do Código de Direito Canônico), dispõe, até que se determine diversamente, as seguintes diretrizes pastorais, a serem observadas no território da Arquidiocese da Paraíba:


I – A CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

  1. A Celebração da Eucaristia nas sedes das Igrejas aconteça com ocupação máxima de 30% da capacidade, com aviso público da quantidade de fiéis, observando todas as normas de distanciamento social, de acordo com as disposições emanadas pelo governo do Estado e dos Municípios. Para as paróquias mais frequentadas, multipliquem-se onde for possível, os horários das Missas dando-se preferência às celebrações campais.

  1. Mantenham-se as transmissões paroquiais das celebrações pelas redes sociais para os fiéis impossibilitados de cumprir presencialmente o preceito dominical, aos quais recomendamos vivamente a leitura orante da Palavra de Deus e a prática da comunhão espiritual.

  1. Recomenda-se aos fiéis idosos (acima de sessenta anos), crianças (abaixo de doze anos) ou àqueles em situação de risco, para que continuem, temporariamente, acompanhando a Celebração da Eucaristia dominical pelas redes sociais da sua paróquia. Permanecendo, portanto, dispensados do preceito dominical os fiéis que não puderem sair de suas casas.

  1. Favoreça-se aos fiéis, o quanto possível, o acesso às Igrejas, recordando, para o bem comum e a saúde da comunidade, que não é permitido o ingresso nas Igrejas àqueles com sintomas gripais ou em presença de temperatura corpórea elevada.

  1. Nos horários previstos para as celebrações, as Igrejas estejam completamente higienizadas com as portas de entrada e saída abertas, facilitando o fluxo e evitando o contato por parte dos fiéis com puxadores ou maçanetas. Evitem-se, portanto, qualquer tipo de aglomeração de fiéis, sejam nas entradas que nas saídas. As pias de água benta estejam higienizadas e vazias.

  1. Os Párocos e Administradores Paroquiais orientem e organizem as equipes de secretaria e de acolhida, visivelmente sinalizadas, para que auxiliem os fiéis no cumprimento das normas de proteção. Para a segurança de todos, é devido nas Igrejas: o uso de máscaras, a higienização das mãos à entrada da Igreja com o álcool em gel, a ocupação do lugar sinalizado com a distância de no mínimo 1,5m entre os fiéis. Obs: A regra do distanciamento não se aplica a pessoas que convivem no mesmo ambiente.

  1. Os Párocos e Administradores Paroquiais orientem e organizem as equipes de liturgia para que higienizem, ao início de cada celebração, as mãos e os objetos litúrgicos necessários à celebração. Não sejam utilizados impressos de papel e os grupos de cântico litúrgico, respeitado o distanciamento, atuem com um número reduzido de pessoas.

  1. Para a distribuição da Sagrada Comunhão, os celebrantes e os ministros, após a higienização das mãos, endossem as máscaras e tenham o cuidado de oferecer a hóstia, em silêncio, sem ter o contato com as mãos dos fiéis. Entre os ritos preparatórios à Comunhão Eucarística, se omita “dar as mãos” durante a oração do Pai-Nosso e o sinal da paz.

  1. Na procissão para a Sagrada Comunhão, os fiéis devem respeitar o distanciamento previamente sinalizado no pavimento da Igreja e os ministros, utilizando máscaras, higienizem as mãos antes e depois da distribuição.

  1. A Sagrada Comunhão seja distribuída nas mãos. Com exceção do sacerdote que preside, eventuais concelebrantes comunguem no cálice por intinção.

  1. Fora da Missa os Ministros podem levar a Sagrada Comunhão aos fiéis em casa, desde que não sejam de grupo de risco, observadas as normas de proteção de saúde para os membros de cada residência.

  1. Durante as celebrações sejam colocados contenedores nas Igrejas, em lugares considerados adequados, para que os fiéis possam fazer as suas ofertas ao término da celebração.

  1. As Paróquias, em que tais exigências não puderem ser atendidas, continuem celebrando as Missas pelas redes sociais, providenciando os Párocos e Administradores Paroquiais, o quanto antes, de adaptarem as suas estruturas físicas e pessoais.


II OUTRAS CELEBRAÇÕES E ATIVIDADES PASTORAIS

  1. As regras acima relativas à higiene e ao distanciamento entre participantes aplicam-se, de igual modo, às demais ações litúrgicas e aos outros atos de piedade.

  1. As celebrações batismais sejam realizadas de modo a não provocar aglomeração de pessoas. Se avalie, portanto, a oportunidade de que sejam individuais e que aconteçam em horários diversos das Celebrações Eucarísticas com o povo.

  1. O sacramento da reconciliação ou da penitência, sem comprometer o sigilo sacramental, aconteça em um espaço amplo que permita o distanciamento entre confessor e penitente, que usarão máscaras.

  1. Além das medidas gerais de proteção, o sacramento da unção dos enfermos seja administrado sem contato físico administrando-se o óleo dos enfermos com algodão, que será depois incinerado.

  1. As celebrações dos matrimônios e das ordenações estão sujeitas às mesmas restrições e condicionamentos da Missa.

  1. As celebrações do sacramento do Crisma, neste período, estão suspensas. Fica a critério do Arcebispo avaliar a necessidade e a conveniência de cada caso.

  1. As celebrações das exéquias sejam realizadas sem a superação da quantidade máxima exigida dos 30% proporcionada ao ambiente que se trate.

  1. Os ministros ordenados com idade avançada ou em situações de risco avaliem, consideradas as próprias condições de saúde, a possibilidade de retomarem as celebrações nas paróquias, observadas todas as medidas de proteção e o distanciamento.

  1. Evite-se as reuniões pastorais durante este período. Quando necessárias, sejam realizadas pelos meios de comunicação social.

  1. Ficam suspensas, até que se determine o contrário, as peregrinações, procissões, retiros, romarias e todas as atividades com aglomeração de fiéis.

  1. As regras relativas à higiene e ao distanciamento entre participantes aplicam-se, de igual modo, às “Novas Comunidades” que ordinariamente promovem celebrações.

  1. Para os casos omissos, se proceda conforme as “Orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para as Celebrações Comunitárias no contexto da pandemia da COVID-19” (21.05.2020) e para eventuais dúvidas, se consulte o Vigário Geral.

  1. Considerando as deliberações das autoridades competentes, sendo necessário, outras medidas poderão ser adotadas em vista da superação da pandemia da COVID-19.

  1. Este decreto, vigente na data da sua assinatura, adquire a sua eficácia a partir do sábado, dia 20 de junho de 2020.


Rogando a intercessão da Virgem Maria, sob o título de Nossa Senhora das Neves, suplicamos à Deus bênçãos de saúde e paz para o nosso povo!
Dado e passado nesta Cúria Metropolitana aos dezesseis dias do mês de junho do ano de dois mil e vinte.

Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

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