Balanço final da JMJ Rio 2013: público recorde de 3,7 milhões de pessoas em Copacabana

quarta-feira, 31 de julho de 2013




Os resultados alcançados pela Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio 2013) superaram as expectativas, de acordo com dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio 2013. O público presente à missa de envio chegou a 3,7 milhões de pessoas, seis vezes maior que o número de presentes ao primeiro ato central, a missa de abertura (600 mil). O impacto econômico foi expressivo. Os visitantes desembolsaram R$ 1,8 bilhões, segundo números do Ministério do Turismo. Os dados foram divulgados em coletiva à imprensa nesta terça-feira, 30.

No total, mais de 3,5 milhões de pessoas participaram da JMJ Rio 2013, que contou com eventos em Copacabana, Quinta da Boa Vista, Rio Centro e em diversas paróquias da cidade. A cerimônia de acolhida do Santo Padre, na quinta-feira, 25, reuniu 1,2 milhões de pessoas em Copacabana, enquanto a via-sacra chegou a 2 milhões na sexta-feira, 26. Na vigília, cerca de 3,5 milhões de jovens estiveram na praia de Copacabana.

Foram 427 mil inscrições, de 175 países. Peregrinos inscritos com hospedagens foram cerca de 180 mil, enquanto as vagas disponibilizadas para hospedagem em casas de família e instituições chegaram a 356,4 mil.

"Nós vimos Deus agir. Deus atuou no meio de nós. Deus nos surpreendeu. Foi muito além do que planejamos. Temos visto na história como Deus tem atuado. Não tem outra explicação", destacou dom Orani.

Perfil dos inscritos

A JMJ Rio 2013 contou com uma presença massiva de latinos. Os países com o maior número de inscritos foram, respectivamente, Brasil, Argentina, Estados Unidos, Chile, Itália, Venezuela, França, Paraguai, Peru e México. Do total dos inscritos internacionais, 72,7% estiveram no Brasil pela primeira vez e 86,9% nunca haviam participado de uma Jornada.

Foram mais de 70 mil downloads no site oficial da JMJ Rio 2013 e mais de 200 mil acessos. O Facebook recebeu mais de 1,1 milhão de curtidas e o Flickr superou 10 mil downloads.

Entre os peregrinos inscritos, 55% são do sexo feminino; 60% do público tem entre 19 e 34 anos. Foram 644 bispos inscritos, dos quais 28 são cardeais. Além disso, foram 7814 sacerdotes inscritos e 632 diáconos. Para cobrir a JMJ Rio 2013 em 57 países, foram credenciados 6,4 mil jornalistas.

O evento também contou com 264 locais de catequese, em 25 idiomas. Foram 60 mil voluntários, mais de 800 artistas participantes dos atos centrais. Um total de 100 confessionários foram expostos na feira vocacional e no Largo da Carioca e 4 milhões de hóstias produzidas, 800 mil para missa de envio.

A geração de lixo foi inferior a outros eventos que acontecem em Copacabana, como o réveillon. A Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) removeu 345 toneladas de resíduos orgânicos e 45 toneladas de materiais recicláveis, durante a JMJ Rio 2013. O número representa cerca de 10% a menos do registrado na noite do último ano novo.

Experiência de fé

A renovação da fé e da esperança é o principal legado que a JMJ Rio 2013 deixará no coração dos jovens, de acordo com dom Orani. "Os jovens levaram consigo uma experiência de fé, de esperança muito grande. Tenho certeza de que jamais esqueceremos. Os jovens já são protagonistas hoje. O meu coração está muito agradecido", destacou. O arcebispo disse ainda que está sendo viabilizada a criação de um instituto para a juventude que terá a responsabilidade de guardar as experiências da JMJ Rio 2013 e trabalhar pelos jovens.

Entre os vários momentos significativos vividos junto ao Santo Padre, dom Orani destacou dois: a relação de carinho com as crianças e a oração ao Cristo Redentor. "Todas as vezes que nos deslocávamos de helicóptero, o Santo Padre olhava para o Cristo e rezava. Eu que estava atrás dele, pude presenciar várias vezes esses momentos de oração".

A proximidade do Papa com as pessoas traz um testemunho para o mundo de que a Igreja está perto das pessoas, como uma mãe de seus filhos, explicou dom Orani. "A Igreja antes de mais nada anuncia uma boa notícia a todos", disse. Outro legado deixado pela JMJ Rio 2013 foi a atenção do poder público e da mídia para a região oeste, onde está Guaratiba.

A cruz da JMJ e o ícone de Nossa Senhora serão entregues à Cracóvia, próxima cidade-sede, apenas em Roma. A tradição é que sejam enviados para o Pontifício Conselho para os Leigos e no domingo de Ramos do próximo ano, serão entregues aos jovens da Polônia em cerimônia que deverá acontecer em Roma.

Fonte: CNBB

Da redação do Portal Ecclesia.

Símbolos da JMJ retornarão ao Vaticano, diz Dom Orani

terça-feira, 30 de julho de 2013



Realizou-se nesta terça-feira, 30, a coletiva de imprensa com o arcebispo da arquidiocese do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta que afirmou que os símbolos da Jornada Mundial da Juventude, a cruz peregrina e o ícone de Maria, serão encaminhados à Roma nos próximos 15 dias e ficarão em uma capela reservada no Vaticano.

Diferente do que aconteceu no Brasil, quando os símbolos foram entregues aos representantes brasileiros logo após o término da JMJ em Madri, em 2011, Cracóvia deverá seguir o mesmo procedimento de todas as demais Jornadas.

A cidade polonesa receberá os símbolos uma semana antes do domingo de Ramos, no ano que vem, quando jovens brasileiros se encontrarão com os jovens de Cracóvia para entregar oficialmente os símbolos e trocar informações de balanço da JMJ Rio 2013 com os preparativos e projetos da edição da JMJ em Cracóvia.

Dom Orani explicou ainda que no caso do Brasil, a situação foi diferente porque o país tinha menos tempo para a organização da Jornada, visto que, por conta da realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014, a Jornada Mundial da Juventude que tradicionalmente de 3 em 3 anos, foi realizada com um ano de antecedência.

O arcebispo também afirmou que a o tamanho territorial do Brasil e o grande número de arquidioceses nas quais os símbolos deveriam peregrinar, também foi um motivo para que o país já recebesse os símbolos em agosto de 2011 e começassem a peregrinar pelo estado de São Paulo.

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia.

Papa Francisco chega à Itália após visita ao Brasil

segunda-feira, 29 de julho de 2013


O Papa Francisco chegou à Itália nesta segunda-feira, 29, após sua participação na Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro.

O avião que transportava o Pontífice, um Airbus A330 da companhia Alitalia, aterrissou no aeroporto de Ciampino, em Roma, às 11h25 (6h25 de Brasília), após percorrer os 9.201 quilômetros que separam o Rio de Janeiro da capital italiana.

O Papa desceu a escada do avião carregando a sua maleta preta de mão, que havia chamado a atenção já na viagem de ida.

Do aeroporto, o Pontífice foi de helicóptero até o Vaticano, pondo fim a sua primeira viagem internacional como Papa.

O Papa mandou uma mensagem pelo Twitter avisando que chegou, dizendo que sua alegria era maior que seu cansaço.

Fonte: G1

Da redação do Portal Ecclesia.

Flash mob dos Bispos na JMJ Rio 2013



GloboNews exibe versão completa da entrevista com o Papa Francisco

Pontífice destacou, em entrevista a Gerson Camarotti, que a Igreja precisa de uma reforma e que é preciso ouvir os jovens e os idosos.


O repórter Gerson Camarotti acompanhou passo a passo a visita do Papa Francisco ao Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude e fez, com exclusividade mundial, a primeira entrevista do pontífice, desde sua eleição no Vaticano, em março deste ano.

Na entrevista, Francisco destacou ter sentido um afeto que desconhecia, ao ser recebido, de forma muito calorosa. “O povo brasileiro tem um grande coração. Quanto à rivalidade, creio que já está totalmente superada, porque negociamos bem: o Papa é argentino e Deus é brasileiro”, brincou.


Sobre a simplicidade que vem demonstrando, ele afirmou o povo se sente magoado quando as pessoas consagradas estão apegadas ao dinheiro. “Não é um bom exemplo que um sacerdote tenha um carro do último tipo, de marca”, declara. Quanto à questão de viver em Santa Marta, Francisco diz que não foi tanto por razões de simplicidade, mas porque ele precisa do contato com as pessoas. “Fiquei em Santa Marta por questões psiquiátricas. Para não ter que estar sofrendo essa solidão que não me faz bem. E também para economizar, porque, caso contrário, teria que gastar muito dinheiro com psiquiatras”, disse.

Papa Francisco concede entrevista exclusiva a Gerson Camarotti  (Foto: reprodução GloboNews)


Papa Francisco concede entrevista exclusiva

O Papa Francisco falou ainda sobre a canonização de João Paulo II, que, segundo ele, “pegou a mala, correu o mundo, e foi um missionário, espalhando a mensagem da Igreja”.

Na chegada ao Rio de Janeiro, houve falhas na segurança e o Papa foi cercado por uma multidão. Ele disse que não sente medo, mas que, quando for a sua vez, “o que Deus permitir, assim será”.  Francisco revelou ainda que recusou um papamóvel cercado de vidros: “Se você vai estar com alguém que ama, amigos, e quer se comunicar, você não vai fazer essa visita dentro de uma caixa de vidro. Eu não poderia vir ver este povo, que tem o coração tão grande, dentro de uma caixa de vidro. E no automóvel, quando ando pela rua, baixo o vidro para poder estender a mão e cumprimentar as pessoas. Quer dizer, ou tudo ou nada”.

O pontífice não soube explicar o fenômeno da evasão de fiéis no Brasil, mas apontou o afastamento da Igreja como uma possível causa. “Igreja é mãe. A mãe dá carinho, beija, ama. Quando a Igreja, preocupada com mil coisas, se descuida dessa proximidade, e só se comunica com documentos, é como uma mãe que se comunica com seu filho por carta. Não sei se isso aconteceu no Brasil, mas sei que aconteceu em algumas regiões da Argentina. Faltam sacerdotes, então alguns locais ficam desassistidos”, destaca.

O Papa disse não conhecer os motivos dos protestos recentes dos jovens no Brasil, mas destacou que um jovem que não protesta não o agrada. “O jovem tem a ilusão da utopia e a utopia não é sempre negativa. A utopia é respirar e olhar adiante. O jovem tem menos experiência de vida, mas às vezes a experiência nos freia. E ele tem mais energia para defender suas ideias. Um jovem é essencialmente um inconformista e isso é muito lindo. É preciso ouvir os jovens, cuidar para que não sejam manipulados”, afirma. Francisco acredita que, para sustentar um modelo político mundial, a sociedade está descartando os extremos. E, “descartando os dois, o mundo desaba”.

O Papa destacou também a importância de todos trabalharem pelos outros e de podar o egoísmo. Veja em vídeo a entrevista completa no link abaixo.

Fonte: G1

"Não se esqueçam do que viveram na Jornada", pede Papa aos voluntários



Antes de regressar a Roma, o Papa Francisco encontrou-se, no final da tarde deste domingo, 28, com os voluntários da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para agradecê-los "pelo trabalho e dedicação" com que acompanharam, ajudaram e serviram aos milhares de jovens peregrinos presentes no Rio de Janeiro nesta semana.

Confira:

"Com os sorrisos de cada um de vocês, com a gentileza, com a disponibilidade ao serviço, vocês provaram que 'há maior alegria em dar do que em receber'", destacou o Pontífice.

Francisco disse que o trabalho realizado pelos jovens voluntários lembrou-o da missão de São João Batista, que preparou o caminho para Jesus. "Cada um, a seu modo, foi um instrumento para que milhares de jovens tivessem o 'caminho preparado' para encontrar Jesus. E esse é o serviço mais bonito que podemos realizar como discípulos missionários: preparar o caminho para que todos possam conhecer, encontrar e amar o Senhor".

O Santo Padre pediu ainda aos jovens que sejam sempre generosos com Deus e com os demais, pois "não se perde nada", pelo contrário, é grande "a riqueza da vida que se recebe".

Francisco explicou que Deus chama para escolhas definitivas e tem um projeto para cada um. "Descobri-lo, responder à própria vocação significa caminhar na direção da realização jubilosa de si mesmo". O Pontífice explicou também que Deus chama todos à santidade, mas tem "um caminho para cada um". Alguns são chamados a se santificar no sacramento do matrimônio e outros no sacerdócio.

"Queridos jovens, talvez algum de vocês ainda não veja claramente o que fazer da sua vida. Peça isso ao Senhor; Ele lhe fará entender o caminho", orientou o Papa.

E concluiu pedindo aos jovens que não se esqueçam de nada do que viveram nestes dias de jornada e pediu as suas orações. "Podem contar sempre com minhas orações, e sei que posso contar com as orações de vocês".

Após o discurso, o Papa convidou os jovens a rezarem uma Ave Maria e concedeu a todos sua benção apostólica. Em seguida, pediu aos jovens uma última coisa: "rezem por mim".

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia.

Voluntários se emocionam em encontro com Papa Francisco



"As lágrimas são sinal de dever cumprido, que a gente deu o nosso melhor pra Jesus", disse a jovem Yasmini, de 23 anos, voluntária do Rio de Janeiro que participou do emocionante encontro do Papa Francisco com os voluntários neste domingo, 28, no Rio Centro (RJ).

O Papa chegou no local de helicóptero, mas fez questão de entrar no pavilhão de papa móvel, sendo recebido com muito entusiasmo por cerca de 16 mil voluntários de diversos países. O ambiente era de gratidão, agradecimento e saudades, pois muitos jovens choravam e se abraçavam no local.

"As palavras do Papa me impulsionaram mais ainda a buscar a santidade diária, buscando encontrar Cristo em cada pessoa que passa pela nossa vida e fazer diferença no mundo, ser revolucionário como ele falou", disse ainda Yasmini se referindo as fortes palavras do Papa no último encontro com os jovens.

Da Colômbia, o voluntário André Hibeles, 30 anos, disse que as palavras do Santo Padre fecham com chave de ouro a experiência da JMJ. "É uma experiência inesquecível. Foi a maior experiência de serviço para Deus que eu fiz na minha vida".

"As palavras do Santo Padre nos impulsionam a servir e levar o que aprendemos aqui, para nossos países, mas também nos falou que o matrimônio está vivo, assim como a vocação do sacerdócio e religiosas. Muito bonito o fato dele nos alientar a orar por aqueles que não encontraram a sua vocação", concluiu o colombiano.

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia.

"Até breve": Papa Francisco se despede do Brasil



"Parto com a alma cheia de recordações felizes; essas - estou certo - tornar-se-ão oração", disse o Santo Padre em sua partida a Roma. Após sete dias em terras brasileiras; em meio aos jovens, aos abraços de crianças e idosos, aos sorrisos de alegria e olhares atentos dos que o viram, o Papa Francisco deixou o Brasil na tarde deste domingo, 28.

Um clima de evidente emoção tomou conta dos brasileiros durante a despedida do sucessor de Pedro, que visitou o país em virtude da 28º Jornada Mundial da Juventude, na cidade do Rio de Janeiro.

"Neste momento, já começo a sentir saudades. Saudades do Brasil, este povo tão grande e de grande coração; este povo tão amoroso. Saudades do sorriso aberto e sincero que vi em tantas pessoas, saudades do entusiasmo dos voluntários. Saudades da esperança no olhar dos jovens no Hospital São Francisco. Saudades da fé e da alegria em meio à adversidade dos moradores de Varginha", disse o Santo Padre.

Confira:

O Papa classificou como uma "semana inesquecível" os dias que passou no Brasil e agradeceu a todos os envolvidos na JMJ, pela acolhida e pelo trabalho realizado.

"Agradeço, enfim, a todas as pessoas que, de um modo ou outro, souberam acudir às necessidades de acolhida e gestão de uma multidão imensa de jovens, sem esquecer de tantas pessoas que, no silêncio e na simplicidade, rezaram para que esta Jornada Mundial da Juventude fosse uma verdadeira experiência de crescimento na fé. Que Deus recompense a todos, como só Ele sabe fazer!".

Durante a cerimônia, Francisco voltou a mencionar sua devoção à padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, e confirmou suas orações à Virgem Maria e favor da humanidade e dos brasileiros. "Pedi a Maria que robusteça em vocês a fé cristã, que é parte da nobre alma do Brasil, como também de muitos outros países".

Na cerimônia de despedida, fizeram-se presentes: o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta; o presidente da CNBB, dom Raymundo Damasceno; o representante do Governo Federal e vice-presidente da República, Michel Temer; o governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral; o prefeito da cidade do Rio, Eduardo Paes, dentre outras autoridades.

Como dito, o Papa Francisco pretende retornar ao Brasil em 2017 para a celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul.

O voo com o Sumo Pontífice decolou do Aeroporto Internacional do Galeão; sua chegada está prevista para esta segunda-feira, 29, às 11h30 - hora italiana, 06h30 em Brasília.

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia.

Evangélicos se unem a católicos na Jornada Mundial da Juventude

domingo, 28 de julho de 2013

Objetivo é luta para salvar cristãos perseguidos na África e Ásia. Campanha busca assinaturas para pressionar países desenvolvidos

Um grupo de evangélicos tem participado da Jornada Mundial da Juventude . Não há, porém, rivalidade. Pelo contrário. O objetivo é justamente coletar assinaturas dos peregrinos católicos para uma campanha em defesa dos cristãos perseguidos na Síria.




Eles fazem parte da Ong internacional Portas Abertas, fundada inicialmente para contrabandear bíblias em lugares nos quais o uso da cruz no pescoço é crime, punido severamente. Com cartazes para chamar atenção sobre o problema, comum a evangélicos e católicos, os integrantes da Underground (ministério de jovens da Ong) anunciam em alto-falante as razões para apoiar o abaixo-assinado que exige ação mais enérgica do governo sírio na proteção aos cristãos. “Essa galera reunida quase toda é evangélica. Temos batistas, assembleianos, presbiterianos, congregacionais, mas também temos católicos envolvidos conosco na Portas Abertas”, observa Alyne Romeiro, a coordenadora da área jovem da Ong. 

Fonte: ig

Discurso do Papa Francisco aos dirigentes do CELAM

 Íntegra



Brasão do Papa
Viagem Apostólica ao Brasil

Discurso do Papa Francisco
Encontro com os dirigentes do CELAM
Sábado, 28 de julho de 2013
1. Introdução
Agradeço ao Senhor por esta oportunidade de poder falar com vocês, Irmãos Bispos responsáveis do CELAM no quadriênio 2011-2015. Há 57 anos que o CELAM serve as 22 Conferências Episcopais da América Latina e do Caribe, colaborando solidária e subsidiariamente para promover, incentivar e dinamizar a colegialidade episcopal e a comunhão entre as Igrejas da Região e seus Pastores.
Como vocês, também eu sou testemunha do forte impulso do Espírito na V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, em Aparecida no mês de maio de 2007, que continua animando os trabalhos do CELAM para a anelada renovação das Igrejas particulares. Em boa parte delas, essa renovação já está em andamento. Gostaria de centrar esta conversação no patrimônio herdado daquele encontro fraterno e que todos batizamos como Missão Continental.
2. Características peculiares de Aparecida
Existem quatro características típicas da referida V Conferência. Constituem como que quatro colunas do desenvolvimento de Aparecida que lhe dão a sua originalidade.
1) Início sem documento
Medelín, Puebla e Santo Domingo começaram os seus trabalhos com um caminho preparatório que culminou em uma espécie de Instrumentum laboris, com base no qual se desenrolou a discussão, a reflexão e a aprovação do documento final. Em vez disso, Aparecida promoveu a participação das Igrejas particulares como caminho de preparação que culminou em um documento de síntese. Este documento, embora tenha sido ponto de referência durante a V Conferência Geral, não foi assumido como documento de partida. O trabalho inicial foi pôr em comum as preocupações dos Pastores perante a mudança de época e a necessidade de recuperar a vida de discípulo e missionário com que Cristo fundou a Igreja.
2) Ambiente de oração com o Povo de Deus
É importante lembrar o ambiente de oração gerado pela partilha diária da Eucaristia e de outros momentos litúrgicos, tendo sido sempre acompanhados pelo Povo de Deus. Além disso, realizando-se os trabalhos na cripta do Santuário, a “música de fundo” que os acompanhava era constituída pelos cânticos e as orações dos fiéis.
3) Documento que se prolonga em compromisso, com a Missão Continental
Neste contexto de oração e vivência de fé, surgiu o desejo de um novo Pentecostes para a Igreja e o compromisso da Missão Continental. Aparecida não termina com um documento, mas prolonga-se na Missão Continental.
4) A presença de Nossa Senhora, Mãe da América
É a primeira Conferência do Episcopado da América Latina e do Caribe que se realiza em um Santuário mariano.
3. Dimensões da Missão Continental
A Missão Continental está projetada em duas dimensões: programática e paradigmática. A missão programática, como o próprio nome indica, consiste na realização de atos de índole missionária. A missão paradigmática, por sua vez, implica colocar em chave missionária a atividade habitual das Igrejas particulares. Em consequência disso, evidentemente, verifica-se toda uma dinâmica de reforma das estruturas eclesiais. A “mudança de estruturas” (de caducas a novas) não é fruto de um estudo de organização do organograma funcional eclesiástico, de que resultaria uma reorganização estática, mas é consequência da dinâmica da missão. O que derruba as estruturas caducas, o que leva a mudar os corações dos cristãos é justamente a missionariedade. Daqui a importância da missão paradigmática.
A Missão Continental, tanto programática como paradigmática, exige gerar a consciência de uma Igreja que se organiza para servir a todos os batizados e homens de boa vontade. O discípulo de Cristo não é uma pessoa isolada em uma espiritualidade intimista, mas uma pessoa em comunidade para se dar aos outros. Portanto, a Missão Continental implica pertença eclesial.
Uma posição como esta, que começa pelo discipulado missionário e implica entender a identidade do cristão como pertença eclesial, pede que explicitemos quais são os desafios vigentes da missionariedade discipular. Me limito a assinalar dois: a renovação interna da Igreja e o diálogo com o mundo atual.
Renovação interna da Igreja
Aparecida propôs como necessária a Conversão Pastoral. Esta conversão implica acreditar na Boa Nova, acreditar em Jesus Cristo portador do Reino de Deus, em sua irrupção no mundo, em sua presença vitoriosa sobre o mal; acreditar na assistência e guia do Espírito Santo; acreditar na Igreja, Corpo de Cristo e prolongamento do dinamismo da Encarnação.
Neste sentido, é necessário que nos interroguemos, como Pastores, sobre o andamento das Igrejas a que presidimos. Estas perguntas servem de guia para examinar o estado das dioceses quanto à adoção do espírito de Aparecida, e são perguntas que é conveniente pôr-nos, muitas vezes, como exame de consciência.
1. Procuramos que o nosso trabalho e o de nossos presbíteros seja mais pastoral que administrativo? Quem é o principal beneficiário do trabalho eclesial, a Igreja como organização ou o Povo de Deus na sua totalidade?
2. Superamos a tentação de tratar de forma reativa os problemas complexos que surgem? Criamos um hábito proativo? Promovemos espaços e ocasiões para manifestar a misericórdia de Deus? Estamos conscientes da responsabilidade de repensar as atitudes pastorais e o funcionamento das estruturas eclesiais, buscando o bem dos fiéis e da sociedade?
3. Na prática, fazemos os fiéis leigos participantes da Missão? Oferecemos a Palavra de Deus e os Sacramentos com consciência e convicção claras de que o Espírito se manifesta neles?
4. Temos como critério habitual o discernimento pastoral, servindo-nos dos Conselhos Diocesanos? Tanto estes como os Conselhos paroquiais de Pastoral e de Assuntos Econômicos são espaços reais para a participação laical na consulta, organização e planejamento pastoral? O bom funcionamento dos Conselhos é determinante. Acho que estamos muito atrasados nisso.
5. Nós, Pastores Bispos e Presbíteros, temos consciência e convicção da missão dos fiéis e lhes damos a liberdade para irem discernindo, de acordo com o seu processo de discípulos, a missão que o Senhor lhes confia? Apoiamo-los e acompanhamos, superando qualquer tentação de manipulação ou indevida submissão? Estamos sempre abertos para nos deixarmos interpelar pela busca do bem da Igreja e da sua Missão no mundo?
6. Os agentes de pastoral e os fiéis em geral sentem-se parte da Igreja, identificam-se com ela e aproximam-na dos batizados indiferentes e afastados?
Como se pode ver, aqui estão em jogo atitudes. A Conversão Pastoral diz respeito, principalmente, às atitudes e a uma reforma de vida. Uma mudança de atitudes é necessariamente dinâmica: “entra em processo” e só é possível moderá-lo acompanhando-o e discernindo-o. É importante ter sempre presente que a bússola, para não se perder nesse caminho, é a identidade católica concebida como pertença eclesial.
Diálogo com o mundo atual
Faz-nos bem lembrar estas palavras do Concílio Vaticano II: As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens do nosso tempo, sobretudo dos pobres e atribulados, são também alegrias e esperanças, tristezas e angústias dos discípulos de Cristo (cf. GS, 1). Aqui reside o fundamento do diálogo com o mundo atual.
A resposta às questões existenciais do homem de hoje, especialmente das novas gerações, atendendo à sua linguagem, entranha uma mudança fecunda que devemos realizar com a ajuda do Evangelho, do Magistério e da Doutrina Social da Igreja. Os cenários e areópagos são os mais variados. Por exemplo, em uma mesma cidade, existem vários imaginários coletivos que configuram “diferentes cidades”. Se continuarmos apenas com os parâmetros da “cultura de sempre”, fundamentalmente uma cultura de base rural, o resultado acabará anulando a força do Espírito Santo. Deus está em toda a parte: há que saber descobri-lo para poder anunciá-lo no idioma dessa cultura; e cada realidade, cada idioma tem um ritmo diferente.
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Sede da Jornada Mundial da Juventude de 2016 será Cracóvia, na Polônia



O Papa Francisco anunciou que a próxima sede da Jornada Mundial da Juventude será a cidade de Cracóvia, na Polônia, país de João Paulo II. A próxima JMJ será em 2016.

O anúncio do Papa foi acolhido com festa pelos 3 milhões de participantes na missa final da JMJ Rio 2013, em Copacabana, na manhã deste domingo (28).

"Queridos jovens, temos encontro marcado na próxima Jornada Mundial da Juventude, no ano de 2016 em Cracóvia, na Polônia", disse o Papa antes de rezar o Angelus, no término da missa.

Em suas palavras antes do Ângelus, Francisco fez um breve balanço do espírito da JMJ Rio 2013. 

"Vocês escutaram a voz do Bom Pastor que lhes chamou pelo nome e vocês reconheceram a voz que lhes chamava. Não é verdade que, nesta voz que ressoou nos seus corações, vocês sentiram a ternura do amor de Deus? Não é verdade que vocês experimentaram a beleza de seguir a Cristo, juntos, na Igreja? Não é verdade que vocês compreenderam melhor que o Evangelho é a resposta ao desejo de uma vida ainda mais plena?".

Fonte: Aleteia

Da redação do Portal Ecclesia.

Maior Flash Mob do mundo homenageia o Papa

Madrugada na praia: Copacabana se transforma no Campus Fidei



Quase 1 milhão de pessoas decidiram pernoitar na orla de Copacabana, durante a madrugada deste domingo, 28, e viver intensamente o clima de peregrinação próprio da Jornada Mundial da Juventude. Nem os 15° registrados na ante manhã desanimou os jovens.

Os peregrinos se espalharam desde as areias da praia até o calçadão e ruas do bairro enrolados em cobertores, sacos de dormir ou até mesmo dentro de barracas improvisadas em pleno asfalto.

Mas nem todos fizeram a opção de descansar, pois andando pela avenida Atlântica era possível encontrar diversos grupos em rodas de cantos e danças.

Na areia de Copacabana alguns padres se revesavam no atendimento de confissões, outros se colocaram a rezar o rosário ou até mesmo partilhar sobre as experiências da JMJ. Garis, policiais e até soldados do exército ficavam admirados com a animação de alguns.

A madrugada dos dias 27 e 28 já entrou para a história como o dia em que Copacabana, literalmente, se transformou em um grande Campus Fidei.

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia.

Vigília: Discurso do Papa Francisco

sábado, 27 de julho de 2013


Adoração ao Santíssimo Sacramento emociona jovens na vigília



Dando continuidade à vigília de oração neste sábado, 27, na praia de Copacabana (RJ), após o discurso do Papa Francisco, os jovens se uniram em um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento com o Santo Padre.

Logo no início, o Papa fez uma oração diante de Jesus Eucarístico, pedindo ao Senhor que fizesse de cada jovem um discípulo-missionário, "sal na terra e luz do mundo", para irradiar pelos quatro cantos da terra um "inebriante perfume de santidade".

Músicas de adoração e louvor conduziram o momento de oração dos jovens, que se colocaram de joelhos, ao longo da praia, em atitude de profundo silêncio e contemplação. Alguns até expressavam-se com lágrimas.

Em um momento de silêncio, os três milhões de pessoas presentes na praia de Copacabana calaram-se diante do Santíssimo, só o barulho do mar e de alguns helicópteros eram ouvidos. Minutos de grande intimidade com o Senhor.

A adoração a Jesus Eucarístico foi intercalada com orações de jovens em vários idiomas, músicas e silêncio.

Após uma adoração de cerca de 40 minutos de adoração, o Papa Francisco concedeu a todos a benção do Santíssimo Sacramento.

Ao término da adoração, o ostensório foi levado de volta à capela ao som do hino da Jornada Mundial de Sidney, em um clima de muita devoção.

Em seguida, o Santo Padre se aproximou da imagem de Nossa Senhora Aparecida para rezar o Salve Regina (Salve Rainha) e retornou à residência do Sumaré para descansar e preparar-se para a missa deste domingo, 28, às 10h, também na praia de Copacabana.

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia.

Papa encoraja bispos e padres a promoverem a cultura do encontro


Na manhã deste sábado, 28, o Papa Francisco celebrou a missa, na catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro, com bispos, sacerdotes, religiosos, religiosas e seminaristas que participam da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
 

 
O Papa, que percorreu um trecho do caminho de papamóvel, saudando e abençoando os fiéis, chegou por volta de 9h50, na catedral. Antes mesmo de se paramentar para a missa, cumprimentou bispos, padres e pessoas que estavam no local.



Logo no início da missa, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, foi presenteado pelo Santo Padre com um cálice e uma casula.

Francisco disse que, ao ver a catedral lotada de bispos, padres, religiosos e seminaristas do mundo todo, se lembrou do Salmo 66: "Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor". O Papa disse que, com a mesma paresia de Paulo e Barnabé, deve-se anunciar o Evangelho nos dias de hoje.


O Santo Padre destacou três aspectos importantes da vocação: chamado por Deus, para anunciar o Evangelho e promover a cultura do encontro.
 


Os cantos da missa são interpretados pela Schola Cantorum do Seminário Diocesano São José e pelo Coro Juvenil Arquidiocesano, acompanhados por jovens músicos moradores de regiões periféricas da cidade do Rio de Janeiro.

Abaixo, mais fotos da Santa missa:


 

 
 

Fotos cedidas por Padre Marcondes

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia.

Jesus se une aos que perderam a fé na Igreja, diz Papa na via sacra

sexta-feira, 26 de julho de 2013



"[Na cruz] Jesus se une a tantos jovens que perderam a confiança nas instituições políticas, por verem egoísmo e corrupção, ou que perderam a fé na Igreja, e até mesmo em Deus, pela incoerência de cristãos e de ministros do Evangelho". Estas foram palavras do Papa Francisco, em seu discurso aos jovens, durante a via sacra na praia da Copacabana, nesta sexta-feira, 26.

Segundo o Pontífice, ninguém pode tocar a cruz de Jesus sem deixar nela suas "marcas" ou ser "marcado" por ela. Para Francisco, Jesus atravessa com a cruz os caminhos do homem, ajudando-o a carregar seus medos, problemas, sofrimentos, "mesmo os mais profundos". "Com a Cruz, Jesus se une ao silêncio das vítimas da violência, que já não podem clamar, sobretudo os inocentes e indefesos", disse o Papa.

Confira:

O Santo Padre também perguntou aos jovens sobre o que a cruz deixa em cada pessoa. Como resposta, o Papa disse: "deixa um bem que ninguém mais pode nos dar: a certeza do amor inabalável de Deus por nós".

Concluindo, o Papa convidou aos jovens a levarem à cruz de Cristo suas alegrias, os seus sofrimentos e fracassos. Segundo o Santo Padre, quem leva estas realidades a Jesus encontrará sempre um coração aberto e acolhedor.

"Queridos jovens, levamos as nossas alegrias, os nossos sofrimentos, os nossos fracassos para a cruz de Cristo; encontraremos um coração aberto que nos compreende, perdoa, ama e pede para levar este mesmo amor para a nossa vida, para amar cada irmão e irmã com este mesmo amor. Assim seja!".

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia.

São Joaquim e Sant’Ana

 

Com alegria celebramos hoje a memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant’Ana. Em hebraico, Ana exprime “graça” e Joaquim equivale a “Javé prepara ou fortalece”.
Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant’Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora.
Sant’Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas, apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.
O Senhor então os abençoou com o nascimento da Virgem Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant’Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça.
A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José. A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.
São Joaquim e Sant’Ana, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Papa Francisco encontrou argentinos na Catedral do Rio

quinta-feira, 25 de julho de 2013



Após concluir sua visita à comunidade de Varginha, o Papa Francisco dirigiu-se a Catedral do Rio de Janeiro para um breve encontro com os jovens argentinos que vieram para a JMJ.
Eis a íntegra do pronunciamento, em espanhol:

"Gracias.. Gracias.. por estar hoy aquí, por haber venido… Gracias a los que están adentro y muchas gracias a los que están afuera. A los 30 mil, que me dicen que hay afuera. Desde acá los saludo; están bajo la lluvia... Gracias por el gesto de acercarse... Gracias por haber venido a la Jornada de la Juventud. Yo le sugerí al doctor Gasbarri, que es el que maneja, el que organiza el viaje, si hubiera un lugarcito para encontrarme con ustedes, y en medio día tenía arreglado todo. Así que también le quiero agradecer públicamente al doctor Gasbarri esto que ha logrado hoy.
Quisiera decir una cosa: ¿qué es lo que espero como consecuencia de la Jornada de la Juventud? Espero lío. Que acá adentro va a haber lío, va a haber. Que acá en Río va a haber lío, va a haber. Pero quiero lío en las diócesis, quiero que se salga afuera… Quiero que la Iglesia salga a la calle, quiero que nos defendamos de todo lo que sea mundanidad, de lo que sea instalación, de lo que sea comodidad, de lo que sea clericalismo, de lo que sea estar encerrados en nosotros mismos.
Las parroquias, los colegios, las instituciones son para salir; si no salen se convierten en una ONG, y la Iglesia no puede ser una ONG. Que me perdonen los Obispos y los curas, si algunos después le arman lío a ustedes, pero.. Es el consejo. Y gracias por lo que puedan hacer.
Miren, yo pienso que, en este momento, esta civilización mundial se pasó de rosca, se pasó de rosca, porque es tal el culto que ha hecho al dios dinero, que estamos presenciando una filosofía y una praxis de exclusión de los dos polos de la vida que son las promesas de los pueblos. Exclusión de los ancianos, por supuesto, porque uno podría pensar que podría haber una especie de eutanasia escondida; es decir, no se cuida a los ancianos; pero también está la eutanasia cultural: no se les deja hablar, no se les deja actuar. Y exclusión de los jóvenes. El porcentaje que hay de jóvenes sin trabajo, sin empleo, es muy alto, y es una generación que no tiene la experiencia de la dignidad ganada por el trabajo. O sea, esta civilización nos ha llevado a excluir las dos puntas, que son el futuro nuestro. Entonces, los jóvenes: tienen que salir, tienen que hacerse valer; los jóvenes tienen que salir a luchar por los valores, a luchar por esos valores; y los viejos abran la boca, los ancianos abran la boca y enséñennos; transmítannos la sabiduría de los pueblos. En el pueblo argentino, yo se los pido de corazón a los ancianos: no claudiquen de ser la reserva cultural de nuestro pueblo que trasmite la justicia, que trasmite la historia, que trasmite los valores, que trasmite la memoria del pueblo. Y ustedes, por favor, no se metan contra los viejos; déjenlos hablar, escúchenlos, y lleven adelante. Pero sepan, sepan que, en este momento, ustedes, los jóvenes, y los ancianos, están condenados al mismo destino: exclusión; no se dejen excluir. ¿Está claro? Por eso, creo que tienen que trabajar. Y la fe en Jesucristo no es broma, es algo muy serio. Es un escándalo que Dios haya venido a hacerse uno de nosotros; es un escándalo, y que haya muerto en la Cruz, es un escándalo: El escándalo de la Cruz. La Cruz sigue siendo escándalo, pero es el único camino seguro: el de la Cruz, el de Jesús, la encarnación de Jesús. Por favor, no licuen la fe en Jesucristo. Hay licuado de naranja, hay licuado de manzana, hay licuado de banana, pero, por favor, no tomen licuado de fe. La fe es entera, no se licua. Es la fe en Jesús. Es la fe en el Hijo de Dios hecho hombre, que me amó y murió por mí. Entonces: Hagan lío; cuiden los extremos del pueblo, que son los ancianos y los jóvenes; no se dejen excluir, y que no excluyan a los ancianos. Segundo: no licuen la fe en Jesucristo. Las bienaventuranzas. ¿Qué tenemos que hacer, Padre? Mira, lee las bienaventuranzas que te van a venir bien. Y si querés saber qué cosa práctica tenés que hacer, lee Mateo 25, que es el protocolo con el cual nos van a juzgar. Con esas dos cosas tienen el programa de acción: Las bienaventuranzas y Mateo 25. No necesitan leer otra cosa. Se lo pido de corazón. Bueno, les agradezco ya esta cercanía. Me da pena que estén enjaulados. Pero, les digo una cosa: Yo, por momentos, siento: ¡Qué feo que es estar enjaulados! Se lo confieso de corazón… Pero, veremos… Los comprendo. Y me hubiera gustado estar más cerca de ustedes, pero comprendo que, por razón de orden, no se puede. Gracias por acercarse; gracias por rezar por mí; se lo pido de corazón, necesito, necesito de la oración de ustedes, necesito mucho. Gracias por eso… Y, bueno, les voy a dar la Bendición y después vamos a bendecir la imagen de la Virgen, que va a recorrer toda la República… y la cruz de San Francisco, que van a recorrer ‘misionariamente’. Pero no se olviden: Hagan lío; cuiden los dos extremos de la vida, los dos extremos de la historia de los pueblos, que son los ancianos y los jóvenes, y no licuen la fe.
Y ahora vamos a rezar, para bendecir la imagen de la Virgen y darles después la bendición a ustedes.
Nos ponemos de pie para la Bendición, pero, antes, quiero agradecer lo que dijo Mons. Arancedo, que de puro maleducado no se lo agradecí. Así que gracias por tus palabras.

Oración:
En el nombre del Padre, y del Hijo y del Espíritu Santo.

Dios te salve, María, llena eres de gracia….

Señor, Tú dejaste en medio de nosotros a tu Madre, para que nos acompañara. Que Ella nos cuide, nos proteja en nuestro camino, en nuestro corazón, en nuestra fe. Que Ella nos haga discípulos, como lo fue Ella, y misioneros, como también lo fue Ella. Que nos enseñe a salir a la calle, que nos enseñe a salir de nosotros mismos.
Bendecimos esta imagen, Señor, que va a recorrer el País. Que Ella con su mansedumbre, con su paz, nos indique el camino.
Señor, Vos sos un escándalo, el escándalo de la Cruz. Una Cruz que es humildad, mansedumbre; una Cruz que nos habla de la cercanía de Dios.
Bendecimos también esta imagen de la Cruz, que recorrerá el país.
Muchas gracias y nos vemos en estos días.
Que Dios los bendiga y recen por mí. No se olviden".

Papa Francisco

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