Campus Misericordiae - Missa de envio da Jornada Mundial da Juventude

domingo, 31 de julho de 2016

Homilia do Papa Francisco na Missa de envio da JMJ, 31 de Julho de 2016.
Queridos jovens, viestes a Cracóvia para encontrar Jesus. E o Evangelho de hoje fala-nos precisamente do encontro entre Jesus e um homem, Zaqueu, em Jericó (cf. Lc 19, 1-10). Aqui, Jesus não Se limita a pregar ou a saudar alguém, mas quer – diz o Evangelista – atravessar a cidade (cf. v. 1). Por outras palavras, Jesus deseja aproximar-Se da vida de cada um, percorrer o nosso caminho até ao fim, para que a sua vida e a nossa se encontrem verdadeiramente. 
E assim acontece o encontro mais surpreendente, o encontro com Zaqueu, o chefe dos “publicanos”, isto é, dos cobradores de impostos. Zaqueu era, pois, um rico colaborador dos odiados ocupantes romanos; era um explorador do seu povo, alguém que, pela sua má reputação, não podia sequer aproximar-se do Mestre. Mas o encontro com Jesus muda a sua vida, como sucedeu ou pode suceder cada dia com cada um de nós. Entretanto Zaqueu teve de enfrentar alguns obstáculos para encontrar Jesus: pelo menos três, que podem dizer algo também a nós. 
O primeiro é a baixa estatura: Zaqueu não conseguia ver o Mestre, porque era pequeno. Também hoje podemos correr o risco de ficar à distância de Jesus, porque não nos sentimos à altura, porque temos uma baixa opinião de nós mesmos. Esta é uma grande tentação, que não tem a ver apenas com a autoestima, mas toca também a fé. Porque a fé diz-nos que somos “filhos de Deus; e, realmente, o somos” (1 Jo 3, 1): fomos criados à sua imagem; Jesus assumiu a nossa humanidade, e o seu coração não se afastará jamais de nós; o Espírito Santo deseja habitar em nós; somos chamados à alegria eterna com Deus. Esta é a nossa “estatura”, esta é a nossa identidade espiritual: somos os filhos amados de Deus, sempre. Compreendeis então que não aceitar-se, viver descontentes e pensar de modo negativo significa não reconhecer a nossa identidade mais verdadeira? É como voltar-se para o outro lado enquanto Deus quer pousar o seu olhar sobre mim, é querer apagar o sonho que Ele tem para mim. Deus ama-nos assim como somos, e nenhum pecado, defeito ou erro Lhe fará mudar de ideia. Para Jesus – assim no-lo mostra o Evangelho –, ninguém é inferior e distante, ninguém é insignificante, mas todos somos prediletos e importantes: tu és importante! E Deus conta contigo por aquilo que és, não pelo que tens: a seus olhos, não vale mesmo nada a roupa que vestes ou o celular que usas; não Lhe importa se andas na moda ou não, importa-Lhe tu. A seus olhos, tu vales; e o teu valor é inestimável. 
Quando acontece na vida diminuirmo-nos em vez de nos enobrecermos, pode ajudar-nos esta grande verdade: Deus é fiel em amar-nos, até mesmo obstinado. Ajudar-nos-á pensar que Ele nos ama mais do que nos amamos nós mesmos, que crê em nós mais de quanto acreditamos nós mesmos, que sempre nos apoia como o mais irredutível dos nossos fãs. Sempre nos aguarda com esperança, mesmo quando nos fechamos nas nossas tristezas e dores, remoendo continuamente as injustiças recebidas e o passado. Mas, afeiçoar-nos à tristeza, não é digno da nossa estatura espiritual. Antes pelo contrário; é um vírus que infecta e bloqueia tudo, que fecha todas as portas, que impede de reiniciar a vida, de recomeçar. Deus, por seu lado, é obstinadamente esperançoso: sempre acredita que podemos levantar-nos e não Se resigna a ver-nos apagados e sem alegria. Porque somos sempre os seus filhos amados. Lembremo-nos disto, no início de cada dia. Far-nos-á bem dizê-lo na oração, todas as manhãs: “Senhor, agradeço-Vos porque me amais; fazei-me enamorar da minha vida”. Não dos meus defeitos, que hão de ser corrigidos, mas da vida, que é um grande dom: é o tempo para amar e ser amado. 
Zaqueu tinha um segundo obstáculo no caminho do encontro com Jesus: a vergonha paralisadora. Podemos imaginar o que se passou no coração de Zaqueu antes de subir àquele sicômoro: terá havido uma grande luta; por um lado, uma curiosidade boa, a de conhecer Jesus; por outro, o risco de fazer triste figura. Zaqueu era uma figura pública; sabia que, tentando subir à árvore, se faria ridículo aos olhos de todos: ele, um líder, um homem de poder. Mas superou a vergonha, porque a atração de Jesus era mais forte. Tereis já experimentado o que acontece quando uma pessoa se torna tão fascinante que nos enamoramos: então pode suceder fazermos voluntariamente coisas que de outro modo nunca teríamos feito. Algo semelhante aconteceu no coração de Zaqueu, quando sentiu que Jesus era tão importante que, por Ele, estava pronto a tudo, porque Ele era o único que poderia retirá-lo das areias movediças do pecado e da infelicidade. E assim a vergonha que paralisa não levou a melhor: Zaqueu – diz o Evangelho – “correndo à frente, subiu” e depois, quando Jesus o chamou, “desceu imediatamente” (vv 4.6). Arriscou e colocou-se em jogo. Aqui está também para nós o segredo da alegria: não apagar a boa curiosidade, mas colocar-se em jogo, porque a vida não se deve fechar numa gaveta. Perante Jesus, não se pode ficar sentado à espera de braços cruzados; a Ele que nos dá a vida, não se pode responder com um pensamento ou com uma simples “mensagem”. 
Queridos jovens, não vos envergonheis de Lhe levar tudo, especialmente as fraquezas, as fadigas e os pecados na Confissão: Ele saberá surpreender-vos com o seu perdão e a sua paz. Não tenhais medo de Lhe dizer “sim” com todo o entusiasmo do coração, de Lhe responder generosamente, de O seguir. Não vos deixeis anestesiar a alma, mas apostai no amor formoso, que requer também a renúncia, e um “não” forte ao doping do sucesso a todo o custo e à droga de pensar só em si mesmo e nas próprias comodidades. 
Depois da baixa estatura e da vergonha incapacitante, houve um terceiro obstáculo que Zaqueu teve de enfrentar, não dentro de si mesmo, mas ao seu redor. É a multidão murmuradora, que primeiro o bloqueou e depois criticou-o: Jesus não devia entrar na casa dele, na casa dum pecador. Como é difícil acolher verdadeiramente Jesus! Como é árduo aceitar um “Deus, rico em misericórdia” !(Ef 2, 4) Poderão obstaculizar-vos, procurando fazer-vos crer que Deus é distante, rígido e pouco sensível, bom com os bons e mau com os maus. Ao contrário, o nosso Pai “faz com que o Sol se levante sobre os bons e os maus” (Mt 5, 45) e convida-nos a uma verdadeira coragem: ser mais fortes do que o mal amando a todos, incluindo os inimigos. Poderão rir-se de vós, porque acreditais na força mansa e humilde da misericórdia. Não tenhais medo, mas pensai nas palavras destes dias: “Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7). Poderão considerar-vos sonhadores, porque acreditais numa humanidade nova, que não aceita o ódio entre os povos, não vê as fronteiras dos países como barreiras e guarda as suas próprias tradições, sem egoísmos nem ressentimentos. Não desanimeis! Com o vosso sorriso e os vossos braços abertos, pregais esperança e sois uma bênção para a única família humana, que aqui tão bem representais. 
Naquele dia, a multidão julgou Zaqueu, mediu-o de cima a baixo; mas Jesus fez o contrário: levantou o olhar para ele (v. 5). O olhar de Jesus ultrapassa os defeitos e vê a pessoa; não se detém no mal do passado, mas entrevê o bem no futuro; não se resigna perante os fechamentos, mas procura o caminho da unidade e da comunhão; único no meio de todos, não se detém nas aparências, mas vê o coração. Com este olhar de Jesus, vós podeis fazer crescer outra humanidade, sem esperar louvores, mas buscando o bem por si mesmo, felizes por conservar o coração limpo e lutar pacificamente pela honestidade e a justiça. Não vos detenhais à superfície das coisas e desconfiai das liturgias mundanas do aparecer, da maquilhagem da alma para parecer melhor. Em vez disso, instalai bem a conexão mais estável: a de um coração que vê e transmite o bem sem se cansar. E aquela alegria que gratuitamente recebestes de Deus, gratuitamente dai-a (cf. Mt 10, 8), porque muitos esperam por ela.
Ouçamos, por fim, as palavras de Jesus a Zaqueu, que parecem ditas de propósito para nós hoje: “Desce depressa, pois hoje tenho de ficar em tua casa” (v. 5). Jesus dirige-te o mesmo convite: “Hoje tenho de ficar em tua casa”. A JMJ – poderíamos dizer – começa hoje e continua amanhã, em casa, porque é lá que Jesus quer te encontrar a partir de agora. O Senhor não quer ficar apenas nesta bela cidade ou em belas recordações, mas deseja ir a tua casa, habitar a tua vida de cada dia: o estudo e os primeiros anos de trabalho, as amizades e os afetos, os projetos e os sonhos. Como Lhe agrada que tudo isto seja levado a Ele na oração! Como espera que, entre todos os contatos e os chat de cada dia, esteja em primeiro lugar o fio de ouro da oração! Como deseja que a sua Palavra fale a cada uma das tuas jornadas, que o seu Evangelho se torne teu e seja o teu “navegador” nas estradas da vida!
Ao pedir para ir a tua casa, Jesus – como fez com Zaqueu – chama-te por nome. O teu nome é precioso para Ele. O nome de Zaqueu evocava, na linguagem da época, a recordação de Deus. Fiai-vos na recordação de Deus: a sua memória não é um “HD” que grava e armazena todos os nossos dados, mas um coração terno e rico de compaixão, que se alegra em eliminar definitivamente todos os nossos vestígios de mal. Tentemos, também nós agora, imitar a memória fiel de Deus e guardar o bem que recebemos nestes dias. Em silêncio, façamos memória deste encontro, guardemos a recordação da presença de Deus e da sua Palavra, reavivemos em nós a voz de Jesus que nos chama por nome. Assim rezemos em silêncio, fazendo memória, agradecendo ao Senhor que aqui nos quis e encontrou. 

Fonte: JMJ

Papa Francisco Visita Campos de Extermínio

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Deus conduz tudo o que realizamos

Se deixarmos que Deus conduza tudo o que fazemos, saberemos que tudo será feito na bênção, na graça e na proteção divina

“Marta, Marta, tu te preocupas e andas agitada com muitas coisas; porém, uma só coisa é necessária; Maria escolheu a melhor parte, que lhe não será tirada” (Lucas 10, 41-42).

A Igreja nos dá, hoje, a graça de celebrarmos Santa Marta, a irmã de Maria (da região de Betânia) e Lázaro. Talvez possamos questionar: “Por que ela é santa, se Jesus lhe chamou e disse que foi sua irmã, Maria, quem escolheu a melhor parte e esta não lhe seria tirada?”. A verdade é que tanto Marta quanto Maria serviram ao Senhor, eram amigas d’Ele. Marta, a irmã mais velha, como dona de casa, era a mais prestativa, cuidava de seus afazeres e assim por diante.
A Palavra de Deus é maravilhosa! E o que parece repreensão é, na verdade, correção. O que pode parecer um descarte, na verdade, é um resgate.
Deus não estava tirando o que Marta tinha, o dom de ser prestadora, acolhedora e amigável; Ele estava acrescentando algo à vida de Marta, pois, além daquilo que ela fazia, precisava acrescentar o mais necessário. Além de ser tão acolhedora como era, ela precisava ser tão adoradora, tão de oração, como sua irmã se mostrou ali, atenta às coisas do céu.
Todos nós precisamos ser, em nossa vida, como Marta e Maria! A verdade é que não podemos nos ocupar somente com nossos afazeres, com nossos trabalhos, obrigações e compromissos, mas precisamos fazê-los bem.
Precisamos limpar a nossa casa, ordenar nossa vida, cuidar das nossas coisas, mas precisamos, de igual modo, dedicarmo-nos à oração, ouvir a Palavra de Deus, dar atenção ao Senhor e saber que esse é o tempo mais necessário. Termos total consciência de que o tempo gasto com a oração, com a escuta da Palavra, não é perdido, mas é o tempo mais bem aplicado e precioso para a nossa vida. É Deus quem vai direcionar, abençoar, iluminar e conduzir todo o resto do nosso tempo para que não nos percamos!
Não podemos ser somente pessoas de oração. Por mais que sejamos pessoas orantes e dedicadas a Deus, por mais que você sejamos consagrados, monges, freiras, religiosos, não podemos viver somente de oração.
São Bento, em sua regra, foi muito claro: ora et labora – ora e trabalha. Oração e trabalho caminham de mãos dadas. Nosso viver cotidiano precisa ser assim também, não podemos ser o extremo da oração nem o extremo do trabalho. Temos que saber ponderar tudo aquilo que fazemos.
Se deixarmos que Deus conduza tudo o que fazemos, saberemos que tudo será feito na bênção, na graça e na proteção divina!

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

IV Caminhada da Família

quinta-feira, 28 de julho de 2016


      A Arquidiocese da Paraíba, através do Setor Família, realiza a IV Caminhada da Família no dia 20 de agosto de 2016 - um sábado, a partir das 15h, com concentração em frente ao Posto Freeway, na Avenida Epitácio Pessoa, na Capital. Todos vão seguir até o Busto de Tamandaré, na Orla de João Pessoa. 

O tema da Caminhada este ano é: “Misericórdia na Família: Dom e Missão”.

      E um pouco antes do início da concentração da Caminhada terá o Jubileu da Família. Será das 13h às 15h no Santuário Nossa Senhora da Conceição, em Tambauzinho (ao lado do Espaço Cultural). Após esse encontro, todos seguem até a concentração da Caminhada.
       O Setor Família da Arquidiocese da Paraíba tem como Coordenador o Pe. Carlos Antônio de Sousa Maurício e como Casal Arquidiocesano: José Clidenor da Silva França e Edite Mororó França. Compõem o Setor: ENCONTRO DE CASAIS COM CRISTO (ECC) - Coordenadores: Vitorino Alfredo de Azevedo Mendonça e Rósula Maria Calado Mendonça; EQUIPES DE NOSSA SENHORA - Coordenadores: Jadson Alves Barbosa e Maria das Graças Costa Barbosa; FAMÍLIAS NOVAS (Focolares) - Zamir Vidal de Negreiros e Verônica Lemos V. de Negreiros; PASTORAL FAMILIAR - Coordenadores: Espedito Madruga Freire e Verônica Moura Ramos Madruga; JUVENTUDE - Coordenador: Pe. Marcelo Monte de Sousa e ENCONTRO MATRIMONIAL MUNDIAL (EMM) - Coordenadores: Francisco e Zely.
Participe! Você e sua Família!!!


Assessoria de Imprensa e Comunicação da Arquidiocese da Paraíba

Mensagem do Papa Francisco - Carcóvia 2016 JMJ

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Missa de Abertura marca início oficial da Jornada Mundial da Juventude


Apesar do céu carregado de chuva e os trovões que os cobriam, mais de 200.000 peregrinos encaminharam-se e estabeleceram-se determinados no campo santificado pelo Papa São João Paulo II e abençoada pelo Papa Bento XVI, o Parque Błonia. A alegria generalizada de ali estar naquele momento tornava-os imunes a tudo, a santidade do lugar protegia-os. Porque às 17:30 chegaria por fim a hora que haviam esperado desde 2013: a Cruz da JMJ, entregue por jovens brasileiros no Rio de Janeiro, levada por jovens polacos por toda a Polónia, e sempre seguida pela imagem da Virgem Maria, chegou por fim ao altar da Santa Missa de Abertura da Jornada Mundial da Juventude 2016.

A cerimónia de duas horas foi presidida pelo Cardeal Stanisław Dziwisz, Arcebispo de Cracóvia, que começou por saudar os seus queridos amigos, cari amici, dear friends, chers amis, liebe Freunde, mas que a partir de então se dirigiu a todos “no idioma do Evangelho. É uma língua de amor. É uma língua de fraternidade, solidariedade e paz”. Praticou-se este espírito de união quando, para surpresa dos fiéis, depois de se ler também se cantou o Evangelho, um dos vários ritos da Igreja Oriental integradas na cerimónia, e que se repetirá nas próximas duas grandes missas da Jornada. É um abraço da Polónia aos seus peregrinos vizinhos Ucranianos e Russos, vindos de onde se pratica o rito Bizantino e não o Romano; e é uma descoberta para os restantes sobre quão rica e diversificada é a igreja una de que são parte. A todos, o Cardeal falou primeiro sobre o caminho que os juntou ali. “Viemos “de todas as nações que há debaixo do céu” ( Act 2,5), como os peregrinos reunidos em Jerusalém no dia de Pentecostes, mas nós somos mais numerosos do que aqueles de dois mil anos atrás. Porque nós trazemos a riqueza dos séculos de evangelização, que se espalhou pelo mundo inteiro”. Agora, em Cracóvia, Jesus vai “fazer perguntas sobre o nosso amor, como no passado Ele perguntou a Simão Pedro. Não evitem a resposta”, desafiou. Porque tal como o Apóstolo, também peregrinos das Jornadas devem fazer com que “o fogo do amor se possa espalhar pelo mundo inteiro e tire o egoísmo, a violência e a injustiça, que na nossa terra se possa espalhar a cultura do bem, do amor, e da paz”. Para guiar os jovens na sua missão, foram inevitavelmente invocados São João Paulo II e Santa Faustina – “Apóstola da Misericórdia Divina”, cuja mensagem reforça o lema desta Jornada. Mas também foi recordado o italiano Pier Frassati, um jovem beatificado que encheu a curta vida de caridade corajosa e atividade social resoluta e consequente pelos mais pobres. Os fiéis presentes assimilaram tudo o que lhes foi dado, uns compenetrados em oração profunda – de olhos virados para o céu, ou de olhos fechados, de mãos juntas ou sobre o peito – outros efusivamente expansivos no seu júbilo– rindo, gritando, erguendo bandeiras, e dizendo, pelas câmaras, a quem está longe, que eles estão aqui. Uns escutando, a maioria cantando, músicas célebres como “Jesus Christ you are my life”, após a comunhão, e no fim “Abba Ojcze”, tema da anterior JMJ na Polónia em 1991. Comum a cada jovem, uma só força incontrolável que o transborda mas de que é parte, tal como a multidão a que ele pertence disposta em redor do altar em Błonia É a vivência da fé de todos, que é uma só, que se ouviu em uníssono quando o Cardeal decretou “A Jornada Mundial da Juventude, Cracóvia 2016, está aberta!”. O grito ensurdecedor repetir-se-á até Domingo, e ecoará de então em diante.

Permitamos que Deus cure a nossa história

terça-feira, 26 de julho de 2016


Permita que Deus cure a sua história, permita-se reconhecer de onde veio e quais são as suas origens

“Vamos fazer o elogio dos homens famosos, nossos antepassados através das gerações” (Eclo 44, 1).

Hoje, celebramos São Joaquim e Sant’Ana, os avós de Jesus e pais da Virgem Maria. Esses dois santos, Sant’Ana e São Joaquim nos dão a graça de nos lembrarmos de nossos avós. Os avós são nossos pais em dose maior, pois tiveram a graça de dar a vida a nossos pais, e estes nos deram também a vida, e assim por diante.
Como devemos ser justos com nossos avós! E vou mais longe ainda: devemos ser justos com aqueles que são nossos bisavós, tataravós e todos os outros que vieram antes de nós. Não é simplesmente questão de reconhecermos que o avô é bonzinho, que a avó é boazinha ou talvez lamentar: “Nossa, mas eu nem conheci meu avô! Não conheci minha avó!”.
Devemos reconhecer a importância de nossos antepassados! Só estamos aqui, porque eles, antes de nós, deram-nos a geração que chegou até nós. Quando reconhecemos que buscamos a nossa história, quando damos valor aos nossos antepassados, não vivemos uma nostalgia, uma viagem ao tempo, ao passado; mas vivemos para dar continuidade à história, para transformar e curar a nossa própria história!
Veja que Jesus faz questão de nos mostrar, nos dois Evangelhos, quem são Seus antepassados. Podemos ver que, nos antepassados de Jesus, havia uma geração boa e santa, mas também havia pecados, adultério, prostituição, coisas negativas que aconteceram.
Por que reconhecemos nossos antepassados? Não é para jogar para cima nem para baixo o que não se valeu, mas é para permitirmos a Deus reconhecer a graça de quem somos, os valores que temos, os temperamentos que carregamos e os dons que cultivamos. Aprendemos com os de nossa casa e eles aprenderam de nossos avós, e assim por diante.
Por isso, permitamos que Deus cure a sua história, permitamo-nos reconhecer de onde viemos e “quem” são as nossas origens. Esse é o meio pelo qual permitirmos à graça de Deus santificar a nossa história.
Enquanto tivermos pai e mãe, procuremos saber deles quem foram nossos avós. Não tenhamos medo de reconhecer nossa história, por mais triste que seja, por mais complicada e difícil, por mais coisas embaraçosas que tenham. Não é para ficarmos futricando e depois tristes, porque tivemos isso em nossa história, mas para reconhecermos e louvarmos a Deus por aquilo que foi bom; e para curarmos, com a graça d’Ele, aquilo que tenha nos machucado, que não tenha sido resolvido, porque Deus faz nova todas as coisas.
Louvado seja Deus pelos nossos avós, bisavós e antepassados!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Faça a experiência com o Pai das Misericórdias

segunda-feira, 25 de julho de 2016




O Pai das Misericórdias espera, porque sabe que um dia o filho vai voltar

Todos nós conhecemos a parábola do filho pródigo, narrada no Evangelho de Lucas, no capítulo 15. Essa linda passagem, que nos fala sobre a volta do filho pródigo, na verdade poderia ser chamada de a “parábola do pai pródigo”, porque ser pródigo quer dizer esbanjador, gastador. Muito mais do que aquele filho esbanjar a fortuna da família, o pai “esbanjou” perdão, misericórdia e amor àquele filho que voltou para seus braços, para o lar.
É muito mais a “parábola do pai pródigo”, porque o próprio Jesus nos disse: “Sereis misericordiosos como vosso Pai celeste é misericordioso”. E como aquele pai foi misericordioso! A que ponto chega sua misericórdia para com o filho?
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Créditos: Wesley Almeida/cancaonova.com
 Esse pai que nos fala a parábola é Deus Pai para conosco. O filho cometeu a maior – desculpe-me a expressão –, “burrada” da sua vida. Ele prejudicou toda a família, porque, naquele tempo, uma herança não era em dinheiro, ou seja, era em forma de divisão de terras, gados, ovelhas e plantações. Então, para o pai poder dividir e dar ao filho que reclamou a parte que lhe cabia, ele “estragou” toda a sua fortuna, o resultado do trabalho de uma vida inteira. E o que faz aquele filho? Pegou tudo e foi para uma terra longínqua, foi “torrar” os bens de seu pai numa vida desregrada.

Quando ele começou a passar necessidades, resolve voltar para casa. O pai o aguardava, porque seu coração dizia que, um dia, seu filho iria voltar. Seu coração lhe dizia diariamente: “Um dia ele vai voltar”. E o pai o avistou de longe.

Na verdade, o pai percebeu o que o filho estava voltando, longe, mas na direção de sua casa. Então, o pai tomou a iniciativa e foi em direção ao filho; quando o encontrou, abraçou-o, cobriu-o de beijos e devolveu-lhe toda sua dignidade. Sim, porque o filho perdeu tudo, inclusive sua dignidade. Suas vestes estavam em estado lastimável, seu corpo era uma miséria só. O pai o colocou numa túnica nova, devolveu seu anel, que era o símbolo justamente da filiação que ele tinha perdido, ou talvez vendido, e devolveu até mesmo suas sandálias. Depois, chamou os criados para realizar uma grande festa: “Porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado”.

Jesus está dizendo: “É assim a misericórdia do nosso Pai”. Aparece também, na parábola, a figura do filho mais velho que, ouvindo os sons das músicas e das danças, quis saber o que estava acontecendo, e o servo lhe falou da volta de seu irmão. Ele ficou com muita raiva e não quis entrar. O pai, com toda sua misericórdia, saiu ao encontro desse filho e percebeu que ele estava com raiva, fazendo “birra”, não queria entrar na festa, festejar a volta do irmão. O filho mais velho disse ao pai: “Eu o servi a vida inteira, obedeci-lhe sempre e nunca me deste nem mesmo um cabrito para eu festejar com meus amigos”. E o pai insiste com o filho: “Meu filho, este teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado”.

Assim é a misericórdia do nosso Pai. O que Jesus fez com essa parábola foi nos ensinar que precisamos ser misericordiosos, como o Pai celeste é misericordioso: “Não são as pessoas com saúde que precisam de médico, mas as doentes. Não é a justos que vim chamar, mas a pecadores” (Mc 2,17).

Jesus transforma nossa vida

sexta-feira, 22 de julho de 2016

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A nossa vida é a grande comprovação de que Jesus não está morto, mas sim vivo, porque Sua vida transformou a nossa vida

“Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: ‘Eu vi o Senhor’, e contou o que Jesus lhe tinha dito” (João 20,18).

Na graça de celebrarmos Santa Maria Madalena, no dia de hoje, celebramos a mulher nova, que teve sua vida toda transfigurada pela realidade do Reino dos Céus. A mulher apaixonada por Deus e por Seu Reino.
Talvez, alguns parem na especulação a respeito da vida de Maria Madalena; outros se interessam em saber se ela foi uma prostituta, se foi possuída pelo demônio. O fato é que, quando Jesus entrou na vida dela, Maria nunca mais foi a mesma, pois dela foram expulsos sete demônios; e o que eles faziam na vida dela não vêm ao caso.
Jesus mudou para sempre a vida dessa mulher e, desde o dia em que ela foi transformada e conduzida por Jesus, não deixou mais de segui-Lo nem de servi-Lo, de entregar a sua vida por causa do Reino dos Céus.
Maria Madalena é a mulher nova, aquela que se deixou apaixonar pelo Reino de Deus e foi movida por esses sentimentos. Maria Madalena é aquela que mudou sua mentalidade e viveu uma verdadeira metanoia de conversão e transformação. Ela trocou os valores que tinha anteriormente pelos valores que o Reino dos Céus lhe concedeu; ela permitiu que seu coração fosse transformado por esses valores.
Quando olhamos para Madalena, quando contemplamos sua vida, aprendemos verdadeiramente o que é ser um discípulo de Jesus!
O primeiro passo para ser um discípulo de Jesus é deixar-se convencer e converter, deixar o seu coração ser transformado pela realidade do Reino de Deus.
O segundo passo é entregar-se com paixão, entregar-se de coração e seguir verdadeiramente os passos de Jesus, ir aonde Ele está. Onde Jesus pregava, o coração de Madalena estava; quando Jesus foi pregado na cruz, o coração de Madalena estava lá; quando Jesus foi sepultado, o coração de Madalena estava lá para servi-Lo. Cristo foi ressuscitado, e Madalena foi a primeira discípula do Ressuscitado.
O terceiro passo é anunciar. É preciso proclamar e testemunhar que Jesus está vivo. Onde Ele está vivo? Em nossa vida!
Uma vida transformada e renovada é a primeira grande prova, o grande testemunho da Ressurreição de Jesus entre nós. A nossa vida é a grande comprovação de que Ele não está morto, mas sim vivo, porque Sua vida transformou a nossa vida!
Meus irmãos, precisamos fazer o que Madalena fez: testemunhar ao mundo “Eu vi o Senhor!”. Aquilo que vimos, Ele fazer em nossa vida, por isso precisamos anunciar aos outros: “Jesus está no meio de nós!”.

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Não subestimemos a força da oração

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O Senhor nos convida a ouvir e obedecer: “Ouve, ó Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! E Amarás o teu próximo como a ti mesmo! Não existe outro mandamento maior do que este” (Mc 12, 29-33).

DSC_7111Foto: Arquivo CN

Diz o Papa Francisco: «Não subestimemos a força da oração de muitos! Dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar. Rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação».
As “24 horas para o Senhor” incluem momentos de oração, confissões, anúncio do Evangelho e vigílias em diferentes igrejas, pois “Deus é rico em misericórdia” (Ef 2,4).
Essa iniciativa faz com que muitas pessoas tenham a oportunidade de se aproximarem do sacramento da reconciliação e ajuda muitos jovens a reencontrem o caminho para voltar ao Senhor, a fim de viverem um momento de intensa oração e redescobrir o sentido da própria vida.
Dom Rino Fisichella, do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, afirma que é importante ressaltar que “a misericórdia não se reduz ao Sacramento da Reconciliação; ela tem um horizonte muito mais amplo, que empenha cada um de nós a se tornar instrumento da misericórdia para o próximo”.
Vivamos com o coração penitente neste dia, ajudando muitos outros a se aproximarem do Trono da Graça do Senhor, orando pelo mundo inteiro.
Pai das Misericórdias e Deus de toda consolação, ouvi-nos!

Jesus, eu confio em Vós!

Fonte: Canção Nova

Frases de João Paulo II que acompanham a juventude

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Ao longo de seu Pontificado, João Paulo II deixou muitas mensagens de esperança aos jovens; Relembre…

João Paulo II na JMJ em Paris, agosto de 1997 / Foto: Arquivo OR/CPP/CIRIC  August 21,1997: John Paul II waves during a meeting with young at Champ de Mars in Paris. EDITORIAL USE ONLY. NOT FOR SALE FOR MARKETING OR ADVERTISING CAMPAIGNS.
João Paulo II na JMJ de Paris em agosto de 1997 / Foto: Arquivo OR/CPP/CIRIC

O idealizador das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), São João Paulo II, teve a oportunidade de encontrar-se muitas vezes com os jovens, durante os quase 27 anos de seu Pontificado. Em cada oportunidade, o Pontífice deixou sua mensagem de coragem e esperança.
Recorde algumas frases que ainda hoje motivam a juventude:               
“Queridos jovens, ide com confiança ao encontro de Jesus, e, como os novos santos, não tenhais medo de falar d’Ele! Porque Cristo é a resposta verdadeira para todas as perguntas sobre o homem e sobre o seu destino”
(Vigília de oração com os jovens em Madri, Espanha – 03/05/2003) 


“Ao conformarmos a nossa vida com a Sua, vivendo como Ele no amor, adquirimos a verdadeira liberdade para respondermos à nossa vocação. Isto às vezes pode exigir o heroísmo moral, que consiste em empenhar-se com coragem no seguimento de Cristo, com a certeza de que o Mestre nos indica o caminho da felicidade. É somente em nome de Cristo que se pode ir até ao extremo do amor, no dom e no desapego “
(Discurso aos jovens na JMJ em Paris – 21/08/1997)


“Jovens de todos os continentes, não tenhais medo de ser os santos do novo milênio!”
(Mensagem por ocasião da XV JMJ – 29/06/1999) 

 
“Confirmai e aprofundai a vossa adesão à comunidade cristã a que pertenceis (…) o Papa acompanha-vos com afeto e, parafraseando uma afirmação de Santa Catarina de Sena, diz-vos: ‘Se fordes aquilo que deveis ser, pegareis fogo ao mundo inteiro!’”
(Missa de encerramento da JMJ no Jubileu do ano 2000, Roma – 20/08/2000)

JoaoPaulo_LOsservatoreRomano

“Caros jovens, só Jesus conhece o vosso coração e os vossos anseios mais profundos. Só Ele, que vos amou até à morte (cf. Jo13, 1) é capaz de saciar as vossas aspirações. As suas palavras são de vida eterna, palavras que dão sentido à vida. Ninguém, senão Jesus, poderá dar-vos a verdadeira felicidade”
(Mensagem em preparação para a Jornada Diocesana da Juventude – 08/03/2003)


“Sede jovens de fé! de verdadeira e de profunda fé cristã!”(Discurso aos jovens em Ótranto – 05/10/1980)

“Desde a eternidade, Deus já havia pensado em nós e nos amado como pessoas únicas e insubstituíveis. Ele nos chama e seu chamado se concretiza por meio da pessoa de Jesus Cristo que nos diz, como disse aos apóstolos: ‘Vem e segue-me!’”
(Vigília da JMJ em Santiago de Compostela – 19/08/1989)


“Jovens, ‘recebestes o Espírito que, por adoção, vos torna filhos’ (Rm 8, 15). Não desperdiceis esta grande herança”
(Conclusão da  JMJ em  Częstochowa, na Polônia – 15/08/1991)


“Todo encontro entre os jovens católicos e outros jovens cristãos deve ser uma ocasião para descobrirem juntos, ainda mais plenamente, as riquezas da mensagem evangélica da vida e do amor”
(Acolhida dos Jovens na JMJ em Denver – 12/08/1993)


JoaoPaulo_LOsservatoreRomano1

“O futuro depende de vossa maturidade. A Igreja olha para o futuro com confiança, quando ouve de vossos lábios a mesma resposta que Jesus deu a Maria e José, quando o encontraram no templo, ‘Não sabeis que devo ocupar-me das coisas de meu Pai? (Lc 2, 49)'”
(Encerramento da JMJ em Manila – 15/01/1995)

“Em um mundo onde o mal parece triunfar, em que às vezes a esperança parece sufocada (…) fazei-vos próximos uns dos outros, como Cristo Se fez próximo de vós”
(Meditação na Via Sacra na JMJ em Paris – 22/08/1997)

“Convido- vos a ir beber na fonte da vida que é Cristo, a fim de inventardes todos os dias os meios para servir os vossos irmãos no seio da sociedade em que vos compete assumir as vossas responsabilidades de homens e de fiéis. A humanidade tem necessidade de vós nos campos sociais, científicos e técnicos”
(Discurso aos jovens na JMJ em Paris – 21/08/1997)

“Fazei resplandecer a luz de Cristo nas vossas vidas! Não espereis por ser mais idosos, para vos empenhardes no caminho da santidade! A santidade é sempre jovem, como eterna é a juventude de Deus”
(Vigília na JMJ em Toronto, 27/07/2002)

“Seguir Cristo não significa mortificar os dons que Ele nos concede, mas optar por uma vida de doação radical a Ele! Se Ele nos chama a isto, este “sim” torna-se necessário! Por conseguinte, não tenhais medo de vos entregar a Ele. Jesus sabe como deveis levar hoje a sua Cruz ao mundo, para encontrar as expectativas de muitos outros corações juvenis”
(Jornada Diocesana em Roma – 01/04/2004)

Fonte: Canção Nova

 

Façamos parte da família de Jesus

terça-feira, 19 de julho de 2016

Para ser de Jesus e pertencer a Sua família, não é importante ser judeu nem ter o mesmo sangue que Ele. É preciso somente encarnar em sua vida o Evangelho e a vontade do Pai

“Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mateus 12, 49).

Jesus está convidando a todos nós para fazermos parte da família d’Ele. Precisamos ser e fazer parte da família de Deus!
Eu sei que para nós, os laços sanguíneos são aqueles que mais importam. Colocamos, acima de tudo, o nosso amor, o nosso laço familiar para com aqueles que, de fato, são gerados no mesmo ventre da mãe ou, de alguma forma, representam a convivência familiar. Não estou relativizando isso, estou até entendendo e pedindo a você que valorize a sua família e que não a deixe por nenhuma outra. Apenas dizendo que a sua família persista, resista e sobreviva para sempre, pois é a família de Deus.
Procure buscar verdadeiros laços espirituais, pois não adiantam apenas os laços carnais. Aqui, “carnal” não é pecaminoso, mas o carnal dos laços de sangue. Não permita apenas que os laços sanguíneos sejam os mais importantes na sua vida.
Jesus está dizendo que muitos se diziam Seus irmãos e parentes, mas o eram no sangue, não na vontade de Deus, na vivência dos ideais e princípios evangélicos. É duro dizer, mas Jesus não foi aceito, não foi acolhido nem amado por muitos de Seus parentes e familiares, muitos que eram próximo a Ele.
Jesus é solidário com todo aquele que sofre para ser de Deus, mas, muitas vezes, não são compreendidos, não são aceitos na própria família, na própria casa, porque têm rejeição à escolha que fizeram de ser de Deus, à opção de dar a vida por causa do Evangelho.
Dar a vida em favor do Evangelho não quer dizer rejeitar a família, mas dizer para o familiar que devemos ser família para a eternidade, porque os laços sanguíneos se desfazem. Na eternidade: “Olha meu pai ali!”. Está certo pai, mãe, marido, mulher, aqui na terra, gravarem laços bonitos, mas, os laços que não se desfazem são somente os feitos em Deus!
Que sejam puros, retos, que sejam realmente vividos na intensidade do amor evangélico, pois Jesus não foi aceito pelos Seus. Precisamos dizer que para ser de Jesus e pertencer à família d’Ele não é importante que sejamos judeus nem que tenhamos o mesmo sangue que Ele. É preciso somente encarnarmos, em nossa vida, o Evangelho e a vontade do Pai!
Eu e você precisamos ser irmãos de Jesus, parentes d’Ele e da Sua família! O Evangelho de Jesus é o caminho!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Permitamos que nosso tempo seja conduzido por Deus

segunda-feira, 18 de julho de 2016

 
Regemos, de fato, o nosso tempo quando conduzimos todas as coisas em Deus

Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada” (Lucas 10, 41-42).

Marta e Maria representam cada um de nós. Não que haja pessoas que são Marta e outras que são Maria. Na verdade, todos nós temos muito delas ou um pouco das duas. Entretanto, o mais importante é que saibamos ponderar as coisas, sobretudo, o nosso ser Marta, ocupado com afazeres e tarefas, inclusive ocupações necessárias.
Não pense que Marta levava uma vida fazendo coisas que não se devia; ela estava fazendo coisas necessárias e importantes. Precisamos cuidar da nossa casa, da nossa família e dos nossos afazeres, precisamos nos ocupar com as nossas obrigações, mas é importante dizer que precisamos ponderar.
Se Maria estava aos pés do Mestre, é porque aquela era a hora. Não é que Maria vivia o dia inteiro sem fazer nada e só ficava rezando, orando, meditando salmos dia e noite. Ela também fazia como Marta, mas a hora de Deus é a hora de Deus para ela. Não é porque estamos cheios de coisas para fazer, cheios de tarefas e obrigações, que não temos tempo para o Senhor.
Vivemos numa sociedade cada vez mais atropelada por obrigações e ocupações, cada vez mais sem tempo e espaço para Deus no coração.
Não posso pensar numa família em que, todo domingo, a obrigação primeira e principal não seja ir à casa de Deus. Não posso pensar em nós, que temos 24 horas por dia, não termos um tempo precioso, a cada dia, para orarmos, para escutarmos Deus, para meditarmos a Palavra e fazermos nossas obrigações.
Crave no seu coração: oração não é perda de tempo, mas é salvação, é unção e coordenação para o tempo, é a luz que o nosso tempo precisa para ser melhor vivido e aproveitado.
Quando nos colocamos aos pés do Mestre como Maria fez, estamos escolhendo o essencial, a única coisa que não nos será tirada da vida, porque os trabalhos que fizermos serão esquecidos, serão passados adiante, eles podem nos deixar fadigados, cansados e estressados, podem tiram a nossa saúde, roubar-nos de Deus e do convívio sagrado que precisamos ter uns com os outros.
Só regemos, de fato, o nosso tempo, para que ele seja melhor aproveitado, para que seja cada vez mais sagrado, quando conduzimos todas as coisas em Deus e permitirmos que Ele conduza todo o nosso tempo!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Jesus traz toda a leveza de que nosso coração precisa

quinta-feira, 14 de julho de 2016

 

Quando estamos em Jesus, a mansidão de coração nos ajuda a ver as coisas de forma mais leve e suave

Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso” (Mateus 11, 28).

Quem de nós, em algum momento de nossa vida, alguma etapa de nosso dia, ou o dia inteiro, está cansado e fatigado? Cada um de nós tem um fardo a carregar. Traduzo “fardo” como obrigações, compromissos e responsabilidades. Nenhum de nós tem uma vida envolta na maré mansa; pelo contrário, todos nós temos muitas coisas sobre o nosso olhar e nossos ombros.
Alguns têm a responsabilidade de cuidar da casa, da família, do trabalho e dos estudos, e a isso ainda se somam as contrariedades, as coisas que não dão certo e não andam tão bem. Há também as doenças. Cada um conhece o tamanho de seu fardo!
Algumas vezes, olhamos para dentro de nós e há uma certa insatisfação com o que estamos vivendo ou fazendo. Perdemos um pouco do gosto pelas coisas e caímos no desgosto para com a vida e as coisas do jeito que estão. Muitas vezes, até uma coisa muito simples torna-se um fardo pesado.
Jesus sabe o quanto o fardo pesa para nós, Ele sabe quantas durezas temos na vida e conhece como andam as coisas ao nosso redor. Sobretudo, sabe como andam as coisas dentro de nós, em nosso coração e na nossa vida. Por isso, Ele está dizendo: “Vinde a mim!”. Precisamos ir até Jesus, pois Ele já veio até nós. Mas por que precisamos ir até Ele? Porque Ele quer pegar o nosso cansaço, nossa fadiga, e nos dar o Seu jugo, porque Ele é manso e humilde de coração.
Jesus está nos dizendo que, na mansidão e na humilde de coração, encontramos o descanso de que nossa alma precisa! Ele está nos dizendo que levamos as coisas a sério demais, que damos a elas um peso maior do que merecem. Cristo quer nos dizer que a vida merece ser mais leve, e isso não quer dizer que ela não deva ser séria. No entanto, não pode ser encarada com esse peso que costumamos lhe dar, como transformar coisas pequenas em grandes, fazer tempestades num copo d’água. Não podemos nos ofender por qualquer coisa, magoarmo-nos com qualquer situação e achar que tudo está ruim, que tudo pode ser uma tragédia, que há um complô contra nós! Não podemos olhar tudo sobre o prisma da negatividade.
Quando estamos em Jesus, a mansidão de coração nos ajuda a ver as coisas de forma mais leve e suave. Quando estamos em Jesus, precisamos ter humildade de coração, para não buscarmos coisas elevadas e grandiosas demais para nós, coisas que nos deixem sobrecarregados. Façamos o essencial com dedicação e amor, pois o que não deu certo, hoje, pode dar certo amanhã.
Quando estamos em Jesus, não ficamos acumulando tantas coisas ao nosso redor nem dentro de nós, ficamos com o essencial!  Que Jesus, manso e humilde de coração, traga toda a leveza de que nosso coração precisa!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A graça de Deus é reservada aos humildes de coração

quarta-feira, 13 de julho de 2016


Quando o coração é humilde, pequeno e sedento de Deus, tudo que vem d’Ele é novidade, tem um sabor novo

Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos” (Mateus 11, 25).


        Um grande hino de louvor toma conta do coração de Jesus, e Ele exulta em Deus. Por que Jesus está louvando e exultando de alegria no coração do Pai? Porque os tesouros do céu, os tesouros do Pai do Céu, não foram revelados aos sábios e entendidos.
        O mundo está cheio de pessoas que se acham sábias, que entendem e sabem de tudo. Aliás, encontramos ao nosso lado sempre as pessoas que tudo sabem. Hoje, ninguém mais quer aprender, porque já sabem: “Ah, eu já sei!”.
        É interessante uma criança: é pequenina, mas quer aprender tudo de seu pai e de sua mãe, mas assim que se atira para a vida, ela quer ensinar, já não quer mais saber. A mãe vai corrigi-la e diz: “Já sei! Não precisa falar mais, porque já sei!”.
         Você acha que o marido quer saber alguma coisa de sua esposa, mas ele diz: “Eu já sei! Não precisa me falar, porque eu já sei!”. Você acha que o irmão quer aprender com o outro, mas ele diz: “Eu já sei! Não precisa me ensinar nada!”.
         Hoje, vivemos num mundo onde ninguém precisa aprender mais nada, porque cada um se sente mais sábio do que o outro. O ruim do sábio ou dos que se acham sábios é que se apoiam em sua inteligência, em sua sabedoria, em seu conhecimento, e usam disso, inclusive, para dizer o que o outro não sabe, pois quem sabe é ele. Vivemos num mundo de sabichões, onde cada um se põe a saber mais do que o outro.
         A sabedoria de Deus corre da sabedoria deste mundo. A sabedoria divina está nos corações simples, humildes e mansos! Quando você se propõe a pregar a Palavra de Deus, há aqueles que dizem: “Ah, já sei o que o padre vai falar! Já conheço! Já sei o que é isso!”, mas não abstraem, não saboreiam, não pegam a novidade de Deus, porque “já sabem”. Mas quando o coração é humilde, pequeno e sedento de Deus, tudo que vem d’Ele é novidade, tem um sabor novo.
           Na vida também é assim: podemos até já saber fazer uma coisa, mas, se deixarmos o outro nos ensinar, se aprendermos com ele, o que sabemos se tornará melhor, mais amplificado e sábio. Porém, quando não estamos dispostos a escutar o outro, o que sabemos se torna ignorância, soberba e orgulho.
         A graça de Deus não está reservada aos soberbos desta vida, aos orgulhosos deste mundo, mas aos humildes, àqueles que se levantam a cada dia e dizem: “Eu preciso aprender mais! Preciso aprender a viver melhor a cada dia! Quero aprender com Deus. Quero aprender com meu próximo, quero aprender com as pessoas mais simples desta vida!”. As pessoas mais simples são as do campo, aquelas que vivem uma vida de mais simplicidade. Essas são verdadeiras escolas de sabedoria, que os nossos cientistas deixam muito a desejar.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Faça da sua vida um grande milagre de Deus

terça-feira, 12 de julho de 2016

Não seja um espectador de milagres, não fique olhando os milagres acontecerem na vida do outro sem permitir que eles aconteçam na sua vida

Jesus começou a censurar as cidades onde fora realizada a maior parte de seus milagres, porque não se tinham convertido” (Mateus 11, 20).

É muito duro para o coração de Deus ver que as pessoas olham para os milagres como se fossem espetáculos. É verdade que, todos os dias, vemos o milagre da vida, o milagre do amor e da presença de Deus no meio de nós.
Há milagres de Jesus que acontecem ao nosso redor e nos sensibilizam. Vemos pessoas sendo curadas, doentes sendo recuperados, pessoas extraviadas encontrarem o caminho da vida, amizades que não tinham mais jeito encontrarem o caminho da reconciliação, filhos que estavam perdidos voltarem para casa, casamentos que se dissiparam, se renovarem. São milagres para os nossos olhos!
Quando buscamos em Deus, vemos Seus milagres acontecerem! Não seja um espectador de milagres, não fique olhando eles acontecerem na vida do outro sem permitir que aconteçam na sua vida.
Não existe milagre maior do que a conversão de vida, a conversão de coração. Não existe milagre maior do que uma pessoa que estava decidida a fazer o mal e deixa de fazê-lo; não existe milagre maior do que uma pessoa que estava extraviada encontrar o caminho certo para sua vida.
Se olharmos com muita seriedade para nossa vida, veremos que todos nós precisamos de um milagre a cada dia. Precisamos do milagre de desistir de falar mal, de querer mal, de fazer mal ao outro. Aquele milagre que nos deixa, muitas vezes, decididos: “Eu não falo mais com fulano! Não quero mais!”, mas, de repente, o milagre acontece, estamos juntos novamente, estamos nos abraçando, reconciliando-nos.
O grande milagre que meus olhos testemunham é ver as pessoas se reconciliarem com Deus, voltarem para Ele. É ver o milagre das pessoas que se reconciliam com si mesmas, que estavam desgostosas com sua vida, achando-a sem sentido, mas, de repente, estão se amando novamente. O milagre das pessoas se reconciliarem entre si causa lágrimas aos nossos olhos.
O milagre da filha que não queria mais saber de seus pais, que estava brigada com eles e estão se amando novamente. O milagre dos irmãos que não se davam bem, mas, agora, encontraram um jeito de saber conviver. O milagre dos amigos que hoje nem se falam mais, mas encontraram no perdão a reconciliação.
Não basta falar de milagres, não basta contar as “historinhas” dos milagres de Jesus. Permita que os milagres aconteçam na sua vida, toque neles, toque em coisas que dentro de você foram resolvidas, e deixe a graça de Deus fazer impossíveis em sua vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A verdadeira paz vem de Jesus

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Jesus veio nos trazer a espada que separa o que é certo do que é errado, o que é bom do que é ruim, o que é mal do que é o bem

Não penseis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer a paz, mas sim a espada” (Mateus 10, 34).

Essas palavras de Jesus, quando caem em nosso coração, podem até causar uma certa estranheza, mas Ele quis realmente dizer que é o Príncipe, o Senhor da paz.
A paz que Jesus veio nos trazer não é a paz ingênua que nós acreditamos e queremos viver, aquela paz da consciência que não se preocupa com nada, que nós escondemos as coisas erradas e está tudo bem. Não é aquela paz de quem vê as coisas erradas e injustas acontecerem e diz: “Isso não é problema meu! Isso não tem nada a ver comigo!”.
Não foi essa paz que Jesus veio nos trazer! Ele veio nos trazer uma paz inquieta. Quem está em Jesus tem uma inquietude no coração, mas que não é um sinal de perturbação. Inquietude é o mesmo que inconformismo: “Eu não me conformo com o que é errado! Não me conformo com o que é injusto! Não me conformo com as injustiças que estão ao nosso lado!”. Por esse motivo, o Senhor não veio trazer a paz do inconformismo.
Jesus veio nos trazer a espada que separa o que é certo do que é errado, o que é bom do que é ruim, o que é mal do que é o bem. A espada de Jesus traz a verdadeira paz que o mundo precisa.
Quando Jesus está dizendo que veio separar o filho do pai, a filha da mãe, a nora da sogra e assim por diante, é porque a paz não acontece simplesmente por conveniência, onde queremos estar bem com todos em casa e permitimos que as coisas erradas aconteçam com os nossos e ninguém fala nada, porque, se alguém falar algo, estaremos desrespeitando o outro.
Desrespeitamos o outro quando vemos coisas erradas acontecendo, quando vemos o mal crescendo no outro e simplesmente dizemos: “Eu não tenho nada a ver com isso!”. Meus irmãos, isso não quer dizer que temos de ficar pegando no pé de alguém, ficar incomodando a pessoa o tempo inteiro; no entanto, mães e pais, irmãos e irmãs, nós precisamos nos ajudar! Temos de ser sentinelas na vida do outro. ‘Sentinela’ não quer dizer ser chiclete ou grude, mas ter atenção e cuidado.
Não podemos ver alguém querendo tomar veneno e dizer: “Ah, é problema dele! Tomou, porque quis!”.  Se estamos vendo que o irmão vai tomar aquilo que lhe fará mal, precisamos dizer: “Meu irmão, isso vai lhe fazer mal! Vai matá-lo, destruí-lo!”. É verdade que precisamos ter o jeito certo de falar, jeito de ajudar, mas precisamos ajudar e querer ser ajudados.
É ruim quando, numa casa, ninguém ajuda ninguém, fica todo mundo naquela falsa paz, naquele falso moralismo, naquela falsa concordância, e o mal vai corroendo essa casa, essa família.
Se estamos vendo que nosso pai e nossa mãe, que nossa irmã e nosso irmão estão indo pelo caminho errado, estão fazendo algo que não lhes convêm, precisamos, com paciência, com prudência e caridade, saber corrigi-los e ajudá-los. Só não podemos viver a falsa paz no mundo e deixar o mal reinar dentro de casa.
Que a espada de Cristo nos dê a sabedoria necessária para não sermos levados pelo mal nem o deixarmos crescer no meio de nós.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Sem cerimônia de posse, Dom Genival se apresenta como Administrador Apostólico da Arquidiocese da PB

domingo, 10 de julho de 2016

 
O Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba, Dom Genival Saraiva de França, reuniu-se com os padres que integram o Colégio dos Consultores na manhã deste sábado, dia 9 de julho de 2016, no Seminário da Arquidiocese da Paraíba Imaculada Conceição, no Castelo Branco, em João Pessoa (PB).


O primeiro contato com os padres foi numa das Capelas do Seminário. Todos os integrantes estavam presentes: Côn. Dorgival Vicente Ferreira, Côn. Mons. Ednaldo Araújo dos Santos, Côn. Geraldo Magela Christovam, Côn. Mons. Ivônio Cassiano de Oliveira, Côn. José Marcílio Carneiro Cavalcanti, Pe. Luiz Antônio de Oliveira, Côn. Mons. Nereudo Freire Henrique, e Mons. Virgílio Bezerra de Almeida.


Dom Genival apresentou a todos o Decreto da Congregação para os Bispos (Prot. N. 432/2016, publicado no dia 6 de julho de 2016), com a nomeação do Papa Francisco, que o tornou Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba. O Decreto foi lido pelo chanceler da Arquidiocese da Paraíba, Pe. Abel. “Não havia necessidade de posse. Desde o dia 6 já era, por força do Decreto, o Administrador Apostólico. Este encontro trata-se de uma apresentação oficial ao Colégio dos Consultores”, explica Dom Genival.


O Colégio dos Consultores é instituído como Órgão Colegiado de Presbíteros. Sua função é prestar colaboração no governo da Arquidiocese, nos assuntos administrativos, econômicos e patrimoniais, envolvendo a natureza jurídica dos mesmos, em conformidade com o Cânon 502 § 1º do Código de Direito Canônico. Os membros do Colégio dos Consultores são constituídos pela autoridade do Arcebispo Metropolitano, com a aceitação explícita destes. O Colégio dos Consultores possui caráter permanente e eminentemente consultivo.


Durante o encontro na Capela, Dom Genival fez um breve relato sobre a sua vida religiosa. Após momentos de oração, esta parte do encontro foi encerrada com todos cantando o Hino de Nossa Senhora das Neves - Padroeira da Arquidiocese da Paraíba.


Numa sala do Seminário, aconteceu a reunião fechada entre Dom Genival e o Colégio dos Consultores. Nela, diante de todos, Dom Genival assinou o Comunicado que informa que ele havia assumido o ofício de Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba.
 

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