É preciso ter fé e acreditar que Deus está agindo por nós!

segunda-feira, 31 de março de 2014

Nós seremos questionados se fomos à igreja ou se não fomos, por isso, a nossa fé naquilo que Jesus pode fazer por nós será a coisa mais providencial para vermos a mão de Deus agindo.

”’O funcionário do rei disse: Senhor, desce, antes que meu filho morra! Jesus lhe disse: ‘Podes ir, teu filho está vivo”’(João 4,49).

Na narração do Evangelho de hoje, Jesus volta a Galileia e ali é recebido com muito entusiasmo; mas o entusiasmo daquelas pessoas é porque querem ver os milagres e os prodígios de Jesus, muitas vezes, muito mais do que pela fé e confiança na pessoa do Mestre.
Ele volta para Caná da Galileia, onde realizou o Seu primeiro milagre: a transformação da água em vinho. Até aquele momento as pessoas se recordavam daquele fato prodigioso de Jesus naquele lugar, por isso, o funcionário do rei se aproxima do Senhor e pede a Ele: ”O meu filho está doente, faz algo por ele”. O funcionário daquele rei sabe que o Messias pode curar seu filho doente, sabe que o Senhor pode fazer algo por seu filho enfermo. Óbvio que Jesus questiona o entusiasmo dele, como o entusiasmo daquelas pessoas: ”Porque se vocês não veem sinais e prodígios, vocês não irão acreditar”.

O funcionário do rei cai em si, mas implora com mais insistência: ”Por favor, Senhor, desce antes que o meu filho morra”. Muitas vezes, você não precisa ser uma pessoa de Igreja para ter a certeza de que muitas coisas só Deus pode fazer por você, pela sua casa e pelos seus filhos. E na hora de implorarmos a Deus  que faça algo em nosso favor, nós seremos questionados se fomos à igreja ou se não fomos, por isso, a nossa fé naquilo que Jesus pode fazer por nós será a coisa mais providencial para vermos a mão de Deus agindo.

Hoje, eu quero me unir a tantos os pais e mães que sofrem com seus filhos doentes, enfermos; que estão muitas vezes perdidos no mundo das drogas e do álcool. Pais que não sabem o que fazer com os filhos desorientados, muitas vezes, rebeldes e indisciplinados. Tenha a mesma confiança, pai, tenha a mesma confiança, mãe, como teve esse funcionário do rei ao implorar ao Senhor Jesus: ”Jesus, faça algo para o meu filho, faça algo para a minha filha, antes que ele(a) morra”. As palavras de Jesus, para ele, serão para você também: Creia, minha filha, creia, meu filho, que seu filho está vivo!

Peça realmente para Jesus levar vida a seus filhos, para os nossos jovens, moças e rapazes, que, muitas vezes, estão sucumbindo em meio às trevas deste mundo e não há quem faça nada por eles. Nós precisamos implorar a Jesus que tenha misericórdia dos nossos, para que a Luz do Senhor, a cura do Senhor e a bênção do Senhor venham em socorro dos nossos.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Cristo é a luz que ilumina a nossa vida!

domingo, 30 de março de 2014


Se hoje eu e você reconhecemos quão cegos andamos nesta vida, nos aproximemos de Jesus, aquele que é a Luz do mundo, e peçamos que Ele abra os nossos olhos e nos permita ver aquilo que a vida inteira não enxergamos.

”E cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego” (João 9,6).


Este quarto domingo da Quaresma nos dá a graça de refletirmos sobre a luz e a cegueira. Primeiro, quem nasce cego ou torna-se cego, a grande dificuldade é não enxergar a luz; ele pode tocar, pode apalpar e perceber as coisas, mas falta a luz da visão; a luz para enxergar o que acontece no dia a dia e assim por diante.

Certamente este não é o maior dos males e não é nenhum grande problema para a humanidade, porque há muitos cegos que têm uma visão interior muito mais profunda, uma percepção das coisas, da vida e do mundo muito mais ampla do que nós, que muitas vezes temos dois olhos e enxergamos só o que queremos e o que não devemos e não enxergamos o interior das coisas, da alma e a profundidade da vida.

Hoje, quando Jesus cura esse cego, que Ele veio mostrar a situação interior que se encontra a humanidade, na qual predomina uma verdadeira cegueira, na qual não somos capazes de enxergar a Luz de Deus, a bondade de Deus e a verdade onde a verdade se encontra. Não existe mal espiritual mais sério para um filho ou para uma filha de Deus ser cego ou tornar-se cego espiritualmente falando. Porque você veja, quando a cegueira envolve o nosso ser, nós só conseguimos enxergar as coisas de forma limitada ou, muitas vezes, só aquilo que queremos enxergar.

Nós não somos capazes de ver a mão de Deus, a ação de Deus agindo, também não somos capazes de enxergar a profundidade das coisas; vemos as coisas de forma superficial.  Quando estamos envolvidos por essa cegueira, não somos capazes de enxergar uns aos outros, a importância do outro em nossa vida, aquilo que o outro significa para nós; enxergamos a vida a partir de nós e somos o centro do mundo.

A cegueira é uma coisa terrível, porque quando nos tornamos cegos vamos nos atropelando uns aos outros, passamos em cima das pessoas e não enxergamos quem está do nosso lado, nem quem está à nossa frente. A cegueira nos leva a nos machucarmos uns aos outros e não nos dá a possibilidade e a sensibilidade de perceber o alcance daquilo que falamos ou fazemos para as outras pessoas.

Do outro lado, nós contemplamos Jesus, que veio para iluminar a humanidade, veio para abrir os olhos daqueles que estão cegos. Se hoje eu e você reconhecemos quão cegos andamos nesta vida, nos aproximemos de Jesus, aquele que é a Luz do mundo, e peçamos que Ele abra os nossos olhos e nos permita ver aquilo que a vida inteira não enxergamos; nos permita ser mais sensíveis a tantas realidades ao nosso lado e, acima de tudo, a enxergarmos onde está a Sua vontade e a Sua mão que conduz este mundo.

Que Deus abençoe você!

Aplicativos de celular fortalecem a espiritualidade carismática

sábado, 29 de março de 2014

Entre as possibilidades oferecidas pela comunicação digital, a mais importante diz respeito ao anúncio do Evangelho. (...) Trata-se, antes de tudo, de encontrar mulheres e homens reais, muitas vezes feridos ou confundidos, para lhes oferecer verdadeiras razões de esperança. (Discurso do Papa Francisco aos participantes na Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para os Leigos).
Atentos ao pedido que a Igreja faz, desde Bento XVI e agora com Papa Francisco, à evangelização por meio de novas tecnologias, os Ministérios de Intercessão e de Oração por Cura e Libertação criaram aplicativos para celulares que auxiliam tanto nos serviços ministeriais, quanto no aprofundamento da espiritualidade carismática e intimidade com Deus.
Aplicativo Amigos de Deus

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Criado em outubro de 2013, o aplicativo “Amigos de Deus” já é utilizado por mais de 1500 pessoas. O Ministério de Intercessão tem o objetivo de ajudar os membros da RCC do Brasil a aprofundarem sua espiritualidade pessoal e se manterem atualizados com as notícias do Movimento.
O coordenador nacional do Ministério de Intercessão, Luiz César, conta que os usuários podem encontrar funções que auxiliam na prática da oração pessoal: “são disponibilizadas diversas ferramentas como, por exemplo, a Mobilização Nacional de Oração, a liturgia diária e até mesmo a liturgia em áudio”. O aplicativo também possui uma lista com orações, desde as mais conhecidas na Igreja às que são mais rezadas pelos membros do Movimento.
É oferecido ainda um espaço destinado aos membros do Ministério com conteúdo específico de formação, direcionamentos e notícias. “Na sessão dos intercessores, estão disponibilizadas a Rede Nacional de Intercessão, que é atualizada todos os meses, e os roteiros para a intercessão no Grupo de Oração e nos eventos da RCC”.
Outro ponto interessante é o acesso rápido aos dois canais de televisão católicos que podem ser assistidos online pelo celular. O objetivo desta função é facilitar às pessoas a assistirem aos programas da RCCBRASIL: Celebrando Pentecostes, na TV Canção Nova, e o Renovação em Ação, na Rede Século 21.
Os usuários do “Amigos de Deus” podem manter contato entre si e com o administrador do aplicativo, por meio do campo “Deixe sua mensagem”, pelo qual testemunhos, frases de encorajamento, de louvor, e até mesmo dúvidas sobre a utilização da ferramenta podem ser compartilhadas. Também são disponibilizados meios de contato com a coordenação nacional do Ministério de Intercessão.
O aplicativo é compatível com o sistema Android e iOS (iPhone). Para baixar o “Amigos de Deus”, acesse em seu celular o link: app.vc/oracoes_carismaticas_ que deverá iniciar automaticamente o download. Depois, selecione a opção instalar e comece a utilizar!
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Aplicativo MOCL Brasil

O MOCL Brasil é o aplicativo do Ministério de Oração por Cura e Libertação que foi lançado durante o Encontro Nacional de Formação 2014. Destinado aos membros do Ministério, a ferramenta oferece vários conteúdos de formação.
A sessão “Artigos” e “Formações” disponibilizam textos que trazem direcionamentos aos ministeriados sobre o exercício da oração de cura e libertação, explicações sobre os projetos implantados pelo Ministério, além de textos que tratam sobre temas relacionados a este serviço da RCC e à Igreja.
Outras duas sessões de multimídias integram o aplicativo, com uma galeria de fotos e um acesso rápido a um canal do YouTube com vídeos de pregações e formações. Também está disponível o Terço da Virgem Poderosa, oração oficial do Ministério.
Os ministeriados podem encontrar em outra sessão a Agenda com datas tanto específicas do Ministério em instâncias nacional e estadual, quanto da RCC do Brasil. E para facilitar a comunicação, há o espaço com informações sobre o contato da coordenação nacional do Ministério de Oração por Cura e Libertação.

O aplicativo também é compatível com o sistema Android e iOS (iPhone). Para baixar o “MOCL Brasil”, acesse em seu celular o link: app.vc/mocl_brasil que deverá iniciar automaticamente o download. Depois, selecione a opção instalar.
Aproveite da tecnologia para se aproximar do Senhor, aprofundar sua espiritualidade e ficar por dentro dos direcionamentos do nosso Movimento!

Fonte: RCC Brasil
 

Você tem dúvidas sobre a Confissão? O Papa Francisco responde

sexta-feira, 28 de março de 2014

 

A Confissão é uma grande e maravilhosa oportunidade de curar a alma e o coração

O Papa Francisco convidou igrejas do mundo inteiro a dedicarem 24 horas ininterruptas ao Senhor, de hoje até amanhã: é uma verdadeira “festa do perdão”, na qual as pessoas podem fazer adoração e se confessar.

Em uma das suas catequeses, o Papa falou precisamente da confissão, um sacramento muitas vezes considerado “fora de moda” e cada vez menos praticado. No entanto, ela é um meio concreto para viver uma experiência da misericórdia do Deus vivo, que liberta o nosso coração do peso do pecado que nos oprime.

Deixemo-nos ensinar pelo Santo Padre, que responde de maneira muito simples e direta a várias objeções que costumamos colocar ao sacramento da Reconciliação.

Os trechos a seguir são palavras do Papa Francisco. O texto completo pode ser lido clicando aqui. Aqui, apenas colocamos alguns títulos, para que identifiquemos melhor seu conteúdo.

Para que serve o sacramento da Confissão?

O Sacramento da Reconciliação é um Sacramento de cura. Quando me confesso é para me curar, para curar a minha alma, o meu coração e algo de mal que cometi. O ícone bíblico que melhor os exprime, no seu vínculo profundo, é o episódio do perdão e da cura do paralítico, onde o Senhor Jesus se revela médico das almas e, ao mesmo tempo, dos corpos (cf. Mc 2, 1-12; Mt 9, 1-8; Lc 5, 17-26).

A celebração deste sacramento é um ato eclesial?

Ao longo do tempo, a celebração deste Sacramento passou de uma forma pública — porque no início era feita publicamente — para a pessoal, para a forma reservada da Confissão. Contudo, isto não deve fazer-nos perder a matriz eclesial, que constitui o contexto vital.

Com efeito, a comunidade cristã é o lugar onde o Espírito se torna presente, que renova os corações no amor de Deus, fazendo de todos os irmãos um só em Cristo Jesus. Eis, então, por que motivo não é suficiente pedir perdão ao Senhor na nossa mente e no nosso coração, mas é necessário confessar humilde e confiadamente os nossos pecados ao ministro da Igreja.

Por que precisamos nos confessar na frente de um padre?

Na celebração deste Sacramento, o sacerdote não representa apenas Deus, mas toda a comunidade, que se reconhece na fragilidade de cada um dos seus membros, que ouve comovida o seu arrependimento, que se reconcilia com eles, os anima e acompanha ao longo do caminho de conversão e de amadurecimento humano e cristão.

Podemos dizer: eu só me confesso com Deus. Sim, podes dizer a Deus "perdoa-me", e confessar os teus pecados, mas os nossos pecados são cometidos também contra os irmãos, contra a Igreja. Por isso, é necessário pedir perdão à Igreja, aos irmãos, na pessoa do sacerdote.

Eu sinto vergonha de me confessar, o que faço?

"Mas padre, eu tenho vergonha...". Até a vergonha é boa, é saudável sentir um pouco de vergonha, porque envergonhar-se é bom. Quando uma pessoa não se envergonha, no meu país dizemos que é um "sem-vergonha": um "sin verguenza". Mas até a vergonha faz bem, porque nos torna mais humildes, e o sacerdote recebe com amor e com ternura esta confissão e, em nome de Deus, perdoa.

A confissão também é um momento de desabafo humano?

Até do ponto de vista humano, para desabafar, é bom falar com o irmão e dizer ao sacerdote estas coisas, que pesam muito no nosso coração. E assim sentimos que desabafamos diante de Deus, com a Igreja e com o irmão.

Não tenhais medo da Confissão! Quando estamos em fila para nos confessarmos, sentimos tudo isto, também a vergonha, mas depois quando termina a Confissão sentimo-nos livres, grandes, bons, perdoados, puros e felizes. Esta é a beleza da Confissão!

Uma pergunta do Papa também para quem está lendo este texto:

Gostaria de vos perguntar — mas não o digais em voz alta; cada um responda no seu coração: quando foi a última vez que te confessaste? Cada um pense nisto... Há dois dias, duas semanas, dois anos, vinte anos, quarenta anos? Cada um faça as contas, mas cada um diga: quando foi a última vez que me confessei? E se já passou muito tempo, não perca nem sequer um dia; vai, que o sacerdote será bom contigo. É Jesus que está ali presente, e é mais bondoso que os sacerdotes, Jesus receber-te-á com muito amor. Sê corajoso e vai confessar-te!

Fonte: Aleteia

Só ama o próximo quem ama a Deus de todo o coração

Quando eu amo a Deus com todo o meu coração e com toda a minha alma, eu sou capaz de amar o meu próximo, eu sou capaz de respeitar o meu próximo, eu sou capaz de reconhecer o lugar que ele merece no meu coração.

”O primeiro é este: Ouve, ó Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! O segundo mandamento é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo!” (Marcos 12-28-31).

Os Mandamentos do Senhor não são pesados para nós, desde que saibamos colocar as coisas na devida ordem e no devido critério. Sim, é preciso ter prioridades em nossa vida; a vida de um ser humano, de um filho de Deus, começa a ficar bagunçada e a perder a ordem quando ele não estabelece critérios de prioridades.

E quais são as prioridades da nossa vida? A prioridade é aquilo que vem do fundo da nossa alma, as prioridades vêm das nossas paixões e de tudo daquilo que para nós é importante.
“Amarás o Senhor teu Deus com toda a sua força, com todo o teu coração, com toda a tua capacidade”. Saber colocar Deus em primeiro lugar significa ter os pensamentos de Deus, os sentimentos d’Ele e ser guiado por Ele. A voz interior d’Ele, que clama em nós, ordena, primeiro, a nossa vontade, pois quantas vezes nós temos vontades negativas dentro de nós? Quantas vezes vêm desejos dentro de nós que não são bons, são maus! Mas, se nós permitirmos que a voz interior, a voz de Deus, a qual nós encontramos um dia, comande a nossa vontade, nós poderemos discipliná-la mais. A voz de Deus, que comanda os nossos desejos e as nossas intenções, vai nos levar a cada dia a adorarmos o Senhor pela oração, pois quando amamos a Deus, nós acordamos sedentos d’Ele e dormimos com Ele dentro de nosso coração.

Quando nós amamos a Deus, nós O colocamos naquilo que fazemos; nós O colocamos em nosso trabalho, em nossas relações, nós O colocamos aonde nós vamos e onde estamos.
Amar a Deus não significa ser de Deus somente quando eu estou na Santa Missa, quando eu estou fazendo uma oração. Ser de Deus e amar a Deus significa colocá-lo em primeiro lugar em todos os lugares e em tudo o que faço Ele ser prioridade para mim.

Quando eu amo a Deus com todo o meu coração e com toda a minha alma, eu sou capaz de amar o meu próximo, eu sou capaz de respeitá-lo e de reconhecer o lugar que ele merece no meu coração. É o amor de Deus que orienta todos os amores do nosso coração!

Que Deus abençoe você!

"24 horas para o Senhor": a Festa do Perdão começa hoje


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Cidade do Vaticano (RV) – Com uma celebração penitencial presidida pelo Papa Francisco, na Basílica de São Pedro, começa na tarde desta sexta-feira, 28, a iniciativa “24 horas para o Senhor”. Na cerimônia, o Papa vai confessar pessoalmente alguns fiéis.

Três igrejas do centro de Roma ficarão abertas durante toda a noite para orações e confissões. “Será uma festa do perdão à qual vão aderir dioceses e paróquias do mundo todo”, disse Francisco, no último domingo.

Jovens pertencentes a várias realidades eclesiais serão “os novos evangelizadores” de seus coetâneos, convidando-os a entrar nas igrejas, onde padres estarão à disposição para quem quiser se confessar. Sábado, às 17h, na igreja de Santo Spirito in Sassia, Dom Rino Fisichella celebrará as vésperas do IV Domingo de Quaresma, encerrando a iniciativa. O Pontifício Conselho para a Nova Evangelização é o promotor das “24 horas para o Senhor”.

A Rádio Vaticano transmite ao vivo, da Basílica de São Pedro, a celebração penitencial de abertura da iniciativa, a partir das 16h50 (12h50 no horário de Brasília), com comentários em português. Padre José Raimundo dos Santos, da Diocese de Amargosa, na Bahia, é estudante em Roma e colabora com o Programa Brasileiro. Ele nos esclarece sobre o significado desta celebração.

Ouça-o clicando acima.
(CM)

Não permita que a discórdia semeie a divisão em sua vida

quinta-feira, 27 de março de 2014

A divisão acontece quando não somos mais capazes de suportar as diferenças, porque queremos o mundo do nosso jeito, da nossa forma, da nossa maneira de pensar. Nós, muitas vezes, somos usados pelo mal e usamos o mal para semear a separação e a divisão no meio de nós.


”Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá uma casa por cima da outra” (Lucas 11,17).


A Palavra de Deus, hoje, nos dá a condição para vermos a ação do demônio no meio de nós; melhor ainda: a ação do diabo, ele é o ”diabolus”, aquele que divide, separa; aquele que não é a favor do que é unido e estável. Ele dividiu o Reino de Deus, separando-se dos anjos que fizeram a vontade do Senhor; a missão do diabo no mundo é justamente esta: lançar a divisão e a separação.

Vivemos em um mundo dividido pela desigualdade, vivemos em um mundo dividido por limites geográficos, políticos e por tantas outras coisas. Mas a grande divisão não é esta, a grande divisão é aquela que está no fundo do coração humano, fruto do orgulho e da autossuficiência. Fato que leva, muitas vezes, o ser humano a acreditar que é melhor do que o outro, que é mais importante do que o outro e que pode mais do que o outro.
A divisão nos leva a nos acusarmos uns aos outros, colocando a culpa neste ou naquele e, então, não somos mais capazes de operar a conciliação e a reconciliação. Basta ver como se dividem nossas casas e nossas famílias; não estou falando de divergências e de diversidades de opinião e de expressões de vida, que são coisas saudáveis e maravilhosas, pois, na mesma casa, um pode pensar de um jeito, outro de outro; o marido pode ver de uma forma e a mulher de outra Isso não é a divisão a que me refiro.

A divisão [causada pelo mal] é quando um se põe contra o outro, quando um não é mais capaz de conviver com o outro; quando não somos mais capazes de suportar as diferenças, porque queremos o mundo do nosso jeito, da nossa forma e da nossa maneira de pensar. Nós, muitas vezes, somos usados pelo mal e usamos o mal para semear a separação e a divisão no meio de nós.

A divisão, muitas vezes, tenta reinar na Igreja, na casa de Deus, por intermédio dos grupos e das lideranças que, muitas vezes, estão à frente de nossa Igreja. E já vimos muita coisa de Deus se acabar, se destruir, não porque Deus quisesse, mas por causa da divisão e da desunião humana. Já vimos esse mal em nossas casas, em nossas famílias; por isso, neste tempo favorável, que é o tempo da Quaresma, precisamos pedir perdão a Deus por todas as vezes em que nos deixamos levar pelo espírito da divisão, pelo espírito da discórdia e, por todas as vezes que somos levados por este mesmo espírito a semear a discórdia, a divisão e a separação no Reino de Deus e entre os irmãos.

Que Deus abençoe você!

Maria é a grande colaboradora no mistério da redenção!

terça-feira, 25 de março de 2014



A Virgem Maria é a grande colaboradora no mistério da redenção; é aquela que, com seu ”sim”, com sua entrega e com sua disponibilidade, permite a realização da operação mais maravilhosa que já houve na face da terra!
”Maria, então, disse: ‘Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!”’ (Lucas 1,38).

Nós temos a graça de celebrar hoje a Solenidade da Anunciação do Senhor, por isso nós interrompemos o tempo que vivemos da Quaresma para entrarmos em sintonia com outro tempo de graça, que é o tempo do Natal. Nós, hoje, celebramos, com nove meses de antecedência, o princípio da Encarnação do Verbo Divino: a maneira como Deus entrou na nossa história para se fazer um de nós. Usaremos primeiro a opção de Deus ou a ação de Deus: foi Ele quem quis, foi Ele que escolheu o meio e o caminho para nos salvar.
Bendito seja Deus porque Ele não nos deixou sozinhos, não nos deixou no cativeiro da morte e do pecado, mas quis nos salvar; por isso, o Verbo Divino se encarna hoje no ventre de Maria. O divino se encontra com o humano e o humano se abre, como dom, para receber essa graça divina. De um lado Deus, que toma a iniciativa e do outro, a humanidade na pessoa da Virgem Maria, que se abre para receber esse dom de Deus.
Louvado seja Deus pelo ventre de Maria, louvado seja Deus pela disponibilidade e pela docilidade da Virgem Maria, que diz o seu “sim” a Deus e que se abre de corpo e alma para que nela se opere o mistério da salvação da humanidade!
A Virgem Maria é a grande colaboradora no mistério da redenção; é aquela que, com seu ”sim”, com sua entrega e com sua disponibilidade, permite a realização da operação mais maravilhosa que já houve na face da terra: é uma nova criação que se inicia no seu ventre. O mesmo Deus, que criou todas as coisas no princípio, agora cria uma nova humanidade, cria um novo Homem, um novo Adão, na pessoa de Jesus. Jesus não existia antes de Maria, humanamente falando, Ele existia na sua condição divina, como Verbo Divino. Cristo o Senhor se torna homem, Jesus Nosso Salvador, por essa união maravilhosa e sagrada do Espírito Santo, que se une à nossa natureza humana na pessoa de Nossa Senhora.
A Santíssima Virgem Maria não é divina, mas divinamente se abre para acolher a ação de Deus em sua vida. Ela agora é a nova mulher, a primeira recriada por Deus na nova humanidade que Ele começa a partir dela. Bendito sejas, nosso Deus, pelo ventre que Te acolheu, pelos seios que amamentaram Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!
Hoje, nós comemoramos o nascimento e o início de uma nova humanidade, nós celebramos com todo o amor, alegria, glórias aos céus, o “sim” de Maria, o “sim” redentor para todos nós!

Que Deus abençoe você!

A indiferença com as coisas de Deus é um grande mal

segunda-feira, 24 de março de 2014


Valorize o dom de Deus que está perto de você, saiba acolher o melhor que há em cada pessoa!
”Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria” (Lucas 4,24).

Nesta passagem, Jesus, o Profeta enviado de Deus, se compara ao profeta Eliseu e ao profeta Elias; Ele mesmo dá o exemplo de que Elias não fez o milagre para o povo da sua região, ali de Israel, mas sim para uma viúva que era de Sarepta na Sidônia. Do mesmo modo ocorreu com o profeta Eliseu, pois embora houvesse muitos leprosos em sua época, quem foi curado pela intercessão dele foi Naamã, que era sírio (cf. 2 Reis 5). O povo judeu reivindicava para si o direito de ser o único povo de Deus, o único povo a receber as benesses, as bênçãos, as graças de Deus; no entanto, o Senhor veio para todos e até aqueles que talvez tivessem mais direito de receber os dons de Deus, a graça de Deus, muitas vezes, não os recebem porque se comportam com uma total frieza e indiferença. E por isso, Deus dá os Seus dons, a Sua graça e Suas bênçãos a quem Ele desejar, a quem precisar receber essas graças. Não importa a nacionalidade, a região ou lugar no mundo, todos têm direito a receber a graça do Senhor. Do outro lado, quando o Senhor diz que nenhum profeta é bem aceito em sua pátria, é bom lembrar o que acontece em nossas casas, pois, muitas vezes, os filhos não escutam seus pais, escutam todos da rua, menos os pais e os irmãos. E utilizam aquela famosa frase: ”Quem é você para falar alguma coisa para mim?”. Quantas vezes, as pessoas se acostumam com o padre que já tem, com o pregador que já tem, aquele que já é dali, por isso dizem: “Não, nós precisamos de alguém de fora, esse aqui já é nosso, estamos acostumados com ele!”, e assim por diante. Nós, muitas vezes, não sabemos acolher os dons que estão próximos de nós, nem valorizar aquilo que Deus deu a nós e queremos buscar sempre fora aquilo que Deus nos deu. Por essa razão, desse modo vamos enfraquecendo a autoridade e a relação que o profeta, o pai, a mãe e aquele que Deus enviou a nós podem exercer sobre nós. Porque, devido à nossa exigência de querer sempre o melhor, nós achamos que o melhor é quem está fora, é quem está distante. Esquecemos que o pai, a mãe, o irmão, o profeta, o padre e o pastor que temos são o dom que Deus nos deu. Se soubéssemos aproveitá-los melhor, valorizá-los muito mais, nós receberíamos, por intermédio da intercessão deles, mais graças de Deus do que pelas mãos de qualquer outro profeta. Valorize o dom de Deus que está perto de você, saiba acolher o melhor que há em cada pessoa! O de fora sempre parece melhor, porque o de fora nós conhecemos a casca e, às vezes, tem tantos limites como os que nós temos perto de nós. 

Deus não se cansa de nos oferecer Sua misericórdia!

sábado, 22 de março de 2014


Deus Pai está aqui de braços abertos, não deixe que o mundo acabe com a sua vida! O Pai o ama e o quer de volta! Seja a mão misericordiosa do Pai para os corações!


”Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho” (Lucas 15,21).



O capítulo quinze do Evangelho de São Lucas nos apresenta uma das páginas mais belas de toda a Sagrada Escritura: a beleza do relato de um pai. Eu até gosto de chamar esse pai de  ”pai pródigo”, porque é um pai cujo coração esbanja amor, misericórdia, bondade e ternura para com seus filhos e, esse mesmo pai tem dois filhos, um mais velho e um mais novo e a história você conhece.


O fato é que quanto mais o tempo passa tanto mais se torna atual essa mensagem evangélica, porque, no meio de nós, somos, muitas vezes, como este filho que reclama do pai o direito de viver a vida, como nós queremos viver. No entanto, se não vamos à radicalidade de deixar tudo, vamos aos poucos dando brechas e ficando indiferentes a Deus e à Sua mensagem. Afinal de contas, existe um mundo que nos provoca, existe um mundo que nos chama para fora, existe um mundo que vai nos puxando aos poucos dos braços do Pai. Nós não queremos conscientemente dizer: ”Ah, eu rejeitei meu Pai”. Não, mas temos um sonho de autonomia, de independência, de viver a vida com os nossos próprios olhos. E, nisso, nós, muitas vezes, vamos viver  no “mundão” de meu Deus.


Sabem, convivendo com os colegas de trabalho, convivendo com as pessoas no mundo em quem nós vivemos, isso pode despertar em nós aquele desejo de ser igual a todo mundo. Os filhos de Deus, os filhos da Igreja,  o povo de Deus, muitas vezes, se cansam de ser de Deus, se cansam de levar essa vida e, assim, caem na velha tentação de que existe um mundo melhor, de que existe mais vida vivendo longe de Deus, vivendo as coisas de Deus do seu jeito.

Quando nós partimos para esse mundo de meu Deus, vivemos para viver o nosso egoísmo, para vivermos a vida do jeito que achamos que tem de ser. Nós não percebemos porque o mundo vai nos sugando aos poucos, o mundo vai nos puxando com o “pezinho”, com o “dedinho”, com a “mãozinha” e, aos poucos, nós somos inteiros sucados pelo modo que ele [mundo] vive.

Quanta saudade de Deus existe no coração de muitos de nós! Saudade de uma vida de mais oração, de mais entrega, de mais escuta à vontade de Deus, porque estamos longe, distantes d’Ele. No Evangelho de hoje, o filho mais novo venceu seu orgulho e reconheceu, depois de cair em um profundo abismo e em uma profunda miséria, que tinha abandonado a casa do pai, que era melhor ser um simples empregado lá do que viver comendo as lavagens de porco do mundo.

Quantos filhos de Deus partiram no mundo e não voltaram, quantos filhos de Deus estão vivendo no mundo imersos na sujeira, mas, devido ao orgulho, ao ressentimento e à mágoa, preferem ficar por lá. Hoje, o Pai é tão bom que Ele não só está de braços abertos, mas Ele está batendo de porta em porta, esse Pai é tão misericordioso, que Ele vai às ruas, às avenidas, a qualquer lugar, e não tira a liberdade dos Seus, mas diz: ”O Pai está aqui de braços abertos, não deixe que o mundo acabe com a sua vida”, porque Deus Pai o ama e o quer de volta! Seja a mão misericordiosa do Pai para ir bater à porta dos corações de muitos que estão desgarrados para entender que o Pai está esperando por todos!


Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Papa encontra membros de outras religiões

sexta-feira, 21 de março de 2014

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Cidade do Vaticano (RV) - Um encontro realizado em um clima de grande simplicidade e espírito de família: assim foi definido o encontro vivido na manhã desta quarta-feira, no Vaticano por um grupo de 20 representantes de oito religiões com o Papa Francisco, representando 250 pessoas, entre cristãos, muçulmanos, hindus, hebreus, sikhs, budistas e de outras religiões, participantes do encontro “Chiara e as religiões. Juntos rumo à unidade da família humana”, em andamento desta a última terça-feira em Castel Gandolfo. O Papa Francisco expressou seu apreço pela iniciativa em recordação de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares, seis anos após a sua morte e concluiu: “Importante é caminhar e nunca parar”. A todos então o pedido “rezem por mim”.

Sobre a importância deste original evento que se conclui nesta noite de quinta-feira com uma palestra pública na Pontifícia Universidade Urbaniana, a Rádio Vaticano ouviu Roberto Catalano, Diretor do Centro para o Diálogo Inter-religioso do Movimento dos Focolares:

R. - Uma das definições mais típicas da personalidade de Chiara Lubich foi a de “mulher de diálogo”. Diálogo que ela fez dentro da Igreja Católica, com os fiéis de outras comunidades eclesiais e de outras Igrejas, com as pessoas de outras religiões e com pessoas que não têm uma referência religiosa, especialmente com pessoas de outras religiões. Ela pessoalmente se encontrou com budistas, hindus, hebreus, muçulmanos, sichks e desses encontros -, além das experiências do Movimento no mundo - nasceu uma experiência de diálogo que nós chamamos de “diálogo da vida”, mas que, em seguida, se desenvolveu no diálogo de “cooperação”, no diálogo da “comunhão de experiências” e também no âmbito “acadêmico”. Sempre foram diálogos bilaterais: budista-cristãos, hindu-cristãos, hebreu-cristãos, muçulmano-cristãos. Desta vez, porém, se pensou em fazer um encontro inter-religioso: pela primeira vez, os representantes desses diálogos bilaterais se reuniram para fazer esta experiência comum de diálogo. (SP)


Texto proveniente da página do site da Rádio Vaticano

Abertura da Assembleia Paroquial - Menino Jesus de Praga

quinta-feira, 20 de março de 2014


Guiados pelo Espírito Santo e iluminados pelo Evangelho, o Documento de Aparecida e vários estudos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a Paróquia Menino Jesus de Praga, nesta última quarta-feira(19/03), fez a abertura da Assembleia Paroquial que será dividida em várias sessões, denominadas mini assembleias, de Abril a Agosto desse ano.
 

Os objetivos da assembleia é avaliar as estratégias de Evangelização já implementadas e pensar novos rumos e áreas de abrangência da ação paroquial, traçar um plano pastoral, bem como promover a Unidade entre os diversos setores, refletindo para reorganizar a Paróquia em Comunidades de Comunidades.


Para alcançar esse objetivo a Paróquia conta com a oração e o esforço pastoral dos setores:

SEGMENTOS: ECC, EJC, ECRI, EAC e EC.
 
LITÚRGICO: Pastoral da Liturgia, ministros da sagrada comunhão, Pastoral da acolhida, acolhida infantil, bandinhas e ministérios de canto e Coroinhas e Acólitos.
SOCIAL: Projeto Marta, Pastoral da caridade e a Comunidade do Timbó.
ORAÇÃO:Apostolado da oração, Legião de Maria, Mãe rainha, Terço dos homens, Pastoral da escuta, Renovação carismática e Focolares.

SACRAMENTAL: Catequese, Crisma, Batismo e Pastoral Familiar.
O Armadura do Cristão esteve presente e registrou as fotos da noite de abertura. 
Clique na imagem abaixo e confira mais fotos
http://armaduradcristao.blogspot.com.br/2014/03/abertura-da-assembleia-paroquial-menino.html
 

A partilha do pão é o caminho que nos conduz à eternidade



Pode ser que a sua riqueza seja somente um pão que você tenha, mesmo assim, reparta-o com quem necessite! Nada justifica a nossa indiferença diante da miséria e da pobreza que está ao nosso lado.
”Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor” (Jeremias 17,5).

Umas das parábolas mais belas e, ao mesmo tempo mais duras dos Evangelhos de Jesus Cristo, é a parábola que nós escutamos, hoje, do rico e do pobre Lázaro. Ela mostra o contraste existente na humanidade, desde quando o pecado entrou no mundo, a humanidade é dividida em pobres e ricos, o contraste dos extremos.
Enquanto o rico representa o extremo da riqueza, aqueles que muito possuem, o extremo da opulência, da avareza humana; Lázaro representa o extremo da pobreza, da miséria, da indigência daquele que nada tem, que nada possui e vive a mendigar, esperando as migalhas que caem da mesa dos ricos e, a única coisa que recebe é o consolo dos cachorros que vêm lamber suas feridas.
No final, morre o rico e morre o pobre. O pobre tem lugar de honra no coração de Deus; já o mesmo não ocorre com rico que não foi temente a Deus, que confiou apenas em sua riqueza, confiou nos seus bens, confiou na opulência de tudo o que tinha e nunca se lembrou de repartir, de cuidar e de dar algo de si aos menos favorecidos, preocupado apenas em crescer na sua riqueza e nunca em repartir o que tinha. Sem reconhecer o abismo que separa o homem para sempre de Deus.
E a tristeza do relato é que o rico não pôde receber nenhum consolo, nem mesmo um alívio para refrescar um pouco o calor ardente daquilo que é o sofrimento de se separar de Deus. Enquanto Lázaro experimenta a bem-aventurança, a felicidade suprema do Reino eterno de Deus e, a resposta de Jesus (ou a resposta de Abraão) é a resposta de Deus para essa realidade.
O pobre recebeu a miséria e os tormentos desta vida, ao passo que o rico recebeu os consolos, mas não soube transformar o seu consolo, não soube transformar os seus bens para aliviar a pobreza do outro.
Primeiro, meus irmãos, não há problema em ser rico, não há problema em trabalhar honestamente e ficar rico, milionário, ganhar bens e, assim por diante. Isso é mais do que justo contanto que isso seja feito de forma justa, honrada, fruto do suor e do trabalho. Agora, nada justifica quem possui qualquer bem deste mundo não cuidar dos pobres, dos sofridos e dos marginalizados; nada justifica termos isso ou aquilo e não sabermos repartir com quem não tem.
Nada justifica a nossa indiferença diante da miséria, da pobreza que está ao nosso lado, nada justifica nós no nosso carrinho, no nosso ar-condicionado, ou na nossa vida cômoda, olharmos para frente e não vermos no trânsito em que nós andamos alguém pedindo esmola, alguém pedindo ajuda, alguém vendendo alguma coisa e nós simplesmente dizermos: ”Este problema não é meu!”. Nada justifica, em nossas casas e em nossas famílias crianças desperdiçarem comida, nós jogarmos comida fora, desperdiçarmos roupas, sapatos, bens enquanto muitos vivem na pobreza e na indigência!
A responsabilidade de cuidar dos pobres é do rico que tem o seu coração em Deus e não importa o tamanho da sua riqueza. Pode ser que a sua riqueza seja somente um pão que você tenha, mesmo assim reparta-o com quem necessite!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Parabéns Diácono Roberto! 8 Anos de Missão Diaconal

quarta-feira, 19 de março de 2014




O Armadura do Cristão parabeniza o irmão em Cristo, querido amigo Diácono Roberto Inocêncio pelos seus 8 anos de Diaconato!!!!

Que Deus continue sempre abençoando sua vida, sua família e o seu ministério, nesta missão que Deus te confiou, e que a cada dia possa continuar a levar a palavra e o Cristo vivo aos irmãos. 

 
Deus te ilumine!

São José, Rogai por nós!


Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.
Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.


Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.



No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.


“Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa” (Mt 1,24).


O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.

Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.


Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor.


São José, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Precisamos lutar contra a hipocrisia

terça-feira, 18 de março de 2014

E a hipocrisia é justamente isto: é falar uma coisa e praticar outra; crer em uma coisa e viver de forma totalmente diferente daquilo em que se crê. 
 
”Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam” (Mateus 23,3).
 
O relato do Evangelho de hoje coloca Jesus em um confronto direto com os fariseus e com a realidade em que os fariseus vivem. Nesse Evangelho o Senhor ensina aos Seus discípulos e as multidões que O seguem uma verdadeira catequese contra a hipocrisia. E a hipocrisia é justamente isto: é falar uma coisa e praticar outra; crer em uma coisa e viver de forma totalmente diferente daquilo em que se crê.
Sabem, meus irmãos, não é hora de nós olharmos para o erro deste ou daquele, porque, quando nós paramos para observar a nossa vida, vemos que ela é cercada de hipocrisias de um lado e de outro. A  nossa própria condição de pecadores nos deixa nessa situação hipócrita, nós queremos fazer o bem e acabamos fazendo o mal, nós prometemos amar a todos, mas só conseguimos amar alguns e olha lá! 
Nós nos comprometemos com Deus a viver a Sua vontade, mas nos sucumbimos a tentações e a fragilidades, escondemos pecados que só nós e Deus conhecemos, às vezes os levamos para o confessionário.  Mas, muitas vezes, são situações que vivemos que vão se arrastando dentro de nós, de modo que a hipocrisia acaba sendo uma realidade para cada um de nós. É óbvio que é preciso separar o joio do trigo.
Há o hipócrita que se conformou com essa situação, que sabe da sua dificuldade, da sua miséria, mas simplesmente transforma o erro em uma coisa certa e já não quer mais ser corrigido, já não quer ser mais ajudado, não quer mais ser orientado: ”Eu sou assim e pronto e acabou!” . E pior ainda: nem reconhece que tem erros ou limites, acaba sendo duro, impiedoso com o erro dos outros, mas esconde os seus próprios erros e hipocrisias debaixo do tapete que nem ele mesmo é capaz de enxergar. Essa hipocrisia, sim, é perigosa! É a hipocrisia de quem não consegue fazer um ato de contrição, um bom exame de consciência, já não consegue mais ver seus erros e limites.
Do outro lado há a hipocrisia do dia a dia, da luta, aquele que quer ser melhor e nem sempre consegue; cai, levanta, pede ajuda, socorro, levanta, luta, lida com suas fraquezas, mas confia em Deus, não consegue ser perfeito. E quem de nós consegue? Mas ele luta e combate o mal, não se conforma com seus próprios erros; claro não se trata de viver se acusando, se culpando, mas se trata de humildemente se reconhecer pecador: ”Eu sei que estou errado e preciso de ajuda para mudar, que Deus me ajude, que o próximo me ajude, que eu busque auxílio na confissão, na direção espiritual, em um conselho, ao receber oração”. Ele não mascara a sua realidade. O ruim é quem sabe que está errado, mascara a sua realidade e transforma o erro em coisa certa!
O seu pecado pode ser o maior do mundo, se você reconhece, se você quer que Deus o ajude, que o próximo e que a Igreja o ajudem, pode ter certeza de que Deus o  ama independente do seu erro ou do seu pecado. Só não seja como os fariseus vivendo uma hipocrisia religiosa, duro com os outros, mas não é capaz de reconhecer os seus próprios erros.

Que Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Quem somos nós para condenar alguém?

segunda-feira, 17 de março de 2014

 
Quem é atingido pela misericórdia de Deus não julga ninguém. Ama, analisa e tenta ajudar, mas não julga ninguém e, acima de tudo, não condena! Quem somos nós para condenar alguém?

”Porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos” (Lucas 6,38).


Quem foi atingido pelo amor misericordioso de Deus é transformado por esse amor misericordioso, pois esse amor de Deus vai até o fundo da nossa alma, atinge todas as nossas membranas, todas as nossas células são tocadas por este amor maravilhoso. Este amor nos cura e nos liberta. Só quem é atingido pela misericórdia de Deus é capaz de se tornar misericórdia para com o seu próximo, para com o seu irmão.

Este é o convite que Deus faz a nós neste tempo de graça: que nos deixemos ser moldados pela Sua misericórdia. Que nos permitamos ser atingidos até o profundo do nosso ser por Sua infinita misericórdia e esta graça [misericórdia] irá produzir muitos frutos em nossa vida. Primeiro: seremos misericordiosos uns com os outros, saberemos ter paciência com os limites, com as dificuldades e com o passo que cada um tem. E não é assim que Deus age conosco? Não é Deus que tem paciência conosco? Não é Deus que compreende os nossos limites? Não é Deus que compreende sempre as nossas fragilidades? Por que é que nós não podemos compreender, ter paciência e suportar os defeitos, os limites e as condições que cada um tem?

Quem é atingido pela misericórdia de Deus não julga ninguém; ama, analisa, tenta ajudar, mas não julga ninguém e, acima de tudo, não condena! Quem somos nós para condenar alguém? Quem somos nós para emitir sentença a respeito do outro? Para dizer que ninguém vale nada, para dizer que alguém está perdido? Quem somos nós para excluirmos alguém do coração de Deus ou do Reino de Deus?

Por mais que vejamos os erros que as pessoas cometem, o máximo que devemos fazer é pedir ao Senhor: ”Senhor, guarda o meu coração, previna-me da queda! Senhor, ajuda-me a enxergar os meus próprios erros e os meus próprios limites”. Porque, quem enxerga demais os defeitos e os problemas dos outros, não é capaz de enxergar os seus próprios defeitos e limites! Não se esqueça do que nos ensina a Palavra: é da maneira como nós julgamos, medimos ou respeitamos o próximo que nós também seremos julgados, medidos e respeitados!

Nós, às vezes, somos exigentes demais com as pessoas, cobramos demais delas e esperamos demais delas. E com essa medida dura, muitas vezes, impiedosa, com que nós lidamos com o outro é que nós também seremos medidos!

Que Deus nos ensine a medida da Sua misericórdia, para que, com essa mesma medida, possamos usar nas relações uns com os outros.

Que Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O Filho de Deus Pai tem a direção para a nossa vida!

domingo, 16 de março de 2014

Como nós precisamos escutar Jesus, escutar a Sua Palavra, Seu Evangelho, escutar a direção que Ele tem para a nossa vida!

 
”E da nuvem uma voz dizia: ‘Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!”’ (Mateus 17,5).



Neste segundo domingo da Quaresma nós somos convidados a subir com Jesus ao Monte Tabor, no monte da transfiguração. Vejam que maravilha, nós estamos a caminho de Jerusalém, e Jesus está a caminho da Sua Páscoa, da Sua morte, do Seu sofrimento, da Sua paixão. Mas Ele concede aos Seus discípulos, sobretudo a esses três mais próximos a Ele: Pedro, Tiago e João, a graça de verem e viverem, de forma antecipada, o Seu momento glorioso, a Sua glória através da transfiguração, quando,  ali, no alto do monte, o Seu rosto muda e as Suas vestes ficam resplandecentes. E, ao lado de Jesus, aparecem duas figuras mais significativas do Antigo Testamento: Moisés, que representa a Lei de Deus, os Mandamentos dele e a Aliança de Deus com Seu povo; e, do outro lado, Elias, o maior dos profetas.

Se para os judeus a Palavra se resume à Lei e aos profetas, ali está Jesus, que é maior do que a Lei e do que os profetas. Os discípulos ficaram extasiados com aquela experiência, com aquilo que os olhos deles estavam contemplando e vendo, quando, de repente, veio uma voz do céu, a voz do Pai dizendo: ”‘Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!”’ (Mateus 17,5).

Sabem, meus irmãos e minhas irmãs, para viver profundamente essa comunhão com Deus, nós precisamos pedir, hoje, primeiro, que a graça de Deus transfigure os nossos olhos e não permita que os nossos olhos fiquem parados contemplando os sofrimentos, as tristezas, as angústias e as dificuldades da vida; como se a nossa vida parasse nisso, como se qualquer sofrimento fosse o último da nossa vida. Não, o fim último da nossa vida, o sentido dela, é a vida plena que o Senhor nos trouxe!

Todo o sofrimento, toda a dificuldade, toda a situação de aperto por que possamos nesta vida são coisas passageiras, é tudo muito passageiro, tudo passa e o amor de Deus tudo transfigura! Do que precisamos é de paciência, de fé e de esperança que nos ajudem a contemplar, de forma antecipada, tudo aquilo que Deus prepara para nós de modo definitivo.

Não tenhamos medo, não percamos a confiança, olhemos para Jesus e contemplemos nele, em meio aos nossos sofrimentos, a Sua face transfigurada, que nos dá a esperança e a convicção de que dias melhores sempre virão.

De outro lado também somos chamados a escutá-lo. Como nós precisamos escutar Jesus, escutar a Sua Palavra, Seu Evangelho, escutar a direção que Ele tem para a nossa vida! Existem muitas vozes clamando dentro de nós, existem muitas vozes querendo nos desanimar e nos fazer esmorecer ou perder a direção, por isso escutemos a voz do Mestre, Ele é o Filho amado do Pai, é Ele que tem a direção para a nossa vida!

Que Deus abençoe você!


Fonte: Canção Nova

A reconciliação traz paz ao nosso coração

sexta-feira, 14 de março de 2014

Reconciliar significa trazer paz ao seu coração, reconciliar significa, acima de tudo, não fazer do outro um empecilho para o seu crescimento pessoal!

”Portanto, quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar, e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão” (Mateus 5,23-24).



Nós podemos fazer muitos propósitos para viver bem este tempo da Quaresma: o propósito de fazer jejum, de dar esmola, de não comer isso, de não comer aquilo; tudo isso é louvável. Mas não viveremos intensamente a Quaresma, que é um tempo de graça de Deus em nossa vida e em nosso coração, se não fizermos o propósito de viver a reconciliação no sentido mais profundo e sério da palavra. Sim, nos reconciliarmos com o nosso próximo e com o nosso irmão! Não deixemos dívidas para serem resolvidas depois, não acumulemos ressentimentos e mágoas, deixando a vida nos levar machucados e magoados para frente.


O tempo da graça que vivemos é tempo de nos reconciliarmos uns com os outros. Pode ser que você prefira passar uma maquiagem, pode ser que você prefira viver como se não tivesse problema, por achar que “não tem jeito”. Reconciliar não significa andar  ”de bracinhos dados” com quem o magoou e o machucou; reconciliar não significa voltar a ser como antes. Reconciliar significa trazer paz ao seu coração, reconciliar significa, acima de tudo, não fazer do outro um empecilho para o seu crescimento pessoal!


Como sei que estou reconciliado com alguém? Quando eu não desejo o mal, quando eu não falo mal e quando eu não ignoro nem deixo de falar ou de cumprimentar alguém. Existe a reconciliação de fachada na qual fingimos: ”Ah, está tudo bem! A gente não se fala muito, mas ele lá e eu cá; eu o respeito e ele me respeita!”. Aqui não é questão só de respeitar, a questão é de vivermos como irmãos e de querermos bem o outro! Ele não precisa ser o grande amor da nossa vida, mas o que não podemos é deixar que aquela mágoa tome conta do nosso coração, comande os nossos atos e as nossas atitudes.


O que nós não podemos deixar é que a ira comande a nossa vida, de modo que fiquemos encolerizados com o próximo e o chamemos por nomes feios na presença ou na ausência dessa pessoa. O Evangelho de hoje nos chama à atenção sobre isso, afirmando que nem de “tolo” nós podemos chamar o nosso próximo. Imaginem aqueles outros nomes feios com os quais nós chamamos uns aos outros na hora da raiva, do ressentimento ou da mágoa!


Hoje é dia de reconciliação, a primeira oferta que Deus quer de nós não é o nosso dinheiro, nem as coisas que nós temos para levar para a igreja. O que o Senhor quer, primeiramente, de nós é que nos reconciliemos com uns com os outros (cf. Mt 5,23-24).


Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

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