IV Congresso de Gestão Eclesial - CONGEC 2019

quinta-feira, 26 de setembro de 2019


Secretário-Geral da CNBB abre o IV Congresso de Gestão Eclesial

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

24/09/0019 - Evento reúne assessores e palestrantes nacionais em busca do aprimoramento da gestão por parte da Igreja e seus organismos


Começou na manhã desta terça-feira, 24, a 4ª edição do Congresso de Gestão Eclesial (CONGEC), promovido pela Arquidiocese da Paraíba, no Centro de Convenções de João Pessoa. A abertura foi realizada pelo Arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson e pelo Secretário-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil  (CNBB),  Dom Joel Portella Amado, que aprofundou o tema do evento: Gestão Eclesial - Impactos da Legislação numa "Igreja em Saída”. Já a Doutora em economia, Tânia Bacelar, fez a análise de conjuntura da economia nacional. O IV CONGEC segue até a próxima sexta, dia 27.
Dom Manoel Delson acolheu a todos os presentes, entre autoridades e congressistas, e proferiu a palestra de abertura, chamando atenção para a necessidade de continuar a missão de evangelizar diante das novas exigências legais da sociedade contemporânea. “Se o mundo está mudando, e mudando rapidamente, a igreja não pode estar parada”, disse ele. O Arcebispo disse ainda que a Igreja precisa ser bem gerida e que este congresso tem o objetivo de aperfeiçoar a gestão em vista da evangelização. “Temos uma missão evangelizadora e, para realizar, precisamos passar pelas vias das instituições. Este congeresso quer ser um instrumento para cunprir melhor nossas possiblidades e caminhos que temos a seguir”, comentou Dom Delson.
Dom Joel Portella, durante a Conferência Magna, comentou sobre o tema do evento. O secretário Geral da CNBB apontou que a gestão dos bens temporais  é uma condição ética para se viver uma Igreja em saída. E que, a igreja católica, neste tempo, é chamada a repensar a sua presença social, tanto no respeito mútuo, mas principalmente, no modo como as religiões lidam com os bens materiais e poder. “Uma igreja é missionária e a todo momento, neste mundo que a gente tá, precisa dizer para que veio. Sejamos uma igreja missionária, mas que saibamos, também, para o campo da gestão dos bens materiais, estar cientes da necessidade de testemunhar a este mundo a razão de existir”, pontuou Dom Joel Portella.
Participaram da mesa de abertura, o ecônomo da CNBB, Monsenhor Nereudo, o Secretário Estadual da Fazenda, Marialvo Laureano, a Deputada Estadual Cida Ramos, a Secretaria de Desenvolvimento do Estado, Gilvaneide Nunes, o presidente do Tribunal Regional do Trabalho, desembargador Wolney de Macedo, o diretor do Centro de Convenções deJoão Pessoa, Ferdinando Lucena e Hildevânio Macedo, secretário da Gestão Governamental e Articulação Política.
Felipe de Sá

Coloquemos em prática a Palavra de Deus

terça-feira, 24 de setembro de 2019




Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática” (Lucas 8,21).
É uma beleza a graça  que Evangelho nos traz! Quando anunciavam Jesus, no meio de toda aquela multidão, que os Seus irmãos e a Sua Mãe estavam ali, Jesus veio mostrar que o Reino de Deus não se forma por grau de parentesco apenas sanguíneo.
O Reino de Deus se forma por aqueles que são seus discípulos e seguidores. Essa é a família de Jesus, essa é a família de Deus, essa é a nossa família. Somos da família de Jesus, pertencemos à família d’Ele. Como pertencemos a família de Jesus? Para o judeu, a questão consanguínea era e é muito importante, porque, para um judeu, pertencer a uma tribo é fundamental, pertencer ao povo de Israel é o caminho da salvação.
Jesus rompe as barreiras de famílias, de tribos, de nacionalismos e patriotismo. A pátria, que é o Céu, é de todos que ouvem a Palavra de Deus.
Para pertencer à família de Jesus, à pátria celeste, a condição primeira é ouvir. Sabemos que para ouvir é preciso dedicar atenção, voltar-se para ouvir a Palavra d’Ele.
Estamos perdendo muito tempo com tantas coisas triviais, estamos perdendo tempo com tantas distrações, porque a distração é feita, justamente, para tirar a nossa atenção e, assim, não focarmos em ouvir Jesus. Participamos da celebração, mas isso não significa que estamos ouvindo Jesus, porque podemos estar lá de corpo, mas a nossa cabeça está para outro lado, o nosso coração está em outra direção e não estamos ouvindo Jesus.

Para ser da família de Jesus, é preciso ter tempo para ouvir a Sua Palavra e dedicação para colocá-la em prática

Caminhamos para lá e para cá, trabalhamos para Jesus, mas não O escutamos. Alguns dizem: “Eu sou ministro na Igreja. Faço isso na Igreja”, mas isso não diz nada para Jesus. Para o Senhor, só é d’Ele quem O escuta, é quem Lhe obedece, é quem, ao escutar Sua Palavra, coloca-a em prática.
Hoje, somos convidados a fazer parte dessa linda família, a família de Jesus, a família daqueles que pegam a Palavra e a meditam de coração. Que beleza, estamos trabalhando para formar um exército de pessoas que amam a Palavra de Deus, que a colocam como o livro da sua vida e param para meditar, para rever a sua vida e suas escolhas. Como é difícil alguém ter vinte minutos para se dedicar a Palavra de Deus!
São tantas ocupações, até ocupações religiosas, lemos o livro dos santos, as histórias, mas a Palavra de Deus tem ficado de escanteio na vida de muitos de nós.
Não nos esqueçamos: para sermos da família de Jesus, precisamos ter tempo para ouvir Sua Palavra e nos dedicarmos a colocá-la em prática.
Deus abençoe você!

A composição vem da intimidade com Deus

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Para falar de composição podemos partir do livro dos Salmos. O que é o livro do Salmos? De acordo com o CIC (e aqui vou tomar vários trechos), os parágrafos 2586 e 2597 nos diz:
“Os salmos nutrem e exprimem a oração do povo de Deus enquanto assembleia”. “As expressões multiformes da oração dos salmos tomam forma, ao mesmo tempo, na liturgia do templo e no coração do homem.”
“Os salmos são o espelho das maravilhas de Deus na história do seu povo e das situações humanas vividas pelo salmista. Um salmo pode refletir um acontecimento do passado, mas reveste-se de tal sobriedade que pode com verdade ser rezado pelos homens de qualquer condição e de todos os tempos.”
“Há traços constantes e comuns a todos os salmos: a simplicidade e a espontaneidade da oração; o desejar Deus em pessoa, através e com tudo o que é bom na sua criação; a situação desconfortável do crente que, no seu amor de preferência pelo Senhor, tem de se confrontar com uma multidão de inimigos e de tentações; a certeza do seu amor e a entrega à sua vontade, enquanto espera o que o Deus fiel fará.”
A composição vem da intimidade com Deus
Foto ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

Conhecer-se em Deus e nutrir uma intimidade com Ele são passos essenciais para uma boa composição

Quis trazer essas citações do CIC, pois as características e motivações são as mesmas (ou deveriam ser) que nos levam a compor uma canção. Com isso estou comparando as canções atuais com suas várias motivações aos Salmos?
Não é esse o objetivo, porém, nossas canções continuam falando do amor de Deus para com seu povo, continuam falando, muitas vezes, com simples melodias e harmonias da história do povo, dos seus anseios, sonhos, tristezas, alegrias, lutas, busca por uma vida mais em Deus. A composição passa pelas situações humanas, pelo amor (de preferência, pelo Senhor) e até nas situações difíceis que nos levam para Deus. Passa pela voz e vontade de Deus que fala com seu povo; passa pela história do povo, pelos costumes; passa pelo desejo de santidade do povo etc.

O livro dos Salmos e a composição

O livro do Salmos nos ensina a compor e suas características podem ser um caminho a seguir. São várias as motivações que nos levam a compor uma canção, porém, para compô-las, antes é preciso que o compositor tenha intimidade com Deus, para ouvir de d’Ele a canção a ser composta. “Nossa! Aqui espiritualizou total!”: você pode estar pensando assim! Mas vamos seguir…
Ninguém mais do que Deus sabe do que os seus filhos, o seu povo precisam.  E, nós, músicos católicos, não cantamos somente para uma satisfação pessoal. Cantamos por missão, cantamos por causa de um chamado, cantamos para evangelizar, isto é, para que as pessoas se abram a Deus que já habita seu interior.
Aqui se conectam os dois últimos textos que escrevi. Por causa da evangelização, para que o povo saiba que temos um Deus próximo que nos ama, é que escrevo letras e canções que contenham essa experiência do povo, porém, não só deles. É algo que passa também por mim, então, fala das minhas experiências.
O autor dos Salmos é um homem de intimidade com Deus e, por isso, ele vai louvando, agradecendo, pedindo, suplicando, humilhando-se, arrependendo-se etc., falando do que está dentro do seu coração, da realidade do seu povo, das dores e alegrias.

Compôr exige responsabilidade

A canção fala de mim, fala do que está no meu interior, fala do que está ao meu redor e move o coração, a mente, as sensações de quem a escuta. Uma letra com melodia, harmonia e ritmo é algo muito poderoso. Causa grande influencia na vida das pessoas.
Aqui entra a grande responsabilidade do compositor (sobretudo o compositor católico), pois precisa ser:
  • Homem de virtudes, do bem, de Deus. Não basta ser só do bem, mas precisa lutar para ser virtuoso e lutar para ser de Deus ( princípios, busca de santidade);
  • Precisa ter conhecimento da fé católica, da sua Igreja e amá-la; 
  • Submeter as suas composição a quem tem maior conhecimento teológico, doutrinal. Às vezes, a música é linda, porém, possui graves erros teológicos, erros de doutrina. Causa em quem escuta uma compreensão nebulosa da fé católica; 
  • Purificar seus objetivos. 

Inspiração correta

Quero dizer com isso que: muitos, hoje, compõem a partir da inspiração de ver sua música dando certo (uma falsa motivação). Mas o que é dar certo? Ela sendo cantada em todos os lugares, ouvida em todas as plataformas, sendo interpretada por aquele(a) cantor(ora) famoso(a)?
Vamos aos Salmos novamente: alguns falam da profunda angústia que o autor estava sentindo naquele momento, e aquela angústia tornou-se sua oração. Têm músicas que nunca sairão do quarto, da oração, do papel… Nunca salvarão pessoas, nunca serão interpretadas por nenhum cantor famoso. Mas teve um papel importantíssimo para uma pessoa. Aquele que a fez, o Compositor… 
Pois, aquela canção, ou até aquela letra que ainda nem tem melodia, foi composta por palavras mais sinceras que o autor colocou com a oração. E foi agradável a Deus porque só nasceu para isso. Uma oração sincera de um coração para o coração de Deus. Então, cumpriu seu papel e agora pode ser esquecida dentro de uma gaveta, para que, daqui a alguns anos, seja encontrada e atualize o momento do encontro com o Senhor.

Dica do monsenhor Jonas

Uma vez, em uma conversa com monsenhor Jonas Abib, eu disse a ele que tinha muitas composições, e perguntei o que eu faria com elas. Ele me disse para “mostre-as para alguém e se permita ser questionado, deixe que elas sejam analisadas. Pois, de 20 músicas que nós fazemos, uma ou duas serão para o povo, muitas outras não. Por isso, apresente essas músicas e deixe que Deus mesmo, por meio da boca das pessoas, diga para você qual é a melhor ou melhores para aquele tempo”. Aqui ele falava de uma pessoa próxima, que fosse amiga e que me ajudasse a analisar essas canções, não do grande público.
Leia mais:

Porém, muitas vezes, não fazemos isso pelo medo da frustração de não ver o trabalho feito com tanto carinho ser aprovado por esse ou por aquele. Isso é o que menos importa. Acredite!
Falei acima que a letra precisa falar da Igreja, do amor que tenho por ela, do povo e do amor que tenho a Jesus. Bem, para isso, alimentar-se de boas informações e formações ajuda muito. 

Formação e estudo

O fio condutor (como dizia Walmir Alencar) para uma boa composição vem através da inspiração. Muitas vezes, a partir dos pontos citados anteriormente, “trata-se” a composição, escolhendo os melhores verbos, adjetivos, substantivos. Verificando a necessidade da rima ou o excesso dela, confrontando o conhecimento que você foi adquirindo ao longo dos dias, nas leituras, meditações da Palavra, vida dos santos, história da Igreja, oração pessoal etc.
Após isso, apresente-a a um músico (se você não for) para que ela tome uma forma ainda mais adequada para o tempo, o momento, segundo a inspiração e purificado das falsas motivações, logo após, apresente-a um teólogo da Igreja, a um padre ou diácono,a um leigo também, porém, com bom conhecimento para eliminar quaisquer erros, por fim, se essa canção deve ser gravada, encontre um bom arranjador que consiga compreender o que está dentro de você e traduzir no arranjo da canção ou encontre um cantor que consiga expressar tudo o que você imagina para ela, ou ainda, aquele cantor que Deus mesmo lhe inspirou.
E agora é colocar a “mão na massa” da próxima inspiração. Porque meu dever é plantar, outros colherão, mas quem faz crescer é o Senhor.

Palavra de Deus, um sustento real!

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Ler a Palavra todos os dias! Esse precisa ser um propósito a ser alcançado em nossa vida. Bom, pode não ser tão fácil, pode parecer algo longe de nossa realidade, pode parecer coisa de beata, de gente fanática etc., mas não é. Na Palavra de Deus, há a orientação para tudo que precisamos, tudo mesmo.
Padre Jonas escreveu um livro que nos ajuda a ler a Bíblia numa sequência que é acessível a todos: ‘A Bíblia no meu dia a dia’! Se você puder ter o livro, ele pode ajudá-lo, mas, de qualquer forma, você pode ler a Bíblia, rezar com ela e fazer dela seu alimento diário.
Palavra de Deus, um sustento real!
Foto ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

A Palavra de Deus é alimento para nossa alma e nos direciona em tudo o que precisamos no dia a dia

Talvez eu esteja falando com quem já lê a Bíblia todos os dias – louvado seja Deus! –, mas quero que essa mensagem chegue também, e principalmente, a quem não o faz ainda, e acha impossível fazer. Não é impossível.

Existem inúmeras passagens que você pode ler se não tiver uma sequência pronta.Veja:

Salmo 24 – O Senhor é meu pastor;
Salmo 91 – A Proteção do Senhor;
Efésios 6,10 -20;
Romanos 8 – inteiro ou dividido em partes;
João 6 – Jesus deixa claro para nós sobre a Eucaristia. Isso pode sustentar sua fé;
Efésios 2 – É por graça que fostes salvos;
João 17 – A linda oração que Jesus faz por Seus discípulos e por nós antes de ser crucificado;
João 15 – A videira e os ramos;
João 3, 16 e seguintes;
Lucas 1 e seguintes – Nossa Senhora tão presente;
Mateus 1 e seguintes – São José presente;
O Evangelho de Marcos, que é mais curto, você pode se propor a lê-lo inteiro, cada dia uma parte;
Atos 2 – Pentecostes;
Enfim, os Salmos, todos, para rezar. Quanta riqueza! 
Se você gasta muito tempo com redes sociais ou com TV, passe a gastar parte desse tempo com a Palavra de Deus. Fará uma grande diferença! Depois, conte-me!

Abramos o coração para acolher a Palavra de Deus

quarta-feira, 18 de setembro de 2019


Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!” (Lucas 7,32).

Jesus estava perguntando: “Com quem hei de comparar os homens desta geração?”. Ele se refere a Sua geração, mas a pergunta d’Ele é para nós hoje: Com quem Ele há de comparar os homens da geração em que vivemos?
Ele dá o exemplo das crianças que se sentam nas praças, tocam flautas, mas ninguém dança diante do toque da flauta; fazem lamentações, mas ninguém liga para as lamentações e choros.
Na época de Jesus, Ele veio, trouxe a Palavra de Deus, mas disseram que Ele era um comilão e beberrão. Veio João Batista e disseram que era um doido, porque ele não comia nem bebia. A verdade, aqui, é a indiferença, a frieza, o pouco-caso, é o coração que não se abre para acolher a Palavra de Deus no meio de nós.
Vivemos tempos de uma verdadeira frieza espiritual, uma indiferença para com Deus e com as coisas d’Ele. Essa frieza, muitas vezes, tem tomado conta do coração de muitos de nós que conhecemos Deus, que O amamos, que até comungamos a vida n’Ele pela Eucaristia.
Quando a apatia espiritual toma conta da nossa alma e do nosso coração, não nos sensibilizamos pela presença de Deus no meio de nós, não nos sensibilizamos pela Palavra de Deus entre nós, porque misturamos tudo, e as coisas se tornam uma só, tanto faz a Palavra de Jesus como a daquele guru, daquele conselheiro, daquele homem, daquela mulher… Isso tudo é uma coisa só. Tudo se torna apático e, às vezes, damos até mais atenção à palavra que foi dita por outro do que damos atenção à Palavra do Senhor.

Quando a apatia espiritual toma conta da nossa alma e do nosso coração, não nos sensibilizamos pela presença de Deus

Despertamo-nos ou ligamos a nossa comunhão para outras coisas e não ao Senhor nosso Deus. Por isso, a graça que precisamos pedir é de retornarmos para o Senhor de todo o nosso coração, para sermos curados de toda e qualquer insensibilidade espiritual, insensibilidade da alma, para que o toque da graça divina faça diferença na nossa vida.
Sejamos homens e mulheres da Palavra. Deixemo-nos tocar pela Palavra de Deus, deixemo-nos comover por ela, a fim de que ela mova, de fato, a nossa vida, o nosso coração, os nossos afetos e sentimentos.
Quando vamos à Missa e abrimos a Palavra, mas ela não entra na nossa alma nem no nosso coração, ela não penetra o nosso interior, é sinal de que estamos passando do sinal amarelo para o vermelho.
Precisamos acender a chama da graça de Deus em nós por meio da Palavra. Não podemos ser indiferentes, porque a indiferença gera apatia espiritual, e toda essa apatia nos deixa afastados da graça que Deus nos trouxe.
Deus abençoe você!

Arquidiocese lança edição revisada do Diretório Litúrgico-Sacramental

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Já está disponível na Arquidiocese da Paraíba uma edição revisada do Diretório Litúrgico-Sacramental. O documento foi elaborado por uma comissão, formada pelo Arcebispo e alguns sacerdotes, com o objetivo de trazer orientações para a prática sacramental nesta Igreja Particular
Para Dom Manoel Delson, o documento nasce de um desejo comum dos sacerdotes. “Somos uma Igreja que caminha sob o permanente empenho da comunhão e participação. Não queremos caminhar isolados, mas sempre unidos e tendo o Nosso Senhor à nossa frente. E, para o bem da igreja, o Arcebispo e os padres e diáconos devem zelar pela fecundidade dos Sacramentos na vida do povo de Deus”.
A equipe responsável pelo Diretório foi composta pelo Arcebispo, Dom Manoel Delson, e os padres Erionaldo Jerônimo (Seminário Propedêutico), Mons. Ivonio Cassiano (Coordenador de Pastoral), Pe. Luiz Carlos Nascimento (Pastoral Litúrgica), Luiz Carlos Machado (Reitor do Seminário Arquidiocesano) e o Pe. Marcelo Monte (Setor Família).  “O texto do Diretório dos Sacramentos da nossa Arquidiocese não é um texto frio e burocrático, mas trata-se de norte que nos dirigirá na prática sacramental, que deve ser vivenciada com empenho e zelo. Permita-nos Deus e o nosso esforço conjunto colocar em prática tudo o que nos pede a Igreja”, comenta o Pe. Marcelo.
O Diretório está sendo adquirido pelos padres e diáconos através da Coordenação Arquidiocesana de Pastoral. O mesmo documento está disponível na Livraria Nossa Senhora das Neves, localizada na Praça Dom Adauto, Centro da cidade (contato: 3133 1001 / 99832 5777).

Assessoria de Imprensa e Comunicação da Arquidiocese da Paraíba

Permita-se experimentar a misericórdia de Deus

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Com certeza você é testemunha de que alguém foi tocado pela misericórdia de Deus e foi liberto por meio de uma confissão, um abraço, um olhar carinhoso; pela atenção que alguém deu; por uma boa acolhida na Igreja, uma simples oração. São situações tão simples que ficam até difíceis de as entenderem de modo racional e, às vezes, até nos perguntamos: “Como pode isso?. Não é possível que seja tão fácil e simples assim”. Muitas vezes, acabamos ridicularizando a experiência de amor profundo que as pessoas tenham vivido, porque esperamos algo mágico de Deus, uma teofania como no Sinai.
O amor de Deus por nós é muito simples e, ao mesmo tempo, muito profundo. E, por tamanha profundidade, tem o poder de transformar vidas.
Fico a pensar na experiência daquela mulher apanhada em adultério pelos fariseus e levada até Jesus a fim de que Ele a liberasse de seu apedrejamento, pois assim regia a “lei”, porém, nesse episódio, o amor venceu a lei.
Permita-se experimentar a misericórdia de Deus
Foto ilustrativa: Andréia Britta/cancaonova.com
Uma grande surpresa adentrou o coração daquela pecadora: o olhar do Senhor para ela não se comparava ao olhar de nenhum outro homem que a tivesse olhado com desejo e interesse, pois era um olhar que mexeu com ela, não no nível afetivo-sexual, mas num nível que nem ela sabia que possuía porque Ele olhou para alma dela. Esse olhar preencheu todo o vazio que ela trazia no peito e que tinha tentado preencher com uma vida de prostituição e adultério. Aquele olhar começou a devolver algo que a vida roubou dela: a dignidade humana. A partir daquele olhar, ela superou toda a experiência de ser usada como um objeto pelos inúmeros homens com os quais, até aquele momento, ela tinha se envolvido. Aquele olhar superou toda a solidão provocada pela rejeição das pessoas para com ela; pela vida que levava e por ser uma mulher da vida. Então, o vazio do seu coração foi sendo preenchido por um amor tremendo o qual nunca havia experimentado antes.

Deus é amor e misericórdia

Depois de Jesus dizer aos fariseus: “Aquele que não tiver pecado, atire a primeira pedra”; e todos terem saído de fininho e deixado os dois a sós, o Mestre levantou os olhos e perguntou para aquela mulher: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou? Ela respondeu: Ninguém, Senhor. Jesus lhe disse: Nem Eu te condeno. Vai, e de agora em diante, não voltes a pecar” (Jo 8,10-11).
O amor e a misericórdia do Senhor superou todos os pecados que ela tinha vivido. E essa mulher teve a maior experiência de amor da sua vida, e não foi uma experiência de amor carnal que ela teve, foi uma experiência com o amor de um Deus que se derrama todo em amor e misericórdia. Jesus sabia das fraquezas dessa mulher, mas sabia também que aquela experiência de amor e misericórdia levaria essa pecadora a viver o PHN, a lutar com todas as suas forças para não mais pecar por que foi muito amada e a partir daquele momento sentia a necessidade de corresponder com aquele amor que a possuía, e com certeza lutou até seu último suspiro para não mais pecar e corresponder com aquele amor que a conquistou e devolveu a dignidade e a vida a ela.
Essa deve ser a experiência que devemos buscar a cada dia, mergulharmos nesse profundo amor e nessa infinita misericórdia de Deus, que vence a lei, que vence o pecado, e que nos indica o caminho certo nos elevando à condição de cidadãos do céu. Tome posse dessa realidade!
Deus está te esperando

O Senhor tem te esperado há muito tempo para dizer-lhe que também não te condena. Faça a experiência da misericórdia pela confissão, pois Deus está te esperando. Veja a mão de Deus na tua vida em todos os momentos: desde o nascer do sol até o término do dia, Ele te mantém e tem se derramado de amor por ti. Não tenha medo de Deus, Ele te ama e quer te acolher de uma forma que nunca ninguém te acolheu.


A partir da experiência desse amor, você irá entender que por Ele e por causa do Seu amor, você conseguirá dar um basta na vida de pecado e dizer PHN, pois, você irá ouvir da boca daquele que morreu por você na cruz: “Nem Eu te condeno. Vai, e de agora em diante, não voltes a pecar”. Deus ama você com um amor eterno e tremendo! Não duvide e permita-se mergulhar no oceano do amor e da misericórdia de Deus.

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