Você realmente sabe o que é rezar?

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Algumas definições curtas e simplesmente incríveis para recordar verdades profundas ao seu coração

boy praying to God






Rezar é escutar o Deus que lhe fala.

Rezar é abrir-se finalmente ao que Deus nos propõe desde sempre.
 
Rezar é abrir-se ao perdão que Deus nos dá.

Rezar é aprender a escutar.

Rezar é abrir-se a Deus para que Ele nos abra ao próximo.

Rezar é ter um momento de intimidade com Deus, é a abertura à vida verdadeira.

Rezar é descobrir que Deus nos ama.

Rezar é encontrar um tempo de silêncio.

Rezar é dedicar um tempo a parar, repensar, reorganizar diante de Deus os dias, as horas e os acontecimentos.

Fonte: Aleteia

Papa Francisco: casamento não é um desfile de moda

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Muitas vezes o espetáculo é uma celebração, no qual as pessoas, ao invés de receber um Sacramento, vão para fazer uma exibição de moda, para se mostrar, por vaidade

 

Pope Francis during general audience - pt
O Papa Francisco afirmou que o casamento não é um desfile de moda e que as celebrações na Igreja não são espetáculos.
O Papa falava em sua homilia da missa na Casa Santa Marta, na manhã desta quinta-feira.
“O espetáculo! Nunca o Senhor diz que o Reino de Deus é um espetáculo. É uma festa, mas é diferente. É festa, é bela, é uma grande festa, e o Céu é uma festa, mas não um espetáculo. A nossa fraqueza humana, no entanto, prefere o espetáculo”.
Muitas vezes – disse Francisco –, o espetáculo é uma celebração, por exemplo um casamento, no qual as pessoas, ao invés de receber um Sacramento, “vão para fazer uma exibição de moda, para se mostrar… por vaidade”. Ao contrário, “o Reino de Deus é silencioso, cresce dentro”.
Em seguida, Francisco citou as palavras de Jesus: “também para o Reino chegará o momento de manifestar a força, mas será somente no final dos tempos”.
“O dia em que fará barulho, o fará como uma esquadrilha de aviões que atravessa o céu de um lado ao outro. Assim fará o Filho do homem no seu dia, no dia em que fará barulho. E quando se pensa na perseverança de tantos cristãos – homens e mulheres – que levam adiante a família, que cuidam dos filhos, que cuidam dos avós, que chegam ao fim do mês com meio euro [algumas moedas] no bolso mas rezam, ali está o Reino de Deus; escondido na santidade da vida cotidiana, na santidade de todos os dias, porque o Reino de Deus não está longe de nós, está perto! Esta é uma das suas características: proximidade, todos os dias”.
Também quando descreve o seu retorno numa manifestação de glória e de poder, Jesus acrescentou que “antes é necessário que ele sofra muito e seja rejeitado por esta geração”.
Isto quer dizer que “o sofrimento, a cruz, a cruz cotidiana da vida – a cruz do trabalho, da família, de fazer bem as coisas – esta pequena cruz cotidiana é parte do Reino de Deus”.
"Peçamos ao Senhor a graça de zelar pelo Reino de Deus que está dentro de nós com a oração, a adoração e o serviço da caridade, silenciosamente”.
“O Reino de Deus é humilde, como a semente: humilde; mas cresce, eh? Pela força do Espírito Santo. A nós cabe deixá-lo crescer em nós, sem nos vangloriar; deixar que o Espírito venha, nos transforme a alma e nos leve avante no silêncio, na paz, na serenidade, na proximidade a Deus, aos outros, na adoração a Deus, sem espetáculos."

Não permita que a inveja domine seus sentimentos e ações

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

 

A inveja é um sentimento terrível, por isso não permita que ela domine seus sentimentos e ações

“Aí vem o sonhador! Vamos matá-lo e lançá-lo numa cisterna, depois diremos que um animal feroz o devorou” (Gn 37, 19).

No contexto deste tempo da graça, que é a Quaresma, a Palavra de Deus alimenta nossos corações e nos ajuda a revisar nossa vida, vermos em que direção estamos caminhando.
Veja: José chamou à atenção seus irmãos para aquilo que ele era, um menino simples, com o coração muito humilde, mas agraciado por Deus. José tinha o dom de interpretar sonhos, e isso causou uma profunda ira e inveja no coração de seus irmãos. Estes, por causa disso, decidiram eliminar José.
Quando uma pessoa começa a causar incômodo por aquilo que é e faz, por aquilo que tem e consegue, provoca sentimentos negativos dentro de nós.
Às vezes, achamos que o problema é a pessoa, mas, na verdade, o problema é aquilo que nós alimentamos em relação a essa pessoa. Hoje, a Palavra de Deus está nos chamando à atenção: De que forma olhamos os irmãos que não queremos muito bem?
O primeiro sentimento a ser cuidado, o mais terrível de todos, é a maldita inveja, pois ela nunca vem sozinha, mas acompanhada dos piores dos sentimentos. A inveja traz raiva, ira, os sentimentos mais maldosos ao coração humano. Ninguém sabe que é invejoso ou, pior ainda, não reconhece que alimenta a inveja no seu coração.
Geralmente, quando a inveja toma conta de nós, ela nos deixa tão vazios em relação à caridade, à verdade e à bondade, que começamos a pecar gravemente contra a caridade.
Primeiro, falamos mal de quem invejamos. Os irmãos de José se reuniram e começaram a falar mal de dele, começaram, de fato, a difamá-lo, ver as coisas negativas que nem existiam em José, mas começaram a criá-las.
Fico pensando em tantos círculos, tantas pessoas que se reúnem para falar mal da vida dos outros! É a maior das pobrezas, é uma grande perda de tempo quando as pessoas se encontram não para falar dos valores da vida, mas para depreciar a imagem do outro.
Quando a inveja toma conta de alguém, ele não só começa a falar mal de uma pessoa como decide eliminá-las do seu coração. Isso é terrível, porque quando você decide matar alguém (pode ser que você não realize isso de forma física), acaba com a imagem dela, de modo que quem se aproxima de você já percebe muitas munições e balas para poder eliminar tal pessoa.
A inveja é diabólica, terrível e maldosa! A inveja é muito cruel, por isso os irmãos de José o venderam para outro. Não venda ninguém, não entregue ninguém nem difame ninguém! Seja qual for o mal que a pessoa possa ter feito a você, não gaste seu coração nem seus lábios para denegrir a imagem dela.
A misericórdia é o maior dos sentimentos que podemos ter, por maiores que sejam as misérias humanas. A inveja não vale a pena, pois se torna, realmente, uma agressão grave à caridade difamar, julgar, condenar e, sobretudo, vender ou eliminar os irmãos do meio de nós.
Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Nosso consolo está em Deus

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Aqueles que, nesta vida, não foram aliviados de sua pobreza serão aliviados pelo consolo divino

“’Filho, lembra-te que tu recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado” (Lc 16,25).


Ouvindo a parábola do rico e do pobre Lázaro, podemos fazer uma leitura do mundo em que vivemos, onde as divisões sociais são tão acentuadas, os contrastes entre pobres e ricos estão à nossa porta e por onde passamos. Uma pequena quantidade de pessoas possui os grandes bens do mundo enquanto bilhões delas vivem na pobreza ou numa miséria absoluta. O mundo passa com invenções científicas e tecnológicas, mas não é capaz de aliviar a dor e o sofrimento dos mais pobres.
Quando olhamos para essa situação, podemos imaginar que a pobreza parece um castigo e a riqueza uma bênção, mas não é verdade, não é essa a realidade. Deus não deseja que o rico seja um avarento sem medida, como não deseja que o pobre seja tão pobre que chegue ao extremo da miséria humana. Essas divisões sociais doem demais no coração do Senhor!
O que Deus espera? O que Ele sopra no coração da humanidade? Que os ricos se compadeçam dos mais pobres, e aqueles que têm bens se lembrem dos que não os têm. Aqueles que muito possuem saibam fazer justiça, ter compaixão e misericórdia daqueles que nada têm.
Às vezes, desejamos riquezas, mas é preciso ter cuidado, porque os bens materiais, não importa a quantidade que possuímos, cegam nossos olhos e endurecem nosso coração. Nós, muitas vezes, não conseguimos enxergar os que sofrem ou os que estão ao nosso lado.
No Reino dos Céus, os pobres ocuparão um lugar muito especial, serão os primeiros, os privilegiados de Deus. Aqueles que, nesta vida, não foram aliviados de sua pobreza serão aliviados pelo consolo divino. Não que Deus queira mandar só os pobres para o céu e os ricos para o sofrimento e o tormento eterno; o que o Senhor quer é que pobres e ricos encontrem n’Ele a maior riqueza. O que Ele espera é que os ricos saiam da sua avareza, da sua cobiça, que trabalhem não somente para acumular bens e possuírem mais do que já possuem, mas, sobretudo, que exerçam a misericórdia e a compaixão para com os mais necessitados.
Não despreze o pobre nem o sofredor, não despreze o indigente nem o miserável, aquele que mais sofre, pois ele é a face mais esplêndida do Cristo crucificado no meio de nós. E como precisamos cuidar do Cristo!
Às vezes, cuidamos até bem do Cristo presente em nossas igrejas, mas não sabemos ter a mesma cuidado, solicitude, amor e ternura para com o Cristo pobre e sofredor, que está em nossas ruas e cidades, o Cristo que está em lugares onde nós passamos. Que nós saibamos ser a misericórdia de Deus para com os mais pobres!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Ser humilde é colocar o outro em primeiro lugar

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

 

Humildade não buscar a própria satisfação, mas colocar o outro em primeiro lugar

“Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo” (Mt 20, 26-27).

       Dentro do nosso coração há sempre ambições, as quais, muitas vezes, comandam nossa vontade e disposição. Queremos ser sempre mais, ter mais e poder mais.
Veja as mãe dos filhos de Zebedeu. Ela tem a ambição de que seus filhos sejam reconhecidos, engrandecidos. É verdade que toda mãe tem de ambicionar o melhor para seus filhos, mas essa missão não pode se tornar uma competição ou algo que simplesmente nos torne melhores ou mais que os outros.
      A missão tem que ser sempre essa: “Eu posso ser melhor do que eu mesmo, posso superar-me a cada dia, posso ser mais a cada dia!”. Nunca pode ser: “Eu devo ser mais que o outro, melhor que o outro, mais importante do que o outro, porque esse tipo de ambição, sobretudo o orgulho e a soberba, geram males dentro de nós e nos colocamos acima dos outros, faz com que nos sentamos melhores que os outros ou querermos ser melhores que eles. Quando isso não acontece, uma insatisfação é gerada dentro do nosso coração, da nossa alma. Ficamos tristes, deprimidos, sentimo-nos a pior das pessoas, vivemos um complexo de superioridade, porque nos sentimos melhores do que os outros, ou de inferioridade, porque estamos sempre abaixo deles. Nem uma coisa nem outra.
        A humildade tem de ser a base que nos move e segura, que nos impulsiona a cada dia. Humilde é aquele que serve, que se coloca à disposição do outro e está sempre procurando fazer com que ele esteja bem e feliz.
A humildade ou o serviço ao Reino de Deus não é uma busca da própria satisfação, dos próprios interesses ou reconhecimentos. Humildade é, acima de tudo, colocar o outro em primeiro lugar. Não é desprezar-se, não cuidar de si, mas é a grandeza da alma, de uma alma generosa, longânime, que sabe ter nobreza de espírito: “Eu não sou melhor do que ninguém, eu não faço nada movido pela competição ou para ser mais do que alguém.”
        Este tempo santo é o tempo da Quaresma. Ao mergulharmos no Ano da Misericórdia, mergulhamos na pobreza do nosso coração, nas misérias pelas quais, muitas vezes, nos deixamos guiar, sobretudo o sentimento de grandeza, orgulho e soberba. Deixemos que nossa alma se acostume às coisas simples, modestas, e iremos saborear melhor a vida, a nossa relação com Deus será mais amorosa.
       Quando somos muito pretensiosos, quando queremos as coisas demais, nós nos perdemos, embaralhamo-nos, e a insatisfação toma conta de nós.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Precisamos de disposição para sermos imitadores de Jesus

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

 

Que tenhamos disposição para sermos imitadores de Jesus e colocarmos em prática Suas palavras

“Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam” (Mt 23, 3).

          Se há uma coisa pela qual precisamos lutar, com toda força do nosso coração e da nossa alma, é para não sermos mestres da lei nem fariseus na vivência e na prática do Evangelho, porque é uma tentação terrível, sobretudo se nós já estamos tanto tempo na Igreja, se já temos tempo de caminhada e conhecemos bastante as leis de Deus, da Igreja, dos mandamentos e ensinamentos.
           Às vezes, fico vendo pessoas que sabem até de cor aquela pregação, ensinamento ou Evangelho. A pessoa chega na Igreja, não presta atenção no Evangelho e diz: “Já sei até o que o padre vai falar!”. Aí, vai criando aquela casca dura demais, de que já sabe, já tem conhecimento. “Já faz 20 anos que sou da Igreja, que sou desse ou daquele grupo”… É como se os anos significassem diploma, reconhecimento ou tivesse mais importância para nós.
Esse foi o mal que aconteceu aos doutores da lei e aos fariseus. A eles foi concedida a graça de conhecerem e interpretarem a lei, mas não bastava isso, era preciso, sobretudo, praticá-la.
           A primeira coisa não é conhecer, mas colocar em prática. Mas como colocar em prática aquilo que não conhecemos? É preciso, primeiro, uma grande disposição: “Senhor, eu estou aqui para aprender, e, todos os dias, eu preciso querer aprender”. Se você já ouviu o Evangelho quinhentas vezes, escute mil, mil e quinhentas, quantas vezes forem necessárias. Abra seus ouvidos, abra seu coração e sua vontade. Diga, todos os dias, para si mesmo, na mais profunda humildade: “Eu estou aprendendo, eu quero aprender!”.
           Se nos acomodarmos na fé, será uma desgraça para nós, para nossa vida espiritual. Se nos acharmos já doutores no conhecimento da lei de Deus, isso será um mal terrível para nós. Deus cultiva, cuida, exorta, conduz as almas simples e humildes. Muitas vezes, saber demais pode ser um drama, porque quem muito sabe, às vezes, pouco quer aprender.
Que tenhamos disposição para estar na escola de Jesus, para sermos seus imitadores e colocarmos em prática as palavras de Deus.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Cristo quer contar com mãos humanas

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Cristo é quem governa a Igreja, mas quer contar com mãos humanas para a construção do Seu Reino

“Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la” (Mt 16, 18).

Nós temos, hoje, a alegria de celebrar a Cátedra de São Pedro, uma festa rica em significados para a nossa fé e para a vivência daquilo que cremos. A cátedra é a catedral ou a cadeira onde senta aquele que preside, que governa, aquele que está à frente.
É verdade que quem governa a Igreja de Cristo é o próprio Cristo, Ele é a cabeça da Sua Igreja, nós somos o corpo. Mas Cristo precisa contar com mãos humanas, precisa de homens e mulheres para edificar o Seu Reino no meio de nós.
Cristo precisa de colaboradores, cada um no seu campo, cada um com seu dom, cada um com a sua missão, e todos colocam então seus dons e talentos à disposição da construção do Reino de Deus.
Há aqueles que têm o dom do governo e da autoridade para organizar. Não é para mandar não, mas para ser servo, aquele que vai servir estando na cadeira da presidência, na organização. Assim, precisa ser na nossa casa, na nossa família. Tudo o que não tem cabeça vira um monstro; tudo que é organizado, precisa ter uma cabeça, alguém que vá à frente, que se responsabilize por tudo aquilo que o corpo vai fazer.
Essa cabeça precisa ter união com a cabeça principal, que é Cristo Jesus, Nosso Senhor. Pedro parecia ter uma cabeça tão dura, mas a Palavra de Deus foi amolecendo a cabeça dele. Pedro tinha um coração tão belo, tão disponível, tão aberto ao dom de Deus, por isso sobre ele foi edificada a Igreja do Senhor.
Ao apóstolo Pedro Deus confiou as chaves da Sua Igreja, com o poder de abrir e fechar, de governar, para que ela não fosse desgovernada. Você sabe que tudo o que é desgovernado, bagunçado, não tem autoridade, perde-se, vai para um lado ou para outro. Por isso, se você quer ordem na sua casa, que ela tenha governo como acasa de Deus.
Celebramos aquele que tem a missão de ser autoridade na Igreja de Cristo. Pedro, para nós, hoje, é Francisco, é ele quem senta na cátedra de Pedro, não para mandar nem para ser autoritário, mas para, na caridade, congregar na unidade o rebanho de Cristo.
Louvado seja Deus, que nos deu Sua Igreja, o princípio da unidade, do governo e da autoridade, para que tenhamos convicção e saibamos realmente em que passos nós estamos caminhando como ovelhas.
Nossas orações, nossa comunhão profunda, passa por aquele que hoje é o governo da Igreja, nosso amado Papa Francisco. Oramos por ele e pedimos que a Igreja, assim como caminhou nestes dois mil anos, continue a caminhar na unidade e na comunhão com Cristo Jesus, tendo à frente Pedro, na pessoa de cada Papa.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

É tempo de reconciliação

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

 

Não tomaremos posse do Reino de Deus se não vivermos a reconciliação

“Portanto, quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar, e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão” (Mateus 5,23-24).

É tempo de graça, sobretudo de reconciliação. Não há reconciliação com Deus se não há reconciliação com os irmãos. Eu penso que para qualquer pai e mãe é uma tristeza muito grande ver que seus filhos têm tanto amor por eles [os pais], mas entre si não se falam.
É muito triste para uma mãe não poder reunir em uma mesma mesa seus filhos, porque se um vai, o outro não irá. Para reconciliar-se com Deus e viver em comunhão plena com Ele, precisamos viver reconciliados uns com os outros. Não há outro jeito, outra maneira.
Não tomaremos posse do Reino de Deus, com todas as obras de santidade, todas as ofertas que fazemos, com os jejuns que praticamos, com os rosários que rezamos, se não vivemos a plena reconciliação.
Reconcilie-se com seu adversário, com seu irmão, com quem for necessário enquanto está a caminho; senão, ele vai entregá-lo ao juiz e, de lá, não vai sair até pagar o último centavo.
Desculpe-me, mas nós não sairemos do juízo do purgatório enquanto não nos reconciliarmos com todos os que precisamos nos reconciliar. Não fique pensando que a vida é longa, para depois reconciliar-se com este ou aquele. O tempo que Deus nos dá chama-se hoje. Talvez você esteja muito ocupado com as coisas da Igreja, porque tem muito trabalho para fazer, mas deixe o trabalho de lado, deixe a oferta que você tem para fazer e vá, primeiro, com o coração reconciliado, falar com seu irmão.
Não fique pensando que é a quantidade de coisas que fazemos ou damos ao Senhor que torna nosso coração agradável a Deus. O que faz com que isso aconteça é vivermos reconciliados uns com os outros. Depois, não se encolerize com seu irmão, não viva uma relação com o outro de desprezo e discórdia.
Evite, de todas as formas, tratar o outro com palavras duras e desrespeitosas. A ninguém chamemos de patife ou tolo. Às vezes, usamos palavras tão mais duras, mais pesadas, e não consideramos que a outra pessoa é imagem e semelhança de Deus, nosso irmão e filho do mesmo Pai.
Amar é saber respeitar. Eu posso não ser amigo de todo mundo ou não viver no mesmo amor com todos, porque isso não existe, mas sei respeitar a pessoa enquanto pessoa.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção nova

Quem é do Senhor coloca n'Ele sua confiança

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Em todas as circunstâncias da vida, devemos fazer a oração de confiança

“Agora, pois, ajuda-me, a mim que estou sozinha e não tenho mais ninguém senão a ti, Senhor meu Deus” (Est 4,17bb).

 A rainha Ester, tão humilde, tão temente a Deus, vendo o perigo da morte se aproximar, aproximou-se do Senhor e não da morte. Veja que maravilha! Quando nós vemos o medo, o perigo, as situações difíceis se aproximarem de nós, não precisamos nos aproximar deles, mas do Senhor, e nos colocarmos diante da Sua presença e buscarmos n’Ele o nosso refúgio.
A rainha Ester prostrou-se por terra, de manhã até o anoitecer, e suplicou ao Deus de Abraão, ao Deus de Isaac e de Jacó, exaltou o Senhor Nosso Deus, pedindo perdão pelos seus pecados. Ela suplicou, implorou a intervenção divina, a mão e a ação do Pai.
Amados irmãos e irmãs, aprendemos com a rainha Ester, com tantos homens e mulheres das Sagradas Escrituras, sobretudo com Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que a oração movimenta o céu, chega ao colo de Deus. Temos de aprender que a nossa oração precisa ser suplicante, de quem bate para a porta se abrir, de quem procura para poder achar, a oração de quem pede para ser dado.
Não deixemos, meus irmãos, de sermos insistentes, persistentes e suplicantes. Acima de tudo, de sermos confiantes. Não adianta fazermos a oração do desespero. Quando a morte se aproximou da rainha Ester, ela não se jogou no pranto do desespero, mas no pranto da confiança no Senhor. Ela suplicou sem cessar, entregou-se de alma e coração ao Senhor Nosso Deus.
Quem dera que todos nós, diante das diversas circunstâncias da vida, fizéssemos a oração de confiança e súplica! O modo de nos relacionarmos com Deus, quando vêm as provações e situações difíceis é, para alguns, de desespero. Algumas pessoas recorrem a meios nada santos ou saudáveis para a vida humana; outros se deixam corromper por práticas condenadas por Deus, desesperam-se e aceitam o “tudo vale” para resolver as situações da vida.
Aquele que é do Senhor coloca n’Ele sua confiança. Aquele que não quer simplesmente viver, mas viver em Deus, busca n’Ele a razão para sua vida. Por isso, meus irmãos, que a nossa oração seja cada vez mais uma oração de um filho que confia no pai, pois sabe que este lhe dá coisas boas, dá a seu filho o que ele pede quando está necessitado. Sejamos um bom filho, que sabe confiar e sabe quem é o pai que tem.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Papa Francisco faz a festa com crianças com síndrome de down

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016






Lindeza! Papa Francisco faz a festa com crianças com síndrome de down. Mais um momento inesquecível, emocionante!
Publicado por Papa Francisco em Terça, 16 de fevereiro de 2016

Permitamos que a Palavra de Deus nos leve à conversão

A exemplo de Jonas, que a Palavra de Deus nos leve à conversão

“Os ninivitas acreditaram em Deus; aceitaram fazer jejum, e vestiram sacos, desde o superior ao inferior” (Jn 3, 5).


Jonas foi ouvido de Deus, porque ouviu a Palavra dirigida ao seu coração. Mas Jonas foi também boca do Senhor, porque foi anunciar o que Este havia lhe mandado anunciar. O profeta é assim, é aquele que tem o ouvido e a boca colados no coração de Deus para ouvir aquilo que Ele tem a falar, mas também para dizer aquilo que Deus quer que se fale. Jonas foi esse mensageiro, para que a grande cidade de Nínive não fosse destruída.
Não é que Deus fosse destruir, mas os pecados daquela cidade a estavam destruindo, estavam levando-na ao buraco. Sabe, meus irmãos, muitas cidades, Estados, países inteiros, o mundo em que vivemos, nossa casa e família estão se destruindo a cada dia, porque estamos deixando o pecado entrar e ruir com vidas e famílias, com o amor e a convivência humana.
São tantas coisas belas, boas e verdadeiras, mas que, diante da euforia da vida, parece que está tudo bem; e aí vamos deixando, permitindo que as coisas perniciosas e maldosas entrem. Quando vamos ver, não tem mais de pé.
Lembro-me quando era menino e via tantas lojas bonitas, boas e bem frequentadas! Depois de um tempo, eu via aquelas lojas fechando, falindo… Algumas estão lá, mas só o prédio, porque foram totalmente para o buraco. Era um tempo de auge, era festa, era tudo de bom! Depois, começaram a não se cuidar. Isso ou aquilo, que nós nem sabemos, destruiu aquele comércio, aquela casa.
Eu vi famílias tão boas, bonitas e belas, que festejavam, faziam belas festas, comemoravam todos os aniversários; de repente, aquela família ruiu. Sim, acontece no meio de nós, acontece entre nós. Existem cidades que parecem tão vistosas e que se não se cuidam, elas se autodestroem! Deus não quer que nada se perca, nada se destrua, mas o pecado tem o poder de destruir, de acabar com coisas belas, inclusive com as coisas de Deus, grupos e igrejas que eram d’Ele. Quantas famílias, que eram do Senhor, mas depois se perderam!
Qual é o caminho, qual é a salvação? O que podemos fazer para não perdermos nossas casas, famílias e ? O que fazer para não perdermos as cidades, nosso povo, nossa vida e vocação? É preciso revestir-se da penitência, fazer o que Jonas pediu aos ninivitas que fizessem. Eles se vestiram de saco, fizeram jejum, arrependeram-se dos seus pecados, renunciaram a eles e a vida floresceu novamente na cidade de Nínive.
Eu tenho a certeza de que muitas famílias vão florescer, muitas coisas, que estão caminhando para o buraco, vão tomar novo vigor; vamos tomar o caminho da penitência e nos arrependermos de nossos pecados. O Evangelho de hoje está nos dizendo que as pessoas estão pedindo a Jesus um sinal: “Jesus, dê-me um sinal para eu mudar de vida! Jesus, dê-me um sinal para eu sair da situação em que estou!”.
Desculpe-me, mas nenhum sinal será dado a nós do que o sinal de Jonas. E o primeiro deles é justamente este: a conversão, e esta passa pela penitência e pelo arrependimento. Outro sinal de Jonas é que Ele entrou na baleia e ali ficou por três dias; depois, foi expelido, jogado para fora. É o Filho do homem que é colocado na terra, morto por nossos pecados, mas vem para nos dar a vida.
Olhemos para Jonas e permitamos que, a exemplo dele, a Palavra nos leve à conversão e à mudança de vida.

Deus abençoe você!

 Fonte: Canção Nova

Orações não são apenas palavras ditas

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Orações não são apenas palavras ditas, mas comprometimento com aquilo que falamos com Deus

“Se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará” (Mt 6,14).

No caminho quaresmal ou no caminho da nossa vida rumo à eternidade, algumas etapas precisam ser percorridas e vividas com muita intensidade. O caminho da oração vai estar sempre à nossa frente. Eu preciso dizer a você, com toda sinceridade, que rezar não é tão simples, não é tão fácil.
Todos nós queremos e sabemos que precisamos da oração para cultivar nossa relação com Deus. Às vezes, acostumamo-nos com a oração decorada, com a oração que está escrita em um papel ou assim por diante. É uma forma, sim, de rezar, de falar com Deus, mas como nós precisamos crescer na nossa forma de relacionarmos com Deus!
Precisamos sair das formalidades para entrarmos na relação íntima e pessoal com Deus. Primeira coisa é chamá-Lo de Pai, tratá-Lo como tal, tê-Lo como Pai, relacionar-se com Ele dessa forma. Quem tem pai ou a ausência dele, sabe a importância que ele tem, e Deus é Pai.
Às vezes, vejo tantas orações dirigidas a santos, feitas para atender essa ou aquela particularidade da vida! Mas oração, assim como Jesus nos ensinou, é aquela que, em primeiro lugar, nos coloca em comunhão com o Pai, que nos leva a chamar Deus de nosso Pai e invocarmos Sua presença no meio de nós, construir o Seu reino no meio de nós.
A oração é exigente, porque oração compromete a vida e o coração. Oração é pedido, é súplica, “que venha o vosso reino, que seja feita a vossa vontade”, que o Teu nome seja santificado. Oração é colocar as nossas necessidades ao Senhor, para que Ele nos dê o pão de cada dia. Oração é perdão e cura do coração, oração é pedido de perdão: “Perdoa, Senhor, as nossas ofensas”; é também disposição de perdoar, “assim como nós perdoamos, Senhor, a quem nos tem ofendido”.
Desculpe-me, mas se eu não perdoar de todo coração quem me ofendeu, quem me machucou, não vou alcançar o perdão e a misericórdia de Deus. Então, oração não é apenas uma palavra dita, mas comprometimento com aquilo que nós oramos, com aquilo que falamos com Deus. “Meu pai, não nos deixe sucumbir à tentação, elas nos acompanharão por toda a vida, mas o que vai nos ajudar a permanecer firmes na fé, em pé, é a graça de Deus buscada na oração.

Deus abençoe você!

Seremos julgados pelo que fazemos ou deixamos de fazer

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Cada um de nós comparecerá diante do tribunal de Deus para ser julgado por aquilo que fez ou deixou de fazer

“Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa” (Mt 25, 35).

Amados irmãos e irmãs, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo está dizendo para nós quais são os termos do julgamento final de toda a humanidade. Cada um de nós comparecerá diante do tribunal de Deus para ser julgado por aquilo que fez ou deixou de fazer. Seremos abençoados e acolhidos todas as vezes que recebermos o Senhor ou deixarmos de receber a coroa da vida, quando não soubermos acolhê-lo.
“Senhor, onde estava nu, e eu não Lhe dei roupa? Onde o Senhor estava com fome, e eu não lhe dei comida? Onde o Senhor estava preso, e eu não fui lhe ver?” Sabe, meus irmãos, fazemos muitas coisas para as pessoas que nos são agradáveis, das quais gostamos muito, que amamos; tiramos até nossa própria roupa para dar a quem amamos e é muito importante para nós.
Eu sei que pelo Papa e por aquele ídolo que você gosta muito, você faria qualquer coisa! Contudo, não é o Papa nem seu ídolo que vão ser a via da presença misericordiosa de Deus para você. Acolher Jesus é acolhê-lo naquele que ninguém quer. O Senhor está mesmo no pobre, que não tem comida para comer; no sedento que precisa de um copo d’água para beber. Jesus é o estrangeiro que não tem lugar para se refugiar ou casa para morar. Ele é o homem nu da rua, da vida que não tem roupa para se vestir.
Jesus é o doente, o enfermo que está no leito do hospital ou sofrendo em muitas de nossas casas, desamparados, porque não têm ninguém por eles. Jesus é o preso, o bandido que está na cadeia, já julgado e condenado. Jesus está naquele condenado, naquela condenada.
É mais fácil receber Jesus na Eucaristia, branquinho, um pão que vem ao nosso ego, massageia a nossa alma! Mas é duro recebê-Lo ou encontrá-Lo naquela carne fedida, naquela pessoa que cheira mal. É duro recebê-Lo ou entender que Ele é aquela pessoa.
Desculpe-me, mas os padres da Igreja já nos diziam que a carne do pobre é a carne de Cristo. O sofrimento dos mais pobres, doentes e enfermos é o sofrimento de Jesus.
Vivenciando o ano da misericórdia, o Papa Francisco nos exorta a colocarmos em prática as obras de misericórdia, sejam elas corporais ou espirituais, que precisam estar encarnadas no cotidiano de nossa vida. Não despreze ninguém, não deixe de dar atenção ao necessitado, ao faminto, e não pense que esse seja apenas um problema governamental, pois é um problema espiritual, é um problema de salvação e conversão. Cabe a você se converter para os mais pobres, para os mais necessitados da humanidade.

Deus abençoe você!


CARTA ABERTA PELA INSTALAÇÃO DOS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA NO BAIRRO NOS BANCÁRIOS

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016


Desde 2009, com a instalação do Conselho de Segurança Comunitário, que as instituições as quais representam os moradores do bairro dos Bancários e adjacências, têm se preocupado com a situação de insegurança que, naquela época e, até então ainda permeia esta área da cidade. É certo que, foram realizadas várias ações, em parceria com os poderes públicos para amenizar esta situação.

Com o sequestro de duas mulheres em junho de 2015, ocorrido nos Bancários, seguido de estupro e umas das vítimas foi brutalmente assassinada, a população, liderada pelo Conselho de Segurança Comunitário, saiu às ruas no dia 27 de junho de 2015, pedindo que a Paz voltasse a reinar entre nós e, exigindo dos órgãos competentes agilidade para coibir esta onda de violência.




Como em 2014, já havíamos iniciado um processo de discussão com autoridades da segurança pública, municipal e estadual, em vista da implantação de uma base da Guarda Municipal e de uma UPS, estas negociações intensificaram-se cada vez mais, através de várias reuniões com o Secretário Estadual, Cláudio Lima; o comandante geral da PM-PB, Cel. Euler Chaves, Ten. Cel. Sena e, representantes da secretaria de segurança Pública e Cidadania da Prefeitura de João Pessoa.



Tudo concorria para a solução do problema e com expectativas de que as instituições de segurança seriam instaladas no bairro, trabalhando em unidade, respeitando as peculiaridades de cada uma. Porém, fomos surpreendidos com a demolição de uma parte da associação de forma truculenta no dia 06 de julho, desconsiderando toda construção coletiva em prol da implantação dos órgãos competentes em nosso bairro. 




De imediato, reagimos a esta agressão com um ato público no dia 08 de julho de 2015, pois não havia diálogo até o momento para a solução do impasse, pelo contrário, eu, Padre Marcondes Meneses, fui expulso das dependências da Secretaria Municipal de Segurança pelo atual ocupante, por discordar de suas atitudes, em seguida, todos os representantes retiraram-se do local e, a noite realizamos o ato público, com a população que compareceu em peso.

Aos 09 de julho, o secretário de Planejamento do Município, Zenedy Bezerra, acompanhado do secretário adjunto da comunicação da época, estive nas dependências da Paróquia Menino Jesus, com a finalidade de firmar um acordo entre as instituições do bairro e a Prefeitura Municipal de João Pessoa. O Secretário Zenedy, comprometeu-se de que a Prefeitura faria o repasse legal de uma parte do terreno, para o governo do Estado construir o DISP (Distrito Integrado de Segurança Público) e a prefeitura construiria a Base da Guarda Municipal no local onde foi destruído parte da Associação. Fechamos o acordo e saímos esperançosos para a concretização.

Mesmo com o acordo firmado, não paramos de trabalhar em prol da Segurança em nosso bairro. Fomos recebidos aos 16 de Julho pelo Comandante Geral da PM-PB, Cel. Euler, acompanhado do Cel. Lívio e Cel. Sena, para debater como seria a implantação do DISP e uma possível UPS. De imediato foi acordo com a PM-PB a que no nosso bairro teríamos de imediato uma UPS Móvel, trio de Motocicletas fixo, Patrulhamento a pé e a Ronda PROERD nas escolas do bairro. De fato todo esse aparato vem assistindo nosso bairro, amenizando a situação de insegurança.



Também procuramos os órgãos da Prefeitura Municipal, com a finalidade de solicitar a poda de arvores, requalificação da iluminação pública, já que compreendemos SEGURANÇA em sentido amplo, levando em consideração estes serviços. Inclusive, no dia 29 de julho de 2015, realizamos uma audiência pública para tratar destes pedidos, porém, só o secretário da SEDURB e o adjunto da época da Segurança Municipal compareceram, representeando o município; representando a PM-PB, tivemos a presença do Ten. Cel. Sena. O objetivo era obter do poder municipal a poda das árvores e a requalificação da iluminação, ficando acordado que de imediato estes serviços seriam realizados. Mais uma vez nos reunimos aos 06 de agosto de 2015, acompanhado do Pr. Mazinho, da Igreja Batista dos Bancários e várias lideranças, na sede da SEDURB, sempre com o intuito de concretização destes serviços.


  

No dia 09 de agosto, tivemos a oportunidade de apresentar aos moradores, nas missas e na praça da paz as conquistas do Conselho de Segurança dos Bancários: UPS Móvel; Trio de Motocicletas fixo; Patrulhamento a pé; Ronda PROERD nas escolas do bairro e, sobretudo, o Consenso para a instalação da Guarda Municipal e UPS na praça da paz e o DISP no terreno doado pela prefeitura ao Estado.



Não cruzamos os braços, o trabalho continuou. Aos 10 de agosto, o CONSEG Bancários, esteve reunido em audiência com o Secretário de Segurança Claudio Lima, com o Comandante da Polícia Cel. Euller Chaves, com o comandante do 5º BPM TC Sena e pelo Delegado Isaias Gualberto. Na oportunidade o presidente João Eduardo Melo, o Padre Marcondes e Abelardo Maia representando o Rotary, discutiram as opções de instalação do DISP e da UPS, antecedendo nova reunião com a Prefeitura Municipal de João Pessoa.



No dia 12 de agosoto, fomos recebidos no gabinete do Secretário de planejamento de João Pessoa, Zenedy Bezerra, com a presença do Secretário de Desenvolvimento Urbano, Hildevanio Macedo, debatendo a cessão do terreno pelo poder municipal para a construção do DISP Bancários.
 Toda esta caminhada em busca das melhorias do nosso bairro foi realizada com a expectativa da implantação da Base da Guarda Municipal e do DISP-Bancários, conforme o prometido. Entretanto, nos causa indignação, pela morosidade ou pela falta de “interesse”, é certo que em todas as reuniões foram ratificados os pedidos da população, mas nos falta inciativa concreta.

Ainda continuamos com ruas escuras, ermas e com arvores que servem de abrigo e esconderijo de marginais, esperando as vítimas para assaltos e colocando medo na população.




Assim como, desde outubro a prefeitura colocou uns tapumes no local reservado a construção da base, mas já faz quatro meses e não tem um tijolo sequer, apenas propaganda. Em relação a cessão do terreno, destinado ao DISP, também não sabemos do processo de transferência para o Estrado.






Questiono-me, por que os acordos ainda não foram honrados? Onde estão projetos de políticas públicas de prevenção á violência? Que forma de trabalho articulado com as entidades é esta? Os serviços de poda das árvores e requalificação da iluminação por que não são feitos?  Penso que, o sr. Prefeito, sendo um homem de respeito e diálogo, deve tomar as providências e, sente conosco para que, o que foi acordado em conjunto, seja concretizado. Queremos não só a construção da Base da Guarda Municipal, inclusive aparelhada, armada e com condições de coibir o crime; queremos que seja feita a cessão do terreno ao Estado, para a construção o DISP, pois sabemos que já faz parte do orçamento do Estado essa construção, faltando o terreno; queremos todo aparato de Segurança trabalhando em conjunto nos Bancários. Portanto, pedimos que a Prefeitura se manifeste, e atenda as reivindicações dos moradores.



Pe. Marcondes Meneses
(Pároco da Paróquia Menino Jesus de Praga)

Conselho de Segurança dos Bancários

Rotary Bancários

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