BELÍSSIMO ESPOSO | Comunidade Católica Shalom

sexta-feira, 15 de abril de 2022

 

Relembrando a Celebração da paixão em 2019

 

Missa da Ceia do Senhor abre o Tríduo Pascal nesta Quinta-feira Santa

 


A Missa da Ceia do Senhor e Lava Pés, nesta Quinta-feira Santa (14) contou com a presença de centenas de fieis que compareceram à Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves. É a retomada da normalidade na Semana Santa após 2 anos de restrições. Para o Arcebispo, é momento de agradecer: “estamos superando o tempo difícil e é uma alegria muito grande poder estarmos de volta, todos juntos, vivendo a Semana Santa com a casa cheia, com todos em fraternal comunhão presencial”, disse o Arcebispo.

A celebração recorda o momento da última ceia de jesus com seus discípulos, onde ele institui a Eucaristia e traz a grande lição do ato de servir, lavando os pés de seus amigos. “É uma celebração de suma importância para nós, é o dia em que o Senhor nos presenteou com a eucaristia, com a certeza de que ele estaria sempre conosco cada vez que repetíssemos o gesto da partilha. É o que fazemos a cada missa e hoje é o dia maior, o dia de recordar e celebrar onde tudo começou”, diz o Arcebispo.

No rito de Lava-pés, Dom Delson lavou os pés dos membros da Comissão Missionária da Catedral, em alusão ao Ano Missionário vivdo na Arquidiocese e também na Igreja do mundo todo, a pedido do Papa Francisco.

Após a Missa, o Santíssimo Sacramento ficou exposto para adoração. Vários grupos se revezam diante do Corpo de Cristo e, às 23h, realizam a Procissão do Silêncio, saindo da Catedral até a Igreja de Nossa Senhora do Carmo.

Santos Óleos: após 2 anos de restrições, Catedral volta a acolher todo clero na Missa da Unidade

 

Ainda é límpido na memória o cenário das igrejas vazias na semana mais importante para os cristãos. Porém, após 2 anos de restrições devido à pandemia, a Arquidiocese da Paraíba voltou a celebrar, com a presença dos fieis e de todo clero, a Missa dos Santos Óleos. Na manhã desta Quinta-feira Santa (14), centenas de pessoas celebraram a Missa da Unidade na Catedral Basílica. “Com o coração cheio de alegria, abraço e acolho, paternalmente, cada um dos aqui presentes”, disse, emocionado, o Arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson.

O Arcebispo fez questão de lembrar o período pandêmico: “é chegado o momento do reencontro, momento de dar graças a Deus! Foram tempos de decisões difíceis, mas que pudemos contar com o apoio dos fieis. Eu senti pessoalmente o carinho e a compreensão das pessoas a cada decisão delicada que precisava ser tomada. Também senti as reclamações e compreendo, pois era a forma de viver a dor que estávamos todos sentindo. A revolta por não poder estar com o Corpo de Cristo na Eucaristia. Foram tempos difíceis, de muita provação. Mas vencemos, estamos vencendo ainda, e ainda vamos glorificar muito o nome do Senhor e agradecer a dádiva da vida”.

Na Missa dos Santos Óleos, os padres renovam as promessas sacerdotais, proferidas no dia da ordenação. “É um momento muito importante, de fortalecimento, de unidade e ao fazer isso de forma coletiva, todos juntos, podemos sentir na fraternidade o apoio uns dos outros”, comentou o Vigário Geral da Arquidiocese, Pe. Luiz Júnior.

Os óleos sacramentais abençoados nesta celebração, são usados em todas as paróquias da Arquidiocese até a Páscoa do próximo ano. São 3 óleos: dos enfermos, dos catecúmenos e o crismal.

ÓLEO DO CRISMA: uma mistura de óleo e bálsamo, significando plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar “o bom perfume de Cristo”. É usado no Sacramento da Confirmação (Crisma) e também no Sacramento da Ordem, para ungir os “escolhidos” que irão abraçar o sacerdócio. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.

ÓLEO DOS ENFERMOS: é usado no Sacramento da Unção dos Enfermos e significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for a vontade de Deus. A cor que representa esse óleo é o roxo.

ÓLEO DOS CATECÚMENOS: catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. A cor que representa esse óleo é o verde.

Comunicado Oficial: uso facultativo de máscaras em igrejas e ambientes celebrativos

sábado, 9 de abril de 2022

 



A Arquidiocese da Paraíba comunica que, seguindo as orientações das autoridades sanitárias e de saúde, bem como o Decreto Estadual nº 42.388 deste dia 07 de abril de 2022, passa a ser facultativo o uso de máscara dentro das igrejas e nos ambientes celebrativos. O caso aplica-se a todas as cidades pertencentes à Arquidiocese que atingiram a meta de 70% das pessoas vacinadas (acima de 5 anos) com ao menos duas doses do imunizante (ou uma aplicação do imunizante de dose única).

Esta Igreja Particular orienta, também acompanhando o texto do referido Decreto, que as pessoas que possuem comorbidades ou que apresentem sintomas da Covid-19 mantenham a utilização da máscara. Também é recomendado que se permaneça o uso do álcool para higienização das mãos.

Todas as ações da Igreja Arquidiocesana, suas paróquias, Novas Comunidades, organismos e movimentos estejam sempre de acordo com as orientações e decretos das autoridades sanitárias e de saúde e também da Cúria Metropolitana.

A Arquidiocese continua orientando seus fiéis quanto aos cuidados individuais e coletivos para que a covid-19 e suas variantes sejam controladas e o país possa sair em definitivo do quadro de pandemia.

Que tenhamos todos uma intensa vivência da Semana Santa!

Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz
Arcebispo da Paraíba


Fonte: Arquidiocese da Paraíba

Semana Santa: confira a programação de celebrações com o arcebispo

quinta-feira, 7 de abril de 2022

 

Estamos nos aproximando da Semana Santa, onde celebramos a maior festa cristã: a Páscoa do Senhor. Época de viver intensamente nossos ritos e celebrações, reafirmando a fé em Cristo Jesus, que deu a vida por nossos pecados e ressurgiu glorioso nos apresentando o caminho da salvação.

É importante lembrar que todas as celebrações ocorrerão com a presença dos fieis, ocupando 100% da lotação das igrejas, como já vem acontecendo desde o dia 11 de março. As missas serão presididas pelos padres nas Paróquias e permanecem as transmissões online para redes sociais paroquiais. Ainda faz-se obrigatório o uso de máscaras no interior das igrejas e é recomendado o uso em momentos de aglomeração, como nas procissões. Cuidar da saúde, a própria e a dos irmãos, é um gesto de amor.

Dom Manoel Delson, Arcebispo da Paraíba, preside as celebrações na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, com transmissão através do canal da Arquidiocese no youtube e da Rádio Consolação FM.

Abaixo, os horários das celebrações com o Arcebispo:

08/04 – Sexta-feira:

15:00 – Missa na Igreja da Misericórdia (próximo ao Terceirão), seguida da Procissão do Encontro

10/04 – Domingo de Ramos:

09:00 – Missa na Catedral

12 e 13/04 – terça e quarta:

14:00 – mutirão de confissão na Catedral

14/04 – Quinta-feira Santa

09:00 – Missa dos Santos Óleos (renovação das promessas sacerdotais)

17:00 – Missa de Lava-pés (início do Tríduo Pascal)

23:00 – procissão do silêncio (da Basílica à igreja do Carmo)

15/04 – Sexta-feira Santa:

15:00: Liturgia da Paixão do Senhor (não é missa, é celebração da Paixão)

Em seguida, a Procissão do Senhor Morto

16/04 – Sábado de Aleluia

18:00 – Missa Solene da Vigília Pascal

17/04 – Domingo de Páscoa

09:00: Missa Solene da Páscoa do Senhor

PROGRAMAÇÃO DA PARÓQUIA DA CATEDRAL:

07/04 – Quinta-Feira

18:00 – Procissão do Encerro (início na Igreja do Carmo)

08/04 – Sexta-Feira

15:00 – Missa Seguida da Procissão do Encontro (Igreja da Misericórdia)

09/04 – Sábado

17:00 – Celebração Penitencial dos Enfermos

10/04 – Domingo

06:00 – Missa de Ramos

09:00 – Bênção e Missa de Ramos (com o Arcebispo)

17:00 – Missa de Ramos

18:30 – Missa de Ramos (Catedral Basílica e Mosteiro de São Bento)

12/04 e 13/04 – Terça e Quarta

Mutirão de Confissão das 14h às 17h e das 19h às 21h

14/04 – Quinta-Feira Santa

09:00 – Missa dos Santos Óleos (com o Arcebispo)

17:00 – Missa de Lava Pés (Adoração após a Missa)

23:00 – Procissão do Silencio (Da Basílica para a Igreja do Carmo)

15/04 – Sexta-Feira Santa

09:00 – Via Sacra-com os jovens

12:00 – Oficio da Agonia

15:00 – Liturgia da Paixão do Senhor (Seguida da Procissão do Senhor Morto)

16/04 – Sábado de Aleluia

18:00 – Missa da Vigília Pascal (com o Arcebispo)

17/04 – Domingo de Páscoa

06:00 – Missa de Páscoa

09:00 – Missa de Páscoa (com o Arcebispo)

17:00 – Missa de Páscoa (Catedral e Mosteiro de São Bento) 18:30 – Missa de Páscoa (Catedral e Mosteiro de São Bento)


Fonte: Arquidiocese da Paraíba

Via Sacra pelas ruas do bairro do Roger

segunda-feira, 4 de abril de 2022

     Neste domingo(04/04),  Homens do Terço Mãe Rainha, da Paróquia Santa Teresinha e visitantes do Terço Missionário da Capela São Francisco de Assis, sito Laranjeiras no José Américo, João Pessoa-PB, rezaram a Via Sacra pelas ruas do bairro do Roger(Alto e bairro Roger).


No início da Via Sacra, era "um sol para cada homem", como se diz no dito popular.


A partir das 5° Estação da Via Sacra, os homens do Terço, viveram uma verdadeira celebração da Via Sacra, debaixo de muita chuva de bençãos, caiu um verdadeiro temporal, foi chuva a Deus louvar!.


Realmente a chuva foi benção e mostrou o quando  somos homens de fé em Deus e Nossa Senhora, o Padre Sidnei nos acolheu com a benção de Deus foi lindo, só tenho agradecer a Deus e a nossa Senhora.


    O ponto marcante: ao término da Via Sacra (15h - 17h45min), que coincidiu com a transubstanciação, na Santa Missa, os homens chegaram na Igreja e o padre concedeu que quem pudesse comungar que o fizesse. E no final convidou aqueles homens(encharcados de água) para uma bênção sobre o grupo!


Padre: Pe. Sidnei Ribeiro Antunes, SV

Coord. do TH: Jorge Uberto da Silva 

Vice-Coord.: André Luiz dos Santos 

Tesoureiro: Marcos Antonio Vicente

Missionários Visitante: Hilton Costa e Antônio Neto

Encontro de Homens do Terço na Casa da Paz

 Neste último domingo(03/04), aconteceu o Encontro de Homens na Casa da Paz Maria de Nazaré, com o Tema: "Homens segundo o coração de Deus".

Abaixo, algumas fotos foram registradas:

Um homem segundo o coração de Deus  (Atos 13, 22)

Tarcisio, da Comunidade Anjelus, pregou sobre o tema: Jesus escolhe os doze apóstolos(Lc 6, 12-16)
Anderson CPMN, um dos organizadores do evento e membro do ministério de adoração.
Participou também do evento Jamilson, do Terço dos Homens da  Jesus Ressuscitado.
Pe Paulo Cordeiro, da Paróquia São Francisco de Assis, dos Bancários celebrou a Santa Missa de encerramento do encontro.



Papa no Angelus: 'Recebamos a misericórdia de Deus de coração aberto'

domingo, 27 de março de 2022

 

Recordando a Parábola do Filho Pródigo, o Santo Padre explicou que quando o coração de uma pessoa está sincronizado com Deus e vê o arrependimento de uma pessoa por seus erros, Ele se alegra

Da redação, com Vatican News

Da janela do apartamento pontifício, o Papa Francisco celebrou o Angelus deste domingo, 27 / Foto: Reprodução Vatican News

Antes de dar início à recitação da oração do Angelus, o Papa Francisco ofereceu suas reflexões semanais sobre o Evangelho dominical, que esta semana fala da Parábola do Filho Pródigo, que narra como Deus “sempre perdoa com compaixão e ternura”. O Papa destacou como aprendemos que Deus é um Pai que perdoa até nossos piores pecados, acolhe-nos de volta e se alegra com uma festa para nós.

“Nós somos esse filho, e é comovente pensar no quanto o Pai sempre nos ama e espera por nós”, pontuou o Sucessor de Pedro.

Abrindo nossos corações

O Papa recordou então que a parábola conta como o irmão mais velho se irritou quando o pai acolheu de volta o filho pródigo, que havia desperdiçado tudo o que tinha levando uma vida dissoluta antes de voltar para pedir perdão.

A atitude do irmão mais velho está presente também em todos nós, salientou o Pontífice, em que somos tentados a nos irritarmos por acreditar que nossa relação é apenas sobre o dever e a observância dos mandamentos, enquanto nos esquecemos da misericórdia, compaixão e amor sem limites de Deus como Pai. Francisco acrescentou que nós também devemos ver o risco de basear nosso relacionamento com Deus de uma forma que nos distancia Dele por nossa rigidez.

Seja feliz e regozije-se

O Papa conta então quando o Pai na parábola implora ao filho mais velho que abra o coração para acolher o irmão mais novo, quando o Pai abre o próprio coração e diz: “ele estava morto e agora está vivo”. O Santo Padre disse que nós também devemos refletir e perceber se também temos essas duas características que o Pai precisa em nossos corações: “alegrar-se e regozijar-se”.

Perto daqueles que se arrependem

“Alegrar-se”, explicou o Papa, significa mostrar que estamos próximos daqueles que se arrependem ou estão em vias de fazê-lo, mesmo aqueles que ainda estão em crise ou que estão longe. Ao fazer isso, podemos lidar melhor com nosso próprio medo e desânimo que vem de relembrar nossos próprios erros, acrescentou. Como o Pai, devemos oferecer a todos um caloroso acolhimento e encorajamento, pois a distância e a condenação não ajudam. Nós também devemos estender a mão para aqueles que estão longe, e estar lá, para incentivá-los e comemorar com eles quando eles mudarem seus caminhos para melhor.

“Quanto bem pode fazer um coração aberto, uma escuta verdadeira, um sorriso transparente; para comemorar, não para deixá-los desconfortáveis!”

Corações sincronizados com Deus

O Papa acrescentou que “precisamos nos alegrar”. Se nossos corações estão realmente “sincronizados com Deus”, quando vemos o arrependimento de alguém — por mais graves que sejam os erros — nos alegramos, não podemos ficar apontando o dedo para o que fez de errado, mas nos alegramos juntos pelo bem que foi escolhido. Portanto, vamos todos aprender a nos alegrar pelos outros e junto com eles.

“Que a Virgem Maria nos ensine a receber a misericórdia de Deus para que ela se torne a luz pela qual vemos o nosso próximo”.

Fonte: Canção Nova

Acolha a misericórdia de Deus que visita o seu coração



 “Naquele tempo, os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Porém, os fariseus e os mestres da Lei criticavam Jesus. ‘Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles” (Lucas 15,1-2).

Meus irmãos e minhas irmãs, estamos no quarto domingo da Quaresma. O padre leu só o início do Evangelho de hoje, que é uma das páginas mais belas do Evangelho: a parábola do filho pródigo. “A parábola do filho pródigo”, “a parábola do filho mais velho”, “a parábola do pai amoroso”, poderíamos dar esses três nomes porque são três personagens que nos fazem meditar profundamente sobre o nosso caminho de conversão e de amor a Deus.

A Palavra do Evangelho diz que Jesus está cercado de publicanos e pecadores, diz que Ele os acolhe e faz refeição com eles. Na Palavra de Deus e na cultura hebraica, fazer refeição com alguém é dividir a vida, é dividir a intimidade, é fazer das pessoas íntimas, é trazer as pessoas para o convívio familiar, é torná-los irmãos.

Veja, a atitude de Jesus com os publicanos e pecadores, pessoas que estavam totalmente fora do alcance da graça de Deus — segundo a concepção judaica —, mas Jesus se aproxima deles. O detalhe do Evangelho, que não aparece na tradução em português, diz que são todos os pecadores e publicanos, não são só alguns, todos se aproximam de Jesus porque encontram n’Ele a misericórdia e o perdão. Como eu disse, depois Jesus conta a parábola do filho pródigo, do filho mais velho e do pai amoroso.

Você sabe que o filho pródigo representa aqui todos esses publicanos e pecadores que querem uma segunda chance, que querem experimentar o amor. O filho maior são esses escribas e fariseus que criticam Jesus por causa da Sua ação misericordiosa; e o pai amoroso é esse lugar, é esse abraço onde nós nos encontramos. O bom é que desse embate de Jesus com os escribas e fariseus — como eu disse —, nasceu uma das páginas mais bonitas do Evangelho, que é essa parábola.

Neste tempo quaresmal, vamos pedir ao Senhor que o nosso coração se dilate para acolher essa misericórdia de Deus que nos visita

A realidade, que é apresentada na parábola, diz muito para nós, porque o primeiro filho, o filho pródigo, “mata o pai antes da hora”: ele pede a herança; e, depois do seu erro, ele esperava a punição, mas recebe a misericórdia. Isso fala muito para todos nós neste tempo quaresmal, em que precisamos experimentar a misericórdia do Pai.

Já o segundo filho estava dentro de casa, mas o coração estava fora; o coração estava infiel dentro de casa, bem perto do pai. Isso também chama muito a nossa atenção para o perigo de nos perder mesmo pretendendo estar próximos do Pai, sermos íntimos do Pai, pois isso não quer dizer nada, porque o nosso coração precisa ser de Deus, o nosso interior precisa ser de Deus.

Os dois têm a oportunidade de experimentar o cuidado de Deus: o primeiro se deixa levar pelo abraço do pai, pela acolhida, pela volta, cai em si, admite os seus erros e retorna à casa do pai; o segundo, mesmo na insistência do pai, mesmo na atitude amorosa do pai recusa, fecha o coração e se aprisiona numa solidão e numa distância sobre o amor que o pai lhe propunha.

Nesta Quaresma, neste tempo quaresmal de preparação para a Páscoa, vamos pedir ao Senhor que o nosso coração se abra e se dilate para acolher essa misericórdia de Deus que nos visita, que quer nos transformar, que quer fazer de nós pessoas novas. Deixemo-nos envolver por esse abraço amoroso de Deus, o Pai das Misericórdias! E que a nossa vida realmente tenha sentido ao lado d’Ele.

Sobre todos vós, a bênção do Deus Todo-poderoso. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!

Fonte: Canção Nova

CNBB celebra missa pela consagração da Rússia e da Ucrânia

sábado, 26 de março de 2022

 

Compactuar com a guerra é matar em nós o que há de mais humano; disse Dom Joel 

Da Redação, com CNBB

Foto: Reprodução CNBB

Atendendo ao convite do Papa Francisco para a Consagração da Rússia e da Ucrânia ao Imaculado Coração de Maria, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB,sediou na sexta feira,25,a celebração eucarística com a intenção inspirada pelo pedido do pontífice.

A missa foi presidida pelo bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro e secretário-geral da CNBB, Dom Joel Portella Amado, direto da capela Nossa Senhora Aparecida e foi transmitida pela televisão,rádios e redes sociais católicas.

Em sua homilia, Dom Joel exortou que a guerra não é humana. E continuou dizendo que a guerra desumaniza todas as pessoas.

“Compactuar com a guerra é matar em nós o que há de mais humano, o que há de mais divino, que é o sonho de paz, o sonho de comunhão e de fraternidade”, pontuou.

Cristo é a nossa paz

Dom Joel Amado recordou que a solenidade da Anunciação do Senhor celebrada na sexta-feira aponta para o Natal, ocasião em que os cristãos cantam glória a Deus e paz na terra a toda a humanidade.

A guerra nunca se justifica

O bispo recordou o convite do Papa Francisco para oração e reflexão pela paz, e ressaltou a tristeza e a vergonha que a guerra e suas consequências trazem para a humanidade.

“A guerra nunca se justifica, a guerra nunca tem razão de ser, exceto pelo pecado no meio de nós”, ressaltou o bispo.

“O sonho do céu, o sonho plantado no coração de cada um de nós, o sonho que o Criador deixou dentro de nós, o sonho que o Redentor nos purificou para ele, o sonho que o Espírito Santo nos santifica para isso, é um sonho de paz. E a paz não se alcança pelo poder das armas”, continua.

No diálogo, a paz se realiza

Retomando o exemplo do Evangelho da Anunciação na conversa do anjo com Maria, Deus se coloca em diálogo e, segundo Dom Joel, mostra ao ser humano o que realmente representa a visita, a conversa que transmite paz. 

E por fim, a partir desse exemplo, o secretário-geral da CNBB recorda a atitude do Papa Francisco em oferecer a Igreja como interlocutora entre os países em vista da paz.


Fonte: Canção Nova

 

Encha o seu coração do Espírito de Cristo

domingo, 6 de março de 2022

     Naquele tempo, Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e, no deserto, ele era guiado pelo Espírito. Ali foi tentado pelo diabo durante quarenta dias. Não comeu nada naqueles dias e, depois disso, sentiu fome. O diabo disse, então, a Jesus: ‘Se és Filho de Deus, manda que esta pedra se mude em pão’. E lhe disse: ‘Eu te darei todo este poder e toda a sua glória, porque tudo isto foi entregue a mim e posso dá-lo a quem quiser’. E lhe disse: ‘Se és Filho de Deus, atira-te daqui abaixo!’” (Lucas 4,1-3.6.9).

Essa é uma síntese sobre esse Evangelho do primeiro Domingo da Quaresma, onde refletimos sobre as tentações de Jesus que, na verdade, também é o nosso caminho espiritual por quê? Porque a Quaresma é para o cristão uma escola, para que nós enfrentemos o mal que se apresenta como um ladrão da nossa liberdade.

Vejam vocês, o diabo tentou Jesus para tirar d’Ele a liberdade de Filho de Deus. Então, nestes 40 dias, nós nos matriculamos nessa escola espiritual para aprender de Jesus a enfrentar o mal que também bate à nossa porta, que, mais uma vez, investe contra nós e quer também nos fazer escravos e que nós percamos a nossa liberdade de filhos de Deus.

Para nós, nessa escola quaresmal, a nossa prova final é aprender a dizer os “nãos”; os “nãos” decisivos no momento da prova, porque Jesus soube dizer esse “não”. Agora, um detalhe muito importante que não podemos esquecer: a Palavra diz que Jesus estava cheio do Espírito Santo. Esse é para nós um elemento fundamental para que vivamos bem a nossa Quaresma: tirar de dentro de nós o espírito mundano para nos enchermos do Espírito de Cristo, do Espírito Santo. É a partir dessa realidade que nós enfrentaremos quaisquer tentações ou situações na nossa vida e poderemos dar um bom testemunho de Cristo.

Para que vivamos bem a nossa Quaresma: tiremos de dentro de nós o espírito mundano para nos enchermos do Espírito de Cristo

Em nós, não pode haver aquela mentalidade de adorar a dois senhores. Temos de dizer o nosso “sim” total e pleno a Deus; e dizer o nosso “não” pleno e total ao maligno, ao inimigo de Deus.

Sabemos que, neste tempo quaresmal, a Igreja nos propõe, de forma peculiar, três práticas espirituais: a oração, o jejum e a esmola, que são, na verdade, grandes combatentes contra as tentações diabólicas na nossa vida. A oração: nós aprendemos quem é Deus. Então, vamos tomar consciência: “Não tentarás o Senhor, teu Deus”, porque sabemos quem Ele é, Ele é o nosso Pai e a oração nos ajuda a isso.

Depois: o jejum; encontrarmos em Deus o prazer da nossa alma porque “não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4,4). E, finalmente, a esmola. A esmola que nos liberta daquele espírito de posse, daquele espírito de nos prender à coisas materiais, e vamos nos recordar que podemos e devemos adorar somente a Deus, nosso único Senhor; e Ele precisa ser o senhor dos nossos corações.

Está aí para nós este itinerário quaresmal, esta escola espiritual que iniciamos com muita fé, com muita confiança e, indispensavelmente, cheios do Espírito Santo, para que vençamos todas as tentações.

Sobre todos vós, a bênção do Deus Todo-poderoso. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!

Fonte: Canção Nova

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