Papa: "Maria, a voz dos sem voz para dar à luz um mundo novo"

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

 

“No caminho da cultura da fraternidade, o Espírito nos chama a acolher mais uma vez o sinal de consolação e esperança segura que tem o nome, o rosto e o coração de Maria”. Palavras do Papa Francisco na sua mensagem aos participantes do 25° Congresso Mariológico Mariano Internacional (on-line) com o tema Maria entre teologia e cultura hoje. Modelos, comunicações e perpectiva

Jane Nogara - Vatican News

De 8 a 11 de setembro será realizado o 25° Congresso Mariológico Mariano Internacional (on-line) com o tema Maria entre teologia e cultura hoje. Modelos, comunicações e perpectiva. Para a ocasião o Papa enviou uma mensagem recordando que “nossa alegria não deve esquecer o grito silencioso de tantos irmãos e irmãs que vivem em condições de grande dificuldade” e que “Maria, na beleza de seu seguimento evangélico e em seu serviço ao bem comum da humanidade e do planeta, sempre nos ensina a escutar estas vozes, e ela mesma se torna a voz dos sem voz para dar à luz um mundo novo, onde todos sejamos irmãos, onde haja lugar para cada descartado das nossas sociedades”.

Francisco agradeceu à Pontifícia Academia Mariana Internationalis que há mais de sessenta anos dedica-se ao estudo de Maria reunindo cultores de mariologia no mundo inteiro: “A celebração dos Congressos Marianos Internacionais, ofereceu debates, intuições, ideias e aprofundamentos em uma época que transforma ‘rapidamente o modo de viver, de se relacionar, de comunicar e elaborar o pensamento, de comunicar entre as gerações humanas e de compreender e viver a fé. Estes Congressos”, continuou o Papa, “são um claro testemunho de como a Mariologia seja uma presença necessária de diálogo entre culturas, capaz de alimentar a fraternidade e a paz”.

Maria, Mãe de todos presença nas fronteiras

Ao recordar que a teologia e a cultura de inspiração cristã estiveram à altura da sua missão quando souberam, de forma arriscada e fiel, viver na fronteira, Francisco explicou que a Mãe do Senhor tem uma sua específica presença nas fronteiras: “É a Mãe de todos, independentemente de etnia ou nacionalidade. Assim, a figura de Maria torna-se um ponto de referência para uma cultura capaz de superar as barreiras que podem criar divisões. Portanto, no caminho desta cultura da fraternidade, o Espírito nos chama a acolher mais uma vez o sinal de consolação e esperança segura que tem o nome, o rosto e o coração de Maria, mulher, discípula, mãe e amiga. É ao longo deste caminho que o Espírito continua nos dizendo "que os tempos em que vivemos são os tempos de Maria".


Bento XVI: o mistério de Maria é o mistério da Palavra de Deus

O Papa recordou as palavras do Papa emérito Bento XVI ao falar que o mistério contido na pessoa de Maria é o mistério da Palavra de Deus encarnada: “Ela Se sente verdadeiramente em casa na Palavra de Deus, dela sai e a ela volta com naturalidade. Fala e pensa com a Palavra de Deus; esta torna-se Palavra d’Ela, e a sua palavra nasce da Palavra de Deus. Além disso, fica assim patente que os seus pensamentos estão em sintonia com os de Deus, que o d’Ela é um querer juntamente com Deus. Vivendo intimamente permeada pela Palavra de Deus, Ela pôde tornar-Se mãe da Palavra encarnada”.

Piedade popular

Por fim Francisco sublinhou: “Não esqueçamos que é precisamente esta mesma Palavra que alimenta a piedade popular, que se inspira naturalmente em Nossa Senhora, expressando e transmitindo "a vida teologal presente na piedade dos povos cristãos, especialmente nos pobres; uma vida teologal animada pela ação do Espirito Santo, fruto do Evangelho inculturado. O Papa concluiu recordando uma citação de São Boaventura Bagnoregio ao afirmar que “São Francisco de Assis circundava a Virgem Maria de imenso amor porque tinha feito Deus nosso irmão”.


Fonte: Vatican News

Tu és o Senhor do Brasil!

terça-feira, 7 de setembro de 2021



 “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que escolheu para si como herança” (Salmo 33, 12). Por isso estamos aqui em oração durante esse dia e todo esse mês para que verdadeiramente o Brasil seja a nação cujo Deus é o Senhor.

Senhor, eu quero, eu vou dar tudo de mim, principalmente na oração para que essa palavra se realize. 

“Que toda a terra respeite o Senhor, tremam diante dele todos os habitantes do mundo, pois ele falou e tudo se fez, ordenou e tudo começou a existir. O Senhor anula os desígnios das nações, frustra os projetos dos povos. Mas o plano do Senhor é estável para sempre, os pensamentos do seu coração por todas as gerações. Feliz a Nação cujo Deus é Senhor. Feliz o povo que Ele escolheu por sua herança”. (Salmo 33, 08-12)

Eu estou com teu plano Senhor, o teu projeto. Eu e minha casa queremos realizar os teus planos. Eu e minha casa realizaremos o projeto do Senhor.

O Senhor anula os desígnios das nações. E quantos projetos se têm para tornar comunistas as nações. O comunismo não terminou, ficam como cobras no deserto, debaixo da areia, mas quando o animal percebe que ela chegou, ela já picou e faz a pessoa morrer em menos de uma hora.

Livra-nos Senhor, livra o Brasil, livra a América Latina, livra o mundo. Não queremos viver assim. Queremos viver os teus projetos.

Romanos 1,18-20

Isso tem acontecido, eles têm impedido a verdade, a palavra de Deus. Não é verdade que estamos decepcionados com o Brasil? Não é verdade que reprimiram a verdade e que muitos culpados estão aí com toda a liberdade? E não podemos dizer outra coisa a não ser o que a palavra de Deus diz.

Romanos 1,21-27

Vocês sabem que infelizmente isso é verdade. Está explicada essa epidemia de doenças sexualmente transmissíveis. Nós temos compaixão dessas pessoas, mas a Palavra de Deus mostra o jugo pelo castigo do paganismo. É ou não é o retrato do nosso país? Diga: “Senhor, tem compaixão de nós, tem compaixão do Brasil, tem compaixão dos homens e mulheres, rapazes e moças. Salva o Brasil, somos a ‘Terra de Santa Cruz’ e queremos viver os teus mandamentos”.

Romanos 1, 28-31

Nós estamos diante de uma radiografia muito clara, é Palavra de Deus. É isso que o nosso país está vivendo.

“E, apesar de conhecerem o juízo de Deus que declara dignos de morte os autores de tais ações, não somente as praticam, mas ainda aprovam os que praticam”. (Romanos 1, 32)

Não é isso que fazem as novelas, as revistas, as entrevistas daqueles que vivem uma vida assim? Diga: “Misericórdia, Senhor da nossa nação, queremos uma nação diferente, misericórdia de nossos filhos. Queremos uma nação cujo Deus é o Senhor.

O que está na entrada do litoral do Rio de Janeiro? O que existe no alto? O Cristo Redentor. Quem domina o Brasil? O Cristo Redentor, que está de braços abertos. Redentor é aquele que tira da prisão.

Quando plantamos o trigo o inimigo vem e planta o joio. Por que o joio cresce e o trigo não? Porque o joio é vazio e não tem que possuir grãos, por isso o joio fica por cima e trigo por baixo. E temos a impressão de que está tudo dominado pelo joio, mas, graças a Deus, não é verdade, apenas o joio se mostra por cima. Há mais trigo que joio, trigo escondido, oprimido pelo joio, mas o próprio Jesus diz que vai arrancar o joio e ficará somente o trigo. Eu quero ser “trigo”, não quero que os meus filhos, minha família sejam “joios”. Todos nós somos “trigo” e pela graça de Deus nos conservaremos assim. Eu sou desta nação, cujo Deus é o Senhor.

Êxodo 17,8-11

Hoje, não temos Moisés, mas temos o Cristo Redentor. Diga: “É o Cristo Redentor, Ele é vencedor e eu sou vencedor com Ele. A minha nação é vencedora com Ele, o Cristo redentor. Enche-me Senhor desta esperança.”

Moisés conhecia as estratégias de guerra, mas vai combater na oração. Ele vai com a vara do poder de Deus na sua mão. Tudo pode ser mudado pela oração. A oração é o nosso poder nas mãos, e é a “fraqueza” do coração de Deus, ou seja, Ele cede àqueles que são verdadeiramente orantes. 

Meu irmão, a nossa luta não é contra homens. Por trás disso tudo, dos horrores da violência, está o inimigo. A nossa oração precisa ser contínua, porque o inimigo quer nos destruir, temos que buscar meios para rezarmos constantemente. E a Canção Nova oferece isso para você. Às vezes, falam que somos “carolas”. Se for para sermos “carolas” seremos como Moisés e Araão.

A Canção Nova é sua companheira de oração, e a vitória será do Cristo Redentor. Nós somos companheiros de oração. Diga: “Eu sou companheiro de oração da Canção Nova. Nós venceremos. Eu sou trigo, o meu país, minha nação vai vencer porque somos companheiros de oração. Somos mais que vencedores. Eu faço do meu coração um altar”.

Rezemos juntos: “Se Cristo vos libertar sereis verdadeiramente livres. Jesus, salva o Brasil, Jesus liberta o Brasil, Jesus transforma o Brasil”.

Hoje, estamos oprimidos, mas no arrancar do “joio”, ou seja, do mal, seremos mais que vencedores, e veremos que o “trigo” é muito mais. Eu sou “trigo”, o Brasil é “trigo”! Jesus é vencedor! O Brasil é vencedor. Meu país é vitorioso!

Transcrição: Willieny Isaias




Monsenhor Jonas Abib

Tudo é possível ao que crê

quarta-feira, 11 de agosto de 2021


“A fé é a cura. Vá em paz, a tua fé te curou.”Normalmente, o necessário é a fé em Jesus. Ele está conosco e nos dá garantia. Mantenha uma coisa em mente: qualquer coisa pode nos levar à cura, pois Ele vê a fé de todos, cura por meio da fé da Igreja como um todo. É bom manter em mente que a fé é nossa maior cura.

Fé é fundamento daquilo que não se vê. Uma pessoa completa é aquela que reconhece Deus em sua vida, ela crê que Ele faz tudo certo. É necessário acreditar se você quiser saber quanto a sua fé é grande.

Nessa vida, somos viajantes e Deus não nos abandona. Só podemos caminhar se estivermos alimentados, mas se estamos fracos, é porque estamos com fome da Palavra de Deus. “Sem fé é impossível agradar a Deus”.

Às vezes, o pecado ofusca a nossa fé. Na palavra de Deus, Noé construiu a Arca, pois acreditou em Deus. Todos achavam que Noé era louco, mas ele ouviu todas as instruções do Senhor. Se estamos, aqui hoje, é porque alguém acreditou. Infeliz o homem que coloca a sua confiança nas coisas de outro homem.

O Senhor não quer que sejamos apegados, de forma que lutamos para ter aquilo que o outro tem. Existe um Deus que está acima de tudo isso.

Todas as vezes, o Senhor enviava os discípulos para salvar os doentes, mas, hoje, existe a medicina, porém quem os criou foi Deus. Tudo depende d’Ele.

Tudo é possível para quem crê no Senhor. Só Ele pode curar uma paralisia. Ele é o Médico dos médicos.

Você pensa que Deus está brincando conosco? Não temas, pois Deus é Deus. Médico nenhum descobriu a cura do câncer, somente Ele pode curá-lo.

Então, como vai a sua fé em Deus? Você só acredita naquilo que vê? Fé é aquilo que não se vê. A fé é um dom, ela nos dá suporte para a caminhada.

“Eu sou o Pão da vida. Quem crê em mim não passará fome”. Senhor, eu creio que só a Sua fé pode nos salvar.

Fonte: Canção Nova

Hino de Nossa Senhora das Neves

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

 


Em agosto, Papa pede à Igreja oração, caridade e serviço

terça-feira, 3 de agosto de 2021

 O Vídeo Papa deste mês fala da vocação da Igreja: evangelizar; Francisco reforça necessidade de uma reforma inspirada pelo Espírito Santo

Da redação, com O Vídeo do Papa

Papa Francisco /Foto: Reprodução “O Vídeo do Papa”

Nesta segunda-feira, 2, foi  publicado “O Vídeo do Papa”, com a intenção de oração do Papa Francisco para agosto. Neste mês, o Santo Padre faz uma profunda reflexão sobre a situação da Igreja, sua vocação e sua identidade.

O Pontífice pede uma renovação da Igreja “a partir do discernimento da vontade de Deus” diariamente. Para Francisco, em tempos de crise e dificuldades, a Igreja precisa de uma reforma. Ela deve começar dentro de cada um de seus membros e “à luz do Evangelho”.

Evangelizar e o exemplo de Jesus

No vídeo, o Papa destaca a vocação própria da Igreja, que é evangelizar. O Santo Padre sonha com uma “opção ainda mais missionária”.

O desejo é de uma Igreja que vá ao encontro do outro sem fazer proselitismo. Uma instituição que transforme todas as suas estruturas para a evangelização do mundo atual.

Francisco reafirma que não se trata de proselitismo, porque este estilo missionário exige antes de tudo a “reforma” individual. O pedido é por um testemunho de uma vida atrativa ao estilo do Evangelho.

Como explicou na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium: “Cada cristão e cada comunidade deve discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar este chamado: sair da nossa própria comodidade e ousar chegar a todas as periferias que precisam da luz do Evangelho”.

O primeiro passo, de acordo com o Pontífice, é que homens e mulheres se deixem guiar pelo Espírito Santo. Lembrar do que Jesus ensinou e colocar os ensinamentos em prática, pede Francisco.

Remédios para uma Igreja em crise: oração, caridade e serviço

“A Igreja sempre tem dificuldades, sempre tem crises”, destaca “O Vídeo do Papa” deste mês. Há poucos meses, foi tornada pública a carta com a qual Francisco rejeitou a renúncia oferecida pelo cardeal Marx.

Neste documento, o Papa não só concordou que “toda a Igreja está em crise por causa do problema dos abusos”, mas também encorajou o cardeal a continuar seu trabalho como pastor.

O Santo Padre enfatizou que “a reforma não consiste em palavras, mas em atitudes que tenham a coragem de se colocar em crise, de assumir a realidade seja qual for a consequência. E toda reforma começa por si mesmo. A reforma da Igreja foi feita por homens e mulheres que não temeram entrar em crise e se deixar reformar pelo Senhor”.

O remédio para enfrentar e empreender esta reforma nunca pode estar nas próprias ideias, ideologias ou preconceitos.

 Seguindo o exemplo de Jesus, que está no coração do Evangelho, o Pontífice indicou que o caminho é aquele que avança “a partir de uma experiência espiritual, uma experiência de oração, uma experiência de caridade, uma experiência de serviço”.

Como disse o Papa em sua carta ao cardeal Marx: este é “o único caminho, caso contrário, não seremos nada mais do que‘ ideólogos reformistas’ que não colocam sua própria carne em jogo”.

Rezar pela Igreja

Padre Frédéric Fornos SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, contou: “Já no final do ano passado, alguns dias antes do Natal, Francisco queria desenvolver o tema da diferença entre conflito e crise”.

Segundo o sacerdote, o objetivo do Pontífice era deixar claro que de uma crise pode sair algo positivo. O momento, prosseguiu padre Frédéric, é propício para o Evangelho e a reforma da Igreja.

“Como diz o Santo Padre: ‘Devemos ter a coragem de estar prontos para tudo; devemos deixar de pensar na reforma da Igreja como um remendo em uma roupa velha.’ Diante da crise, a primeira coisa que podemos fazer é aceitá-la, como um momento propício para buscar e reconhecer a vontade de Deus”.

Essa tomada de atitude significa não se cansar de rezar, como insiste o Papa; não cansar de seguir o exemplo de Jesus no serviço, na caridade, no encontro com o outro, com quem sofre, com os mais vulneráveis ​​e com quem mais precisa.

“O caminho sempre tem a ver com verbos de movimento. A crise é movimento, é parte do caminho”, disse também. “Rezemos pela Igreja, para que receba do Espírito Santo a graça e a força de se reformar à luz do Evangelho”.

Fonte: Canção Nova

436a Festa das Neves


 Você sabia que dá pra participar da Festa ao vivo?


Da uma olhadinha lá no stories que tem o link direto para o canal do YouTube da Catedral Nsa Sra das Neves PB


6ª Noite do Novenário da 436ª Festa das Neves - Live Show Oracional (EJC)

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

 

Suportar no amor e na paciência

sábado, 31 de julho de 2021

 


A Palavra de Deus sempre nos convoca ao amor a Deus traduzido no amor imediato dos irmãos. O amor ao próximo é condição fundamental para o amor que devemos a Deus. E quando não conseguimos amar os que nos são fatigosos?! Será que estaríamos falhando no nosso amor a Deus? A pessoa humana sempre é capaz de fazer contínuos progressos, mas as vezes nos deparamos com grandes dificuldades em acolher a quem nos tenha feito algum mal. Mas a quem podemos considerar nossos inimigos? O Papa Francisco nos responde: “Inimigos são também aqueles que falam mal de nós, que nos caluniam e nos enganam. Não é fácil digerir isso. A todos eles, somos chamados a responder com o bem, que também tem as suas estratégias, inspiradas pelo amor”.

O Evangelho de Nosso Senhor incansavelmente nos colocará diante da estratégia da bondade como resposta aos nossos inimigos, pois “a ninguém deu licença de pecar” (Eclo 15,21). Vivemos em contextos sociais marcados pela impaciência, não estamos mais dispostos a esperar o tempo de crescimento do outro. Contudo, a partir de uma leitura atenta da vida de Jesus percebemos o quanto a bondade e a paciência são costumes necessários para estabelecer relações fraternas. A fraternidade não é somente uma atitude universal, mas é uma consequência de quem busca viver o Evangelho como medida nas relações.

O amor que devemos aos nossos inimigos deve ser acompanhado da oração. Buscamos perdoá-los porque somos filhos do mesmo Pai. O nosso Pai que está nos céus. E só por meio da oração que o perdão se torna uma realidade concreta, sem aquela, só nos limitaríamos a firmar pactos de boa convivência. Amar os inimigos não é se ocupar desse tipo de pacto, mas tê-los, os que nos fizeram algum tipo de mal, em conta em nossos corações e orações, ainda que nos seja bastante difícil. Quando não conseguirmos amar dessa forma, façamos a experiência de trazer à memória o momento da cruz de Jesus. Lá no Calvário, Ele amou a todos, amou os pecadores, os santos, os hipócritas, e amou os seus inimigos imediatos que o crucificaram.

A fé cristã é exigente, ela sempre nos pedirá o compromisso com a caridade, com o amor que se dá até o fim, ainda que julguemos que nossos inimigos não o mereça. Mas quem somos nós para decretar a perda total de nossos inimigos? Diante do evento da cruz de Jesus aprendemos a grande lição do amor que somos devedores para com quem nos ofendeu. Quem se aproxima da mesa da Palavra e da Eucaristia, não pode estar estranho aos irmãos; não podemos tratá-los como inimigos, mas como irmãos em Cristo. Que a força do Evangelho de Cristo sempre nos disponha ao trabalho concreto da caridade!

Dom Frei Manoel Delson – Arcebispo da Paraíba

Cerimônia e Missa de Abertura da 436ª Festa das Neves - Missa

segunda-feira, 26 de julho de 2021

 


A Santa Missa foi presidida por Pe. Luiz de Souza e Silva Júnior na Catedral Basílica Nossa Senhora das Neves

Tema: Com Maria, em família, fortalecidos na Palavra.
Lema: Na Palavra encarnada, Maria é a esperança nossa, Salve!

Arquidiocese anuncia criação da Paróquia Santo Inácio de Loyola

quarta-feira, 21 de julho de 2021

 


No dia 22 de julho a Arquidiocese da Paraíba ganhará sua 96ª Paróquia. A Área Pastoral Santo Inácio de Loyola será desmembrada da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, sediada no bairro de Mandacaru. Além da Matriz, a Paróquia ficará com outras 5 comunidades.

A nova Paróquia, sediada no bairro Alto do Céu, terá ainda comunidades nos bairros Padre Zé e Salinas. Serão Elas: Sagrada Família, N. Sra. Das Graças, N. Sra. Da Conceição, N. Sra. Aparecida e São Pedro.

O Padre Marcelo Monte, hoje Vigário Paroquial do Sagrado Coração de Jesus, vem acompanhando a Área Pastoral e será nomeado primeiro Administrador da nova Paróquia. “Estou muito feliz pela efetivação da criação de mais uma Paroquia em nossa Arquidiocese. A Igreja também, e principalmente, se organiza na forma de paróquias para melhor evangelizar. O convívio paroquial é o lugar, por excelência, da vida sacramental do povo de Deus”, afirma o sacerdote.

A solenidade de criação da nova Paróquia será no dia 22 de julho, dando início à Festa de Santo Inácio de Loyola, que é comemorado no dia 31 de julho.


Fonte: Arquidiocese da Paraíba

Papa: depois da pandemia, olhar a realidade com um novo olhar

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Entrevista do Papa Francisco ao Mons. Dario Viganò foi publicada no livro: “O olhar: porta do coração. O neorrealismo entre memória e atualidade”Da redação, com Vatican 


Papa Francisco /Foto: Andreas Solaro – Pool via REUTERS


“Uma pedagogia para os olhos que muda nosso olhar míope, aproximando-o do próprio olhar de Deus”. Assim, o Papa retorna à sua chamada “catequese da humanidade”: o cinema. A ocasião é um novo livro de Mons. Dario Edoardo Viganò, vice-chanceler da Pontifícia Academia de Ciências e da Pontifícia Academia de Ciências Sociais.

“Lo sguardo: porta del cuore. Il neorealismo tra memoria e attualità” (O olhar: porta do coração. O neorrealismo entre memória e atualidade), ed. Effatà. Este é o título da obra que foi apresentada na Embaixada da Itália junto à Santa Sé.

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As páginas se abrem com uma entrevista com o Papa. O diálogo leva a uma viagem “de memória e contemplação”. O Santo Padre volta no tempo para sua infância na Argentina. Ele recorda quando ouvia óperas no rádio com seus pais e via filmes em cinemas de Buenos Aires.

A catequese do olhar

Foi com os filmes que o Papa conheceu a autêntica história do neorrealismo. “Acho que vi todos os filmes com Anna Magnani e Aldo Fabrizi”. Filmes muito importantes que permitiram às crianças da época compreender em profundidade, além das histórias de migrantes, a grande tragédia da guerra mundial.

Para o Pontífice, os filmes do neorrealismo formaram e ainda formam o coração. Eles “nos ensinaram a olhar para a realidade com novos olhos”, comentou. Nas palavras do Sucessor de Pedro, é precisamente este olhar que é a ferramenta para enfrentar o flagelo da pandemia.

Esta crise sanitária, apontou Francisco, “parece multiplicar os fracassos da humanidade”. “Gera preocupação, medo, desânimo: por esta razão precisamos de olhos capazes de perfurar a escuridão da noite”. 

Neste sentido o cinema também se torna uma esfera, um meio e uma oportunidade para uma “catequese do olhar”, destacou. De acordo com o Santo Padre precisamos de “uma pedagogia para nossos olhos que muitas vezes são incapazes de contemplar no meio da escuridão a ‘grande luz’ (Is 9,1) que Jesus traz”.

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Ensinamentos do cinema

O neorrealismo, segundo o Papa, ainda que conte o drama italiano depois da II Guerra Mundial, tem um valor atemporal. Daí sua reflexão sobre o olhar que se abre para a transcendência e o cinema que pode ensinar a olhar.

“Como seria bonito redescobrir através do cinema a importância da educação ao olhar puro assim como o neorrealismo fez”, argumentou. Francisco cita especificamente os filmes “A Estrada da Vida” de Fellini e “A Culpa dos Pais” de Vittorio De Sica.

O Santo Padre Evidencia que em muitos filmes o olhar neorrealista tem sido o olhar das crianças sobre o mundo. “Um olhar puro, capaz de capturar tudo, um olhar claro através do qual podemos identificar imediata e claramente o bem e o mal”.

Depois, o Pontífice voltou suas lembranças à sua viagem à ilha de Lesbos, na Grécia. Ele recordou os olhos das crianças que vivem nos campos de refugiados: “Em muitas ocasiões e em muitos países diferentes, meus olhos encontraram os das crianças, pobres e ricas, saudáveis e doentes, alegres e sofredoras.

“Ser vistos pelos olhos das crianças é uma experiência que todos nós conhecemos, que nos toca ao fundo do coração e que também nos obriga a examinar nossas consciências”. É o que afirmou o Papa. Tal atitude, pontuou, levanta a questão: “O que fazemos para que as crianças possam nos olhar com um sorriso e manter um olhar claro, cheio de confiança e esperança? O que fazemos para que esta luz não seja roubada deles, para que estes olhos não sejam perturbados e corrompidos”?

Um olhar que transforma a realidade

Em um mundo atravessado pela mídia digital, que “pode expor ao risco de dependência, isolamento e progressiva perda do contato com a realidade concreta”, Francisco aponta o grande valor social do cinema. Ele é um meio de agregação e educação. No neorrealismo, o Papa vê uma lupa que “toca a realidade como ela é”, cuida dela e, portanto, “se relaciona”.

“Ver é um ato que é feito apenas com os olhos”, destacou. “Para olhar precisa-se dos olhos e do coração”. O Pontífice explicou que os filmes neorrealistas não são documentários que dão um simples registro “ocular da realidade; eles a devolvem, mas em toda a sua crueza, através de um olhar que envolve, que move as entranhas, que gera compaixão”.

Para o Santo Padre, é “a qualidade do olhar que faz a diferença, antes como agora. O olhar neorrealista não é um olhar de longe, mas um olhar que se aproxima, que toca a realidade como ela é, que cuida dela e, portanto, que se relaciona com ela”.

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Um olhar que “transforma a realidade”, frisou. “Não é um olhar que o deixa onde você está, mas um olhar que o leva para cima, que o levanta, que o convida a se levantar”, perto dos últimos. Um “olhar que na escuridão preserva o sabor e a sensação de luz”. É um olhar de desvelamento”: capaz de mostrar passagens “onde vemos apenas um limite”, “abre brechas nas barreiras, vê os sinais de uma realidade mais bela e maior”.

Preservar a memória através de imagens

Por fim, o Papa enfatiza a necessidade de sermos bons guardiões da memória através de imagens. Elas devem ser transmitidas a nossos filhos e netos. O Papa amplia o discurso além da esfera estritamente cinematográfica para incluir fontes audiovisuais como um todo, como testemunhos preciosos do passado.

“Trata-se de documentos com um caráter intrinsecamente universal porque transcendem as fronteiras linguísticas e culturais e podem ser compreendidos por todos com imediatismo. E anuncia que está pensando em “uma instituição que funcionaria como Arquivo Central para a preservação permanente, ordenada segundo critérios científicos, de um fundo histórico audiovisual dos organismos da Santa Sé e da Igreja universal. Poderíamos chamá-lo de ‘Midiateca’, junto com o Arquivo e a Biblioteca, para a coleta e conservação do patrimônio de fontes audiovisuais históricas de alto nível religioso, artístico e humano”.

Fonte: Canção Nova

Uma devoção para grávidas e quem deseja engravidar

 Planejar uma família e gerar filhos para Deus e para a sociedade: esses são sonhos e desejos presentes no coração daqueles que possuem a vocação ao matrimônio e querem formar uma família segundo os desígnios do Senhor. Engravidar é responsabilizante, porém, é sobretudo uma grande graça de Deus, que escolhe homens e mulheres para serem cocriadores com Ele.

Sobre depender do Senhor para tal realização e se preparar para a chegada de um filho, a Virgem Maria é Mestra! Vale a pena reler o anúncio do Anjo Gabriel a Maria; um diálogo que mudou não somente a vida d’Ela, mas de toda a humanidade. Imagine como foi essa conversa… Entre na cena e absorva cada palavra:

“No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria. Entrando, o anjo disse-lhe: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”. Perturbou-se ela com essas palavras e pôs-se a pensar no que significaria seme­lhante saudação. O anjo disse-lhe: “Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim”. Maria perguntou ao anjo: “Como se fará isso, pois não conheço homem?” Respondeu-lhe o anjo: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso, o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, até ela concebeu um filho na sua velhice; e já está no sexto mês aquela que é tida por estéril, porque a Deus nenhuma coisa é impossível”. Então disse Maria: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E o anjo afastou-se dela” (Lc 1,26-38).

Uma devoção para grávidas e quem deseja engravidar

Foto ilustrativa: dolgachov by Getty Images

Para quem deseja engravidar

Para o casal que deseja engravidar, esse diálogo chama a viver a disponibilidade. E ainda: falar sobre engravidar é falar também sobre a expectativa de realização dos planos do Senhor, mas com o abandono e consciência de que Ele orienta todo o caminho.

O título mariano de Nossa Senhora do Ó pode ser um importante instrumento para quem deseja engravidar e/ou já se encontra grávida. Tal devoção surgiu precisamente das antífonas das vésperas da Liturgia das Horas, de 17 a 23 de dezembro. São sete antífonas rezadas antes e depois do Magnificat e todas elas começam com a interjeição “Ó” seguida de uma invocação a Jesus, como por exemplo, “Ó Sabedoria”, “Ó Chave de Davi”, “Ó Sol nascente justiceiro”. Recordam, assim, o momento em que Maria estava grávida, mas já bem perto do nascimento do Menino Deus. A exclamação “Ó” que acompanha cada nome dado a Cristo indica admiração, júbilo e uma grande alegria! Maria foi Aquela que sempre esperou e confiou.

Desse modo, seja qual for a situação do casal, de estar planejando uma gravidez ou tendo desafios para alcançá-la, o convite é: confiar em Deus! E temos uma grande auxiliar para isso: a Virgem Maria, a Senhora do Ó! Ela também carregou um Filho em seu ventre, O Esperado por todas as gerações, e também buscou se preparar para receber o mais Belo Menino de todos!

Como pedir o auxílio da Senhora do Ó

De todos os títulos marianos, não podemos nos esquecer de um: Ela é Mãe! Todos nós precisamos de uma mãe. Tendo ou não mais a nossa mãe da terra, a Mãe do Céu é presença sempre em todos os momentos de nossa história. Com ela, também precisamos cultivar um relacionamento pessoal e profundo. Ela é a medianeira de todas as graças, leva todas as nossas intenções ao Sagrado Coração de Jesus e cuida de todas as mulheres que desejam engravidar, de sua gestação e que tenham uma boa hora.

Leia mais:

A seguir, uma oração que, segundo a tradição, é dedicada à Senhora do Ó:

Oração a Nossa Senhora do Ó

Doce Virgem Maria, cujo coração foi por Deus preparado para morada do Verbo feito carne, pelas inefáveis alegrias da expectação do vosso santíssimo parto, ensinai-nos as disposições perfeitas de uma íntegra pureza no corpo e na alma, de humildade profunda no espírito e no coração, de um ardente e sincero desejo de união com Deus.

Anunciação e da Doce Espera do Menino Jesus, ensinai-nos a ter uma íntegra pureza no corpo e na alma e humildade profunda no espírito e no coração para que o meigo Fruto de vossas benditas entranhas, venha nascer misericordiosamente em nossos corações. A eles, trazendo a abundância dos dons divinos, para a redenção dos nossos pecados, santificação de nossa vida e a obtenção de nossa coroa no paraíso em vossa companhia. Amém.

Intercede por mim (com confiança fazer seu pedido) e faça com que o meigo Fruto de vossas benditas entranhas venha a nascer misericordiosamente em meu coração. Assim seja.

No livro Nossa Senhora do Ó: uma devoção para grávidas e mulheres que desejam engravidar, conheça a história completa dessa devoção e outras orações a serem feitas pelo bebê, em família ou para quem deseja engravidar.

Uma veneração muito especial para mulheres que estão disponíveis à graça de Deus na geração de novas vidas.

Fonte: Canção Nova

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