Tríduo Pascal

sábado, 20 de abril de 2019

CLIQUE NAS IMAGENS E CONFIRA OS MOMENTOS DO TRÍDUO PASCAL



VIGÍLIA PASCAL - MENINO JESUS DE PRAGA

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CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO - PARÓQUIA SANTA JÚLIA

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OFÍCIO DA AGONIA - PARÓQUIA SANTA JÚLIA


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MISSA DA SANTA CEIA DO SENHOR - PARÓQUIA SANTA JÚLIA

Apresentemos nossas fraquezas ao Mestre Jesus

terça-feira, 16 de abril de 2019


Em verdade, em verdade te digo: o galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes” (João 13,37).

A liturgia de hoje nos coloca diante da fraqueza dos seguidores de Jesus. Nela, cada um de nós pode também se espelhar. Seguimos Jesus com aquilo que somos e não com aquilo que queremos ser; as nossas fraquezas nos acompanham durante toda a nossa vida. Ou permitimos que Ele transforme e cuide de nossas fraquezas ou elas se dilatam nas nossas opções de vida nos momentos cruciais da nossa existência.
O primeiro que esbarramos é Judas Iscariotes. Ele era um discípulo, um apóstolo de Jesus, mas um homem muito ganancioso e avarento. Judas foi convidado para cuidar das finanças do grupo para aprender a lidar com o dinheiro, mas aconteceu o contrário, o dinheiro tomou conta do seu coração.
Uma vez que o dinheiro toma conta do coração da pessoa, ela se torna não só mesquinha, mas cobiçosa e avarenta, e o demônio toma conta do coração que é movido pelo dinheiro, ele faz dessa pessoa uma pessoa gananciosa em tudo aquilo que faz.
Mesmo Judas tendo recebido o Pão eucarístico, o Pão que Jesus deu, naquele mesmo momento satanás entrou no coração dele, e sabemos quais foram os sentimentos que tomaram conta do seu coração.

Coloquemos nossas fraquezas diante do Mestre. Não permitamos as seduções deste mundo aniquilem o nosso coração

O coração de Judas não estava em Jesus, o coração dele estava no dinheiro. “Onde estiver o seu tesouro, ali estará o seu coração”(Mateus 6,21). Hoje, pensemos muito onde nós, de fato, colocamos o nosso coração, até mesmo quando estamos na Igreja.
Do outro lado, a figura de Pedro, o mais impetuoso, líder daquele grupo, disposto a derramar o seu sangue e a dar a  vida por causa de Jesus. Na forma de falar, Pedro era sempre o primeiro que se manifestava. Quando Jesus profetizou que ele O negaria antes que o galo cantasse, é porque Jesus conhecia as fraquezas daquele homem.
Quem muita fala, quem é muito impetuoso, quem muito diz, às vezes, pouco faz; por isso, Pedro O negou. Porque o coração dele não estava firme e nem alicerçado no Senhor. Os outros discípulos O abandonaram, fugiram e assim por diante.
Coloquemos nossas fraquezas diante do Mestre a quem seguimos. Não permitamos que o dinheiro, o prazer, o poder, o medo ou as seduções deste mundo aniquilem o nosso coração de discípulo, mas nos purifiquemos pela verdade para que nos tornemos discípulos autênticos do Mestre Jesus.
Deus abençoe você!

SEMANA MAIOR - Semana Santa: a semana da vitória da vida sobre a morte

segunda-feira, 15 de abril de 2019

É a semana da nossa reconciliação com Deus. É a semana da vitória da vida sobre a morte
Iniciamos ontem a Semana Santa. Semana na qual celebramos a centralidade da nossa fé, que teve início na entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, ou seja, a  subida de Jesus Cristo ao Monte Calvário, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo para a nossa salvação; para nos resgatar das mãos do demônio e nos transferir para o mundo da luz, para a liberdade dos filhos de Deus. Jesus morreu na cruz para reconciliar o homem com o Pai. É a semana da nossa reconciliação com o Senhor, é a semana da vitória da vida sobre a morte, do pecado sobre a graça.
Celebrar a Semana Santa é celebrara vida, a vitória para sempre - 1600x1200(1)
Quando os fiéis são batizados, aplica-se a cada um deles os efeitos redentores da Morte e Ressurreição de Cristo. Por isso, o cristão católico convicto celebra com alegria cada função litúrgica da Semana Santa, que começa hoje e termina na celebração do Tríduo Pascal e da Páscoa.
Assim recomenda a Santa Mãe Igreja que todos os seus filhos se confessem, para que, correndo com Cristo do pecado, possam com Ele ressuscitar, na madrugada do Domingo da Páscoa para a vida eterna.
O tempo da Quaresma se prolonga até a Quinta-feira da Semana Santa. A Missa Vespertina da Ceia do Senhor é a grande introdução ao Santo Tríduo Pascoal. E este [Tríduo Pascoal] tem início na Sexta-feira da Paixão, prossegue com o Sábado Santo e chega ao ponto mais alto na Vigília Pascoal, terminando com as vésperas do Domingo da Ressurreição.
O Evangelho proposto para a Semana Santa, neste primeiro dia, é o de Jesus que volta a Betânia, seis dias antes da Páscoa, para manifestar Seu amor e carinho pelos amigos. Comove ver como o Senhor tem essa amizade, tão divina e tão humana, manifestada num convívio frequente. Nessa visita de Cristo a Lázaro, Maria e Marta, vejo-me também na condição de acolhê-Lo e recebê-Lo em minha casa e vida. Jesus vem me visitar hoje e eu quero recebê-Lo com o coração aberto, alegre e agradecido por merecer Sua amizade e confiança, assim como Ele foi sempre muito bem recebido por esses amigos de Betânia, em qualquer dia e a qualquer hora, com alegria e afeto. Como havia grande respeito, atenção e caridade entre eles, assim me comprometo a fazê-lo.
São milhares os que negam hospedagem para Cristo Jesus em seu coração, mas para o mundo e suas vaidades escancaram-nos; esses vivem com a alma cheia de vícios: a alma, sem a presença de seu Deus e dos anjos que nela se jubilavam, cobre-se com as trevas do pecado, de sentimentos vergonhosos e de completa ignomínia.
“Ai da alma se lhe falta Cristo! Que a cultive com diligência, para que possa germinar os bons frutos do Espírito! Deserta, coberta de espinhos e abrolhos, terminará por encontrar, em vez de frutos, a queimada. Ai da alma, se seu Senhor, o Cristo, nela não habitar! Abandonada, encher-se-á com o mau cheiro das paixões, virará moradia dos vícios”, diz São Macário.
Era costume da hospitalidade do Oriente honrar um hóspede ilustre com água perfumada depois de se lavar. De forma que, mal se sentou Jesus, Maria tomou um frasco de alabastro que continha uma libra de perfume muito caro, de nardo puro. Aproximou-se por detrás do divã onde estava o Mestre recostado e ungiu os pés e secou-lhes com os seus cabelos: Trata-se de Maria Madalena que, pela segunda vez, unge o Corpo Santíssimo do Nosso Divino Salvador. O nardo era um perfume raríssimo, de grande valor, que, ordinariamente, encerrava-se em pequenos vasos, de boca estreita e apertada. Quebrá-lo e derramar o conteúdo sobre a cabeça de alguém era, entre os antigos, sinal de grande honra e distinção.
Maria ofereceu o melhor para Cristo Jesus. Ela não ofereceu um perfume
barato, mas o melhor e o mais caro. E você? O que tem oferecido ao seu Senhor? Façamos também nós o mesmo; ofereçamos para Nosso Senhor aquilo que temos de melhor e mais precioso: o melhor cálice, a mais bela patena, o mais piedoso ostensório, os melhores paramentos, a nossa vida, tudo o que somos e temos. Pois, todo o luxo, majestade e beleza são poucos perante a tamanha grandeza de Jesus, nosso Mestre.

Acolhendo o mistério redentor de Cristo e Sua Palavra, meditando os acontecimentos da nossa redenção, só poderemos crescer na alegria e na paz do Deus que nos ofertou a vida. Deixemos, pois, que o Espírito de Deus tome conta de nossa existência, para que sejamos conduzidos à eterna alegria da salvação e da ressurreição.
Acolhendo o mistério central da nossa fé, desejo boa Semana Santa para você e a toda a sua família.

SEMANA MAIOR - A importância do Domingo de Ramos

domingo, 14 de abril de 2019

O Domingo de Ramos nos ensina que seguir Cristo é renunciarmos a nós mesmos

A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples que O aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. Esse povo, há poucos dias, tinha visto Jesus ressuscitarLázaro de Betânia e estava maravilhado, pois tinha a certeza de que esse era o Messias anunciado pelos profetas, mas, esse mesmo povo tinha se enganado com tipo de Messias que Cristo era. Pensava que, fosse um Messias político, libertador social, que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.
A importância do Domingo de Ramos-artigo
Foto ilustrativa: Arquivo CN/cancaonova.com
Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, e sim, o grande Libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, o Senhor entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena. Ele não é um Rei deste mundo! Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.

Os ramos lembram nosso batismo

Esses ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que essa é desvalorizada e espezinhada. Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Missa, lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente e nos mostra que a nossa pátria não é neste mundo, mas sim, na eternidade; aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda da casa do Pai.
Missa do Domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus, Sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o Sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas, a prisão, os maus-tratos causados pelas mãos dos soldados na casa de Anás, Caifás; Seu julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, Sua condenação, o povo a vociferar “crucifica-O, crucifica-O”; as bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do Cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, Seu diálogo com o bom ladrão, Sua morte e sepultura.

Entrada “solene” de Jesus em Jerusalém

A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora vira as costas a Ele e muitos pedem a Sua morte. Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade há nas atitudes de certas pessoas! Quantas lições nos deixam esse Domingo de Ramos!
O Mestre nos ensina, com fatos e exemplos, que o Reino d’Ele, de fato, não é deste mundo. Que Ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível: o pecado. E para isso é preciso imolar-se, aceitar a Paixão, passar pela morte para destruir a morte; perder a vida para ganhá-la. A muitos o Senhor Jesus decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre.
Muitos pensam: “Que Messias é esse? Que libertador é esse? É um farsante! É um enganador que merece a Cruz por nos ter iludido”. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado. O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja e, consequentemente, a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei Sagrada de Deus, que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um Cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses, e segundo as suas conveniências. Impera, como disse Bento XVI, “a ditadura do relativismo”.
O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciarmos a nós mesmos, morrermos na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Ele nos arranca das comodidades e das facilidades, para nos colocar diante d’Aquele que veio ao mundo para salvá-lo.

Nascemos para as coisas do Alto

terça-feira, 9 de abril de 2019


“Vós sois daqui debaixo, eu sou do alto. Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. Disse-vos que morrereis nos vossos pecados, porque, se não acreditais que eu sou, morrereis nos vossos pecados” (João 8,23-24).

A primeira verdade é essa: Jesus não é daqui debaixo; e “debaixo” quer dizer do mundo em que estamos, o mundo que já é sobre o maligno, sobre o pecado e as trevas.
Jesus é do Alto, Ele é da luz e da graça, mas desceu à nossa baixeza, desceu à nossa condição humana para nos iluminar, resgatar-nos, e para que não fiquemos embaixo, mas para que busquemos as coisas do Alto.
Para que Jesus nos resgate do mal desse mundo é preciso que morramos para o pecado para nascermos na graça, porque morreremos nos nossos pecados se não acreditarmos em Jesus, se não colocarmos n’Ele nossa confiança, nossa esperança e o sentido da nossa salvação. 
Vivemos no mundo, mas não podemos deixar que ele esteja dentro de nós. Viver no mundo é responsabilidade, entregar-se para o mundo é pecado e perdição. Iluminar o mundo é nossa missão, deixar-se conduzir pelo mundo é a nossa perdição.

Tenhamos convicção de que nascemos do Alto e para as coisas do Alto

Estar em Jesus é viver no mundo sem ser do mundo, é estar no mundo sem se deixar escravizar por ele. Estar em Jesus é cumprir a nossa obrigação e a nossa missão sem nos prendermos a esse mundo, porque não somos dele. Estamos aqui de passagem. Não tenhamos dúvidas sobre isso, mas convicção de que nascemos do Alto e para as coisas do Alto. E o Alto é o Céu, é o lugar da morada de Deus.
Nascemos para ser de Deus, mas, às vezes, podemos desviar a rota, perdermos o caminho, mas para nós, que andávamos perdidos como aqueles escoteiros que se perderam em meio à expedição, Ele desceu para vir nos encaminhar ao caminho que nos salva, à estrada que nos leva à vida.
Jesus é a estrada, Ele é a verdade e a vida. Deixemo-nos ser conduzidos por Cristo, para não morrermos nos nossos pecados, para não sermos escravos do pecado, para que não sejamos escravizados por este mundo, mas salvos e resgatados pelo amor misericordioso do Senhor.
Deus abençoe você!

Via Sacra das Crianças na Paróquia Menino Jesus de Praga

domingo, 7 de abril de 2019

Aconteceu neste último sábado, 06 de abril, a via sacra das crianças na Paróquia Menino Jesus de Praga. O ECRI(Encontro de Crianças com Cristo) fez o registro das fotos e o Armadura do Cristão, através de "Tio Carlos" está disponibilizando o registro tão lindo e singelo dessas crianças. Parabéns a todos que se empenharam nesse tradicional acontecimento.

https://armaduracristao.blogspot.com/2019/04/via-sacra-das-criancas-na-paroquia.html
CLIQUE NA IMAGEM ACIMA E CONFIRA AS FOTOS

A corrupção nos afasta dos caminhos do Senhor

quinta-feira, 4 de abril de 2019

A melhor forma de amarmos é cuidarmos uns dos outros, porque a corrupção é uma tentação para todos nós

“O Senhor falou a Moisés: ‘Vai, desce, pois se corrompeu o teu povo, que tiraste da terra do Egito’” (Êx 32,7).
Moisés está na montanha sagrada diante da presença de Deus. É o próprio Senhor que ordena que ele desça para ver a situação que se encontra o povo corrompido por causa dos pecados.
O povo que Deus conduziu pela mão e tirou da escravidão, deixou-se corromper pelo mal e pelo pecado, afastando-se das leis e mandamentos divinos. Eles fizeram um bezerro de metal fundido, inclinaram-se diante dele e o adoraram. Cometeram o pecado mais abominável aos olhos de Deus, que é a idolatria, criar ídolos de humanos, ídolos de metal, criar ídolos sobre todas as formas. Ídolo é, justamente, aquele que vem ocupar o lugar de Deus no coração do homem.
Como Moisés, nós também nos colocamos na presença de Deus, porque a presença d’Ele nos ilumina e traz às claras aquilo que, muitas vezes, está escondido sobre as trevas.
Precisamos da luz divina do Senhor iluminando e clareando o nosso coração para enxergarmos, para vermos onde a corrupção do mal nos atingiu, para ver onde estamos nos afastando dos caminhos do Senhor.
Deus chamou Moisés e ordenou que ele descesse para mostrar ao povo que estava se afundando na escuridão da corrupção, do pecado e da morte, para que ele pudesse ser um farol para iluminar aquele povo. Quando Moisés desceu, ele ficou decepcionado, porque era um povo de cabeça dura. O Senhor mesmo disse: “Vejo que este é um povo de cabeça dura”. Moisés foi suplicar e interceder pelo seu povo.
Precisamos descer às profundezas do nosso coração, do nosso interior e do nosso ser para conhecermos o que está obscuro, para expulsarmos as idolatrias, para sarar e sanar o nosso coração das inclinações pecaminosas, daquilo que nos corrompeu, mas é preciso também descer até o povo e suas realidades.
Muitos pais se fecham em seus quartos, rezam pelos seus filhos, pedem por eles, mas não descem, não vão ao quarto dos próprios filhos, muitas vezes, ali estão vivendo situações de pecados, estão se corrompendo dentro da própria casa e muitos pais não estão enxergando.
Precisamos descer onde se encontram os nossos, não é para vigiar, mas, sobretudo, para cuidar. A melhor forma de amarmos é cuidarmos uns dos outros, porque a corrupção é uma tentação para todos nós. Por isso, desça, vá ao encontro dos seus, vá ao encontro dos irmãos.
Quando vemos que uma pessoa está afastada, quando a pessoa era do Senhor e se afasta, precisamos ter a preocupação de olhar, porque quando não cuidamos, os irmãos se afastam e se corrompem pelo mal.
Quando não cuidamos de nós, cada um não cuida de si, a alma também se corrompe, porque faltou o cuidado. É preciso descer a alma, mas é preciso também descer ao encontro dos filhos, dos irmãos e de todos os que Deus nos mandar, porque a corrupção tem corroído as nossas almas.
Deus abençoe você!

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