O que é a Festa de Pentecostes?

domingo, 20 de maio de 2018

 
Pentecostes, do grego, pentekosté, é o quinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.
A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).
No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, “como se soprasse um vento impetuoso”. “Línguas de fogo” pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.
Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.
Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): “Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos”. O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.
Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.
O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

Fonte: Canção Nova

Papa: o primeiro passo no diálogo com o Senhor é o amor

sexta-feira, 18 de maio de 2018


Na capela da Casa Santa Marta, o Pontífice celebrou a missa comentando o trecho do Evangelho de João dedicado ao último diálogo entre o Senhor e Pedro.
“Amar, apascentar e preparar-se para a cruz”, mas sobretudo não cair na tentação de “se intrometer na vida dos outros”. Na missa celebrada na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco traduz em comportamentos concretos o “segue-me” que Jesus dirige aos seus discípulos. O ponto de partida é o trecho do Evangelho de João, em que descreve o último diálogo entre o Senhor e Pedro. Um colóquio repleto de recordações de “Simão, filho de João”: desde que mudou o seu nome, passando por momentos de fraqueza até o “canto do galo”. Um itinerário mental que o Senhor quer para cada um de nós, para que “se faça memória do caminho realizado” com Ele.

O primeiro passo no diálogo com o Senhor é o amor

Na homilia, o Pontífice recordou as três indicações que o Senhor dirige a Pedro: “ama-me, apascenta e prepara-te”. Antes de tudo, o amor, a gramática essencial para ser verdadeiros discípulos do Filho de Deus; e, depois, apascentar, cuidar, porque a verdadeira identidade do pastor é apascentar, “a identidade de um bispo, de um padre, é ser pastor”.
“‘Ama-me, apascenta e prepara-te. Ama-me mais do que os outros, ama-me como puder, mas me ama. É o que o Senhor pede aos pastores e também a todos nós. ‘Ama-me.’ O primeiro passo no diálogo com o Senhor é o amor”.

A bússola de um pastor

O Papa recordou que quem abraça o Senhor está destinado ao “martírio”, a “carregar a cruz”, a ser conduzido para onde não deseja. Esta é a bússola que orienta o caminho do pastor.
“Preparar-se para as provações, a deixar tudo para que venha outro e faça coisas diferentes. Prepare-se para esta aniquilação na vida. E o levarão na estrada das humilhações, talvez para a estrada do martírio. E aqueles que quando você era pastor o louvavam e falavam bem de você, agora falarão mal, porque o outro que vem parece melhor. Prepare-se. Prepare-se para a cruz quando o levarem para onde você não quer. ‘Ama-me, apascenta e prepara-te’. Esta é a rota de um pastor, a bússola”.

Não às alianças eclesiásticas

A última parte do diálogo permite a Francisco falar da última tentação, tão comum: o desejo de se intrometer na vida dos outros, sem se contentar em olhar para a própria vida.
“Coloque-se no seu lugar, não enfie o nariz na vida dos outros. O pastor ama, apascenta e se prepara para a cruz, para o despojamento e não enfia o nariz na vida dos outros, não perde tempo em alianças, em alianças eclesiásticas. Ama, apascenta e se prepara e não cai na tentação”.

Fonte: Shalom

Como barro nas mãos do oleiro

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Deixe Deus agir na sua vida!

A Sagrada Escritura utiliza-se de muitas figuras e expressões para revelar Deus e Seu modo peculiar de agir. Um deles, por exemplo, é a figura do oleiro, citada em Jeremias 18, 1-6. Tais versículos, relatam a manifestação de Deus como um oleiro, moldando, como a argila, àqueles que a Ele pertencem. Essa figura é rica em expressão e em significado, pois desvela Deus em Sua ação e amor. Faz-nos compreender o “singelo jeito” com que Ele nos acompanha e nos faz crescer.
Crédito: artisteer / by Getty Images
Deus sabe, melhor do que nós mesmos, o que realmente precisamos e que nos fará felizes. Ele nos convida ao abandono total em Seus cuidados, os quais sempre nos proporcionam o melhor, mesmo quando não compreendemos.
Por isso, para caminhar no território da fé, a confiança é mais necessária do que a compreensão. Confiança “filial” de alguém que se descobre como filho amado e cuidado e, sendo assim, crê que Deus está sempre agindo e realizando o melhor.

Deus enxerga muito além das nossas capacidades

Deus vê além, Ele contempla as surpresas que, ao futuro, pertencem. E, na Sua providência, cuida de nós, moldando-nos como um Oleiro, ora retirando de nosso caminho o que nos será prejudicial, ora acrescentado aquilo que nos falta.
Não podemos ter a pretensão de querer condicionar a ação de Deus à nossa limitada maneira de enxergar e compreender as coisas; antes, precisamos confiar naquilo que Ele faz.
O Senhor sabe retirar nossos excessos na hora certa, sabe o que nos fará crescer (e, crescer, às vezes dói). É preciso que saibamos perder sem apegos, para que Deus nos despoje do que não é essencial.
Leia mais:
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:: Ordem e beleza perdida e restaurada na criação de Deus

Só quem aceita (sabe) perder poderá ganhar

Não existe arte sem amor; quadro sem pintor; vaso sem oleiro. A obra mais bela é aquela tecida pelas mãos do artista, do oleiro que tem em Seu coração os belos sonhos e esses retirarão um rude barro de sua “não-existência”. O barro não pode moldar a si mesmo, para vir a ser algo ele precisa se confiar aos sonhos e à sensibilidade do oleiro. As mãos desse, comportam a medida certa entre firmeza e delicadeza, para trabalhar essa substância e transformá-la em uma linda obra de arte.
Não existe parto sem dor; maturidade sem perdas; felicidade sem se ater ao essencial. É necessário confiar n’Aquele que nos molda, mesmo quando a firmeza de Suas mãos parecer pesar fortemente sobre nós. Confiemo-nos ao amor e à criatividade do Oleiro Divino, que nos ama e sempre realiza em nós o melhor.
A felicidade faz morada em nosso coração conforme nos assumimos como aquilo que somos: “Barro, apenas barro, nas mãos do Oleiro!”

Fonte: Canção Nova

A família foi criada por Deus para ser a base da sociedade

terça-feira, 15 de maio de 2018

A família é a base de tudo


O Dia Internacional da Família, 15 de maio, é uma boa oportunidade para lembrarmos da importância fundamental da família para a vida de cada pessoa e da sociedade. A família é sagrada, porque foi criada por Deus para ser a base de toda a sociedade. Ninguém jamais destruirá sua força, por ser ela uma instituição divina.



O Concílio Vaticano II chamou a família de “Igreja doméstica” (LG, 11), onde Deus reside e é reconhecido, amado, adorado e servido; e ensinou que “a salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar” (GS,47).

São João Paulo II chamou a família de “Santuário da vida” (Carta às Famílias,11) e “patrimônio da humanidade” (LG,11). Ele disse: “A família é uma comunidade insubstituível por qualquer outra”. Jesus habita com a família cristã, nascida no Sacramento do Matrimônio; Sua presença, nas Bodas de Caná da Galileia, significa que o Senhor quer estar no meio da família, ajudando-a a vencer todos os seus desafios.

Imagem e semelhança


Desde que Deus desejou criar o homem e a mulher à Sua imagem e semelhança (Gen 1,26), Ele os quis em família. Tal qual o próprio Deus, que é uma família em três Pessoas Divinas, assim também, o homem, criado à imagem do seu Criador, deveria viver em uma família,  em uma comunidade de amor, já que ‘Deus é amor’ (1 Jo 4,8) e o homem lhe é semelhante.

A família é o eixo da humanidade, a sua célula mater, é a sua pedra angular. O futuro da sociedade e da Igreja passam inexoravelmente por ela. É ali que os filhos e os pais devem ser felizes. Quem não experimentou o amor no seio do lar terá dificuldade para conhecê-lo fora dele.

A família é a comunidade, na qual, desde a infância, os filhos podem assimilar os valores morais, em que pode começar a honrar a Deus e usar corretamente da liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade (cf. CIC 2207). Depois de ter criado a mulher da costela do homem (Gen 1, 21), Deus a levou para ele. Este, ao vê-la, suspirou de alegria: “Eis agora aqui, disse o homem, o osso dos meus ossos e a carne de minha carne; ela se chamará mulher” (Gen 1,23). Após essa declaração de amor tão profunda – a primeira na história da humanidade – Deus, então, mostra-lhes toda a profundidade da vida conjugal: “Por isso, o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” (Gen 1,24).

A família é sagrada


Deus lhes disse: “Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1,28). Por isso, a única e verdadeira família, segundo a vontade de Deus, é aquela fruto da união matrimonial de um homem com uma mulher. Não existe outro tipo de família no plano de Deus.

Este é o desígnio de Deus para o homem e para a mulher, juntos, em família: crescer, multiplicar, encher a terra, submetê-la. E, para isso, Deus deu ao homem a inteligência para projetar e as mãos para construir o seu projeto. O Senhor vive no lar nascido de um matrimônio. Nessas palavras de Deus – “crescei e multiplicai-vos” – encerra-se todo o sentido da vida conjugal e familiar. Dessa forma, Deus constituiu a família humana a partir do casal, para durar para sempre, por isso, A FAMÍLIA É SAGRADA!

Vemos aí, também, a dignidade baseada no amor mútuo, que leva o homem e a mulher a deixarem a própria casa paterna, para se dedicarem um ao outro totalmente. Esse amor é tão profundo, que dos dois faz-se uma só carne, para que possam juntos realizar um grande projeto comum: a família.

União


Daí, podemos ver que sem o matrimônio, forte e santo, indissolúvel e fiel, não é possível termos uma família forte e santa, segundo o desejo do coração de Deus. Tudo isso mostra como o Senhor está implicado nesta união absoluta do homem com a mulher, de onde surgirá, então, a família. Por isso, não há poder humano que possa eliminar a presença de Deus no matrimônio e na família. Deus vive no lar nascido de um matrimônio, e a Virgem Maria também.

Isso nos faz entender que, a celebração do sacramento do matrimônio, é a garantia da presença de Jesus no lar ali nascente. Como é doloroso perceber, hoje, que muitos jovens, nascidos em famílias católicas, já não valorizam mais esse sacramento e acham, por ignorância religiosa, que já não é importante subir ao altar para começar uma família!

Toda essa reflexão nos leva a concluir que, cada homem e cada mulher, que deixam o pai e a mãe, para se unirem em matrimônio e constituir uma nova família, não o podem fazer levianamente, mas devem o fazer somente por um autêntico amor, que não é uma entrega passageira, mas uma doação definitiva, absoluta, total, até a morte.


Marcada pelo sinete divino, a família, em todos os povos, atravessou todos os tempos e chegou inteira até nós, no século XXI. Só uma instituição de Deus tem essa força. Cristo entrou na nossa história pela família; fez o primeiro milagre numa festa de casamento e viveu 30 anos numa família. O Concilio Vaticano II disse: “Se é certo que Cristo ‘revela plenamente o homem a si mesmo’, faz através da família onde escolheu nascer e crescer” (GS,2). “Desta maneira, a família constitui o fundamento da sociedade” (GS,52). “A salvação da pessoa e da sociedade humana está intimamente ligada à condição feliz da comunidade conjugal e familiar” (GS,47).

Papa João Paulo II


O Papa São João Paulo II dizia: “A família é o âmbito privilegiado para fazer crescer todas as potencialidades pessoais e sociais que o homem leva inscritas no seu ser”.

São João Paulo II disse: “Em torno da família se trava hoje o combate fundamental da dignidade do homem” (FC,18). Há uma ameaça tremenda contra a família: aborto, ideologia de gênero, divórcios, casamentos de pessoas do mesmo sexo, drogas, adultérios, inseminação artificial, e toda uma campanha internacional contra a família, o casamento e a maternidade.

Quando a família é destruída, os filhos sofrem, e muitos deles se encaminham para a criminalidade. Por isso, se a família – segundo a vontade de Deus – for destruída, então, a sociedade sofrerá suas consequências. Todos os cristãos são obrigados a lutar pela preservação da família segundo o coração de Deus.

Fonte: Canção Nova

Mensagem para os meios de comunicação

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Papa Francisco ensina que é preciso comunicar a verdade

“Onde houver falsidade, fazei que levemos verdade”

O dia Mundial das Comunicações Sociais, celebrado neste ano em 13 de maio, tem como tema “A verdade vos tornará livres (Jo 8,32). Fake News e jornalismo de paz”. Na tradicional mensagem, o Papa Franciscorecorda que, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão; e faz um alerta ao afirmar que: o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar
“Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem”, indica o Papa.
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Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

O que o Papa Francisco nos ensina?

Entre os ensinamentos do documento, o Pontífice analisa o fenômeno das “fake news”. Segundo o Pontífice, “tais notícias são capciosas, no sentido que se mostram hábeis a capturar a atenção dos destinatários, apoiando-se sobre estereótipos e preconceitos generalizados (…) explorando emoções imediatas e fáceis de suscitar como a ansiedade, o desprezo, a ira e a frustração”. Desta forma, são capazes de enganar e, até mesmo, manipular o destinatários, e sua difusão pode contar com um uso manipulador das redes sociais que tornam “virais” as notícias falsas. Francisco alerta que mesmo uma distorção da verdade aparentemente leve pode ter efeitos perigosos, e que a desinformação nunca é inofensiva.
As redes sociais trouxeram um novo modo não só de se dar a notícia, mas, também, uma forma rápida e mais abrangente de dissemina-la, o que pode ser bom, ou não. Mais ainda, potencializaram a pressa que já existia em passar a “informação” e a corrida para o o furo de reportagem, reforçando um protagonismo medíocre dos “superdotados da comunicação”. Além disso, a insegurança quanto a informação difundida é proporcionalmente maior. Isso sem contar com as ideologias de pano de fundo.

O que são as “fake news”?

O fenômeno das “fake news” são um exemplo desse processo, e que, segundo Francisco, “tornam-se frequentemente virais, ou seja, propagam-se com grande rapidez e de forma dificilmente controlável, não tanto pela lógica de partilha que caracteriza os meios de comunicação social, sobretudo, pelo fascínio que detêm sobre a avidez insaciável que, facilmente, acende-se no ser humano”. Palavras de quem lida, diariamente, com notícias falsas publicadas sobre seu ministério e o Vaticano.
Todo comunicador sabe que para haver comunicação é necessário adequá-la a quem recebe – mesmo em meio às mudanças na relação entre emissor e receptor, sendo este último não tão passivo como antes. Portanto, no começo, meio e fim do processo comunicativo, há uma pessoa com o direito ao conhecimento da verdade.
Francisco afirma que o jornalista é, portanto, o “guardião das notícias” e tem a tarefa, “no frenesi das notícias” de lembrar que, no centro da notícia, não estão a velocidade em comunicá-la nem a audiência, e sim, as pessoas.

Como podemos reconhecê-las?

Essa é a pergunta feita pelo Papa, a qual ele mesmo responde: “Não é tarefa fácil”, porque, a desinformação baseia-se, muitas vezes, sobre discursos ecléticos, evasivos e sutilmente enganadores, apoiados a mecanismos refinados. O Papa enfatiza, ainda, que há motivações “econômicas e oportunistas por trás da desinformação, essas têm sua raiz na sede de poder, ter e gozar”, tratando-se do embuste do mal para roubar liberdade do coração.
E assim, Francisco destaca como “louváveis as iniciativas educativas que permitem apreender como ler e avaliar o contexto comunicativo, ensinando a não ser divulgadores inconscientes de desinformação, mas atores do seu desvendamento”. Desse modo, educar para a verdade, segundo Bergoglio, significa ensinar a discernir, a avaliar e ponderar os desejos e as inclinações que se movem dentro de nós, para não nos encontrarmos despojados do bem – mordendo a isca – em cada tentação. E assim, evitar um alastramento desse mal que comportam as falsas notícias que circulam, principalmente, nas redes sociais.
Uma tarefa tão complexa quanto necessária para os nossos dias. Porém, há certamente um caminho preciso: a verdade. Francisco ressalta que, antídoto mais radical ao vírus da falsidade é deixar-se purificar pela verdade, mas não a verdade apenas conceitual , e sim, o único verdadeiramente fiável e digno de confiança, o único verdadeiro, o Deus vivo.
E àqueles que têm grande papel – os jornalistas – nesse processo de purificação, o Papa faz votos de “ jornalismo sem fingimentos, hostil às falsidades, a slogans sensacionais e a declarações bombásticas, um jornalismo feito por pessoas para as pessoas (…); um jornalismo que não se limite a queimar notícias, mas se comprometa na busca das causas reais dos conflitos, para favorecer a sua compreensão das raízes e a sua superação através do aviamento de processos virtuosos” . Enfim, um jornalismo que seja instrumento de paz!
1O Dia Mundial das Comunicações Sociais, data estabelecida pelo Concílio Vaticano II, por meio do documento “Inter Mirifica”, em 1963, écelebrado em muitos países, no Domingo sucessivo à Solenidade de Pentecostes, portanto neste ano será em 13 de maio. O texto da Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Comunicações Sociais é tradicionalmente no dia em que a Igreja recorda a memória de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas (24 de janeiro).
Liliane Borges Jornalista/ Missionária da Comunidade Canção Nova

A origem e a função dos dons

Dons e carismas do Espírito Santo

São Paulo deixa claro que os dons, carismas, ministérios e atividades provêm de Deus, de Jesus, do Espírito Santo. Sendo assim, não são conseguidos pelo intelecto ou esforço humano, mas dados gratuitamente por intermédio da ação do Espírito (Cf. I Coríntios 12,1-31).
Foto ilustrativa: popba/by Getty Images
Paulo também demonstra a finalidade deles. As pessoas recebem dons diversos e estes devem ser colocados em prol do outro para o bem comum (cf. id 12,7). Ele relata alguns desses dons. Interessante notar que o apóstolo começa pelo dom da sabedoria, tema que perpassa toda a epístola dele ao povo de Corinto. Apesar de já ter deixado claro que eles [dons] são dados em benefício da comunidade, dá ênfase à origem deles. A partir daí, ele desenvolve com mais vagar a finalidade dos dons, que são o serviço ao próximo. E para isso, utiliza como exemplo o corpo humano (id. 12,12); e, dessa forma, reforça a questão da unidade que o próprio Espírito proporciona. No batismo somos todos iguais (id. 12,13-14).
Interessante é que o apóstolo dos gentios começa por demonstrar a importância dos membros considerados menos importantes em comparação com outros mais vistosos: pé/mão e ouvido/olho (id. 12,15-17). E assim atesta a importância dos mais fracos na comunidade, chamando-os de indispensáveis, pois também fazem parte do corpo da Igreja, cuja cabeça é Cristo (id. 12,18.20.22).
Ataca aqueles que se consideram superiores e não querem contar com os mais fracos (id. 12,21). Reforça a importância desses membros e, ao compará-los com partes íntimas do corpo, mostra que, apesar de serem considerados menos nobres, são justamente estes que precisam ser mais honrados (id. 12,22-24). O apóstolo faz essa comparação para que não haja divisão e que todos sejam valorizados (id. 12,25), de modo que todos participem da vida dos demais membros da comunidade. Dessa forma, cada um se sinta singular diante de Deus e da comunidade (id. 12,26-27).
Além de alguns carismas já citados e outros novos, finaliza o trecho com atividades hierárquicas – apóstolos, profetas e mestres (id. 12,28). Esses cargos também participam da mesma dinâmica dos carismas. Nisso, o apóstolo inclui todos da comunidade. Independentemente do carisma, do dom, da função e da atividade, são todos importantes, cada um possui um lugar específico, mas são todos membros do mesmo corpo (id. 12,29-30). Dessa maneira, abre o tema seguinte, que diz respeito ao anseio pelo dom mais valioso, que, de tão importante, não é tratado como um dos carismas simplesmente, mas um caminho que ultrapassa a qualquer outro: o dom da caridade (id. 12,31).

Como aplicar o texto na vida:

– Quais os dons que o Espírito Santo me concedeu?
– Coloco meus dons em favor do bem comum?
– Tenho consciência de que todos possuem dons e que todos possuem sua importância?
– Eu me enxergo como membro do Corpo de Cristo?

Fonte: Canção Nova

Jesus transforma a nossa tristeza em alegria

sexta-feira, 11 de maio de 2018

 

Jesus transforma o nosso pranto em alegria, a nossa tristeza em júbilo, porque Ele é a alegria do nosso coração

“Também vós agora sentis tristeza, mas eu hei de ver-vos novamente e o vosso coração se alegrará, e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria” (João 16,22).

A presença do Ressuscitado no meio de nós é transformadora, pois Ele transforma o nosso pranto em alegria, a nossa tristeza em júbilo, porque Ele é a alegria do nosso coração.
Deixemo-nos ser tomados, contagiados e levados pela certeza de que a vida do Senhor está no meio de nós. Isso sim deve alegrar o nosso coração.
Não podemos negar que, muitas vezes, a tristeza bate à nossa porta, vem visitar o nosso coração. Às vezes, entristecemo-nos com poucas coisas, mas são coisas duras que doem demais no nosso coração; daí, a tristeza vai tomando conta de nós.
Nenhuma tristeza dessa vida deve ser maior do que a alegria que vem do coração do Senhor. Não é a alegria de ficar sorrindo de um lado para o outro, porque nem sempre temos motivos para ficar sorrindo para lá e para cá. Não podemos ser dominados pela tristeza, porque ela vai matando nossa alma, corroendo nosso espírito, tirando o nosso sentido de viver. A tristeza vai se alojando em nossa alma e nos corroendo aos poucos.
Expulsemos a tristeza da nossa vida. Mas como fazer isso? Dando alegria e razão de felicidade para a nossa vida, permitido que Jesus seja o Senhor da nossa existência, colocando cada tristeza nossa no coração de Jesus. Se tal fato entristeceu demais a nossa vida, se tal situação entristeceu a nossa existência, não ficamos com isso para nós, entregamos essas razões ao coração de Jesus.
Não guardemos as tristezas nem as razões que nos deixam tristes, entreguemos todas elas ao coração de Jesus, permitamos que Ele traga razão de viver e alegria para nossa vida. O grande milagre que o Mestre realiza em nós é transformar a nossa tristeza em alegria.
Se algo tem lhe deixado triste, entregue ao coração de Jesus, porque Ele realiza esse milagre em nossa vida.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Deixemos Deus alegrar o nosso coração

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Deixemos Deus alegrar o nosso coração, consolar, confortar e transformar todo o nosso pranto, todas as nossas lágrimas

“Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria” 
(João 16,20).
Há uma alegria fútil e mundana das pessoas que se alegram por nada, que se alegram pelo vazio da vida, por qualquer coisa ou com o mal dos outros. É como diz a expressão: “Alegram-se até com a desgraça dos outros”.
Há uma alegria no mundo que zomba das pessoas, que é movida pelo álcool e pelos prazeres mundanos e passageiros. Isso, no entanto, não é alegria, mas futilidade, fuga do verdadeiro sentido de ser alegre.
O Pai é o Deus da alegria. Ele não é o Deus da tristeza. O Senhor não nos quer tristes; pelo contrário, a Sua Palavra está dizendo que Ele transforma nossa tristeza na alegria que vem do coração d’Ele; alegria de termos a paz e sabermos sofrer por causa d’Ele e por tantas outras situações. Assim, encontramos um motivo para nos alegrar e exultar, porque pertencemos a Ele.
Ainda que passemos pelo vale tenebroso da sombra da morte, ainda que experimentemos tanta aridez nessa vida, ainda que tenhamos que suportar tantas tribulações, porque é por meio delas que nos purificamos e abrimos as portas do Reino que Deus nos chama.
Não tenhamos medo das dificuldades, das provações, das situações adversas, porque o Senhor nos conduz em todas elas, e mesmo em meio às tristezas ou motivos para ficarmos tristes, a alegria do Senhor é a nossa força, é o nosso alimento e nos conduz no meio em que vivemos. Não nos iludamos, pois a alegria do mundo é uma alegria fugaz, momentânea e hipócrita. A alegria plena é aquela que vem do coração de Deus.
Deixemos o Senhor alegrar nosso coração, consolar, confortar e transformar todo o nosso pranto, todas as nossas lágrimas, naquela que vai ser a alegria sem fim, quando estivermos plenamente na Sua presença. Mas essa alegria não é só para a outra vida, pois estamos experimentando os frutos da ressurreição em nós. O fruto da ressurreição na nossa vida é a paz e a alegria que vem do coração de Deus.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Somente o Espírito da verdade nos salva

quarta-feira, 9 de maio de 2018

O Espírito nos conduz para anunciarmos e proclamarmos Jesus, a fim de que o mundo seja salvo por Ele

“Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará” (João 16,13).

Essa é a grande beleza da graça divina: o Espírito que vem do Pai e do Filho, o Espírito que é a comunhão plena na Trindade Santa, é enviado até nós e está no meio de nós. Ele é o Espírito criador de todas as coisas, não só agindo no mundo, mas em cada um de nós para nos conduzir à verdade plena.
Há tantas discussões, brigas e interesses em cima da verdade! A pergunta que é feita no interrogatório de Jesus – “O que é a verdade?” – cala-se no interior da nossa alma e do nosso coração. Não estou me referindo às verdades científicas, verdades de cada uma das ciências humanas, pois há uma verdade mais sublime e suprema, que diz respeito à vida de cada um de nós, a qual precisamos conhecer, mas não de forma superficial como acabamos nos detendo nela. É a verdade sublime, suprema e plena da qual o Evangelho nos fala.
É Deus e o Espírito quem nos conduzem para o conhecimento, para a vivência e a entrega dessa verdade. Quando nos calamos e desistimos de ser donos da verdade, quando deixamos a Verdade, que se chama Deus, ser dona de nós, anunciamos e vivemos n’Ele, não impomos o que pensamos nem o que queremos para manipular ou instrumentalizar as pessoas.
Permitimo-nos ser conduzidos pelo Senhor da verdade, pois só pela vida no Espírito somos mergulhados nessa verdade, porque ela é Jesus. Ele mesmo nos diz: “Eu sou o caminho e a verdade”. E como a conhecemos? Quando o Espírito nos conduz à intimidade com Jesus, para a relação com Ele, quando não falamos simplesmente o que pensamos ou achamos, e proclamamos isso em alto e bom tom, como se fosse a verdade.
O Espírito nos conduz para anunciarmos e proclamarmos Jesus, e para que o mundo seja salvo por Ele. Permitamos que o Espírito consolador e renovador nos conduza para que vivamos a verdade, porque só ela nos salva.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O Espírito Santo é nosso defensor

terça-feira, 8 de maio de 2018

O Espírito Santo é o defensor da nossa alma, da nossa dignidade de filhos de Deus

“E quando vier, ele demonstrará ao mundo em que consistem o pecado, a justiça e o julgamento” (João 16,8).

Jesus nos promete o Espírito da Verdade, o Espírito que advoga em favor do Reino de Deus. Jesus promete que virá nos defender.
O Espírito Santo não é o acusador desse mundo. Na verdade, Ele é o defensor da nossa alma, da nossa dignidade de filhos de Deus. Por isso, precisamos nos permitir ser defendidos, protegidos, iluminados e guiados por Ele. O Espírito nos defende do ataque do maligno.
O espírito adverso é o acusador. O Espírito de Deus é o defensor, e coloca-se ao lado de nossas fraquezas e fragilidades. O espírito acusador puxa-nos para baixo, arranca o pior de nós e faz-nos cair na depressão, no sentimento de culpa, no fracasso; ele nos acusa de nossos pecados o tempo inteiro e faz de nós pessoas acusadoras.
A grande fraqueza das relações humanas é viver no espírito da acusação. Por exemplo: convivemos com uma pessoa há tanto tempo e passamos o resto da vida acusando-a de seus erros e fracassos das coisas que não deram certo. Os amigos acusam uns aos outros, os casais vivem se acusando, os pais acusam os filhos e os filhos acusam os pais.
O espírito da acusação vem de forma demoníaca, porque as pessoas vivem acusando umas as outras. Esse espírito não é de Deus nem é santo. O Espírito que vem de Deus nos defende do mundo, vem em nosso socorro e nos mostra no que consiste o pecado. O pecado é não crer em Jesus nem levar a vida em nome d’Ele ou a justiça de não acolhê-Lo.
Os únicos julgados desse mundo são aqueles que se condenam, porque não acolhem a verdade salvadora de Jesus. Precisamos do Espírito de Deus em nós, Espírito Amigo, Consolador, Defensor que perscruta as nossas fraquezas mais profundas para curar-nos, libertar-nos, restaurar-nos e fortalecer-nos.
“Espírito amigo, venha em nosso socorro, em nosso auxílio, e não nos deixeis à mercê do inimigo, que nos destrói e que nos quer destruindo uns aos outros. Espírito amigo, vinde em nosso socorro, vinde em nosso auxílio”.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Como vai a sua autoestima?

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Para se ter uma autoestima equilibrada o mais importante é termos uma correta autovalorização

Cada um de nós possui representações mentais internas das pessoas mais importantes em nossa vida, inclusive de nós mesmos. A autorrepresentação, ou autoimagem, pode ser coerente ou distorcida. Além disso, nós trazemos uma imagem mental do que gostaríamos de ser ou do que pensamos que deveríamos ser; é o ideal de ego. A autoestima é o resultado da correspondência entre a nossa autoimagem e o nosso ideal de ego. Quanto mais achamos que estamos próximos do jeito que gostaríamos de ser, tanto mais teremos a autoestima equilibrada; de forma contrária, quanto mais estivermos frustrados com os nossos próprios objetivos e aspirações, tanto mais a nossa autoestima estará baixa.
Crédito: Wesley Almeida / cancaonova.com
A nossa autoimagem exerce uma grande influência em nossa vida, em nosso desempenho profissional e em nosso relacionamento interpessoal. O que pensamos a nosso respeito, a nossa autoimagem ou senso de autovalorização, influencia cada parte de nossa vida.
Aqueles que têm um bom e saudável senso de autovalorização se sentem importantes, acreditam que têm valor e irradiam esperança, alegria e confiança. Ao contrário, uma autoimagem inadequada nos tira a energia e o poder de atenção, necessários para bem nos relacionarmos com os outros; e um bom relacionamento interpessoal é fundamental em tudo o que fazemos. Nosso senso de inadequação nos impossibilita de amar e dar atenção aos outros, pois nos leva a nos sentir rejeitados e incompreendidos; temos medo do que possam pensar de nós, não nos sentimos bem em grupos e não nos aceitamos como somos.
Ter uma autoimagem inadequada faz com que nos preocupemos com as opiniões, elogios ou críticas dos outros, como fatores determinantes para a nossa vida. Um senso de autovalorização muito baixo nos torna escravos da opinião dos outros e nos impede de sermos nós mesmos.

O que você vê em si mesmo?

Por isso, quero convidar você para fazer um exercício neste momento e olhar para a sua imagem mental: o que você vê em si mesmo? Você está satisfeito com o que vê? Qual a visão que você tem de si mesmo quando se compara com outras pessoas?
Anote cinco pontos fortes e cinco fracos que você observa em si mesmo.
Em qual lista que você levou mais tempo para fazer as anotações? Na dos pontos fortes ou dos pontos fracos?
Precisamos aprender a nos ver como Deus nos vê, a descobrir quem somos, a assumir o nosso valor,que vem do fato de sermos imagem e semelhança de Deus, filhos de Deus, filhos amados de Deus.
São Paulo, na sua Carta aos Romanos (Rom 12,3), nos ensina: “Pela graça que me foi dada, recomendo a cada um de vós: ninguém faça de si uma ideia muito elevada, mas tenha de si uma justa estima, de acordo com o bom senso e conforme a medida da fé que Deus deu a cada um”.
A nossa autoestima precisa ser equilibrada: nem alta, nem baixa, para que saibamos lidar com os nossos limites e fracassos; e para que tenhamos relacionamentos sadios e uma autoimagem correta, sem depreciações nem elevações. Por isso, uma autoestima equilibrada é fundamental para todos nós, filhos de Deus, para que possamos evangelizar, para que sejamos alegres e felizes em toda e qualquer circunstância.

O que fazer para termos uma autoestima equilibrada?

Comece trabalhando a sua autovalorização, dando-se conta de que você é uma pessoa criada por Deus, imagem e semelhança de Deus, com limites e com qualidades. Você precisa entender que o seu valor não está no que você faz ou tem, está em você, no seu ser pessoa, com tudo o que você é, seu temperamento, seus dons e talentos.
Leia mais:


Procure identificar quais são as suas qualidades e não só os seus limites. Aprender a lidar com os nossos limites, entender que ninguém é perfeito, que todos nós temos limitações e qualidades, é fundamental para uma autoestima e uma autoimagem equilibrada. Aprenda a não se cobrar tanto, e a não cobrar do outro também. Aprenda a se aceitar como você é. Nesse processo, aprender com as experiências vividas, com os erros e fracassos é fundamental. De tudo o que vivemos, precisamos tirar um lado positivo, uma aprendizagem, assim, nada passa em vão, tudo tem o seu devido proveito.
Atividades físicas, fazer coisas simples no seu cotidiano que você gosta, ter um tempinho para cuidar de si mesmo, do seu corpo e de sua saúde, também favorecem a autoestima.
Concluindo: para se ter uma autoestima equilibrada o mais importante é termos uma correta autovalorização, sabendo lidar com os nossos limites e fracassos. Como há um bom caminho pela frente a seguir, para trabalharmos em nós mesmos, coloquemo-nos a caminho. O colocar-se a caminho já é uma atitude que faz crescer a autoestima e, aos poucos, dia após dia, num processo que, às vezes, é lento, mas que precisa ser contínuo, vamos atingindo a justa estima de nós mesmos.


Maria, aquela que acreditou nos planos de Deus

domingo, 6 de maio de 2018

Toda devoção a Maria nos abre para os planos de Deus



Talvez, o que esteja faltando na nossa espiritualidade seja aquilo que Nossa Senhora do Silêncio tem a nos ensinar. Nós achamos que temos muito a dizer quando, na verdade, a maior parte seria escutar.
Nossa Senhora age pelo Espírito Santo. Nessa etapa pós-ressurreição, estamos na fase do “Vem, Espírito Santo!”.
Nossa Senhora é movida pelo Espírito, por isso não há devoção mariana que não leve a ação do Espírito Santo. O terço e tantas outras meditações marianas precisam nos levar a um encontro pessoal com Jesus Cristo, precisam nos levar a, como Maria, darmos o nosso ‘sim’ aos planos que o Senhor nos oferece. 
Deus, quando criou a Virgem Maria, teve planos maravilhosos para a vida dela, assim como tem também para nossa vida. Os planos de Deus são infinitamente maiores que os nossos, porém, temos a liberdade que o próprio Deus nos dá; e se entendermos esse princípio, compreenderemos que Ele tem o melhor para nós. 
O plano de Deus não era Jesus morrer na cruz, mas sim salvar a humanidade a qualquer custo. Por isso, Ele foi capaz de entregar até o próprio Filho por amor a nós. 
Toda devoção a Maria nos abre para os planos de Deus!
Maria expressa no Magnificat: “porque realizou em mim maravilhas”. Ela deu ao Senhor a permissão de fazer maravilhas em sua vida e também de realizar seus planos. 
Abra-se, agora, à ação de Deus, por intercessão de Maria, para que os planos d’Ele se realizem também na sua vida. 

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