Eliminemos do nosso coração todo espírito de vingança

segunda-feira, 19 de junho de 2017

 

Em nome de Jesus, nós renunciamos ao espírito de vingança do nosso coração, da nossa alma e dos nossos sentimentos

Não enfrenteis quem é malvado! Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda! (Mateus 5,39). 
 
A ordem de Jesus para nós é essa: não enfrenteis quem é malvado, não confronteis o mal, não entreis em litígio com a maldade humana. No bom português, quer dizer: não se misture com o mal, não imite o comportamento dele.
Quando alguém faz um mal para nós, a tendência da natureza humana, contaminada pelo mal do mundo, é responder. A criança aprende em casa: “Se o seu coleguinha bater em você, vá lá e bata nele também”. Outro talvez ensine: “Alguém lhe fez mal? Dê na mesma medida”. Mas Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo não nos ensina isso. Ele nos quer com o coração renovado e em paz. E não é possível ter paz vivendo no espírito da vingança, do ódio e do ressentimento.
Podemos até nos sentir aliviados, porque confrontamos a pessoa, mas é um alívio enganoso e maldoso, pois o coração se alimentou do que é mau, praticou o que é mau. Se uma pessoa fez uma maldade e eu faço outra, são duas maldades. Se uma maldade só já é horrível, imagine as duas juntas! E aí só cresce a maldade no nosso meio, e essa maldade se acumula dentro da nossa vida.
Não somos maus, não queremos fazer nem revidar o mal. Por isso, em nome de Jesus, nós renunciamos ao espírito de vingança do nosso coração, da nossa alma e dos nossos sentimentos. Talvez você diga: “Padre, mas eu não tenho sangue de barata! Se alguém me provocou, o meu instinto, a minha vontade é de fazer a mesma coisa”. É verdade que nós não temos sangue de barata, mas é verdade também que temos o Sangue de Cristo em nós, correndo em nossas veias e em nosso coração. Comungamos com o Senhor, para termos Seus sentimentos, Suas atitudes e Seus gestos, a capacidade de perdão que Ele tem.
Quando perdoamos alguém, não o fazemos por nossa própria conta, mas é a graça de Cristo em nós que nos permite perdoar o próximo. A graça de Cristo nos renova, purifica e ajuda a oferecer a outra face. Deixamos o outro desconcertado, quando ele espera que revidemos, mas oferecemos nosso amor e bondade, o melhor que há em nós, o melhor que Deus fez e realiza em nós. Não oferecemos ao outro aquilo que há de mau, porque eliminamos o mal da nossa vida.
Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Reunião Região Pastoral Praia Sul, com Dom Delson, na Paróquia Menino Jesus de Praga

sexta-feira, 16 de junho de 2017



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Arraiá da Menino Jesus de Praga

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Foi uma festa muito animada!!!!! 
Crianças, adolescentes, jovens, casais e idosos paraticiparam do grande Arraiá da Paróquia Menino Jesus de Praga. Com comidas típicas, muita quadrilha, o arrasta-pé animado pela banda Xamego Bom.
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O amor a Deus leva-nos a amar o próximo

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Amar a Deus e ao próximo não é fácil para nenhum de nós, é uma decisão de vida

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! O segundo mandamento é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo! Não existe outro mandamento maior do que estes” (Marcos 12, 30-31).

Veja, que bênção! É o mestre da lei quem está perguntando a Jesus qual é o maior mandamento. Se perguntasse isso para mim e para você, obviamente daríamos aquela resposta que nós aprendemos na catequese: “Amar a Deus é o mais importante”. Então, se estamos amando a Deus, estamos cumprindo tudo. No entanto, não podemos amar a Deus com toda nossa força e vontade, com todo nosso entendimento, mas não amar com a mesma intensidade nosso próximo. É claro que o grau de direção do coração é amar a Deus, e é esse amor que temos para com Deus que vai nos iluminar e direcionar para que também amemos nosso próximo.
Amar a Deus e ao próximo não é fácil para nenhum de nós, é uma decisão de vida, uma exigência interior na qual nos colocamos. Se nós nos encontramos com Deus, se Ele é a razão maior da nossa vida, vamos amá-Lo de todo coração.
Temos de evitar os extremos da vida e centrá-la na direção correta. Há muitas pessoas religiosas, de diversas crenças, religiões, inclusive nós cristãos católicos, que amamos a Deus. Ele é tudo para nós, ou deveria ser, Ele deve ser tudo para nossa vida, mas, às vezes, levamos isso para uma situação tão extrema, que não enxergamos o próximo que está ao nosso lado. “Eu rezo. Eu falo com Deus o tempo inteiro. Eu faço orações o dia inteiro. Eu não falto à Missa. Eu não falto a nada que é de Deus. Eu sou um adorador. Eu estou com um terço na mão, mas eu ignoro meu próximo. Eu sou grosso, egoísta, nem ligo para as necessidades deles”. É um amor a Deus incompleto, é um amor que não foi entendido, compreendido nem vivido na sua totalidade.
Não posso negar que há outros extremos, daqueles que fazem tudo pelo outro, fazem obras de caridade extrema, dedicam-se o tempo inteiro a cuidar do próximo. É uma bênção!
Precisamos praticar e viver a caridade na nossa vida! Não podemos, de maneira nenhuma, ignorar o próximo. Eu vejo Jesus na Eucaristia, eu O vejo no pobre sofredor. Eu preciso focar meu amor a Deus, e esse foco do meu amor a Ele me leva a amar o próximo, o meu irmão, aquele que vive do meu lado.
Se nos aplicarmos na vida e vivermos a graça do mandamento, que se divide em dois, mas é um só, o amor a Deus e ao próximo, a nossa vida caminha na direção do Céu.

Deus abençoe você!

Deus nos prepara para a vida futura

quarta-feira, 7 de junho de 2017

A vida futura é a vida redimida, salva, é a vida nova que Deus desejou para cada um de nós

“Com efeito, quando os mortos ressuscitarem, os homens e as mulheres não se casarão, pois serão como os anjos do céu” (Marcos 12-25).

Agora, são os saduceus que querem colocar Jesus numa situação difícil e complicada; primeiro, porque eles não creem na Ressurreição e querem fundamentar aquilo que não creem nem acreditam a partir de questões que eles mesmos já colocaram na cabeça.
Sabe, no meio de nós há muitos que não creem na vida futura, há muitos de nós que creem apenas na vida material, mesmo pessoas religiosas, mesmo muitos credos religiosos, creem, por exemplo, na reencarnação, creem em outras teorias.
Mas nós não cremos em teorias, nós cremos na verdade. E para nós só há uma verdade, e ela tem nome: Jesus. Ele é a ressurreição e a vida!
Só poderemos compreender ressurreição e vida se nós tivermos comunhão com Jesus. E ter comunhão com Ele não é dizer: “Eu tenho Bíblia. Eu leio a Bíblia!”. Não se trata disso! A comunhão com Jesus é a mesma que Ele tem com Seu Pai: comunhão afetiva, unitiva, de oração, de amor, comunhão nos sentimentos de Jesus, na Sua Palavra. Temos de trazer em nós o pensamento de Jesus, não os nossos pensamentos nem as nossas teorias.
Os saduceus de ontem, de hoje e de todos os tempos negarão verdades da fé por causa de suas convicções.
Para compreender a vida futura, precisamos viver, na vida presente, a união com Cristo, união mística e espiritual. Não dá para compreendermos as coisas do Céu com uma visão material, com nosso jeito mundano de pensar. Depois, estamos falando da vida sobrenatural, queremos pensar no sobrenatural com uma cabeça natural, com a razão natural. Se não nos abrirmos a essa comunhão na fé, também não vamos compreender a vida futura.
A vida material é assim, pensamos na vida do jeito em que vivemos. “Eu caso. Eu tenho os meus desejos. Eu formo a minha família”. E no futuro? No futuro, Deus há de nos transformar, há de nos fazer semelhantes a Ele, há de nos dar essa natureza divina que foi corrompida e perdida por causa do pecado.
A vida futura é a vida redimida, salva, é a vida nova que Deus desejou para cada um de nós! Vivamos na terra, caminhemos aqui sem tirar os olhos da vida futura, da vida no Céu, da vida bem-aventurada, da vida angelical e celeste que nos espera.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Pré lançamento da obra Saúde e Oração na Paróquia Menino Jesus de Praga

domingo, 4 de junho de 2017

        Valdelene Nunes de Andrade Pereira, Farmacêutica-Bioquímica, Médica Pediatra e Mestre em Ciências da Religião. Desde 2011 vem publicando trabalhos na linha de pesquisa de Espiritualidade e Saúde, sendo autora da obra: Medicina e Espiritualidade: A importância da fé na cura de doenças, pela Editora Santuário. 

Valdelene no Pré Lançamento da obra: Saúde e oração, na Paróquia Menino Jesus de Praga

    Diversos autores apontam as práticas religiosas e diversas manifestações da espiritualidade humana como formas eficazes na redução do estresse diário, contribuindo, portanto, para uma vida mais salutar e melhorando a vida das pessoas.  A religiosidade exercida de forma moderada, sem extremismos, aproxima as pessoas, fortalece vínculos, perpetua bons hábitos e concede ao praticante. A Chave para ter um corpo saudável e uma vida mais feliz pode estar na atitude de encarar a vida de forma positiva, cultivando bons sentimentos, como o amor e a compaixão, perdoando o irmão, ajudando-lhe quando possível com suas dificuldades. 
       Neste livro você irá descobrir como a espiritualidade reforça em nós a confiança nas energias regenerativas da vida. 

Família reunida no Pré lançamento da obra Saúde e Oração na Paróquia Menino Jesus de Praga

Coroação de Nossa Senhora na Paróquia Menino Jesus de Praga

quinta-feira, 1 de junho de 2017

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Somos chamados a viver a eternidade

terça-feira, 30 de maio de 2017

As sementes da eternidade estão no meio de nós

Ora, a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e àquele que tu enviaste, Jesus Cristo” (João 17,3). 

Somos chamados a viver a vida eterna, somos chamados à eternidade aqui e agora, no que vivemos e fazemos. As sementes da eternidade estão no meio de nós, o Reino eterno que Jesus conquistou para nós está no meio de nós.
Como eu faço para viver a vida eterna? Como eu faço para entrar na vida eterna? Primeiro, é preciso conhecer e amar o único Deus verdadeiro, pois não há outro! Não podemos nos prostrar nem nos voltar para nenhum outro Deus. E eu me refiro ao nosso Pai, Criador de todas as coisas, porque muitas outras coisas assumem o lugar d’Ele em nossa vida; e são justamente as coisas terrenas, mundanas, que circulam neste mundo no qual vivemos, e, infelizmente, nos rendemos, prostramo-nos diante dessas coisas e pessoas.
Viver a vida eterna é render-se ao nosso único Deus verdadeiro; e ter a vida eterna é reconhecer que Deus é nosso Pai, é voltar-se unicamente a Ele. Ninguém mais e coisa nenhuma, nessa vida, pode ocupar nossa mente, nossos pensamentos e sentimentos; e nenhum outro amor podemos devotar a ninguém, a não ser esse amor que cabe somente a Ele.
Reconhecendo o Senhor como único Deus verdadeiro e Aquele que nos enviou Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador, prostramo-nos diante d’Ele, invocando o Seu santo nome, proclamando que Ele é o nosso único Senhor, que somos introduzidos na vida eterna e ela entra em nós.
Começamos a viver a dimensão da eternidade quando priorizamos, focamos a nossa vida no amor a Deus sobre todas as coisas.

Que nosso Deus nos abençoe!

Fonte: Canção Nova

O coração e o peso de suas contradições

segunda-feira, 29 de maio de 2017


Vontade fraca é aquela que não sabe ser constante no que escolhe

Muitas vezes, é difícil compreender o coração e o que, de fato, ele deseja. O coração, como dizia o filósofo Blaise Pascal: “Tem razões que a própria razão desconhece”; é uma conexão entre silêncios e mistérios.
Por “coração” compreendamos o centro de nossa vontade, de nossas emoções e percepções. Esse é, verdadeiramente, um território onde existem muitas riquezas a serem descobertas e muitas incertezas a serem desveladas.
Foto: praetorianphoto by Getty Images

Por vezes, quando olhamos para nossa vida e história, torna-se difícil entender o “porquê” de muitas de nossas atitudes e escolhas. A vontade humana é um campo minado, no qual a inconstância e a fraqueza fazem questão de constantemente se hospedar, deixando rastros de confusão.
O que, hoje, se deseja ardentemente, pode-se não apreciar mais no amanhã. A vontade é, muitas vezes, sede de contradição. Contudo, ela precisa ser trabalhada e modelada à luz da graça, para que venha a se transformar em uma vontade constante no bem e inteira no que decide.
O coração que se torna cenário de inconstâncias corre o sério risco de se tornar um lugar no qual a felicidade não consegue morar, pois ele nunca conseguirá saciar sua natural sede de alegrias não transitórias.
Existem contradições próprias de nosso caminho de crescimento rumo à maturidade, outras, porém, são o resultado de uma vontade fraca e confusa, que se acostumou a não decidir com firmeza pelo melhor. Essa, porventura, acarretará sobre si o peso das contradições por ela fabricadas.

Educar e direcionar a vontade

A vontade precisa ser educada e direcionada para a constância no bem. Isso se chama virtude – realidade que precisa ser cultivada e conquistada –, e não acontece apenas como um dom natural. Para adquiri-la, é necessário nosso empenho e esforço.
Vontade fraca é aquela que não sabe ser constante no que escolhe, e mais, é aquela que não sabe decidir, mas apenas concordar. Quem concorda com tudo o que lhe é imposto pela cultura, pela mídia, pelos vícios, sem se posicionar diante de nada, perde a força para decidir e acaba por não ser livre. Por outro lado, adquire virtude aquele que tem disposição para perseverar nas boas escolhas, persistindo sempre no bem, mesmo quando suas fraquezas e más inclinações exigirem o contrário.

Em um mundo marcado pelo transitório e pelo descartável, somos convidados a nos decidirmos pelo bem, com constância, nas grandes e pequenas ocasiões apresentadas pela vida. Dessa forma, vamos eliminando as contradições, que não são inerentes ao nosso crescimento como pessoa.
O homem “é o que escolhe”. Por isso, faz-se necessário mergulhar no mistério de nossas contradições, acolhendo com humildade o silêncio do que ainda não somos capazes de compreender, direcionando com nossa liberdade nossas escolhas, rumo à construção de um bem permanente e amadurecido no cotidiano.

Fonte: Canção Nova

Papa: "Cristãos olhem para o Céu e anunciem Jesus ao mundo"

sexta-feira, 26 de maio de 2017


Em homilia, Papa Francisco falou sobre a memória, a oração e o mundo nas Escrituras

Da redação, com Rádio Vaticano
Papa Francisco durante a Missa na capela da Casa Santa Marta nesta manhã./ 
Foto: Rádio Vaticano.

Nesta sexta-feira, 26, o Papa Francisco presidiu a missa matutina na capela da Casa Santa Marta e na homilia, afirmou que “as Escrituras nos indicam três pontos de referência no caminho cristão”.
O primeiro é a memória. Jesus ressuscitado diz aos discípulos que o precedam na Galileia: este foi o primeiro encontro com o Senhor. E “cada um de nós tem a sua própria Galileia”, aquele lugar aonde Jesus se manifestou pela primeira vez, o conhecemos e “tivemos a alegria e o entusiasmo de segui-lo”. Para ser um bom cristão, precisamos sempre nos lembrar do primeiro encontro com Jesus ou dos seguintes”. Esta é “a graça da memória”, que “no momento da provação, me dá a certeza”.
O segundo ponto de referência é a oração. Quando Jesus sobe ao Céu, ele não se separa de nós: “fisicamente sim, mas fica sempre ligado, para interceder por nós. Mostra ao Pai as chagas, o preço que pagou por nós e pela nossa salvação”. Assim, “devemos pedir a graça de contemplar o Céu, a graça da oração, a relação com Jesus na oração que neste momento nos ouve, está conosco”:
“Enfim, o terceiro: o mundo. Antes de ir, Jesus diz aos discípulos: ‘Ide mundo afora e façam discípulos’. Ide. O lugar dos cristãos é o mundo no qual anunciar a Palavra de Jesus, para dizer que fomos salvos, que Ele veio para nos dar a graça, para nos levar com Ele diante do Pai”.
Esta é – observou Francisco – a “topografia do espírito cristão”, os três lugares de referência de nossa vida: a memória, a oração e a missão; e as três palavras de nosso caminho: Galileia, Céu e Mundo:
“Um cristão deve agir nestas três dimensões e pedir a graça da memória: “Que não me esqueça do momento que me elegeu, que não esqueça do momento em que nos encontramos”, dizendo ao Senhor. Depois, rezar e olhar ao Céu, porque Ele está ali para interceder. Ele intercede por nós. E depois, sair em missão… não quer dizer que todos devem ir ao exterior; ir em missão é viver e dar testemunho do Evangelho; é fazer saber aos outros como é Jesus. Mas fazer isso com o testemunho e com a Palavra, porque se eu falar como Jesus e como a vida cristã, mas viver como um pagão, não adianta. A missão não funciona”.
Se, ao contrário, vivermos na memória, na oração e em missão – concluiu Francisco – a vida cristã será bela e também alegre:
“E esta é a última frase que Jesus nos diz no Evangelho de hoje: “Naquele dia, no dia em que viverem a vida cristã assim, vocês saberão tudo e ninguém poderá lhes tirar a alegria”. Ninguém, porque terei a memória do encontro com Jesus e a certeza que Jesus está no Céu e intercede por mim, está comigo, eu rezo e tenho a coragem de dizer, de sair de mim, dizer aos outros e dar testemunho com a minha vida que o Senhor ressuscitou, está vivo. Memória, oração e missão. Que o Senhor nos dê a graça de entender esta topografia da vida cristã e seguir adiante com alegria, aquela alegria que ninguém pode nos tirar”.

Fonte: Canção Nova

A espiritualidade cristã e qualidade de vida precisam caminhar juntas

quinta-feira, 25 de maio de 2017

No processo de cura precisamos ter espiritualidade saudável e qualidade de vida

Quando falamos em qualidade de vida, logo nos lembramos de uma alimentação saudável, exercícios, noites de sono bem dormidas e outras centenas de métodos que visam cuidar da pessoa de um modo que possa viver mais e melhor. Onde entra, então, a espiritualidade cristã dentro do contexto de uma vida saudável?
Hoje, o ser humano é visto como um todo. Não somos um compartimento com gavetas diferenciadas. Tudo o que faz parte de nós compõe aquilo que somos. A espiritualidade está presente naquilo que faz parte de nossa existência em sua totalidade.
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Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

O que acontece quando nos descuidamos de nossa espiritualidade?

Quando nos descuidamos da alimentação, nossas emoções, nosso corpo, humor, sono, desempenho no trabalho, a nossa autoestima e as motivações respondem de maneira negativa. O mesmo processo acontece quando nos descuidamos de nossa espiritualidade; todo o nosso ser responde negativamente.
Uma qualidade de vida saudável também exige que a espiritualidade seja cuidada. Muitos adentram em complexos processos de depressão sem saber o real motivo desse estado negativo que, aos poucos, vai se enraizando na vida. Em muitos casos, alguma área social, psicológica ou espiritual sofreu algum abalo. Além do acompanhamento médico e psicológico, faz-se necessário que o paciente também ajude a si mesmo. É nesse momento importante do processo de cura que a espiritualidade ocupa uma importante função.

Espiritualidade saudável

Uma vida com qualidade exige de todos nós uma vivência espiritual saudável e equilibrada, na qual possamos cuidar de todos os outros aspectos que nos compõem, sem deixarmos de lado nenhum deles, incluindo nossa espiritualidade.
Adquirimos uma qualidade de vida espiritual saudável quando reservamos um tempo para a nossa oração diária. A oração nos devolve a paz e nos coloca em contato com nossa própria alma e com Deus já presente nela. Silenciosamente, o Senhor vai transformando o nosso interior para que o exterior seja um reflexo daquilo que foi sendo cultivado nos tempos sagrados reservados para o nosso crescimento na fé, na esperança e no amor.
Vida de oração

Onde viver a espiritualidade?

A espiritualidade somente é saudável quando é vivenciada com equilíbrio. Tudo o que foge ao equilíbrio torna-se espiritual e psicologicamente perigoso. Trabalho, esporte, lazer, diversão, descanso, participação na vida de comunidade são importantes para o nosso crescimento humano, social, mental e espiritual. Em todos esses ambientes, a espiritualidade deverá estar presente. A experiência de Deus que trazemos gravada em nossa alma não fica isolada das outras experiências da vida, mas as potencializa.
Quem separa a vida social da experiência espiritual que traz em si perde-se nos territórios de sua própria alma. O equilíbrio entre a vida e a fé não são motivos para nos afastar das diferentes realidades que nos interpelam. Uma vida espiritual madura, sadia e equilibrada abre-nos um caminho de paz, que é trilhado a partir das experiências de fé que estão sendo cultivadas em nosso próprio coração.
Quem descobriu na espiritualidade um jeito maduro de ser mais humano e divino, encontrou em si mesmo o segredo do amor de Deus que em nós equilibra todos os aspectos da vida.

Fonte: Canção Nova

O Espírito de Deus tira toda ignorância do nosso coração

quarta-feira, 24 de maio de 2017

 

O Espírito vem em nosso auxílio para quebrar a nossa ignorância, quebrar aqueles conceitos que formamos dentro de nós

 Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora. Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade.”  (João 16,12-13). 


O Espírito de Deus, que vem em nosso auxílio, dado pelo Pai como dom e dádiva divina, é um pedagogo e nos conduz a viver a pedagogia divina. Jesus está dizendo que nós não somos capazes de acolher e compreender tudo de uma vez só. É próprio de nossa natureza humana, do nosso limite humano.
Quando entramos numa escola, não temos condições de aprender tudo, como as quatro operações matemáticas, por exemplo. Vamos, de forma pedagógica, crescendo e assimilando os conhecimentos; quando chegamos ao fim da vida, vemos que não conhecemos quase nada do que precisaríamos conhecer.
No Reino de Deus, acontece algo até mais profundo do que isso, porque Ele vai nos dando doses da Sua graça para amadurecermos, mas podemos ter a certeza de que não conhecemos nenhum milésimo daquilo que é a plenitude da graça divina e das verdades do nosso Deus.
Quem vai nos revelando o que precisamos saber e viver, a cada dia, é o Espírito Santo de Deus. Não são nossos conhecimentos nem nossos estudos – eles até nos ajudam e auxiliam, dão-nos respostas para muitas situações –, mas quem nos mergulha na verdade que precisamos viver é a sabedoria por excelência, a sabedoria de Deus. Os dons d’Ele nos vêm por ação do Espírito.
Mais do que conhecer as coisas do Senhor, mais do que reconhecer como viver neste mundo segundo a vontade de Deus, é preciso mergulhar na essência d’Ele. Não é preciso ser letrado, conhecer ou saber muito; é preciso ter muita submissão, docilidade, abertura para a graça, disposição de viver segundo a vontade do Senhor, abertura para a graça e para o dom do Espírito. Devemos deixar que nossos conhecimentos humanos, a nossa sabedoria humana se submetam à sabedoria divina.
Esse Espírito vem em nosso socorro, em nosso auxílio para quebrar a nossa ignorância, quebrar aqueles conceitos, preceitos e preconceitos que formamos dentro de nós que não correspondem à graça de Deus.
A vida no Espírito é a submissão a Ele, para que, pedagogicamente, vá nos conduzindo, orientando-nos, direcionando-nos e iluminando, colocando-nos na rota e no caminho da graça.
“Espírito Santo, eis-me aqui! Dai-me a graça e a sabedoria necessárias para viver neste mundo com sobriedade, sobretudo submissos à vontade do Senhor.”

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O Espírito é o auxílio necessário para vivermos na graça

terça-feira, 23 de maio de 2017

O Espírito nos dá a graça para que a nossa vida seja moldada de acordo com a vida em Jesus

Quando vier, ele demonstrará ao mundo em que consistem o pecado, a justiça e o julgamento” (João 16,8). 

Os discípulos começaram a se entristecer, porque Jesus estava se despedindo e dizendo que voltaria ao Pai. O discurso final de Jesus é lindo para a nossa vida, mas, ao mesmo tempo, é também um testamento, uma herança do Mestre. E João traz isso para nós com muitos detalhes. E o que Jesus diz é o seguinte: “Se eu não for, o Espírito não virá a vós”. E por que o Espírito virá a nós? Primeiro, para mostrar ao mundo no que consiste o pecado, a justiça e o julgamento.
É o Espírito quem nos mostra o que é pecado, e o grande pecado do mundo é não reconhecer o Salvador, Aquele que nos salva e nos dá a dimensão daquilo que não é a graça de Deus. O pecado é não acolher Jesus, é não viver a vida n’Ele. Não é simplesmente crer ou não n’Ele. Podemos crer, mas não aceitar a vida d’Ele ou não viver em comunhão com Ele. O pecado maior que nós podemos cometer é não viver a vida em Jesus.
O Espírito nos dá essa sabedoria, esse discernimento e a graça de nos colocarmos novamente no eixo, para que a nossa vida seja moldada de acordo com a vida em Jesus. O Espírito nos mostra o que é a justiça, o que é ser justo. A justiça, em primeiro lugar, é acolher Deus, a Sua graça, o enviado do Senhor, porque o Pai se preocupou conosco, desdobrou todo o Céu para dizer: “Eu preciso salvar meus filhos”. Ele mandou Seu próprio filho ao nosso meio, que se fez um de nós, assumiu nossa natureza humana, assumiu todas as nossas fraquezas, morreu por nós e para nós. É muita injustiça não reconhecermos o dom e a graça de Deus no meio de nós, que se chama Cristo Jesus.
O Espírito, que vem em nosso socorro, vai nos mostrar o julgamento, que é justamente esse: acolher a vida em Deus, acolher Seu Filho Jesus.
Veja, não é Deus quem nos julga e nos condena, somos nós quem fazemos as nossas escolhas. Cada um é livre, tem vontade própria e, na liberdade de escolha, cada um sabe escolher o que é melhor para si.
Façamos bom uso da liberdade que temos para escolhermos o bem, o Reino de Deus e a graça. O Espírito que vem em nosso socorro, o Paráclito, o Defensor, o nosso Advogado é o auxílio necessário para vivermos na graça do Pai!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Centenário das Aparições de Fátima - Fátima e os Papas

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Sou o Papa Francisco! Posso entrar para abençoar sua casa?

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Papa Francisco visita 12 familias en Ostia (Roma) Copyright “L’Osservatore Romano”

Já pensou em receber uma visita tão ilustre quanto essa?

O Papa Francisco deu continuidade à inciativa “Sextas-feiras da Misericórdia”, um programa que começou no Jubileu (2015-2016) e tem o objetivo de colocar em prática as obras de misericórdia corporais e espirituais.
“Perdão pelo incômodo. Pelo menos respeitei o silêncio do horário da sesta, né?”, brincou o papa, referindo-se ao aviso escrito nas portas dos apartamentos que ele visitou, que pede silêncio aos moradores e visitantes, a fim de manter a convivência saudável e evitar transtorno entre os condôminos.
O pároco de Stella Maris, uma das seis paróquias de Ostia (perto de Roma) tinha avisado que iria abençoar as casas de um conjunto residencial popular, onde vivem pensionistas e pessoas que não podem pagar aluguel. Estes moradores pedem ajuda à prefeitura, que lhes oferece uma casa, de acordo com o preenchimento de alguns requisitos.
As famílias sabiam que, na sexta-feira à tarde, receberiam a visita do padre, durante a tradicional bênção de Páscoa. Mas tiveram uma grande surpresa: quem tocou a campanhia no lugar do pároco foi ele, o próprio papa Francisco.
Bergoglio sempre comentou com seus amigos e conhecidos que ele nasceu para ser padre. Pois, dessa forma, ele passeou pelo bairro inteiro como “pároco” e se entreteve com 12 famílias. Todas elas receberam um terço de presente do pontífice.
Ostia tem mais de 100.000 habitantes e é uma região da capital que vive o contrates do bem-estar e da marginalidade e pobreza. As paróquias proporcionam às pessoas mais vulneráveis a chance de fazerem parte de uma verdadeira comunidade.

Fonte: Aleteia

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