Missa de Posse do Padre Luiz Antônio na Paróquia Menino Jesus de Praga

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Início da celebração
 
Padre Luis Antônio

Aconteceu no último domingo, 06 de janeiro do corrente ano, a posse do novo Pároco da Paróquia Menino Jesus de Praga, bairro dos Bancários, o Padre Luiz Antônio. 
A comunidade recebeu com carinho o Padre Luiz que vem com o Padre Djacy Brasileiro como Vigário Auxiliar e os Diáconos José Gomes e Josinaldo para auxiliá-lo nos trabalhos nessa nova missão. 
A celebração de posse que foi dirigida pelo Arcebispo Dom Delson, que contou com a colaboração do Chanceler da Diocese Pe. Luiz José, Pe. Adelino e Pe. Evandro, Frei Marco, Dia. Josinaldo, Diac. Roberto Coura e Diac. João Pereira. 
Momento que antecedeu a celebração

Dom Delson no início da celebração


Dom Delson entrega o Evangeliário ao Padre Luiz Antônio




Leitura da Profissão de Fé


Ministérios  de Música Nossa Senhora Aparecida e Kairós animaram a celebração

apresentação dos movimentos, segmentos e pastorais

Agradecimento do Padre Luiz



Clique na imagem acima e confira as fotos da Celebração de Posse

Missa de despedida do Padre Marcondes e Diácono Roberto - Vídeos

domingo, 6 de janeiro de 2019









Missa de Despedida do Padre Marcondes e Diácono Roberto - Paróquia Menino Jesus de Praga

E neste último sábado(05 de janeiro) foi celebrada a última missa do Padre Marcondes e Diácono Roberto na Paróquia Menino Jesus de Praga.

 Momento do Perdão 

 Representantes dos Ministérios de Música da Paróquia animaram a missa

Diácono Roberto  deixando uma mensagem aos paroquianos


 Recebendo o carinho das crianças
Paroquianos dando o "até logo"...
 
https://armaduracristao.blogspot.com/2019/01/missa-de-despedida-do-padre-marcondes-e.html 
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Sejamos promotores da justiça no meio de nós

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

 

Precisamos ser promotores, ser aqueles que provêm a justiça para o mundo

Nisto se revela quem é filho de Deus e quem é filho do diabo: todo o que não pratica a justiça não é de Deus, nem aquele que não ama o seu irmão” (1João 3,10).

As sentenças da Palavra de Deus, no dia de hoje, podem parecer duras, mas são verdades que merecem nossa profunda reflexão. Não basta dizer que somos de Deus para sermos d’Ele de fato.
A Palavra nos diz que quem não pratica a justiça nem ama seu irmão não pode se considerar filho de Deus, porque quem é de Deus é justo e ama o seu irmão.
Estamos em um mundo cercado de injustiças, e o grande injusto da humanidade e da existência é o próprio diabo, aquele que foi criado por Deus e se rebelou contra Ele. Não há injustiça maior do que se rebelar contra o seu próprio Senhor e Criador, como não há injustiça maior do que um filho que renega o seu pai, que maltrata a sua mãe. Não há injustiça que doa mais no coração humano do que não ter gratidão por quem, um dia, foi bom e fez algo por nós. A maior injustiça que os seres humanos rebelam no seu coração é não saberem ser gratos.
Somos ingratos, reclamamos e culpamos Deus, dirigimos todo o mal que há no mundo para Deus, mas não reconhecemos a bondade d’Ele em nos criar e ter feito esse mundo com toda a justiça possível. A farra humana aliada ao poder do maligno criou e semeou as injustiças no meio de nós.
Quem é filho de Deus não vive nem comunga com qualquer forma de injustiça. Não podemos nos conformar, porque somos abençoados, porque Deus está conosco, porque Ele nos faz prosperar e fecharmos os olhos para quem está na miséria, para quem não tem o que comer, para quem não tem dignidade e oportunidade e dizer: “Deus vai dar a ele”.
Precisamos ser promotores ou aqueles que provêm a justiça para o mundo em que estamos. Não é discurso ideológico muito menos político ou social achar que vamos reparar as injustiças do mundo. Há instituições que estão muito mais responsáveis por isso, só não podemos, evangelicalmente falando, concordar, abaixar a cabeça e dizer que está tudo bem. Temos de promover o que é justo.
Jesus pregou a Palavra e viu que não era justo aquelas pessoas O ouvirem e não terem o que comer; então, multiplicou os pães.
Não podemos achar que é justo termos o que comer e outros não terem o que comer. Não podemos achar que é justo alguns terem a oportunidade de viver, mas outros morrerem; não é justo acharmos que está tudo bem, que fomos abençoados, e acharmos que quem está vivendo a desgraça, a situação complicada, é um amaldiçoado.
Não vivamos a injustiça, porque quem pratica e semeia a injustiça não nasceu de Deus, mas daquele que é o injusto, como também é aquele que não ama o seu irmão.
Amemos, mas não só os irmãozinhos que estão ao nosso lado. Existem muitos irmãos vivendo profundas injustiças na vida, porque estão precisando do amor do nosso coração.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Resgatemos a unção de Deus que está em nós

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

 

A unção está em nós! Precisamos permanecer nela, viver como ungidos, consagrados, marcados de Deus

“A sua unção vos ensina tudo, e ela é verdadeira e não mentirosa. Por isso, conforme a unção de Jesus vos ensinou, permanecei nele. Então, agora, filhinhos, permanecei nele (1 João 2,27).

A graça de iniciarmos um novo ano é importante para revermos as coisas fundamentais da nossa vida, vermos a nossa própria relação com Deus.
O Senhor permanece em nós, porque Ele nos deu Sua unção, e a graça d’Ele está selada em nosso peito, em nossa alma e em nosso coração. Recordo-me da graça do batismo, quando, no peito da criança, imprimimos a unção divina, a marca do óleo sagrado de Deus. 
Essa unção está em nós, mas precisamos permanecer nela, viver como ungidos, consagrados, como marcados e selados de Deus. Não podemos nos perder num mundo tão confuso, tão adverso, num mundo de contravalores, onde as pessoas estão vivendo a religião de forma totalmente descompromissada com o Deus e o Senhor da vida.
Ter compromisso com Deus é levar as coisas d’Ele a sério, é levar a sério o batismo, a confissão, a Eucaristia que comungamos, o casamento, o sacerdócio e todos os compromissos assumidos com a vida; é levar a sério a nossa união e comunhão com Deus, e permanecer n’Ele, porque Ele permanece em nós.
Muitas vezes, ignoramos a presença de Deus no meio de nós. Muitas vezes, nos perdemos nos nossos problemas e prazeres, nas nossas ocupações e preocupações, nós nos perdermos em meio às confusões dos tempos e do mundo em que vivemos.
Onde está a nossa unção? Precisamos de uma meditação profunda, silenciosa e calma, que silencie aqueles barulhos todos das festas, das algazarras, de tudo o que marcou o início de ano da sociedade em que estamos.
No silêncio da alma e do coração, precisamos resgatar a unção de Deus que está em nós para levarmos este mundo à unção que Ele mesmo nos trouxe.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Mensagem de Natal do Padre Luiz Antônio à Paróquia Menino Jesus de Praga

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Mensagem de Natal do Padre Marcondes Meneses à Paróquia Menino Jesus de Praga

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Pastorais, movimentos e segmentos são Apresentados ao novo Pároco da Menino Jesus

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Na noite desta terça-feira, 18/12, pastorais, movimentos e segmentos foram apresentados ao Padre Luiz Antônio, novo pároco da Menino Jesus de Praga. Padre Luiz Antônio tomará posse próximo dia 06 de janeiro de 2019.



  

 Diáconos Josinaldo e Roberto

 Padres Marcondes e Luiz Antônio










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Auto de Natal das Crianças - Paróquia Menino Jesus de Praga - Fotos e Vídeos

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

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VIDEOS 








Missa em Ação de Graças pelos 18 anos de Sacerdócio do Padre Marcondes Meneses

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

https://armaduracristao.blogspot.com/2018/12/santa-missa-em-acao-de-gracas-pelos-18.html
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https://armaduracristao.blogspot.com/2018/12/batizado-de-maria-fernanda.html
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Jantar de Confraternização coroa os 10 anos de Trabalho do Padre Marcondes e do Diácono Roberto na Paróquia Menino Jesus de Praga

sábado, 15 de dezembro de 2018




Na noite desta sexta-feira, 14 de dezembro, paroquianos promoveram um jantar de Confraternização para coroar os 10 anos de trabalho do Padre Marcondes e do Diácono Roberto junto à Paróquia Menino Jesus de Praga.


 


Foi uma noite de abraços e despedidas, conversas e lágrimas nos olhos, mas tendo certeza de que o tempo  que os dois passaram no bairro dos Bancários foi suficiente para construir laços de amizade, reconstruir o que estava disperso e colher os frutos plantados na caminhada.
Em suas palavras, Padre Marcondes destacou que sai da Menino Jesus com a sensação de dever cumprido. 
 Estiveram presentes os Padres Djacy Brasileiro e Luiz Carlos, que tiveram papel importante na missão.

 
No próximo dia 06 de janeiro, o Padre Marcondes e o Diácono Roberto estarão tomando posse na Paróquia de Santa Júlia, às 11h, no bairro da Torre. Deus abençoe os dois nessa nova missão!
https://armaduracristao.blogspot.com/2018/12/jantar-de-confraternizacao-coroa-os-10.html
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As desculpas nos afastam da presença do Senhor

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

 Não podemos fazer das nossas decepções desculpas para não nos comprometermos com Deus e com Seu Reino

Veio João, que nem come nem bebe, e dizem: ‘Ele está com um demônio’. Veio o Filho do Homem, que come e bebe e dizem: ‘É um comilão e beberrão, amigo de cobradores de impostos e de pecadores’” (Mateus 11,18).

Os homens da época de Jesus deram diversas desculpas para aceitá-Lo ou não. Não importa a modalidade de vida que estavam vivendo, porque, como Jesus mesmo disse: “Veio João, aquele homem penitente, austero, de vida acética, mas diziam: ‘Ele é um demônio. Esse comportamento dele é estranho’. Veio Jesus, que estava com os pecadores, comiam, visitava as casas das famílias e diziam: ‘É um comilão e beberrão’.
Quando não queremos nos encontrar com a verdade ou quando a verdade nos incomoda, temos qualquer desculpa para fugir do confronto com ela, vamos sempre culpando, criticando, vendo sempre o erro nos outros. A incapacidade que temos de fazer autocrítica, de nos conhecermos de verdade e de nos voltarmos para o nosso interior nos leva a estarmos sempre buscando a culpa e a desculpa nos outros, o problema é sempre o outro. “O problema é aquele padre. O problema é a igreja. O problema são as pessoas da igreja. Eu não vou mais, porque lá está cheio de pessoas falsas”.
Quando não queremos de verdade, quando não queremos nos comprometer, quando não queremos nos conhecer de verdade, não queremos nos entregar para o Reino de Deus ou para os outros compromissos que a vida exige de nós, é mais fácil arrumarmos desculpas e vivermos exaltando essas desculpas e as colocando como as grandes responsáveis pelas decisões que tomamos de nos afastar, de não trabalhar, de não nos comprometermos quando, na realidade, poderíamos parar para buscar a verdadeira saberia que vem de Deus, a qual se encontra nos corações humildes, que reconhecem os seus próprios limites e sabem reconhecer a graça de Deus e onde estão os limites e fraquezas humanas.
Não podemos viver de desculpas para cá ou para lá, não podemos fazer das nossas decepções, das nossas mágoas, dos nossos ressentimentos e rancores culpas e desculpas para não nos comprometermos com Deus e com seu Reino. Ele está no meio de nós, precisamos abraçá-Lo, assumi-Lo, entregar a nossa vida e deixar que Ele cuide de nós e direcione o nosso viver.
Ainda que o humano cause decepções, o nosso humano também causa decepções nos outros. Buscamos corrigir a nossa humanidade a partir d’Aquele que se fez humano por nós para levar a nossa humanidade para junto de Deus. Estejamos com Ele e n’Ele, pois Ele cuida de nós.

Deus abençoe você!

Três cuidados para não perder a produtividade no fim do ano

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Dicas para não perder a produtividade


As festas de fim de ano vão chegando, fim de aulas, fim de ciclos, férias para alguns, filhos em casa para outros, mudanças no trabalho, Natal, desejo de um novo tempo para o ano que se inicia. Quantas coisas, não é mesmo? Para muitos, as várias atividades para terminar o ano parecem não ter fim: muitas rotinas, necessidades, coisas por fazer, prazos que vão vencendo. Porém, muitas vezes, tomamos um susto ao perceber que, de repente, já chegou o fim do ano. Com esse susto, podemos nos questionar: como fazer para não perder o foco e a produtividade e conseguir realizar tudo o que precisamos até dia 31 de dezembro?

Três cuidados para não perder a produtividade no fim do ano
Foto ilustrativa: Andréia Britta/cancaonova.com


Uma forma prática é fazer uma divisão em três importantes pontos a serem considerados e revisados por cada um de nós:

Como usar o tempo?


Um dia tem 24 horas e uma hora tem 60 minutos. Não temos dias maiores nem menores. O que muda é a forma como organizamos nossas tarefas ao longo do dia. Muitas vezes, queixamo-nos de cansaço por trabalhar horas e mais horas. Mas será que essas horas estão sendo bem aproveitadas? Quais rotinas estabelecemos para ver e-mails, conversar com as pessoas, parar efetivamente e sem distrações para resolver uma tarefa? Você é daquelas pessoas que se distraem facilmente? Se sim, comece a desabilitar os avisos sonoros de redes sociais, de mensagens do celular e outros. Silencie os milhares grupos do WhatsApp e, inclusive, selecione os que você deseja fazer parte. Assim, perceberá quanto tempo será economizado para as tarefas que realmente necessitam de tempo. Essa atitude muda efetivamente seu dia. Experimente fazer!

Se você tem muita energia e foco, mas não sabe administrar seu tempo, acabará dedicando muitas horas às tarefas erradas e não vai conseguir muitas coisas. Se você não sabe para onde vai, qualquer direção serve. Faça uma lista de tarefas que possui, separe aquelas urgentes, as não-urgentes, as que precisam ser feitas imediatamente, as que podem esperar, aquelas que outra pessoa pode fazer por você.

Ao que damos atenção?


Você é capaz de dedicar atenção ao que faz? Tarefa por tarefa, meta por meta, sem desviar? Quer um exemplo? Quando almoçamos, lendo e-mails ou vendo mensagens de WhatsApp, fazemos as três coisas de uma forma ruim, ou seja, não conseguimos perceber o que nem como respondemos as mensagens. Alguma coisa na atenção sempre falha.

Tire as coisas que atrapalham seu trabalho, limpe sua mesa de trabalho, separe as coisas que vai usar para aquela tarefa. Tudo isso ajudará sua atenção estar mais direcionada. Isso vale também para outros ambientes: por vezes, precisamos, efetivamente, limpar nossos armários, pastas, ambientes, para que tudo possa correr bem.


Como você mantém seus níveis de energia?


Energia significa disposição. Para manter a boa disposição, é importante avaliar como está seu ciclo de sono, sua alimentação, atividade física e como você está direcionando sua energia disponível. Por vezes, preocupamo-nos demais com algo desnecessário. Nossa revisão de hábitos passa também por avaliar e tomar novas decisões com relação a como aplicamos nossa energia.

Nossa produtividade poderá ser melhorada, e muito, se pararmos para revisar algumas formas de conduzir nossas atividades e demandas. Não deseje um dia maior: este tipo de pensamento só lhe trará mais ansiedade e dificuldade para concentrar-se naquilo que precisa fazer. Adote uma nova postura de vida; certamente, você terá uma melhor produtividade em tudo o que precisa fazer e ser nos ambientes em que vive.

Fonte: Canção Nova

Como se dividem as festas e os tempos litúrgicos especiais?

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Reflita sobre os tempos litúrgicos vivenciados pela Igreja

Com este artigo, chegamos ao fim de uma série de artigos em que tratamos da Santa Missa, seus vários atributos e significados. Eles nos ajudaram a entendê-la um pouco mais, para que assim possamos viver melhor tão grande mistério. Neste último artigo, vamos tratar das festas e dos tempos especiais durante o Ano Litúrgico.
Os tempos litúrgicos são divididos em Tempo do Advento, Tempo do Natal, Tempo da Quaresma e Tempo Pascal. Para que servem esses tempos e suas divisões? A Igreja divide o ano em tempos litúrgicos, a fim de deixá-los o mais claro possível, para que o povo entre na dinâmica salvífica do mistério pascal, que é celebrado em cada Santa Missa.
Como se dividem as festas e os tempos litúrgicos especiais
Foto ilustrativa: Bruno Marques/cancaonova.com
Se você não sabia, o ano litúrgico começa no Tempo do Advento, que é a preparação para o Natal do Senhor, um dos momentos mais importantes para nós católicos. O documento do Concílio Vaticano II Sacrosanctum Concilium, no número 102, expõe o seguinte sobre o Ano Litúrgico: “A santa mãe Igreja considera seu dever celebrar, em determinados dias do ano, a memória sagrada da obra de salvação do seu divino Esposo. Em cada semana, no dia a que chamou domingo, celebra a da Ressurreição do Senhor, como a celebra também uma vez no ano na Páscoa, a maior das solenidades, unida à memória da sua Paixão”.
Cada tempo também traz uma graça própria, sendo assim, o Advento é o tempo das alegrias moderadas e preparação para a chegada de Jesus no Natal. Sua espiritualidade é de esperança e purificação da vida. Por esse motivo, o Advento se torna tão importante e distinto dos demais, pois prepara o católico para viver bem o nascimento do Senhor. O Tempo do Natal é comemorado com muita alegria, porque é a natividade do Senhor, sua espiritualidade é de fé, alegria e acolhimento. O Tempo Comum é acompanhado de um espírito de esperança, de escuta da Palavra e vivência do Reino de Deus. A Quaresma é tempo forte de conversão, penitência, jejum, esmola e oração. A Páscoa não se refere apenas ao domingo da Ressurreição, mas vai até Pentecostes, é carregado de uma espiritualidade de alegria, porque Cristo Ressuscitou.

A Semana Santa

É durante a Semana Santa ou como também é conhecida de Semana Maior que a Igreja celebra a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. Ela tem início no Domingo de Ramos e se estende até o Domingo de Páscoa. Durante essa semana, celebra-se a Missa do Crisma, onde o Bispo, reunido com os padres que formam o seu presbitério, abençoa os Santos Óleos. Na mesma quinta-feira, acontece a instituição da Eucaristia e a cerimônia do Lava-pés. Na sexta-feira, celebra-se a Paixão e Morte de Jesus, quando a Igreja se dedica ao silêncio, jejum e oração, vivendo com respeito a morte do Senhor. No Sábado Santo, acontece a Vigília Pascal, com a bênção do fogo novo e do Círio Pascal, a proclamação da Páscoa. Nessa celebração, é lida uma série de leituras, passando por toda a história da salvação; e acontece a renovação das promessas do batismo. Por fim, no Domingo de Páscoa, quando se comemora a Ressurreição de Jesus, esse é o ponto central da fé cristã.

O Corpus Christi

A Solenidade de Corpus Christi é a celebração que a Igreja festeja o Sacramento da Eucaristia. É o momento em que o Santíssimo Sacramento sai em procissão pelas ruas. Neste momento, todo o povo de Deus é convidado a adorar o Senhor na Santa Eucaristia e agradecer por tão grande dom. A festa é celebrada desde o século XIII, quando o próprio Jesus aparece em visões, pedindo uma festa litúrgica em honra à Sagrada Eucaristia.
É importante que todo fiel católico participe da procissão de Corpus Christi, pois ela é a mais significativa das procissões, porque é a única que o próprio Senhor sai às ruas. Criou-se o hábito de confeccionar tapetes ornamentados para homenagear o Senhor, assim como enfeites nas casas e oratórios.

A festa do Santíssimo Nome de Jesus

A festa do Santíssimo Nome de Jesus é celebrada oito dias depois do Natal, em 2 de janeiro, pois foi oito dias depois do nascimento de Jesus que São José realizou a circuncisão no Menino, dando-Lhe o nome de Jesus. Nome escolhido pelo próprio Deus e anunciado por anjo Gabriel em sonho a São José.
Conforme o próprio significado do Nome de Jesus, ele exprime toda a sua missão. Em hebraico Yeshua quer dizer “Deus salva”, assim, entende-se, desde o momento que foi dado esse nome, que o Senhor seria, de alguma forma, aquele que salvaria o mundo. Dessa forma, o Apóstolo Paulo escreve em Fl 2,9-11: “Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo o nome, para que, em Nome de Jesus, todo o joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda a língua confesse: ‘Jesus Cristo é o Senhor’, para a glória de Deus Pai”.

A festa da Divina Misericórdia

O Domingo da Divina Misericórdia corresponde ao Segundo Domingo de Páscoa. Acordo aprovado por São João Paulo II com um decreto assinado em 2000 pela Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos. Nessa data, é celebrada a instituição do Sacramento da Penitência, ou confissão, encontrado no trecho o Evangelho de Jo 20,22-23: “Então, soprou sobre eles e falou: ‘recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; a quem os retiverdes, lhes serão retidos’”.
Mediante a experiência mística de Santa Faustina Kowalska, a Igreja entende que foi desejo do próprio Jesus que acontecesse esta festa. Jesus diz o seguinte a Santa: “Na Minha festa, na Festa da Misericórdia, percorrerás o mundo inteiro e trarás as almas que desfalecem à fonte da Minha misericórdia. Eu as curarei e fortalecerei” (D. 206); “Pede ao Meu servo fiel que, nesse dia, fale ao mundo inteiro desta Minha grande misericórdia, que aquele que, nesse dia, se aproximar da Fonte da Vida, alcançará perdão total das culpas e penas” (D. 300a;). Dessa forma, todo cristão pode e deve celebrar essa festa com a confiança de alcançar as graças específicas que Deus deseja derramar sobre Seu povo.
Que todos os dias possamos tomar cada vez mais consciência da dinâmica litúrgica da nossa Igreja, para que possamos tirar os proveitos que o Senhor tem para nós.

Fonte: Canção Nova

Você sabe qual foi o primeiro acontecimento do Advento?

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Reflita sobre o silêncio do primeiro Advento

O Advento é a espera de Alguém que sabemos que virá e a quem amamos. Aí estão as três virtudes teologais: a fé, a esperança e a caridade, ou, na nossa linguagem diária, a confiança, o abandono e o amor.
O primeiro Advento foi vivido plenamente e no mais profundo silêncio por uma menina, uma jovem aparentemente “comum” para a sua época, que devia ter mais ou menos 14 anos.
-Você-sabe-qual-foi-o-primeiro-acontecimento-do-Advento
Ela vivia em Nazaré, uma pequena aldeia do Norte da Palestina, com uma fonte no centro do povoado rodeado de um campo relativamente fértil, no vale do Esdrelon.
Naquele tempo, quando as meninas completavam doze anos de idade, eram consideradas aptas para serem dadas em casamento pelos pais, que exerciam o poder de escolher-lhes o futuro marido, na maioria das vezes, sem consultá-las a respeito.
Aceito o casamento pelas duas famílias, marcava-se a festa dos “esponsais”, com o pagamento do dote ao pai da futura esposa e selava-se o solene compromisso do casamento, geralmente realizado ao fim de um ano. Tais “esponsais” não podem ser comparados ao noivado dos nossos tempos, pois eram um compromisso definitivo, selado com a honra das famílias e a vida da “noiva”, já que o “noivo” se tornava dono da futura esposa, senhor e proprietário dela e de sua vida.
Transcorrido mais ou menos um ano, a “noiva” era “conduzida”, solenemente, pela família à casa do “noivo” ou a casa onde iriam morar daquele dia em diante.
Caso a “noiva” aparecesse grávida ou fosse constatada “violada” (na linguagem da época, “harufah”), o esposo e senhor poderia lhe dar imediatamente um libelo de divórcio e a família a entregaria para ser apedrejada até a morte, na praça do povoado, sem a menor piedade, “lavando assim a honra” dos envolvidos no ultraje.
Este é o pano de fundo, o cenário da cultura hebraica da época do primeiro Advento, do episódio definitivo da história da nossa salvação.

Vamos refletir juntos

Quando recebeu a visita do Anjo, Maria já era a esposa-prometida de José, com todas as implicações que vimos antes: não era simplesmente noiva, como se diz hoje: já era propriedade dele. E o que faz Maria? Vai falar com seus pais e pedir-Ihes conselhos? Tenta explicar tudo a José? Mas, quem acreditaria nela e no inusitado milagre?
Não: Maria se cala e se abandona nas mãos de seu único Senhor, o Deus de Abraão, Isaac e Jacó.
Agora, dá para se perceber melhor a extensão da fé heroica de Maria? Abandonando-se a cada dia, Maria mergulha, cada vez mais, fundo no Mistério de Deus e na sua Paz. No Mistério de Deus a se realizar n’Ela: o Filho de Deus gerando-se em seu corpo virginal, pela virtude do Espírito Santo, que a “cobriu com sua sombra” é o mesmo Verbo Eterno, que assume sua carne imaculada e dela se forma, dia a dia, um ser humano perfeito.
Maria corre o risco de vida em silêncio, mas se lança confiante no Senhor “que n’Ela faz maravilhas” e se abisma no Mistério que traz em si. A fé confiante do pobre, atrai o Senhor e, Ele, vela por sua filha, que se tornou a real esposa do Espírito, para ser a Mãe do Filho Unigênito. Novamente o Anjo é enviado à terra, agora para libertar o homem justo -José- da dúvida e do sofrimento em que se encontrava, também, em silêncio, sem nada falar.
Esclarecido e livre, José organiza, então, a “condução” da esposa prometida ao novo lar e a recebe em casa. Aos olhos de todos os habitantes do lugar, Maria passa a ser a senhora em sua casa e José assume a paternidade social do bebê que vai nascer.
Maria está definitivamente salva e protegida e, Seu Filhinho, também. Desde este dia, José se torna o pai da Igreja, pois, salvou a cabeça do Corpo Místico, que é o Cristo Jesus e sua bendita Mãe.
Todos nós ouvimos esses trechos do Evangelho, ano após ano, mas a distância no tempo são mais de 2000 anos! Na época, com toda a carga de emoção que eles tiveram, faz com que seja difícil meditar nestes acontecimentos.
Podemos passar ligeiramente sobre o heroísmo de Maria, a fé inquebrantável e o confiante abandono com que ela se atirou nos braços do Pai e do cuidado preveniente com que Ele cuidou do Seu projeto salvífico e da confiança e da magnanimidade de José, o colaborador essencial da Salvação.

Reflita diante do presépio

Tendemos a ver o presépio com um olhar açucarado, esquecendo-nos de que, Maria e José creram que Aquele Menino era o Filho de Deus, apesar de todas as aparências e circunstâncias em contrário.
Eles creram em Belém, creram durante a fuga insólita para o Egito, que o Egito pagão e de língua desconhecida, seria o refúgio para o Rei de Abraão, Isaac e Jacó!
Maria e José creram durante os 30 anos da vida “oculta”, aparentemente monótona e obscura em Nazaré, onde nada viram que pudesse servir de apoio à crença para os olhos humanos, de que Aquele rapaz era mesmo o Filho de Deus. Trata-se de fé heroica sem o menor apoio e consolação.
Maria, no Evangelho, fala poucas palavras, mas fala muito pelo exemplo e pela atitude. Não é possível pensarmos no Advento, sem percorrermos, com o coração, o caminho Daquele que veio, que vem e que virá um dia, cheio de glória, no final dos tempos e que virá para cada um de nós, em particular, para chamar-nos à sua Presença.
Neste dia, seremos julgados no Amor e pelo Amor Misericordioso.
A fé não nos será mais necessária, a esperança desaparecerá e, se desde agora passarmos o Advento implorando com o coração, seremos, neste dia, consumidos na fornalha do eterno Amor, que é a Luz e a Vida para sempre. Amém!

Fonte: Canção Nova

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