Julho, mês de nossos pais e mestres espirituais: os idosos

quinta-feira, 9 de julho de 2020


Que o Senhor de todas as gerações e idades, preserve a vida e saúde de nossos amados idosos. Deus seja louvado!

Dom Roberto Francisco Ferreria Paz - Bispo Diocesano de Campos
Nesta segunda fase do combate ao COVID 19, com a abertura gradual de muitas atividades, inclusive as celebrativas, aplica-se o isolamento vertical. Recomenda-se aos idosos e demais integrantes do grupo de risco que fiquem em casa, que participem das Missas transmitidas pela mídia. Não deixa de ser uma orientação prudente, cautelosa e eficiente para controlar riscos.
No entanto, a Igreja, como comunidade de fé, assembléia litúrgica, perde muito com este distanciamento físico. A Igreja, como Povo de Deus e família dos filhos de Deus, sente muito este afastamento que, embora temporal, nos empobrece e limita na fraternidade e convivência espiritual e sacramental. A Igreja prolonga a encarnação de Cristo na história, sendo, como afirma São Paulo, o Corpo de Cristo, esta ausência, por razões sanitárias, nos debilita.
É verdade que a comunhão espiritual e a oração superam, certamente, distâncias e comunicam e fazem circular graças e bênçãos, no entanto, para os idosos, resulta em provação e sofrimento. É importante que, tanto para Viktor Frankl como para Aaron Antonovsky, a salutogênese, geração de saúde, depende da percepção do sentido e significado da vida que, nas observações feitas em campos de concentração, confirma que essa coerência espiritual determinava a resistência e a vitória. Digo isto, porque não basta o isolamento vertical, senão damos conforto, consolação e ternura aos nossos idosos.
Por outra parte, sem oportunismo leviano, nós precisamos dos idosos para sair da pandemia, pois eles, com a sua sabedoria (sabor de viver), nos ensinam a sermos simples, essenciais, enraizados na história e na terra, guardiães da Casa Comum e das tradições espirituais e rituais mais profundas. Um mundo sem idosos adoece, fica febril, correndo fora dos trilhos para a autodestruição. Pensemos em como podemos preservar espaços de troca, comunicação e celebração sem colocá-los em risco. Que o Senhor de todas as gerações e idades, preserve a vida e saúde de nossos amados idosos. Deus seja louvado!
Fonte: Vatican News

Missa de 7º Dia do falecimento de Edvânia Marinho - Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré

Terra Santa, a falta de peregrinos não apaga a esperança

quarta-feira, 8 de julho de 2020


"Estamos na terra onde Jesus ressuscitou e somos nós que devemos preservar a visão pascal da vida, feita da cruz, mas também da ressurreição”. São palavras do arcebispo Pierbattista Pizzaballa, Administrador Apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, ao relatar o estado de espírito da Igreja empenhada em apoiar com oração e caridade as milhares de famílias em crise por causa da pandemia.

Federico Piana- Vatican News
As peregrinações à Terra Santa estão quase completamente paradas". O arcebispo Pierbattista Pizzaballa, administrador apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, explica com dor que a emergência causada pela pandemia continua impossibilitando a chegada dos peregrinos. "Primeiro – explica o Arcebispo - porque as fronteiras ainda estão fechadas. A maioria dos países com os quais ainda existem relações requer quarentena, o que naturalmente desencoraja os peregrinos. Também, na última semana, em Israel e na Palestina, houve uma segunda onda de contágios muito forte que realmente assustou”.

O vírus não apaga a oração

O que também põe à prova a fé nestes lugares santos é o fato de que em muitos casos os sacerdotes ainda são forçados a transmitir as celebrações litúrgicas pela internet e a se encontrar com os fiéis somente através de redes sociais. No entanto, o arcebispo Pizzaballa assegura, não falta a intensidade da oração: "Estamos no Oriente e no Oriente existe uma Igreja tradicional - no sentido belo do termo - onde a participação na liturgia é muito sentida. Um dos problemas atuais das famílias é o de não poder participar, ou participar de forma limitada, das liturgias. Para superar as dificuldades, nossos párocos se equiparam para concretizar formas alternativas de oração, fazer visitas sempre que possível, treinar os chefes de família, para que possam levar a comunhão aos seus familiares quando o pároco não puder ir até lá. Sem dúvida alguma, a oração é um apoio humano e espiritual absolutamente necessário”.

Novos sacerdotes para a Terra Santa: sinal de esperança

E a oração também se torna um sinal tangível de esperança. Porque, é o pensamento de Pizzaballa, "estar diante do Senhor para oração de intercessão, neste momento, é o pão que precisamos extremamente, além de nosso pão cotidiano". Estamos na terra onde Jesus ressuscitou e somos nós que devemos preservar a visão pascal da vida, feita da cruz, mas também da ressurreição". Na Terra Santa, foram ordenados até agora onze sacerdotes e dezoito diáconos, isso é mais um sinal de otimismo para o futuro. "Apesar de todo o trabalho duro e apesar de todas as divisões, mesmo políticas, o Senhor nos abençoa com vocações e por tudo isso Lhe agradecemos", diz o Arcebispo.

A Igreja se aproxima dos que sofrem

A dureza do vírus atingiu o coração de milhares de famílias na Terra Santa, que durante vários meses se viram sem trabalho, especialmente nas áreas mais pobres como a Palestina e a Jordânia. A Igreja não está recuando e, diz-nos Pizzaballa, pôs em marcha um mecanismo que permite concretamente atender às necessidades do povo. "Fazemos através do apoio de muitas instituições. Refiro-me em particular aos Cavaleiros do Santo Sepulcro. Com eles abrimos pontos de emergência, especialmente na região de Belém, no norte da Palestina e em Jerusalém Oriental, bem como na Jordânia. Os pontos de emergência são usados para ajudar as famílias que ficaram sem nada e que acabaram na pobreza. Ativamos o apoio alimentar, escolar e sanitário. Isto é o melhor que podemos fazer neste momento difícil".

O futuro próximo

O arcebispo Pizzaballa condensou a visão do futuro próximo em um pensamento concreto: "Calculamos que por cerca de um ano viveremos como estamos vivendo agora. Estamos cientes de que o número de peregrinos não será mais o mesmo de antes. As viagens serão mais complicadas, mesmo no pós-covid, serão necessárias medidas que não eram tomadas no passado. A peregrinação terá que se adaptar a novas situações com diferentes formas, modalidades e itinerários. Porém, não podemos esquecer que na Terra Santa, a peregrinação terá sempre a característica fundamental do encontro com Jesus em seus lugares. Isto nunca vai mudar".

Fonte: Vatican News

Teus Planos - Juninho Cassimiro

Missa de 7º dia - Edvânia Marinho

terça-feira, 7 de julho de 2020


Fiéis usam App para reservar lugar nas missas, retomadas no final de semana no Rio


O App “Igrejas ArqRio” está disponível para download tanto na Apple Store como no Google Play para “agendar Comunhão” e “marcar Confissão”. A ferramenta facilita a retomada das missas com a presença de fiéis na Arquidiocese do Rio de Janeiro, já que as igrejas precisam limitar o acesso ao local devido à pandemia. Na Catedral Metropolitana na capital, por exemplo, também há um sensor para contar o número de pessoas na entrada e voluntários medem a temperatura e orientam o distanciamento social, o uso de máscaras e álcool em gel.

No primeiro final de semana de maior flexibilização da quarentena no Rio de Janeiro, foram retomadas as atividades religiosas e as igrejas também voltaram a receber a comunidade. Depois de 3 meses com restrição à presença dos fiéis, as missas foram retomadas em grande parte das dioceses do Regional Leste 1 da CNBB.
A celebração na Catedral Metropolitana do último sábado (4), presidida pelo cardeal Orani João Tempesta, foi especial por comemorar tanto o jubileu de prata de um grande grupo de padres, como as paróquias que completavam 75 e 100 anos de atividades. O templo, porém, estava adaptado às novas regras dos protocolos sanitários dos governos e também instituídas pela CNBB para a missa.
As orientações litúrgico-pastorais foram respeitadas já na entrada: os fiéis precisaram usar higienizador para as mãos e medir a temperatura; dentro da igreja, a sinalização no chão e nos bancos indicaram o distanciamento social e tinha disponível álcool em gel para uso da comunidade; todos, sacerdotes e fiéis, usaram máscaras de proteção.

Reserve seu lugar pelo App Igrejas ArqRio

Outra novidade que a comunidade católica, das mais de 280 igrejas na capital devem seguir, é reservar lugar nas celebrações se inscrevendo pela internet. O App “Igrejas ArqRio”, desenvolvido para facilitar a integração entre o fiel e a paróquia de maneira moderna e pela segurança em tempos de pandemia, dá a possibilidade de “agendar Comunhão” e “marcar Confissão”. Dá para fazer download pelo Apple Store e Google Play.
O Pe. Arnaldo Rodrigues explica que o aplicativo disponibilizado pela Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro foi uma ferramenta pensada para contingenciar o número de fiéis, já que, na Catedral Metropolitana, por exemplo, com capacidade para 5 mil pessoas sentadas, só está sendo permitida a entrada de 1.500 fiéis. Um sensor logo na porta de entrada ajuda a controlar a quantidade:
“A cada pessoa, para participar das missas, a Arquidiocese do Rio criou um aplicativo que se chama ‘Igrejas ArqRio’: a pessoa acessa pelo telefone celular e ali ela escolhe a paróquia; ao escolher a paróquia, ela vê o horário das missas; e ela reserva e agenda a sua participação naquela celebração. Não somente para as missas, mas também para confissões. É um modo como a arquidiocese encontrou, além dos sites das paróquias, para organizar para que sempre tenham – no máximo – 30% das pessoas em cada celebração, respeitando o devido cuidado exigido para a preservação e o cuidado com as vidas das pessoas que participam das celebrações.”
Os próprios folhetos usados para a liturgia diária não são mais impressos, mas digitais, precisando ser seguidos pelo celular. E o Pe. Arnaldo finaliza:
“Então foi um momento realmente de renovação, de trazer novamente a esperança e ver essas portas abertas das nossas igrejas nos traz, também, a alegria de uma Igreja que caminha diante de todas as diversidades, mas caminha com esperança, olhando para Cristo – aquele que realmente nos sustenta nos conduz.”

Fonte: Vatican News 

Papa: alívio oferecido por Jesus não é apenas psicológico ou esmola

segunda-feira, 6 de julho de 2020


O mundo exalta o rico e o poderoso, não importa com que meios, e por vezes espezinha a pessoa humana e a sua dignidade. E nós vemos isso todos os dias, os pobres espezinhados. E é uma mensagem para a Igreja, chamada a viver obras de misericórdia e a evangelizar os pobres, ser mansos, humildes. Assim o Senhor quer que seja a sua Igreja, isto é, nós.

Vatican News



Antes de rezar o Angelus neste XIV Domingo do Tempo Comum, o Papa Francisco propôs a seguinte reflexão aos peregrinos presentes na Praça São Pedro:

Queridos  irmãos e irmãs, bom dia!

O trecho evangélico deste domingo articula-se em três partes: primeiro, Jesus eleva um hino de bênção e ação de graças ao Pai, pois revelou aos pobres e ao simples o mistério do Reino dos céus; depois manifesta a relação íntima e única entre ele e o Pai; e por fim convida-nos a estar com ele e segui-lo para encontrar alívio.


Em primeiro lugar, Jesus louva o Pai, porque escondeu os segredos do seu Reino, da sua Verdade, escondidos «aos sábios e aos entendidos». Chama-os assim com um véu de ironia, porque presumem ser sábios, entendidos e por isso têm o coração fechado, tantas vezes. A verdadeira sabedoria vem também do coração, não é somente entender ideias. A verdadeira sabedoria também entra no coração. E se tu sabes tantas coisas e tens o coração fechado, tu não és sábio. Jesus fala sobre os mistérios do seu Pai revelando-os aos «pequeninos», àqueles que confiantemente se abrem à sua Palavra de salvação, abrem o coração à Palavra da salvação, sentem necessidade d'Ele e esperam tudo d'Ele. O coração aberto e confiante em relação ao Senhor.


Jesus explica que recebeu tudo do Pai e chama-lhe “meu Pai”, para afirmar a singularidade da sua relação com Ele. De facto, só entre o Filho e o Pai existe reciprocidade total: um conhece o outro, um vive no outro. Mas esta comunhão única é como uma flor que desabrocha, para revelar gratuitamente a sua beleza e bondade. E assim, eis o convite de Jesus: «Vinde a mim...». Ele quer dar o que provém do Pai. Quer dar-nos a Verdade, e a Verdade de Jesus é sempre gratuita, é um dom, é o Espírito Santo, a Verdade.

Tal como o Pai tem preferência pelos «pequeninos», também Jesus se dirige aos «cansados e aos oprimidos». Com efeito, Ele coloca-se entre eles, porque é «manso e humilde de coração»: diz para ser assim. Como na primeira e terceira bem-aventuranças, a dos humildes ou pobres de espírito; e a dos mansos: a mansidão de Jesus.

Assim, Jesus, «manso e humilde», não é um modelo para os resignados nem simplesmente uma vítima, mas é o Homem que vive «de coração» esta condição em plena transparência ao amor do Pai, ou seja, ao Espírito Santo. Ele é o modelo dos “pobres em espírito” e de todos os outros “bem-aventurados” do Evangelho, que fazem a vontade de Deus e dão testemunho do seu Reino.

E depois Jesus diz que se formos até ele encontraremos alívio: o “alívio” que Cristo oferece aos cansados e oprimidos não é apenas psicológico ou esmola, mas a alegria dos pobres de serem evangelizados e construtores da nova humanidade: este é o alívio. A alegria. A alegria que nos dá Jesus. É única. É a alegria que ele mesmo tem. É uma mensagem para todos nós, para todas as pessoas de boa vontade, que Jesus transmite ainda hoje no mundo que exalta aqueles que se tornam ricos e poderosos. Mas, quantas vezes dizemos: “Ah, eu gostaria de ser como aquele, como aquela, que é rico, tem tanto poder, não lhe falta nada..”. O mundo exalta o rico e o poderoso, não importa com que meios, e por vezes espezinha a pessoa humana e a sua dignidade. E nós vemos isso todos os dias, os pobres espezinhados. E é uma mensagem para a Igreja, chamada a viver obras de misericórdia e a evangelizar os pobres, ser mansos, humildes. Assim o Senhor quer que seja a sua Igreja, isto é, nós.

Maria, a mais humilde e nobre das criaturas, implore de Deus a sabedoria do coração – a sabedoria do coração -  para nós, para que possamos discernir os seus sinais na nossa vida e participar daqueles mistérios que, escondidos aos soberbos, são revelados aos humildes.

Fonte: Vatican News

Dom Delson: 40 Anos de Vida Sarcedotal

domingo, 5 de julho de 2020


No dia 5 de julho de 1980, o Frei Delson era ordenado Presbítero na Arquidiocese de Feira de Santana. Já são 40 anos de um sacerdócio frutuoso e, de sim em sim, ele hoje pastoreia esta porção do povo de Deus na Arquidiocese da Paraíba.

Rezemos por nosso pastor! A Missa em Ação de Graças aconteceu às 9h, com transmissão ao vivo pelo Facebook Arquipb.

Parabéns, Dom Delson!



Música - Eu quero me apaixonar por Ti - Ministério Amor e Adoração


Os santos e santas “ao pé da porta” que a COVID-19 levou

sábado, 4 de julho de 2020


Depois de pouco mais de uma semana de internação hospitalar por causa da Covid-19, Edvânia Marinho faleceu no dia 02 de julho em João Pessoa. Tinha 50 anos, deixou uma multidão de filhos e uma belíssima obra com mais de 145 voluntários e 11 projetos sociais.

Pe. Bruno Franguelli Sj - Cidade do Vaticano

O Papa Francisco, constantemente, tem nos alertado a perceber os sinais concretos da presença da santidade de Deus entre nós através da caridade humilde e oculta de tantos irmãos e irmãs. Homens e mulheres que, a partir da sua fé, dedicam-se aos outros no escondimento e na simplicidade do dia-a-dia, fazendo no ordinário da vida coisas realmente extraordinárias.

Muitos foram os bispos, sacerdotes, religiosos e leigos que perderam suas vidas a causa do covid19. Homens e mulheres que nos deixaram seu exemplo de amor a Deus e dedicação ao Seu Reino. Talvez nem conheçamos seus nomes e rostos, mas suas boas obras, certamente continuam vivas e o exemplo de sua vida, uma inspiração para todos. Como bem disse o Papa Francisco: “Não pensemos apenas em quantos já estão beatificados ou canonizados. O Espírito Santo derrama a santidade, por toda a parte, no santo povo fiel de Deus” (Gaudete et exultate, 6).

Ganhamos uma intercessora


Diante de tantos nomes e rostos, encontramos o de Edvânia Marinho, leiga consagrada e fundadora da Comunidade Católica Casa da Paz Maria de Nazaré, na periferia de João Pessoa/PB. Mulher simples e de fé humilde, sentiu-se chamada a acolher mães abandonadas e adotar crianças órfãs. Com seu sorriso notável e fé gigante, colocou-se a serviço dos demais. Trabalhava constantemente para restaurar a fé e a dignidade das pessoas. Depois de pouco mais de uma semana de internação hospitalar a causa do covid19, faleceu no dia 02 de julho em João Pessoa. Tinha 50 anos, deixou uma multidão de filhos e uma belíssima obra com mais de 145 voluntários e 11 projetos sociais.

Dom Manoel Delson Pedreira,ofm, arcebispo da Arquidiocese da Paraíba, em mensagem de vídeo, lamentou a morte de Edivânia e afirmou: “o carinho, o amor e o afeto de Edvânia marcou a vida de tantas pessoas. Ela tornou-se um exemplo, um modelo de caridade, de generosidade. Agradecemos o dom da vida de Edivânia para a sua família, para a Casa da Paz e para a Arquidiocese da Paraíba”. E concluiu: “Temos a certeza que ganhamos uma intercessora junto de Deus e de Nossa Senhora de Nazaré”.

Pessoas como Edvânia Marinho, são sinais concretos que nos convidam a crer que Deus não nos abandona jamais. Estes são os “santos ao pé da porta”, que fazem do cotidiano de suas vidas, uma oportunidade para fazer o bem, principalmente aos que mais necessitam. E, nestes tempos difíceis, podemos trazer a memória as palavras de Santa Teresa Benedita da Cruz, recordada pelo Papa Francisco:

“Na noite mais escura, surgem os maiores profetas e os santos”. 
(Gaudete et exultate, 8).

Fonte: Vatican News

Boletim da ARQUIPB | 04 de Julho | Arquidiocese da Paraíba

Em julho, Francisco pede aos fiéis que rezem pelas famílias

sexta-feira, 3 de julho de 2020





“A família tem que ser protegida”: é a premissa do Papa Francisco ao pedir a oração dos fiéis. “A Igreja tem que animar e estar ao lado das famílias, ajudando-as a descobrir caminhos que lhes permitam superar todas estas dificuldades.”

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano
“Para que as famílias no mundo de hoje sejam acompanhadas com amor, respeito e conselho”: por esta intenção, o Papa Francisco pede a oração dos fiéis neste mês de julho.
No vídeo que acompanha a intenção, o Santo Padre destaca os tempos difíceis que as famílias estão enfrentando hoje, marcados pelo estresse de um mundo em crise.

“A família tem que ser protegida”: é a premissa de Francisco. “Às vezes, os pais esquecem-se de brincar com os filhos.”
Com o ritmo de vida intenso, o Pontífice chama em causa a Igreja e o Estado.
“A Igreja tem que animar e estar ao lado das famílias, ajudando-as a descobrir caminhos que lhes permitam superar todas estas dificuldades.”
Já o Estado tem a função de protegê-las.

Colocar-se a serviço das famílias

Comentando esta intenção, o diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, Pe. Frédéric Fornos S.J., observa que os efeitos da pandemia continuam a ser sentidos em muitas partes do mundo.
“Existem muitas famílias necessitadas e inseguras sobre o seu presente e futuro no trabalho. Diante das dificuldades e enfermidades do mundo, como essas famílias podem ser acompanhadas?”, questiona o jesuita.
O Papa nos lembra que “a família é a base da sociedade e a estrutura mais adequada para garantir às pessoas o bem integral necessário ao seu desenvolvimento permanente”.
Ao afirmar que os Estados têm a obrigação de proteger as famílias, Francisco enfatiza mais uma vez que a família não é simplesmente um assunto privado, mas um fato social.
“Neste tempo em que vivemos, as famílias precisam ser apoiadas, fortalecidas 'acompanhadas com amor, respeito e conselho'." Rezar por essa intenção, afima Pe. Fornos, "significa colocar-se a serviço das famílias, apoiar as associações que as ajudam a enfrentar seus vários desafios, uma vez que a verdadeira oração se encarna em nossas vidas".
“Durante este mês de julho, dediquemos todos os dias um tempo livre para nossa família; cada pessoa sabe concretamente o que isso significa.”

Edivânia Marinho - Serva do Senhor, cumpriu sua missão! Descanse em Paz...

quinta-feira, 2 de julho de 2020





A Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré, com imenso pesar, vem a público informar o falecimento da sua fundadora e moderadora, Edvânia Marinho da Silva, 50 anos, na tarde desta quarta-feira, 01/07/2020, vítima de COVID-19.
Desde o dia 20/06/20, ela estava internada no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires para tratamento.
Neste momento, prestamos nossos mais profundos sentimentos aos familiares e aos nossos membros consagrados religiosos e leigos missionários.
Agradecemos todas as orações de apoio recebidos e pedimos vossas orações neste momento difícil.
Edvânia Marinho da Silva, leiga consagrada celibatária, dedicou a sua vida ao serviço da evangelização sendo como Maria, um sinal de Deus no mundo, carisma que ela fundou há 21 anos na nossa obra evangelizadora de seguimento a Jesus Cristo.
Edvânia marinho nos deixa um legado de amor e entrega total a Jesus pelas mãos de Maria, sendo inspiração na geração de muitas vocações na nossa comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré.
Cremos que Edvânia Marinho da Silva viveu hoje sua Páscoa pelas mãos de maria de Nazaré, conforme nos prometeu nosso Salvador:
"Disse-lhes Jesus: Eu sou a ressureição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá."João 11, 25 (Fonte: Instagram Casa da Paz)

O Armadura do Cristão se solidariza com todos os familiares e membros da Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré pela precoce perda desta Irmã, serva de Deus. 

O Senhor já a acolheu em seus braços, pelas mãos de Nossa Senhora de Nazaré!
Conte com nossas orações.

Deus os abençoe.





A fé e os ambientes digitais

quarta-feira, 1 de julho de 2020



O advento das redes e das mídias sociais favoreceu o surgimento de um ambiente inovador, onde são desenvolvidos encontros, conhecimentos e lazer.
Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e primeiro vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

As possibilidades proporcionadas pelos ambientes digitais representam um instrumental poderoso para compartilhar o bem e nos colocar a seu serviço.

As tecnologias digitais não são meras ferramentas. Elas tornam acessível a muitas pessoas o que de melhor a humanidade foi e é capaz de produzir. Tudo depende do arbítrio de cada um, o como, o porquê e o para quê delas se faz uso. Merecem especial atenção as possíveis mudanças propiciadas por elas na vida humana diária, pois os processos de criação e manutenção de laços sociais podem ser diferentes.

O advento das redes e das mídias sociais favoreceu o surgimento de um ambiente inovador, onde são desenvolvidos encontros, conhecimentos e lazer. Elas favorecem a imposição de padrões de comportamento social, gerando, por vezes, também preocupação.

O acelerado desenvolvimento tecnológico traz certamente inúmeras possibilidades de recursos, interação e conforto. Contudo, submete todos a dispositivos de controle e vigilância que ferem a liberdade, a segurança e a verdade, promovendo também o surgimento de instrumentos de controle e beligerância de toda espécie.

A situação de distanciamento social, imposta pela pandemia do coronavírus, consolidará provavelmente os ambientes digitais como espaços de trabalho, lazer, interação, debates sócio-político-econômicos e vivência religiosa. As oportunidades de ocupação que as tecnologias digitais oferecem, não podem ignorar a dimensão pessoal e social do ser humano, e o salutar cultivo da alteridade, com seus riscos e desafios.

As mídias digitais, com seus ambientes, proporcionam um novo contexto existencial, e consequentemente promovem uma transformação antropológica. A fé cristã acompanha com interesse tal desenvolvimento, atenta à necessidade de promover a verdade e a liberdade, como também responder adequadamente aos desafios de tornar sempre mais compreensível e acessível seus conteúdos.

Por isso, a Igreja, estando presente nos ambientes digitais, espaço onde sempre mais as pessoas se fazem presentes desenvolvendo conhecimento e relações, se empenha por integrar a mensagem do Evangelho nesta “nova cultura” criada, desenvolvida e promovida pelo instrumental digital.

Fonte: Vatican News

Abrir as portas a Cristo: os 40 anos da primeira visita de João Paulo II ao Brasil

terça-feira, 30 de junho de 2020



"E agora posso confiar-vos um desejo? Que as vossas portas que se abriram para mim com amor e confiança, permaneçam largamente abertas para Cristo. Será minha alegria plena", assim se despediu o Papa polonês ao visitar pela primeira vez o Brasil em 1980. João Paulo II percorreu quase 15 mil quilômetros e conheceu 13 cidades em 13 dias.



Bianca Fraccalvieri - Cidade do Vaticano
No dia 30 de junho de 40 anos atrás, em 1980, o solo de Brasília foi beijado por São João Paulo II, para a primeira das quatro visitas que o Papa polonês realizou ao Brasil no decorrer do seu pontificado.
“Abraço neste momento – ao menos em espírito – cada pessoa que vive nesta pátria brasileira. O Papa pensa em cada um. Ele ama a todos e a todos envia um cumprimento bem brasileiro: “um abraço!”.Com este gesto de amizade, recebei os meus votos de felicidades: Deus abençoe o vosso Brasil. Deus abençoe a todos vós, brasileiros, com a paz e a prosperidade, a serena concórdia na compreensão e na fraternidade. Sob o olhar materno e a proteção de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil!”
Fonte: Vatican News

Pesquisar neste Blog

Assessores dos juízes de primeiro grau do TJPB lançam a Campanha Corrente do Bem

Liturgia Diária

Liturgia Diária
Canção Nova

Corrente do Bem - Assessores 1º Grau - TJPB

Corrente do Bem - Assessores 1º Grau - TJPB
Em tempos de Pandemia, é hora da Solidariedade!

Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba - Dom Delson

Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba - Dom Delson
Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz

Fale conosco

Nome

E-mail *

Mensagem *

Visitantes

A ARMADURA DO CRISTÃO

A ARMADURA DO CRISTÃO
Leia Efésios 6, 10-20

Conselhos do Papa Francisco

Oração de exaltação a Santa cruz

Como Retornar?

Como Retornar?
Dicas para voltar a ter intimidade com Deus

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

Terço

Terço
Mãe da Divina Misericórdia

Mensagem

Reflexão

Frei Galvão

Frei Galvão
História

O Papa Francisco

O Papa Francisco
Vatican

Bíblia Católica On Line

Seja um Padrinho Vem Cuidar de Mim

Missa de Cinzas - Fotos

Missa de Cinzas - Fotos
Paróquia Menino Jesus de Praga

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

Ajude o Laureano

Campanha Vem Cuidar de Mim

Campanha Vem Cuidar de Mim
Assine aqui o abaixo assinado!

ANUNCIE AQUI

ANUNCIE AQUI
armaduradocristao@gmail.com

Adoração ao Santíssimo

Adoração ao Santíssimo

Salmos on Line

Menino Jesus de Praga

Arquivos Obras Timbó