Por ocasião da Sexta-feira da Misericórdia, Padre Marcondes Meneses visita idosas da Casa da Divina Misericórdia, no bairro dos Bancários

sábado, 17 de fevereiro de 2018


 

Por ocasião do Jubileu da Misericórdia celebrando durante 8 de dezembro de 2015 a 20 de novembro de 2016, o Papa Francisco criou e praticou e continua praticando uma iniciativa chamada “Sextas-Feiras da Misericórdia”.
 
Seu objetivo era poder motivar a prática da misericórdia de forma concreta e não apenas de palavras. Para isso, devemos nos deixar envolver pelo Espírito Misericordioso do Senhor, isto é, acolhidos pelo Seu amor inclusive com as nossas misérias; e, como fruto dessa experiência pessoal da misericórdia divina, abrir o nosso próprio olhar e o nosso coração ao próximo, que, assim como nós, também é cheio de misérias e precisa ser acolhido tanto por Deus quanto pelos outros.
 
Nossa Paróquia, seguindo o exemplo do Papa Francisco, vai ao encontro de quem não pode vir a Igreja. 
 
Nas sextas-feiras da quaresma, nosso Pároco, os diáconos, ministros extraordinários da Comunhão e membros das mais diversas pastorais, serviços e segmentos, farão um verdadeiro mutirão de visitas aos irmãos e irmãs doentes, idosos, situações de vulnerabilidade, encarcerados etc.
 
Ontem, dia 16 de fevereiro de 2018, iniciamos a realização das Sextas-Feiras da Misericórdia, visitando a Casa da Divina Misericórdia, uma Instituição radicada em nosso bairro, que cuida de idosas em idade avançada. 
 
O Pe. Marcondes Meneses, juntamente com o Diácono Luís Carlos, acompanhado de leigos, rezaram com estas mulheres, em seguida foi conferida Unção dos Enfermos a todas.



Também, foram feitas algumas visitas a idosos e doentes em suas residenciais.Venha participar conosco desta experiência de amor e solidariedade! 
 
Lembrem-se: Toda Sexta nos encontramos na Igreja Menino Jesus as 15h e saímos em missão.

O jejum precisa fazer parte da nossa vida

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

 

 O jejum é uma proposta da renovação da força espiritual

Não façais jejum com esse espírito, se quereis que vosso pedido seja ouvido no céu. Acaso é esse jejum que aprecio, o dia que uma pessoa se mortifica? Trata-se talvez de curvar a cabeça como junco, e de deitar-se em saco e sobre a cinza? Acaso chamas a isso jejum, dia grato ao Senhor?” (Is 58, 1-9a).

O jejum faz parte das nossas práticas religiosas e nem digo das práticas quaresmais, e ele precisa fazer parte da nossa vida. O jejum nos disciplina e liberta da escravidão que temos dos alimentos, das coisas materiais e de tantas outras coisas. O jejum tem uma função disciplinadora em nossa vida, mas muitas pessoas podem jejuar e nem serem religiosas, por isso, o nosso jejum não pode ser simplesmente uma abstinência de alimentos, deixar de comer isso e aquilo. Ele tem um sentido espiritual profundo e nos coloca em comunhão com o Senhor, pois é a opção que fazemos.
Nem só de pão vive o homem, mas nós vivemos da Palavra do Senhor, da comunhão com Deus e da intimidade e da relação com Deus.
Eu me abstenho de comer para me relacionar com o Senhor. E, aquilo que o profeta Isaías está falando para nós, é algo muito importante para entendermos o espírito do jejum, porque não basta simplesmente jejuar e colocar-se em oração, é preciso que o jejum quebre em nós o junco da escravidão, do pecado e do mal.
É preciso quebrar em nós, aquelas coisas que nós, humanamente falando, não conseguimos resolver . O ressentimento que temos, a mágoa que cultivamos e as relações que nós não conseguimos resolver. O jejum, por excelência, tem um poder espiritual no combate desta vida. Ele nos coloca em comunhão com Deus, conosco e uns com os outros.
Não “abramos mão” da força do jejum! E, o mais importante aqui, não é quantidade de alimentos que deixamos de comer, e sim, que se faça jejum espiritual, em oração, e de renovação espiritual.
Precisamos ter um propósito, uma disposição, uma vontade de saber partilhar e compartilhar o que tenho com os outros.
Quando eu me proponho a fazer um jejum, proponho também tirar tudo o que eu tenho, das posses que tenho para olhar para quem não costumo olhar, que são os mais pobres, sofridos e os necessitados.
Há pessoas que fazem jejum quase a vida inteira, porque não tem o que comer. Nos excessos que temos, que possamos cuidar daqueles que não têm.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Dom Delson prega tolerância e cobra da gestão pública combate à violência

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018



O arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, pregou a tolerância às diferenças e cobrou compromisso, inclusive dos gestores públicos, com o combate à violência. A mensagem fez parte do sermão durante a celebração da missa de quarta-feira de cinzas, na Catedral de Nossa Senhora das Neves, que também marcou o início da quaresma e o lançamento da Campanha da Fraternidade, em João Pessoa. Centenas de fiéis acompanharam a celebração.
Este ano, o tema da Campanha da Fraternidade é “Fraternidade e Superação da Violência”. O lema da campanha é “Vós sois todos irmãos”, baseado em um texto do evangelho de São Mateus. “Precisamos rever nossa cultura da resposta violenta, da intolerância, substituindo por uma cultura do amor, da paz, do respeito às diferenças, seja de religião, de sexo, de cor. Precisamos respeitar a todos, porque todos somos irmãos em Cristo”, disse Dom Delson.
O arcebispo fez questão de ser enfático na fala sobre o respeito às diferenças: “Não podemos agir com violência se uma pessoa tem uma opção sexual diferente da nossa. Porém, temos que acabar também com a intolerância de minorias, que tentar impor suas formas de pensar para a maioria. O diálogo respeitoso precisa definir o respeito entre os semelhantes”, acrescentou.
Sobre o combate à violência, Dom Delson disse que todos somos responsáveis. “Cada um tem que fazer o seu papel, desarmando os espíritos, preferindo as respostas de amor às respostas de ódio. E a convocação para que cada um faça a sua parte envolve também os gestores públicos, responsáveis pela promoção de políticas de combate e prevenção à violência. Todos precisam ser responsáveis, inclusive os gestores públicos”, cobrou.
A missa desta quarta-feira (14) deu início à Quaresma, um dos eventos mais importantes do ano para o povo católico. São quarenta dias de penitência e orações mais intensas. “É um período dedicado à reflexão, orações, estudos e jejuns, com vistas à preparação para o domingo de Páscoa”, explicou o arcebispo.
Campina Grande
A Campanha da Fraternidade também foi lançada nesta quarta em Campina Grande, em uma missa realizada na Catedral de Nossa Senhora da Conceição, presidida pelo bispo Dom Dulcênio Fontes. O líder da igreja local falou sobre o que acredita ser efetivo no combate à violência. “As ações pontuais não resolverão o problema, apenas tapearão o mal entranhado da violência, por isso não apostamos nas atitudes violentas da repressão, porque cremos que o diálogo muito poderá fazer para resolver”, disse.
Já o padre Saulo Rodrigues criticou um dos lemas mais falados no país. “Fomos acostumados com a ideia de que vivemos em um país abençoado por Deus e bonito por natureza, o que não é verdade. Para se ter uma ideia, os traficantes educam as crianças para a violência. Os traficantes compram armas de brinquedo para incentivar esta cultura da violência. As mídias promovem este comportamento e tornam aquilo comum”, disse.
*Com texto de Ainoã Geminiano e Wênia Bandeira, do Jornal Correio da Paraíba

“Para, olha e regressa”, é convite do Papa no primeiro dia da quaresma

Na Santa Missa desta Quarta-feira de Cinzas, Francisco sublinhou a importância do cristão parar, olhar e regressar a Deus

Da redação
Papa Francisco durante homilia desta quarta-feira, 14 /Foto: Reprodução CN
“Para, olha e regressa”, este é o convite feito pelo Papa Francisco na Santa Missa desta Quarta-feira de Cinzas, 14, celebrada no Vaticano, em Roma. Neste dia de jejum e penitência, o Santo Padre sublinhou a necessidade dos cristãos aproveitarem o tempo da quaresma para desmascararem tentações e deixarem o coração voltar a bater segundo as palpitações do coração de Jesus.
Segundo Francisco neste tempo de reflexão e correção do coração, a Igreja propõe que todos os fiéis se atentem a tudo que possa “arrefecer” e “oxidar” o coração. “Cada um de nós conhece as dificuldades que deve enfrentar, e é triste constatar nas vicissitudes diárias como se levantam vozes que aproveitando-se da amargura e da incerteza, (…) semeam o fruto da desconfiança, que é a apatia e a resignação. Demônios que paralisam e cauterizam a alma”, refletiu.
Diante das dificuldades enfrentadas rotineiramente pelos cristãos, o Pontífice sublinhou a importância do cristão parar, olhar e regressar a Deus neste momento de introspecção proposto pela Igreja. A primeira sugestão proposta pelo Papa, a de parar, pede de acordo com o Santo Padre, para que a agitação e a dispersão sejam deixadas de lado para que o coração se esvazie de amargura, do que divide e destrói, para se ocupar do tempo da família, da amizade, dos filhos, dos avós, da gratuidade e do tempo de Deus.
Francisco prosseguiu aconselhando os fiéis a pararem com a necessidade de aparecer e serem vistos, com comentários desdenhosos, com a ânsia de controlar tudo, com ruídos na fé, com atitudes que fomentam sentimentos estereis e infecundos, com tudo que priva a criação de raízes e laços, que é instantâneo, momentâneo e efêmero. O pontífice prosseguiu pedindo um olhar mais fecundo sobre as pessoas e o mundo.
O convite de Francisco aos cristãos é para um olhar do que os impede de seguir a caridade, aos esforços das famílias para serem um lar de amor, às crianças e aos jovens carregados de futuro e esperança, aos idosos portadores da memória viva de um povo, aos doentes que lembram o valor da vida que não pode ser calculada nem medida, e aos que lutam para mudar as situações e realidades para seguirem em frente.
“Olha e contempla o rosto concreto do Cristo crucificado por amor de todos, sem exclusão (…). Olha o seu rosto, que é convite cheio de esperança deste tempo de quaresma para vencer os demônios da desconfiança, da apatia e da resignação. Rosto que nos convida a exclamar: o reino de Deus é possível!. Para, olha e regressa. Regressa a casa de teu Pai, regressa sem medo aos braços ansiosas e estendidos do teu Pai Rico em Misericórdia que te espera. Regressa, sem medo este é o tempo oportuno de voltar para casa, a casa do meu Pai, do vosso Pai”, afirmou o Pontífice.
O Santo Padre encerrou a homilia ressaltando que a quaresma é tempo de deixar o coração ser tocado, e alertou: “Permanecer no caminho do mal é fonte apenas de ilusão e tristeza. A verdadeira vida é outra coisa, muito bem diferente e bem sabe o nosso coração, Deus sabe o nosso coração, Deus não se cansa e jamais se cansará de estender a mão”. Por fim, o Papa convidou todos a retornarem sem medo à ternura sanadora e reconciliadora de Deus. “Deixa que o Senhor cure as feridas do pecado e cumpra a profecia feita aos nossos pais: dar-vos-ei um coração novo e introduzirei em vós um espírito novo, arrancarei do vosso peito o coração de pedra e vos darei um coração de carne”, finalizou.

Fonte: Canção Nova

Qual é o convite que a Quarta-feira de Cinzas nos faz?

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Entramos no tempo da Quaresma com a Quarta-feira de Cinzas, período que antecede a Semana Santa

Ocasião de nos preparemos para a maior de todas as celebrações da Igreja: a Ressurreição de Cristo, nossa Páscoa. E este tempo de preparação se inicia hoje, na Quarta-feira de Cinzas. Na celebração deste dia, cinzas são colocadas na nossa cabeça ou na testa para que nos lembremos de onde viemos e para onde vamos: “Como um pai tem piedade de seus filhos, assim o Senhor tem compaixão dos que o temem, porque ele sabe de que é que somos feitos, e não se esquece de que somos pó” (Sl 102,14).
-Qual-é-o-convite-que-a-Quarta-feira-de-Cinzas-nos-faz
Foto ilustrativa: sterlsev by Getty Images
Este é um tempo favorável a nós. Mas, para que possamos ressuscitar com Cristo, talvez seja necessário mudarmos a direção da nossa vida. Por isso, no momento em que recebemos as cinzas, ouvimos o seguinte versículo bíblico: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (cf. Mc 1,15). Mas, vamos antes entender onde está situado esse importante alerta de conversão.
No Evangelho de São Marcos, esse trecho está no capítulo 1 (um). O livro tem uma abertura, na qual apresenta o objetivo principal do Evangelho: a afirmação de que Jesus é o Filho de Deus (1,1). Segue com a apresentação de João Batista (1,2-8). No versículo 9, Cristo aparece pela primeira vez no Evangelho para ser batizado por João (1,9-11). Por fim, Ele passa 40 dias no deserto onde é tentando pelo demônio (1,12-13).
No Evangelho de São Marcos, todas estas passagens são apresentadas sem que se ouça a voz de Jesus. Todos os diálogos d’Ele, nessas cenas que conhecemos de outros Evangelhos, São Marcos suprime. A primeira fala de Jesus colocada por esse evangelista é a primeira pregação feita pelo Mestre, e é sobre conversão: “Depois que João foi preso, Jesus dirigiu-se para a Galileia. Pregava o Evangelho de Deus e dizia: ‘Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo; convertei-vos e crede no Evangelho’” (Mc 1,15).

Essa primeira fala de Jesus, no Evangelho de São Marcos, pode ser divida em três partes:

1) Cumpriu-se o tempo – a espera das promessas do Antigo Testamento relacionadas à vinda do salvador acabou, pois, Ele está no meio de nós.
2) O Reino de Deus está próximo – este reino é o próprio Jesus. Ele que vem ao encontro de cada um de nós.
3) Convertei-vos e crede no Evangelho – mas, para que nós experimentemos essa presença real de Jesus, para que vivamos o seu reino é preciso conversão.
E converter significa mudar de caminho. É necessário assumir o caminho proposto no Evangelho, que é o próprio Cristo: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Cf. Jo,14,6).
Assim, começamos a Quaresma na Quarta-feira de Cinzas, ouvindo, segundo o Evangelho de Marcos, a primeira pregação de Jesus, um convite à conversão. Um convite para que, nestes quarenta dias, possamos refletir por quais caminhos temos andado. Um convite para conhecermos e seguirmos pelo caminho que é o próprio Cristo. Um convite para, no caminho que é Cristo, encontrarmos uma vida nova, a ressurreição.

Fonte: Canção Nova

Existe relação entre o carnaval e o Cristianismo

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O carnaval provavelmente surgiu antes do Cristianismo 

Vários autores explicam que o nome “carnaval“, a partir da palavra latina “carne vale”, isto é, “adeus, carne” ou “despedida da carne”, significa que, nesta festa, o consumo de carne era considerado lícito pela última vez, antes dos dias de jejum quaresmal. Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, ou seja, suspender ou retirar a carne.
1600 x 1200
Foto ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com
O Papa São Gregório Magno (590-604), teria dado ao último domingo, antes da Quaresma (domingo da Quinquagésima), o título de – dominica ad carnes levandas – o que teria gerado “carneval” ou “carnaval”.
Já, um grupo de etimologistas, apela para as origens pagãs desta festividade. Entre os gregos e romanos costumava-se fazer um cortejo com uma nave, dedicado ao deus Dionísio ou Baco, festa que chamavam em latim de “currus navalis”, cujo significado em português é “nave carruagem”, de onde teria vindo a forma “carnavale”. Não é fácil saber a real origem do nome.

Fantasias e alegorias são anteriores a era cristã

As mais antigas notícias do que hoje chamamos de “carnaval” datam, como se crê, do século VI antes de Cristo, na Grécia. Há pinturas gregas em vasos, com figuras mascaradas, desfilando em procissão ao som de músicas em honra do deus Dionísio, com fantasias e alegorias certamente anteriores a era cristã.
Outras festividades semelhantes aconteciam na entrada do novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera, na despedida do inverno.
Eram festas religiosas dentro da concepção pagã e da mitologia, cuja intenção era a de, com esses ritos, expiar as faltas cometidas no inverno ou no ano anterior, e pedir aos deuses a fecundidade da terra e a prosperidade para a primavera e o novo ano.
Por exemplo, para exprimir o cancelamento das culpas passadas, encenava-se a morte de um boneco que, depois de haver feito seu testamento e um transporte fúnebre, era queimado ou destruído. Em alguns lugares, havia a confissão pública dos vícios.
A denúncia das culpas, muitas vezes, tornava-se algo teatral, como, por exemplo, o cômico Arlequim que, antes de ser entregue à morte, confessava os seus pecados e os alheios.

Festividades carnavalescas

Tudo isso parece ter gerado abusos estimulados com o uso de máscaras, fantasias, cortejos, peças de teatro entre outros. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente, muito difusas no Império Romano, concorreram para o fomento das festividades carnavalescas. Essas tomaram o nome de “pompas bacanais” ou “saturnais” ou ainda “lupercais”.
Como essas demonstrações de alegria tornaram-se subversivas da ordem pública, o Senado Romano, no século II a.C., resolveu combater os bacanais e seus adeptos foram acusados de graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.
Essas festividades populares podiam ser no dia 25 de dezembro (dia em que os pagãos celebravam Mitra ou o Sol Invicto) ou o dia 1º de janeiro (começo do novo ano), ou outras datas religiosas pagãs.

Transformar o Carnaval com Princípios do Evangelho

Quando o Cristianismo surgiu, já encontrou esses costumes pagãos. Como o Evangelho não é contra as demonstrações de alegria, desde que, não se tornem pecaminosas; os missionários, em vez de se oporem formalmente ao carnaval, procuraram cristianizá-lo, no sentido de depurá-lo das práticas supersticiosas e do mitológico.
Aos poucos, as festas pagãs foram sendo substituídas por solenidades do Cristianismo (Natal, Epifania do Senhor ou a Purificação de Maria, dita “festa da Candelária”, em vez dos mitos pagãos celebrados a 25 de dezembro, 6 de janeiro ou 2 de fevereiro).
Por fim, as autoridades da Igreja, parecem ter conseguido restringir a celebração oficial do carnaval aos três dias que precedem a Quarta-feira de Cinzas. Portanto, a Igreja não instituiu essa festa; ela teve, porém, de reconhecê-la como fenômeno existente, para isso, procurou subordiná-la aos princípios do Evangelho.
A Igreja procurou, também, incentivar os retiros espirituais e a adoração das “Quarenta Horas”, nos dias anteriores à Quarta-feira de Cinzas; sobretudo, fortaleceu a Quaresma.

Fonte: Canção Nova

Padres ressaltam bom senso e maturidade para o cristão no carnaval

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

 

Festa popular no país é vista pela Igreja como uma oportunidade de evangelização 

O carnaval é uma tradicional festa popular comemorada por milhões de brasileiros. Apesar de sua origem pagã, a festa é vista pela Igreja como uma oportunidade de evangelização, afirmou o Vice-reitor do Santuário do Pai das Misericórdias, na sede da Canção Nova – em Cachoeira Paulista (SP) -, padre Márcio do Prado. O sacerdote ainda esclarece: “O carnaval não é proibido, desde que se viva como cristão no carnaval”.
A festa era na antiguidade, de acordo com o sacerdote, uma despedida da carne, proposta que foi incorporada no tempo de penitência e abstinência vivido pela Igreja, a Quaresma. “Se faz festa sim, e depois se entra neste clima penitencial, de abstinência, de oração, mas também de caridade. Então a Igreja vê sim o carnaval como uma oportunidade de evangelização”, reiterou padre Márcio.
“Graças ao bom Deus ainda existem lugares e pessoas que festejam o carnaval de forma saudável, em família, onde realmente se vive uma brincadeira, não uma depravação, bebedeira, sexualidade e essas realidades. Os retiros, rebanhões e os vários encontros de carnaval conseguem proporcionar momentos de alegria através da dança e da música, e ao mesmo tempo passar uma mensagem cristã”.


Segundo o cura da Catedral de Lorena (SP),  padre Rodrigo Fernando Alves, Papa Francisco, em discursos e documentos pontifícios, tem pedido à Igreja a construção de pontes, não de muros.
“Podemos dizer que a Igreja vê, partindo deste momento eclesial, todas as sadias manifestações como elementos da cultura, com a qual ela, como mãe, precisa conviver e dialogar”, sublinhou o padre, que lembrou os católicos que, durante as festas populares, é preciso sempre se recordar da condição que os pertence, a de cristãos.
Apesar de sublinhar a possibilidade do cristão viver de forma saudável a festa popular, padre Márcio alertou para a perda do sentido da data e para a forma como muitas pessoas têm aproveitado o carnaval, fatores muitas vezes condenados pela Igreja.
“A Igreja condena, se assim podemos dizer, estes carnavais que falam de traição, ou que apresentam o nudismo como forma de brincadeira. Nós como cristãos sabemos que o corpo é templo do Espírito Santo”, explicou.
De acordo com padre Rodrigo, o católico precisa ter bom senso, maturidade, e assim como São Paulo Apóstolo, não se fazer presente onde se percebe “fraco”.

 

Um carnaval diferente


A coordenadora pedagógica, Priscila Alves Ferreira Guimarães Dias, lorenense de 27 anos, após passar o carnaval em Salvador (BA), com os amigos, afirmou ter se sentido incomodada com algumas situações que presenciou, de drogas, bebidas e prostituição, e sentiu que precisava fazer algo diferente.
Sentido a necessidade de fazer algo por outros jovens, elaborou em 2009 um retiro. A ideia, segundo Priscila, era unir os movimentos da Igreja Católica de sua cidade e proporcionar um encontro com dinâmica, Adoração ao Santíssimo, palestras, músicas e festas. De imediato, a proposta não recebeu apoio suficiente para que conseguisse ser executada, mas Priscila não desistiu, e anos depois o Movimento de Aldeias de Vida apoiou o projeto.
O retiro, denominado “Aldeia Folia”, está neste ano de 2018 em sua 3º edição e já contabiliza 168 inscritos e 140 voluntários. O encontro, que em sua primeira edição englobava apenas jovens da cidade Lorena – propósito inicial estabelecido por Priscila -, tem hoje a participação de pessoas das cidades de Pindamonhangaba, Taubaté, Santa Isabel, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Jovens durante atividades do Aldeia Folia no ESI – Espaço de Formação Integral, área rural de Lorena / Foto: Arquivo Pessoal-Priscila Alves
Para padre Rodrigo, o ser humano, em harmonia, em equilíbrio e fazendo o que é belo e bom, trabalha a espiritualidade, ainda que em momentos que não sigam necessariamente rituais religiosos.
Sobre os diversos jovens que se mostram em dúvida quanto a aproveitar o carnaval nos retiros, ou, aproveitá-lo em outros ambientes, Priscila aconselha: “Se a pessoa tiver um pouco de vontade, deve se propor a viver um carnaval diferente. O que a gente tem de retorno é muito maravilhoso, nos preenche. Não saímos de um carnaval vazios, como a maioria dos jovens sai, saímos preenchidos”, finalizou.
No vídeo abaixo, entenda mais sobre uma proposta diferenciada para viver o carnaval: 
 

Fonte: Canção Nova

Jesus quer curar e purificar os nossos sentidos

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Abra-se e deixe que Jesus renove e purifique o seu ouvido, sua boca e sua língua

“Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão” (Mc 7, 31-37).

Jesus toca todos os nossos sentidos, porque todos eles precisam ser curados, purificados e renovados por Ele.
Por vezes, nos preocupamos com a “cera” que entra em nossos ouvidos e essa preocupação não é ruim; é bom que cuidemos, porque esta nos faz mal, mas, não é a cera que torna os nossos ouvidos impuros, e sim, o que escutamos: maldades que vêm do mundo, as malícias que estão ao nosso redor e as fofocas. Essas impurezas entram em nós e não imaginamos o mal que fazem ao penetrar o nosso coração e na nossa vida.
Sabemos que, aquilo que ouvimos vai para o nosso coração, e também para a nossa cabeça, porque, “a boca fala daquilo que coração está cheio”. Por este motivo que a nossa língua, também, fica doente e enferma: falamos e escutamos o mal. Nós falamos fofoca, porque escutamos fofoca; nós espalhamos mentiras e confusões, porque é o que escutamos.
Esse homem está enfermo como também nós nos encontramos doentes. Sabe por quê? Porque os nossos ouvidos não conseguem mais escutar a Deus como deveríamos ouvir.
Percebemos logo quando uma criança chega à adolescência o quanto os seus ouvidos ficam feridos. Como? A criança escuta a voz do pai e da mãe quando ainda nem sabe falar e os ouvidos estão atentos a voz do pai até de longe; o adolescente quando é tomado pela rebeldia, ele não quer mais escutar a voz do pai e da mãe, só escuta as vozes do mundo e do coração dele. Assim nós, também, estamos.
Os nossos ouvidos estão rebeldes e não escutam a voz de Deus, e, uma vez que, nós não escutamos, não temos o que falar. Nos falamos do mundo, das coisas mundanas, das confusões e das maldades do mundo. Quando as pessoas se encontram e perguntam quais são as novidades, elas sempre falam da vida dos outros. Se a boca só consegue falar maldade é porque o ouvido só escuta isso.
No entanto, Jesus vai no chão, cospe nele e com a saliva, Ele toca com os dedos os ouvidos daquele homem.
Os dedos de Jesus quer tocar os nossos ouvidos para purificá-los e, também, limpar o que ouvimos. E, assim, a saliva d’Ele possa tocar a nossa boca e língua. E aquilo que sair, seja para a nossa edificação.
Permita, meus irmãos, sermos tocados por Jesus e que os nossos ouvidos sejam curados por Ele. E, aquilo que entrar pelos nossos ouvidos, seja o que instrua, renove e santifique, e também, a nossa língua seja sarada e curada por Deus.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Não desvia o seu coração do Senhor

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Precisamos e devemos manter o nosso coração próximo de Deus

“Quando Salomão ficou velho, suas mulheres desviaram o seu coração para outros deuses, e seu coração já não pertencia inteiramente ao Senhor, seu Deus, como o do seu pai, Davi” (1 Rs 11, 4-13).

Nós admiramos muito Salomão com sua sabedoria e temor a Deus, admiramos como ele foi conduzido por Deus, porém, é triste observar como no final da sua vida, já velho, de idade avançada, ele deixou-se desviar; em outras palavras, Salomão escorregou. Não é que ele tenha abandonado a Deus e não acreditasse mais Nele, ou não servisse mais ao Senhor, simplesmente, Salomão já não era tão fiel e não servia mais inteiramente a Deus, deixou o seu coração se dividir.
Salomão deixou seu coração se dividir para outros deuses e afastou-se do Senhor. Os atrativos desse mundo, esses podem ser homens, mulheres, bebidas, etc., desviam o nosso coração. As pessoas que nós escutamos, aquelas com as quais falamos ou quando deixamos nosso coração guiar -se por aquilo que os outros dizem, tudo isso pode nos desviar do Senhor.
Precisamos cuidar da nossa vida todos os dias, porque, ninguém desvia-se de Deus de uma hora para outra. Hoje estou aqui em Deus, e amanhã não estou mais; isso não existe!
Nós nos desviamos do caminho do Senhor aos poucos, O abandonamos e acabamos seguindo outro caminho, ou seja, relaxamos. Não damos atenção e, quando percebemos, o nosso coração não é mais inteiro de Deus.
Não é só na velhice, acontece também com os jovens, adolescentes, comigo, com você, com o pai, com a mãe. Quantos dizem: “Eu já fui mais de Deus; mais da Igreja; rezei mais; hoje já não gosto e não vou mais”.
Muitas coisas desviam o nosso coração, sejam as tentações e os atrativos do mundo, ou ainda, as feridas do coração, nos machucamos, nos decepcionamos e, então, vamos fracionando o nosso coração. Somos de Deus, mas não como éramos: inteiro de Deus.
Davi  mesmos com todos os pecados voltou-se, inteiramente, para Deus e morreu inteiro d’Ele, assim nós também precisamos ser, não podemos ser de Deus pela metade. Sejamos inteiros do Senhor! Precisamos e devemos manter o nosso coração próximo de Deus.
O que é que tem nos roubado de Deus? O que é que tem nos deixado fracionados para Deus? O que tem roubado, aos poucos, o nosso coração da presença do Senhor?
Nós não podemos morrer e nem viver com o coração dividido em relação aquilo que é inteiramente nosso: um Deus que nos ama por inteiro!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O homem precisa purificar o seu coração

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Todas as impurezas e maldades precisam ser lavadas e purificadas do coração do homem

“Escutai todos e compreendei: o que torna impuro o homem, não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça! (Mc 7, 14-23)”.

Esse ensinamento de Jesus vai lá no fundo da nossa alma e do nosso coração. Sei que precisamos nos preocupar com aquilo que comemos, tem comidas que fazem bem e aquelas que não fazem. Mas, o grande problema não é a questão dos alimentos: o que comemos ou não; e sim, o que estraga as relações humanas, aquilo que já está dentro de nós, e não o que vamos receber.
Porque é de dentro do nosso coração que saem as coisas boas, a verdade; porém, não podemos negar que, também, estão dentro de nós as coisas más, maliciosas e estragadas. A inveja entrou no nosso coração, assim como a maldade, a malícia, os maus desejos, ambições, impurezas e adultérios.
Ninguém comete o mal de uma hora para a outra, não existe isso! Ninguém rouba, adultera e faz uma coisa grave se, primeiro, isso não estiver na  cabeça; e essa, pensa no que o coração guardou. Então, de tanto guardamos coisas estragadas em nós, iremos cometer algum erro: falar o que não queria; fazer o que não devia; cometer o ilícito que não deveria.
Nós acostumamos com coisas pequenas e achamos que elas não têm problema: “eu só peguei uma coisa e não devolvi”; “tive apenas um mal pensamento”. É preciso purificar o coração de todo mal, para que esse mal não esteja alinhado e escondido dentro de nós, para que não esteja soprando em nossa mente as disposições para aquilo que não é correto.
Por isso, o mais importante é permitirmos que Jesus nos purifique por dentro, que Ele lave o nosso coração purificando nossas intenções, renovando nossa mentalidade, e a nossa maneira de pensar. Porque o que somos, não é só aquilo que vemos de fora, mas principalmente, aquilo que já está dentro de nós. Que reconheçamos o quanto o nosso interior, nosso coração, a nossa alma e vontade necessitam, a cada dia, de purificação e de renovação.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Deus atende os pedidos do nosso coração

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

 

Coloque-se na presença de Deus todos os dias e lugares

“Mas atende, Senhor meu Deus, à oração e a súplica do Teu servo, e ouve o clamor e a prece que ele faz hoje em tua presença” (1 Rs 8, 22-23. 27-30).

Salomão construiu um templo, um lugar, para ali colocar a “Arca da Aliança”, e invocar o nome do Senhor nosso Deus. Ele sabia e tinha consciência de que Deus estava no céu, mas sabia que O invocando, Ele fazia-se presente e ali estaria.
É por isso que Salomão ajoelha-se e leva suas oferendas, mas a grande oferenda é a vida dele. Ele coloca-se inteiro na presença do Senhor para suplicar, interceder, pedir para que Ele atenda os rogos do seu coração, e a necessidade da sua alma.
Permita-me dizer:
– “Não tenha receio, coloque-se na presença do Senhor; onde quer que se encontre. Ajoelhe-se na presença d’Ele: na Igreja; aos pés da sua cama; lá onde for fazer o seu trabalho; no lugar que estiver suplique a graça do Senhor, nosso Deus”.
Meus irmãos, estamos vivendo tantas aflições, tribulações, dificuldades, falta de entendimento, e estamos caminhando para as coisas humanas: disputas, brigas, competições, acusações, e tudo isso é perda de tempo. O que todos nós precisamos fazer é ajoelhar, dobrar os joelhos, colocar-se na presença de Deus invocando a Sua misericórdia, bondade, sabedoria. Invocando o discernimento que vem de Deus e, sobretudo, invocar para que permaneçamos na Sua presença.
O Senhor está no meio de nós e não o problema! Mas, o problema é sairmos da presença de Deus, e o quanto as coisas do mundo, a nossa própria cabeça e as inquietações do nosso coração, nos roubam da presença do Senhor.
Que tentação mais terrível: nos colocarmos diante de Deus, somente quando formos à Igreja rezar. É óbvio que é um lugar de excelência, porém, onde estivermos, Deus quer fazer-se presente, então, invoquemos o Senhor e O convoquemos, sobretudo, ao nosso coração, e desse modo, não saiamos da presença do Senhor, nosso Deus. E tudo aquilo que formos fazer e realizar, será abençoado, iluminado e direcionado.
Onde queres que estejas, invoca tu a presença de Deus!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Mensagem do Papa para a Quaresma será apresentada nesta terça-feira

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Reflexão do Santo Padre auxilia no caminho de preparação para a Páscoa; mensagem será apresentada em coletiva de imprensa

Da Redação 
A mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2018 será apresentada em coletiva de imprensa nesta terça-feira, 6, no Vaticano. 
No encontro com os jornalistas, estarão presentes o prefeito do órgão vaticano para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, Cardeal Peter Turkson; o sub-secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Dom Graham Bell, e a secretária-geral da Caritas Espanha, Natalia Peiró. 
A Quaresma deste ano começa na próxima quarta-feira, 14, sendo um tempo de recolhimento e oração em preparação à Páscoa, que em 2018 será celebrada em 1º de abril. A mensagem do Papa para esse período já é aguardada e auxilia nesse caminho de preparação.
No ano passado, a mensagem de Francisco teve como tema “A Palavra é um dom. O outro é um dom”. Na ocasião, a reflexão foi inspirada na parábola do homem rico e do pobre Lázaro. “Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão”. 
A mensagem estará disponível em oito idiomas: italiano, francês, inglês, alemão, espanhol, português, polonês e árabe, a partir das 9h30 (horário italiano, 6h30 em Brasília). 

Fonte: Canção Nova

Dia do consagrado

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018


Muito além de um projeto pessoal, a Vida Consagrada é antes uma iniciativa de Deus

Segundo a história do Cristianismo, a Festa da Apresentação de Jesus no Templo, 40 dias após o nascimento dele, foi sempre vista sob o ponto de vista da consagração. Com o passar do tempo, certamente, guiados pelo mesmo Espírito, religiosos de diversas partes do mundo tiveram a iniciativa de celebrar essa data, pondo, assim, em evidência a consagração na diversidade de carismas.
Em 1997, o memorável Papa João Paulo II, oficialmente instituiu o dia 2 de fevereiro, como o Dia do Consagrado.
Foto ilustrativa: Wesley Almeida / cancaonova.com
“Já faz algumas décadas – declarou o Pastor da Igreja – que na Igreja a festividade do dia 2 de fevereiro reúne, quase espontaneamente, numerosos membros de Institutos de Vida Consagrada e de Sociedades de Vida Apostólica, ao redor do Papa e dos Pastores Diocesanos, para manifestar em comunhão com o inteiro povo de Deus, o dom e o compromisso do próprio chamado, a variedade dos carismas da vida consagrada e a sua peculiar presença, no âmbito da comunidade dos que creem. Desejo que essa experiência se estenda a toda a Igreja, de modo a que, a celebração do dia da Vida Consagrada reúna as pessoas consagradas, juntamente com os outros fiéis, para cantar com a Virgem Maria as maravilhas que o Senhor realiza.” (Mensagem de João Paulo II para celebração do primeiro dia da Vida Consagrada, 6 de janeiro de 1997).
Muito além de um projeto pessoal, a Vida Consagrada é antes uma iniciativa de Deus, a qual é complementada pelo “sim” de cada homem e mulher escolhidos. Pessoas que deixam suas vidas profissionais e familiares, seu futuro no mundo, em vista da renúncia de si mesmas, na vivência de votos evangélicos, em exclusivo seguimento de Cristo, a serviço da Igreja na evangelização, intercessão e promoção da dignidade humana; esses a Igreja chama de consagrados.

Novas Comunidades

Entre os vários Institutos de Vida Consagrada e Religiosa já conhecidos na história, surgiram nas últimas décadas, as “Novas Comunidades”. São homens e mulheres, que consagram suas vidas a Cristo, em associações privadas ou públicas de fiéis. O grande diferencial desta pertença está na vivência comunitária, formada pelos diversos estados de vida numa mesma consagração. É o caso da Comunidade Canção Nova, uma das pioneiras nesta forma de vida, que conta hoje com mais de mil membros consagrados, entre sacerdotes, leigos, celibatários e casais unidos pela mesma missão: evangelizar.
“Nascemos da evangelização e para a evangelização”, afirma seu fundador, monsenhor Jonas Abib.
Durante Celebrações Eucarísticas realizadas, hoje, em diversos lugares do Brasil e em outros países, nos quais a Comunidade Canção Nova está presente, seus membros renovam o compromisso de viver a consagração a Deus, dentro do carisma que lhe é próprio.

Papa presidirá Missa no Dia Mundial da Vida Consagrada

 

Data é celebrada há 22 anos; Missa com o Santo Padre será na Basílica Vaticana

Nesta sexta-feira, 2, festa da Apresentação de Jesus no Templo, a Igreja celebra o Dia Mundial da Vida Consagrada. No Vaticano, o Papa Francisco presidirá Missa na Basílica Vaticana com os membros dos Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. A celebração será transmitida ao vivo pela TV Canção Nova a partir das 14h30, pelo horário de Brasília.
Esta será a 22ª vez que a data é celebrada. O Dia Mundial da Vida Consagrada foi estabelecido a partir de 1997 pelo então Papa João Paulo II, após a publicação da Exortação Apostólica Pós-sinodal “Vita consecrata”. O documento traz uma reflexão sobre a vida consagrada e a sua missão na Igreja e no mundo.
Na celebração do ano passado, o Papa alertou os religiosos sobre a “tentação da sobrevivência”, uma atitude que pode tornar estéril a vida consagrada. “A atitude de sobrevivência faz-nos tornar reacionários, temerosos, faz-nos fechar lenta e silenciosamente nas nossas casas e nos nossos esquemas. Faz-nos olhar para trás, para os feitos gloriosos mas passados, o que, em vez de despertar a criatividade profética nascida dos sonhos dos nossos fundadores, procura atalhos para escapar aos desafios que hoje batem às nossas portas”.
Há três anos, a Igreja vivenciou o Ano da Vida Consagrada, de 30 de novembro de 2014 a 2 de fevereiro de 2016. O Ano especial foi um período no qual os católicos, especialmente as congregações religiosas, aprofundaram diversos aspectos da vida consagrada.
A Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica é presidida pelo cardeal brasileiro João Braz de Aviz.

Papa fala da Liturgia da Palavra: ouvir e acolher a Palavra de Deus

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Papa explicou o itinerário da Palavra de Deus: do ouvido passa ao coração e depois às mãos, ou seja, à prática na vida cotidiana

Da Redação, com Boletim da Santa Sé
Papa na catequese desta quarta-feira, 31 / Foto: Reprodução Youtube – Vatican News

A Liturgia da Palavra, uma das partes da Santa Missa, foi o tema da catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira, 31. Seguindo no ciclo de reflexões sobre a Missa, hoje Francisco destacou a importância de se alimentar regularmente da Palavra de Deus para seguir nesta peregrinação terrena.
Francisco comentou que tantas vezes, enquanto a Palavra é proclamada na Missa, as pessoas reparam nas outras e fazem comentários diversos, o que não deve ser feito, uma vez que assim não se ouve a Palavra de Deus. “Quando se lê a Palavra de Deus na Bíblia – a primeira Leitura, a segunda, o Salmo Responsorial e o Evangelho – devemos ouvir, abrir o coração, porque é o próprio Deus que nos fala, e não pensar em outras coisas ou falar de outras coisas”, disse.
Segundo o Papa, na Liturgia da Palavra as páginas da Bíblia deixam de ser um escrito para se tornar palavra viva, pronunciada por Deus. “É Deus que, por meio da pessoa que lê, nos fala e interpela a nós que escutamos com fé”. Mas é preciso também abrir o coração para receber a palavra, ressaltou o Papa. “Deus fala e nós nos colocamos à escuta, para depois colocar em prática o que ouvimos. É muito importante ouvir”.
O Santo Padre destacou que às vezes as pessoas podem não entender bem porque algumas leituras são um pouco difíceis, mas então Deus fala o mesmo de um outro modo, de forma que é preciso estar em silêncio e ouvir a Palavra de Deus.
“Não se esqueçam disso. Na Missa, quando começamos as leituras, ouçamos a Palavra de Deus”, disse o Papa, frisando que de fato se trata de uma questão de vida, como recorda um trecho do Evangelho de Mateus: “não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4, 4).
O Papa comentou ainda um outro aspecto: a proclamação litúrgica das mesmas leituras, com os cantos deduzidos da Sagrada Escritura, exprime e favorece a comunhão eclesial. Entende-se, portanto, porque são proibidas escolhas subjetivas, como omissão de leituras ou substituição com textos não bíblicos. “Substituir aquela Palavra com outras coisas empobrece e compromete o diálogo entre Deus e o seu povo em oração”.
“A Palavra de Deus faz um caminho dentro de nós. Nós a escutamos com os ouvidos e passa ao coração; não permanece nos ouvidos, deve ir ao coração; e do coração passa às mãos, às boas obras. Este é o percurso que faz a Palavra de Deus: dos ouvidos ao coração e às mãos. Aprendamos essas coisas”.

Fonte: Canção Nova

Pesquisar neste Blog

Missa de Cinzas - Fotos

Missa de Cinzas - Fotos
Paróquia Menino Jesus de Praga

Como Retornar?

Como Retornar?
Dicas para voltar a ter intimidade com Deus

Liturgia Diária

Liturgia Diária
Canção Nova

Comunidade do Timbó recebe Arcebispo Dom Delson

Comunidade do Timbó recebe Arcebispo Dom Delson
Bênção da reforma da Capela Santo Antônio

Seja um Padrinho Vem Cuidar de Mim

Missa da Véspera de Natal

Missa da Véspera de Natal
Paróquia Menino Jesus de Praga

PC Magazine

PC Magazine
Informática e Eletrônicos

Novo Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba - Dom Delson

Novo Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba - Dom Delson

Projeto "Igreja no Cinema" - Fotos

Projeto "Igreja no Cinema" - Fotos
Paróquia Menino Jesus de Praga

10 Anos de Ordenação Diaconal - Fotos da Comemoração

10 Anos de Ordenação Diaconal - Fotos da Comemoração
Diácono Roberto Inocêncio

Visitantes

Ajude o Laureano

Oração de exaltação a Santa cruz

Terço

Terço
Mãe da Divina Misericórdia

Mensagem

Campanha Vem Cuidar de Mim

Campanha Vem Cuidar de Mim
Assine aqui o abaixo assinado!

Conselhos do Papa Francisco

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

Reflexão

Frei Galvão

Frei Galvão
História

O Papa Francisco

O Papa Francisco
Vatican

Bíblia Católica On Line

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

ANUNCIE AQUI

ANUNCIE AQUI
armaduradocristao@gmail.com

Horário das Missas na Paróquia Menino Jesus de Praga - Bancários

  • Quinta-feira - 19:30hs
  • Sexta-feira -06:00hs
  • Sábado - 19:00hs
  • Domingo - 8:00 e 17:00hs
  • Telefone: (83) 3235.5120

Siga o Armadura por e-mail

Ocorreu um erro neste gadget

A ARMADURA DO CRISTÃO

A ARMADURA DO CRISTÃO
Leia Efésios 6, 10-20

Adoração ao Santíssimo

Adoração ao Santíssimo

Salmos on Line

Menino Jesus de Praga

Arquivos Obras Timbó