Maria é para nós modelo de entrega a Deus

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

 

Maria nos ensina a sermos de Deus, a nos tornarmos bons súditos e servos do Reino no qual ela também se fez serva

“Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus” (Lucas 1, 30).

Celebramos, hoje, a coroação de Nossa Senhora como Rainha do Céu e da Terra, e quem a está coroando e reconhecendo como Rainha e Senhora é o próprio Deus.
A coroação de Maria é o reconhecimento do Senhor por aquilo que Ele fez no coração e na vida da Bem-aventurada. A coração não é pelos méritos dela ou porque ela é deusa ou semideusa. Maria é mulher como qualquer uma de nossas mulheres; tão mulher, tão serva de Deus e humilde.
Deus pega uma criatura tão pequena, considerada muito simples para o lugar onde nasceu e viveu, Ele escolhe os pequeninos, não escolhe os maiores nem os mais importantes, e em cada um faz grandes coisas.
A Virgem soube aproveitar cada uma das coisas que Deus foi realizando em sua vida; ela respondeu com fidelidade, amor e oblação, ou seja, submissão à sua vontade, à vontade de Deus e aos desígnios divinos para a sua vida.
Coroar Maria é reconhecer nela a humanidade salva e redimida, é coroar a fidelidade e reconhecer nela uma mulher que foi inteira de Deus, pois Ele é o primeiro na vida dela.
Quando reconhecemos que Nossa Senhora é Rainha do Céu e da Terra, queremos reconhecer que ela é rainha do nosso coração e da nossa vida. Cada um tem direito de ter seu rei e sua rainha na vida. Jesus é Rei de nossas vidas! Há rainhas em tantos lugares e países! Há rainha do basquete e do vôlei, dessa ou daquela situação; precisamos dizer que nós temos uma Rainha no nosso coração e na nossa vida.
Maria é para nós modelo, escola, serviço e entrega ao Reino de Deus. Quando aprendemos com ela como devemos ser de Deus, tornamo-nos bons súditos e servos do Reino no qual ela também se fez serva.

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Paróquia Menino Jesus de Praga na 4ª Caminhada da Família

domingo, 21 de agosto de 2016

A Paróquia Menino Jesus de Praga marcou presença na 4ª Caminhada da Família, ontem, na Avenida Epitácio Pessoa.  O Armadura do Cristão registrou os momentos.

http://armaduracristaodo.blogspot.com.br/2016/08/paroquia-menino-jesus-de-praga-presente.html
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Ninguém ama a Deus sem amar ao próximo

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Ninguém consegue amar a Deus de verdade, se não O ama na pessoa do próximo, aquele que foi criado à imagem e semelhança do Senhor

“Jesus respondeu: ‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento!’” (Mateus 22,37).

Um fariseu está perguntando a Jesus qual é o maior mandamento da Lei, porque Ele gastava toda a Sua vida cuidando do próximo, dos doentes e necessitados, tendo misericórdia dos pecadores e curando as aflições do coração humano. Para muitos, Jesus não se ocupava muito com as coisas de Deus, entretanto, Ele ia à sinagoga, retirava-se para estar a sós com o Pai, passava longas horas em oração, mas o fariseu queria entender o que era prioritário e estava, em primeiro lugar, no coração do Mestre.
Jesus é muito categórico na resposta: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração”. No coração, estão os nossos sentimentos e afetos, e temos de amar a Deus com muito sentimento e afeto, temos de amá-Lo com nossa alma!
A alma é a nossa vitalidade, dela [alma] vem a nossa vontade em fazermos ou não as coisas. Precisamos colocar toda a nossa vontade para amarmos o Senhor! Precisamos amá-Lo com nossa razão e entendimento, colocar o nosso intelecto à disposição d’Ele. E mais do que estar à disposição, precisamos estar submissos à vontade de Deus.
Precisamos amar o Senhor com todo o nosso ser, não temos de dividir esse amor: “Eu amo a Deus só de coração!” Não! Amamos a Deus com o homem inteiro que somos. Ele nos criou completos e inteiros, e para Ele devemos nos voltar de corpo, alma e espírito, com tudo aquilo que somos.
Não pense que é uma coisa menor ou próxima, porque é com essa intensidade que amamos a Deus, que O colocamos em primeiro lugar em nossas ações, que nos voltamos para o próximo. Ninguém consegue amar a Deus de verdade se não O ama na pessoa do próximo, aquele que foi criado à Sua imagem e semelhança. Muitas vezes, aquela pessoa devota, que reza muito, que está sempre com o terço na mão, não perde Missa e vai cumprir essas ou aquelas obrigações, não tem reverência para com o próximo, não tem amor para com seu irmão.
Não podemos ser também aquelas pessoas que fazem de tudo pelo outro, fazem muitas caridades, distribuem tudo o que têm aos pobres, cuidam dos mais sofridos e necessitados. Muitos têm um coração bom e misericordioso, mas não sabem colocar Deus em primeiro lugar.
O amor a Deus e ao próximo não são opostos; na verdade, caminham no mesmo nível, porque todo amor vem de Deus, e com o amor que recebemos do coração d’Ele amamos o nosso próximo e assim vivemos a plenitude do amor!

Deus o abençoe.
 
Fonte: Canção Nova

Dediquemos nosso tempo às coisas de Deus

 

Olhe bem para como você usa o seu tempo, quais as prioridades da sua vida, qual é o lugar que Deus e as coisas d’Ele ocupam no seu coração

“Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram” (Mateus 22,5-6).


Jesus está comparando o Reino de Deus com a história de um pai que prepara o casamento de seu filho. Ele faz uma bela festa para seu filho, manda chamar os convidados, mas eles estão demasiadamente ocupados e atarefados em seus negócios, em seus trabalhos, na vida cotidiana.
Creio que, em algum momento da vida, você já tenha ficado frustrado e angustiado, porque tinha muita consideração por uma pessoa, convidou-a para alguma coisa importante da sua vida, mas ela fez pouco caso, colocou dificuldade, estava ocupada e não pôde se ocupar com uma coisa que era importante para você.
Muitas vezes, consideramos uma coisa tão valiosa para nós, porém o outro não dá valor, porque ele só valoriza as coisas que dizem respeito a si mesmo.
No Reino dos Céus, muitas vezes, acontece isso também. Aconteceu com o povo da primitiva aliança; foram os primeiros convidados a tomarem posse do Reino dos Céus, entretanto, estavam demasiadamente atarefados, ocupados e não puderam dar atenção ao Filho de Deus. O Pai já tinha mandado os profetas e patriarcas, mas eles foram rejeitados; e quando mandou Seu próprio Filho, não O acolheram. Infelizmente, mataram-no e pregaram-no numa cruz.
Meus irmãos e irmãs, precisamos rever nossas atitudes; não podemos nos comportar com indiferença para com as coisas de Deus. “Não é comigo! Outra hora eu vou! Agora estou ocupado!”. Porque a nossa vida passa e nós desprezamos, desvalorizamos as pessoas que Deus nos enviou, não lhes damos atenção.
Olhe bem para como você usa o seu tempo, quais são as prioridades da sua vida, qual é o lugar que Deus e as coisas d’Ele ocupam no seu coração, como você acolhe os enviados que Ele manda para sua vida.
Deus fala de várias maneiras no meio de nós. Ele fala pela Sua Palavra, pelos sacramentos e pelas Missas. Deus têm tantos meios e canais para se comunicar conosco! No entanto, não caia nas tentações do tempo moderno! As pessoas dos dias de hoje são demasiadamente ocupadas com si mesmas. São ocupadas com tarefas e obrigações e, muitas vezes, não têm tempo para o essencial. Deus não deixa de cuidar do mundo nem de nós, somos nós quem não nos deixamos cuidar por Ele, não nos ocupamos por Suas coisas, para que Ele realmente se ocupe de nós.
Deus nos ama, cuida bem de nós, mas é preciso que dediquemos nosso tempo e vontade a Ele, senão, outros, que nem tem tanta importância aos olhos humanos, ocuparão o lugar que estava reservado para nós no Reino dos Céus.

Deus abençoe você!
Fonte: Canção Nova

A inveja destrói o melhor de Deus que há em nós

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Retiremos do nosso coração toda e qualquer inveja, porque ela é diabólica e destrói o melhor que Deus faz em nós

“Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?” (Mateus 15,20).
 
O Evangelho que escutamos, no dia de hoje, pode até parecer completo em sua compreensão, mas é justo, verdadeiro e autêntico na maneira como o patrão dispõe a graça e os bens do seu reino.
Na lógica do Evangelho, um homem é chamado para trabalhar no primeiro horário e vai receber um tanto por isso. O outro é chamado num segundo horário e vai receber certa quantia pelo trabalho; o outro é chamado no meio do expediente e é contratado pela mesma quantia; um outro, às três horas da tarde; e outro praticamente no fim do expediente.
O patrão dá ao primeiro trabalhador aquilo que foi combinado, e ele fica feliz; vai até o segundo e dá o que foi combinado e ele também fica satisfeito. O mesmo acontece com o terceiro e assim por diante. Porém, quando ele chega no último e dá o mesmo valor que deu aos primeiros, a inveja, a raiva, a indignação toma conta do coração daqueles que receberam anteriormente.
Sabemos que na lógica humana é assim, estamos satisfeitos em receber aquilo que nos é justo e combinado, mas quando sabemos que alguém fez o mesmo que nós e recebeu o melhor ou a mesma quantia, não podemos negar que nos sentimos injustiçados, sentimo-nos cheios de inveja, porque o outro recebeu a mesma quantia que nós.
Permita-me dizer a partir do Evangelho: o que o patrão combinou, ele pagou. Então, por que o nosso coração ficou revoltado com a quantia que o outro recebeu? Porque soubemos que ele recebeu a mesma quantia que nós, porque se nós não ficássemos sabendo nem teríamos ligado, nem falaríamos nada e ficaríamos muito felizes com aquilo que recebemos.
A inveja é diabólica, é terrível, gera em nós os piores sentimentos; ela tira a nossa paz interior, destrói dentro de nós os melhores sentimentos que podemos ter. Por causa dela falamos e desejamos o mal e confundimos ser justiceiro com justiça.
Justo é o patrão dar a cada um aquilo que o seu coração melhor sabe dar; ele não vai deixar de dar o que combinou ou o que merecemos receber.
Sabe, meus irmãos, no Reino dos Céus quem nasceu convertido ou se converte no fim de sua vida é amado por Deus da mesma maneira que aquele que entrou há mais tempo na igreja e nela permaneceu fiel. Da mesma forma, aquele que entrou depois, dá a sua vida para trabalhar, e é tão operário do Reino Céus e vai merecer a eternidade como qualquer um que já está há tanto tempo!
Não pense que aqueles que foram discípulos de Jesus por toda a vida são melhores ou mais importantes do que aquele ladrão que se converteu aos pés da cruz. Precisamos parar de fazer distinção de pessoas, parar de ficar nos comparando uns aos outros e valorizar o que temos, o tesouro que recebemos, a graça que nos pertence!
Quando valorizamos o que temos, não damos valor ao que não temos nem invejamos o que o outro possui. Que possamos tirar do nosso coração toda e qualquer inveja, porque ela é diabólica e destrói o melhor que Deus faz em nós!

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

O Reino de Deus é o maior tesouro que temos!

terça-feira, 16 de agosto de 2016

 Apliquemo-nos em viver, em construir o Reino de Deus onde quer que nós estejamos, e as outras coisas virão em acréscimo

“Em verdade vos digo, dificilmente um rico entrará no reino dos Céus” (Mateus 19,23).

Quando escutamos essas palavras saindo da boca de Jesus, podemos pensar que o Mestre está fazendo distinção de pessoas, separando ricos de pobres e assim por diante. Não se trata disso. Na verdade, o Evangelho está nos mostrando que as riquezas nos impedem, muitas vezes, de possuirmos o Reino dos Céus.
O Reino dos Céus é a grande e verdadeira riqueza, mas nos deixamos iludir, enganar e ludibriar por outras riquezas que este mundo nos oferece. Para dar este exemplo, não precisa ser um rico nem um milionário, uma pessoa que possua muitos bens, mas é a pessoa que transforma os bens ou qualquer coisa neste mundo na grande riqueza do seu coração.
Deus não condena aqueles que possuem os bens, pelo contrário, Ele nos ensina como é importante termos os bens para serem bem usados, bem distribuídos, para que nossa vida seja digna. O problema é quando fazemos desses bens um “deus”, um sentido e um tesouro maior para a nossa vida; quando nos apegamos a ele de forma demasiada e colocamos neles [bens] o sentido maior da nossa vida.
Muitas vezes nos perdemos, estamos com o coração atropelado por causa dessas coisas, por isso que dificilmente conseguimos entrar na dinâmica do Reino dos Céus ou conseguimos trazê-lo para o meio de nós, porque preferimos outras riquezas. Não se esqueça: o Reino de Deus é o maior tesouro que nós temos! Apliquemo-nos em viver, em construir o Reino de Deus onde quer que estejamos, e as outras coisas virão em acréscimo, pois nada pode ocupar o lugar de Deus em nossa vida!
Você pode achar que seja impossível, a partir dessa afirmação de Jesus, alguém ser salvo, mas aquilo que parece ser impossível aos homens é possível para Deus!
Se o nosso coração está preso a alguém, a alguma coisa e situação, a alguma realidade da vida que não conseguimos desvencilhar dela. Deus tem a graça, é capaz, Ele pode quando deixamos Ele fazer em nós, em nossa vida.
Não considero nenhuma situação perdida, nenhuma pessoa perdida, não considero que nenhuma situação seja sem jeito. Tudo tem jeito, é possível, pode ser salvo, desde que tenhamos confiança plena no Senhor, desde que façamos d’Ele a nossa riqueza e nosso tesouro!

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Deixemo-nos guiar pelas Leis do Senhor

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Os mandamentos da Lei do Senhor são para nós um verdadeiro degrau, uma oportunidade de abrirmos o nosso coração para o Reino dos Céus

“Se queres entrar na vida, observa os mandamentos. Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu” (Mateus 19, 17-27 ).

Um jovem muito rico se aproxima de Jesus e pergunta: “Bom Mestre, o que devo fazer para possuir a vida eterna?”. Em primeiro lugar, para termos direito à vida eterna é necessário observar os mandamentos, as Leis de Deus. Não podemos pensar em outras coisas, sem primeiro observar as leis. Pensamos que é uma coisa pequena, mas é a grande obrigação e aplicação que devemos fazer em nossa vida!
Não devemos negligenciar os mandamentos da Lei de Deus; precisamos observá-los, colocá-los à nossa frente, revisar a nossa vida a partir dos mandamentos divinos.
Quando uma pessoa vai se confessar e se lembra de uma ou outra coisa, é muito bom, mas os mandamentos da Lei divina são os espelhos nos quais devemos nos espelhar e olhar a nossa vida, aqueles dez [mandamentos] que aprendemos desde crianças. O primeiro é amar a Deus sobre todas as coisas, e o último não cobiçar nada que não é nosso.
Cada um dos mandamentos são para nós um verdadeiro degrau, uma obrigação, uma oportunidade de abrirmos o nosso coração para o Reino dos Céus.
Não negligencie os mandamentos, não permita que em sua casa os mandamentos do Senhor sejam deixados de lado. Eu sei que a sociedade e o mundo em que vivemos já deixaram os mandamentos da Lei de Deus de lado há muito tempo. Entretanto, não é a sociedade que guia os nossos passos, somos nós quem nos deixamos guiar pelas Leis do Senhor e seguimos os Seus passos.
Por isso, meus irmãos, apliquemo-nos com seriedade e com o coração; revisemos a nossa vida. Os mandamentos são uma riqueza, não uma proibição: “Não faça isso! Não faça aquilo!”. Pelo contrário, é uma regra e uma postura de vida, é o modo de sermos de Deus!
O fato de irmos ou não à igreja não nos torna mais de Deus, entretanto, viver em nós os preceitos da Lei Divina é o que nos diferencia dos outros, não para sermos melhores ou os mais importantes, mas para mostrarmos com a vida que o Reino de Deus está entre nós.
Pode ser que você sinta dentro de si, como muitos jovens sentem, o apelo para viver uma vida evangélica de forma mais perfeita e plena, igual seremos no Reino dos Céus. É o chamado a uma radicalidade evangélica. Esse chamado, essa entrega se dá muito na vida daqueles que deixam tudo para seguir o Senhor, é um caminho excelente.
O jovem do Evangelho de hoje deu o primeiro passo para o Reino dos Céus, por isso ele vivia bem os mandamentos, mas um passo mais radical ele não pôde dar.
Muitas vezes, a nossa vida precisa de uma certa radicalidade em alguns aspectos e, é sempre necessário dar um passo a mais. Não tenha medo de dar passos para ser mais de Deus, só não seja aquela pessoa insensata, que faz as coisas sem pensar, que não calcula os passos a serem dados e faz as coisas de qualquer jeito.
Tudo o que fizermos na prudência, com a graça de Deus, é Ele mesmo quem abençoará os nossos passos!

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Abertura da Semana da Família na Paróquia Menino Jesus de Praga

domingo, 14 de agosto de 2016

 Aconteceu nesse sábado(13) a abertura da semana da família na Paróquia Menino Jesus de Praga. Movimentos e segmentos da Paróquia participaram de alguma forma servindo na liturgia; O Padre Marcondes presidiu a Santa missa. Na ocasião, os pais foram homenageados na noite.
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Rezemos para que o matrimônio seja valorizado entre nós

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Não podemos nos esquecer de valorizar, estimular e mostrar o valor sagrado do matrimônio, segundo o coração de Deus

“‘Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’? De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe” (Mateus 19,5).

Veja a beleza, a graça da união conjugal, do matrimônio, da união do homem com a mulher! A união só acontece quando há o desapego, quando realmente homem e mulher deixam pai e mãe. Por mais que se amem, deixam os pais para formar uma nova família.
Essa é a união que deve acontecer; não apenas corpórea, mas de alma e coração, de vida e de passados que se tornarão presente. A mulher e o homem trazem suas histórias, colocam-nas em comum para formar uma só realidade.
Talvez algumas pessoas queiram apenas explicar que a união estável é para saber se vai dar certo. Entretanto, Deus propõe ao homem e a mulher a união de vida, a união plena. Ele não nos separa, quem separa ou tira a unidade do ser humano somos nós mesmos e o mundo em que estamos.
Para Deus, o ser humano é único! A mulher é única e completa com sua história, com seu passado, com seus sentimentos e afetos, com seu corpo e sua mente. O homem é completo da mesma forma, com seu passado, com sua história e seu presente, com seus sentimentos e afetos, e os dois se unem e formam uma só realidade.
“Já não são dois.” Aqui, precisamos entender que cada um tem seu jeito, seu temperamento e forma de pensar. A união cria um vínculo, de modo que os dois formam uma só realidade.
Irmãos e irmãs, não podemos desmerecer nem deixar que desmereçam o valor do matrimônio, a união do homem e a mulher. Não é uma coisa qualquer nem descartável: “Não deu mais certo! Não gostei mais! Cansei-me dele! Cansei-me dela!”, e vai cada um para o seu lado. Não é assim! É toda uma vida que se uniu.
Dessa união maravilhosa vêm os frutos que são os filhos. Como precisamos, cada vez mais, recuperar o sentido e o valor sagrado do matrimônio!
Ninguém pode ignorar que vários fatores podem levar uma união conjugal a não dar certo. De repente, entram em crise, não têm mais condições de viverem juntos. Não trabalhe as exceções transformando-as em regras.
Deus colocou a união como regra, e as exceções como aquilo que não deu certo, que não saiu como o esperado. Vamos cuidar muito bem das exceções, vamos dar toda atenção, todo amor, todo carinho a elas; vamos entender a história de cada um. É preciso refazer a vida? Vamos ajudar a refazer a vida. A Igreja vai acolher cada um com muito amor, e por mais que o mundo queira transformar as exceções em regras, não vamos mudar a Palavra de Deus, pois não temos o direito de fazer isso.
As pastorais que trabalham com segunda união devem trabalhar mais ainda, a Igreja precisa ter uma atenção muito grande com todos os casos de divorciados e separados. Só não podemos nos esquecer de valorizar, de estimular e mostrar o valor sagrado do matrimônio, segundo o coração de Deus.
É por falta de educação, de catequese, de estímulo e preparo que, muitas vezes, o casamento se enfraquece. Quando nos voltarmos para a Palavra de Deus, vamos perceber que há um desígnio, um plano e uma bênção para a união do homem e da mulher.
Que essa bênção seja, cada vez mais, estável, linda e que cresça mais no meio de nós!

Deus abençoe você!
 

Somos perdoados quando decidimos perdoar

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

 

Precisamos querer o perdão e buscá-lo; precisamos dessa graça divina para perdoar setenta vezes sete

“Jesus respondeu: ‘Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete’” (Mateus 18,22).

Jesus deu essa resposta quando Lhe foi perguntado quantas vezes devemos perdoar o nosso irmão, pois parece que todos nós temos um limite em nossa capacidade de lidar e suportar determinadas coisas e situações. O que Jesus está dizendo não é por causa do outro, é pelo nosso próprio coração, porque este não pode ter limites para o perdão, pois perdoar deve ser a característica fundamental da espiritualidade cristã, da nossa relação com Deus e com o próximo.
Quando o perdão é esquecido, quando ele se torna cansativo, as coisas vão se aglutinando, se amontoando, ajuntando-se dentro de nós; depois, isso cria um embaraço terrível. E lá na frente, quando quisermos resolver, as coisas estarão duras demais ou mal resolvidas.
Pode ser que, na hora, não tenhamos força, mas não seremos ingênuos em fingir que somos máquinas, onde apertamos um botão e logo perdoamos. Não é assim que funciona o coração humano, entretanto, a disposição e a vontade de perdoar precisam acontecer a todo momento, por mais ferida que a alma e o coração estejam; mesmo que seja preciso fazer um trabalho espiritual, um trabalho humano e psicológico, para que o perdão floresça.
O perdão nasce da vontade de perdoar, mesmo que não sintamos, que não consigamos perdoar de imediato nem tenhamos amadurecido. Precisamos querer e buscar o perdão; precisamos dessa graça divina para perdoar setenta vezes sete! Primeiro, para que tenhamos saúde espiritual, psíquica e física, porque o contrário gera muitas pessoas doentes. Segundo, porque é dessa forma que Deus nos perdoa, Ele não limita o Seu perdão a nós, não nos perdoa só até um determinado ponto: “Já pequei demais, agora Deus não me perdoa mais!”. Sabemos que não é assim, pois todas as vezes que vamos buscar o nosso Pai, implorando o Seu perdão e Sua misericórdia, Ele não nos nega.
Não seja como o homem do Evangelho de hoje, que foi “sem vergonha”. Ele foi perdoado de sua dívida, que era grande, mas quando encontrou seu companheiro na estrada, foi muito cruel e duro. O homem pediu apenas mais um tempo para pagar a dívida, mas ele disse ‘não’ e mandou lançá-lo na prisão.
Recebemos o perdão enorme, sem contas do coração de Deus, mas perdoamos pouco ou quase nada. Muitos podem pensar: “Mas nem sempre eu consigo perdoar!”. É verdade, mas então peçamos ao Senhor que nos dê um coração bom e misericordioso como o d’Ele, porque Ele perdoa tudo, menos o coração de quem não tem “vergonha na cara”, de quem foi muito perdoado por Ele, mas é incapaz de usar o perdão para com seu próximo.
“Pai, perdoa as nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos ofendeu!”.

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Papa na catequese: Jesus é a Porta que leva à salvação

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Na catequese de hoje, Papa destacou a misericórdia de Jesus para com quem sofre, partindo do milagre da ressurreição de um jovem realizado por Jesus

Da Redação, com Rádio Vaticano
Catequese com o Papa foi na Sala Paulo VI, no Vaticano / Foto: Reprodução CTV
Catequese com o Papa foi na Sala Paulo VI, no Vaticano / Foto: Reprodução CTV

Na catequese desta quarta-feira, 10, a reflexão do Papa aos fiéis foi concentrada na passagem evangélica da “ressurreição de um jovem”. Trata-se de um milagre grandioso, mas o ponto central da narração não é o “milagre”, destacou o Papa, mas a ternura de Jesus com a mãe do jovem.
Francisco explicou que a misericórdia se apresenta aqui como uma grande compaixão de Jesus pela mulher, que havia perdido seu marido e, agora, acompanhava seu único filho ao cemitério. Esta grande dor de uma mãe comoveu Jesus, a ponto de realizar o milagre da ressurreição de seu filho.
Ao ver a mulher, Jesus teve compaixão e, com grande misericórdia, tocou o caixão e enfrentou a morte. “Durante este Jubileu seria bom que, ao passar pela Porta Santa, a ‘Porta da Misericórdia’, os peregrinos se recordassem deste episódio do Evangelho. Quando Jesus viu aquela mulher em lágrimas, ela entrou em seu coração. Ao passar pela Porta Santa cada um leva a própria vida, com suas alegrias e sofrimentos, projetos e falências, dúvidas e temores, para apresentá-los à misericórdia divina”.
É preciso estar ciente, enfatizou o Santo Padre, de que na Porta Santa Deus se aproxima de cada um para oferecer a sua poderosa palavra consoladora: “Não chore”. “Esta é a Porta do encontro entre a dor da humanidade e a compaixão de Deus. Ao passar pela Porta Santa, realizamos a nossa peregrinação no âmbito da misericórdia de Deus, que hoje repete a nós, como fez com o jovem defunto: ‘Levante-se’. A palavra poderosa de Jesus realiza em nós a passagem da morte para a vida, nos faz reviver, nos dá esperança, fortalece os corações e nos leva para além do sofrimento e da morte”.
Em relação ao episódio bíblico, Jesus restituiu o filho à sua mãe. Assim, ela se torna mãe pela segunda vez. Mãe e filho experimentam a misericórdia concreta do Senhor. Ele vai ao encontro do seu povo, a humanidade. Ele é a verdadeira Porta que conduz à salvação e restitui à vida nova. A sua Misericórdia conduz às obras de misericórdia, finalizou o Papa.
Assista, com tradução em português, à íntegra da catequese


Fonte: Canção Nova

Que nosso coração seja puro como o de uma criança

terça-feira, 9 de agosto de 2016

É preciso tornar-se puro como uma criança na prática e na vivência do bem


“Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus” (Mateus 18,3).

Queremos entrar no Reino dos Céus e somos chamados a entrá-lo. Ele está entre nós. Por que não entramos nele ainda? Porque para entrar é preciso converter-se. E de que modo vamos nos converter? Tornando-nos crianças!

Não pense que se tornar criança é tornar-se ingênuo como é uma delas. A criança é um ser puro, e quanto mais criança for, mais pequenino for, mais puro será. É uma beleza pegar uma criança no colo! É uma pureza! E não há maldade nenhuma nela! Quanto mais essa criança cresce, mais vai se tomando uma pessoa deste mundo.

A maldade não está só no mundo, o problema é a maldade que vem para dentro de nós.

Precisamos nos purificar e nos lavar, precisamos recuperar a nossa inocência primeira, totalmente diferente da ingenuidade. Uma criança pequena é incapaz de fazer mal ao outro; e ela só faz o mal quando toma consciência do que é ser má, quando é incentivada ou a maldade lhe é mostrada.

Nós adultos temos muitas maldades dentro de nós. Desejamos, fazemos, planejamos e vivemos em meio a tantas maldades, e nos acostumamos com isso. No Reino de Deus, não há lugar para a maldade, para falar mal dos outros e planejar o mal para eles. Por isso é preciso tornar-se puro como uma criança na prática e na vivência do bem!

Criança é dócil, apega-se, está no colo do pai ou da mãe. Precisamos estar no colo de Deus! É no colo que se cuida, que se transmite amor e vida.

A coisa mais linda da vida é quando a mãe dá de amamentar a sua criança, quando ela tira de si para dar ao filho. Como precisamos nos amamentar da Palavra de Deus e da Sua graça! Precisamos nos nutrir daquilo que vem do Seu coração.

Quando crescemos, tornamo-nos autossuficientes, donos da razão e das coisas. Até cremos em Deus e queremos muito bem a Ele, porque sem Ele nossa vida nem sentido teria. Mas não é só crer em Deus, não é só saber que Ele nos ama, é preciso entrar em Sua dinâmica.

A criança é aquela que se coloca no colo de Deus! E Ele quer nos pegar pelo colo, quer nos pegar pela mão como um Pai pega a mão de uma criança e a conduz para lá e para cá. Como um Pai que vê que aquele caminho vai ser mau para o Seu filho, então, não o deixa ir, mas o pega pela mão e segura.

Quando a criança vai crescendo, ela foge do pai; porém, quanto mais criança for, mais ela foge para estar no colo e na proteção do pai.

Precisamos correr para o colo de Deus, precisamos nos refugiar em Seu colo, pois lá é lugar de cura, libertação e restauração!

Deus nos quer em Seu Reino. Deixemos que nossa cabeça e nosso coração se tornem puros e dóceis como o de uma criança, para que Ele cuide de nós!

Deus abençoe você!
Fonte: Canção Nova

Como fazer um retiro espiritual?

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

O retiro espiritual é uma força que encontramos para viver bem a nossa caminhada

A vida espiritual em nosso tempo é muito necessária, pois é a partir dela que conseguimos encarar a vida com mais leveza, como ela realmente deve ser vivida. O grande risco é, e talvez muitos que me leem percebam isso, notar que a vida está passando sem que tenhamos feito algo dela. O que apreciamos da vida? Que laços temos criado com as pessoas? Não sabemos o dia de amanhã, então, como viver o hoje?
É por isso que a vida espiritual, a vida em Deus, ilumina-nos a como viver, como caminhar e dar os passos na vida comum.

Vale dizer que a vida no Senhor não está desconcertada da vida comum, onde todos precisam trabalhar e estudar, onde todos choram e riem. Mas se pode reforçar que aqueles que levam uma vida espiritual conseguem dar sentido a tudo, seja nas situações que deram certo ou naquelas que deram errado.
Para a vida espiritual, a comunhão com Deus nos ajuda. Por isso, muitas vezes, precisamos nos retirar, parar um pouco para escutar os “ruídos interiores”, apresentá-los a Deus e, assim, escutá-Lo e saber como lidar com essas inquietações. Claro que o retiro é valido não só quando estamos inquietos ou com alguma dificuldade; ele também serve quando estamos bem. Dizem: “Em time que está ganhando não se mexe”. Bom, na verdade, pode-se melhorá-lo. Então, um bom retiro nos tira de uma crise e também reforça aquela caminhada que já está boa.

Mas como fazer um retiro? Cito alguns itens básicos:

1) Ter ou buscar um local de silêncio. Você precisa se concentrar, examinar seu interior; não dá para fazer isso com eficiência se está no barulho, na agitação do dia a dia. Para que haja um bom retiro, “cala-te”, permita-se perceber a si mesmo, permita-se escutar a Deus;
2) Ter um texto para meditação. Se você tem um (a) acompanhador (a) espiritual, diante daquilo que ele (a) conversou com você, pode lhe dar um texto bíblico ou um escrito de um santo para você meditar – normalmente, o texto possui algumas perguntas que vão ajudá-lo a viver o retiro. Caso você não tenha um (a) acompanhador (a) espiritual, não tem problema, pense em qual é, hoje, a sua principal necessidade. Por exemplo: “Hoje, tenho medo do futuro, de faltar-me emprego e, consequentemente, faltar dinheiro e passar por necessidades”. Talvez, será interessante ler o Evangelho de Mateus cap. 6 de 25 a 34, onde Jesus fala sobre o abandono à providência. Dentro dessa temática, é possível ler ainda o Salmo 22(23), “O Senhor é o meu Pastor”;
3) Olhar para dentro de si. A meditação, seu contato com Jesus após a leitura, deve ajudá-lo a olhar para dentro de si, fazer uma leitura de sua caminhada e identificar os pontos que precisam ser melhorados, onde a cura de Deus precisa chegar;
4) Rezar. Retirou-se, meditou, olhou para dentro de si? Agora reze. Fale com Deus sobre as descobertas que fez, peça a cura, a direção, peça a força do Alto para não desanimar;
5) Comprometer-se e criar metas. Ainda na oração, finalize-a agradecendo a Deus pelo tempo de silêncio, de contato com Ele, agradeça as descobertas feitas e faça um compromisso de melhorar. Se for o caso, e isso ajuda, anote quais serão suas metas dali em diante.
Você percebeu como é simples? Existem outras formas de retiro, esses tópicos não são únicos nem exclusivos, mas ajudam você a pensar a vida e a viver. Parar, olhar, refletir, decidir e agir.

Bom retiro!

Qual é a importância da mulher na criação?

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Quando a mulher não sabe qual o seu papel na criação, deixa-se influenciar pela sociedade

Um dos maiores dons que Deus concedeu à humanidade foi a capacidade de gerar vida. Deus nos fez participantes diretos no lindo processo de trazer ao mundo uma pessoa. E para que essa graça acontecesse, o Senhor mesmo quis precisar da mulher como uma integrante essencial desse processo vital do ser humano.
Desde a criação do mundo, as mulheres fazem parte desse processo de geração dos homens e mulheres que o próprio Deus escolheu que viessem a nascer. São inúmeros os argumentos que podemos apresentar para validar a importância delas, aqui me detive no valor da geração da vida, mas poderia construir uma lista gigantesca de dons manifestados ao mundo por meio das mulheres. Ainda destaco que essa fecundidade da mulher não se restringe ao útero, pois são inúmeros os filhos gerados também no coração.
qual_e_a_importancia_da_mulher_na_criacao
Créditos: Wesley Almeida/cancaonova.com
 
As mulheres são parte integrante do projeto de salvação do Senhor, assim, precisam confiar em Deus porque, hoje, existe uma verdadeira guerra velada, uma conspiração contra elas, um grande esforço para desfigurar sua feminilidade. Deus quer que você, mulher, cuide-se muito bem porque Ele quer precisar de você como precisou da Virgem Maria.
Você não pode dar “bobeira”, não pode “cair na cantadinha” do mundo. Deus precisa de você! Seus filhos, seu marido, sua família e toda a sociedade precisam de você. Fixe o seu coração em Deus, ponha a sua meta em Jesus. Você é muito mais do que o sal, a luz e o fermento, dos quais o Senhor falou. Por isso, não perca a sua qualidade de “sal”, “fermento” e, principalmente, de “luz” para este mundo.
Gostaria, a partir da Virgem Maria e das inúmeras mulheres da Bíblia, que foram instrumento de salvação para tantos, prestar essa simples e forte homenagem a todas as mulheres do mundo! Quero reconhecer a sua dignidade de mulher a partir da santidade da Virgem Maria. Que essa palavra se cumpra: “Bendita és entre as mulheres”, que Nossa Senhora seja modelo de vida para todas as mulheres e que elas possam, com a própria vida, bendizer a Mãe de Deus.
Reconheço, com alegria, que um grande número dos nossos sócios evangelizadores é do sexo feminino. Sem em nada desvalorizar os homens que são nossos sócios, gostaria muito de pedir licença para aqui deixar o meu agradecimento especial a todas as sócias e companheiras de evangelização.
A todas vocês: meu muito obrigado! Que vocês tenham consciência de que sua sensibilidade e inteligência têm sido usadas por Deus para ser canal de sustento para toda nossa obra. Muito obrigado, porque você assumiu conosco essa missão! Quero terminar deixando para todas vocês a minha gratidão e minha bênção.
Deus as abençoe!

Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib

Fonte: Canção Nova

Dia do Padre

quinta-feira, 4 de agosto de 2016




O dia do padre é celebrado de maneira oficial no Brasil no dia 4 de agosto, pois é nessa data que ocorre a festa de São João Maria Vianney, que é celebrada desde 1929, ano em que o Papa Pio XI declarou São João Maria Vianney como o padroeiro dos padres e de toda e qualquer pessoa que dedica a sua vida a servir aos mandamentos de Deus. 


João Maria Vianney nasceu na França, no ano de 1786 e hoje é considerado um dos conselheiros mais emblemáticos da história do catolicismo, especialmente na sua época. Foi em 1925 que o Papa Pio XI santificou São João Maria Vianney. 


O padre é uma figura que merece ser celebrada, pois ele de fato é um modelo de excelência de Jesus Cristo e trabalha como um bom pastor, encaminhando as ovelhas do Senhor e auxiliando elas em seus conflitos e em suas lutas. A vida de um padre deve ser um verdadeiro exercício de amor, uma constante doação silenciosa e suas ações devem ser um constante exemplo e testemunho de como devemos nos portar diante da nossa vida terrena. 

Cabe ao padre de fato se portar como um pai para aqueles que são fiéis à Igreja Católica, o que vai muito além das suas obrigações eclesiásticas do dia a dia, como as missas, batizados, casamentos, etc. Ele deve estar lá para o seu povo, para os seus filhos, para os seus irmãos e iguais, dando o apoio e o suporte necessário para que eles sigam em frente e mantendo uma luz sempre brilhante para que eles saibam por que caminhos andar e por onde devem evitar passar. 

Parabéns em especial hoje vai para o Padre Marcondes Meneses, que está a frente da Paróquia da Menino Jesus de Praga no Bairro dos Bancários!

Deus te abençoe e te ilumine para conduzir bem o rebanho que Deus te confiou!

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