Francisco: nas crises, cada pessoa revela o seu coração

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021



 Na mensagem de vídeo, o Papa recordou que devemos “agir com o estilo do samaritano”, ou seja, “deixar-me atingir pelo que vejo”, sabendo “que o sofrimento me mudará”, e que o sofrimento do outro exige o meu compromisso.

Mariangela Jaguraba – Vatican News

Para “construir o amanhã” depois desta pandemia, que marcou “a vida das pessoas e a história de nossas comunidades”, devemos “agir com o estilo do samaritano”, ou seja, “deixar-me atingir pelo que vejo”, sabendo “que o sofrimento me mudará”, e que o sofrimento do outro exige o meu compromisso. Esta é a reflexão que o Papa Francisco oferece aos participantes do 65º Congresso de Educação Religiosa promovido pela Arquidiocese de Los Angeles, EUA, que teve início na quinta-feira, 18 de fevereiro, e prossegue até o próximo domingo, 21, em forma virtual, numa videomensagem em espanhol transmitida on-line no início dos trabalhos.

50ª Jornada Diocesana da Juventude

Junto com o Congresso, também se celebra hoje o 50º Dia da Juventude da diocese californiana, guiada pelo arcebispo José Horacio Gómez, que desde novembro de 2019 é também presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos. O Papa parabeniza o “longo e fecundo caminho” das duas iniciativas, este ano apenas on-line por causa da pandemia da Covid-19, e define muito pertinente, neste momento de crise, o tema escolhido para o Congresso: “Proclama a promessa!”

A promessa que está em cada um de nós

“Precisamos anunciar e lembrar que temos a promessa de Deus e que Deus sempre cumpre suas promessas”, frisa Francisco, citando a sua encíclica “Fratelli tutti”, e recordando que “cada mulher, cada homem e cada geração trazem dentro de si uma promessa que pode desencadear novas energias relacionais, intelectuais, culturais e espirituais”.

Com a proximidade alimentamos a fraternidade

Para construir um amanhã após a pandemia, “é necessário o compromisso, a força e a dedicação de todos”, ressalta o Pontífice.

Devemos agir com o estilo do samaritano, o que implica deixar-me atingir pelo que vejo, sabendo que o sofrimento me mudará, e devo me comprometer com o sofrimento do outro. Os testemunhos de amor generoso e gratuito, que testemunhamos ao longo destes meses, deixaram uma marca indelével nas consciências e também no tecido social, ensinando que a proximidade, o cuidado, o acompanhamento e o sacrifício são necessários para alimentar a fraternidade.

“Das crises”, recorda o Papa, “nunca saímos iguais. Saímos melhores ou piores, mas nunca iguais. Nas crises, cada pessoa revela o seu coração: a sua solidez, a sua misericórdia, a sua grandeza e a sua pequenez. As crises nos colocam diante da necessidade de escolher, de optar e nos comprometer com um caminho”.

A importância de sonhar juntos, como irmãos

Neste tempo, “reconhecendo a dignidade de cada pessoa humana, podemos reavivar entre todos uma aspiração mundial à fraternidade. Precisamos de uma comunidade que nos apoie, que nos ajude e na qual nos ajudemos uns aos outros a olhar para o futuro. Como é importante sonhar juntos”, ressalta Francisco, retomando o parágrafo 8° da “Fratelli tutti”.

Jovens: sejam poetas de uma beleza fraterna

Saudando de modo particular os jovens, o Pontífice os convida à esperança, “uma realidade arraigada no profundo do ser humano”. “Sejam os poetas de uma nova beleza humana, uma nova beleza fraterna e amigável”, pede Francisco.

“Os sonhos se constroem juntos. Sonhamos como uma única humanidade, como viajantes feitos da mesma carne humana, como filhos desta mesma terra que acolhe a todos nós, cada um com a riqueza de sua fé ou de suas convicções, cada um com a sua voz, todos irmãos!

Fonte: Vatican News

Senhor eis aqui o teu povo

 

Eis o Tempo de Conversão

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

 

Quaresma - CAMINHO DE CONVERSÃO

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021


“A Igreja nos apresenta as orientações para que cada pessoa faça seu caminho de conversão. Sacrifícios, abstinências e penitências só fazem sentido quando há a real intenção de mudar. Abster-se alguns alimentos ou algumas práticas, por exemplo, precisam ser caminhos de purificação espiritual. A confissão também faz-se necessária, para que o sacerdote possa ajudar o fiel a retomar o caminho de uma vida livre de culpas e pecados”, afirma Dom Delson.


A Quaresma é o período de 40 dias, que se estende até a Semana Santa, na preparação para a maior e mais importante festa da Igreja: a Páscoa do Senhor.


Converter ao Evangelho - Quarta-feira de Cinzas - Quaresma

 

O Papa na mensagem para a Quaresma: cuidar de quem sofre por causa da Covid-19

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

 


O Pontífice convida a renovar a nossa fé, “neste tempo de conversão”, a obter “a «água viva» da esperança” e receber “com o coração aberto o amor de Deus que nos transforma em irmãos e irmãs em Cristo”.

Mariangela Jaguraba - Vatican News

Foi divulgada, nesta sexta-feira (12/02), a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano sobre o tema “Vamos subir a Jerusalém. Quaresma: tempo para renovar fé, esperança e caridade”.

O Pontífice convida a renovar a nossa fé, “neste tempo de conversão”, a obter “a «água viva» da esperança” e receber “com o coração aberto o amor de Deus que nos transforma em irmãos e irmãs em Cristo”. Francisco recorda que “na noite de Páscoa, renovaremos as promessas do nosso Batismo, para renascer como mulheres e homens novos por obra e graça do Espírito Santo. Entretanto o itinerário da Quaresma, como aliás todo o caminho cristão, já está inteiramente sob a luz da Ressurreição que anima os sentimentos, atitudes e opções de quem deseja seguir a Cristo”.

Quem jejua faz-se pobre com os pobres 

“O jejum, a oração e a esmola, tal como são apresentados por Jesus na sua pregação, são as condições para a nossa conversão e sua expressão”, ressalta o Papa na mensagem.

De acordo com Francisco, o “jejum, vivido como experiência de privação, leva as pessoas que o praticam com simplicidade de coração a redescobrir o dom de Deus e a compreender a nossa realidade de criaturas que, feitas à sua imagem e semelhança, n'Ele encontram plena realização. Ao fazer experiência duma pobreza assumida, quem jejua faz-se pobre com os pobres e «acumula» a riqueza do amor recebido e partilhado. Jejuar significa libertar a nossa existência de tudo o que a atravanca, inclusive da saturação de informações, verdadeiras ou falsas, e produtos de consumo, a fim de abrirmos as portas do nosso coração Àquele que vem a nós pobre de tudo, mas «cheio de graça e de verdade»: o Filho de Deus Salvador”.

Dizer palavras de incentivo

"No contexto de preocupação em que vivemos atualmente onde tudo parece frágil e incerto, falar de esperança poderia parecer uma provocação. O tempo da Quaresma é feito para ter esperança, para voltar a dirigir o nosso olhar para a paciência de Deus, que continua cuidando de sua Criação, não obstante nós a maltratamos com frequência."

O Pontífice convida no tempo da Quaresma, a estarmos “mais atentos em «dizer palavras de incentivo, que reconfortam, consolam, fortalecem, estimulam, em vez de palavras que humilham, angustiam, irritam, desprezam». Às vezes, para dar esperança, basta ser «uma pessoa amável, que deixa de lado as suas preocupações e urgências para prestar atenção, oferecer um sorriso, dizer uma palavra de estímulo, possibilitar um espaço de escuta no meio de tanta indiferença».”

“No recolhimento e oração silenciosa, a esperança nos é dada como inspiração e luz interior, que ilumina desafios e opções da nossa missão; por isso mesmo, é fundamental recolher-se para rezar e encontrar, no segredo, o Pai da ternura”, ressalta o Papa.

Tempo para crer, esperar e amar

“A caridade se alegra ao ver o outro crescer; e de igual modo sofre quando o encontra na angústia: sozinho, doente, sem abrigo, desprezado, necessitado. A caridade é o impulso do coração que nos faz sair de nós mesmos gerando o vínculo da partilha e da comunhão. «A partir do “amor social”, é possível avançar para uma civilização do amor a que todos nos podemos sentir chamados. Com o seu dinamismo universal, a caridade pode construir um mundo novo, porque não é um sentimento estéril, mas o modo melhor de alcançar vias eficazes de desenvolvimento para todos».”

Segundo Francisco, “viver uma Quaresma de caridade significa cuidar de quem se encontra em condições de sofrimento, abandono ou angústia por causa da pandemia de Covid19. Neste contexto de grande incerteza quanto ao futuro, ofereçamos, junto com a nossa obra de caridade, uma palavra de confiança e façamos sentir ao outro que Deus o ama como um filho. «Só com um olhar cujo horizonte esteja transformado pela caridade, levando-nos a perceber a dignidade do outro, é que os pobres são reconhecidos e apreciados na sua dignidade imensa, respeitados no seu estilo próprio e cultura e, por conseguinte, verdadeiramente integrados na sociedade»”.

“Queridos irmãos e irmãs, cada etapa da vida é um tempo para crer, esperar e amar. Que este apelo a viver a Quaresma como percurso de conversão, oração e partilha dos nossos bens, nos ajude a repassar, na nossa memória comunitária e pessoal, a fé que vem de Cristo vivo, a esperança animada pelo sopro do Espírito e o amor cuja fonte inexaurível é o coração misericordioso do Pai”, conclui o Papa.

Fonte: Vatican News

V Campanha da Fratenidade Ecumênica

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

 


Este ano a Campanha da Fraternidade será Ecumênica e tem como tema “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” e o lema “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade”, extraído da carta de São Paulo aos Efésios, capítulo 2, versículo 14.

Realizada pela CNBB todos os anos no tempo da Quaresma, a Campanha da Fraternidade de 2021 é promovida de forma ecumênica, ou seja, em parceria entre várias Igrejas Cristãs. A CFE 2021 quer convidar os cristãos e pessoas de boa vontade a pensarem, avaliarem e identificarem caminhos para a superação das polarizações e das violências que marcam o mundo atual. Tudo isso através do diálogo amoroso e do testemunho da unidade na diversidade, inspirados e inspiradas no amor de Cristo.

Na Arquidiocese da Paraíba, o lançamento da CFE 2021 será na Missa da Quarta-feira de Cinzas na Catedral, com o Arcebispo. “Todos os anos a Igreja nos traz um convite à reflexão. Este ano vamos aprofundar na polarização dos discursos que não tem gerado bons frutos para a sociedade. Em tempos de divisão e de radicalismos, a Igreja nos chama à fraternidade, à união. É o tempo propício para refletirmos e contribuirmos com uma cultura de paz”, afirma Dom Delson.


Quaresma: tempo de fé e esperança para viver a crise, afirma o Papa




 Na quarta-feira de cinzas, o Papa não realizará a Audiência Geral de todas as semanas para presidir à santa missa com o Rito da bênção e imposição das Cinzas no Altar da Cátedra, na Basílica de São Pedro.

Vatican News

Ao se despedir dos fiéis na Praça São Pedro, o Papa Francisco recordou que na próxima quarta-feira tem início a Quaresma.

“Será um tempo favorável para dar um sentido de fé e de esperança para a crise que estamos vivendo.”

O Pontífice concluiu recordando as três palavras que fazem entender o estilo de Deus. “Não se esqueçam: proximidade, compaixão e ternura”, convidando os fiéis a repetirem com ele estas três palavras.

Transmissão ao vivo

Na quarta-feira de cinzas, o Papa não realizará a Audiência Geral de todas as semanas para presidir à santa missa com o Rito da bênção e imposição das Cinzas no Altar da Cátedra, na Basílica de São Pedro.

A Rádio Vaticano/Vatican News transmitirá o evento ao vivo, com comentários em português, a partir das 9h30 locais (05h30 no horário de Brasília).

Fonte: Vatican News


A fé humilde restaura todas as coisas

domingo, 14 de fevereiro de 2021

“Um leproso chegou perto de Jesus e, de joelhos, pediu: ‘Se queres, tens o poder de curar-me’” (Marcos 1,40).

É impressionante a fé desse leproso, mais impressionante ainda é a situação dele porque ele não podia se aproximar de Jesus. Um leproso, naquela época, naquelas condições, não podia se aproximar das pessoas. Que beleza! Ele rompeu com todos os preceitos e preconceitos sociais, rompeu as barreiras que o tornava marginal, que o colocava às margens da sociedade e, movido pela fé e a humildade, foi suplicar a Jesus a de ser curado, de ser liberto, limpo e purificado.

Nós, muitas vezes, ficamos amarrados nos nossos traumas, nos nossos complexos, ora de superioridade, de inferioridade; ora paramos nas derrotas e nas frustrações. A graça de Deus está por aí, está aqui, está no meio de nós. Precisamos correr atrás dela e nenhuma lepra pode nos parar, nenhuma enfermidade pode nos deter, nenhum complexo pode nos prender, nenhum medo pode nos amarrar, quando somos movidos pela fé, quando confiamos e temos a certeza de que é Jesus quem pode fazer por nós.

A fé humilde lava, purifica, restaura e faz nova todas as coisas

Não importa o tamanho do meu pecado, da minha impureza ou da minha sujeira: “Se queres, tens o poder de curar-me”. “Eu quero: fica curado!”. Como Jesus quis que aquele homem ficasse curado e limpo, e ele ficou, pois a fé faz isso. Aquela fé que é autêntica e verdadeira, aquela fé de entrega, de se jogar, aquela fé que é humilde lava, purifica, restaura e faz nova todas as coisas.

É com essa fé que vamos ao encontro de Jesus, que nos colocamos aos pés d’Ele, e Jesus nos renova, nos santifica e nos torna uma nova criatura. Joguemo-nos, hoje, aos pés de Jesus, nos coloquemos aos pés do Mestre de Jesus e peçamos: “Senhor, se queres, podes me curar”. Não é por causa de mim, não é porque sou importante, não é porque tenho esse cargo, essa ocupação, é porque o Senhor é Senhor e eu sou esse miserável e pecador necessitado do Seu amor e da Sua misericórdia.

Imploremos pela misericórdia de Deus, para que Ele venha ao nosso socorro.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

São Brás: Protetor da garganta, exemplo de cristão e testemunho de fé

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

 

A Igreja celebra São Brás em 03 de fevereiro

A história da vida e os feitos de São Brás chamam a atenção e o aproximam da fé e da admiração do povo. Conhecido popularmente como o santo protetor das doenças da garganta, São Brás curou uma criança que morria engasgada com uma espinha de peixe na garganta.

Pe. Evaldo Souza
Pe. Evaldo Souza
Basílica de São Brás, em Maratea, na Itália.


Nascido na Armêniamédico e bispo da cidade de Sebasta, na CapadóciaBrás era muito querido pelos fiéis, principalmente pelos pobres cristãos perseguidos. Brás era reconhecido como um homem corajoso, de oração e que cuidava dos fiéis na sua totalidade. Perseguido pelos romanos, Brás abandonou o bispado e se protegeu na caverna de uma montanha isolada e, mesmo assim, depois de descoberto e capturado, morreu em testemunho de sua fé sob as ordens do imperador Licínio, em 316.

:: São Brás: o protetor da garganta ::

:: A Basílica italiana que guarda as relíquias de São Brás ::

De acordo com o pároco da Paróquia São Brás da cidade de Bauru (SP), Padre Edson Roberto Codato, antes de ser santo, São Brás foi um bom cristão e vivia na intensidade seu cristianismo.

“Ele se retirou à sua gruta para que pudesse viver mais intensamente sua fé e ter a presença divina junto dele. Esse momento o fez se tornar cada vez mais próximo desse ideal de santidade que todos nós somos convidados a fazer parte. A partir do momento em que São Brás se mostra fiel a Deus, mostra-se merecedor da Sua graça e o povo reconhece todo seu potencial. (...) Assim São Brás se torna padre, bispo e vai ao encontro do povo, das suas necessidades, para cuidar de um povo sofrido, que precisava de um testemunho vivo de santidade”, afirmou.

Para o padre Edson Roberto Codato, São Brás é exemplo de cristão, que se tornou um mártir e sofreu muito para testemunhar todo seu amor a Deus, todo seu amor ao próximo. “Ele viveu intensamente o seu cristianismo para as pessoas que mais necessitavam, para as pessoas sofridas”.

Protetor das doenças da garganta

“Dentre tantos milagres que São Brás realizou em sua caminhada, o que tornou-o mais conhecido foi quando intercedeu por uma mãe no qual o filho morria engasgado com uma espinha de peixe na garganta. O importante é nós entendermos o sofrimento da mãe, que vem seguido da fé. Ou seja, ela acreditou que São Brás iria resolver este problema. E é exatamente acreditando que ela foi agraciada com esse milagre”, afirmou o padre.

Bênção da garganta

Em 03 de fevereiro, as igrejas realizam a tradicional 'bênção da garganta', cruzando duas velas sobre a garganta e rezando.

Oração a São Brás 

Ó glorioso São Brás, que restituístes com uma breve oração a perfeita saúde a um menino que, por uma espinha de peixe atravessada na garganta, estava prestes a expirar, obtende para nós todos a graça de experimentarmos a eficácia do vosso patrocínio em todos os males da garganta. Conservai a nossa garganta sã e perfeita para que possamos falar corretamente e, assim, proclamar e cantar os louvores de Deus. São Brás, rogai por nós.

Amém.


Fonte: A12

Escolhido Hino da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

 A Comissão organizadora da Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) 2021 divulgou o hino escolhido por meio de concurso. Composição do Frei Telles Ramon com a música de Adenor Leonardo Terra, o hino é marcado pelo convite “Venham todos” em cada estrofe.

A CFE 2021 tem como tema “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor” e o lema “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef 2, 14a).



1. Venham todos, vocês, venham todos,

Reunidos num só coração, (cf. At 4, 32)

/: De mãos dadas formando a aliança,

Confirmados na mesma missão. (bis)

Ref.:

Em nome de Cristo, que é a nossa paz!

Em nome de Cristo, que a vida nos traz:

Do que estava dividido,

unidade ele faz!

Do que estava dividido,

unidade ele faz! (cf. Ef 2,14a)

2. Venham todos, vocês, meus amigos,

Caminhar com o Mestre Jesus,

/: Ele vem revelar a Escritura

Como fez no caminho à Emaús. (cf. Lc 24) (bis)

3. Venham todos, vocês, testemunhas,

Construamos a plena unidade

/: No diálogo comprometido

Com a paz e a fraternidade. (bis)

4. Venham todos, mulheres e homens,

Superar toda polaridade,

/: Pois em Cristo nós somos um povo,

Reunidos na diversidade. (bis)

5. Venham jovens, idosos, crianças

E vivamos o amor-compromisso

/: Na partilha, no dom da esperança

E na fé que se torna serviço. (bis)



Fonte: A12

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