Papa Francisco entrega Pálio Arquiepiscopal a Dom Delson

sexta-feira, 30 de junho de 2017



O Papa Francisco, nesta quinta-feira, dia 29 de junho, Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, em Roma, entregou o Pálio Arquiepiscopal ao Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap.


O Pálio, do latim “pallium”, manto, é uma espécie de colarinho de lã branca, com cerca de 5cm de largura e dois apêndices - um na frente e outro nas costas. Possui seis cruzes bordadas em lã preta - quatro no colarinho e uma em cada um dos apêndices. É uma insígnia, um símbolo litúrgico, de “honra e jurisdição”, usado pelos Arcebispos. O Pálio é símbolo do serviço e da promoção da comunhão na própria Província Eclesiástica, na qual o Metropolita está à frente, e na sua comunhão com a Sé Apostólica.



Dom Delson recebeu o Pálio do Papa, mas a imposição do mesmo, ou seja, o primeiro uso no paramento, será aqui em João Pessoa das mãos do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello (representante do Vaticano no País e responsável por impor o símbolo nos ombros do Arcebispo), no dia 5 de agosto, às 9h, numa Solene Concelebração Eucarística na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro de João Pessoa. Será na Missa Solene da Festa da Padroeira.



Dom Delson vai receber Pálio do Papa Francisco na manhã do dia 29 de junho em Roma

quarta-feira, 28 de junho de 2017

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, em pé
O Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap, está em Roma. No fim da madrugada desta quinta-feira, dia 29 de junho, às 4h30 (horário de Brasília - às 9h30 no horário italiano), Dom Delson vai receber o Pálio Arquiepiscopal das mãos do Papa Francisco, durante a Santa Missa na Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, na Capela Papal, na Basílica Vaticana. A Rede Vida deverá transmitir a Missa ao vivo. A Celebração também deverá ser transmitida ao vivo pelo site do Vaticano (www.vatican.va).
Dom Delson recebe o Pálio do Papa, mas a imposição do mesmo será aqui em João Pessoa das mãos do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello (representante do Vaticano no País e responsável por impor o símbolo nos ombros do Arcebispo), no dia 5 de agosto, às 9h, numa Solene Concelebração Eucarística na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro de João Pessoa. Será na Missa Solene da Festa da Padroeira.
O que é o Pálio Arquiepiscopal?
O Pálio, do latim “pallium”, manto, é uma espécie de colarinho de lã branca, com cerca de 5cm de largura e dois apêndices - um na frente e outro nas costas. Possui seis cruzes bordadas em lã preta - quatro no colarinho e uma em cada um dos apêndices. É confeccionado pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecília, em Roma, utilizando a lã de duas ovelhas que são oferecidas ao Papa no dia 21 de janeiro de cada ano na Solenidade de Santa Inês (Padroeira da Pureza). O uso do Pálio, que nos primeiros séculos do Cristianismo era exclusivo dos Papas, passou a ser usado pelos Arcebispos Metropolitas a partir do século VI. Após a sua confecção, o Pálio é depositado junto ao túmulo de São Pedro até a Solenidade de São Pedro e Paulo, quando, então, é entregue pelo Papa aos Arcebispos.
O que significa o Pálio?
É uma insígnia, um símbolo litúrgico, de “honra e jurisdição”. O Arcebispo Metropolita, como Dom Delson, preside uma Província Eclesiástica, constituída por diversas Dioceses (aqui na Paraíba temos as Dioceses de Guarabira, Campina Grande, Patos e Cajazeiras, além da Arquidiocese da Paraíba). O Pálio é símbolo do serviço e da promoção da comunhão na própria Província Eclesiástica e na sua comunhão com a Sé Apostólica.
À frente de cada Província está o Metropolita, que é o Arcebispo da Diocese-sede. O termos “Arqui” e “Arce”, colocados junto às palavras Diocese e Bispo, vêm da língua grega, e significam “a primeira”, “o primeiro”. Assim, a Arquidiocese e o Arcebispo são “a primeira” e “o primeiro”. Nesse sentido, recorda-se que ambos devem estar a serviço e promoção da comunhão.
Após ser nomeado, o Metropolita deve pedir ao Bispo de Roma, o Papa, o Pálio, símbolo de seu “poder” (o serviço e promoção da comunhão) na própria Província Eclesiástica e de sua comunhão com a Sé Apostólica. Uma vez recebido, usa-o unicamente dentro das funções litúrgicas, sobre os paramentos pontificais, dentro da Província que preside, e unicamente nela.
A forma e a matéria do qual é feito o Pálio indicam a missão de pastor do Arcebispo, que carrega a ovelha - povo de sua Arquidiocese - nos ombros. A peça de lã branca recorda o símbolo da ovelha sobre os ombros de Jesus.
Sobre a entrega do Pálio:
O Vaticano comunicou, no dia 12 de janeiro de 2015, a decisão do Papa Francisco de modificar a modalidade de entrega do Pálio aos novos Arcebispos Metropolitas. Desde então, a faixa de lã branca passou a ser apenas entregue, e não mais colocada pelo Santo Padre, como rezava a tradição, em 29 de junho, na Solenidade dos Santos Pedro e Paulo. A imposição do Pálio aos novos Arcebispos passou a ser realizada nas respectivas Dioceses de origem pelas mãos dos Núncios Apostólicos locais.
No dia 29 de junho, os Arcebispos - como de costume - estarão presentes em Roma, concelebrarão com o Santo Padre, participarão do rito da bênção dos Pálios, mas não haverá a imposição: simplesmente receberão o Pálio do Santo Padre em forma mais simples e privada. A imposição será efetuada depois, nas Dioceses as quais pertencem, ou seja, em um segundo momento, na presença da Igreja local e em particular dos Bispos das Dioceses da Província acompanhados pelos seus fieis.
O significado dessa mudança é o de colocar em maior evidência a relação dos Arcebispos Metropolitas com a sua Igreja local e assim dar também a possibilidade a mais fieis de estarem presentes neste rito tão significativo para a Igreja. Outro ponto importante é propiciar a participação dos Bispos da Província Eclesiástica.
Recebem o Pálio, no dia 29 de junho, todos os Arcebispos nomeados desde julho do ano passado. Neste ano são 36 do mundo todo, sendo 5 brasileiros.

De: Eisenhower Almeida de Albuquerque.
Assessor de Imprensa/Comunicação da Arquidiocese da Paraíba.

É necessário entrar pela porta estreita

terça-feira, 27 de junho de 2017


É necessário entrar pela porta estreita, porque largo é o caminho da perdição, das facilidades, da vida cômoda

“Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles” (Mateus 7,12).

Sabe aquela regra que salva e dá sentido à vida? Essa regra, esse mandamento, é Jesus quem está nos ensinando. Essa é a regra de ouro!
O que nós devemos fazer para o outro? Tudo aquilo que queríamos que o outro fizesse para nós, mesmo que ele não faça. Eu não me meço pelo que o outro faz, mas por aquilo que preciso e sei que é correto fazer. Se o outro não me faz bem, mas eu queria que ele me fizesse bem, então eu faço para ele o que queria que ele me fizesse.
Eu sei me colocar no lugar do outro quando faço isso sem ofender nem maltratar ninguém, sem desprezar nem julgar, porque não sei a história dele, a vida dele, o que ele viveu nem pelo que passou, o que ele enfrentou e assim por diante.
É regra de ouro: eu quero ser respeitado? Eu respeito o outro. Eu não quero que fale mal de mim? Eu não falo mal de ninguém. Eu quero ser amado? Eu vou amar os outros, mesmo que não me respeitem, não me amem, mesmo que não falem bem de mim. Eu vou ser aquilo que eu preciso ser, mesmo que os outros queiram ser, porque não vou me medir por eles, mas medir a mim mesmo por aquilo que eu preciso testemunhar na vida e no mundo.
Por outro lado, é necessário entrar pela porta estreita, porque largo é o caminho da perdição, das facilidades, da vida cômoda e errada. Precisamos entrar pela porta estreita da exigência, da renúncia e do sacrifício. Só consegue ser bem sucedido nesta vida, de verdade, quem sabe se sacrificar, esforçar-se e lutar.
Quando você dá as coisas de forma muito fácil para as pessoas, com tudo prontinho, aquela alma amortece, o vigor daquele coração estremece, porque não soube fazer o sacrifício nem precisou fazer o esforço necessário para vencer, para conseguir e ir adiante.
Permita-me dizer a você: alargue o seu coração no amor, mas seja rigoroso, estreito com você na busca da santidade, do amor e na vivência do que é correto. Não vivamos as facilidades que o mundo nos oferece, porque muita facilidade é engano e ilusão para o nosso coração. Não percamos o senso do que é justo, verdadeiro e correto, mesmo que seja pouco e difícil, pois é ali que Deus está nos abençoando.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Eliminemos do nosso coração todo espírito de vingança

segunda-feira, 19 de junho de 2017

 

Em nome de Jesus, nós renunciamos ao espírito de vingança do nosso coração, da nossa alma e dos nossos sentimentos

Não enfrenteis quem é malvado! Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda! (Mateus 5,39). 
 
A ordem de Jesus para nós é essa: não enfrenteis quem é malvado, não confronteis o mal, não entreis em litígio com a maldade humana. No bom português, quer dizer: não se misture com o mal, não imite o comportamento dele.
Quando alguém faz um mal para nós, a tendência da natureza humana, contaminada pelo mal do mundo, é responder. A criança aprende em casa: “Se o seu coleguinha bater em você, vá lá e bata nele também”. Outro talvez ensine: “Alguém lhe fez mal? Dê na mesma medida”. Mas Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo não nos ensina isso. Ele nos quer com o coração renovado e em paz. E não é possível ter paz vivendo no espírito da vingança, do ódio e do ressentimento.
Podemos até nos sentir aliviados, porque confrontamos a pessoa, mas é um alívio enganoso e maldoso, pois o coração se alimentou do que é mau, praticou o que é mau. Se uma pessoa fez uma maldade e eu faço outra, são duas maldades. Se uma maldade só já é horrível, imagine as duas juntas! E aí só cresce a maldade no nosso meio, e essa maldade se acumula dentro da nossa vida.
Não somos maus, não queremos fazer nem revidar o mal. Por isso, em nome de Jesus, nós renunciamos ao espírito de vingança do nosso coração, da nossa alma e dos nossos sentimentos. Talvez você diga: “Padre, mas eu não tenho sangue de barata! Se alguém me provocou, o meu instinto, a minha vontade é de fazer a mesma coisa”. É verdade que nós não temos sangue de barata, mas é verdade também que temos o Sangue de Cristo em nós, correndo em nossas veias e em nosso coração. Comungamos com o Senhor, para termos Seus sentimentos, Suas atitudes e Seus gestos, a capacidade de perdão que Ele tem.
Quando perdoamos alguém, não o fazemos por nossa própria conta, mas é a graça de Cristo em nós que nos permite perdoar o próximo. A graça de Cristo nos renova, purifica e ajuda a oferecer a outra face. Deixamos o outro desconcertado, quando ele espera que revidemos, mas oferecemos nosso amor e bondade, o melhor que há em nós, o melhor que Deus fez e realiza em nós. Não oferecemos ao outro aquilo que há de mau, porque eliminamos o mal da nossa vida.
Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Reunião Região Pastoral Praia Sul, com Dom Delson, na Paróquia Menino Jesus de Praga

sexta-feira, 16 de junho de 2017



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Arraiá da Menino Jesus de Praga

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Foi uma festa muito animada!!!!! 
Crianças, adolescentes, jovens, casais e idosos paraticiparam do grande Arraiá da Paróquia Menino Jesus de Praga. Com comidas típicas, muita quadrilha, o arrasta-pé animado pela banda Xamego Bom.
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O amor a Deus leva-nos a amar o próximo

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Amar a Deus e ao próximo não é fácil para nenhum de nós, é uma decisão de vida

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! O segundo mandamento é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo! Não existe outro mandamento maior do que estes” (Marcos 12, 30-31).

Veja, que bênção! É o mestre da lei quem está perguntando a Jesus qual é o maior mandamento. Se perguntasse isso para mim e para você, obviamente daríamos aquela resposta que nós aprendemos na catequese: “Amar a Deus é o mais importante”. Então, se estamos amando a Deus, estamos cumprindo tudo. No entanto, não podemos amar a Deus com toda nossa força e vontade, com todo nosso entendimento, mas não amar com a mesma intensidade nosso próximo. É claro que o grau de direção do coração é amar a Deus, e é esse amor que temos para com Deus que vai nos iluminar e direcionar para que também amemos nosso próximo.
Amar a Deus e ao próximo não é fácil para nenhum de nós, é uma decisão de vida, uma exigência interior na qual nos colocamos. Se nós nos encontramos com Deus, se Ele é a razão maior da nossa vida, vamos amá-Lo de todo coração.
Temos de evitar os extremos da vida e centrá-la na direção correta. Há muitas pessoas religiosas, de diversas crenças, religiões, inclusive nós cristãos católicos, que amamos a Deus. Ele é tudo para nós, ou deveria ser, Ele deve ser tudo para nossa vida, mas, às vezes, levamos isso para uma situação tão extrema, que não enxergamos o próximo que está ao nosso lado. “Eu rezo. Eu falo com Deus o tempo inteiro. Eu faço orações o dia inteiro. Eu não falto à Missa. Eu não falto a nada que é de Deus. Eu sou um adorador. Eu estou com um terço na mão, mas eu ignoro meu próximo. Eu sou grosso, egoísta, nem ligo para as necessidades deles”. É um amor a Deus incompleto, é um amor que não foi entendido, compreendido nem vivido na sua totalidade.
Não posso negar que há outros extremos, daqueles que fazem tudo pelo outro, fazem obras de caridade extrema, dedicam-se o tempo inteiro a cuidar do próximo. É uma bênção!
Precisamos praticar e viver a caridade na nossa vida! Não podemos, de maneira nenhuma, ignorar o próximo. Eu vejo Jesus na Eucaristia, eu O vejo no pobre sofredor. Eu preciso focar meu amor a Deus, e esse foco do meu amor a Ele me leva a amar o próximo, o meu irmão, aquele que vive do meu lado.
Se nos aplicarmos na vida e vivermos a graça do mandamento, que se divide em dois, mas é um só, o amor a Deus e ao próximo, a nossa vida caminha na direção do Céu.

Deus abençoe você!

Deus nos prepara para a vida futura

quarta-feira, 7 de junho de 2017

A vida futura é a vida redimida, salva, é a vida nova que Deus desejou para cada um de nós

“Com efeito, quando os mortos ressuscitarem, os homens e as mulheres não se casarão, pois serão como os anjos do céu” (Marcos 12-25).

Agora, são os saduceus que querem colocar Jesus numa situação difícil e complicada; primeiro, porque eles não creem na Ressurreição e querem fundamentar aquilo que não creem nem acreditam a partir de questões que eles mesmos já colocaram na cabeça.
Sabe, no meio de nós há muitos que não creem na vida futura, há muitos de nós que creem apenas na vida material, mesmo pessoas religiosas, mesmo muitos credos religiosos, creem, por exemplo, na reencarnação, creem em outras teorias.
Mas nós não cremos em teorias, nós cremos na verdade. E para nós só há uma verdade, e ela tem nome: Jesus. Ele é a ressurreição e a vida!
Só poderemos compreender ressurreição e vida se nós tivermos comunhão com Jesus. E ter comunhão com Ele não é dizer: “Eu tenho Bíblia. Eu leio a Bíblia!”. Não se trata disso! A comunhão com Jesus é a mesma que Ele tem com Seu Pai: comunhão afetiva, unitiva, de oração, de amor, comunhão nos sentimentos de Jesus, na Sua Palavra. Temos de trazer em nós o pensamento de Jesus, não os nossos pensamentos nem as nossas teorias.
Os saduceus de ontem, de hoje e de todos os tempos negarão verdades da fé por causa de suas convicções.
Para compreender a vida futura, precisamos viver, na vida presente, a união com Cristo, união mística e espiritual. Não dá para compreendermos as coisas do Céu com uma visão material, com nosso jeito mundano de pensar. Depois, estamos falando da vida sobrenatural, queremos pensar no sobrenatural com uma cabeça natural, com a razão natural. Se não nos abrirmos a essa comunhão na fé, também não vamos compreender a vida futura.
A vida material é assim, pensamos na vida do jeito em que vivemos. “Eu caso. Eu tenho os meus desejos. Eu formo a minha família”. E no futuro? No futuro, Deus há de nos transformar, há de nos fazer semelhantes a Ele, há de nos dar essa natureza divina que foi corrompida e perdida por causa do pecado.
A vida futura é a vida redimida, salva, é a vida nova que Deus desejou para cada um de nós! Vivamos na terra, caminhemos aqui sem tirar os olhos da vida futura, da vida no Céu, da vida bem-aventurada, da vida angelical e celeste que nos espera.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Pré lançamento da obra Saúde e Oração na Paróquia Menino Jesus de Praga

domingo, 4 de junho de 2017

        Valdelene Nunes de Andrade Pereira, Farmacêutica-Bioquímica, Médica Pediatra e Mestre em Ciências da Religião. Desde 2011 vem publicando trabalhos na linha de pesquisa de Espiritualidade e Saúde, sendo autora da obra: Medicina e Espiritualidade: A importância da fé na cura de doenças, pela Editora Santuário. 

Valdelene no Pré Lançamento da obra: Saúde e oração, na Paróquia Menino Jesus de Praga

    Diversos autores apontam as práticas religiosas e diversas manifestações da espiritualidade humana como formas eficazes na redução do estresse diário, contribuindo, portanto, para uma vida mais salutar e melhorando a vida das pessoas.  A religiosidade exercida de forma moderada, sem extremismos, aproxima as pessoas, fortalece vínculos, perpetua bons hábitos e concede ao praticante. A Chave para ter um corpo saudável e uma vida mais feliz pode estar na atitude de encarar a vida de forma positiva, cultivando bons sentimentos, como o amor e a compaixão, perdoando o irmão, ajudando-lhe quando possível com suas dificuldades. 
       Neste livro você irá descobrir como a espiritualidade reforça em nós a confiança nas energias regenerativas da vida. 

Família reunida no Pré lançamento da obra Saúde e Oração na Paróquia Menino Jesus de Praga

Coroação de Nossa Senhora na Paróquia Menino Jesus de Praga

quinta-feira, 1 de junho de 2017

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