O grande milagre é ter a vida transformada por Deus

terça-feira, 17 de julho de 2018

As pessoas querem milagres, curas e coisas mágicas, mas o maior milagre é a conversão e a mudança de vida

Jesus começou a censurar as cidades onde fora realizada a maior parte de seus milagres, porque não se tinham convertido”(Mateus 11,20).
As pessoas querem milagres, curas e coisas mágicas, mas o maior milagre é a conversão e a mudança de vida. O milagre não é o espetáculo realizado em nome da fé, mas a nossa vida transformada.
Olhamos para a vida dos santos e queremos os milagres. Muitas vezes, as pessoas procuram santos que nem conhecem a história, mas sabem que ele realiza milagres, a causa dos impossíveis, as causas difíceis. Entretanto, precisamos olhar o milagre que Deus realizou na vida daquele santo, daquele homem e daquela mulher. Quando olhamos para a vida deles e vemos o que Deus fez, dizemos: “Realiza-se em mim, Senhor”.
O nosso impossível, as nossas causas difíceis estão projetadas, muitas vezes, em conquistas materiais, são dívidas que temos para pagar, situações que temos para resolver, curas que temos de alcançar. Às vezes, até conseguimos essas coisas, mas o essencial não se realizou.
Jesus está censurando as cidades onde Ele realizou boa parte de Seus milagres, pois as pessoas não compreenderam nem mergulharam na essência dos Seus milagres. Por isso, Jesus vai realizar pouquíssimos prodígios nessas cidades, como muitas vezes Ele não vai os realizar no nosso meio como muitos querem que aconteça.
Nossos olhares querem coisas mágicas no Céu, nossos olhares estão em busca de coisas extraordinárias. E não há nada mais extraordinário do que vidas convertidas e transformadas!
Quando eu olho para Francisco de Assis, nunca pedi uma graça para ele, mas eu só olho para ele e fico admirado, fico olhando e penso: “Que milagre é esse homem! O que ele era e o que se tornou depois que se encontrou com Jesus!”. Quando eu olho para Inácio de Loyola ou para Paulo, que era Saulo e se transformou.
Quando olho para a minha vida, encontro nela o milagre de Deus? Ele tem feito o milagre da transformação na minha vida? Eu vejo muitas convicções mudadas, mas eu sei que preciso que Deus realize o Seu milagre em mim. Eu não peço nada de material, não peço para Ele nada que seja focado em necessidades humanas. A minha humanidade tem sede de conversão, de santidade e mudança de santidade de vida. É esse milagre que eu quero e preciso a cada dia da minha vida.
Deus abençoe você!

Como é o amor ardente de Jesus para com Sua Mãe e Seus filhos?

O amor de Jesus por nós enche nosso coração de alegria

De tudo o que estamos tratando nos últimos meses sobre a crise do homem moderno, os meios de ele lidar com essa crise, ajudar aos homens e trilhar um caminho de busca pela sabedoria e a santidade só tem sentido se alimentar um amor por Jesus e Maria cada vez mais entranhado e unido a eles.
Esse amor a Deus resguarda-nos o coração das afeições sensíveis e evita-nos assim um sem-número de tentações.
Como é o amor ardente de Jesus para com sua Mãe e seus filhos__
Foto Ilustrativa: Chalabala by Getty Images
O coração dos homens foi feito para amar. Se o sacerdote se volta para o amor a Deus com todas as forças, sentirá menos necessidade de se voltar para as criaturas. O amor a Jesus enche-nos o coração que quase não se pensa mais em afeições humanas.

Como é o amor de Deus por nós?

Mesmo se tratando de pessoas que se casam, esse amor a Deus nos purifica a ponto de nos fazer voltar para as coisas mais essenciais. Ajuda-nos a entender melhor a missão de pais, que colocam filhos no mundo para buscar a união com o Senhor. Fazemos famílias cada vez mais de acordo com o projeto original, de um caminho que se tornou de santidade a partir do momento que Jesus eleva o matrimônio a sacramento. Passamos a vivê-lo como um caminho de santidade, onde cada qual dá a vida pelo outro e pelos filhos.
Esse mesmo amor nos torna mais forte contra as tentações. Quanto mais se entrega ao Senhor, mais Ele se debruça sobre nós e nos protege das confusões sensíveis.
No início do caminho espiritual, não há amor verdadeiramente forte para fazer com que nos entreguemos às mortificações, sem trazer a confusão do orgulho e do amor próprio. Por vezes, parece-nos um despropósito certos atos de ascese: jejuns, renúncias de prazeres ou mesmo a busca por humilhações.
Leia mais:

Vida espiritual e oração

Avançando na vida espiritual e na vida de oração, essas atitudes passam a não ter tanto de nossas vaidades, onde buscamos ser “heróis da fé”, mas passam a tomar um tom de amor a Deus. Reina, pouco a pouco, intenção de fazer sumir de nós o amor aos prazeres que passam, para amar somente Aquele que permanece para sempre. Não dividimos mais o amor do nosso coração entre as coisas, nós mesmos e Deus. Pouco a pouco Deus vai sendo o centro.
Nossa alegria está na felicidade de Deus e não mais nas coisas do mundo.
Para alimentar esse caminho, antes de tudo, é preciso ter a vida sacramental em dia: na confissão, onde já colocamos em textos anteriores, fugindo todo dia dos pecados graves. Frequentar ao máximo possível a Santa Missa. Ao comungar, fazer a experiência de passar de 10 a 15 minutos na fé e no amor com Jesus Eucarístico. A percepção da presença real de Jesus no seu coração, que ocorre nesse momento de adoração a Jesus na Eucaristia, precisamos repetir em outros momento de oração, fora da Missa, pela fé. Ele se revela e quer se unir a nós, só precisamos fazer esse mínimo descrito acima.
Assim, crescemos na experiência de Deus e na união da fé com o amor. Facilmente crescerá em nós o amor à Mãe de Jesus. Acrescentar-se-á uma grande devoção para com a Virgem Imaculada. Só em trazer-lhe o seu nome ao coração, já inspira-nos pureza. Invocá-la é pôr fim à tentação. Ao nos consagrar a Ela, Maria velará sobre nós como coisa e propriedade sua.
Mesmo caindo em tentação, seu coração é o refúgio dos pecadores. Ninguém melhor que a Virgem fiel para nos assegurar a perseverança.

Padre Luiz Carlos celebra missa na Paróquia Menino Jesus de Praga

segunda-feira, 16 de julho de 2018


    Na tarde deste domingo (15/07), o Padre Luiz Carlos, que ficou sete meses como diácono provisório na Menino Jesus, foi ordenado no último dia 09 de julho na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, celebrou na Paróquia Menino Jesus de Praga pela primeira vez, agora como sacerdote. 

    O Armadura do Cristão registrou esse momento de alegria para toda a comunidade. Ele seguirá sua missão agora como pároco na cidade de Alhandra.







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A prudência e o discernimento são dons do Espírito Santo

sexta-feira, 13 de julho de 2018

 

Deixemos que Deus descomplique aquilo que está confuso dentro de nós, para que tenhamos sempre discernimento e prudência

“Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas” (Mateus 10,16).

Ninguém conhece melhor o mundo do que Deus, o Senhor da nossa vida. Ele sabe, mais do que ninguém, como o mal entrou no mundo, como o mal está pervertendo as relações humanas, mas nós precisamos estar neste mundo, contudo, não podemos ser contaminados por ele. Precisamos estar neste mundo como ovelhas no redil de Jesus.

Jesus nos dá duas receitas muito práticas para não nos perdermos neste mundo. A primeira delas, com certeza, é a prudência. Não pode faltar prudência a um filho de Deus, não pode faltar prudência a um discípulo de Jesus. A prudência é, acima de tudo, ter a mente em alerta, o cuidado do que pode e do que não pode. Não podemos ser ingênuos e achar que, porque Deus está conosco, estamos livres de qualquer mal, que nada vai nos acontecer, que as pessoas são boazinhas. Há prudência no que falamos, com quem conversamos, naquilo que dizemos e fazemos, a hora e o momento. Muita coisa se perde por falta de prudência e cuidado.
Ser prudente não é ter medo exagerado – “Nada eu posso!”. A prudência é saber fazer as coisas certas na hora certa e do modo certo. Para que sejamos prudentes, precisamos nos aplicar na arte evangélica do discernimento, que é dom do Espírito Santo, pois é Ele que nos ajuda a distinguir o que parece ser a vontade de Deus, mas não é; o que parece ser de Deus, mas não é d’Ele; o que parece ser bom, tem aparência de bom, mas, no fundo, não é bom.
É a prudência que freia os impulsos da alma e do coração, porque estamos cheios de boa vontade, mas só ter boa vontade não basta, é preciso ter discernimento. Quanto mais nos aplicarmos em discernirmos as coisas, mais prudência teremos naquilo que realizamos.
Para ter prudência e discernimento é preciso ser simples como as pombas. Quanto mais complicados formos, menos prudência teremos; quanto mais nos enchemos de orgulho, de soberba e complicações, mais dificuldade temos em discernir o que é certo do que é errado, o que convém do que não convém.
Não compliquemos nem sejamos complicados. Deixemos que Deus descomplique aquilo que está confuso dentro de nós, para que tenhamos sempre discernimento e prudência no que devemos realizar.

Deus abençoe você!


Jesus busca a ovelha que está distante da casa do Pai

quarta-feira, 11 de julho de 2018

No coração da Igreja, enquanto houver uma ovelha distante, não podemos estar sossegados

“Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’” (Mateus 10,6-7).

O Mestre Jesus não descuida da ovelha que está perdida, pelo contrário, a sua preocupação, primeiramente, é com aquela que está afastada e distante da casa do Pai. Não podemos deixar de lado todos aqueles que estão se perdendo ao longo dos caminhos da vida.
Quando nos encontramos perdidos, Deus está nos procurando, querendo nos encontrar, porque Ele não nos quer perdidos, Ele nos quer encontrados, sobretudo, que nos encontremos com Ele, com a vida.
Quantas vezes nos perdemos nos caminhos da vida, perdemo-nos em nossos pensamentos, nos nossos sentimentos e afazeres, diante de tantos questionamentos e situações da vida. Perdemo-nos diante de tantas nebulosidades que enfrentamos ao longo da caminhada.
Precisamos parar, respirar fundo, sempre olhar para Jesus e não tirar d’Ele o nosso olhar. Jesus não nos perde, somos nós que nos perdemos d’Ele. A missão de cada um de nós é buscar as ovelhas perdidas da casa de Israel, a casa do Senhor, o coração da Igreja.
No coração da Igreja, enquanto houver uma ovelha distante, não podemos estar sossegados. Por isso, onde nós estivermos, precisando encontrar Deus, seja trabalhando, exercendo a nossa missão, a começar pela nossa casa, pela nossa família, pois há muitos perdidos no meio de nós, muitos que estão à procura de um sentido para a vida.
Não podemos julgar nem condenar as pessoas. Não podemos nos afastar delas. Não podemos tratar com desprezo e menosprezo aquele que vive uma situação de vida que, muitas vezes, não achamos correta. Aquele que não vai à igreja, que não vai à casa de Deus, não o podemos olhar como um condenado, mas como uma ovelha a ser encontrada.
Hoje, estou aqui, mas poderia também não estar. Poderia estar perdido e distante. Quem foi encontrado hoje poder estar perdido amanhã; quem está perdido hoje é uma ovelha a ser encontrada hoje e amanhã. O nosso apostolado é o apostado da misericórdia, é o apostolado daquele que vai procurar a ovelha do Senhor mais perdida, mais distante, que não desiste, não desanima nem desacredita.
Precisamos anunciar para todos que o Reino dos Céus está próximo.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Parabéns Dom Delson!

terça-feira, 10 de julho de 2018

O Armadura do Cristão deseja ao nosso Arcebispo muitas felicidades, saúde, paz, muita força para conduzir o rebanho a ele confiado e que o Espírito Santo de Deus desça sobre ele com toda força... Rezemos por ele!  

Ordenação Sacerdotal

 
          
                       Na noite desta segunda-feira, 9 de julho de 2018, na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves,foram ordenados cinco padres: Antônio Vicente, Carlos dos Santos, Luiz Carlos Nascimento, Ronaldo Lopes e Silvio Roberto. 
                  Em sua homilia, o Arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, falou sobre a importância do amor no serviço de ser sacerdote, “Aquele que é ordenado, esta sendo ordenado em Jesus, configurado em Jesus, mas Ele sempre pede que esta configuração se faça na dedicação e amor ao próximo. Vocês querem provar seu amor a Jesus? Sejam pacientes com os fiéis que apascentarão, sejam generosos, escutem suas dores, seus clamores, participem da vida deles, transformem suas trajetórias, pois o bom pastor cuida, ama, acolhe. Façam tudo com amor e alegria e sempre estarão felizes nessa vida de sacerdócio”, disse Dom Delson.
                     Estiveram presentes padres, diáconos e seminaristas, também o bispo emérito de Cajazeiras/PB, Dom José González, e o bispo emérito de Petrolina/PE, Dom Manoel dos Reis de Farias. 


Veja fotos:




 



http://armaduracristao.blogspot.com/2018/07/ordenacao-sarcedotal.html
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O Sangue de Cristo é fonte de cura e libertação

sexta-feira, 6 de julho de 2018

 

Fomos libertos pelo Sangue de Cristo 

Nesta quinta-feira meditamos sobre o Sangue de Cristo: fonte de cura e libertação, O comungamos em todas as Missas e, quando o Sangue de Cristo nos toca, Ele causa em nós uma restauração plena.
Sabemos que, antes de sacrificar-Se por nós em uma Cruz, Jesus sofreu tanto que foi até desfigurado. Foi um longo percurso para chegar na Cruz; e no caminho do Calvário, Ele contou com a ajuda de Simão, o Cirineu, que Lhe ajudou a carregá-la. 
Ao refletirmos essa situação, podemos nos questionar: “Quantas vezes já ajudamos alguém a carregar a ‘cruz’?”. Essa cruz pode ser uma pessoa doente, alguma situação problemática, etc.  
Situações como a que aconteceu com Cirineu, podem acontecer conosco, pois, Jesus pode aparecer em nossa vida e precisar de ajuda. Será que O ajudaríamos?

O Senhor age nos detalhes de nossa vida

Onde Deus agirá em nossa vida? No extraordinário? Não! Ele agirá no ordinário, ou seja, em situações corriqueiras. Ele fará essa experiência conosco por meio de experiências simples.
Se você juntar todos os momentos dedicados a Deus ao longo do seu dia, você verá que não será muito. Entretanto, será fora desses momentos que Ele se apresentará a nós. Ele intervém em nosso dia a dia, por isso, precisamos estar atentos a esses momentos.
Não há mais necessidade de sacrifícios de sangue após a entrega de Cristo na Cruz.
Muitos não acreditam que o Sangue de Cristo é o vinho transformado na Santa Missa. Mas, feliz somos nós que cremos nisso, porque, a fé é o fundamento da esperança.
A experiência com o Sangue de Cristo acontecerá ao abraçarmos o próximo, pois nele Jesus se faz presente.

Cristo nos levanta de todo o desânimo

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Coloquemos em Cristo a nossa confiança, porque Ele nos levanta de todo desânimo  e nos coloca em pé

“Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: ‘Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!'” (Mateus 9,2).

Jesus olha com muito amor e compaixão para a situação daquele paralítico, porque, estando paralisado em cima daquela cama, ele estava desanimado, sem forças nem ânimo para prosseguir, para ir adiante, para olhar para outra dimensão da vida.

Sabemos que, de fato, é isso que as paralisias realizam em nossa vida, e aqui não me detenho para a paralisia física, porque eu conheço algumas pessoas que têm algum tipo de paralisia no corpo, mas nada segura essas pessoas, pois elas têm fé, ânimo e ressuscitaram dessa situação que, um dia, paralisou sua vida. Eu conheço pessoas que têm duas pernas e o corpo perfeito, mas estão paralisadas pelo desânimo, pelo desencanto com a vida, estão paralisadas, porque passaram por algum momento de frustração na vida, foram derrotadas e impactadas por algo negativo que aconteceu.

Deus não nos quer paralisados, Ele não nos quer paralíticos, Ele quer que levantemos da cama, do leito e de tudo aquilo que têm colocado a nossa vida para baixo. Onde estamos colocando o nosso coração? Onde estamos colocando a nossa motivação e a nossa razão de viver?
Quando colocamos a nossa razão de viver, a motivação em coisas humanas e materiais, mais cedo ou mais tarde, conhecemos um profundo desânimo, e em algumas pessoas até um grande fracasso. As coisas materiais e as realidades humanas vão e vêm.

Colocamos no Senhor a nossa confiança, e a partir da nossa confiança n’Ele, caminhamos na vida sem nos apoiar em pessoas nem em coisas, realizando o que precisamos realizar, fazendo o melhor daquilo que precisamos fazer e não nos deixamos desanimar quando algo errado acontecer, quando alguma coisa não tiver êxito. Seremos sempre vitoriosos quando tivermos Cristo crucificado na cruz como nosso referencial de vida, pois Ele transforma toda a morte em ressurreição, todo o desalento em vida nova. Coloquemos em Cristo a nossa confiança, porque Ele nos levanta de todo o desânimo e nos coloca em pé.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A presença de Jesus afugenta o poder do mal

quarta-feira, 4 de julho de 2018

 

Não permitamos, de forma nenhuma, que os filhos de Deus fiquem largados ao acaso, ao poder do mal

“Jesus disse: ‘Ide’. Os demônios saíram, e foram para os porcos. E logo toda a manada atirou-se monte abaixo para dentro do mar, afogando-se nas águas” (Mateus 8,32).

Jesus vê dois homens possuídos pelo demônio que saíam dos túmulos. Esses homens estavam possuídos pelos demônios, e quando o demônio possui uma alma humana, ele a leva para uma situação infernal, diabólica. Ele inferniza a situação psicológica daquela pessoa a tal ponto, que a pessoa está à beira da morte.

O simbolismo de estarem saindo do cemitério significa que o demônio quer nos levar para o abismo da morte. Jesus, no entanto, não quer nenhum de nós presos, escravos nem dominados pelo maligno. Nenhum ser humano, nenhuma esfera da nossa vida nem dos nossos pensamentos, sentimentos e afetos pode ficar submissos ao poder do mal.
Onde está Jesus, os demônios são expulsos, são lançados fora. Eles tremeram quando viram a presença de Jesus, que afugentou o poder do mal.
Quando olhamos para a situação desses dois homens e para aquilo que Jesus fez por eles, tirando-os da opressão terrível e maligna, vemos uma figura simbólica, pois os demônios que são expulsos desses dois homens são mandados para a manada de porcos, porque o demônio é sujo.

Se os porcos são símbolo da impureza, do que é sujo, é para lá que os demônios são mandados. Aqueles porcos caíram rio abaixo, afogaram-se, e os donos deles ficaram assustados com o que aconteceu, porque estavam muito mais preocupados com os porcos do que com aqueles dois homens. É por isso que todos da cidade, preocupados com suas economias, expulsam Jesus dali. O Senhor fez um bem àquele homem, ainda que seja em prejuízo, a economia é representada pelos porcos.

Nada é mais importante do que salvar, purificar uma alma, cuidar dos filhos de Deus. Com todo o respeito à nossa cultura, que cuida dos animais, temos de cuidar deles, não podemos desprezá-los de forma nenhuma. Todo amor aos nossos animais! Mas não deixemos de cuidar, em primeiro lugar, da criatura humana, da pessoa humana. Não permitamos, de forma nenhuma, que os filhos de Deus fiquem largados ao acaso, ao poder do mal, à pobreza extrema, à miséria, ao descalabro da prostituição e das coisas terríveis deste mundo. 
Expulsemos toda ação do mal da vida humana. Essa foi a ação de Jesus, é o ministério d’Ele e precisa ser também a nossa ação e o nosso ministério.


Deus abençoe você!

O importante para a nossa fé é a experiência com Cristo

terça-feira, 3 de julho de 2018

Se quisermos que a nossa fé cresça, não a submetamos às realidades materiais

“Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” 
 (João 20,29).

Celebramos, hoje, a festa do apóstolo São Tomé, aquele que, após a Ressurreição de Jesus, disse: “Se não vir nas suas mãos o sinal dos pregos, e não puser o meu dedo no lugar dos pregos, e não introduzir a minha mão no seu lado, não acreditarei!” (João 20,25). Tomé é aquele que exige prova material, é aquele que precisa ver para crer, porque, se não vir, ele não acreditará.
No mundo materializado em que nos encontramos, muitas pessoas querem materializar a fé. E no que isso consiste? É, justamente, exigir provas materiais para aquilo que é espiritual, sobrenatural, para aquilo que os olhos humanos não podem alcançar. Não precisamos ver o sangue ou a carne vermelha para acreditar que a Eucaristia é o Corpo e o Sangue do Senhor. Se houve épocas e lugares distintos, os chamados milagres eucarísticos foram, na verdade, demonstrações sobrenaturais e milagrosas de Deus. Não precisamos, no entanto, nem desses milagres para acreditar na presença real de Jesus na Eucaristia. Precisamos da fé viva, verdadeira, madura e alimentada no Cristo Jesus.
Sou seguidor de Cristo desde menino, mas eu nunca vi Deus, nunca vi Nossa Senhora nem os anjos. Eu fecho os meus olhos para contemplar a presença de Deus em mim, no mundo em que estou, nas realidades que estou vivendo, mas não preciso nem quero nenhuma prova material.
Precisamos que Deus aja e transforme a nossa fé. Precisamos alimentá-la, porque não podemos cair na tentação da materialidade nem das provas materiais. Às vezes, olhamos para as pessoas nas redes sociais: “Olha, estão mandando fotos. Estou vendo um sinal aqui. Olha, uma marca no Céu! Olha a marca naquele lugar”. Tudo bem se para alguns aquilo é importante, mas isso não é fundamento de fé nem é importante para nós.
O importante para a nossa fé é a experiência com o Cristo vivo e ressuscitado, uma experiência real que não passa pela nossa necessidade de vermos, mas sim experimentarmos, não de forma material, mas na mística e na vida interior que temos.
Quanto mais vida interior, madura, real e concreta temos, menos precisamos de sinais humanos ou materiais. Quando a nossa relação com Cristo é verdadeira e autêntica, às vezes, nem sentimos nada, sentimos um vazio, uma dúvida: onde Deus está humana e psicologicamente? São os próprios sentimentos perguntando, porque não fizeram a experiência.
Santa Madre Teresa de Calcutá passou mais de 20 anos sem provar, até nos seus afetos, a presença de Deus, mas ela mesmo disse: “Foi o tempo onde eu tive mais fé, onde submeti a minha fé a Deus”.
Se quisermos que a nossa fé cresça, que ela seja madura e real, não a submetamos às realidades materiais, mas somente o crescimento da experiência mística e espiritual. É essa fé que nos faz chegar a Ele.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O desprendimento nos faz pessoas livres para o Evangelho

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Há necessidade do desprendimento, porque somos apegados, muitas vezes, às coisas superficiais

“Mestre, eu te seguirei aonde quer que tu vás” (Mateus 8, 19).
É o mestre da Lei que se aproxima do Mestre Jesus, colocando-se à disposição d’Ele para segui-Lo onde quer que Ele vá. Que beleza é a disposição do coração de cada um de nós também, de seguir Jesus, ir atrás d’Ele. Onde quer que Ele esteja, nós também queremos estar.
Não basta querer, é preciso também adequar-se e dispor-se a seguir as exigências desse seguimento; e, neste quesito, muitos começam, mas ficam para trás, desistem, desanimam, porque o caminho do seguimento é exigente. É preciso desprendimento e renúncia, duas palavras que parecem pesadas e difíceis para o tempo em que vivemos, mas ninguém consegue nada na vida se não tiver desprendimento nem renúncia.
Aquilo que vem fácil também vai fácil. Aquilo que vem com luta e desprendimento tem valor, sabemos valorizar, sabemos de sua importância. Eu sei como é valoroso aquele que levanta de madrugada para trabalhar, eu sei da importância do estudante que se sacrifica e dá tudo de si para conquistar o que precisa. Sei que muitos que recebem as coisas de “mão beijada” não sabem dar valor e não entram na essência daquilo que têm e daquilo que precisam conquistar.
É exigência da vida, mas é também exigência do Evangelho. Por que o Evangelho exige de nós desprendimento e renúncia? Primeiro, porque o nosso coração precisa, de fato, passar pela via da purificação, pois seguimos Jesus para alcançá-Lo, seguimos Jesus para que o nosso coração tome lugar da morada de Deus e Cristo seja o único tesouro da nossa vida e do nosso coração.
Não seguimos Jesus simplesmente para olhá-Lo, admirá-Lo, seguimos Jesus para nos tornarmos Seus discípulos. Para ser discípulo de Jesus é preciso passar pela purificação da escola d’Ele.
Há necessidade do desprendimento, porque somos apegados, muitas vezes, às coisas superficiais. Apegamo-nos a nossa casa, ao que temos, a tantas outras coisas, mas não nos prendemos ao essencial que o Mestre vai nos dar, que é o amor evangélico. É com esse amor que vamos amar a nossa família.
O desprendimento nos faz pessoas livres para o Evangelho, livres para Jesus, livres para aquilo que precisamos realizar. Não é a liberdade que o mundo nos dá, mas a liberdade que o Evangelho nos dá para não permitir que o nosso coração seja escravo de nada nem de ninguém.
Deus abençoe você!
Fonte: Canção Nova

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