Retiro de Carnaval da Comunidade Shalom - Entrada FRANCA

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014



Dias: 2,3 e 4 de Março
Horário: A partir das 8hrs
Preço: Entrada FRANCA

Local: Colégio Interactivo ( Rua de trás do Marista pio XI - Praça da Independência )

Há mais alegria no REVIVER João Pessoa

Para mais informações acompanhe as mídias do Shalom João Pessoa:

Juventude Shalom João Pessoa
Shalom João Pessoa

Retiro de Carnaval - Doce Mãe de Deus

RETIRO DE CARNAVAL 2014
DATA: 01 a 05 de Março de 2014
LOCAL: Centro de Evangelização Paulo Aragão - CDMD
PREGADORES: 
Padre Arlon Cristian (Canção Nova) e Padre Márcio José (Doce Mãe de Deus)
MODALIDADE: Retiro aberto, acampamento e alojamento

Retiro de Carnaval - Consolação Misericordiosa - Castelo Branco


Retiro de Carnaval - Casa da Paz

Retiro de Carnaval - Casa Monsenhor Catão


"A oração aplaca a ira de Deus, porquanto Deus perdoa logo a quem com humildade lhe pede, concede todas as graças pedidas, vence todas as forças do inimigo, em resumo, transforma os cegos em iluminados, os fracos em fortes, os pecadores em santos." — S. Lourenço
A oração deve-se sempre está presente em nossas vidas e durante o Retiro de Carnaval não será diferente!!!

JÁ ESTÁ CHEGANDO! Se ainda não fez sua pré-inscrição corre no site, que dá tempo, http://ow.ly/tKEZm. Ou liguem para Alan Diego (9654-1589) e Ingrid Cardoso (8837-2275) para mais informações.

Na catequese, Papa fala da unção dos enfermos

Francisco lembrou que a unção dos enfermos é o sacramento da compaixão de Deus com o sofrimento humano

Na catequese, Papa fala da Unção dos Enfermos
Unção dos enfermos. Este foi o sacramento sobre o qual o Papa Francisco refletiu, na catequese desta quarta-feira, 26, na Praça São Pedro. Trata-se do sacramento da compaixão de Deus com o sofrimento do homem no momento da doença e da velhice, explicou o Santo Padre.
Francisco recordou que Jesus ensinou Seus discípulos a terem Sua mesma predileção pelos enfermos e necessitados, confiando-lhes a tarefa de atendê-los em Seu nome por meio desse sacramento.
“Que alegria saber que, nos momentos de dor, não estamos sozinhos. O sacerdote e a comunidade cristã, reunida junto ao que sofre, alimentam sua fé e sua esperança”, disse.
Nesse contexto de ajuda e compaixão para com os doentes, o Pontífice citou como exemplo a parábola do Bom Samaritano, que cuidou de um homem sofredor encontrado pelo caminho. O Bom Samaritano cuidou das feridas do homem e, depois, o confiou a um hospedeiro, sem pensar nos gastos, para que continuasse cuidando dele.

“Ora, quem é este hospedeiro? É a Igreja, a comunidade cristã, somos nós, aos quais, todos os dias, o Senhor Jesus confia aqueles que estão aflitos, no corpo e no espírito, para que possamos continuar a derramar sobre eles, sem medida, toda a Sua misericórdia e a Sua salvação”.

Aos que consideram o sofrimento e a doença como um tabu, o Papa lembrou que Jesus mostra, com a unção dos enfermos, que o ser humano pertence a Ele. Nesse sentido, este sacramento, considerado em verdade, é a presença de Jesus próximo ao doente.

“Cristo nos toma pela mão e nos lembra que pertencemos a Ele, que nada nem ninguém, nenhum mal, nem sequer a morte poderá nos separar d’Ele”.

No momento das saudações, Francisco dirigiu algumas palavras aos peregrinos de língua portuguesa. 
“Em cada um dos sacramentos da Igreja, Jesus está presente e nos faz participar da Sua vida e da Sua misericórdia. Procurem conhecê-lo sempre mais para poderem servi-lo nos irmãos, especialmente nos doentes. Sobre vós e sobre vossas comunidades, desça a bênção do Senhor!”.

Fonte: Canção Nova

CNBB disponibiliza material da CF 2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

 
Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014, como o manual, texto- base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, entre outros, estão disponíveis nas Edições CNBB. No site da Conferência é possível baixar os spots para rádio e tv, cartaz da campanha, a oração e apresentações do texto-base.

O cartaz da CF 2014 traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os spots têm duração de 30 segundos e podem ser veiculados pelas emissoras de rádio e tv interessadas. Os demais produtos são adquiridos pelo site: www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.

Formação

Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
Significado do cartaz

1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.

2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra, na parte superior do cartaz, expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.

3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.

4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014).

100 Anos da Arquidiocese da Paraíba

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

 
 O Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, presidiu neste sábado, dia 22 de fevereiro, no Adro da igreja de São Francisco, no Centro de João Pessoa, a Solene Celebração comemorativa dos 100 anos de elevação da Diocese da Paraíba ao título de Arquidiocese da Paraíba e sede da Província Eclesiástica (1914-2014) e de encerramento do primeiro Sínodo Diocesano.



 Fotos: Crédito Sebastião Nunes

Papa em homilia: seguir Jesus é ter uma casa, é ter a Igreja

 
Seguir Jesus não é “uma ideia”, mas um contínuo “permanecer em casa”, na Igreja, onde Cristo sempre traz alguém de volta, mesmo quem se afastou d’Ele. Esse foi o ensinamento do Papa Francisco, na Missa desta segunda-feira, 24, na Casa Santa Marta.
A reflexão partiu do Evangelho do dia, que relata o episódio em que Jesus livrou um menino de um espírito impuro. O cenário era de desordem, explicou o Papa, uma multidão rodeava o local, o pai do menino estava desesperado e pediu a ajuda de Jesus.
Dessa passagem, Francisco destacou o gesto piedoso de Jesus, que não só realizou a cura, mas se abaixou para erguer o menino que havia sido curado. “Jesus, quando cura, quando vai até o povo e cura uma pessoa, nunca a deixa sozinha. A cada um faz voltar ao seu lugar, não o deixa pelo caminho. São gestos belíssimos do Senhor!”.
O Papa lembrou que Jesus não veio do Céu sozinho, mas é Filho de um povo, é a promessa feita a um povo. Dessa forma, seus gestos ensinam que cada cura, cada perdão sempre fazem o ser humano voltar ao seu povo, que é a Igreja.
Francisco prosseguiu dizendo que Cristo sempre perdoa, e Seus gestos, às vezes, parecem revolucionários ou inexplicáveis, principalmente quando o Seu perdão se dirige àqueles que se afastaram d’Ele. Mas quando lhes perdoa, Jesus os faz voltar à casa, ressaltou o Papa.
“Assim, não se pode entender Jesus sem o povo de Deus. É um absurdo amar Cristo sem a Igreja, ouvi-Lo, mas não a Igreja; seguir Cristo à margem dela”, enfatizou Francisco, citando mais uma vez o Papa Paulo VI: “Cristo e a Igreja são unidos”.
Dessa forma, os gestos de ternura de Jesus fazem entender que a Doutrina Católica ou o “seguir Cristo” não é uma ideia, mas sim um contínuo “permanecer em casa”. E se, às vezes, acontece de alguém sair de casa por causa de um pecado, de um erro, a salvação é voltar para casa, com Jesus na Igreja.
“São gestos de ternura. Um a um, o Senhor nos chama, assim, para dentro de Sua família, a nossa mãe, a Santa Igreja. Pensemos nesses gestos de Jesus”.

Fonte: Canção Nova

Armadura do Cristão apoiando Campanha de doação de Sangue

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Na manhã deste sábado(22/02), o Armadura do Cristão, junto com o Rotary Bancários, Hemocentro, e Projeto Sangue de Nossas Veias apoiou a campanha de doação de sangue no Parque Solon de Lucena(Lagoa).
Fabyana Albuquerque(Armadura do Cristão) deu a sua contribuição na campanha fazendo, pela primeira vez, a doação de sangue na unidade móvel do Hemocentro.
 
Testes anteriores à doação de sangue

Junto ao Rotary Bancários

Com essa atitude, a mais nova doadora vai poder, com 450ml de sangue, salvar 4 vidas!


Monsenhor Nereudo é o novo ecônomo da CNBB

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

O sacerdote da arquidiocese de Paraíba, monsenhor Nereudo Freire Henrique, assume a função de ecônomo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Com especialização em Gestão Empresarial pela  Fundação Getúlio Vargas (FGV), monsenhor Nereudo ocupava a mesma atividade na arquidiocese.

O contrato de parceria entre a arquidiocese de Paraíba e a CNBB foi assinado em Brasília (DF), no dia 04 fevereiro de 2014, durante reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep). O arcebispo de Paraíba, dom Aldo Pagotto apresentou o novo ecônomo que recebeu as boas-vindas do secretária geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner.
Formação
O novo ecônomo é bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap); pós-graduado em Psicopedagogia pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora da Conceição (RS); MBA em Gestão de Pessoas pelo Centro Universitário de João Pessoa (Unipê). É autor de livros na área de administração paroquial e gestão eclesial, tendo artigos publicados sobre esses assuntos.


Fonte: CNBB

Cardeal Brasileiro Dom Damasceno é nomeado para a presidência do Sínodo da Família


O papa Francisco nomeou hoje, 21, o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, para a presidência do Sínodo Extraordinário sobre a Família, que ocorrerá de 9 a 15 de outubro, no Vaticano.
Foram nomeados também para compor a presidência do Sínodo Extraordinário: o arcebispo de Paris, cardeal André Vingt-Trois (ao centro), e o arcebispo de Manila, cardeal Luis Antonio Tagle (à direita). Os três cardeais serão responsáveis por acompanhar a preparação dos trabalhos do Sínodo que tratará dos desafios pastorais da família, no contexto da evangelização.
No ano passado, o papa enviou às paróquias de todo o mundo o “Documento Preparatório” do próximo Sínodo, com 35 questões, sobre a família. As Conferências Episcopais já repassaram as contribuições ao Vaticano.

Fonte: CNBB

13 anos da criação cardinalícia de Jorge Mario Bergoglio

Caros amigos, hoje decorre o aniversário de 13 anos da criação cardinalícia de Jorge Mario Bergoglio. Em 21 de fevereiro de 2001, Papa Francisco fora criado e publicado Cardeal pelo então Papa João Paulo II.


Eucaristia, remédio para as doenças espirituais



O remédio para acabar com as doenças espirituais que nós, infelizmente, adquirimos é a Eucaristia. É o próprio Corpo e Sangue, Alma e Divindade do Nosso Senhor Jesus Cristo, remédio eficaz para o corpo e para a alma. Ao comungar o Corpo do Senhor descontaminamos nosso corpo e nossa alma; nossos pensamentos, sentimentos, ideias e fantasias serão purificados. A descontaminação acontece pela Eucaristia.
Além de recebermos Jesus Eucarístico, é preciso adorá-Lo no Santíssimo Sacramento. Seja adorador! Se, por vários motivos, você não puder permanecer por muito tempo em adoração, passe pelo menos cinco minutos por dia diante de Jesus no sacrário.
Adorar ao Senhor é reconhecê-Lo como Deus, como o Criador e o Salvador, o Senhor e Mestre de tudo o que existe, o Amor infinito e misericordioso. "Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele prestarás culto" (Lc 4,8), diz Jesus, citando o livro do Deuteronômio (6,13).

Monsenhor Jonas Abib

Fonte: Canção Nova

Papa inicia consistório com alertas em defesa da família

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O Papa Francisco iniciou, nesta quinta-feira, 20, os trabalhos do consistório extraordinário que reúne os cardeais no Vaticano, entre hoje e amanhã. Na pauta do encontro, esteve a temática da família.

“Hoje, a família é desprezada, é maltratada, e o que nos é pedido é reconhecer como é belo, verdadeiro e bom formar uma família, ser família hoje; quanto é indispensável para a vida do mundo, para o futuro da humanidade”, declarou o Pontífice.

Segundo o Papa, os trabalhos destes dois dias devem colocar em evidência o plano luminoso de Deus para a família. “Ajudemos os esposos a vivê-lo com alegria ao longo dos seus dias, acompanhando-os em meio a tantas dificuldades”, acrescentou.

Francisco sublinhou que a família é “a célula fundamental da sociedade humana”, convidando os participantes, nesta reunião, a ter sempre presente a beleza da família e do matrimônio, a grandeza desta realidade humana, tão simples e, ao mesmo tempo, tão rica, feita de alegrias e esperanças, de fadigas e sofrimentos, como o é toda a vida.

“Desde o início, o Criador colocou a sua bênção sobre o homem e a mulher para que fossem fecundos e se multiplicassem sobre a terra; assim, a família se torna presente, no mundo, como reflexo de Deus, Uno e Trino”, precisou.

Em ano de assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos, dedicada a este tema, o Papa defendeu a necessidade de aprofundar a teologia da família e a pastoral que se deve implementar nas condições atuais.

“Façamo-lo com profundidade e sem cairmos na ‘casuística’, porque decairia, inevitavelmente, o nível do nosso trabalho”, apelou.

Os trabalhos da reunião extraordinária vão continuar com uma intervenção do cardeal Walter Kasper. Francisco não deixou de fazer sua saudação e agradecimento aos cardeais presentes.

“Saúdo-vos cordialmente e, convosco, agradeço ao Senhor que nos proporciona estes dias de encontro e trabalho comum. Damos as boas-vindas de forma particular aos irmãos que vão ser criados cardeais, no sábado, e acompanhamo-los com a oração e a estima fraterna”, disse Francisco.

Discurso do Papa na íntegra aos cardeais.
Com informações de Canção Nova Notícias
Da redação do Portal Ecclesia.

Em homilia, nesta manhã, Francisco destacou que tentações são infecções que matam e só podem ser vencidas a partir da Palavra de Deus

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Escutar a Palavra de Deus para resistir à tentação, diz Papa
Resistir à sedução das tentações é possível somente quando se escuta a Palavra de Jesus. Esta foi a reflexão do Papa Francisco na homilia realizada, nesta terça-feira, 18, na Casa Santa Marta. Apesar das fraquezas humanas, o Santo Padre lembrou que Cristo sempre dá confiança ao homem e abre para ele um horizonte mais amplo que os limites dele.
Francisco destacou que a tentação se manifesta como uma atração inofensiva, mas acaba por se transformar em uma gaiola. Ele reafirmou o que diz São Tiago na primeira leitura do dia: a verdade é que Deus nunca tenta o homem, cada um é tentado por suas próprias paixões, por suas fraquezas internas.
São três as características da tentação, segundo o Pontífice: a tentação cresce, contamina e se justifica. No ato de crescer e contagiar, ela fecha o homem em um ambiente de onde ele não pode sair com facilidade. Ao cair em tentação, o homem não escuta a Palavra de Deus.
“A tentação nos fecha, tira a nossa capacidade de previsão, fecha todo o horizonte e, assim, leva-nos ao pecado. Quando somos tentados, somente a Palavra de Deus nos salva. Ele sempre está disposto a nos ensinar como sair da tentação. E Jesus é grande não só porque nos faz sair da tentação, mas porque nos dá confiança”.
Essa confiança, segundo afirmou o Papa, é uma grande força quando somos tentados, é uma certeza de que Deus sempre espera pelo homem, abre-lhe horizontes. Em vez disso, acrescentou Francisco, o diabo fecha horizontes. Para não se deixar aprisionar é preciso, segundo o Papa, escutar a Palavra de Jesus.
“Essa Palavra nos salvará de cair em pecado no momento da tentação”.


“Fofocas podem matar. Nada de fofocas”, pede Papa no Angelus

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014


No Angelus deste domingo, 16, Papa Francisco comentou a atitude de Jesus em relação à lei judaica, destacando o significado do pleno cumprimento da Lei e da justiça superior. O Santo Padre enfatizou a necessidade de todos se reunirem em torno do mandamento maior de Deus: o mandamento do amor.

As reflexões partiram do Evangelho do dia, em que se esclarece o objetivo de Jesus: levar à plenitude os mandamentos que Deus havia dado a Moisés, o que requer uma justiça superior.

Como exemplo, ele lembrou o que Jesus disse sobre o quinto mandamento, “Não matarás”. Jesus recorda que também as palavras podem matar, disse o Papa.

“As fofocas podem matar. É tão bruto fofocar. No final, enche o coração de amargura e envenena também nós (…) Portanto, não só não se deve atentar contra a vida do próximo, mas também não lançar sobre ele o veneno da ira. Jesus propõe a quem O segue a perfeição do amor: um amor cuja única medida é não ter medida, ir além de todos os cálculos”, disse o Papa.

Francisco explicou que, a partir disso, é possível entender que Jesus não dá importância simplesmente à observância disciplinar e à conduta externa, mas é preciso ir à raiz da lei, com foco na intenção e no coração do homem. Este é o lugar do qual se originam as ações boas ou más.

“Para ter comportamentos bons e honestos não bastam as normas jurídicas, mas são necessárias motivações profundas, expressão de uma sabedoria oculta, a Sabedoria de Deus, que pode ser acolhida graças ao Espírito Santo”.

Concluindo as reflexões, o Santo Padre lembrou que, à luz destes ensinamentos de Jesus, cada preceito revela seu pleno significado como exigência de amor.  Assim, todos devem se reunir no maior mandamento: amar a Deus com todo o coração e o próximo como a si mesmo.
Texto na íntegra do Angelus deste domingo.

Com informações de Canção Nova Notícias
Da redação do Portal Ecclesia.

Shalom lança Campanha de Oração pelo Papa Francisco

 
“Eu Rezo Pelo Papa” já obteve quase dez mil curtidas no Facebook em 5 dias de atividade. Foram criadas hastags em 7 línguas. “Rezem por mim” é o pedido constante do Papa Francisco. É assim que ele termina suas mensagens, intervenções e orações. No dia da eleição protagonizou um gesto comovente: inclinou-se e pediu que em silêncio os presentes na Praça de São Pedro rezassem por ele.

Motivados por esta súplica constante do Pontífice, a Comunidade Católica Shalom mobiliza uma campanha de oração pelo Papa. O nome da iniciativa diz o compromisso de quem adere à ação: “Eu Rezo Pelo Papa”.

A Fanpage criada no dia 3 de fevereiro já conta com mais de 9 mil curtidas até a conclusão deste texto. Na página, os participantes declaram que rezam pelo papa e oferecem terços, missas e outras devoções como intercessão pelos trabalhos do pontífice.

Para aderir basta rezar por Francisco e publicar o conteúdo no Facebook, Twitter, Instagram com a hashtag#EuRezoPeloPapa. As hashtags também estão disponíveis em mais outras seis línguas: inglês: #IprayForthePope, italiano: #IoPregoPerIlPapa, espanhol: #YoRezoporElPapa, húngaro: #Pápáértimádkozok, francês: #jepriepourlepape, alemão: #IchbetefürdenPapst.

“Queremos motivar as pessoas a rezarem pelo Papa. É uma forma de apoiá-lo em sua missão. Esta é uma iniciativa voltada para todos aqueles que gostam de Francisco”, explicou João Edson Queiroz, membro do Conselho Geral do Shalom e um dos responsáveis pela iniciativa. Ainda segundo Queiroz, a meta é que até o final do mês a página chegue a 20 mil seguidores.

Fazem parte da história da Comunidade Católica Shalom o amor, zelo, obediência e intercessão pelos Papas. Foi aos pés do Beato João Paulo II, durante uma celebração eucarística, que Moysés Azevedo, fundador da instituição, ofereceu sua vida pela evangelização dos jovens em 9 de julho de 1980.

Durante o anúncio da renúncia do Papa emérito Bento XVI, a comunidade encontrava-se em Retiro de carnaval no ginásio Paulo Sarate, ocasião em que já começaram a rezar pelo novo Papa.

Durante o período da Sé Vacante foi orientado para os membros da instituição um tempo especial de oração pela eleição do novo Papa que viria ser o Cardeal Bergoglio. “Rezar pelo Papa e suas intenções é um dever nosso como cristão, como ovelhas que são guiadas pelo seu pastoreio”, disse João Edson.

O fundador da Comunidade, Moysés Azevedo, é recebido em audiência pelo Papa Francisco nesta sexta-feira, 14, na Casa Santa Marta.


Com informações da Rádio Vaticano
Da redação do Portal Ecclesia.

Um Papa chamado Francisco: recorde a escolha do nome de pontificado

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

 Um Papa chamado Francisco: recorde a escolha do nome de pontificado
O ano de 2013 foi dos Franciscos: do Papa e das crianças que receberam o nome em homenagem a ele. Somente no Estado de São Paulo, 30% das crianças  registradas de março a dezembro receberam esse nome. Francesco Sávio Vanderlei de Oliveira  tem 10 meses e recebeu o primeiro nome em homenagem ao Pontífice argentino. A ideia foi do pai do garoto, Frederico Henrique de Oliveira, que estava na Praça São Pedro no momento do Habemus Papam. A esposa, Edilma Oliveira, estava grávida de 8 meses.
“Quando ele foi eleito, e apareceu aos milhares de fiéis e falou com muita simplicidade,  principalmente quando pediu que o povo rezasse por ele, aquilo foi uma experiência muito forte e fui às lágrimas ali na Praça de São Pedro e me perguntava: que homem é esse?”, conta Frederico.
Já para o Papa, a escolha foi para homenagear o Santo de Assis e a decisão precisou ser quase imediata. O Cardeal Bergoglio teve apenas alguns minutos após o fim da contagem dos votos dos cardeais para escolher seu nome de pontificado.
Ele mesmo conta como escolheu o nome ao receber uma “dica” de um amigo do Colégio Cardinalício. O cardeal brasileiro, Dom Cláudio Hummes, que estava sentado ao lado de Bergoglio durante o Conclave, ao perceber que as votações já haviam atingido os 2/3 necessários para eleger o Papa, cumprimentou-o.
“Ele abraçou-me, beijou-me e disse-me: ‘Não te esqueças dos pobres!’.  E aquela palavra gravou-se-me na cabeça: os pobres, os pobres. Logo depois, associando com os pobres, pensei em Francisco de Assis. Em seguida pensei nas guerras, enquanto continuava o escrutínio até contar todos os votos. E Francisco é o homem da paz. E assim surgiu o nome no meu coração: Francisco de Assis”, contou o Papa na primeira audiência que teve com os jornalistas.
O Pontífice brinca ainda com as sugestões recebidas dos colegas cardeais. “Mas, tu deverias chamar-te Adriano, porque Adriano VI foi o reformador; e é preciso reformar. Outro disse-me: ‘Não! O teu nome deveria ser Clemente’. Mas porquê?. ‘Clemente XV! Assim vingavas-te de Clemente XIV que suprimiu a Companhia de Jesus!’. São brincadeiras”, disse Francisco.
Em programa na TV Canção Nova, Dom Cláudio Hummes comentou o grande dom para Igreja que é o pontificado de Francisco.  Destacou que escolha do nome é  um programa de vida, um programa de Igreja. Dom Hummes falou ainda que a experiência do Cardeal Bergoglio em Buenos Aires na Argentina foi uma preparação para o pontificado.
Nome de pontificado
O especialista em informação religiosa, Andrea Gagliarducci, conta que a escolha de Bergoglio tem como pano de fundo a devoção do próprio fundador dos jesuítas, ordem à qual pertence o Papa. Segundo a história, Inácio de Loyola tinha Francisco de Assis como modelo de vida e até desejou imitar o santo.
“Tanto é  que,  no início, Inácio quis assumir  a pobreza absoluta dos franciscanos, uma ideia que mais tarde tomou outros rumos, pois o objetivo da Companhia de Jesus era diferente da ordem franciscana”, explica Andrea.
De acordo com o especialista, não há um motivo específico para que até hoje não tenha sido escolhido por nenhum pontífice o nome Francisco, uma vez que o Santo seja tão querido e famoso em todo mundo.
“De modo geral, escolhia-se um nome com base na devoção, porém com o tempo, os Papas começaram a escolher o nome com base em um programa de pontificado”, explica Andrea, reafirmando a opção do Cardeal argentino.
“Para mim, é o homem da pobreza, o homem da paz, o homem que ama e preserva a criação; neste tempo, também a nossa relação com a criação não é muito boa, pois não? [Francisco] é o homem que nos dá este espírito de paz, o homem pobre… Ah, como eu queria uma Igreja pobre e para os pobres!”, conclui o Pontífice apontando de que modo irá caminhar.
Na história da Igreja, a escolha de um novo nome para o Papa  teve início no século VI com a eleição de Mercúrio como pontífice. O nome, por lembrar um deus pagão, não era adequado a um Papa, surgiu então a ideia de mudar para João.
A partir daí, não como uma regra, os Papas começaram a optar pela mudança. Os mais utilizados foram João, Clemente e Pio. Curiosamente, o nome Pedro, do primeiro apóstolo, nunca foi escolhido, segundo o especialista, em respeito à grandeza do primeiro Papa.

Ação Social na Comunidade do Timbó

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

 
 A ação social na comunidade do Timbó, coordenado pela FAC, envolvendo em torno de 12 secretarias e órgãos do governo do Estado da PB, beneficiou moradores daquela Comunidade na manhã desta quarta-feira(12/02). 



O Armadura do Cristão esteve presente,registrando todo o trabalho, juntamente com o Padre Marcondes, que foi homenageado pelo serviço prestado à aquela comunidade.


  

  A Banda da Briosa Polícia Militar do Estado da Paraíba abrilhantou a ação com sua apresentação




http://armaduradcristao.blogspot.com.br/2014/02/acao-social-na-comunidade-do-timbo.html 
Clique na imagem acima e veja mais fotos da ação social na Comunidade do Timbó

Na catequese, Papa fala da relação da Eucaristia com a vida

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014



Como se vive a Eucaristia? A resposta a esta pergunta foi o tema abordado pelo Papa Francisco na catequese desta quarta-feira (12) na praça São Pedro. O Santo Padre falou da necessidade de participar da Eucaristia tendo atenção para com os mais necessitados, vendo neles a face de Cristo.

Confira:

Na semana passada, Francisco já havia falado da Eucaristia, que estabelece a comunhão entre o homem e Cristo. Hoje, o Papa falou de três sinais que indicam se o sacramento é bem vivido ou não pelos fiéis.

O primeiro sinal é a consideração pelos outros. Francisco lembrou que toda a vida de Cristo foi um ato de partilha, por amor ao ser humano. Ele questionou, a partir desse exemplo, como é a atitude dos cristãos na missa.

"Agora nós, quando participamos da missa, encontramos com homens e mulheres de todo tipo, mas a Eucaristia que celebro leva-me a senti-los todos como irmãos e irmãs? Impele-me a andar rumo aos pobres, marginalizados? Ajuda-me a reconhecer neles a face de Jesus?".

Como exemplo, o Papa citou algumas situações sociais de dificuldade em Roma, como o sofrimento com a chuva, com a falta de emprego. Ele questionou se os fiéis se preocupam realmente com essas pessoas ou se na missa a preocupação é só em reparar na roupa das pessoas, como acontece muitas vezes.

O segundo indício de uma boa vivência da Eucaristia é a graça de sentir-se perdoado e pronto a perdoar. "Quem celebra a Eucaristia não o faz porque quer parecer melhor que os outros, mas porque se reconhece sempre necessitado de ser acolhido pela misericórdia de Deus feita carne em Jesus Cristo. Devemos ir à missa humildemente, como pecadores", disse.

O Pontífice falou, por fim, da relação entre a celebração eucarística e a vida das comunidades cristãs. Ele ressaltou a necessidade de ter sempre em mente que a Eucaristia não é uma comemoração humana do que Cristo fez, mas é uma ação do próprio Cristo.

"É um dom de Cristo que se torna presente e nos acolhe para nutrir-nos", disse o Papa, enfatizando a necessidade de coerência entre a liturgia e a vida.

Com informações de Canção Nova Notícias.
Da redação do Portal Ecclesia.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014


Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.
“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.
Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado, e, em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.
Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e Sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes. E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local.
Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários Papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Francisco para nos alertar sobre este chamado.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Papa convida a redescobrir sentido do sagrado na Missa

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

 
Redescobrir o sentido do sagrado, o mistério da presença real de Deus na Missa. Este foi o convite do Papa Francisco, durante a Missa, nesta segunda-feira, 10, na Casa Santa Marta.

A Primeira Leitura do dia fala de uma teofania (manifestação) de Deus nos tempos do rei Salomão. O Papa comentou que o Senhor fala ao Seu povo de vários modos: por meio de profetas, sacerdotes, da Sagrada Escritura; mas a manifestação do Senhor, na Missa, é uma presença mais próxima, sem mediações.

“Isto acontece na Celebração Litúrgica. Esta não é um ato social, não é uma reunião de crentes para rezar juntos. É uma outra coisa. Na liturgia, Deus está presente, é uma presença mais próxima. Na Missa, de fato, a presença do Senhor é real, propriamente real”.

Francisco explicou que a celebração da Missa não é uma representação da Última Ceia, é propriamente a Última Ceia. É viver outra vez a Paixão e a Morte redentora do Senhor. Ele se faz presente, no altar, para ser oferecido ao Pai para a salvação do mundo.

“Nós ouvimos ou dizemos: ‘Mas eu não posso, agora preciso ir à Missa, preciso ouvir a Missa’. A Missa não se ‘ouve’, participa-se deste mistério da presença do Senhor entre nós”.

O Papa lembrou que, infelizmente, muitas vezes, as pessoas olham para o relógio na Missa, “contam os minutos”, o que não é uma atitude que a liturgia pede. “A liturgia é tempo de Deus e espaço d’Ele, e nós devemos nos colocar ali, no tempo de Deus, no espaço d’Ele, e não olharmos o relógio”.

Entrar no mistério de Deus é o significado da liturgia, explicou o Santo Padre. “Por exemplo, tenho certeza de que todos vocês estão aqui para entrar no mistério, porém, talvez alguém diga: ‘Ah, eu devo ir à Missa na Santa Marta, porque, na agência turística de Roma, está visitar o Papa na Santa Marta todas as manhãs. É um lugar turístico, não? (risos). Todos vocês vêm aqui, nós nos reunimos aqui para entrar no mistério: é esta a liturgia”.

O Papa concluiu a homilia dizendo que todos peçam a Deus a graça do sentido do sagrado, sentido que faz o homem entender que uma coisa é rezar em casa, rezar na Igreja, ler a Bíblia, e outra coisa é a Celebração Eucarística.

“Na Celebração nós entramos no mistério de Deus, naquele caminho que nós não podemos controlar: somente Ele é o único, Ele é a alegria, o poder, Ele é tudo. Peçamos esta graça: que o Senhor nos ensine a entrar no mistério de Deus”.

Com informações de Canção Nova Notícas
Da redação do Portal Ecclesia.

Anunciar o Evangelho com humildade, pede Papa em homilia

domingo, 9 de fevereiro de 2014


Anunciar o Evangelho sem tirar proveito da condição de cristãos. Foi o que afirmou o Papa Francisco em missa nesta sexta-feira (7) na Casa Santa Marta. O Santo Padre desenvolveu sua homilia a partir do martírio de João Batista e destacou que, como ele, o verdadeiro discípulo de Cristo segue o caminho da humildade sem apropriar-se da profecia.

A trágica morte de João Batista é relatada no Evangelho do dia. Francisco recordou sua vida dedicada ao anúncio do Evangelho, seu empenho para a conversão de todos, sem apropriar-se de sua autoridade moral. João foi um homem de verdade, que imitou Cristo na humildade, rebaixando-se até a morte, disse Francisco.

Assim como Cristo, João teve uma morte humilhante, momentos de angústia no cárcere, experimentando a escuridão da alma. Mas Jesus respondeu a Ele, assim como o Pai respondeu a Jesus, confortando-o.

"Anunciador de Jesus Cristo, João não se apropria da profecia, ele é o ícone de um discípulo", disse o Papa. A fonte deste comportamento de João Batista está no encontro de Maria e sua prima Isabel, quando João pulou de alegria no ventre de sua mãe. Francisco explicou que aquele encontro encheu de alegria o coração de João e o transformou em discípulo.

Segundo o Papa, fará bem aos homens de hoje questionar-se sobre seus discipulados: se é um anúncio de Jesus ou se aproveita-se da condição de cristãos como se fosse um privilégio.

"Seguimos no caminho de Jesus Cristo? O caminho da humilhação, da humildade, do rebaixamento para o serviço? E se nós chegamos à conclusão de que não estamos firmes nisto, perguntemo-nos: 'Mas quando foi o meu encontro com Jesus Cristo, aquele encontro que me enche de alegria?' E voltar ao encontro! Reencontrar o Senhor e seguir adiante por este caminho tão belo, no qual Ele deve crescer em nós e nós sermos diminuídos".

Com informações de Canção Nova Notícias.
Da redação do Portal Ecclesia.

Um Lençol por um Abraço - Projeto Semente de Mostarda

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

http://armaduradcristao.blogspot.com.br/2014/02/um-lencol-por-um-abraco-projeto-semente.html
Quer ganhar uma camisa do Projeto Semente de Mostarda?
PRECISAMOS DE LENÇÓIS! LENÇÓIS BRANCOS!
(leia o texto completo e saiba como fazer a sua doação)
Precisamos de lençóis para cobrir de calor e ternura nossos pacientes do Hospital São Vicente de Paulo!
É fácil DOAR, apenas sinta um pouco de frio ou vergonha!
Quem sabe Jesus não está em uma dessas enfermarias!
Eu, por outro lado, digo: Ele está em todas e também em você!

Um paciente doou duzentas camisas do PSM....quero premiar os duzentos primeiros doadores de lençóis com uma camisa do Projeto de Deus!
TROCO UMA CAMISA POR SUA SOLIDARIEDADE

ONTEM E HOJE EU VI UMA ESPERANÇA NAS PAREDES DO HOSPITAL E ELA SE PARECIA COM VOCÊ!
(Klécius Leite Fernandes)


SAIBA COMO DOAR:
Vá ao Hospital São Vicente de Paulo e procure a administração, em nome do Projeto Semente de Mostarda.
Av. João Machado - Nº 1234 - Centro - João Pessoa/PB CEP: 58013-522
Fone: (83) 2107-9500

Transposição do Rio São Francisco - Padre Djacy Brasileiro



Padre Djacy Continua a sua luta clamando às autoridades pela continuidade e conclusão das obras da transposição do Rio São Francisco. O blog Armadura do Cristão, solidário com a causa do Padre conhecido como "Profeta do Sertão", fez o registro do apelo deste defensor dos menos favorecidos e esquecidos nos recantos mais secos do nosso sertão.

Quinze minutos diante do Santíssimo Sacramento

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014



Muitas vezes, nós nos colocamos diante de Jesus presente na Eucaristia, mas, envolvidos com nossos problemas e nossas tribulações, não aproveitamos esses momentos preciosos diante de Deus Vivo. Padre Antônio Maria Claret (1807-1870), fundador dos claretianos, desenvolveu textos que nos levam a uma profunda intimidade com o Senhor na oração. Deve-se fazê-la, diante do Santíssimo, por um período mínimo de quinze minutos, se possível diariamente.

Inicie sempre sua oração procurando ouvir a voz de Jesus dizendo-lhe:

 
"Não é preciso, meu filho, saber muito para me agradar, basta amar-me fervorosamente. Fala-me, pois, de uma maneira simples, assim como falarias com o mais íntimo dos amigos...

Tens algum pedido em favor de alguém?

Menciona-me teu nome e dize-me o que desejas que Eu te faça. Pede muito. Não receies pedir. Conversa comigo, simples e francamente, sobre os pobres que gostarias de consolar, sobre os doentes que vês sofrer, sobre os desencaminhados que tanto desejas ver novamente no caminho certo. Dize-me a favor deles ao menos uma palavra.


"não esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário"



E tu, não precisas de alguma graça?


Dize-me abertamente que te reconheces orgulhoso, egoísta, inconstante, negligente... e pede-me, então, que Eu venha em teu auxílio nos poucos ou muitos esforços que fazes para te livrares destas faltas. Não te envergonhes! Há muitos justos, muitos santos no céu que tinham exatamente os mesmos defeitos que ti. Mas pediram com humildade e, pouco a pouco, se viram livres deles. Tampouco deixes de me pedir saúde, bem como resultados nos teus trabalhos, nos teus negócios ou estudos. Posso dar-te e realmente te darei tudo isso, contanto que não se oponha à tua santificação, mas, antes, a favoreça. Mas quero que o peças. Do que necessitas precisamente hoje? Que posso fazer por ti? Ah, se soubesses quanto Eu desejo ajudar-te!

Andas preocupado com algum projeto?

Conta-me. O que é que te ocupa? Que pensas? Que desejas? Que posso Eu fazer por teu irmão, por tua irmã, por teus amigos, por tua família, por teus superiores? Que gostarias de lhes fazer? E no que se refere a mim, não sentes o desejo de me ver glorificado? Não queres fazer um favor aos amigos que amas, mas que talvez vivam sem jamais pensar em mim? Dize-me: em que se detém, hoje, de maneira especial, tua atenção? Que desejas mais vivamente? Quais os meios que tens para alcançá-lo? Conta-me se não consegues fazer o que desejas e Eu te indicarei as causas do insucesso. Não gostarias de conquistar os meus favores?

Por acaso estás triste ou mal-humorado?

Conta-me com todos os pormenores o que te entristece. Quem te feriu? Quem ofendeu o teu amor ao próximo? Quem te desprezou? Conta-me tudo. Então, em breve, chegarás ao ponto de me dizer que, imitando-me, queres perdoar tudo e de tudo te esqueceres. Como recompensa, hás de receber a minha bênção consoladora. Acaso tens medo? Sentes na tua alma melancolia e incerteza que, embora não justificadas, não deixam de ser dolorosas? Lança-te nos braços da minha amorosa providência. Estou contigo, a teu lado. Vejo tudo, ouço tudo e, em momento algum, te desamparo. Sentes frieza da parte de pessoas que antes te queriam bem e que agora, esquecidas, se afastam de ti apesar de não encontrares em ti motivo algum para isso? Roga por elas, pois, se não forem obstáculo à tua santificação, Eu as trarei de volta a teu lado.

Não tens alguma alegria que possas partilhar Comigo?

Por que não me deixas tomar parte nela com a força de um bom amigo? Conta-me o que, desde ontem, desde tua última visita, consolou e agradou teu coração. Talvez fossem surpresas agradáveis; talvez boas notícias tenham sido recebidas, uma carta, uma demonstração de carinho; talvez tenhas conseguido vencer alguma dificuldade ou sair de algum apuro. Tudo obra minha. Diz-me, simplesmente, como um filho ao seu pai: “Obrigado, meu Pai, obrigado!”.

E não queres prometer-me alguma coisa?


Bem sabes que Eu leio o que está no fundo do teu coração. É fácil enganar os homens, mas a Deus não podes enganar. Fala-me, pois, com toda a sinceridade. Fizeste o propósito firme de, no futuro, não mais te expores àquela ocasião de pecado, de te privares do objeto que te seduz, de não mais leres o livro que exalta a tua imaginação, de não procurares a companhia das pessoas que perturbam a paz da tua alma? Serás novamente amável e condescendente para agradar àquela outra a quem, por ter te ofendido, considerastes até hoje como inimiga?

Agora, meu filho, volta agora às tuas ocupações habituais: ao teu trabalho, à tua família, aos teus estudos. Mas não esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário. Pratica, tanto quanto possível, o silêncio, a modéstia, o recolhimento, a serenidade e a caridade para com o próximo. Ama e honra minha Mãe, que é também tua. E volta amanhã, com o coração mais amoroso, mais entregue a mim. No meu coração hás de encontrar, em cada dia, um amor totalmente novo, novos benefícios e novas consolações. Vem, que Eu aqui te espero."


Do livro: 'Uma visita ao Santíssimo Sacramento'


Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fonte: Canção Nova

Dom Orani é nomeado membro para o Pontifício Conselho para os Leigos


O Pontifício Conselho para os Leigos tem dois novos membros brasileiros: o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, cardeal João Braz de Aviz, e o arcebispo do Rio de Janeiro, recém-designado cardeal Orani João Tempesta. A nomeação foi feita nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, pelo Papa Francisco.

Também foram nomeados membros outros cardeais, entre os quais o arcebispo de Viena (Áustria), Christoph Schoborn, o de Milão (Itália), Angelo Scola, o de Nairóbi (Quênia), John Njue, o de Munique (Alemanha), Reinhard Marx, de Manila (Filipinas), Luis Antonio Tagle, entre outros.

O Papa Francisco nomeou ainda alguns consultores do Pontifício Conselho para os Leigos, entre os quais o arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira Corrêa; e o frei Hans Stapel, O.F.M., fundador e presidente da Associação Internacional de Fiéis Família da Esperança.

Com informações do Portal Um.
Da redação do Portal Ecclesia.

Imitar a pobreza de Cristo, pede Papa em mensagem para Quaresma

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Vaticano divulgou nesta terça-feira (4) a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano. Com o tema "Fez-se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza" (cf. 2Cor 8, 9), o Santo Padre coloca em evidência o convite à pobreza a cada cristão nos dias de hoje.

Confira:

Comentando o trecho bíblico que é o tema da mensagem, Francisco recorda o estilo pobre adotado pelo próprio Deus. Ele explica que esta pobreza com a qual Cristo liberta o homem se constitui pelo Seu modo de amar e se aproximar, como fez a figura bíblica do bom samaritano.

O Santo Padre parte então para o testemunho cristão nos dias de hoje. Ele lembra que o caminho de pobreza não se restringe a Jesus, mas em cada época e lugar Deus continua a salvar o mundo por meio da pobreza de Cristo.

"À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança".

Francisco explica que há três tipos de miséria: a material, habitualmente designada por pobreza; a moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado, e a espiritual, que atinge o ser humano quando este se afasta de Deus e recusa Seu amor.

"O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna".

Já no final da mensagem, o Papa expressa seu desejo de que este tempo da Quaresma possa encontrar toda a Igreja pronta e solícita a testemunhar a mensagem evangélica aos que vivem na miséria material, moral e espiritual.

"A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói", escreve Francisco.

A Quaresma compreende o período de 40 dias de jejum e penitência em preparação à Páscoa, com início após a quarta-feira de cinzas. Neste ano, o período quaresmal começa em 5 de março.

Com informações de Canção Nova Notícias.
Da redação do Portal Ecclesia.

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