Abrir as portas a Cristo: os 40 anos da primeira visita de João Paulo II ao Brasil

terça-feira, 30 de junho de 2020



"E agora posso confiar-vos um desejo? Que as vossas portas que se abriram para mim com amor e confiança, permaneçam largamente abertas para Cristo. Será minha alegria plena", assim se despediu o Papa polonês ao visitar pela primeira vez o Brasil em 1980. João Paulo II percorreu quase 15 mil quilômetros e conheceu 13 cidades em 13 dias.



Bianca Fraccalvieri - Cidade do Vaticano
No dia 30 de junho de 40 anos atrás, em 1980, o solo de Brasília foi beijado por São João Paulo II, para a primeira das quatro visitas que o Papa polonês realizou ao Brasil no decorrer do seu pontificado.
“Abraço neste momento – ao menos em espírito – cada pessoa que vive nesta pátria brasileira. O Papa pensa em cada um. Ele ama a todos e a todos envia um cumprimento bem brasileiro: “um abraço!”.Com este gesto de amizade, recebei os meus votos de felicidades: Deus abençoe o vosso Brasil. Deus abençoe a todos vós, brasileiros, com a paz e a prosperidade, a serena concórdia na compreensão e na fraternidade. Sob o olhar materno e a proteção de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil!”
Fonte: Vatican News

SANTOS DO DIA - SÃO PEDRO E SÃO PAULO

segunda-feira, 29 de junho de 2020



S. PEDRO APÓSTOLO, PADROEIRO DA CIDADE DE ROMA

Seu nome era Simão e foi Jesus quem o chamou Pedro. Natural de Betsaida, vivia em Cafarnaum e era pescador no Lago de Tiberíades. O Mestre o convidou a segui-lo, juntamente com seu irmão André; com Tiago e João, testemunharam alguns acontecimentos importantes: a ressurreição da filha de Jairo, a Transfiguração, a agonia no Horto das Oliveiras.
Caminhando ao lado do Messias, Pedro emerge como um homem simples, irrequieto e, às vezes, até impulsivo. Vez por outra, fala e age em nome dos Apóstolos; não hesita em pedir a Jesus explicações e esclarecimentos sobre a sua pregação ou parábolas, como também o interroga sobre várias questões.
Foi o primeiro a responder ao Mestre, diante da pergunta aos discípulos: “Também vocês querem ir embora?”. O Mestre fez esta pergunta depois de falar na Sinagoga de Cafarnaum, suscitando transtorno entre os discípulos; de fato, muitos deles, daquele momento em diante, decidiram não segui-lo mais. Então, Simão Pedro respondeu: “Senhor, para quem iremos? Somente tu tens palavras de vida eterna; nós acreditamos e sabemos que és o Santo de Deus” (Jo 6,67-68).

A confissão de Pedro

Em Cesareia de Filipe, quando Jesus pergunta aos seus “E vós, quem dizeis que eu sou?”, Pedro afirma: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo” (Mt 16,16). E Jesus lhe disse: “Eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”. (Mt 16,18-19).
Eis o encargo que Pedro recebeu: governar a Igreja. Os Evangelhos revelam que Jesus quis confiar a sua Igreja a um pescador instintivo e com pouca instrução, que, às vezes, não sabia ver a vontade de Deus: ele protestou quando Jesus falou sobre a sua Paixão; não queria que Jesus lhe lavasse os pés na Última Ceia, por ser um gesto tão humilde por parte do Mestre; negou, por três vezes, conhecer Jesus, depois de ser capturado.
No entanto, os Apóstolos reconhecem a função que Jesus lhe confiou e ele toma diversas iniciativas. Na manhã de Páscoa, informado por Maria Madalena que o corpo do Mestre tinha desaparecido do sepulcro, foi lá, às pressas, com outro discípulo. Mas, este, chegando antes que ele, deixa, por respeito, que Pedro entre por primeiro.

A missão de Pedro

Após a Ressurreição, os Apóstolos se reuniam em cenáculos, onde o Mestre, às vezes, lhes aparecia. Cada um retoma a própria vida diária; Pedro, volta a se ocupar da sua barca e redes. Foi precisamente depois de uma noite inteira, sem pescar, que o Mestre lhe aparece mais uma vez (Jo 21,3-7); pede-lhe para apascentar seu rebanho e lhe prediz com qual morte seria glorificado (Jo 21, 15-19).
Depois da Ascensão, Pedro torna-se o ponto de referência dos Apóstolos e dos primeiros seguidores de Cristo; começa a falar em público, a pregar e a fazer curas. Foi convocado, preso e solto, diversas vezes, pelo Sinédrio, obrigado a aceitar a autoridade, com a qual falava; e o povo, entusiasta em torno a ele, aumentava cada vez mais.
Pedro começa a ir, de cidade em cidade, transmitir a Boa Nova. Mas, volta sempre a Jerusalém; ali, certo dia, aparece Paulo a ele e aos outros Apóstolos, falando sobre a sua conversão.
Pedro e Paulo tomam, depois, estradas diferentes, sem poupar esforço nas várias viagens. Porém, ambos sempre se cruzam pelas ruelas de Jerusalém. Pedro confronta-se muito com Paulo, aceita suas observações e considerações; com ele discute também sobre as orientações a serem adotadas pela Igreja nascente. Por fim, os dois Apóstolos voltam a se encontrar em Roma.

Bispo de Roma

Pedro confirma a fé da comunidade cristã e a dirige. Durante a perseguição de Nero, foi preso e, depois, crucificado de cabeça para baixo, por seu desejo. No entanto, Paulo foi condenado à morte e decapitado pelo Tribunal romano. Segundo a tradição, o martírio dos dois pilares da Igreja deu-se no mesmo dia: 29 de junho do ano 67. Pedro morreu no Circo de Nero, na colina Vaticana, e Paulo na Via Ostiense. Sobre suas sepulturas surgiram a Basílica de São Pedro e a Basílica de São Paulo extra Muros.

S. PAULO APÓSTOLO, PADROEIRO DA CIDADE DE ROMA

Saulo, judeu de Tarso, na atual Turquia, era um cidadão romano, culto, instruído na escola judaica, continuada em Jerusalém, - formado pelo rabino Gamaliel, - tinha uma boa formação cultural Greco-helênica, portanto conhecia o grego e o latim. Filho de um tecedor de cortinas, ele aprendeu também esta arte manual paterna. Como muitos judeus da época, Saulo tinha um segundo nome greco-latino: Paulo, escolhido por simples assonância com seu nome. Era perspicaz, corajoso e audaz; tinha uma boa capacidade dialética. A sua personalidade emerge dos Atos dos Apóstolos e das suas treze Cartas.
Ele não conhecia Jesus e, por isso, foi um dos primeiros a perseguir os cristãos, que pensava fizessem parte de uma seita perigosa, que devia ser debelada.
Foi mencionado nas Escrituras, pela primeira vez, na narração da lapidação de Estêvão – primeiro mártir cristão – em Jerusalém. Brioso sustentador da tradição Judaica, Saulo “assolava a Igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão” (At 8,3). Os discípulos o temiam e, para fugir da perseguição, alguns se espalharam em várias cidades, entre as quais Damasco.

A caminho de Damasco

Saulo pediu autorização ao sumo pontífice para processar os fugitivos de Jerusalém. «Em sua viagem, quando se aproximava de Damasco, de repente brilhou ao seu redor uma luz vinda do céu. Ele caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?” Saulo perguntou: “Quem és tu, Senhor?” Ele respondeu: “Eu sou Jesus, a quem você persegue. Levante-se, entre na cidade; alguém lhe dirá o que você deve fazer”. Saulo levantou-se do chão e, abrindo os olhos, não conseguia ver nada» (At 9,3-6). Então foi acompanhado a Damasco, onde, por três dias, transtornado pela ocorrência, “não comeu nem bebeu”. No terceiro dia, apresentou-se a ele um homem, chamado Ananias, ao qual, durante uma visão, Deus pediu para procurar Saulo e impor-lhe as mãos para que recobrasse a visão. E revelou a Ananias: “Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel. Mostrarei a ele o quanto deve sofrer pelo meu nome”.
Paulo foi batizado, entrou em contato com a pequena comunidade cristã local, apresentou-se na Sinagoga e deu testemunho do que lhe havia acontecido. Assim, começou seu apostolado: agregou-se aos discípulos de Damasco e iniciou a pregar com entusiasmo. Depois, foi a Jerusalém, onde conheceu Pedro e outros apóstolos que, com certa difidência, o acolheram e lhe falam longamente sobre Jesus. Paulo os ouviu, aprendeu os ensinamentos deixados pelo Mestre e fortificou sua fé. Assim, prosseguiu a sua pregação, mas se deparou com a hostilidade de muitos judeus e a perplexidade de vários cristãos. Deixou Jerusalém e regressou para Tarso, sua cidade natal, onde retomou seu trabalho de tecedor de cortinas, mas, ao mesmo tempo, continuou a evangelização.
Alguns anos mais tarde, junto com Barnabé, - um dos primeiros judeus convertidos, - Paulo chegou a Antioquia, onde instaurou um íntimo contato com a comunidade cristã local.

As viagens apostólicas

Após um breve período de permanência em Jerusalém, Paulo prossegue sua missão em outros lugares, começando por Antioquia, entre o judeus e, sobretudo, pagãos – chamados “gentios” -. Ele fez três grandes viagens: na primeira, ancora em Chipre e em diversas cidades da Galácia, onde funda diversas comunidades; a seguir, regressa novamente para Antioquia e Jerusalém, para debater com os Apóstolos a questão dos convertidos do paganismo: se deviam ou não respeitar os preceitos da tradição judaica.
Na segunda viagem, dirige-se para o sul da Galácia, depois à Macedônia e, por fim, à Grécia. Detém-se em Corinto por mais de um ano e, a seguir, vai a outras cidades como Éfeso e, novamente, a Jerusalém e Antioquia.
Dali, Paulo parte para a sua terceira viagem: permanece três anos em Éfeso, depois vai à Macedônia, Corinto e outras cidades; visita ainda as comunidades, que o haviam acolhido antes, e, enfim, volta para Jerusalém. Ali, confronta-se com Tiago sobre as tensões surgidas entre as comunidades que havia fundado e os judeu-cristãos, a respeito de algumas normas da lei judaica.

Rumo ao martírio

Acusado pelos judeus - de pregar contra a sua lei e de introduzir no Templo um pagão convertido - foi preso: sob processo, Paulo – como cidadão romano – fez apelo ao imperador e foi transferido para Roma. Após sua prisão, visita diversas cidades, fazendo etapa em Cesareia e em outras localidades.
Em Roma, onde se encontra também Pedro, entra em contato com a comunidade cristã. Livre, por falta de provas, prossegue a sua missão. Mas, foi preso, outra vez, sob o império de Nero: foi condenado à morte pelo Tribunal romano e decapitado na Via Ostiense, enquanto Pedro era crucificado na colina Vaticana.
Segundo a tradição, o martírio de Pedro e Paulo ocorreu no mesmo dia: 29 de junho do ano 67. Sobre suas sepulturas surgiram a Basílica de São Pedro e a Basílica de São Paulo extra Muros.
Fonte: Vatican News

Paróquia Santa Júlia Pronta para Acolher os Paroquianos

sábado, 27 de junho de 2020



Com base nas orientações emanadas dos decretos dos Governos (Estadual e Municipal) e da Arquidiocese da Paraíba(@arquipb), o Padre Marcondes (@padremarcondes), Pároco da Santa Júlia, na Torre - João Pessoa-PB, explica aos fiéis como a Igreja foi preparada para acolher os paroquianos.
Vídeo Produzido por Elisa e Albeci Pignato, e Fabricia Marinho (@pignatafilmese @canario_filmes ).

Santos João e Paulo

sexta-feira, 26 de junho de 2020





Os santos que recordamos hoje pertenceram ao século IV e ali deram um lindo testemunho do martírio no ano de 362, no contexto em que a Igreja de Cristo era perseguida.
Eles pertenciam à Corte de Juliano, o Apóstata, que queria que todos os cristãos se rendessem aos deuses do Império. João e Paulo, porém, renunciaram ao cargo, e se retiraram para uma propriedade onde viveram da caridade e servindo aos pobres, testemunhando acima de tudo o amor a Deus.
Eram irmãos de sangue, mas responderam pessoalmente ao Evangelho.
O Imperador enviou uma autoridade para convencê-los a mudarem de ideia, e oferecerem sacrifícios ao deus Júpiter para não serem condenados.
Após alguns dias, os irmãos não negaram sua fé e acabaram morrendo degolados, testemunhando seu amor a Deus.
São João e São Paulo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Papa Francisco preside à missa na Solenidade dos Santos Pedro e Paulo




Depois da missa na Basílica Vaticana, o Pontífice rezará o Angelus da janela de seu escritório com os fiéis na Praça São Pedro. O Vatican News e a Rádio Vaticano transmitirão este evento ao vivo, com comentários em português, a partir das 09h30 locais (04h30 no horário de Brasília)

Vatican News
O Papa Francisco preside na segunda-feira, 29 de junho, à celebração eucarística por ocasião da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo (no Brasil a festa será no domingo, 28).
Depois da missa na Basílica Vaticana, o Pontífice rezará o Angelus da janela de seu escritório com os fiéis na Praça São Pedro.
O Vatican News e a Rádio Vaticano transmitirão este evento ao vivo, com comentários em português, a partir das 09h30 locais (04h30 no horário de Brasília), que poderá ser seguido através do nosso portal e do nosso canal no YouTube e no Facebook.

Raízes da fé

“Hoje, a Igreja peregrina, em Roma e no mundo inteiro, retorna às raízes da sua fé e celebra os Apóstolos Pedro e Paulo. Seus restos mortais, que descansam nas duas Basílicas a eles dedicadas em Roma, são muito queridos aos romanos e aos numerosos peregrinos que aqui os veneram!”
Essas palavras do Santo Padre foram pronunciadas no Angelus de um ano atrás.
Tradicionalmente, a entrega do pálio e a presença de uma delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla marcam a celebração, que este ano serão modificadas devido à pandemia do coronavírus.

Fonte: Vatican News

AUDIÊNCIA GERAL - Na catequese, Papa Francisco aborda a Festa de São João

quinta-feira, 25 de junho de 2020

O Papa Francisco deu sequência hoje à catequese sobre a oração. O Santo Padre abordou também a Festa de São João e mostrou sua proximidade à população mexicana atingida pelo terremoto.
Reportagem de Osvaldo Luiz:



Fonte: Canção Nova

Você consegue contemplar o belo que há em você?

quarta-feira, 24 de junho de 2020


Eu tenho meditado com uma frase: “Ama aquilo que Eu criei!”. E isso tem feito toda a diferença na minha vida e, principalmente, na minha autoestima.
Você teria coragem de dizer para Deus que a obra d’Ele, que é você, foi mal feita? E, então, se ela foi bem feita, por que você não a ama? Por que você não é capaz de se amar? Nem os nossos pecados e misérias são capazes de mudar o olhar de Deus sobre nós. Deus não me ama menos porque sou uma pecadora.
Hoje, busque fazer a sua adoração pessoal e peça a Jesus que a contemplação do Corpo de Cristo na Eucaristia faça você reconhecer e resplandecer a beleza d’Aquele que criou e ama você.
Deus te abençoe!
Carla Picolotto
Fonte: Canção Nova

ARQUIDIOCESE EMITE DECRETO AUTORIZANDO A VOLTA GRADUAL DAS CELEBRAÇÕES

quarta-feira, 17 de junho de 2020



A Arquidiocese da Paraíba emitiu novo decreto autorizando o retorno gradual das atividades religiosas com a presença dos fieis. Na decisão do Arcebispo, além das Missas, estão permitidas as realizações de batizados, casamentos, confissões, exéquias e unção dos enfermos, sempre respeitando as normas recomendadas pelas autoridades sanitárias e de saúde.

As igrejas, durante as celebrações, não poderão ultrapassar o limite de 30% da capacidade total. Além disso, todas deverão oferecer álcool em gel nas entradas, além de marcações nos bancos e no piso, alertando sobre o distanciamento entre as pessoas. Aos fieis, caberá a obrigatoriedade de uso de máscara, não promover aglomeração ou “aperto de mãos” em qualquer momento e respeitar o limite da capacidade estabelecida.

Caberá às paróquias determinarem a forma de organizar os fieis no acesso às celebrações. O novo decreto entra em vigor no próximo dia 20 de junho.

Confira na íntegra:

† Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap
Arcebispo Metropolitano da Paraíba
Ide aos meus irmãos

Por mercê do Senhor Uno e Trino e da Santa Mãe Igreja
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Aos que o presente Decreto virem,
Saudações de Paz e Bênçãos em Nosso Senhor Jesus Cristo!

Prot. Decreto Nº 004/20


Diretrizes pastorais da Arquidiocese da Paraíba para a retomada gradual das celebrações litúrgicas e demais atividades religiosas, com a presença de fiéis, no contexto da pandemia da COVID-19


Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap, Arcebispo Metropolitano da Paraíba, considerando o Decreto Nº 40.304 do Governo do Estado da Paraíba (12.06.2020) e as “Orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para as Celebrações Comunitárias no contexto da pandemia da COVID-19” (21.05.2020), ciente de que a Igreja também tem a grave responsabilidade de prevenir o contágio, salvo as determinações de cada Município, com o presente decreto normativo (cân. 31 do Código de Direito Canônico), dispõe, até que se determine diversamente, as seguintes diretrizes pastorais, a serem observadas no território da Arquidiocese da Paraíba:


I – A CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

  1. A Celebração da Eucaristia nas sedes das Igrejas aconteça com ocupação máxima de 30% da capacidade, com aviso público da quantidade de fiéis, observando todas as normas de distanciamento social, de acordo com as disposições emanadas pelo governo do Estado e dos Municípios. Para as paróquias mais frequentadas, multipliquem-se onde for possível, os horários das Missas dando-se preferência às celebrações campais.

  1. Mantenham-se as transmissões paroquiais das celebrações pelas redes sociais para os fiéis impossibilitados de cumprir presencialmente o preceito dominical, aos quais recomendamos vivamente a leitura orante da Palavra de Deus e a prática da comunhão espiritual.

  1. Recomenda-se aos fiéis idosos (acima de sessenta anos), crianças (abaixo de doze anos) ou àqueles em situação de risco, para que continuem, temporariamente, acompanhando a Celebração da Eucaristia dominical pelas redes sociais da sua paróquia. Permanecendo, portanto, dispensados do preceito dominical os fiéis que não puderem sair de suas casas.

  1. Favoreça-se aos fiéis, o quanto possível, o acesso às Igrejas, recordando, para o bem comum e a saúde da comunidade, que não é permitido o ingresso nas Igrejas àqueles com sintomas gripais ou em presença de temperatura corpórea elevada.

  1. Nos horários previstos para as celebrações, as Igrejas estejam completamente higienizadas com as portas de entrada e saída abertas, facilitando o fluxo e evitando o contato por parte dos fiéis com puxadores ou maçanetas. Evitem-se, portanto, qualquer tipo de aglomeração de fiéis, sejam nas entradas que nas saídas. As pias de água benta estejam higienizadas e vazias.

  1. Os Párocos e Administradores Paroquiais orientem e organizem as equipes de secretaria e de acolhida, visivelmente sinalizadas, para que auxiliem os fiéis no cumprimento das normas de proteção. Para a segurança de todos, é devido nas Igrejas: o uso de máscaras, a higienização das mãos à entrada da Igreja com o álcool em gel, a ocupação do lugar sinalizado com a distância de no mínimo 1,5m entre os fiéis. Obs: A regra do distanciamento não se aplica a pessoas que convivem no mesmo ambiente.

  1. Os Párocos e Administradores Paroquiais orientem e organizem as equipes de liturgia para que higienizem, ao início de cada celebração, as mãos e os objetos litúrgicos necessários à celebração. Não sejam utilizados impressos de papel e os grupos de cântico litúrgico, respeitado o distanciamento, atuem com um número reduzido de pessoas.

  1. Para a distribuição da Sagrada Comunhão, os celebrantes e os ministros, após a higienização das mãos, endossem as máscaras e tenham o cuidado de oferecer a hóstia, em silêncio, sem ter o contato com as mãos dos fiéis. Entre os ritos preparatórios à Comunhão Eucarística, se omita “dar as mãos” durante a oração do Pai-Nosso e o sinal da paz.

  1. Na procissão para a Sagrada Comunhão, os fiéis devem respeitar o distanciamento previamente sinalizado no pavimento da Igreja e os ministros, utilizando máscaras, higienizem as mãos antes e depois da distribuição.

  1. A Sagrada Comunhão seja distribuída nas mãos. Com exceção do sacerdote que preside, eventuais concelebrantes comunguem no cálice por intinção.

  1. Fora da Missa os Ministros podem levar a Sagrada Comunhão aos fiéis em casa, desde que não sejam de grupo de risco, observadas as normas de proteção de saúde para os membros de cada residência.

  1. Durante as celebrações sejam colocados contenedores nas Igrejas, em lugares considerados adequados, para que os fiéis possam fazer as suas ofertas ao término da celebração.

  1. As Paróquias, em que tais exigências não puderem ser atendidas, continuem celebrando as Missas pelas redes sociais, providenciando os Párocos e Administradores Paroquiais, o quanto antes, de adaptarem as suas estruturas físicas e pessoais.


II OUTRAS CELEBRAÇÕES E ATIVIDADES PASTORAIS

  1. As regras acima relativas à higiene e ao distanciamento entre participantes aplicam-se, de igual modo, às demais ações litúrgicas e aos outros atos de piedade.

  1. As celebrações batismais sejam realizadas de modo a não provocar aglomeração de pessoas. Se avalie, portanto, a oportunidade de que sejam individuais e que aconteçam em horários diversos das Celebrações Eucarísticas com o povo.

  1. O sacramento da reconciliação ou da penitência, sem comprometer o sigilo sacramental, aconteça em um espaço amplo que permita o distanciamento entre confessor e penitente, que usarão máscaras.

  1. Além das medidas gerais de proteção, o sacramento da unção dos enfermos seja administrado sem contato físico administrando-se o óleo dos enfermos com algodão, que será depois incinerado.

  1. As celebrações dos matrimônios e das ordenações estão sujeitas às mesmas restrições e condicionamentos da Missa.

  1. As celebrações do sacramento do Crisma, neste período, estão suspensas. Fica a critério do Arcebispo avaliar a necessidade e a conveniência de cada caso.

  1. As celebrações das exéquias sejam realizadas sem a superação da quantidade máxima exigida dos 30% proporcionada ao ambiente que se trate.

  1. Os ministros ordenados com idade avançada ou em situações de risco avaliem, consideradas as próprias condições de saúde, a possibilidade de retomarem as celebrações nas paróquias, observadas todas as medidas de proteção e o distanciamento.

  1. Evite-se as reuniões pastorais durante este período. Quando necessárias, sejam realizadas pelos meios de comunicação social.

  1. Ficam suspensas, até que se determine o contrário, as peregrinações, procissões, retiros, romarias e todas as atividades com aglomeração de fiéis.

  1. As regras relativas à higiene e ao distanciamento entre participantes aplicam-se, de igual modo, às “Novas Comunidades” que ordinariamente promovem celebrações.

  1. Para os casos omissos, se proceda conforme as “Orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para as Celebrações Comunitárias no contexto da pandemia da COVID-19” (21.05.2020) e para eventuais dúvidas, se consulte o Vigário Geral.

  1. Considerando as deliberações das autoridades competentes, sendo necessário, outras medidas poderão ser adotadas em vista da superação da pandemia da COVID-19.

  1. Este decreto, vigente na data da sua assinatura, adquire a sua eficácia a partir do sábado, dia 20 de junho de 2020.


Rogando a intercessão da Virgem Maria, sob o título de Nossa Senhora das Neves, suplicamos à Deus bênçãos de saúde e paz para o nosso povo!
Dado e passado nesta Cúria Metropolitana aos dezesseis dias do mês de junho do ano de dois mil e vinte.

Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

A primeira imagem de Nossa Senhora de Fátima em exposição

terça-feira, 16 de junho de 2020



Na exposição “Vestida de Branco” no Santuário de Fátima, os peregrinos admiram a primeira escultura de Nossa Senhora de Fátima que chegou à Cova da Iria em 13 de junho de 1920

Vatican News

Num momento único, a primeira Imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima saiu do pedestal da Capelinha das Aparições para a exposição temporária “Vestida de Branco”, para a contemplação por parte dos peregrinos. O momento assinalou o centenário da chegada da escultura à Cova da Iria, que aconteceu a 13 de junho de 1920. Momentos antes da abertura do espaço, já uma fila longa de centenas de peregrinos ocupava, em toda a sua extensão, o corredor que serve de átrio de entrada na exposição, por forma a garantir o distanciamento físico de segurança. O primeiro visitante foi o cardeal D. Antônio Marto, bispo de Leiria-Fátima, acompanhado do reitor do Santuário de Fátima e por Elvira Sequeira, vereadora da Cultura e Patrimônio Cultural de Torres Novas, município de onde era natural Gilberto Fernandes dos Santos, o devoto que tomou a iniciativa de encomendar a escultura à Casa Fânzeres, de Braga.

A imagem
Inspirada numa imagem de Nossa Senhora da Lapa, venerada em Ponte de Lima, a Imagem foi modelada e executada pelo santeiro José Ferreira Thedim, em cedro do Brasil, conforme o relato das videntes, tal como lhe foi transmitido pelo cônego Manuel Formigão. A Imagem chegou à Igreja paroquial de Fátima a 13 de maio de 1920, onde foi benzida pelo pároco, padre Manuel Marques Ferreira. Só um mês depois seria levada para a Capelinha das Aparições, numa demora devido à proibição das manifestações religiosas pelo regime republicano, que vigorava naquele tempo.

Desde maio de 1982, com a renovação da Capelinha das Aparições a tempo da primeira visita de João Paulo II, a Imagem encontra-se no exterior da Capelinha num pedestal que assinala o local exato onde se encontrava a azinheira sobre a qual Nossa Senhora apareceu aos três Pastorinhos.

A partir de 2009 o Santuário de Fátima iniciou a transmitir com uma webcam imagens da Capelinha para permitir a todos os fiéis de rezar aos seus pés não apenas na Cova da Iria, mas em todo o mundo.


Papa: sem os idosos não há futuro. Covid-19 mostrou despreparo da sociedade

segunda-feira, 15 de junho de 2020



Em 15 de junho celebra-se o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. Em mensagem no Twitter, o Pontífice destaca que a pandemia demonstrou o despreparo da sociedade em acolhê-los, já que foram a principal vítima do coronavírus.

Vatican News

“A pandemia da #COVID19 mostrou que nossas sociedades não estão organizadas o suficiente para dar lugar aos idosos, com justo respeito à sua dignidade e fragilidade. Onde não há cuidado com os idosos, não há futuro para os jovens.”

Com esta mensagem, o Papa Francisco recorda hoje o Dia Mundial de Conscientização da Violência à Pessoa Idosa. Este ano, as Nações Unidas destacam a necessidade de se proteger os idosos durante e depois da pandemia da Covid-19.

Embora todas as faixas etárias corram risco, os idosos têm um risco maior de mortalidade e doenças graves após a infecção. Entre as pessoas acima de 80 anos, a taxa de mortalidade é cinco vezes maior.

Pandemia
Estima-se que 66% das pessoas com 70 anos ou mais tenham pelo menos uma condição de saúde subjacente, colocando-as em maior risco. Os idosos também podem ser discriminados quando médicos e hospitais decidem quem tem acesso a tratamentos e medicamentos. 

Além disso, antes da pandemia, metade da população idosa em alguns países em desenvolvimento já não tinha acesso a serviços essenciais de saúde. A crise pode levar a uma redução de serviços críticos, aumentando ainda mais os perigos.

Em maio, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lançou um relatório detalhando o impacto da Covid-19 em idosos. Na altura, ele afirmou que “nenhuma pessoa, jovem ou velha, é dispensável.”

Para o chefe da organização, "os idosos têm os mesmos direitos à vida e à saúde que todos os outros." Ele disse ainda que “decisões difíceis sobre cuidados médicos devem respeitar os direitos humanos e a dignidade de todos."

Crescimento
Entre 2019 e 2030, o número de pessoas com 60 anos ou mais deve crescer 38%, passando de 1 bilhão para 1,4 bilhão. Nessa altura, o número de idosos irá superar o número de jovens em todo o mundo. Esse aumento será maior e mais rápido nos países em desenvolvimento.

Por tudo isso, a ONU afirma que “é preciso prestar mais atenção aos desafios específicos que afetam os idosos, inclusive no campo dos direitos humanos.”

Fonte: Vatican News

Papa: com Jesus, podemos nos imunizar contra a tristeza

domingo, 14 de junho de 2020



No altar da cátedra da Basílica Vaticana, o Papa Francisco presidiu à missa no dia em que a Itália celebra a Solenidade de Corpus Christi. Jesus se faz presente "na fragilidade desarmante da Hóstia".

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano

"A Eucaristia não é simples lembrança; é um fato: é a Páscoa do Senhor, que ressuscita para nós." No dia em que a Itália celebra a Solenidade de Corpus Christi, o Papa Francisco presidiu à missa na Basílica de São Pedro, com a participação de cerca de 50 fiéis.

A homilia do Pontífice foi inspirada no seguinte versículo extraído do Deuteronômio: «Recorda-te de todo esse caminho que o Senhor, teu Deus, te fez percorrer» (Dt 8, 2). As palavras do Papa, portanto, falam de memória: memória de quem somos e do que devemos fazer.

Fazei isto em memória de Mim
Para Francisco, é essencial recordar o bem recebido: se o não conservamos na memória, tornamo-nos estranhos a nós mesmos, meros «passantes» pela existência. Pelo contrário, fazer memória é amarrar-se aos laços mais fortes, sentir-se parte duma história transmitida de geração em geração.

Nossa memória é frágil, recordou o Papa, por isso Deus nos deixou um memorial. Não nos deixou apenas palavras, mas nos deu um Alimento: a Eucaristia não é simples lembrança; é um fato: é a Páscoa do Senhor, que ressuscita para nós. “Fazei isto em memória de Mim.”

A Eucaristia cura a nossa memória ferida e órfã. Introduz em nossa memória um amor maior: o Dele. Cura também aquilo que o Pontífice chamou de "nossa memória negativa", isto é, pensar de que não servimos para nada, que só cometemos erros.

“O Senhor sabe que o mal e os pecados não são a nossa identidade; são doenças, infeções. E Ele vem curá-las com a Eucaristia, que contém os anticorpos para a nossa memória doente de negativismo. Com Jesus, podemos imunizar-nos contra a tristeza.”

Somos portadores de Deus
Os problemas cotidianos não desaparecem, mas o seu peso deixará de nos esmagar, porque, na profundidade de nós mesmos, temos Jesus que nos encoraja com o seu amor.

“Aqui está a força da Eucaristia, que nos transforma em portadores de Deus.” Justamente por isso, ao sair da missa, não podemos continuar a reclamar, a criticar e a nos lamentar, pois a alegria do Senhor muda a vida.

Enfim a Eucaristia cura a nossa memória fechada. Se no início somos medrosos e desconfiados, aos poucos nos tornamos cínicos e indiferentes, agindo com insensibilidade e arrogância.

“Só o amor cura o medo pela raiz, e liberta dos fechamentos que aprisionam. É assim que faz Jesus, vindo ter conosco com mansidão, na fragilidade desarmante da Hóstia; assim faz Jesus, Pão partido para romper a carapaça dos nossos egoísmos.”

Eis o convite a não desperdiçar a vida, correndo atrás de mil coisas inúteis que criam dependências e deixam o vazio dentro. “A Eucaristia apaga em nós a fome de coisas e acende o desejo de servir.” Somos as mãos de Deus para saciar o próximo e juntos devemos formar correntes de solidariedade:

“Agora é urgente cuidar de quem tem fome de alimento e dignidade, de quem não trabalha e tem dificuldade em seguir adiante. E fazê-lo de modo concreto, como concreto é o Pão que Jesus nos dá.”

Por fim, uma recomendação: “Queridos irmãos e irmãs, continuemos a celebrar o Memorial que cura a nossa memória: a Missa. É o tesouro que deve ocupar o primeiro lugar na Igreja e na vida. E, ao mesmo tempo, redescubramos a adoração, que continua em nós a ação da Missa”.

A cerimônia se concluiu com a exposição do Santíssimo, com o qual o Pontífice concedeu a sua bênção.

Fonte: Vatican News

Santo Antônio - O Filme

sábado, 13 de junho de 2020

LIVE de aniversário dos 79 anos do Padre Zezinho, scj

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Especial Vida de Santo Antônio - TV Evangelizar

terça-feira, 9 de junho de 2020

Papa celebra missa de Corpus Christi na Basílica de São Pedro no domingo, dia 14

segunda-feira, 8 de junho de 2020



Francisco vai presidir a missa no Altar da Cátedra da Basílica com a presença de 50 fiéis. A celebração por ocasião de Corpus Christi começa às 9h45 no horário italiano (4h45 no horário de Brasília), com transmissão ao vivo do Vatican News e comentários em português. Ao final, a exposição do Santíssimo Sacramento e a bênção eucarística concedida pelo Pontífice.



No próximo domingo, 14 de junho, o Papa Francisco vai presidir a missa por ocasião da Solenidade de Corpus Christi no Altar da Cátedra da Basílica de São Pedro. Cerca de 50 fiéis irão participar da celebração que começa às 9h45 no horário italiano (4h45 no horário de Brasília), com transmissão ao vivo do Vatican News e comentários em português.

A cerimônia se conclui com a exposição do Santíssimo Sacramento e a bênção eucarística concedida pelo Pontífice, assim como aconteceu durante as missas transmitidas via streaming ao mundo, diariamente, de 9 de março a 17 de maio. Nesse período, a Itália e outros países não podiam realizar as celebrações com a participação dos fiéis por causa da pandemia.

Já no ano passado, o Papa Francisco presidiu a missa de Corpus Christi no adro da Igreja de Santa Maria Consoladora, no bairro de Casal Bertone, zona leste de Roma. Em 2018, a celebração foi realizada na praça em frente à paróquia de Santa Mônica, no bairro de Ostia, no litoral de Roma. De 2013 a 2017, a missa foi celebrada na Basílica de São João de Latrão, seguida da procissão eucarística até a Basílica de Santa Maria Maior.
Origens da Solenidade
As raízes da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remontam ao século XIII. Em 1215, diante daqueles que alegavam a presença simbólica e não real de Cristo na Eucaristia, o Quarto Concílio de Latrão afirmava a verdade sobre a Transubstanciação, que o Concílio de Trento, em 1551, reafirma em modo definitivo: com a consagração do pão e do vinho ocorre a conversão de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo, e de toda a substância do vinho na substância do seu Sangue.

Na Bélgica, após as experiências místicas de Santa Juliana de Cornillon foi instituída uma festa local em Liège, em 1247. Depois de alguns anos, em 1263, um sacerdote da Boêmia celebrava uma missa na cidade italiana de Bolsena, próxima a Orvieto, aflito pela dúvida sobre a presença real de Jesus: durante a consagração, da hóstia partida saíram algumas gotas de sangue. Depois desse evento, Papa Urbano IV determinou, em 1264, estender a toda a Igreja a Solenidade de Corpus Christi.

Fonte: Vatican News

Papa: proximidade aos países que sofrem a epidemia da Covid-19

domingo, 7 de junho de 2020



Infelizmente, em alguns países, “o vírus ainda está provocando muitas vítimas. Sexta-feira passada, num país, morreu um por minuto! Terrível! Desejo expressar minha proximidade a essas populações, aos doentes e a seus familiares, e a todos aqueles que cuidam deles. Aproximemo-nos com a nossa oração”, disse o Papa no Angelus este domingo (07/06). Francisco recordou também que este mês de junho é dedicado de modo particular ao Coração de Cristo.

No Angelus, ao meio-dia deste domingo (07/06), festa da Santíssima Trindade, o Papa Francisco manifestou proximidade aos países ainda atingidos pela Covid-19.
Após a oração mariana, saudando todos os presentes na Praça São Pedro, romanos e peregrinos, fiéis, famílias e comunidades religiosas, o Pontífice disse que a presença deles na praça era sinal de que na Itália a fase aguda da epidemia tinha sido superada. em seguida, fez um alerta:
"Mas cuidado! Não cantem vitória antes! Não cantar vitória demasiado cedo! Também permanece a necessidade de seguir cuidadosamente as normas vigentes, porque são normas que nos ajudam a evitar que o vírus siga adiante. Graças a Deus estamos saindo do centro mais forte, mas sempre com as prescrições que as autoridades nos dão." Dito isso, acrescentou:
“Mas infelizmente em outros países - eu penso em alguns -, o vírus ainda está provocando muitas vítimas. Sexta-feira passada, num país, morreu um por minuto! Terrível! Desejo expressar minha proximidade a essas populações, aos doentes e a seus familiares, e a todos aqueles que cuidam deles. Aproximemo-nos com a nossa oração.”

Mês de junho dedicado ao Coração de Cristo


O Santo Padre continuou suas saudações recordando que o mês de junho é dedicado de modo particular ao Coração de Cristo, uma devoção que une os grandes mestres espirituais e as pessoas simples do povo de Deus. Efetivamente, o Coração humano e divino de Jesus é a fonte onde sempre podemos haurir a misericórdia, o perdão, a ternura de Deus.
“Podemos fazê-lo detendo-nos sobre uma passagem do Evangelho, sentindo que no centro de todo gesto, de toda palavra de Jesus, no centro está o amor, o amor do Pai que enviou o seu Filho, o amor do Espírito Santo que está dentro de nós. E podemos fazê-lo adorando a Eucaristia, onde este amor está presente no Sacramento.” Então – continuou Francisco –, também o nosso coração, pouco a pouco, se tornará mais paciente, mais generoso, mais misericordioso, imitando o coração de Jesus.”
"Há uma antiga oração - aprendi da minha avó - que dizia assim: 'Jesus, fazei o meu coração semelhante ao vosso'. É uma bela oração. 'Fazei o meu coração semelhante ao vosso'. Uma bela oração, pequenina, para rezar neste mês. Digamos juntos, agora? 'Jesus, fazei o meu coração semelhante ao vosso'. Outra vez: 'Jesus, fazei o meu coração semelhante ao vosso'."
Fonte: Vatican News

Solenidade da Santíssima Trindade

sábado, 6 de junho de 2020



A Solenidade que hoje celebramos não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família.

A Solenidade da Santíssima Trindade, Deus que é comunidade de amor. Deixemo-nos envolver por este mistério e manifestemos ao Senhor a nossa fé, a qual é alimentada por sua graça eficaz. A Solenidade que hoje celebramos não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.
Na primeira leitura(cf. Ex 34,4b-6.8-9), o Deus da comunhão e da aliança, apostado em estabelecer laços familiares com o homem, auto-apresenta-Se: Ele é clemente e compassivo, lento para a ira e rico de misericórdia. A primeira leitura revela que Deus é Pai misericordioso, paciente, não age com precipitação, sabe esperar, dá sempre um prazo esperançoso a cada um de nós para nossa conversão, é rico em bondade, nunca se irrita conosco, tolera nossas misérias, dá coragem e força para enfrentarmos os desafios do dia a dia e jamais não abandona, por pior que seja o pecado que tenhamos cometido, está sempre disposto a perdoar diante de um arrependimento sincero. Deus é sempre fiel e trata-nos como filhas e filhos muito amados.
Na segunda leitura(cf. 2Cor 13,11-13), São Paulo expressa - através da fórmula litúrgica “a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco” - a realidade de um Deus que é comunhão, que é família e que pretende atrair os homens para essa dinâmica de amor. A segunda leitura continua revelando quão amoroso é nosso Deus. Quando o ser humano dispensou Deus de sua vida pensando que poderia subsistir sozinho, distanciou-se dele, fugiu de sua intimidade, rejeitou sua amizade, tornou-se indiferente a Deus e, como consequência, perdeu-se totalmente, vendo-se sem esperança de salvação. Mas Deus mostrou que sempre esteve próximo e, para resgatar o homem, saiu ao seu encontro por Jesus Cristo, seu Filho, para lhe oferecer amizade, amor, comunhão e salvação.
No Evangelho(cf. Jo 3,16-18), João convida-nos a contemplar um Deus cujo amor pelos homens é tão grande, a ponto de enviar ao mundo o seu Filho único; e Jesus, o Filho, cumprindo o plano do Pai, fez da sua vida um dom total, até à morte na cruz, a fim de oferecer aos homens a vida definitiva. Nesta fantástica história de amor (que vai até ao dom da vida do Filho único e amado), plasma-se a grandeza do coração de Deus. O Evangelho revela-nos outra verdade inimaginável: o amor de Deus é também uma pessoa, o Espírito Santo que nos restaura e santifica para podermos viver eternamente com Deus. Deus nunca fechou e jamais fechará as portas de seu coração, de sua amizade, mas respeita nossa opção; ele não obriga nenhuma de seus filhos a voltar para casa; viver eternamente com Ele ou, então, desterrados fora da nossa verdadeira e definitiva casa, depende de nós. Sabemos quem é nosso Deus, mas não basta um conhecimento teórico, não basta saber coisas sobre Ele e falar dele; isso ainda não é fé. É necessário entrar em contato com Deus, conversar com Ele pela oração; ter abertura para Deus, escutá-lo, “encharcar-se” com sua Palavra nas Sagradas Escrituras e responder a Ele amando concretamente as pessoas, começando com aquelas com as quais convivemos, porque Deus as ama e somos todos seus filhos e filhas.

Fonte: Vatican News

Os efeitos do amor

segunda-feira, 1 de junho de 2020


“Amor tem o seu preço”, já dizia o poeta. Porém, o amor também tem seus efeitos, e é sobre eles que partilho. Esses dias, ao  ler os escritos do padre Kentenich, encontrei sua definição sobre os efeitos do amor, e também faço meu o pensamento dele.
“O verdadeiro amor é como o sol ardente, ele desperta e faz germinar todas as sementes ocultas no homem. Muitos não se desenvolvem nem moral nem espiritualmente, porque em vão esperam saudosos, um simples gesto de amor. Outros trazem em si a inclinação ao heroísmo e poderiam elevar-se como águia, até o sol, porém permanecem em planos inferiores, porque recebem e dão pouco amor”. Levando em consideração que, o amor que nos cura e nos faz crescer é o amor que damos e não o que recebemos, é justo que comecemos agora mesmo a dar mais atenção ao assunto.
Foto Ilustrativa: by Getty Images / FG Trade

Os efeitos do amor que dou

Santo Agostinho nos diz: “O amor é a força de atração da alma”; e São Francisco de Sales nos lembra: “Como o corpo foi criado para a alma, assim a alma foi feita para o amor”. E Deus, que criou o homem, portanto: o corpo e a alma por amor e com amor, também espera do homem, no mínimo, a disposição para amar.
Mas como amar meu próximo na medida certa? Cristo nos ensinou quando disse ao escriba: “Amarás teu próximo como a ti mesmo”, portanto, está aí a medida certíssima! Porém, como não posso dar aquilo que não possuo, então, para amar o meu próximo, devo ter também um sadio amor próprio, concorda? Agora, mãos à obra!
Começando por uma autoanálise: me amo e me aceito como sou ou tenho me desprezado, fugindo de mim tentando amar os outros? Que tipo de amor tenho oferecido às pessoas que se relacionam comigo? Feita sua conclusão, lembre-se de que: o amor que cura é o amor que você dá e não o que você recebe, além do mais, não se pode dar aquilo que não se tem.
Peço a Deus que lhe conceda, hoje, a graça de amar, na medida certa, o próximo como a ti mesmo, e que você leve os efeitos do amor em sua vida.

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