O Ano do Papa Francisco em imagens

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Papa abre Porta Santa da Basílica de São Pedro - Dezembro 2015

 Papa visita hospital pediátrico em Bangui - Novembro 2015

 Sínodo das Famílias - Outubro 2015

 Audiência geral - Setembro 2015

 Encontro com os Mejistas - Agosto 2015

 Papa brinca com idosa no Equador ao lhe perguntar o "segredo" da juventude - Julho 2015

 Audiência geral - Junho 2015


 Audiência geral - Maio 2015

 Sexta-feira da Paixão - Abril 2015

 Visita Pastoral - Pompeia e Nápoles Março 2015

 Menino entrega carta ao Papa na Audiência geral - Fevereiro 2015

 Papa visita Templo budista no Sri Lanka - Janeiro 2015

Cristo realiza a diferença em nossa vida

Quando nos abrimos para acolher Cristo, deixamos que Sua Palavra faça a diferença em nossa vida

“O Verbo veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. Mas, a todos os que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus” (João 1, 11-12).

 Estamos celebrando os dias do nascimento de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. No sétimo dia da Oitava de Natal, contemplamos esse Deus maravilhoso que está presente no meio de nós e nos concede a mais sublime graça.

A graça de nos tornarmos filhos de Deus e vivermos como Ele

Todos aqueles que acolheram Jesus receberam a graça de tornarem-se filhos de Deus. Não é uma graça pequena nem qualquer, mas a mais sublime delas. Se o pecado nos tirou essa condição, essa graça, o Senhor resgatou para nós a dignidade. Ele veio para os que eram d’Ele, mas muitos não O acolheram, não O receberam.
Tenhamos a graça de viver como filhos de Deus todos os dias de nossa vida! Para termos essa graça, não basta dizermos “Eu sou filho de Deus!”, mas acolhermos Suas palavras e Seus ensinamentos, tudo aquilo que Ele traz para resgatar a nossa humanidade e dignidade.

A diferença em nossa vida

Ele está no meio de nós! A quem se abre para acolhê-Lo e recebê-Lo, Ele entra, faz a festa e a diferença em nossa vida!
O mais triste de contemplar, depois de tantas luzes acesas, de tantas trocas de presentes, depois de tantas celebrações e comilanças, é que muitos corações não se abriram para acolher Cristo. E nos abrirmos para acolhê-Lo é deixarmos que Sua Palavra faça a diferença em nossa vida e que essa Palavra, vinda do coração do Pai, faça uma diferença enorme.
Se há uma mágoa enorme nos matando, permitamos que Ele a mate. Se existe um ressentimento tirando-nos a graça de viver, é preciso permitir que Ele apague esse ressentimento. Se existe desavenças no meio de nós, precisamos deixar que Sua Palavra as quebre e faça toda a diferença em nossa vida, no meio de nós.
Queremos parar para contemplar e acolher; queremos que, neste tempo do Natal, não fiquemos apenas na euforia, na festa e alegoria; queremos ir para o recolhimento do nosso quarto, para o nosso interior, e percebermos, em nosso coração, onde Cristo entrou, onde Ele nasceu e fez diferença em nossa vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Lutemos em favor da vida

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

 

No coração de Deus há um lugar muito especial para aqueles que lutam a favor das crianças

“Quando Herodes percebeu que os magos o haviam enganado, ficou muito furioso. Mandou matar todos os meninos de Belém e de todo o território vizinho, de dois anos para baixo” (Mateus 2,16).

  Nós, hoje, estamos vendo na Liturgia a celebração dos Santos Inocentes, aquelas crianças que foram perseguidas pela maldade de Herodes. A crueldade desse tirano o levou a perseguir todas as crianças daquela redondeza. Na verdade, ele queria matar Jesus, pois não queria, de forma nenhuma, que um outro rei viesse perturbá-lo ou impedir o seu reinado.
Medo, covardia e tantas outras coisas poderíamos observar no coração desse homem, que representa todos os tiranos de todas as épocas da história da humanidade, homens e mulheres que deixaram seu coração se mover pelos próprios interesses e pelo próprio egoísmo. Homens e mulheres que tiveram medo de perder seus tronos e, a todo custo, eliminaram pessoas, adversários e inimigos, usaram e abusaram do poder para se perpetuarem.
Quando contemplamos as crianças inocentes que foram martirizadas, é importante lembrarmos que muitas outras crianças, na história da humanidade, continuam sendo mártires, como os santos inocentes. Sejam as crianças que são abortadas no ventre de suas mães sem direito à vida; martirizadas pela fome, sem direito a uma vida digna, porque não têm um pai nem uma mãe para criá-las. Crianças abandonas, largadas, jogadas a toda e qualquer sorte.

Celebremos a vida

Hoje, queremos celebrar não a morte, mas a vida, porque Cristo veio para que todos tenham vida. E todos aqueles que perderam a vida por causa d’Ele, mesmo que seja um feto [porque em um feto está a vida plena] estarão sempre com Ele.
Na celebração dos Santos Inocentes, coloquemos a nossa vida em favor das crianças que estão para nascer ou já nasceram. Quem se põe do lado de Cristo põe-se do lado dos pequeninos.
Que Deus abençoe a gravidez de cada mãe que, com muito amor e ternura, dá a vida para cuidar de seus filhos. No coração de Deus há um lugar muito especial para aqueles que lutam a favor das crianças.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Jantar da Misericórdia para Carentes da Comunidade do Timbó - Reportagem TV Correio

sábado, 26 de dezembro de 2015

Missa da Véspera de Natal

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

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Entrega das Cestas Básicas à Comunidade do Timbó - Paróquia Menino Jesus de Praga

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Nesta noite do dia 23 de dezembro a Paróquia Menino Jesus de Praga entregou 300 cestas básicas às famílias da Comunidade do Timbó. O Armadura do Cristão esteve presente e registrou o momento.
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Coloquemos no Senhor a nossa confiança

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Renovemos, neste tempo de graça, a nossa total confiança no Senhor nosso Deus, especialmente na Sua misericórdia

“O Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o temem” (Lucas 1,49-50).

Maria exulta na presença de Deus, e o seu coração está profundamente agradecido, alegrando-se naquilo que o Senhor realiza em sua vida. O cântico de Maria é de reconhecimento, exaltação ao Senhor Nosso Deus, porque Ele é fiel à Sua aliança e à Sua promessa. O cântico de Maria é de todos aqueles que colocam no Senhor sua confiança e sua esperança, e sabem que toda conquista que têm na vida é, na verdade, uma bênção de Deus, um acalento divino, aquilo que o Senhor nos prometeu de amor e salvação. O Senhor não falha, é Ele quem cuida de nós e nos protege. Que o Seu nome poderoso e santo seja louvado, exaltado e glorificado no meio de nós.

A misericórdia do Senhor

A Sua misericórdia, de geração em geração, estende-se e chega a todos nós que tememos, que esperamos e colocamos no Senhor a nossa confiança.
A misericórdia do Senhor nunca há de nos faltar! Há de conduzir todos os nossos passos, iluminar os nossos caminhos, direcionar a nossa vida, fazer com que caminhemos na paz e na segurança, porque o Senhor é nossa proteção e nosso refúgio.

A confiança no Senhor nosso Deus

Coloque no Senhor sua confiança e esperança. Renovemos, neste tempo de graça em que vivemos, a nossa total confiança no Senhor nosso Deus, especialmente na Sua misericórdia. Quando mergulhamos na misericórdia divina, é ela que nos purifica, que nos lava e renova o nosso coração para vivermos tão bem diante da Sua presença.
O cântico de Maria é um cântico de louvor, de ação de graças e exaltação ao Deus Todo-poderoso, que nunca se esquece dos Seus servos. Espero que, neste Natal, o cântico da ação de graças, do louvor, do homem novo e da mulher nova, o canto novo, a canção nova esteja em seus lábios e em seu coração.
Exalte o Senhor, bendiga o Seu nome, porque maravilhas Ele realiza no meio de nós!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Auto de Natal - ECRI Paróquia Menino Jesus de Praga

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

http://armaduracristaodo.blogspot.com.br/2015/12/auto-de-natal-ecri-menino-jesus-de-praga.html
Aconteceram nesse sábado e domingo(19 e 20/12) apresentações do Auto de Natal da Paróquia Menino Jesus de Praga encenados pelas crianças do ECRI (Encontro de Crianças com Cristo) da Paróquia. O Armadura do Cristão fez o registro com fotos. 

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Quem não tem joio na sua família?

sábado, 19 de dezembro de 2015

Não podemos desistir de ninguém! É preciso arrancar o joio, não as pessoas

Trabalhe para peneirar a sua família. Ninguém diz: “Senhor, pode tirar fora essa pessoa”. Não! Mas quem não tem joio na família?
quem-nao-tem-joio-na-sua-familia
Eu sei que você diz: “Meu filho é rebelde”. Então, penitencie-se, reze, crie calos nos joelhos. É melhor você calejar seus joelhos do que ver os seus se perdendo no final.
A única receita que eu tenho para você é: “Tudo pode ser mudado pela força da oração!”.
A terra já está sendo julgada. O Senhor já está separando o joio do trigo. A que ponto está a falta de juízo dos seus, e a que ponto está sua falta de juízo? Não permita que o joio entre na sua casa.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
  Fundador da Comunidade Canção Nova


Fonte: Canção Nova

Como viver com os filhos a autenticidade do Natal?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Os nossos filhos necessitam atualizar a autenticidade do Natal durante todo o ano

Essa pergunta entrou na minha casa pela boca de um padre santo, que nos ajudou a descobrir o verdadeiro sentido do Natal. Na ânsia de demostrar amor e proporcionar alegria para nossos filhos, passávamos horas procurando os melhores presentes e preparando a ceia da família para depois da Missa. Não que isso seja errado, mas o que não percebíamos era que o Aniversariante e Sua mensagem ficavam esquecidos ou restritos à Missa do Galo.
Como viver com meus filhos a autenticidade do Natal
A palavra ‘Natal’ significa nascimento; porém, não existe registro que Jesus tenha nascido exatamente no dia 25 de dezembro, ou que os discípulos comemoravam o nascimento do seu Mestre. Como não se sabia ao certo a data, a Igreja Ocidental, no século V, definiu que seria celebrada no dia da festividade romana em honra ao nascimento do Sol, e a data se enraizou no mundo Ocidental.
Apesar de não se afirmar a data correta, o nascimento e a missão de Jesus foi tão impactante, que dividiu a história em antes e depois d’Ele. Para buscarmos a autenticidade do Natal, o primeiro passo é entendermos o que ele significa.

O real motivo de celebrar o Natal

Nossa reflexão começa com uma afirmação: Ele é o nosso verdadeiro Sol que ilumina nossa vida. Para os cristãos, o nascimento de Jesus faz parte do plano de salvação de Deus para a humanidade. Esse é o motivo pelo qual celebramos o Natal; portanto, faz parte do papel dos pais, verdadeiramente cristãos, recordar e vivenciar o nascimento do Salvador no coração das famílias, mostrando quem é o verdadeiro aniversariante.
Outra reflexão: se a data surgiu de uma comemoração pagã e ainda hoje muitos pagãos celebram o Natal, qual a diferença de comportamento dos cristãos? Provavelmente, a ideia das lembranças surgiu com a leitura dos reis magos levando presentes. Como o mundo egoísta nos leva a olhar para o “eu”, natural que quem recebe presentes sejamos nós e os nossos. Nas escrituras, os magos levaram presentes para quem? Para Jesus.

Atualizar o Natal durante todo o ano

As respostas para as perguntas acima podem mudar a nossa forma de comemorar o Natal. Comemoramos como pagãos quando os nossos comportamentos são mundanos. Como cristãos, o nosso comportamento é voltado para o outro, de acordo com os ensinamentos de Jesus para os pobres e humildes. Como os reis magos levam presentes para Jesus, os pais ensinam os filhos a saírem de si para ajudar os que precisam. Isso atualiza no Natal a autenticidade da mensagem que deverá ser cumprida o ano todo.
Os símbolos de Natal, como o Papai Noel; os enfeites e a ceia, entre outros, desvirtuam o verdadeiro sentido, que é a manifestação da misericórdia de Deus. Precisamos ensinar nossos filhos a adorá-Lo verdadeiramente.
Natal

Para quem o Natal é a festa mais importante do ano

Muitos afirmam que a festa de Natal é a mais bonita e importante do ano. Para quem? Para os shoppings, que comercializam o espírito de Natal e enfatizam a figura do Papai Noel, mas não a de Jesus. Incentivam os pais a comprarem presentes para amenizar o sentimento de culpa, por não terem tempo para os filhos. Nas casas, o Natal deve lembrar a Gruta de Belém, a família adorando o Aniversariante que veio ao mundo para nos salvar. É uma noite de gratidão.

O essencial na noite de Natal

Nesta noite, podemos lembrar que José e Maria tinham muito pouco materialmente para oferecer a Jesus, mas deram o que tinham de melhor, o tempo e as experiências para educar; a convivência, para que Ele pudesse descobrir Sua verdadeira identidade; os seus conhecimentos da Escritura, para formá-Lo; e a sabedoria de brincar, seja em Belém, no Egito ou em Nazaré. Com nossos filhos não e diferente. Muito mais importante do que presentes que são abertos e descartados em pouco tempo, o que fica são os laços familiares que construímos ao logo da vida, que comemoramos no Natal.
Nosso artigo, hoje, alerta-nos para que, no meio de tantas luzes, presentes e comidas, famílias podem morrer na escuridão, com fome e com sede da vida eterna, por perder a autenticidade.

Feliz Natal!


Fonte: Canção Nova

Advento, tempo de faxina interior

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

No Advento da vida, as estações do coração se tornam tempo propício para limpar os quartos da alma à espera do Cristo que vem

As estações da natureza nos ensinam a reconciliar, em nosso coração, o tempo dos mistérios que abraçam nossa fé. Advento é tempo da espera. Ainda não é Natal, mas antecipa-se a alegria desta festa. Viver cada tempo litúrgico com o coração é um jeito nobre de não adiantar um tempo que ainda não chegou. Na sobriedade que este tempo litúrgico exige, vamos tecendo a colcha das alegrias do Cristo que vem ao nosso encontro.
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Esperar é uma alegria antecipada de algo que ainda não chegou. A mulher grávida vive na alma a felicidade antecipada pela vida que, em seu ventre, vai sendo gerada no tempo que lhe cabe. A natureza cumpre o ritual das estações para que cada tempo seja único. Os casais apaixonados esperam o momento do encontro. As famílias organizam a casa no cuidado da espera dos parentes que vão chegar. Esperar é uma metáfora do cotidiano da vida. No contexto do Advento, a espera ganha tonalidades alegres e sóbrias.

Cuidado e organização

Casa mal arrumada não é adequada para acolher os amigos e familiares que vão chegar. Jardim sujo não pode se tornar um canteiro para novas sementes. Esperar é também tempo de cuidado e organização.
No tempo da espera, o tempo do cuidado na vida espiritual. Chegando ao fim de mais um ano, muitos corações se encontram totalmente bagunçados. Raivas armazenadas nos potes da prepotência, mágoas guardadas nas gavetas do rancor, amizades sendo consumidas pelo micro-ondas da inveja, tristezas crescendo no jardim da infelicidade, violência sendo gerada no silêncio do coração.

Balanço da vida espiritual

Enquanto as lojas fazem o balanço [de seu patrimônio], somos convidados a fazer o balanço de nossa situação emocional. No balancete da vida, o amor deve sempre ser o saldo positivo que nos impulsiona a sermos mais humanos a cada dia.

Tirar o pó que asfixia o amor

Casa mal arrumada não é local adequado para receber quem nos visita. Coração bagunçado dificilmente tem espaço para acolher quem chega. Neste tempo do Advento, a faxina da espera deve remover as teias de aranha dos sentimentos que estacionaram em nossa alma. O pó que asfixia o amor deve ser varrido. Tempo novo exige coração novo. Jesus, com Seu amor sem limites, adentrava o coração de cada pessoa e fazia uma faxina de amor; abria as janelas da vida, que impediam cada pessoa de ver a luz de um novo tempo chegar; devolvia às flores, já secas pelas dores e tristezas, as alegrias da ressurreição; semeava nos sertões sem vida as sementes do amor e da paz.
No Advento da vida, as estações do coração se tornam tempo propício para limpar os quartos da alma à espera do Cristo que vem. Se o jardim do coração estiver sendo cuidado, as sementes da esperança vão germinar no tempo que lhes cabe, e o Amor nascerá nas alegrias da chegada.

Fonte: Canção nova

A presença de Jesus cura nossas enfermidades

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

 

Permitamos que a presença amorosa de Jesus entre em nós e cure nossas doenças e enfermidades

Nessa mesma hora, Jesus curou de doenças, enfermidades e espíritos malignos a muitas pessoas, e fez muitos cegos recuperarem a vista” (Lucas 7,21). 

João enviou seus discípulos para perguntarem ao Senhor se Ele realmente era o Messias enviado ou se deveriam esperar por outro. Não que João tivesse dúvidas e não soubesse quem era Jesus, mas queria que seus próprios discípulos soubessem que o Messias, o Mestre, o Senhor não era ele [João], mas sim Aquele que estava lá: o próprio Jesus.
Quando João mandou que seus discípulos perguntassem se Jesus era mesmo o enviado, ele queria que testemunhassem, certificassem e vissem quem era o Senhor. Eles viram, tocaram e testemunharam que Jesus recuperou muitos doentes, deu de volta a visão a muitos que estavam cegos e fez o Reino de Deus acontecer.

O Reino de Deus acontece entre nós

Sabe, meus irmãos, onde Jesus está o Reino de Deus acontece. Se Ele está entre nós, temos de deixar que Ele faça o Reino de Deus acontecer entre nós! Conviver numa mesma casa, numa mesma família, trabalhar com as mesmas pessoas, deixa-nos doentes e enfermos muitas vezes.
Nós não enxergamos bem, não falamos bem, não queremos o bem, porque o ‘nós’ e  o ‘eu’ estão à frente de Deus, da Sua graça e do Seu Reino. Permitamos que a presença amorosa de Jesus entre em nós e cure nossas doenças e enfermidades. Para começar, cure nossa própria visão interior.

É tempo da graça de Deus

É tempo de a graça de Deus acontecer em nós para podermos enxergar com os olhos de Deus; é tempo de a graça de Deus tocar nossas enfermidades, tocar nosso corpo, nossa mente e psique, para que possamos encarar a vida de forma sadia.
Quando os discípulos viram que Jesus fazia nova todas as coisas e as pessoas eram tocadas, libertas e restauradas quando se deixavam tocar por Ele, eles voltaram e disseram a João tudo o que haviam visto.
Que cada um tire a sua própria conclusão. Eu não vou dizer para você que Jesus é Mestre, é Senhor por isso e por aquilo. É importante que, a exemplo dos discípulos de João, façamos a nossa experiência.
Deixemo-nos ser tocados por Jesus, curados e libertos, porque Ele faz nova todas as coisas!

Deus abençoe você.

Fonte: Canção Nova

Nossa oração deve gerar amor em nós

terça-feira, 15 de dezembro de 2015


 

A oração deve gerar em nós mais amor, compaixão e fidelidade a Deus e  Sua vontade

Em verdade vos digo, que os publicanos e as prostitutas vos precedem no Reino de Deus” (Mateus 21,31).

Mais uma vez, Jesus está no embate com os chefes dos sacerdotes e os anciões do povo. E a pequena parábola dos dois filhos que Ele conta é, na verdade, um sinal de compreensão muito clara sobre a disposição que cada um pode ter em querer seguir Deus ou não.
Veja: o pai manda o primeiro filho trabalhar na vinha, mas este diz que não vai, porque não quer; depois, reflete bem, muda sua opinião e vai. O segundo não reflete e responde no entusiasmo: ‘Sim, senhor, eu vou!’ Mas depois não vai. (cf. Mateus 21, 29-30).
Quem faz a vontade do Pai não é aquele que põe a boca para fora e diz “amém” para tudo, que reza, ora, faz isso e aquilo, mas, no fundo do coração, não faz a vontade de Deus.

É preferível amar mais e rezar menos

Às vezes, passamos muitas horas rezando, mas amamos e vivemos tão pouco os mandamentos do Senhor nosso Deus. É preferível amar mais e rezar menos, porque a nossa oração tem de transformar a nossa vida, tem de atingir a nossa vontade e disposição! A oração não pode fazer de nós pessoas mais orgulhosas e insensatas; ao contrário, deve gerar em nós mais amor, mais compaixão e fidelidade a Deus e Sua vontade.
Quantas prostitutas, quantas pessoas julgamos que sejam de má vida, e irão nos preceder no Reino de Deus! Porque, muitas vezes, o pecador parece que não se converte, mas quando este ouve a Palavra de Deus e se deixa crer e se convencer por ela, muda de vida de verdade.

Como seguir Jesus?

Aquele que, muitas vezes, está na igreja e sempre reza, acha que o outro precisa de conversão; está sempre reparando a vida das outras pessoas. Na verdade, seguir Jesus quer dizer: “Repare sua própria vida, corrija a si mesmo e converta-se a cada dia!”. Se não, daqui a pouco será também doutor da Lei. Conhecemos muita coisa de Deus, mas sabemos praticá-las pouco demais.
Para Deus o mais importante não é o conhecimento, mas a vida; para Ele, o mais importante não é a quantidade, mas a intensidade e a qualidade de vida moldada pelo Seu Evangelho.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Aniversário de 15 Anos de Sacerdócio de Padre Marcondes

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

http://armaduracristaodo.blogspot.com.br/2015/12/aniversario-de-15-anos-de-sacerdocio.html
Neste domingo(13/12), foi comemorado na Paróquia Menino Jesus de Praga o aniversário de 15 anos de Sacerdócio de Padre Marcondes Meneses. O Armadura do Cristão fez o registro desse momento.

Clique na imagem acima e confira as fotos.

Os vídeos estão sendo editados. Logo mais estarão disponíveis.

Reconheçamos em Maria o amor de Deus

sábado, 12 de dezembro de 2015



Merecemos uma Mãe que nos mostre o caminho de santidade, salvação e recuperação da dignidade humana. Por isso, Maria é esse referencial da fé cristã

Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!”  (Lucas 1,42).

Nós celebramos, hoje, a Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, a padroeira principal do continente latino-americano.
Olhemos para a Virgem de Guadalupe nessa manifestação maravilhosa do céu no meio de nós, quando a Virgem foi um sinal de Deus para um jovem indígena, o nosso querido São João Diego. A manifestação carinhosa e amorosa da Mãe de Deus manifesta que, na plenitude do Céu, Maria é o que foi na Terra. Uma vez escolhida por Deus, ela viveu em sua vida as bem-aventuranças evangélicas.
A primeira e mais importante delas é uma dependência total de Deus, uma confiança única no amor divino que conduziu seus passos, iluminou sua vida e direcionou sua caminhada.
Quando exaltamos a Virgem Maria, exaltamos aquilo que Deus realizou na vida dela; reconhecemos que Ele se faz grande naquele que se faz pequeno, reconhecemos que a magnitude do amor divino se manifesta naquele que é humilde e se põe à disposição para fazer a vontade do Senhor.
Nós, hoje, queremos reconhecer a grandeza do amor divino, manifestada nessa criatura: Maria, mãe de Deus e de todos os homens.
Deus não deixou a humanidade órfã. Se a primeira mãe da humanidade decaiu devido ao pecado, a humanidade e todos nós merecemos uma Mãe que nos mostre o caminho de santidade, salvação e recuperação da dignidade humana. Por isso, Maria é esse referencial da fé cristã!
Os primeiros habitantes deste continente, os indígenas, viveram toda uma opressão; depois vieram os negros, que sofreram também. Mas quando ela [Nossa Senhora] aparece ao índio João Diego, mostra-nos o cuidado que Deus tem para com Seu povo, sobretudo com os mais sofridos.
Maria foi um alento e um acalento ao coração daquele índio, naquele momento em que a vida na América mudava com as descobertas e a colonização que tomou conta de todo o continente. Deus quis abençoar esta terra, Ele quis que, em meio a tantas injustiças e desigualdades, o povo não se esquecesse de que o Seus amor é maior do que qualquer injustiça humana e social!
Maria é o sinal permanente, presença constante, acalento de Mãe que acolhe em seu manto o pobre, o índio, o negro, o dono de casa, a mãe de família, o doente, o enfermo, aquele que chora e sofre.
É Deus quem nos dá Sua mãe para cuidar de cada um de nós. Não permitamos que o desânimo conduza nossa vida!

Deus abençoe você!

O orgulho nos afasta dos caminhos de Deus

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015


É verdade que há situações nas quais o nosso orgulho cresce, a vaidade humana nos ensoberbece, mas é preciso a virtude evangélica da violência

Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e são os violentos que o conquistam” (Mateus 11, 12).

Na Palavra de Deus, que vem hoje ao nosso encontro, escutamos o Mestre exaltar a violência. Se não compreendermos bem esse fato, cometeremos erros graves, já que o mundo é marcado por tantas violências que só fazem mal à convivência humana, à fraternidade universal e à vida de cada um de nós.
A violência evangélica é outra, não tem nada a ver com a violência dos homens, com guerras e conflitos. Não! É a violência que fazemos sobre o nosso orgulho, soberba, vontade própria e sobre tantas coisas que faríamos apenas pelo impulso.
Violentamos a nós mesmos para nos moldarmos, para fazermos a ascese em nosso comportamento e nossa vida. Sabe por quê? Porque entre os nascidos de uma mulher não houve ninguém que fosse maior que João Batista. Por que João Batista era maior? Não só porque ele foi o predecessor do Messias, mas é que João Batista foi pequeno, e quanto mais o engrandeciam, mais ele dizia: “Convém que Jesus cresça e eu diminua” (João 3,30).
Jesus diz: Nenhum é maior do que João Batista. No entanto, o menor no Reino dos Céus é maior do que ele” (Mateus 11,11).
Meus irmãos, no mundo onde as pessoas brigam para serem grandes, reconhecidas e maiores; no mundo onde a nação disputa poderio, as pessoas estão competindo em busca dos primeiros e maiores lugares. Deus não dá Sua coroa para os primeiros deste mundo, mas para aqueles que não buscam o reconhecimento humano, e sim o reconhecimento d’Ele.
Deus não coroa aqueles que vivem sobre as sombras dos aplausos das pessoas, e sim aqueles que vivem no esconderijo, na humildade, no desprendimento, na vida simples e modesta. Estes são os aplaudidos de Deus, são os maiores no Reino dos Céus!
É verdade que há situações onde o nosso orgulho cresce, onde a nossa vaidade humana nos ensoberbece, mas é preciso a virtude evangélica da violência. Corte, não dê vazão, não deixe crescer o ego, não se deixe colocar acima dos outros, não se sinta maior e mais importante que ninguém. Dê importância até para quem não tem importância, dê reconhecimento até a quem não o merece.
Que o orgulho não nos leve ao erro e a soberba não nos afaste dos caminhos de Deus. Que a profunda humildade de Jesus Cristo nos mantenha submissos a Sua vontade!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Em Deus encontramos descanso e cura para nosso coração

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Quanto mais formos dóceis a Deus e humildes de alma, mais encontraremos descanso e cura para nosso coração e nossas aflições
 
Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso” (Mateus 11,28).

Jesus está nos convidando, está olhando no mais fundo dos nossos olhos e dizendo a cada um de nós: “Não se deixe oprimir pelo cansaço, pelas fadigas da vida, nem se deixe sucumbir pelo peso do fardo. Mas vinde a mim, ao meu coração, vinde aos meus braços, vinde estar diante de mim apresentando o vosso cansaço, a vossa fadiga e o fardo que leva sobre si!”.
Sabe, meus irmãos, escutamos tantas vezes alguém dizer: “Como estou cansado! Eu não aguento mais! Que vida dura! Que vida difícil! A minha vida está um fardo de dar dó e ter misericórdia!”.
Deus tem dó, misericórdia e compaixão. Ele sabe aquilo que nos oprime e nos cansa; Ele quer carregar os nossos fardos. Não é que não teremos mais responsabilidades ou compromissos, não é que não passaremos mais por dificuldades, não é que não sentiremos mais cansaço ou não ficaremos mais enfadonhos com a vida. Mas não podemos carregar sozinhos o tamanho do peso que cai sobre os nossos ombros.
É Jesus quem está dizendo: ‘Vinde ao meu coração, tomai sobre vos o meu julgo, aprendei de mim o remédio para curar tamanha dor, aflição, fadiga’.
O remédio do coração de Jesus é a mansidão e a humildade! Quanto mais nos submetermos em ser mansos, dóceis a Deus, humildes de alma, mais encontraremos descanso e cura para o nosso coração e nossas aflições.
Aprendamos que em Deus o julgo se torna suave e o fardo leve, desde que a cada dia saibamos ser dóceis e obedientes a Deus. E não deixemos o orgulho tornar enfadonho demais a vida de cada um de nós.
Que a soberba saia da nossa frente e a humildade divina conduza os nossos passos!

Deus abençoe você! 

Fonte: Canção Nova

A exemplo de Maria, trilhemos o caminho da graça

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A exemplo de Maria, procuremos, por toda a nossa vida, trilhar o caminho da graça, da mulher nova e da vida nova
“Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” (Lucas 1,28).

Solenemente, a Igreja celebra, em todo o mundo, a Imaculada Conceição de Maria. Quando proclamamos e exclamamos que ela [Maria] é a Imaculada Conceição, estamos entendendo aquilo que Deus fez nela desde o momento em que foi concebida no ventre da sua mãe. Uma vez que para Deus nada é impossível e a Sua graça realiza realmente o impossível na vida humana, Ele quis que a Mãe do Seu Filho fosse santa, sem pecado desde o momento da sua concepção.
Mistério profundo, belo, admirável, mas que, ao mesmo tempo, mostra-nos o tamanho da responsabilidade que Deus concedeu a ela. Maria, na verdade, é a nova Eva, assim como Cristo é o novo Adão, e a Igreja um novo paraíso no qual os homens são salvos.
Maria representa para nós aquilo que Deus desejou, ansiou para a primeira mulher, apenas que Eva não soube corresponder à graça recebida, ao dom que lhe foi dado do alto. Ela [Eva] nasceu e veio de Deus sem pecado, mas diante da tentação e do tentador sucumbiu. Não basta nascer sem nenhum pecado, o mais importante é perseverar, preservar-se e manter-se longe do pecado.
Maria foi forte, empenhada, foi toda a vida voltada para essa graça recebida. Quando o anjo a cumprimentou, ao mesmo tempo revelou o que ela é: plena de graça. A plenitude da graça está nela, porque não se encontrou nesta mulher espaço algum para o pecado e desobediência a Deus.
Amados irmãos e irmãs, olhemos hoje para o exemplo da bem-aventurada, sempre Virgem Maria; olhemos para seus passos, para sua vida, entrega, consagração e fidelidade. Que a sua Imaculada Conceição seja para nós sinal de esperança, purificação e renovação interior.
Que Deus liberte a nossa vida dos caminhos do pecado, que desvie nossa vida daquilo que macula a nossa alma e nos dê, a exemplo da Virgem Maria, a convicção de que não precisamos ser como Eva e trilharmos o caminho do pecado. A exemplo de Maria, procuremos, por toda a nossa vida, trilhar o caminho da graça, da mulher nova e da vida nova!

Maria, que a sua Imaculada Conceição brilhe sobre nós!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Instituto Vem Cuidar de Mim promove um domingo no teatro

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

     
   O Instituto Vem Cuidar de Mim levou neste domingo (06/12) crianças da Comunidade do Timbó ao Teatro Lima Penante para assistir a peça "O Auto de Natal" encenada pelo grupo de teatro PROERD Encena. Uma peça teatral repleta de mensagens de amor, paz e acima de tudo, esperança e fé, que encantou as crianças da comunidade. Finalizando um lanche de confraternização com os atores selou o domingo no teatro. Com mais esta ação o instituto visa oferecer oportunidades as crianças e adolescentes de conhecer as mais diversas manifestações culturais do nosso Estado, nesta caso específico o teatro. #Vemcuidardemim
http://armaduracristaodo.blogspot.com.br/2015/12/instituto-vem-cuidar-de-mim-promove-um.html
 CLIQUE NA IMAGEM ACIMA E CONFIRA TODAS AS FOTOS

Investidura de novos Ministros da Sagrada Comunhão

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

http://armaduracristaodo.blogspot.com.br/2015/12/investidura-de-novos-ministros-da.html
Na última quinta-feira, 03 de dezembro, aconteceu a investidura de novos Ministros da Sagrada Comunhão na Paróquia Menino Jesus de Praga. O armadura do Cristão fez o registro. 
Clique na imagem acima e confira as fotos

O sacramento do amor

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015



O coração de Jesus sofre da doença chamada amor. A sua maior agonia é a carência do amor das suas criaturas!

Aquele que ama anseia estar junto da pessoa amada; e o seu maior sofrimento é não ser correspondido no seu amor. Para comprovar isto, basta ver como fica desesperado, um jovem ou uma jovem, quando o namorado que tanto ama, lhe abandona. A dor e a angústia é ainda maior quando ela é trocada por outra.

A dor mais forte é a “dor do amor”. A pior doença é o amor não correspondido. Conheci uma moça que, ao tomar conhecimento que o seu namoro tinha terminado, não queria mais nada, e nada podia consolá-la; não queria mais comer, dormir, estudar…nada. Era a dor do amor. Queria morrer…

Jesus mostrou e provou o seu amor por nós de inúmeras maneiras: assumiu a nossa natureza, “vestiu a nossa carne”, fez-se obediente até a morte, morte de cruz, para nos salvar da morte eterna, e ficou conosco para sempre na Eucaristia.

Neste Sacramento do seu próprio Corpo, o Senhor nos dá a revelação máxima do seu amor. Fez o milagre da Eucaristia para estar junto de nós, individualmente, com cada um, de modo “particular”, e inteiramente. Fez-se pão, “prisioneiro dos nossos sacrários”, para estar sempre conosco, a cada dia, e todos os dias. Ele se entregou totalmente a nós no Pão.

Ele que é Onipotente, se fez fraco no pão; Ele que é o Soberano, se fez pobre; Ele que é o Infinito de Tudo, se fez limitado num pedacinho de pão.

E por que tudo isso, meu irmão? Por amor a cada um de nós. Para estar a nosso lado e ser o nosso remédio e o nosso alimento. Ele deu-se todo a nós, sem reservas; é por isso que nós também temos que nos dar a Ele com a mesma radicalidade. Na Eucaristia Ele é nosso, como dizia santa Terezinha: “agora Jesus, o Senhor é meu!”

É impressionante como Jesus preparou os seus discípulos para anunciar-lhes a Eucaristia. São João narra isto no capítulo 6 do seu Evangelho. De início, às margens do mar da Galiléia, circundado de montanhas, no final do dia, Jesus realiza o milagre da multiplicação dos pães. O povo come até se saciar e ainda sobram doze cestos. Jesus mostrava assim, de maneira vivencial, que “ele era Deus” e que tinha “poder sobre o pão”. Este se multiplicava sob a sua ordem.

Em seguida, na madrugada do mesmo dia, vai ao encontro dos discípulos, “andando sobre as águas”. Mostrava-lhes assim, também de maneira visível, que era Deus e que tinha “poder sobre o seu corpo” e sobre as leis da natureza.

Portanto, se Ele tem o poder total sobre o pão, que multiplicara, e sobre o seu corpo, que não afundava na água, então, poderia agora transformar o pão no seu próprio corpo, para ser o nosso sustento e remédio espiritual.

Na manhã do dia seguinte, na Sinagoga de Cafarnaum, Jesus faz então o célebre “discurso da Eucaristia”, depois que o povo tinha visto, pedagogicamente, o seu poder sobre o pão e sobre o seu próprio corpo. Entre tantas promessas maravilhosas do discurso eucarístico, Jesus disse:

“Eu sou o pão descido do céu; quem comer deste pão viverá eternamente. O pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo” (Jo 6, 51).

Esta é a primeira promessa que Jesus encerra na Eucaristia: a vida eterna. Ele é a vida eterna; e quem o recebe no seu Corpo tem a garantia desta vida que começa já neste mundo.

“Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes, o seu sangue, não tereis a vida em vós” (Jo 6,53).

A união com Jesus na Eucaristia garante a vida incriada, a vida divina e eterna, em nós. O “pão da vida” é o alimento desta vida eterna, que começou com o batismo.

A segunda afirmação de Jesus é a de que pela Eucaristia Ele permanece em nós:

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6, 56).

Em outra ocasião Jesus disse aos discípulos:

“Permanecei em mim, como eu em vós. Eu sou a videira e vós os ramos, aquele que permanece em mim e eu nele produz muito fruto; porque, sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15, 4-5).

No discurso eucarístico Ele deixou claro como os seus discípulos “permaneceriam nele”, para pode dar muito fruto. E fez questão de enfatizar a importância desta união conosco na Eucaristia:

“Assim como o Pai, que vive, me enviou e eu vivo pelo Pai, também aquele que come a minha carne viverá por mim” (Jo 6,57).

É essencial entender esse “viverá por mim”. Quer dizer, com a Sua presença em nós, Ele agirá em nós; Ele será a nossa força; Ele será a nossa paz; Ele será tudo em nós! A nossa miséria será trocada pela Sua força.

É aquilo que São Paulo experimentou:

“Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20).

É interessante notar que quando Jesus terminou o discurso eucarístico, muitos o abandonaram por não aceitar o que ele acabara de revelar (Jo 6,66). Nem por isso Jesus voltou atrás ou deu mais explicações. Chamou os Doze e perguntou também a eles:

“Não quereis também partir ?” (Jo 6,67), provando-lhes a fé. Ao que Pedro, iluminado por Deus, responde:

“Senhor, a quem iremos? Tens palavras de vida eterna e nós cremos e reconhecemos que és o Santo de Deus”(Jo 6,69).

Pedro também não tinha entendido como seria aquilo de “comer a minha carne e beber o meu sangue”, mas acreditou, porque sabia que Jesus era o “Santo de Deus”, e que para Ele nada é impossível. O milagre da multiplicação dos pães e do caminhar sobre o mar estavam ainda vivos na mente de Pedro…

Também de cada um de nós Jesus exige a mesma fé na sua palavra, acima do que possamos sentir ou entender diante da Hóstia viva, que será sempre um desafio à nossa inteligência.

A Eucaristia é um milagre. É o maior de todos os milagres. É o milagre de Deus que se faz pão para poder saciar o seu amor por nós e poder estar unido a cada um de nós, individualmente. É o milagre do amor de um Deus apaixonado por sua criatura, e que não suporta ficar longe dela.

Que resposta daremos a esse amor de Jesus por nós?

Amor só se paga com amor, dizem os santos.

Jesus espera o nosso amor. Jesus sofre de amor, amor não correspondido. Quantos são os que se lembram de que Ele está vivo, ressuscitado, verdadeiro, em nossos sacrários? Quantos são os que chegam até ali, diariamente, para fazer-lhe companhia, ao menos por alguns minutos, e saciar a sua sede de amor por nós?

Ali, “prisioneiro dos nossos sacrários”, ele nos espera com as mãos cheias de graças. Vamos buscá-las.

Fonte:Aleteia

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