A oração é atitude de relação com Deus

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

A oração começa pela vontade e pela decisão de orar, pela atitude de nos colocarmos em oração na presença de Deus

“Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: ‘Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos’” (Lucas 11,1).

A súplica desse discípulo, pedindo ao Mestre Jesus que nos ensine como devemos orar, é a súplica do coração de cada um de nós e da nossa alma. Queremos nos relacionar com Deus, queremos falar com Ele, queremos escutá-Lo, mas, muitas vezes, não sabemos orar como convém e caímos numa prática que se tornou comum, simplesmente repetimos fórmulas, fazemos orações que já estão prontas. É claro que todas elas têm seu valor, sua importância, e são orações que nós aprendemos. Oração é, acima de tudo e antes de tudo, atitude de relação com Deus, é a decisão de um coração de um discípulo que quer falar com o Pai, que quer relacionar-se com Ele.
Os discípulos de Jesus viram como Ele se relacionava e falava com Seu Pai, como entrava em comunhão com Deus. Ele se dirigia ao Pai e o Pai a Ele. Os discípulos queriam aprender a fazer a mesma coisa! Nós, discípulos de Jesus, precisamos também querer buscar essa graça da oração, a graça de ter comunhão com Deus.
Podemos rezar e não fazer comunhão com Deus, porque, se na oração nos deixamos levar ou simplesmente cumprimos o que está escrito, os pensamentos não se elevam a Deus. É preciso, acima de tudo, deixar que o coração se eleve, que o coração saia das excitações do cotidiano, da vida presente, para colocar, diante do Sagrado, essa presença maravilhosa de Deus no meio de nós.
Toda oração começa dessa forma: “Pai, santificado seja o seu nome”. Na oração, santificamos Aquele que já é santo; elevamos, glorificamos e exaltamos, na nossa vida, o nome do Senhor Nosso Deus, glorificamos Aquele que é nosso Pai. A oração é, acima de tudo, uma atitude de deixar que Deus seja o primeiro, que Ele seja glorificado e exaltado na nossa vida e no nosso coração.
Chamar Deus de Pai é uma grande graça! Não é um título, mas, na verdade, a relação de um filho que se aproxima do seu pai e fala com Ele.
Irmãos e irmãs, oremos, peçamos ao Senhor a graça de nos dar um espírito orante, de comunhão com Deus, para que toda nossa vida seja direcionada na vontade de Deus, seja direcionada na relação com Ele. Não podemos ter outro caminho para nos relacionar com Deus a não ser pela oração.
A oração começa pela vontade e pela decisão de orar, pela atitude de nos colocar em oração na presença de Deus.
Cada vez que nos empenhamos em orar, mais a nossa comunhão com Deus cresce. Não há problema se não sabemos rezar, precisamos pedir a Jesus que nos ensine e, a cada dia, o Mestre nos coloca no caminho do Pai, no coração d’Ele, para nos relacionarmos com Ele.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Nada é mais essencial do que estarmos aos pés de Jesus

terça-feira, 10 de outubro de 2017

 Estarmos aos pés de Jesus para escutá-Lo, para silenciar o coração e deixar que Ele reine sobre nós

“Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada” (Lucas 10,41-42).

Marta era amiga de Jesus, uma mulher de Deus e serva do Senhor. Marta era uma mulher de proximidade maior com Ele, a grande amiga. Tanto ela, como sua irmã Maria e seu irmão Lázaro, tinham um lugar único no coração de Jesus. Ele fazia questão de estar na casa deles.
Marta tem algo que Jesus chama à atenção, porque, quando amamos nossos amigos, queremos cuidar deles. Como Jesus amava demais Marta, Ele quis chamar a atenção dela, mas, na verdade, foi ela quem chamou a atenção d’Ele primeiro. Ele chegou na casa deles e, acostumado a estar ali tantas vezes, Marta continuou com suas ocupações, com seus afazeres; enquanto Maria foi dar atenção a Jesus.
O que é Marta senão cada um de nós, atarefados, preocupados, ocupados com tantas coisas da correria da vida, da rotina da vida que nos impede, muitas vezes, de nos centrarmos para estar aos pés de Jesus? Estamos com Jesus, somos amigos d’Ele, nós O amamos e servimos, mas nosso coração não centra n’Ele, e nos deixamos levar pela ansiedade da vida, pelas preocupações, inclusive, com as coisas de Deus.
É muita coisa para fazer na igreja! São os trabalhos pastorais, as coisas para resolvermos! A mesma coisa eu digo de uma mãe, de um pai de família que estão sempre muito ocupados e atarefados, têm muita coisa para fazer, mas, às vezes, falta fazer o essencial. E esse essencial direciona tudo mais.
Nada é mais essencial do que estar aos pés de Jesus. E estar aos pés d’Ele não é para dizermos o que temos no coração, mas é para escutá-Lo, para silenciar o coração e deixar que o Mestre reine sobre nós, para que Ele esteja no controle da nossa própria vida.
Quando fazemos essa escolha fundamental e essencial, quando escolhemos deixar as coisas importantes para dar primazia ao amor de Deus, isso jamais nos será tirado, pelo contrário, é isso que vai enriquecer, dar sentido e valor a nossa vida.
Que saibamos fazer escolhas essenciais, e a primeira delas é escolher estar aos pés de Jesus.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Especial Rainha Aparecida

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Especial produzido pela TV Canção Nova homenageia os 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida

Nesta quinta-feira, 12 de outubro, às 21h30, a TV Canção Nova exibirá um especial produzido em homenagem aos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida.
O especial nomeado ‘Rainha Aparecida’ conta uma história fictícia baseada na aparição de Nossa Senhora nas águas do rio Paraíba.
O conto se passa, no ano 1717, quando Juan Manoel, um padre intelectual, é enviado para a cidade de Guaratinguetá (SP), onde se depara com o surgimento de um culto em torno de uma imagem aparecida nas águas do rio Paraíba.
A partir de então, padre Manoel se vê resistente quanto a acreditar nos milagres atribuídos a ela, até que entra em conflito com si mesmo diante da devoção de uma aldeia de pescadores e escravos, e assim redescobre sua fé por meio de uma experiência milagrosa.
Confira o teaser do especial:



O especial também será exibido como reprise nos dias 13 e 14 de outubro, às 13h e às 16h, respectivamente. Confira o site feito especialmente para o Ano Mariano com testemunhos, informações e notícias no link especiais.cancaonova.com

O que é missão?

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A palavra missão vem do latim “mitto”, que significa enviar. O mês de outubro é dedicado pela Igreja Católica às missões, sendo um mês onde se celebra o dia de alguns santos missionários, dentre estes Santa Teresinha do Menino Jesus, considerada padroeira das missões.

“O amor é o combustível da missão.” Arquivo CN/ cancaonova.com

Anunciar o Evangelho a todos

“Enviada por Deus às nações, para ser o sacramento universal da salvação, a Igreja, em virtude das exigências íntimas da sua própria catolicidade e em obediência ao mandamento do seu fundador, procura, incansavelmente, anunciar o Evangelho a todos os homens. “Ide, pois, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo quanto vos mandei. E eis que Eu estou convosco todos os dias, até ao fim do mundo.” (Mt 28,19-20) (cf. CEC p. 849)

Chamados a imitar Cristo

Como membros do corpo místico da Igreja, devemos assumir a missão como o motivo principal da nossa existência. Somos chamados, a partir do nosso batismo, a imitarmos Cristo, fazendo parte da redenção no mistério da Cruz vivido pelo Crucificado, levando a salvação a todos, como diz São Paulo aos Colossenses 1,24: “Completo o que falta às tribulações de Cristo em minha carne pelo seu Corpo, que é a Igreja.”
Salvar almas! Essa foi a missão que os santos assumiram em suas vidas, cada um conforme o carisma e vocação que eram chamados, mas com o mesmo objetivo: salvar almas! Seja na penitência, na oração, no anúncio do Evangelho ou na caridade, tudo isso é para a salvação dos filhos de Deus.

O amor é o combustível da missão

“É ao amor de Deus por todos os homens que, desde sempre, a Igreja vai buscar a obrigação e o vigor do seu ardor missionário: ‘Porque o amor de Cristo nos impele’ (2Cor 5,14). E é por acreditar no desígnio universal da salvação que a Igreja deve ser missionária.” (cf. CEC p.851)
É por amor que renovamos nossas forças e nos colocamos a caminho de outros corações, onde Jesus deseja fazer morada. Àqueles que já experimentaram desse encontro pessoal com o Senhor, também se revestem desse ardor de querer fazer Jesus conhecido a todos.
Podemos até fazer uma analogia. Os missionários são como “navios”, movidos pelo combustível do amor, que precisam chegar à terras a serem conquistadas, que são os corações humanos.
Mas a missão só é possível de ser realizada pela condução do Espírito Santo, que nos capacita. Por isso, em cada missão, peçamos o auxílio d’Ele. Somente movidos pelo Espírito de Deus chegaremos onde precisamos evangelizar!
Maria Clara Olea
Comunidade Canção Nova

Papa Francisco nomeia novo bispo para Diocese de Guarabira, no Agreste da PB

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Novo bispo é o padre baiano Aldemiro Sena dos Santos, de 53 anos.


Papa Francisco nomeia Aldemiro Sena dos Santo novo bispo para Diocese de Guarabira, no Agreste da PB (Foto: Reprodução/Site da Diocese de Guarabida) Papa Francisco nomeia Aldemiro Sena dos Santo novo bispo para Diocese de Guarabira, no Agreste da PB (Foto: Reprodução/Site da Diocese de Guarabida)
 Papa Francisco nomeia Aldemiro Sena dos Santo novo bispo para Diocese de Guarabira, no Agreste da PB (Foto: Reprodução/Site da Diocese de Guarabida) 
 
O padre baiano Aldemiro Sena dos Santos, de 53 anos, foi nomeado pelo Papa Francisco nesta quarta-feira (4) como o novo bispo da Diocese de Guarabira, no Agreste da Paraíba.
A informação foi divulgada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), mas ainda não foram revelados detalhes sobre a data da ordenação do padre como bispo nem da posse dele na diocese paraibana. 
Aldemiro nasceu em Ibirataia, cidade que pertence à Diocese de Ilhéus, na Bahia, foi ordenado em 1992 e assumiu várias funções e cargos na mesma diocese, onde hoje atualmente é pároco de São Jorge dos Ilhéus e da Catedral de São Sebastião. Ele também é ecônomo diocesano, membro do Colégio dos Consultores e administrador do Centro Diocesano de Pastoral. 
A Diocese de Guarabira estava sem bispo desde julho do ano passado, quando Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena foi transferido para a Diocese de Nazaré da Mata, em Pernambuco. Padre Aldemiro vai ser o quinto bispo da Diocese, que compreende as cidade de Alagoa Grande, Araruna, Guarabira, Pilões, Pilõezinhos, Pirpirituba e Solânea.
Em nota, o Arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, destacou que a nomeação do novo bispo de Guarabira acontece no dia de São Francisco de Assis e deseja que ele seja "instrumento da paz do Senhor na nossa Província". “A Diocese de Guarabira, bem como todo o Estado da Paraíba, já o aguardam com muita expectativa, na certeza de que vens para uma vida episcopal frutuosa e cheia das bênçãos de Deus", diz a nota.

 

O papel do homem na família

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O homem representa a figura de Deus na família 

O Catecismo da Igreja ensina que a família é um “sinal da Santíssima Trindade” na Terra; assim, pai, mãe e filhos formam uma comunidade de vida e de amor à imagem de Deus. Por isso, a família é fundamental e insubstituível. Ela é a base de todo plano divino. O homem, o pai, representa a figura de Deus, Seu exemplo e bondade, mas também a firmeza d’Ele, que deve levar os filhos a terem, por analogia, uma visão bela do Senhor, que é amoroso, honesto, puro e desapegado.

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

A importância da paternidade e maternidade

A criança precisa ter um pai e uma mãe para poder firmar sua personalidade masculina ou feminina diante da figura paterna e materna. O pai é, sobretudo para os meninos, um modelo de vida, um ponto de segurança e estabilidade. Para a esposa, ele é segurança; ela gosta de “apoiar-se” nele, consolar-se em seus ombros. As mulheres choram com facilidade, mas estremecem quando veem os homens chorar.
Papa Paulo VI disse que o marido é a cabeça do casal, e a esposa é o coração. Ele tem o primado da razão, e ela o do coração.
São Paulo pediu aos maridos: “Amai as vossas mulheres como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5,25). Então, o marido deve estar pronto para gastar a sua vida pelo bem da sua esposa e dos seus filhos. Já que ele é a cabeça da família, deve estar pronto para todo sacrifício, a fim de que ela seja feliz.
Para isso, ele terá, antes de tudo, de ser um marido fiel à sua esposa em pensamentos, palavras e atos, para que a sua união com ela seja forte e indissolúvel. Qualquer resvalada nisso pode desmoronar o lar.
Um adultério é um câncer na vida conjugal e, na maioria das vezes, é praticado pelo marido. Então, ele precisa ter a graça de Deus para vencer toda fraqueza da carne.
Não se esquecer jamais do que Jesus disse: “Vigiai e orai, o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. O homem jamais pode brincar com isso e dar-se a “facilidades” com outras mulheres que não seja a sua.
Ele precisa vigiar o tempo todo, policiar-se em cada ambiente, sobretudo quando está só. A família é sagrada e não pode correr riscos de dissolução.

O que diz Victor Hugo

” O homem é a mais elevada das criaturas de Deus, mas a mulher é o mais sublime dos ideais. Deus fez para ele um trono; para a mulher, um altar. O homem é o cérebro; a mulher, o coração. O cérebro produz a luz; o coração produz o amor. A luz fecunda; o amor ressuscita.
O homem é um gênio; a mulher é um anjo. O gênio é incomensurável; o anjo, indefinível.
A aspiração do homem é a suprema glória; a aspiração da mulher a virtude extrema. A glória promove a grandeza; a virtude promove a divindade.
O homem tem a supremacia; a mulher, a preferência. A supremacia significa a força; a preferência, o direito.
O homem é forte pela razão; a mulher, invencível pelas lágrimas. A razão convence; as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos; a mulher de todos os martírios. O heroísmo nobilita; o martírio purifica.
O homem é o código; a mulher, o Evangelho. O código corrige, o Evangelho aperfeiçoa.
O homem é o templo; a mulher, o sacrifício. Ante o templo, descobrimo-nos; ante o sacrário, ajoelhamo-nos.
O homem pensa; a mulher sonha. Pensar é ter uma larva no cérebro; sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é o oceano; a mulher o lago. O oceano tem a pérola que adorna; o lago, a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa; a mulher o rouxinol que canta. Voar é dominar o espaço; cantar é conquistar a alma.
O homem tem um farol: a consciência; a mulher, uma estrela: a esperança. O farol guia; a esperança salva. Enfim, o homem está colocado onde termina a Terra; a mulher onde começa o Céu”.
Tudo isso mostra que Deus fez homem e mulher um para o outro, e ambos precisam um do outro. E os filhos precisam de ambos.

Fonte: Canção Nova

História de amizade ajuda na batalha contra o câncer de mama

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

O Outubro Rosa é o mês de conscientização e combate ao câncer de mama. Milhares de mulheres enfrentam com muita luta essa doença. Por isso, a equipe do CN Notícias foi conhecer uma história de amizade que tem ajudado nessa batalha.
Reportagem de Flávia Pereira e Ederaldo Paulini





Fonte: Canção Nova

Que os arcanjos de Deus estejam a nosso serviço e que nós estejamos, acima de tudo, a serviço de Deus

sexta-feira, 29 de setembro de 2017


“Houve uma batalha no céu: Miguel e seus anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão lutou juntamente com os seus anjos, mas foi derrotado, e não se encontrou mais o seu lugar no céu” (Ap 12,7-8).

Hoje, celebramos a Festa dos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael, os três grandes arcanjos divinos. A realidade dos anjos é admirável e maravilhosa!

Os anjos são criaturas de Deus, criados para estarem a serviço do Senhor. Anjos são espíritos puros, mensageiros de Deus, ou seja, estão a serviço d’Ele. Na hierarquia angelical, existem várias categorias: anjos, arcanjos, potestades, dominações e tantas outras hierarquias angelicais que ocupam um lugar especial. Os arcanjos são anjos com missões específicas nessa dimensão da vida espiritual que Deus criou e dispôs no relacionamento com Ele.
Os anjos estão a nosso serviço, eles estão a serviço da nossa relação com Deus, por isso não os podemos ignorar, não podemos abrir mão dessa presença angelical no meio de nós.
Olhemos para esses arcanjos. O primeiro deles é Miguel, o grande combatente das batalhas espirituais e o vencedor das forças do mal. “Quem como Deus!”. Miguel é aquele que diz: “A vitória final é a de Deus”. O mal não reina nem tem poder sobre nós quando nos colocamos sobre o domínio de Deus. Miguel é o grande combatente das forças infernais, é aquele que vence todos os anjos inimigos e os coloca aos pés e à sujeição do nosso Deus.
O arcanjo Gabriel foi aquele enviado a Zacarias e Maria para comunicar as graças divinas, as grandes graças do Céu.
A comunicação é uma grande necessidade entre nós seres humanos e na nossa relação com Deus. Queremos nos comunicar com Ele e queremos que Ele, cada vez mais, comunique-se conosco. O arcanjo São Gabriel está a serviço da boa e verdadeira comunicação.
No nosso mundo, com tantas doenças e enfermidades, que sofre, tantas vezes, com epidemias e pandemias, tantas fragilidades da nossa saúde humana, o socorro de Deus chama-se Rafael. Ele é a cura divina. São Rafael deve ser invocado, aclamado, para que não fiquemos passivos diante do crescimento de tantas doenças e enfermidades.
São Rafael é a medicina divina, é a luz divina para iluminar todas as realidades humanas, muitas vezes, contaminadas por doenças, enfermidades e por fraquezas que nos fragilizam, mas Deus é aquele que cuida de nós e de nossa humanidade.
Fiquemos amigos dos arcanjos de Deus, porque ser amigo dos anjos quer dizer ser amigo de Deus, é levar uma vida espiritual, uma vida mística de forma mais pura, verdadeira e autêntica.
Que os arcanjos de Deus estejam a nosso serviço e que nós estejamos, acima de tudo, a serviço de Deus.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova





Procuremos conhecer Jesus

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

 

Procuremos conhecer, ter relação próxima e de intimidade com Jesus e Seu Reino

“Então Herodes disse: “Eu mandei degolar João. Quem é esse homem, sobre quem ouço falar essas coisas?” E procurava ver Jesus” (Lucas 9,9).

Herodes havia mandado matar João Batista, mas ele estava incomodado, porque a fama de Jesus, tudo o que Ele fazia e falava, tornava-O conhecido. As obras de Cristo eram manifestas, e Herodes queria saber quem era Ele. Por isso, de algum modo, procurou ver Jesus, mas ficou apenas na beirada.
Nós, muitas vezes, só ficamos na beirada, porque só procuramos ver Jesus. No entanto, só vê-Lo não basta, só ver as obras de Deus no mundo não basta. Estamos contemplando as maravilhas e a ação de Deus no meio de nós, mas não basta apenas vermos, temos de conhecê-las. Ver e conhecer são diferentes, porque, quando vemos alguma coisa, nós a estamos contemplando. Agora, quando procuramos conhecer, estamos entrando na intimidade e na profundidade de algo ou alguém.
Muitas pessoas estão vendo as coisas de Deus, Seu Reino, mas não estão procurando conhecê-Lo, não estão entrando na lógica e na dinâmica do Reino de Deus. Quando conhecemos Jesus, nós O seguimos, deixamo-nos ser conduzidos pela verdade e pela libertação que o Reino de Deus traz até nós.
Herodes teve a oportunidade de mudar de vida, de ser transformado, um homem novo, mas não procurou ou não se deixou ser tocado nem conduzido pelo Reino de Deus. Herodes preferiu continuar na beirada.
Não fiquemos na beira do caminho, apenas olhando Jesus passar e a graça de Deus acontecer. Procuremos conhecê-Lo, ter uma relação próxima de intimidade com Ele e com Seu Reino, para que não seja uma realidade externa, mas entre em nós, esteja em nós, para que produza frutos em nós e a partir de nós.
Procuremos não somente ver, mas seguir Jesus, tornarmo-nos Seus discípulos, colocarmos em prática Suas palavras e levar o Reino de Deus, que contemplamos, para o mundo que precisa tanto d’Ele.
Não basta ver Jesus, é preciso também conhecê-Lo e segui-Lo.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Ler a Bíblia entendendo que tudo converge para Jesus

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

É preciso ler a Bíblia, entendendo que tudo converge para Jesus

A Bíblia é palavra inspirada, é Deus que se revela aos homens; em contrapartida, uma exigência para ler a Bíblia é a fé de quem a lê. É preciso a adesão da fé para que essa palavra produza frutos na vida de quem se debruça sobre a Palavra de Deus e acredita na ação divina. E para que essa fé exista, é preciso contar com o auxílio do Espírito Santo, que nos direciona a Deus e nos dá o entendimento necessário para aceitar e crer na Revelação.
Ler a Bíblia entendendo que tudo converge para Jesus - 
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
Já nos ensinou São Jerônimo: “Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo”. Não podemos ignorar Jesus. Temos de contar com o Espírito Santo, que nos conduz na leitura da Sagrada Escritura e nos põe no caminho do Cristo. Ler e acreditar na Sagrada Escritura é caminhar com o Senhor, é ouvir o Seu convite: “Vem e segue-me!”

A importância dos Evangelhos

Daí a importância de lermos a Sagrada Escritura, em especial os Evangelhos. Toda a Bíblia é revelação de Deus. O Antigo e o Novo Testamento possuem a mesma importância, mas os Evangelhos têm um lugar de excelência, pois ali se encontra a vida de Jesus, e todos os outros livros se convergem para o centro, que é Cristo.
Orienta-nos a Dei Verbum, Constituição Dogmática sobre a Revelação Divina: Ninguém ignora que, entre todas as Escrituras, mesmo do Novo Testamento, os Evangelhos têm o primeiro lugar, enquanto são o principal testemunho da vida e doutrina do Verbo encarnado, nosso Salvador.
É preciso ler todos os livros da Bíblia, entendendo que tudo converge para Jesus. E quando lemos os quatro Evangelhos não é diferente. É importante ler esses livros para percebermos vários aspectos da vida de Cristo. Os quatro Evangelhos se completam. Cada um possui suas características próprias; e vistos em conjunto; ajudam-nos a conhecer e seguir Jesus.

Peculiaridades

O Evangelho segundo São Marcos, por exemplo, quer nos apresentar a pessoa de Jesus. Precisamos conhecê-Lo, pois decidimos segui-Lo. Com o Evangelho de São Mateus, considerado o mais catequético dos quatro, aprendemos ensinamentos de Jesus, pois só é possível segui-Lo se soubermos como escolher o Seu caminho nas situações da vida. O Evangelista São Lucas nos apresenta a universalidade da mensagem de Cristo. É para todos! E somos chamados a anunciar essa mensagem a todos. Por fim, o Evangelho segundo São João, que possui uma literatura mais simbólica, pois nos propõe a fé nos mistérios de Jesus, que é Deus.
Conhecer Jesus, saber Seus ensinamentos, levar a mensagem de salvação aos outros e experimentar fé nos mistérios divinos, eis alguns dos motivos pelos quais devemos ler e estudar os Evangelhos. Além disso, nos permitir compreender que Jesus é o centro da Sagrada Escritura, e assim ler cada um dos outros livros da Bíblia com suas características próprias e relacionando-os com os demais [livros bíblicos], é um bom caminho para aceitar o convite da Igreja, de que nos debrucemos gostosamente sobre o texto sagrado (Dei Verbum), ou seja, sintamos seu sabor, seu gosto na nossa vida.

Fonte: Canção Nova

Para ser um familiar de Jesus, é necessário ouvir Sua Palavra

terça-feira, 26 de setembro de 2017

 

O discípulo de Jesus é aquele que escuta o Mestre, mas não simplesmente por escutar; ele tem o dom de ouvir, de prestar atenção

Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática” (Lucas 8,21).

O Evangelho de hoje nos mostra a graça maravilhosa de sermos chamados a fazer parte da família de Jesus, sermos família com Ele. Para nós, a questão familiar é sanguínea, consanguínea. “Sou filho, pai ou irmão dessa pessoa, porque tenho uma relação consanguínea ou adotiva”.
Deus amplia o conceito de família e chancela o verdadeiro sentido do que é ser família de Deus ou ser, realmente, da família de Jesus. Não quer dizer que o Senhor exclui os Seus; muito pelo contrário, Ele está dizendo que aquela que é sua mãe, aqueles que são Seus parentes próximos, não o são só porque fazem parte mesma família, mas, sobretudo, porque põem em prática a palavra ouvida.
Para ser discípulo e familiar de Jesus, é necessário, primeiro, ouvir Sua Palavra. E como nós temos dificuldades de ouvir, de colocar nossos ouvidos em sintonia com a Palavra do Senhor! Há muitas outras palavras que estão zunindo em nossos ouvidos, dando-nos preocupações, direções e tantas outras questões tão práticas deste mundo; e nós, muitas vezes, não nos colocamos na sintonia da Palavra de Deus.
O discípulo de Jesus é aquele que escuta o Mestre, mas não simplesmente por escutar; ele tem o dom de ouvir, de prestar atenção, meditar, ruminar e deixar que a Palavra ouvida seja aquela que rema, que direciona e dá, realmente, a seta para sua vida. A Palavra de Deus deve ser a direção para tudo aquilo que fazemos.
Se ouvimos, meditamos e ruminamos a Palavra de Deus, como podemos praticá-la? Como podemos vivê-la? Se não a estivermos vivendo plenamente, precisamos saber o que mudar, o que fazer, de que forma direcionar nossa vida, para que ela esteja de acordo com a Palavra de Deus.
Que a Palavra seja um espelho para nos mostrar o que, de fato, somos e estamos vivendo. Que ela seja luz, que direcione como precisamos viver.


Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A luz de Deus nos direciona

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A luz de Deus nos ajuda a caminhar na luz, tira-nos das trevas, porque Ele torna tudo claro e manifesto

Com efeito, tudo o que está escondido deverá tornar-se manifesto; e tudo o que está em segredo deverá tornar-se conhecido e claramente manifesto” (Lucas 8,17).

Deus é luz, e quem está n’Ele permanece na luz. Como essa palavra de Deus se aplica em nossa vida, no nosso coração e nas nossas relações humanas? Quem está em Deus deve ser uma pessoa transparente, que caminha sempre na luz e não na escuridão da vida, mantendo tudo o que faz escondido, sem ninguém saber.
As nossas boas obras devem ser manifestadas e conhecidas. Não é que temos de fazer propaganda, chamar à atenção, pois as obras boas que fazemos claramente aparecem, são perceptíveis; mas as obras ruins também.
Por que conhecemos as obras ruins? Para corrigi-las, para direcioná-las e tirá-las da escuridão e das trevas. Quando não conhecemos as coisas negativas que estão em nós, as pessoas, falam, comentam, não vemos, mas é sinal de que não estamos colocando a nossa vida na luz.
Quando colocamos a nossa vida na luz, vemos, claramente, as inclinações positivas, as boas obras que devemos fazer, porque a luz de Deus nos dá direção e nos mostra por onde devemos caminhar.
Quando estamos em Deus, também temos clareza de nossas fraquezas, dos nossos limites, erros e pecados. Não é para vivermos nos acusando nem acusarmos os outros, é o contrário, é para corrigir aquilo que em nós precisa ser corrigido, é para, com o auxílio da luz de Deus, sair das trevas e caminhar na direção da luz, da vida, e ser luz também para os outros, para ter paciência com os limites e fraquezas do outro. A luz de Deus nos ajuda a caminhar na luz, tira-nos das trevas, porque Ele torna tudo claro e manifesto.
Há muitas coisas escondidas dentro de nós; há coisas que guardamos no interior da nossa alma que nem mesmo nós temos consciência delas. Não é para ficarmos fazendo tempestades no coração e na mente, mas é para deixarmos tudo se iluminar, clarear, tudo vir à luz. Para retirar o que não serve, o que não presta, e curar o que precisa ser curado, transformar o que precisa ser transformado, mas para eliminar aquilo que não nos santifica nem nos torna um verdadeiro filho de Deus.
Que a luz de Deus direcione, encaminhe nossos passos e nos ajude a caminhar na vontade do Senhor.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Jesus é o refúgio dos pecadores

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Jesus faz refeição, ceia e está com os pecadores, porque Ele quer tirar o pecado da nossa vida

Enquanto Jesus estava à mesa, na casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos” (Mateus 9,10).

Hoje, celebramos São Mateus, reconhecemos nele o grande evangelista que escreveu o maior Evangelho que nós temos. Acima de tudo, queremos olhar para ele como o cobrador de impostos convertido, o pecador que deixou o pecado e foi abraçado por Deus. Mateus é o pecador que acolhe Jesus e Seus discípulos em sua casa.
Em outras palavras, quando celebramos a festa de São Mateus, entendemos que o coração de Jesus é o refúgio dos pecadores. A casa do Senhor é a casa dos pecadores, e eles têm de encontrar acento e lugar na casa de Deus.
Pode ser que muitos de nós imaginemos uma religião pura ou, muitas vezes, puritana, onde somente os santos, convertidos, somente aqueles que estão com total pureza podem se assentar. Na verdade, nenhum de nós é santo e puro, todos nós somos pecadores. Quem nos purifica e nos liberta do pecado é o Senhor Jesus, e só tem lugar no coração d’Ele quem se reconhece pecador. E não se trata de menor ou maior pecado, de termos falhado menos ou mais, de termos nascido numa família santa, sermos melhores do que o outro que já nasceu em meio ao pecado. Não! Isso são fantasias humanas e mitos religiosos que se criam, porque o Evangelho é, na verdade, a casa do Senhor, a casa dos pecadores.
Na casa do Senhor, todos precisam entrar, e há lugar para todos se sentarem à mesa com Ele. Não pode haver, de forma nenhuma, distinção de pessoas, qualquer preconceito, elevação de uns em detrimento de outros.
Na casa do Senhor, tem de estar quem progrediu na vida espiritual, mas também quem não O conheceu, quem viveu uma vida de mais pecados ou menos pecados. Na casa do Senhor, tem de estar nossos filhos e irmãos, também aqueles que são julgados, condenados, tidos como imprestáveis.
A Igreja precisa ser uma casa de portas abertas, como é o coração de Deus para acolher Seus filhos. Não é simplesmente para acolher e dizer: “Venham pecadores”, mas para dizer que Jesus faz refeição, ceia, e está com os pecadores, porque quer tirar o pecado da nossa vida. Ele veio para libertar a humanidade, o coração dos homens da escravidão do pecado.
Precisamos que cada um de nós se deixe convencer e ser convertido por Jesus, e que, uma vez conhecidos e convertidos, não sejamos frios, indiferentes nem nos achemos melhores do que os outros.
Tenhamos um coração misericordioso como o coração de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo: aberto, escancarado para acolher a todos, porque todos são amados por Ele.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Deixemo-nos consumir pela presença de Deus

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Se formos frios e indiferentes para com a presença do Sagrado e do Divino, não seremos tocados pela graça

Não pode haver dúvida de que é grande o mistério da piedade: Ele foi manifestado na carne, foi justificado no espírito, contemplado pelos anjos, pregado às nações, acreditado no mundo, exaltado na glória!” (1Tm 3,16).

Aquilo que São Paulo está, hoje, recomendando a Timóteo, em sua carta, é como devemos proceder na casa de Deus, e isso está totalmente ligado ao Evangelho de hoje, que nos fala da frieza e da indiferença daqueles que não ligaram para a manifestação da glória e da presença do Senhor no meio de nós. O Evangelho diz: “Veio João Batista, que não comia nem bebia, e foi visto por muitos como um demônio. Veio o Filho do Homem, que comia e bebia, e foi tido como um comilão, beberrão e assim por diante. Ou vocês são como crianças que tocam flautas nas praças e ninguém liga” (cf. Lc 7,31-35).
Grande é o mistério da graça de Deus manifestada no meio de nós. Uma vez manifestado, não podemos tocar nesse mistério como uma coisa qualquer nem deixar que a apatia, a frieza, a indiferença e o pouco caso tomem conta de nós.
Vivemos num mundo frio e relativista em relação às coisas sagradas e divinas, em relação à manifestação de Deus no meio de nós. Como deveríamos tremer diante da presença de Deus! Como o nosso comportamento, ao entrar numa igreja, numa capela, ao nos colocarmos na presença do Senhor, deveria ser diferente! Deveríamos estar inteiros tomados pela presença d’Ele em nosso meio.
Se formos frios e indiferentes para com a presença do Sagrado e do Divino, não seremos tocados pela graça. Por isso, é de se imaginar que a graça de Deus esteja longe e indiferente de nós, porque somos nós quem nos tornamos, muitas vezes, frios e indiferentes à manifestação da graça e da glória d’Ele. Como nós precisamos nos compenetrar na vida de oração, na vida mística, na contemplação e busca do Sagrado!
Não podemos fazer as coisas de Deus de qualquer jeito, não podemos transformar a nossa relação com Ele numa coisa rotineira, comum ou tratá-la de qualquer jeito, mais ou menos, quando der.
O Espírito não se compenetra da graça, e a graça do Espírito não penetra em nós pela nossa frieza e pela nossa indiferença. É preciso recuperar o gosto, assumir o Sagrado dentro do nosso coração, para que Ele manifeste a Sua glória, o Seu poder, a ação divina no meio de nós. Em outras palavras, é deixar-se consumir e ser tomado pela presença do Senhor.
Não vá de qualquer jeito para a igreja, não se comporte de qualquer jeito, não coloque outras coisas que o distraem e roubam sua atenção e coração da presença de Deus. Se formos inteiros para Deus, Ele será inteiro em nossa vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Jesus é o consolo para o sofrimento de todas as mães

terça-feira, 19 de setembro de 2017

 
Jesus quer ser o consolo de todas as mães que sofrem e estão, no dia a dia, tendo de acompanhar as angústias, os ânimos e fracassos de seus filhos.

“Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: 
‘Não chores!’” (Lc 7,13).

Jesus está chegando na cidade de Naim. Quando Ele entra nesse pequeno povoado, há uma procissão, um velório, ali, porque uma mãe perdeu seu filho único. Essa mãe, além de perder o filho, é viúva, e essa é a causa da dor e do sofrimento dela, pois, além de não ter mais o esposo, ela não tem mais seu filho.
Penso que uma das dores mais difíceis e duras de um coração é a dor de uma mãe que tem de enterrar um filho. É uma espada de sofrimento e dor, que passa no coração dessa mãe, que não há modo de explicarmos tamanho sofrimento.
Assim como Jesus teve compaixão dessa viúva de Naim, Ele tem compaixão das dores de nossas mães; sejam mães que precisam enterrar seus filhos, sejam as que precisam chorar por eles, ou aquelas que, muitas vezes, não sabem o que fazer com os sofrimentos, com seus filhos (crianças pequenas ou filhos já crescidos).
Nada é mais importante para o coração de uma mãe do que um filho, pois este sai do coração, sai do ventre, das entranhas dela. Todo filho precisa tomar consciência de que, por mais que seja independente e precise seguir sua vida, ele nunca sai do coração de uma mãe.
A mãe quer ver o filho ir longe, quer vê-lo prosperar e dar certo. A alegria do filho é a alegria da mãe, o sofrimento e a dor dele é o sofrimento e a dor dela. Uma mãe acompanha tudo que o filho passa, tudo o que ele vive.
Os filhos não podem ser indiferentes ao coração, à dor, ao sofrimento e a tudo aquilo que a mãe vive. O coração de uma mãe nunca se desliga do coração do filho. Ele pode morar longe, pode viver o que tem para viver na vida, mas, no coração da mãe, o filho será sempre filho.
Hoje, Jesus quer ser o consolo e o amparo de todas as mães que sofrem e estão, no dia a dia, tendo de acompanhar as angústias, vitórias e derrotas de seus filhos, também os ânimos e fracassos. O mais importante é que cada filho saiba ser consolo para sua mãe, e que cada mãe saiba que tem o consolo de Deus na sua luta de cada dia para amar seus filhos.





Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

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