Sejamos estudiosos da Palavra de Deus

sábado, 17 de janeiro de 2015

Sejamos estudiosos da Palavra de Deus! A Palavra é viva, é eficaz, é poderosa, mas desde que não a tratemos como um livro de leitura qualquer!

“A Palavra de Deus é viva, eficaz e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes. Penetra até dividir alma e espírito, articulações e medulas” (Hebreus 4, 12).

A Carta aos Hebreus nos ajuda hoje a entender a eficácia da Palavra de Deus em nossa vida. Sim, meus irmãos, a Palavra de Deus é poderosa, é viva, contudo, algumas vezes, a tratamos como se fosse mais uma palavra qualquer: palavras santas, abençoadas, importantes. No entanto, nenhum desses adjetivos descrevem, na verdade, aquilo que é Palavra, primeiro, porque ela é de Deus; não se trata de palavras humanas, por mais que o Senhor tenha usado mediações humanas para que ela chegasse até nós e para que fosse escrita para nós. O Espírito, que perpassa todas as Sagradas Escrituras, é o Espírito do próprio Deus. Jesus é a própria Palavra Viva!
Todas as vezes em que nos abrimos para ouvir a Palavra de Deus nos abrimos para ouvir o próprio Cristo! Por outro lado, todas as vezes em que a ignoramos e a relativizamos,  ignoramos e relativizamos o próprio Cristo!
A Palavra é viva, é eficaz, é poderosa, mas desde que não a tratemos como um livro de leitura qualquer! Existem muitos métodos para ler a Bíblia, existem métodos científicos para conhecer a história e o contexto da Palavra. Como é importante sermos estudiosos da Palavra, conhecer a eficácia da própria Escritura no seu contexto e na sua época! Mas nada disso substitui a Palavra ser lida, contemplada e meditada como Palavra de Deus, por meio da qual Deus Pai quer se dirigir ao nosso coração.
Quando nos deixamos ser alimentados por essa Palavra, ela entra em nós e penetra o nosso coração, atingindo até a medula dos nossos ossos. A Palavra é eficaz para combater o mal e o pecado; muitas vezes, não temos forças para lutar contra algumas tentações, não temos respostas para certas situações em nossa vida. A Palavra de Deus é luz; ao nos abrirmos a ela receberemos a sabedoria divina.
No entanto, a sabedoria divina não é ser conhecedor da Palavra como uma coisa científica, a sabedoria que ela nos traz é a capacidade de a ouvir como Palavra de Deus. Ela abre os nossos ouvidos interiores e o nosso coração, para que a Palavra, que vem do coração de Deus, penetre nele [nosso coração]!
A Palavra de Deus é como uma espada, ela corta aquilo que não é de Deus e alicerça aquilo que é do Senhor para a nossa vida. Somos hoje convidados a abrir o coração de modo a deixarmos que a Palavra de Deus entre nele de forma viva e eficaz para que sejamos transformados por ela.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Leve a Palavra de Deus a quem está paralisado na fé

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Não importa a dificuldade, não importa em que estado de paralisia este e aquele se encontrem, o importante é que sejamos essas mãos que levam aqueles que estão paralisados na fé ao encontro do Senhor!
“E Jesus anunciava-lhes a Palavra. Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens” (Marcos 2, 2-3).
Amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, a Palavra de Deus hoje nos mostra duas realidades: a primeira delas são as multidões, as pessoas e os corações que se sentem atraídos pela Palavra do Senhor. A Palavra de Deus é eficaz, atrai os corações que estão sedentos de uma vida nova, de uma renovação de vida, por isso muitas pessoas se interessam por ouvir Jesus, por ouvir Suas palavras, por ouvir o que Ele está anunciando. A segunda coisa é que, enquanto a Palavra de Deus é anunciada e proclamada, os prodígios de Deus acontecem, os corações são curados e a vida das pessoas é restaurada.
O nosso coração vai se transformando à medida que nos deixamos tocar pela Palavra que sai de Jesus: a Palavra Viva de Deus.
Ao mesmo tempo em que o Senhor anunciava a Palavra trouxeram-Lhe um homem paralítico, porque, na verdade, esse homem desejava chegar até Jesus, mas ele não tinha como fazer isso. Ele estava imobilizado, suas pernas estavam paralisadas e ele precisava de ajuda, por isso quatro homens o carregaram para que ele pudesse chegar até Jesus.
Veja que dificuldade: a multidão que está ao redor de Jesus é muito grande. Como passar no meio daquele povo para fazer com que esse homem chegasse até a fonte da Palavra (a boca de Jesus)? Ao não conseguirem fazer isso, eles vão por cima do telhado, descobrem o teto daquela casa para que por ali o paralítico pudesse passar e chegar até Jesus.
Deixe-me dizer uma coisa a você: nós, muitas vezes, também estamos paralisados; há uma paralisia interior que nos deixa presos, amarrados e nós não conseguimos chegar até Jesus, não conseguimos chegar até a Sua Palavra. Os pecados paralisam a nossa vida aos poucos. E se deixamos que os pecados vão se embrulhando dentro de nós, aos poucos as coisas de Deus e a graça d’Ele em nós vão ficando paralisadas também em nosso interior.
Quantos de nós já fomos de algum movimento da Igreja, tínhamos gosto por participar da Santa Missa, por ouvir a Palavra de Deus, mas, aos poucos, o coração foi perdendo o gosto, o sabor e a atração pelas coisas de Deus. Sabemos que, em nossas casas, em nossa família, entre nossos amigos, inclusive algumas pessoas que já nos levaram para Deus, hoje também estão paralisados, estão paralíticos das pernas e do coração. E somos nós que precisamos ser essa fonte que os leve até a boca de Deus, nem que seja preciso ser feito um milagre, algum sacrifício para isso; nem que seja preciso “passar por cima do telhado”.
Não importa a dificuldade, não importa em que estado de paralisia este e aquele se encontrem, o importante é que sejamos essas mãos que levam aqueles que estão paralisados na fé ao encontro do Senhor! E se essa paralisia atingiu a nós, peçamos ajuda, socorro. O que não podemos é ficar parados, precisamos ir à fonte, à boca de Jesus para ouvir Sua Palavra que nos cura, nos salva e nos transforma!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O poder de Jesus cura os males que não conseguimos combater

O poder de Jesus cura os males que não conseguimos combater! Uma vez que Jesus quer, a Sua mão poderosa nos liberta, nos curando e nos restaura!

“’Eu quero: fica curado!’ No mesmo instante, a lepra desapareceu, e ele ficou curado” (Marcos 1, 41-42).

É uma atitude corajosa e ousada a desse leproso de acreditar, de ter a convicção e a certeza de que Jesus podia limpá-lo, curá-lo, reintegrá-lo de vez na sociedade, porque a sua lepra o deixava à margem dos outros e num estado de tristeza e desânimo, porque não podia se sentir igual aos outros. Além do mais, a lepra era considerada uma impureza, por isso o leproso não tocava em ninguém e ninguém tocava nele. Seja pelo medo seja pela mentalidade da época em que se podia ficar contagiado por causa da lepra, ele vivia nesse estado de afastamento.
Como ele desejava se purificar e ser purificado pela graça de Deus, ele acreditou que Jesus tinha o poder de curá-lo. E o Senhor, movendo-se de compaixão, tocou com Sua mão nele e lhe disse: “Eu quero: fica curado!”.

Hoje é o dia de pedirmos a Deus que toque nas profundezas da nossa alma, do nosso coração e do nosso ser.

E que possamos realmente desejar buscar do fundo do nosso coração: “Senhor, Tu tens o poder de me libertar. Tu tens o poder de me limpar, de me curar, de me restaurar! Se Tu queres, Senhor, eu ficarei curado!”.
E uma vez que Jesus quer nos dar essa graça, a Sua mão poderosa nos liberta, nos cura e nos restaura!
Diga: Eu quero, Senhor, ser tocado pela Tua graça maravilhosa, quero ser tocado pelo Teu amor infinito. Eu quero ser limpo, Senhor, quero ser curado! Tu tens o poder de me libertar, tens o poder de me curar, tens o poder de me tocar com Tua mão e fazer de mim uma nova criatura. Eu creio, Senhor, que Tu podes me libertar! “No mesmo instante, a lepra desapareceu, e ele ficou curado” (Marcos 1, 42).
Que Deus cure aquilo que não nós conseguimos tirar de nosso interior, que Ele cure os males que entraram em nós, os quais nós não os conseguimos combater. Creia no poder de Jesus que faz novas todas as coisas!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Coletânea de frases do Papa Francisco

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Uma seleção de 15 frases de Francisco que mostram seu pensamento como pontífice e pastor
Holy Father

“O nosso Deus não é um Deus spray, é concreto; não é abstrato, mas tem um nome: Deus é amor.” (Ângelus, 26 de maio de 2013)

“Há a espremedura de laranja, há a espremedura de maçã, há a espremedura de banana, mas, por favor, não bebam “espremedura” de fé. A fé é integral, não se espreme. É a fé em Jesus.” (Encontro com os jovens argentinos, 25 de julho de 2013)

“Acaso sou o guarda do meu irmão? Sim, tu és o guarda do teu irmão! Ser pessoa significa ser guardas uns dos outros!” (Vigília de oração pela paz, 7 de setembro de 2013)

“Cuidado com a tentação da inveja! Estamos no mesmo barco e vamos para o mesmo porto! Peçamos a graça de nos alegrarmos com os frutos alheios, que são de todos.” (Exortação apostólica Evangelii Gaudium)

“Ah, como eu queria uma Igreja pobre e para os pobres!” (Discurso, 16 de março de 2013)

“A fé não é um refúgio para gente sem coragem, mas a dilatação da vida: faz descobrir uma grande chamada – a vocação ao amor – e assegura que este amor é fiável, que vale a pena entregar-se a ele.” (Lumen Fidei)

“Nunca sejais homens e mulheres tristes: um cristão não o pode ser jamais! Nunca vos deixeis invadir pelo desânimo!” (Homilia, XXVII Jornada Mundial da Juventude, 24 de março de 2013)

“Deus escolhe sempre 'os pequeninos', chama-os pelo nome e estabelece com eles uma relação pessoal: é por isso que, para dialogar com Ele, é preciso antes tornar-se 'pequenino'.” (Homilia, Santa Marta, 24 de janeiro de 2014)

“Um coração no qual há muitas coisas que vão e voltam parece um mercado de bairro, onde se encontra de tudo. Exatamente por esta razão é necessária uma obra constante de discernimento; para compreender o que é verdadeiramente do Senhor.”(Santa Marta, 9 de janeiro de 2014)

“A esperança é a mais humilde das três virtudes teologais, porque se esconde na vida. Contudo, ela nos transforma em profundidade.” (Santa Marta, 31 de outubro de 2013)

“Deus chama para escolhas definitivas, Ele tem um projeto para cada um: descobri-lo, responder à própria vocação, é caminhar para a realização feliz de si mesmo.” (Encontro com os Voluntários da XXVIII JMJ, 28 de julho de 2013)

“Não tenhais medo do compromisso, do sacrifício, e não olheis para o futuro com temor; mantende viva a esperança: há sempre uma luz no horizonte.” (Audiência geral, 1º de maio de 2013)

“Esta é a beleza da Igreja: a presença de Jesus no meio de nós!” (Audiência geral, 16 de outubro de 2013)

“O homem precisa de conhecimento, precisa de verdade, porque sem ela não se mantém de pé, não caminha. Sem verdade, a fé não salva, não torna seguros os nossos passos.” (Lumen Fidei)
 
"Rezai por mim." (Twitter, 13 de março de 2014)
Fonte:  Aleteia

Deus nos liberta das enfermidades que escravizam nossa alma

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

É preciso combater o mal pela raiz e deixar que Jesus nos tire do estado de enfermidade e prostração em que, muitas vezes, se encontra a nossa alma.

“Por isso devia fazer-se em tudo semelhante aos irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e digno de confiança nas coisas referentes a Deus, a fim de expiar os pecados do povo”
(Hebreus 2, 17).
Nós hoje contemplamos Jesus, que sai da sinagoga com Seus discípulos e vai à casa de Simão e André e ali cura a sogra de Simão Pedro, a qual estava com febre. Movido por uma profunda compaixão por ela, o Senhor a liberta daquilo que a deixava febril, doente e desanimada.
Sabemos que há diversas causas que podem nos deixar em estado febril; muitas delas são psicológicas, porque muitas situações que sofremos e enfrentamos nos deixam enfraquecidos. Claro, certamente há diversas causas físicas que também podem nos deixar com algum tipo de enfermidade, mas, uma vez que Jesus não trata a doença ou a enfermidade apenas e vai à causa e à raiz daquilo que nos faz sofrer, Ele pega aquela mulher pela mão, a levanta do seu sofrimento e a arranca da febre. Se a febre não queria sair dela, Jesus a tirou desse mal.
Muitas vezes, a graça de Deus quer tocar em nós para nos tirar do estado de prostração e de enfermidade em que nos colocamos ou que se apodera de nós.
A mão poderosa e misericordiosa de Jesus nos diz: “Eu não quero você prostrado! Eu não quero você doente!”. Outra coisa são as doenças que adquirimos por diversas causas, nós até podemos sentir os sintomas da febre, entre outros, o que não podemos é ficar o resto da vida febris, porque ela [febre] vai atrair outros males para dentro de nós! Estou falando daquela febre que sentimos por estarmos mal, por não termos uma boa convivência com o outro, aquela febre que vem em nós por estarmos inflamados pelo orgulho, pelo ciúme, pelo rancor e, sobretudo, pela raiva.
A raiva puxa muitos males para dentro de nós! É preciso combater o mal pela raiz, é preciso deixar que Jesus nos puxe pela mão e nos tire do estado de doença e de enfermidade em que, muitas vezes, se encontra a nossa alma.
Que Deus hoje venha tocar em nosso coração e nos libertar daquilo que oprime o nosso ser, daquilo que tira a nossa paz interior e, sobretudo, daquilo que não nos deixa servir Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele se tornou semelhante a nós para nos ajudar a combater o mal e o pecado e nos tornarmos Seus seguidores!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A força libertadora de Jesus age em nossos corações

terça-feira, 13 de janeiro de 2015



Até as forças do mal reconhecem que Jesus é o Senhor e o santo de Deus! Que a força libertadora de Jesus aja em nosso coração nos libertando do poder do maligno! 

 “Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus”. Jesus o intimou: “Cala-te e sai dele!” (Marcos 1, 24-25).
 Nosso Senhor Jesus Cristo, na Sua missão de instaurar e instalar o Reino de Deus no meio de nós, pregava e ensinava sobre ele e também libertava as pessoas do poder do maligno, que muitas vezes se apodera de nós. E de que maneira isso acontece? A começar da nossa mentalidade; quando não temos uma mentalidade toda convertida para o bem e para aquilo que é bom, uma mentalidade convertida para as coisas de Deus, nós nos tornamos suscetíveis ao mal, a termos maus pensamentos, a termos uma má conduta e a querermos muitas vezes o mal para o próximo.
O mal e o maligno também, muitas vezes, tomam contam do nosso coração. Deixe-me dizer uma coisa a você: quantas vezes dentro do nosso coração temos sentimentos, intuições e pensamentos que não são de Deus! Quando a mágoa, o rancor e coisas que não são do Senhor vêm nos visitar e vêm tomar conta de nós elas são forças e poderes do mal.
Assim como Jesus quis libertar os da Sua época do poder do maligno, Ele também hoje quer nos libertar. Até as forças do mal reconhecem que Jesus é o Senhor e o santo de Deus!
Jesus não dá vez nem voz às forças do maligno e expressamente declara: “Cala-te, sai deste homem!”. A primeira coisa que é necessário para isso: o silêncio; nós precisamos silenciar as forças do mal que clamam em nós. Precisamos pedir que realmente essas forças não ajam em nós. Segunda coisa: nós não só precisamos renunciar a essas forças do mal como também precisamos pedir que elas saiam da nossa vida, que saiam de nós os maus pensamentos e as atitudes que não nos ajudam a viver de acordo com a vontade de Deus.
Que a força libertadora de Jesus aja em nosso coração nos libertando do poder do maligno!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

É preciso deixar a escravidão do pecado para seguir Jesus

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Que hoje nós tenhamos a coragem de deixar aquilo que nos mantém presos e escravos do pecado para que possamos ouvir a voz de Jesus: “Segue-me!”

“Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: ‘O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos, e crede no Evangelho!’” (Marcos 1, 15).

A missão de Jesus, após o Seu batismo, é levar o Reino de Deus para o nosso meio, é instaurar o Reino de Deus no meio de nós, por isso Ele anuncia e prega o Reino de Deus.
Você pode perguntar: “O que é preciso fazer para entrar nesse Reino? O que é preciso para fazer parte do Reino de Deus, esse novo tempo, essa nova graça que Deus traz para o nosso meio?” É preciso da nossa parte abertura e adesão.
Primeiro: abertura de coração. Abertura para a conversão, abertura para acolher a novidade, que é o Evangelho de Jesus, abertura para deixar Deus realizar uma obra nova dentro de nós. Converter-se significa mudar a mentalidade, o modo de pensar, de agir e de ver.
Não podemos nos fechar no que pensamos, no que acreditamos, nem em nossas convicções, por melhores que elas sejam. Precisamos nos abrir para o novo! É preciso a coragem de querer nos rever, rever as atitudes, as disposições, as posturas que temos.
É óbvio que, muitas vezes, nós temos hábitos que não condizem, não edificam e não testemunham a presença de Deus no meio de nós. O desejo de nos convertermos e abrir o coração à conversão abrem-nos as portas do Reino dos Céus.
O segundo passo é a adesão. Aderir àquilo em que acreditamos, aderir àquilo ao qual nos abrimos, aderir àquilo no qual acreditamos e nos convertemos. A adesão é, acima de tudo, crer no Evangelho, acreditar que ele é o poder transformador em nossa vida, e que só Jesus, o Evangelho Vivo, pode nos salvar, nos libertar e nos restaurar!
Crer em Jesus significa dizer “sim” à Sua Palavra; crer em Jesus significa aderir a tudo aquilo que Ele trouxe para restaurar e renovar os nossos corações.
O Reino de Deus está aí, está no meio de nós, ele está onde abrimos o nosso coração para acolher os ensinamentos e a Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Que hoje nós tenhamos a coragem de deixar aquilo que nos mantém presos e escravos do pecado para que possamos ouvir a voz de Jesus: “Segue-me!”. E que possamos segui-Lo abrindo o nosso coração para nos convertermos e crermos no Evangelho.

Deus abençoe você!

O batismo no Espírito Santo realiza uma obra nova em nós

domingo, 11 de janeiro de 2015


O Espírito que recebemos em nós, pela graça do batismo, nos unge, nos consagra, nos envia, nos refaz, nos cura, nos liberta e nos restaura!

“E logo, ao sair da água, viu o céu se abrindo, e o Espírito, como pomba, descer sobre ele” (Marcos 1, 10).

Nós hoje celebramos a Festa do Batismo de Jesus. O batismo de Jesus tem muito a nos ensinar, nós que somos batizados e, como batizados, somos discípulos seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A primeira coisa é que, São João, aquele que batizava nas águas, veio nos mostrar que o seu batismo não é como o de Jesus; o batismo que Ele nos traz não se compara a nenhuma outra graça! O  batismo nos dá o Espírito Santo, que se apodera e toma posse de nós por intermédio dessa graça [do batismo].
Nós não podemos considerar o fato de o Espírito vir sobre nós como uma coisa qualquer,  simples ou irrelevante; ao contrário, o Espírito, que desceu sobre Jesus, é o mesmo que desce sobre nós, nos unge, nos consagra e nos torna configurados a Cristo (Sacerdote, Profeta, Rei) e nos faz missionários e discípulos do amor de Deus.
O batismo confere as graças fundamentais para a nossa vivência da fé cristã, e a primeira e a principal delas é nos dar a graça de nos tornarmos templos do Espírito Santo. O mesmo Espírito, que estava e está em Jesus, está em nós! E podemos observar pelo relato dos Evangelhos que esse Espírito que conduzia Jesus, O conduzia a pregar, a ensinar, a curar, a libertar; e O colocava em sintonia com o Pai.
Da mesma forma, o Espírito que recebemos em nós, pela graça do batismo, nos unge, nos consagra, nos envia, nos refaz, nos cura, nos liberta e nos restaura! Enfim, o Espírito Santo de Deus realiza uma obra nova de Deus em nossa vida, pois, com Ele, nos tornamos templos vivos, lugar da morada d’Ele.
Aquilo que Jesus ouviu hoje, nessa passagem bíblica, uma voz vinda do céu, porque o Espírito pairava sobre Ele, é a voz do Pai que também branda em nosso coração, em nosso peito. Quando nos abrimos para a graça do Espírito é a voz do Pai que nos diz : “Este é o meu filho amado!”.
Em nós, em nossa vida, está o “bem-querer” de Deus, nós precisamos viver como batizados e levar nosso batismo a sério. Não podemos viver no mundo como se fôssemos pagãos, como se não conhecêssemos a Deus, como se não tivéssemos recebido a graça, o poder e o penhor do Espírito.
A mesma unção que pairava sobre Jesus, que ela paire sobre nós, que ela nos consagre, que nos revitalize, que nos faça nascer de novo pela água e pelo Espírito! O Espírito de Deus está sobre nós e queremos viver a graça de sermos batizados!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O verdadeiro discípulo se preocupa com o nome de Jesus

sábado, 10 de janeiro de 2015

Convém que cada vez mais a Palavra de Deus cresça, inflame e seja anunciada e cada vez menos o nosso nome apareça, porque tudo que fazemos não é por nós nem para nós, mas sim por Ele e para Ele!
“Esta é a minha alegria, e ela é completa. É necessário que ele cresça e eu diminua” (João 3, 29-30).

Os discípulos que conviveram com São João, quando ele estava preso no cárcere, vão ao encontro dele dizer-lhe tudo o que Jesus estava fazendo, tudo o que Ele estava realizando, porque, a partir daquele momento, era Ele quem batizava e anunciava o Reino de Deus. E que alegria isso provoca no coração de São João, porque, mesmo estando preso no cárcere, ele reconhece e toma consciência de que ele veio para isso [para preparar o caminho do Mestre]. Ele não veio para a sua glória, não veio para engrandecimento do seu nome, mas sim para mostrar que é Jesus quem veio realizar o Reino de Deus. Por isso São João exulta de alegria, porque o Reino de Deus está se cumprindo, está acontecendo!

Sabem, meus irmãos, no anúncio do Reino de Deus, nós, muitas vezes, somos diminuídos e tidos como “insignificantes”, isso sem contar as provações, as privações e até mesmo as tentações pelas quais passamos e, sobretudo, as confusões às quais somos submetidos por causa dele [Reino de Deus]. Muitos de nós ficamos ofendidos, porque nosso nome não está sendo levado em conta, não está sendo levado em consideração.

No entanto, o discípulo de Jesus não se preocupa com o seu nome, mas sim com o nome de Jesus! O discípulo de Jesus não procura a sua glória, mas sim a glória do Reino de Deus!

Se para o Reino de Deus crescer for preciso que diminuamos, que vamos a cada dia desaparecendo a fim de que ele vá se instalando no meio de nós, será conveniente que cada vez mais a Palavra de Deus cresça, inflame e seja anunciada e que, cada vez menos, o nosso nome seja importante, porque tudo o que fazemos não é por nós nem para nós, mas sim por Ele e para Ele!

Por isso nós nos dispomos a sofrer contrariedades no Reino de Deus. Quem não estiver disposto a sofrer contrariedades nem entender que estas nos purificam não está apto para viver a dinâmica do Reino de Deus. Ou a viverá com muita angústia, com muito sofrimento e sem a paz interior.

Ao passo que, quando sofremos por causa desse Reino na certeza de que ele está crescendo, podemos até sofrer, podemos algumas vezes ser até ser injustiçados, mas sabemos que é por causa d’Ele que passamos por determinadas situações.

Deus abençoe você!
Fonte: Canção Nova

Que Deus nos purifique de toda maldade que existe em nós

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015



Precisamos nos purificar desses sentimentos mesquinhos, que tomam conta da nossa mente, da nossa mentalidade, que fazem de nós pessoas egoístas e orgulhosas.

“Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar” (Lucas 5, 12).

O leproso acreditou por ter a profunda convicção de que Jesus poderia purificá-lo. Hoje a lepra, conhecida atualmente como hanseníase, tem tratamento, tem cura e cuidados muito especiais para que não se agrave e não cresça. Pense como era difícil na época de Jesus aquela carne leprosa, que ia ficando malcheirosa e à medida que ela ia crescendo tanto mais crescia a repugnância das pessoas para com quem tinha essa enfermidade.
O leproso vivia afastado das pessoas, vivia marginalizado porque ele podia contaminar e contagiar os outros; muitas pessoas nem suportavam estar com a pessoa daquela forma. O leproso era tido como impuro, sujo e por isso era marginalizado. A condição desse homem não era só o problema da sua situação física, mas o quanto que, dentro do coração dele, ardia de sofrimento, porque ser marginalizado, ser colocado à margem, ser tratado com a indiferença das pessoas dói, machuca e provoca um sofrimento dentro do coração!
Por isso este homem sabia que Jesus podia fazer algo por ele e clama: Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar” (Lucas 5, 12). Olhando a fé daquele homem, Jesus estendeu a mão e disse: “Eu quero, fica purificado” (Lucas 5, 13). E a lepra imediatamente abandonou aquele homem.
Deixe-me dizer a você: Jesus nos quer limpos, purificados, mas não basta Jesus querer, nós precisamos querer, precisamos acreditar! Talvez não nos demos conta de que existe uma lepra tão mais dura do que aquela lepra física que aquele homem sofria: é o estrago e o mau cheiro que o pecado causa em nós, o pior deles torna cegos a nós mesmos, somos, muitas vezes, incapazes de enxergar a vida errada que estamos vivendo. As impurezas dos maus pensamentos, dos maus sentimentos, das maldades que, muitas vezes, só crescem dentro de nós e vão tomando corpo em nós, fazendo-nos pessoas azedas, mesquinhas, raivosas e, frequentemente, cruéis.
Como precisamos nos purificar desses monstros que crescem dentro do nosso interior! Como precisamos nos purificar desses sentimentos mesquinhos que tomam conta da nossa mente, da nossa mentalidade e fazem de nós pessoas egoístas e orgulhosas. Como cheira mal, o quanto é má e contagiosa a maldade! E veja que a maldade não fica só em nós.
Temos que nos preocupar é com a nossa mesquinhez, com o nosso orgulho e com a maldade que existe dentro de nós! Essa é a pior das doenças e a pior das enfermidades.
Que Deus nos purifique e nos lave daquilo que dentro de nós está podre, estragado e não está nos deixando viver em Sua graça.

Deus abençoe você!

Tome posse da unção do Espírito Santo em sua vida

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Não basta estar ungido, é preciso tomar posse dessa unção, é preciso fazer com que o Espírito realmente inebrie todo o nosso ser, toda a nossa vida e todo o nosso coração!

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres” (Lucas 4, 18).

Jesus voltou para a Galileia movido pela força do Espírito, e de lá mesmo Ele volta à Sua cidade, Nazaré, ali abre o livro do profeta Isaías, justamente onde está dito que o Espírito de Deus está sobre Ele. É o Espírito quem move Jesus, quem O conduz, O orienta e ilumina o Senhor para que Ele realize a Sua missão.
Duas coisas precisam acontecer conosco. A primeira é que nós precisamos deixar que o Espírito tome conta de nós, que Ele se apodere de nós, que tome a direção e a condução da nossa vida. Isso pode parecer não ser tão simples, como, de fato, não o é, mas é necessário. É preciso que haja da nossa parte uma rendição de nossos pensamentos, sentimentos e afetos à luz e à condução do Espírito.
E a segunda coisa que precisa acontecer, uma vez que nós nos rendemos ao Espírito Santo Paráclito, é que nós precisamos fazer o que Jesus fez hoje: tomar posse da vida do Espírito em nós! O mesmo Espírito, que repousa sobre Jesus, que está sobre Ele, é também o Espírito que nos consagrou e nos ungiu!
Faço, com muito gosto, a unção das crianças ao batizá-las! Seja a unção com o óleo dos catecúmenos, ungindo todo o seu peito para deixar ali aquela marca indelével da ação de Deus nelas; seja a unção com o óleo do crisma, que faço sobre sua testa. Não é a quantidade de óleo que importa, mas sim a convicção de que ele [óleo] comunica essa graça do Espírito, essa unção de Deus, que eu peço, em cada batismo que eu realizo, para que ali nasça uma criança batizada e ungida pelo Espírito de Deus.
Estou falando de mim e de você, porque um dia nós também fomos batizados, consagrados, ungidos por esse mesmo Espírito. E como nós precisamos tomar posse da unção que recebemos de Deus! Não basta estar ungido, é preciso tomar posse dessa unção, é preciso fazer com que o Espírito realmente inebrie todo o nosso ser, toda a nossa vida e todo o nosso coração!
Eu quero fazer um propósito para este ano e quero convidá-lo a também fazê-lo: vamos permitir que a unção do Espírito inebrie os nossos atos e nossas atitudes. Você pode perguntar: “Que unção, padre?” A unção do nosso batismo, da nossa crisma, a unção que recebemos em cada oração, em cada invocação em que pedimos ao Espírito que venha sobre nós.
Que o Espírito, que conduziu os passos de Jesus, também conduza os nossos passos!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Na catequese, Papa destaca o papel das mães na família

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

No ciclo de catequeses sobre família, Francisco se concentrou na importância das mães, lembrando que também a Igreja é mãe
Foto: Reprodução CTV 

Após as festas de fim de ano, o Papa Francisco retomou, nesta quarta-feira, 7, a tradicional audiência geral. Reunido com os fiéis na Sala Paulo VI, o Santo Padre deu sequência ao ciclo de catequeses sobre a família, desta vez se concentrando no papel essencial das mães, voltando a reiterar que também a Igreja é uma mãe.

“Cada pessoa humana deve a vida a uma mãe e quase sempre deve a ela muito da própria existência sucessiva, da formação humana e espiritual”, disse o Papa. Ele ressaltou que, mesmo sendo exaltadas do ponto de vista simbólico – com homenagens e poesias, por exemplo –, muitas vezes, as mães são pouco ouvidas na vida cotidiana e têm o seu importante papel na sociedade pouco considerado.

As mães são um forte antídoto contra o individualismo, disse o Papa, uma vez que se dividem a partir do momento em que dão lugar a um filho. Ele disse que as mães têm sim problemas com os filhos – é uma espécie de martírio materno –, mas continuam felizes e sofrem quando algo de ruim acontece com eles. Ele pensou, por exemplo, na dor das mães que recebem a notícia de que seus filhos morreram em defesa da pátria.

“Ser mãe não significa somente dar à luz um filho, mas é uma escolha de vida. A escolha de vida de uma mãe é a escolha de dar a vida, e isso é grande, é belo. Uma sociedade sem mãe é uma sociedade desumana, porque elas sabem testemunhar sempre a ternura, a dedicação, a força moral”.

O Papa mencionou ainda a importância das mães na transmissão do sentido mais profundo da prática religiosa, ensinando aos filhos as primeiras orações, os primeiros gestos de oração. Para Francisco, a fé perderia boa parte de seu calor sem as mães.

“E a Igreja é mãe com tudo isso. Não somos órfãos, temos uma mãe. Nossa Senhora, a Igreja, e nossa mãe”, concluiu o Papa, deixando seu agradecimento a todas as mães presentes.

Fonte: Canção Nova

Seja canal da providência de Deus para os mais necessitados

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Nós precisamos ser o canal do amor providente de Deus para os mais necessitados da humanidade, pois, por meio de nós, o pão é multiplicado e depois dividido.
“Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor” (Marcos 6, 34).
O Mestre Jesus está olhando para nós e movendo-se de compaixão por cada um de nós. O Senhor conhece nossas misérias, nossas fraquezas e por isso se compadece de nós. Jesus se compadece do Seu povo, das numerosas multidões por esse mundo afora que sofrem a sede e a fome da Palavra de Deus, sede e fome de eternidade, de estar mais perto d’Ele, de ser abençoado por Ele. Por isso Jesus se dá, multiplica-se e depois se divide para ser presença viva na vida do Seu povo.
Quem anuncia Jesus deve ter os sentimentos que moviam o coração d’Ele. Sentimento de compaixão, porque essa multidão está sedenta de ouvir palavras de vida eterna.
Jesus tem compaixão dos sofrimentos do Seu povo, da fome material que este passa e, por isso, Ele não anuncia só o “pão nosso do céu”. Ele nos ensina que precisamos pedir o “pão nosso de cada dia”, o pão que sacia a nossa fome, que alimenta as nossas carências de alimentos.
Sabe, meus irmãos, não existe Cristianismo verdadeiro sem preocupação com aqueles que sofrem ou passam por necessidades. Não adianta ficarmos orgulhosos, porque pregamos Jesus, porque O anunciamos e Ele é bom para conosco; porque na nossa casa tem isso, tem aquilo e achamos até que somos melhores.
Por que Deus providencia o necessário para nós e não faz o mesmo para quem passa fome, para quem passa por necessidades, para quem nada tem? Porque nós precisamos ser o canal do amor providente de Deus para os mais necessitados da humanidade; é por meio de nós que o pão tem de ser multiplicado e depois dividido.
Maldito seja o homem que só retém para si e não divide com o seu próximo, com seus irmãos! Não existe explicação humana, sociológica, que justifique qualquer filho de Deus passar fome ou necessidade.
É verdade que não sou eu nem você que iremos resolver o problema da fome ou da miséria no mundo, mas é verdade que nenhum de nós tem o direito de dobrarmos os braços, ficarmos na nossa, esperando que outros tomem atitude. O cristão vai lá e faz! Ele divide, multiplica o seu pão e divide o que têm com os outros!
Que sejamos os canais da misericórdia, da providência de Deus para aqueles que nada tem!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Que tal começar o novo ano com uma nova disposição?

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015


Que tal começar o novo ano com uma nova disposição? E deixar de lado aquelas coisas, gestos e atitudes que não contribuem para fazer o Reino de Deus acontecer.

Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo: ‘Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo’” (Mateus 4, 17). 

Depois da prisão de João Batista, Jesus foi viver na Galileia, deixou Nazaré e foi para Cafarnaum, que passou a ser Sua cidade, o lugar da Sua morada. O Filho do Homem não tinha onde reclinar a cabeça, mas escolheu Cafarnaum, às margens do mar da Galileia, porque ali a vida acontecia, as pessoas caminhavam para lá e para cá e viviam da base dessa economia e Jesus queria estar no meio do Seu povo. Ele veio para ser a luz daqueles que caminham nas trevas.
A vida e o ministério do Senhor se baseiam, em primeiro lugar, em anunciar o Reino de Deus, e para entrar nesse Reino é preciso uma lógica, que se chama: conversão. É preciso agora uma nova mentalidade, é preciso ter a coragem e a ousadia de querer aprender de novo ou, na verdade, de querer aprender qual é o caminho e o sentido para a vida.
Por isso Jesus percorre as margens do mar da Galileia, percorre aquelas regiões de Cafarnaum e nelas anuncia o Reino de Deus. O Reino de Deus foi anunciado a nós, e é nosso dever, nossa tarefa e nossa obrigação anunciá-lo para as pessoas! Comecemos pela nossa conversão pessoal!
Todos os dias é dia de nos convertermos, todos os dias é dia de mudança de atitude e de mentalidade. É dia de deixar de lado aquelas coisas, gestos e atitudes que não contribuem para fazer o Reino de Deus acontecer. Existem gestos que estão dentro de nós, começam com o nosso mau humor, com as nossas mágoas e com as coisas que estão azedas dentro do nosso coração.
Que tal começar o novo ano com uma nova disposição? Com a coragem de viver a cada dia como se fosse o único dia de nossa vida? E darmos o melhor de nós, o melhor do nosso empenho, da nossa determinação para com o nosso próprio interior.
Quero me converter no dia que se chama hoje! Sabe por quê? Porque muitos de nós temos adiado a nossa conversão, muitos de nós temos vivido uma mentalidade errada: “Vamos nos converter no final da vida”. E se acaso o fim da nossa vida for hoje? E o que menos importa é isso, o que mais importa é viver, a cada dia, a lógica, a dinâmica do Reino de Deus!
É ter a cada dia a disposição de se converter de algo ou de alguma coisa. Se você tinha disposição para falar mal de alguém, que tal hoje deixar de fazer isso? Se você tinha a disposição para não amar e de não acolher o próximo, que tal no dia de hoje poder amar mais, acolher mais e poder ser mais fraterno com o próximo, com o nosso irmão?
Vivendo assim, tendo essa disposição dentro de nós, de nos convertermos a cada dia, nós podemos anunciar o Reino de Deus aos outros. Podemos mostrar aos outros que o caminho do pecado não gera vida. Contudo, o Reino de Deus não se anuncia só com palavras, o que falamos aos outros é preciso que as pessoas vejam a nossa disposição para mudar, para nos convertermos, para mudar e fazer um esforço para mudar as nossas atitudes. Quando assim o fazemos o Reino de Deus está próximo de nós, está em nós e entre nós!

Deus abençoe você!

Como os Reis Magos, sigamos a estrela que nos leva a Jesus

domingo, 4 de janeiro de 2015



Como os Reis Magos, sigamos a estrela que nos leva a Jesus. A estrela que os guia é a graça de Deus, que quer conduzir a história da humanidade para os pés d’Aquele que é o único Senhor de todo o Universo.
 
Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra” (Mateus 2, 11-12). 

Hoje é a Festa da Epifania do Senhor, a festa da manifestação de Deus ao mundo. E esses três personagens a quem nós costumamos chamar de “reis” e a Palavra de Deus os chama de “magos”, vieram ao encontro do Senhor guiados por uma estrela. Eles representam a humanidade que vai ao encontro do Messias. Eles vieram do Oriente e atravessam fronteiras, passam por dificuldades, superam as desinformações, os desencontros e não tiram o olhar daquela estrela que quer conduzi-los ao único Rei da humanidade.
Os magos do Oriente representam os corações, os homens de todos os tempos, que estão em busca da verdade, de um sentido, de uma luz e de uma razão para a vida. A estrela que os guia é a graça de Deus que quer conduzir a história da humanidade para os pés d’Aquele que é o único Senhor de todo o Universo.
É difícil, para muitos, encontrarem o Senhor; é difícil para muitos de nós, nos dias de hoje, irmos ao encontro d’Aquele que é o Nosso Deus. Primeiramente, porque o Nosso Deus não se faz grande e, sim, pequeno; nasce em um lugar insignificante em um pequeno vilarejo, na pequena Belém, nasce na fragilidade, nasce na humildade de uma estrebaria na pequena cidade de Belém.
Se nós queremos encontrar Deus, se queremos encontrar o único e verdadeiro Deus, primeiramente precisamos nos deixar ser guiados por Ele, por essa luz que vem do alto, a luz do Espírito, a graça de Deus, e Ele vai nos conduzir para as coisas pequenas e não para as grandes. Deus vai nos conduzir pelos caminhos da humildade e da simplicidade.
Quanto mais humildes, quanto mais simples, quanto mais despojados nós formos, tanto mais o nosso coração encontrar-se-á com o Senhor! E indo ao encontro d’Ele, quando O encontramos nos despojamos daquilo que somos. Despojar-se de si mesmo significa prostrar-se diante daquilo que eu reconheço maior do que eu mesmo, por isso os magos O adoraram e nós também O adoramos. Tiramos de nossa pobreza e de nossa riqueza para colocar aos Seus pés.
Ouro, incenso e mirra representam a vida, a humanidade, o culto e a adoração que nós queremos dar a Jesus, o nosso único Rei e nosso único Senhor!
Que hoje a estrela de Belém, a luz do Espírito, ilumine e acenda os nossos corações para que nos despojemos de nós mesmos a fim de que nos façamos pequenos, simples e humildes para encontrarmos Aquele que é o Senhor da nossa vida.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

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