Os cantos litúrgicos na Missa
quarta-feira, 15 de julho de 2020
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Os cantos na Liturgia - segunda parte
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Busquemos os verdadeiros milagres de Deus para a nossa vida
terça-feira, 14 de julho de 2020
Milagre é converter, é transformar a mente fechada num lugar onde a graça de Deus entra
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Fátima: «Precisamos uns dos outros», sublinha bispo auxiliar do Porto
segunda-feira, 13 de julho de 2020
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Boletim ARQUIPB | 11 de Julho - Arquidiocese da Paraíba
sábado, 11 de julho de 2020
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Parabéns Dom Delson! 66 Anos de Vida
sexta-feira, 10 de julho de 2020
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Julho, mês de nossos pais e mestres espirituais: os idosos
quinta-feira, 9 de julho de 2020
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Missa de 7º Dia do falecimento de Edvânia Marinho - Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré
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Terra Santa, a falta de peregrinos não apaga a esperança
quarta-feira, 8 de julho de 2020
O vírus não apaga a oração
Novos sacerdotes para a Terra Santa: sinal de esperança
A Igreja se aproxima dos que sofrem
O futuro próximo
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Missa de 7º dia - Edvânia Marinho
terça-feira, 7 de julho de 2020
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Fiéis usam App para reservar lugar nas missas, retomadas no final de semana no Rio
Reserve seu lugar pelo App Igrejas ArqRio
“Então foi um momento realmente de renovação, de trazer novamente a esperança e ver essas portas abertas das nossas igrejas nos traz, também, a alegria de uma Igreja que caminha diante de todas as diversidades, mas caminha com esperança, olhando para Cristo – aquele que realmente nos sustenta nos conduz.”
Fonte: Vatican News
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Papa: alívio oferecido por Jesus não é apenas psicológico ou esmola
segunda-feira, 6 de julho de 2020
Vatican News
Antes de rezar o Angelus neste XIV Domingo do Tempo Comum, o Papa Francisco propôs a seguinte reflexão aos peregrinos presentes na Praça São Pedro:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
O trecho evangélico deste domingo articula-se em três partes: primeiro, Jesus eleva um hino de bênção e ação de graças ao Pai, pois revelou aos pobres e ao simples o mistério do Reino dos céus; depois manifesta a relação íntima e única entre ele e o Pai; e por fim convida-nos a estar com ele e segui-lo para encontrar alívio.
Em primeiro lugar, Jesus louva o Pai, porque escondeu os segredos do seu Reino, da sua Verdade, escondidos «aos sábios e aos entendidos». Chama-os assim com um véu de ironia, porque presumem ser sábios, entendidos e por isso têm o coração fechado, tantas vezes. A verdadeira sabedoria vem também do coração, não é somente entender ideias. A verdadeira sabedoria também entra no coração. E se tu sabes tantas coisas e tens o coração fechado, tu não és sábio. Jesus fala sobre os mistérios do seu Pai revelando-os aos «pequeninos», àqueles que confiantemente se abrem à sua Palavra de salvação, abrem o coração à Palavra da salvação, sentem necessidade d'Ele e esperam tudo d'Ele. O coração aberto e confiante em relação ao Senhor.
Jesus explica que recebeu tudo do Pai e chama-lhe “meu Pai”, para afirmar a singularidade da sua relação com Ele. De facto, só entre o Filho e o Pai existe reciprocidade total: um conhece o outro, um vive no outro. Mas esta comunhão única é como uma flor que desabrocha, para revelar gratuitamente a sua beleza e bondade. E assim, eis o convite de Jesus: «Vinde a mim...». Ele quer dar o que provém do Pai. Quer dar-nos a Verdade, e a Verdade de Jesus é sempre gratuita, é um dom, é o Espírito Santo, a Verdade.
Tal como o Pai tem preferência pelos «pequeninos», também Jesus se dirige aos «cansados e aos oprimidos». Com efeito, Ele coloca-se entre eles, porque é «manso e humilde de coração»: diz para ser assim. Como na primeira e terceira bem-aventuranças, a dos humildes ou pobres de espírito; e a dos mansos: a mansidão de Jesus.
Assim, Jesus, «manso e humilde», não é um modelo para os resignados nem simplesmente uma vítima, mas é o Homem que vive «de coração» esta condição em plena transparência ao amor do Pai, ou seja, ao Espírito Santo. Ele é o modelo dos “pobres em espírito” e de todos os outros “bem-aventurados” do Evangelho, que fazem a vontade de Deus e dão testemunho do seu Reino.
E depois Jesus diz que se formos até ele encontraremos alívio: o “alívio” que Cristo oferece aos cansados e oprimidos não é apenas psicológico ou esmola, mas a alegria dos pobres de serem evangelizados e construtores da nova humanidade: este é o alívio. A alegria. A alegria que nos dá Jesus. É única. É a alegria que ele mesmo tem. É uma mensagem para todos nós, para todas as pessoas de boa vontade, que Jesus transmite ainda hoje no mundo que exalta aqueles que se tornam ricos e poderosos. Mas, quantas vezes dizemos: “Ah, eu gostaria de ser como aquele, como aquela, que é rico, tem tanto poder, não lhe falta nada..”. O mundo exalta o rico e o poderoso, não importa com que meios, e por vezes espezinha a pessoa humana e a sua dignidade. E nós vemos isso todos os dias, os pobres espezinhados. E é uma mensagem para a Igreja, chamada a viver obras de misericórdia e a evangelizar os pobres, ser mansos, humildes. Assim o Senhor quer que seja a sua Igreja, isto é, nós.
Maria, a mais humilde e nobre das criaturas, implore de Deus a sabedoria do coração – a sabedoria do coração - para nós, para que possamos discernir os seus sinais na nossa vida e participar daqueles mistérios que, escondidos aos soberbos, são revelados aos humildes.
Fonte: Vatican News
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Dom Delson: 40 Anos de Vida Sarcedotal
domingo, 5 de julho de 2020
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Música - Eu quero me apaixonar por Ti - Ministério Amor e Adoração
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