Faça a experiência com o Pai das Misericórdias

segunda-feira, 25 de julho de 2016




O Pai das Misericórdias espera, porque sabe que um dia o filho vai voltar

Todos nós conhecemos a parábola do filho pródigo, narrada no Evangelho de Lucas, no capítulo 15. Essa linda passagem, que nos fala sobre a volta do filho pródigo, na verdade poderia ser chamada de a “parábola do pai pródigo”, porque ser pródigo quer dizer esbanjador, gastador. Muito mais do que aquele filho esbanjar a fortuna da família, o pai “esbanjou” perdão, misericórdia e amor àquele filho que voltou para seus braços, para o lar.
É muito mais a “parábola do pai pródigo”, porque o próprio Jesus nos disse: “Sereis misericordiosos como vosso Pai celeste é misericordioso”. E como aquele pai foi misericordioso! A que ponto chega sua misericórdia para com o filho?
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Créditos: Wesley Almeida/cancaonova.com
 Esse pai que nos fala a parábola é Deus Pai para conosco. O filho cometeu a maior – desculpe-me a expressão –, “burrada” da sua vida. Ele prejudicou toda a família, porque, naquele tempo, uma herança não era em dinheiro, ou seja, era em forma de divisão de terras, gados, ovelhas e plantações. Então, para o pai poder dividir e dar ao filho que reclamou a parte que lhe cabia, ele “estragou” toda a sua fortuna, o resultado do trabalho de uma vida inteira. E o que faz aquele filho? Pegou tudo e foi para uma terra longínqua, foi “torrar” os bens de seu pai numa vida desregrada.

Quando ele começou a passar necessidades, resolve voltar para casa. O pai o aguardava, porque seu coração dizia que, um dia, seu filho iria voltar. Seu coração lhe dizia diariamente: “Um dia ele vai voltar”. E o pai o avistou de longe.

Na verdade, o pai percebeu o que o filho estava voltando, longe, mas na direção de sua casa. Então, o pai tomou a iniciativa e foi em direção ao filho; quando o encontrou, abraçou-o, cobriu-o de beijos e devolveu-lhe toda sua dignidade. Sim, porque o filho perdeu tudo, inclusive sua dignidade. Suas vestes estavam em estado lastimável, seu corpo era uma miséria só. O pai o colocou numa túnica nova, devolveu seu anel, que era o símbolo justamente da filiação que ele tinha perdido, ou talvez vendido, e devolveu até mesmo suas sandálias. Depois, chamou os criados para realizar uma grande festa: “Porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado”.

Jesus está dizendo: “É assim a misericórdia do nosso Pai”. Aparece também, na parábola, a figura do filho mais velho que, ouvindo os sons das músicas e das danças, quis saber o que estava acontecendo, e o servo lhe falou da volta de seu irmão. Ele ficou com muita raiva e não quis entrar. O pai, com toda sua misericórdia, saiu ao encontro desse filho e percebeu que ele estava com raiva, fazendo “birra”, não queria entrar na festa, festejar a volta do irmão. O filho mais velho disse ao pai: “Eu o servi a vida inteira, obedeci-lhe sempre e nunca me deste nem mesmo um cabrito para eu festejar com meus amigos”. E o pai insiste com o filho: “Meu filho, este teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado”.

Assim é a misericórdia do nosso Pai. O que Jesus fez com essa parábola foi nos ensinar que precisamos ser misericordiosos, como o Pai celeste é misericordioso: “Não são as pessoas com saúde que precisam de médico, mas as doentes. Não é a justos que vim chamar, mas a pecadores” (Mc 2,17).

Jesus transforma nossa vida

sexta-feira, 22 de julho de 2016

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A nossa vida é a grande comprovação de que Jesus não está morto, mas sim vivo, porque Sua vida transformou a nossa vida

“Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: ‘Eu vi o Senhor’, e contou o que Jesus lhe tinha dito” (João 20,18).

Na graça de celebrarmos Santa Maria Madalena, no dia de hoje, celebramos a mulher nova, que teve sua vida toda transfigurada pela realidade do Reino dos Céus. A mulher apaixonada por Deus e por Seu Reino.
Talvez, alguns parem na especulação a respeito da vida de Maria Madalena; outros se interessam em saber se ela foi uma prostituta, se foi possuída pelo demônio. O fato é que, quando Jesus entrou na vida dela, Maria nunca mais foi a mesma, pois dela foram expulsos sete demônios; e o que eles faziam na vida dela não vêm ao caso.
Jesus mudou para sempre a vida dessa mulher e, desde o dia em que ela foi transformada e conduzida por Jesus, não deixou mais de segui-Lo nem de servi-Lo, de entregar a sua vida por causa do Reino dos Céus.
Maria Madalena é a mulher nova, aquela que se deixou apaixonar pelo Reino de Deus e foi movida por esses sentimentos. Maria Madalena é aquela que mudou sua mentalidade e viveu uma verdadeira metanoia de conversão e transformação. Ela trocou os valores que tinha anteriormente pelos valores que o Reino dos Céus lhe concedeu; ela permitiu que seu coração fosse transformado por esses valores.
Quando olhamos para Madalena, quando contemplamos sua vida, aprendemos verdadeiramente o que é ser um discípulo de Jesus!
O primeiro passo para ser um discípulo de Jesus é deixar-se convencer e converter, deixar o seu coração ser transformado pela realidade do Reino de Deus.
O segundo passo é entregar-se com paixão, entregar-se de coração e seguir verdadeiramente os passos de Jesus, ir aonde Ele está. Onde Jesus pregava, o coração de Madalena estava; quando Jesus foi pregado na cruz, o coração de Madalena estava lá; quando Jesus foi sepultado, o coração de Madalena estava lá para servi-Lo. Cristo foi ressuscitado, e Madalena foi a primeira discípula do Ressuscitado.
O terceiro passo é anunciar. É preciso proclamar e testemunhar que Jesus está vivo. Onde Ele está vivo? Em nossa vida!
Uma vida transformada e renovada é a primeira grande prova, o grande testemunho da Ressurreição de Jesus entre nós. A nossa vida é a grande comprovação de que Ele não está morto, mas sim vivo, porque Sua vida transformou a nossa vida!
Meus irmãos, precisamos fazer o que Madalena fez: testemunhar ao mundo “Eu vi o Senhor!”. Aquilo que vimos, Ele fazer em nossa vida, por isso precisamos anunciar aos outros: “Jesus está no meio de nós!”.

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Não subestimemos a força da oração

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O Senhor nos convida a ouvir e obedecer: “Ouve, ó Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! E Amarás o teu próximo como a ti mesmo! Não existe outro mandamento maior do que este” (Mc 12, 29-33).

DSC_7111Foto: Arquivo CN

Diz o Papa Francisco: «Não subestimemos a força da oração de muitos! Dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar. Rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação».
As “24 horas para o Senhor” incluem momentos de oração, confissões, anúncio do Evangelho e vigílias em diferentes igrejas, pois “Deus é rico em misericórdia” (Ef 2,4).
Essa iniciativa faz com que muitas pessoas tenham a oportunidade de se aproximarem do sacramento da reconciliação e ajuda muitos jovens a reencontrem o caminho para voltar ao Senhor, a fim de viverem um momento de intensa oração e redescobrir o sentido da própria vida.
Dom Rino Fisichella, do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, afirma que é importante ressaltar que “a misericórdia não se reduz ao Sacramento da Reconciliação; ela tem um horizonte muito mais amplo, que empenha cada um de nós a se tornar instrumento da misericórdia para o próximo”.
Vivamos com o coração penitente neste dia, ajudando muitos outros a se aproximarem do Trono da Graça do Senhor, orando pelo mundo inteiro.
Pai das Misericórdias e Deus de toda consolação, ouvi-nos!

Jesus, eu confio em Vós!

Fonte: Canção Nova

Frases de João Paulo II que acompanham a juventude

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Ao longo de seu Pontificado, João Paulo II deixou muitas mensagens de esperança aos jovens; Relembre…

João Paulo II na JMJ em Paris, agosto de 1997 / Foto: Arquivo OR/CPP/CIRIC  August 21,1997: John Paul II waves during a meeting with young at Champ de Mars in Paris. EDITORIAL USE ONLY. NOT FOR SALE FOR MARKETING OR ADVERTISING CAMPAIGNS.
João Paulo II na JMJ de Paris em agosto de 1997 / Foto: Arquivo OR/CPP/CIRIC

O idealizador das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), São João Paulo II, teve a oportunidade de encontrar-se muitas vezes com os jovens, durante os quase 27 anos de seu Pontificado. Em cada oportunidade, o Pontífice deixou sua mensagem de coragem e esperança.
Recorde algumas frases que ainda hoje motivam a juventude:               
“Queridos jovens, ide com confiança ao encontro de Jesus, e, como os novos santos, não tenhais medo de falar d’Ele! Porque Cristo é a resposta verdadeira para todas as perguntas sobre o homem e sobre o seu destino”
(Vigília de oração com os jovens em Madri, Espanha – 03/05/2003) 


“Ao conformarmos a nossa vida com a Sua, vivendo como Ele no amor, adquirimos a verdadeira liberdade para respondermos à nossa vocação. Isto às vezes pode exigir o heroísmo moral, que consiste em empenhar-se com coragem no seguimento de Cristo, com a certeza de que o Mestre nos indica o caminho da felicidade. É somente em nome de Cristo que se pode ir até ao extremo do amor, no dom e no desapego “
(Discurso aos jovens na JMJ em Paris – 21/08/1997)


“Jovens de todos os continentes, não tenhais medo de ser os santos do novo milênio!”
(Mensagem por ocasião da XV JMJ – 29/06/1999) 

 
“Confirmai e aprofundai a vossa adesão à comunidade cristã a que pertenceis (…) o Papa acompanha-vos com afeto e, parafraseando uma afirmação de Santa Catarina de Sena, diz-vos: ‘Se fordes aquilo que deveis ser, pegareis fogo ao mundo inteiro!’”
(Missa de encerramento da JMJ no Jubileu do ano 2000, Roma – 20/08/2000)

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“Caros jovens, só Jesus conhece o vosso coração e os vossos anseios mais profundos. Só Ele, que vos amou até à morte (cf. Jo13, 1) é capaz de saciar as vossas aspirações. As suas palavras são de vida eterna, palavras que dão sentido à vida. Ninguém, senão Jesus, poderá dar-vos a verdadeira felicidade”
(Mensagem em preparação para a Jornada Diocesana da Juventude – 08/03/2003)


“Sede jovens de fé! de verdadeira e de profunda fé cristã!”(Discurso aos jovens em Ótranto – 05/10/1980)

“Desde a eternidade, Deus já havia pensado em nós e nos amado como pessoas únicas e insubstituíveis. Ele nos chama e seu chamado se concretiza por meio da pessoa de Jesus Cristo que nos diz, como disse aos apóstolos: ‘Vem e segue-me!’”
(Vigília da JMJ em Santiago de Compostela – 19/08/1989)


“Jovens, ‘recebestes o Espírito que, por adoção, vos torna filhos’ (Rm 8, 15). Não desperdiceis esta grande herança”
(Conclusão da  JMJ em  Częstochowa, na Polônia – 15/08/1991)


“Todo encontro entre os jovens católicos e outros jovens cristãos deve ser uma ocasião para descobrirem juntos, ainda mais plenamente, as riquezas da mensagem evangélica da vida e do amor”
(Acolhida dos Jovens na JMJ em Denver – 12/08/1993)


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“O futuro depende de vossa maturidade. A Igreja olha para o futuro com confiança, quando ouve de vossos lábios a mesma resposta que Jesus deu a Maria e José, quando o encontraram no templo, ‘Não sabeis que devo ocupar-me das coisas de meu Pai? (Lc 2, 49)'”
(Encerramento da JMJ em Manila – 15/01/1995)

“Em um mundo onde o mal parece triunfar, em que às vezes a esperança parece sufocada (…) fazei-vos próximos uns dos outros, como Cristo Se fez próximo de vós”
(Meditação na Via Sacra na JMJ em Paris – 22/08/1997)

“Convido- vos a ir beber na fonte da vida que é Cristo, a fim de inventardes todos os dias os meios para servir os vossos irmãos no seio da sociedade em que vos compete assumir as vossas responsabilidades de homens e de fiéis. A humanidade tem necessidade de vós nos campos sociais, científicos e técnicos”
(Discurso aos jovens na JMJ em Paris – 21/08/1997)

“Fazei resplandecer a luz de Cristo nas vossas vidas! Não espereis por ser mais idosos, para vos empenhardes no caminho da santidade! A santidade é sempre jovem, como eterna é a juventude de Deus”
(Vigília na JMJ em Toronto, 27/07/2002)

“Seguir Cristo não significa mortificar os dons que Ele nos concede, mas optar por uma vida de doação radical a Ele! Se Ele nos chama a isto, este “sim” torna-se necessário! Por conseguinte, não tenhais medo de vos entregar a Ele. Jesus sabe como deveis levar hoje a sua Cruz ao mundo, para encontrar as expectativas de muitos outros corações juvenis”
(Jornada Diocesana em Roma – 01/04/2004)

Fonte: Canção Nova

 

Façamos parte da família de Jesus

terça-feira, 19 de julho de 2016

Para ser de Jesus e pertencer a Sua família, não é importante ser judeu nem ter o mesmo sangue que Ele. É preciso somente encarnar em sua vida o Evangelho e a vontade do Pai

“Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mateus 12, 49).

Jesus está convidando a todos nós para fazermos parte da família d’Ele. Precisamos ser e fazer parte da família de Deus!
Eu sei que para nós, os laços sanguíneos são aqueles que mais importam. Colocamos, acima de tudo, o nosso amor, o nosso laço familiar para com aqueles que, de fato, são gerados no mesmo ventre da mãe ou, de alguma forma, representam a convivência familiar. Não estou relativizando isso, estou até entendendo e pedindo a você que valorize a sua família e que não a deixe por nenhuma outra. Apenas dizendo que a sua família persista, resista e sobreviva para sempre, pois é a família de Deus.
Procure buscar verdadeiros laços espirituais, pois não adiantam apenas os laços carnais. Aqui, “carnal” não é pecaminoso, mas o carnal dos laços de sangue. Não permita apenas que os laços sanguíneos sejam os mais importantes na sua vida.
Jesus está dizendo que muitos se diziam Seus irmãos e parentes, mas o eram no sangue, não na vontade de Deus, na vivência dos ideais e princípios evangélicos. É duro dizer, mas Jesus não foi aceito, não foi acolhido nem amado por muitos de Seus parentes e familiares, muitos que eram próximo a Ele.
Jesus é solidário com todo aquele que sofre para ser de Deus, mas, muitas vezes, não são compreendidos, não são aceitos na própria família, na própria casa, porque têm rejeição à escolha que fizeram de ser de Deus, à opção de dar a vida por causa do Evangelho.
Dar a vida em favor do Evangelho não quer dizer rejeitar a família, mas dizer para o familiar que devemos ser família para a eternidade, porque os laços sanguíneos se desfazem. Na eternidade: “Olha meu pai ali!”. Está certo pai, mãe, marido, mulher, aqui na terra, gravarem laços bonitos, mas, os laços que não se desfazem são somente os feitos em Deus!
Que sejam puros, retos, que sejam realmente vividos na intensidade do amor evangélico, pois Jesus não foi aceito pelos Seus. Precisamos dizer que para ser de Jesus e pertencer à família d’Ele não é importante que sejamos judeus nem que tenhamos o mesmo sangue que Ele. É preciso somente encarnarmos, em nossa vida, o Evangelho e a vontade do Pai!
Eu e você precisamos ser irmãos de Jesus, parentes d’Ele e da Sua família! O Evangelho de Jesus é o caminho!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Permitamos que nosso tempo seja conduzido por Deus

segunda-feira, 18 de julho de 2016

 
Regemos, de fato, o nosso tempo quando conduzimos todas as coisas em Deus

Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada” (Lucas 10, 41-42).

Marta e Maria representam cada um de nós. Não que haja pessoas que são Marta e outras que são Maria. Na verdade, todos nós temos muito delas ou um pouco das duas. Entretanto, o mais importante é que saibamos ponderar as coisas, sobretudo, o nosso ser Marta, ocupado com afazeres e tarefas, inclusive ocupações necessárias.
Não pense que Marta levava uma vida fazendo coisas que não se devia; ela estava fazendo coisas necessárias e importantes. Precisamos cuidar da nossa casa, da nossa família e dos nossos afazeres, precisamos nos ocupar com as nossas obrigações, mas é importante dizer que precisamos ponderar.
Se Maria estava aos pés do Mestre, é porque aquela era a hora. Não é que Maria vivia o dia inteiro sem fazer nada e só ficava rezando, orando, meditando salmos dia e noite. Ela também fazia como Marta, mas a hora de Deus é a hora de Deus para ela. Não é porque estamos cheios de coisas para fazer, cheios de tarefas e obrigações, que não temos tempo para o Senhor.
Vivemos numa sociedade cada vez mais atropelada por obrigações e ocupações, cada vez mais sem tempo e espaço para Deus no coração.
Não posso pensar numa família em que, todo domingo, a obrigação primeira e principal não seja ir à casa de Deus. Não posso pensar em nós, que temos 24 horas por dia, não termos um tempo precioso, a cada dia, para orarmos, para escutarmos Deus, para meditarmos a Palavra e fazermos nossas obrigações.
Crave no seu coração: oração não é perda de tempo, mas é salvação, é unção e coordenação para o tempo, é a luz que o nosso tempo precisa para ser melhor vivido e aproveitado.
Quando nos colocamos aos pés do Mestre como Maria fez, estamos escolhendo o essencial, a única coisa que não nos será tirada da vida, porque os trabalhos que fizermos serão esquecidos, serão passados adiante, eles podem nos deixar fadigados, cansados e estressados, podem tiram a nossa saúde, roubar-nos de Deus e do convívio sagrado que precisamos ter uns com os outros.
Só regemos, de fato, o nosso tempo, para que ele seja melhor aproveitado, para que seja cada vez mais sagrado, quando conduzimos todas as coisas em Deus e permitirmos que Ele conduza todo o nosso tempo!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Jesus traz toda a leveza de que nosso coração precisa

quinta-feira, 14 de julho de 2016

 

Quando estamos em Jesus, a mansidão de coração nos ajuda a ver as coisas de forma mais leve e suave

Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso” (Mateus 11, 28).

Quem de nós, em algum momento de nossa vida, alguma etapa de nosso dia, ou o dia inteiro, está cansado e fatigado? Cada um de nós tem um fardo a carregar. Traduzo “fardo” como obrigações, compromissos e responsabilidades. Nenhum de nós tem uma vida envolta na maré mansa; pelo contrário, todos nós temos muitas coisas sobre o nosso olhar e nossos ombros.
Alguns têm a responsabilidade de cuidar da casa, da família, do trabalho e dos estudos, e a isso ainda se somam as contrariedades, as coisas que não dão certo e não andam tão bem. Há também as doenças. Cada um conhece o tamanho de seu fardo!
Algumas vezes, olhamos para dentro de nós e há uma certa insatisfação com o que estamos vivendo ou fazendo. Perdemos um pouco do gosto pelas coisas e caímos no desgosto para com a vida e as coisas do jeito que estão. Muitas vezes, até uma coisa muito simples torna-se um fardo pesado.
Jesus sabe o quanto o fardo pesa para nós, Ele sabe quantas durezas temos na vida e conhece como andam as coisas ao nosso redor. Sobretudo, sabe como andam as coisas dentro de nós, em nosso coração e na nossa vida. Por isso, Ele está dizendo: “Vinde a mim!”. Precisamos ir até Jesus, pois Ele já veio até nós. Mas por que precisamos ir até Ele? Porque Ele quer pegar o nosso cansaço, nossa fadiga, e nos dar o Seu jugo, porque Ele é manso e humilde de coração.
Jesus está nos dizendo que, na mansidão e na humilde de coração, encontramos o descanso de que nossa alma precisa! Ele está nos dizendo que levamos as coisas a sério demais, que damos a elas um peso maior do que merecem. Cristo quer nos dizer que a vida merece ser mais leve, e isso não quer dizer que ela não deva ser séria. No entanto, não pode ser encarada com esse peso que costumamos lhe dar, como transformar coisas pequenas em grandes, fazer tempestades num copo d’água. Não podemos nos ofender por qualquer coisa, magoarmo-nos com qualquer situação e achar que tudo está ruim, que tudo pode ser uma tragédia, que há um complô contra nós! Não podemos olhar tudo sobre o prisma da negatividade.
Quando estamos em Jesus, a mansidão de coração nos ajuda a ver as coisas de forma mais leve e suave. Quando estamos em Jesus, precisamos ter humildade de coração, para não buscarmos coisas elevadas e grandiosas demais para nós, coisas que nos deixem sobrecarregados. Façamos o essencial com dedicação e amor, pois o que não deu certo, hoje, pode dar certo amanhã.
Quando estamos em Jesus, não ficamos acumulando tantas coisas ao nosso redor nem dentro de nós, ficamos com o essencial!  Que Jesus, manso e humilde de coração, traga toda a leveza de que nosso coração precisa!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A graça de Deus é reservada aos humildes de coração

quarta-feira, 13 de julho de 2016


Quando o coração é humilde, pequeno e sedento de Deus, tudo que vem d’Ele é novidade, tem um sabor novo

Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos” (Mateus 11, 25).


        Um grande hino de louvor toma conta do coração de Jesus, e Ele exulta em Deus. Por que Jesus está louvando e exultando de alegria no coração do Pai? Porque os tesouros do céu, os tesouros do Pai do Céu, não foram revelados aos sábios e entendidos.
        O mundo está cheio de pessoas que se acham sábias, que entendem e sabem de tudo. Aliás, encontramos ao nosso lado sempre as pessoas que tudo sabem. Hoje, ninguém mais quer aprender, porque já sabem: “Ah, eu já sei!”.
        É interessante uma criança: é pequenina, mas quer aprender tudo de seu pai e de sua mãe, mas assim que se atira para a vida, ela quer ensinar, já não quer mais saber. A mãe vai corrigi-la e diz: “Já sei! Não precisa falar mais, porque já sei!”.
         Você acha que o marido quer saber alguma coisa de sua esposa, mas ele diz: “Eu já sei! Não precisa me falar, porque eu já sei!”. Você acha que o irmão quer aprender com o outro, mas ele diz: “Eu já sei! Não precisa me ensinar nada!”.
         Hoje, vivemos num mundo onde ninguém precisa aprender mais nada, porque cada um se sente mais sábio do que o outro. O ruim do sábio ou dos que se acham sábios é que se apoiam em sua inteligência, em sua sabedoria, em seu conhecimento, e usam disso, inclusive, para dizer o que o outro não sabe, pois quem sabe é ele. Vivemos num mundo de sabichões, onde cada um se põe a saber mais do que o outro.
         A sabedoria de Deus corre da sabedoria deste mundo. A sabedoria divina está nos corações simples, humildes e mansos! Quando você se propõe a pregar a Palavra de Deus, há aqueles que dizem: “Ah, já sei o que o padre vai falar! Já conheço! Já sei o que é isso!”, mas não abstraem, não saboreiam, não pegam a novidade de Deus, porque “já sabem”. Mas quando o coração é humilde, pequeno e sedento de Deus, tudo que vem d’Ele é novidade, tem um sabor novo.
           Na vida também é assim: podemos até já saber fazer uma coisa, mas, se deixarmos o outro nos ensinar, se aprendermos com ele, o que sabemos se tornará melhor, mais amplificado e sábio. Porém, quando não estamos dispostos a escutar o outro, o que sabemos se torna ignorância, soberba e orgulho.
         A graça de Deus não está reservada aos soberbos desta vida, aos orgulhosos deste mundo, mas aos humildes, àqueles que se levantam a cada dia e dizem: “Eu preciso aprender mais! Preciso aprender a viver melhor a cada dia! Quero aprender com Deus. Quero aprender com meu próximo, quero aprender com as pessoas mais simples desta vida!”. As pessoas mais simples são as do campo, aquelas que vivem uma vida de mais simplicidade. Essas são verdadeiras escolas de sabedoria, que os nossos cientistas deixam muito a desejar.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Faça da sua vida um grande milagre de Deus

terça-feira, 12 de julho de 2016

Não seja um espectador de milagres, não fique olhando os milagres acontecerem na vida do outro sem permitir que eles aconteçam na sua vida

Jesus começou a censurar as cidades onde fora realizada a maior parte de seus milagres, porque não se tinham convertido” (Mateus 11, 20).

É muito duro para o coração de Deus ver que as pessoas olham para os milagres como se fossem espetáculos. É verdade que, todos os dias, vemos o milagre da vida, o milagre do amor e da presença de Deus no meio de nós.
Há milagres de Jesus que acontecem ao nosso redor e nos sensibilizam. Vemos pessoas sendo curadas, doentes sendo recuperados, pessoas extraviadas encontrarem o caminho da vida, amizades que não tinham mais jeito encontrarem o caminho da reconciliação, filhos que estavam perdidos voltarem para casa, casamentos que se dissiparam, se renovarem. São milagres para os nossos olhos!
Quando buscamos em Deus, vemos Seus milagres acontecerem! Não seja um espectador de milagres, não fique olhando eles acontecerem na vida do outro sem permitir que aconteçam na sua vida.
Não existe milagre maior do que a conversão de vida, a conversão de coração. Não existe milagre maior do que uma pessoa que estava decidida a fazer o mal e deixa de fazê-lo; não existe milagre maior do que uma pessoa que estava extraviada encontrar o caminho certo para sua vida.
Se olharmos com muita seriedade para nossa vida, veremos que todos nós precisamos de um milagre a cada dia. Precisamos do milagre de desistir de falar mal, de querer mal, de fazer mal ao outro. Aquele milagre que nos deixa, muitas vezes, decididos: “Eu não falo mais com fulano! Não quero mais!”, mas, de repente, o milagre acontece, estamos juntos novamente, estamos nos abraçando, reconciliando-nos.
O grande milagre que meus olhos testemunham é ver as pessoas se reconciliarem com Deus, voltarem para Ele. É ver o milagre das pessoas que se reconciliam com si mesmas, que estavam desgostosas com sua vida, achando-a sem sentido, mas, de repente, estão se amando novamente. O milagre das pessoas se reconciliarem entre si causa lágrimas aos nossos olhos.
O milagre da filha que não queria mais saber de seus pais, que estava brigada com eles e estão se amando novamente. O milagre dos irmãos que não se davam bem, mas, agora, encontraram um jeito de saber conviver. O milagre dos amigos que hoje nem se falam mais, mas encontraram no perdão a reconciliação.
Não basta falar de milagres, não basta contar as “historinhas” dos milagres de Jesus. Permita que os milagres aconteçam na sua vida, toque neles, toque em coisas que dentro de você foram resolvidas, e deixe a graça de Deus fazer impossíveis em sua vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A verdadeira paz vem de Jesus

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Jesus veio nos trazer a espada que separa o que é certo do que é errado, o que é bom do que é ruim, o que é mal do que é o bem

Não penseis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer a paz, mas sim a espada” (Mateus 10, 34).

Essas palavras de Jesus, quando caem em nosso coração, podem até causar uma certa estranheza, mas Ele quis realmente dizer que é o Príncipe, o Senhor da paz.
A paz que Jesus veio nos trazer não é a paz ingênua que nós acreditamos e queremos viver, aquela paz da consciência que não se preocupa com nada, que nós escondemos as coisas erradas e está tudo bem. Não é aquela paz de quem vê as coisas erradas e injustas acontecerem e diz: “Isso não é problema meu! Isso não tem nada a ver comigo!”.
Não foi essa paz que Jesus veio nos trazer! Ele veio nos trazer uma paz inquieta. Quem está em Jesus tem uma inquietude no coração, mas que não é um sinal de perturbação. Inquietude é o mesmo que inconformismo: “Eu não me conformo com o que é errado! Não me conformo com o que é injusto! Não me conformo com as injustiças que estão ao nosso lado!”. Por esse motivo, o Senhor não veio trazer a paz do inconformismo.
Jesus veio nos trazer a espada que separa o que é certo do que é errado, o que é bom do que é ruim, o que é mal do que é o bem. A espada de Jesus traz a verdadeira paz que o mundo precisa.
Quando Jesus está dizendo que veio separar o filho do pai, a filha da mãe, a nora da sogra e assim por diante, é porque a paz não acontece simplesmente por conveniência, onde queremos estar bem com todos em casa e permitimos que as coisas erradas aconteçam com os nossos e ninguém fala nada, porque, se alguém falar algo, estaremos desrespeitando o outro.
Desrespeitamos o outro quando vemos coisas erradas acontecendo, quando vemos o mal crescendo no outro e simplesmente dizemos: “Eu não tenho nada a ver com isso!”. Meus irmãos, isso não quer dizer que temos de ficar pegando no pé de alguém, ficar incomodando a pessoa o tempo inteiro; no entanto, mães e pais, irmãos e irmãs, nós precisamos nos ajudar! Temos de ser sentinelas na vida do outro. ‘Sentinela’ não quer dizer ser chiclete ou grude, mas ter atenção e cuidado.
Não podemos ver alguém querendo tomar veneno e dizer: “Ah, é problema dele! Tomou, porque quis!”.  Se estamos vendo que o irmão vai tomar aquilo que lhe fará mal, precisamos dizer: “Meu irmão, isso vai lhe fazer mal! Vai matá-lo, destruí-lo!”. É verdade que precisamos ter o jeito certo de falar, jeito de ajudar, mas precisamos ajudar e querer ser ajudados.
É ruim quando, numa casa, ninguém ajuda ninguém, fica todo mundo naquela falsa paz, naquele falso moralismo, naquela falsa concordância, e o mal vai corroendo essa casa, essa família.
Se estamos vendo que nosso pai e nossa mãe, que nossa irmã e nosso irmão estão indo pelo caminho errado, estão fazendo algo que não lhes convêm, precisamos, com paciência, com prudência e caridade, saber corrigi-los e ajudá-los. Só não podemos viver a falsa paz no mundo e deixar o mal reinar dentro de casa.
Que a espada de Cristo nos dê a sabedoria necessária para não sermos levados pelo mal nem o deixarmos crescer no meio de nós.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Sem cerimônia de posse, Dom Genival se apresenta como Administrador Apostólico da Arquidiocese da PB

domingo, 10 de julho de 2016

 
O Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba, Dom Genival Saraiva de França, reuniu-se com os padres que integram o Colégio dos Consultores na manhã deste sábado, dia 9 de julho de 2016, no Seminário da Arquidiocese da Paraíba Imaculada Conceição, no Castelo Branco, em João Pessoa (PB).


O primeiro contato com os padres foi numa das Capelas do Seminário. Todos os integrantes estavam presentes: Côn. Dorgival Vicente Ferreira, Côn. Mons. Ednaldo Araújo dos Santos, Côn. Geraldo Magela Christovam, Côn. Mons. Ivônio Cassiano de Oliveira, Côn. José Marcílio Carneiro Cavalcanti, Pe. Luiz Antônio de Oliveira, Côn. Mons. Nereudo Freire Henrique, e Mons. Virgílio Bezerra de Almeida.


Dom Genival apresentou a todos o Decreto da Congregação para os Bispos (Prot. N. 432/2016, publicado no dia 6 de julho de 2016), com a nomeação do Papa Francisco, que o tornou Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba. O Decreto foi lido pelo chanceler da Arquidiocese da Paraíba, Pe. Abel. “Não havia necessidade de posse. Desde o dia 6 já era, por força do Decreto, o Administrador Apostólico. Este encontro trata-se de uma apresentação oficial ao Colégio dos Consultores”, explica Dom Genival.


O Colégio dos Consultores é instituído como Órgão Colegiado de Presbíteros. Sua função é prestar colaboração no governo da Arquidiocese, nos assuntos administrativos, econômicos e patrimoniais, envolvendo a natureza jurídica dos mesmos, em conformidade com o Cânon 502 § 1º do Código de Direito Canônico. Os membros do Colégio dos Consultores são constituídos pela autoridade do Arcebispo Metropolitano, com a aceitação explícita destes. O Colégio dos Consultores possui caráter permanente e eminentemente consultivo.


Durante o encontro na Capela, Dom Genival fez um breve relato sobre a sua vida religiosa. Após momentos de oração, esta parte do encontro foi encerrada com todos cantando o Hino de Nossa Senhora das Neves - Padroeira da Arquidiocese da Paraíba.


Numa sala do Seminário, aconteceu a reunião fechada entre Dom Genival e o Colégio dos Consultores. Nela, diante de todos, Dom Genival assinou o Comunicado que informa que ele havia assumido o ofício de Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba.
 

Façamos o Reino de Deus acontecer entre nós

quinta-feira, 7 de julho de 2016

 

Se tomarmos posse de que o Reino de Deus está no meio de nós, poderemos levar essa graça de Deus a todos os cantos 

“’O Reino dos Céus está próximo’. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!” 
(Mateus 10, 7-8).
 
A verdade que precisamos assumir e proclamar é que o Reino de Deus está próximo. Mas onde ele está? Está entre nós. E se algo está próximo, mas não chegamos, é porque precisamos dar passos.
O Reino de Deus já veio até nós. Agora, nós é que precisamos ir até ele. Você tem algo perto de você? Se isso ainda não está com você, é porque você ainda não foi abraçado. O Reino de Deus é assim, e graças a Deus já está entre nós.
Eu sei que tudo aquilo que escutamos nos noticiários, as notícias do mundo, não falam desse Reino de Deus. A notícia para o mundo é o reino das trevas, as destruições, guerras, conflitos e assassinatos, é na verdade tudo aquilo que é anti o Reino de Deus.
Não estamos ignorando essas coisas; pelo contrário, estamos sabendo que as coisas negativas estão acontecendo e estamos dizendo: “Precisamos levar o Reino de Deus a esses lugares, ao nosso meio, porque o Reino está próximo!”. Acontece que alguns não tomam posse do Reino de Deus e outros o destroem. Como destroem? A grande destruição, primeiro, é pela indiferença para com a Palavra de Deus, para com as nossas igrejas, pela presença de Cristo no meio de nós.
É uma indiferença terrível ter uma bíblia em sua casa e esta não ser aberta, não ser usada, não ser manuseada e ninguém se alimentar dela. É um desperdício vermos terços pendurados nos carros, vermos terços para tudo quanto é canto de nossa casa e ninguém rezar. É um desperdício ver nossas igrejas, muitas vezes, vazias. As pessoas vão para lá e para cá e não entram nelas. E perguntam: “Meu Deus, o que vamos fazer deste mundo?”.
Precisamos tomar posse desse Reino e fazê-lo acontecer. Não basta julgar o mundo, porque até nós que nos dizemos ser de Deus, muitas vezes, deixamos de promover o Reino d’Ele. Não há nada mais nocivo do que nós que conhecemos o Senhor simplesmente nos calarmos, não vivenciarmos a força que este Reino tem no meio de nós.
Quantas vidas transformadas, quantas pessoas curadas, quantos homens e mulheres estão sendo renovados dia e noite por causa do Reino de Deus! Podemos ir mais longe, fazer muito mais, podemos levar essa graça de Deus a todos os cantos, se tomarmos posse que o Reino de Deus está no meio de nós.
Queria olhar para sua casa, para suas redes sociais, para suas conversas e para o seu ambiente de trabalho e dizer: “O Reino de Deus está próximo, está no meio de nós!”. E que ali você cuidasse dos doentes, ressuscitasse quem está morto para este mundo, que os leprosos fossem purificados e que, acima de tudo, os demônios que nos atormentam fossem expulsos do meio de nós.

Irmãos e irmãs, é hora de fazer o Reino de Deus acontecer!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Papa aceita renúncia de Dom Aldo e anuncia novo Administrador para PB

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Dom Aldo diz em carta que conflitos repercutiram em sua saúde.
Novo Administrador diz que espera viver tempo de vacância na misericórdia.

 Dom Aldo recebe a Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida (Foto:  Thiago Leon/Santuário de Aparecida)
A Aquidiocese da Paraíba tem novo administrador a partir desta quarta-feira (6), segundo informou no início da manhã a Pastoral da Comunicação diocesana. Dom Aldo di Cillo Pagotto apresentou carta renúncia, que foi aceita pela Congregação para os Bispos, e o Papa Francisco nomeou Dom Genival Saraiva de França como Administrador Apostólico da Arquidiocese até que um novo arcebispo seja nomeado. 

O Decreto tem a data desta quarta-feira e foi assinado pelo Prefeito da Congregação, Cardeal Marcus Ouellet, e pelo Secretário da mesma Congregação, Ilson de Jesus Montanari, no Palácio da Congregação para os Bispos, em Roma.

Em sua carta de renúncia, Dom Aldo, que esteve à frente da Igreja Católica na região de João Pessoa por 12 anos, cita os motivos que o levaram a tomar a decisão de se afastar da Arquidiocese, mas também resgata sua história no cargo.
"Tentei doar o melhor de mim mesmo, não obstante as sérias limitações de saúde, ademais das repercussões no equilíbrio emocional, causadas pela constante necessidade de superar conflitos inevitáveis, advindos de reações ao meu modo de ser e de agir", diz. Com a renúncia, Dom Aldo passa a ser considerado Bispo Emérito da Paraíba.
A agência de notícias AFP, ao noticiar a renúncia de Dom Aldo nesta manhã, cita a imprensa italiana, que destaca o fato de que "o religioso de 66 anos é suspeito de ter abrigado em sua diocese padres e seminaristas acusados de abusar sexualmente de menores e expulsos por outros bispos".
O novo Administrador, Dom Genival, é Bispo Emérito de Palmares, em Pernambuco, de onde foi afastado por ter completado 75 anos. Em sua primeira carta destinada aos fiéis da Arquidiocese, ele diz que deseja "viver este tempo de vacância da Arquidiocese da Paraíba com um coração misericordioso, no espírito do Jubileu da Misericórdia".
Um dos manifestantes de João Pessoa (PB) é o arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, que diz não ser a favor do impeachment (Foto: Krystine Carneiro/G1) 
Dom Aldo tomou 'posições assertivas diante
de políticas públicas' (Foto: Krystine Carneiro/G1)

Carta justifica saída
Na carta de reúncia, Dom Aldo diz que tomou "decisões enérgicas e inadiáveis em relação à reorganização da administração, finanças e recuperação do patrimônio da Arquidiocese". "Embora tenha sido exitoso, desinstalei e desagradei muita gente, por razões facilmente presumíveis", lembra. 
"Acolhi padres e seminaristas, no intuito de lhes oferecer novas chances na vida. Entre outros, alguns egressos, posteriormente suspeitos de cometer graves defecções, contrárias à idoneidade exigida no sagrado ministério", destaca. Ele admite que cometeu erros "por confiar demais, numa ingênua misericórdia".
Sobre seus posicionamentos políticos, o presbítero segue dizendo que tomou "posições assertivas diante de políticas públicas estruturais em vista do desenvolvimento integral de nossa gente e de nossa terra". "Evitei 'ficar em cima de muro'. Foi inevitável acolher reações e interpretações diferentes, independente de minha reta intenção de não me imiscuir na esfera político-partidária, e jamais almejar algum poder de ordem temporal", relata.
Dom Aldo segue contando que "não tardaram retaliações internas e externas, ademais da instauração de um clima de desestabilização urdida por grupos de pressão, incluindo os que se denominaram 'padres anônimos', escudados no sigilo da fonte de informações, obtendo ampla cobertura num jornal. Matérias sobre a vida da Igreja da Paraíba, descritas em forma unilateral, distorcida, provocatória, foram periodicamente veiculadas, seguidas de comentários arbitrários por várias redes sociais", destaca o documento.
Como exemplo desta situação, Dom Aldo cita um blog que divulgou o que ele chama de "carta difamatória, envolvendo o arcebispo e vários sacerdotes, arbitrariamente expostos ao escárnio público". "As redes sociais encarregaram-se de espalhar comentários peregrinos e duvidosos", completa. Segundo Dom Aldo, "a presumida autora da carta responde em foro criminal".
O agora Bispo Emérito também diz em sua carta que "por tanto tumulto, embora eu esteja sofrendo muito, permito-me afirmar que conservo a minha consciência em paz". "Sempre estarei disposto a corrigir rumos, a reorientar passos, a confirmar êxitos alcançados, contando com a graça de Deus e também com a efetiva presença de bons padres, religiosos presbíteros e de bons leigos e leigas, qualificados como forças vivas de nossa amada Igreja Particular da Paraíba", garante.
Dom Genival Saraiva de França é o novo administrador da Arquidiocese da Paraíba (Foto: Reprodução/ TV Cabo Branco) 
Dom Genival é o novo administrador da Arquidiocese da Paraíba (Foto: Reprodução/ TV Cabo Branco) Dom Genival se apresenta na sexta-feira
O novo Administrador está no Ceará nesta quarta-feira orientando o retiro espiritual de uma parte do clero da Arquidiocese de Fortaleza e só deve se apresentar na Arquidiocese da Paraíba na sexta-feira (8). Em sua carta de apresentação, Dom Genival começa lembrando que "a Igreja é o povo de Deus e a 'Diocese é uma porção do povo de Deus confiada a um Bispo para que a pastoreie em cooperação com o presbitério'".
"Com esta comunicação, desejo afirmar a todos que chegarei, brevemente, com a disposição de servir. Em Jesus, encontramos o melhor exemplo de serviço. Além do espírito eclesial, que todos nós devemos cultivar, em mim a motivação para servir à Arquidiocese da Paraíba tem uma linguagem afetiva, pelo fato de ser paraibano e de ter residido na cidade de João Pessoa, durante oito anos, como aluno do Seminário Imaculada Conceição", diz.
Sobre o agora Bispo Emérito Dom Aldo, Dom Genival faz um agradecimento em sua carta e destaca que "a renúncia ao governo diocesano não é demérito para nenhum Bispo, por ter completado 75 anos, como no meu caso, ou em razão de enfermidade, como no seu caso". "Os Bispos eméritos continuam servindo à Igreja, de muitas maneiras", destaca. 

Fonte: G1

Jesus ressuscita nossa fé e esperança

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Temos muitos motivos para desanimar, mas temos um motivo único e necessário para permanecermos de pé: a nossa fé

Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá” 
(Mateus 9,18).

Amados irmãos e irmãs, esse chefe da sinagoga, que hoje se aproxima de Jesus, simboliza todo pai, toda mãe, todo aquele que chora, que busca lutar pelos seus filhos. Quantos pais derramam lágrimas por causa de seus filhos e dizem: “Eu perdi meus filhos! Perdi meu filho para o mundo, para as drogas ou para as diversas situações do mundo que os estão roubando de nós”.
Deixe-me dizer a você: acredite, por mais morto que pareça seu filho ou sua filha, Jesus têm palavras de ressurreição e vida. As palavras d’Ele têm poder!
Eu já vi tantas mães que entregaram seus filhos de forma confiante a Deus, e pelas lágrimas e orações suplicantes conseguiram trazer vida nova a seus filhos. Apenas uma coisa é importante: o desespero não traz vida, ele é, na verdade, a porta de entrada para o suicídio espiritual, porque o desespero sufoca a graça de Deus em nós, o desespero é a falta confiança, é desacreditar querendo acreditar que Deus pode fazer alguma coisa por nós.
Hoje, quero levantar seu ânimo, sua fé e confiança, quero dizer no fundo do seu coração: creia que Deus pode fazer milagres pelas pessoas da sua casa, da sua família, por aqueles que estão morrendo longe d’Ele. Eu sei que, muitas vezes, as esposas, as mulheres estão sofrendo, porque acabam sendo as mais machucadas e sofridas, pois não tem um marido como Jairo, este homem do Evangelho que vai em busca de Jesus e faz nova todas as coisas.
Deus está com você, minha filha! Deus é sua força, sua luz, e eu lhe digo: coragem, ânimo e confiança! O que Jesus quer dizer aos seus: “Levanta-te e anda”. Isso quer dizer, em primeiro lugar, que a nossa alma não pode ficar frustrada e prostrada devido às situações e coisas negativas.
A Palavra de Deus, em primeiro lugar, quer ressuscitar a nossa fé e nossa confiança. Temos muitos motivos para desanimar, mas temos um motivo único e necessário para permanecer de pé: a nossa fé. Cremos em Jesus, na Sua Palavra, na Sua ação poderosa que faz nova todas as coisas!
“Jesus, eu creio em vós e sei que o Senhor pode fazer nova todas as coisas.” Que assim seja a proclamação da sua fé!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Sejamos misericordiosos com nosso próximo

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Todos os sacrifícios precisam tornar o nosso coração mais misericordioso, bondoso, generoso, mais acolhedor para com o próximo

“Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores” (Mateus 9,13).

Jesus, chama Mateus, aquele que era coletor de impostos, um pecador público, bem conhecido, para o Seu seguimento. Quando Jesus está na casa de Mateus, muitos outros cobradores de impostos e pecadores públicos sentam-se à mesa para também conversar com Ele.
Jesus não caminhava em meio aos justos e santos de Sua época, mas vivia com os pecadores, tinha misericórdia e compaixão dos pecadores, por isso muitos deles mudaram de vida e foram tocados pela misericórdia divina.
O Senhor está nos dizendo hoje: “Quero misericórdia e não sacrifício”. Não há nada mais importante para uma religião do que a prática da misericórdia divina, porque nós, muitas vezes, queremos fazer sacrifícios a Deus, oferecer a Ele os nossos sacrifícios, as coisas duras que fazemos na vida, e Ele as acolhe de bom grado. Todos os sacrifícios precisam tornar o nosso coração mais misericordioso, bondoso, generoso, mais acolhedor para com pessoa do próximo.
Não adianta caminharmos toda a face da terra se essa caminhada não converte o nosso coração, não o torna mais bondoso com o próximo. Que saibamos acolher aqueles que o mundo despreza, aqueles a quem não olhamos com um bom olhar, que consideramos como “pessoas que não servem”. Mas são elas que servem para Deus, a elas que devemos buscar.
Quando falamos que precisamos conviver, acolher, ter o nosso coração aberto para os pecadores, não quer dizer que temos de viver a mesma vida errada que muitos deles viviam. O que não pode acontecer é a porta do nosso coração, dos nossos grupos e igrejas ficar fechada e não acolher aqueles que mais precisam da misericórdia divina.
A casa de Deus é para os enfermos, sobretudo para as doenças da alma, do coração, para as feridas que adquirimos neste mundo. Precisamos dizer: “Jesus, eu quero e preciso de um coração como o Teu: manso, humilde, acolhedor e misericordioso para com o próximo! Ensine-me a acolher os pecadores, ensine-me a reconhecer meus pecados a cada dia e buscar ser lavado pela Sua misericórdia. Ensina-me, Senhor, sobretudo, a acolher aqueles que tanto precisam do Seu amor misericordioso!”.

Deus abençoe você!

Fonte:  Canção Nova

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