PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A ROMARIA DA PENHA

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A Romaria da Penha está completando quantos anos?
A Capela em homenagem a Nossa Senhora da Penha, na Orla de João Pessoa, foi construída em 1763, ou seja: há 254 anos. Desde então, a cada ano, fiéis rendem graças à Santa. Por isso dizemos que em 2017 a Romaria completa 254 anos. Mas a caminhada, como conhecemos hoje, com um número maior de participantes, saindo do Centro da Capital e indo até o Santuário, tem menos tempo. Segundo relatos, ela é realizada há cerca de 120 anos.
 
O percurso e o horário mudaram ao longo dos anos?
Sim. A Romaria começava à meia-noite, o que fazia com que os romeiros só terminassem a caminhada no início da manhã, sob sol forte. Muitos passavam mal. Desde 2006 ela começa às 22h. O percurso já mudou. Antes, muitos romeiros não passavam pela hoje conhecida avenida principal dos Bancários. Muitos devotos cortavam caminho passando por dentro do bairro para, mais à frente, chegar à avenida que leva ao Santuário. Outra mudança aconteceu em 2015 após a construção do Trevo das Mangabeiras. Os romeiros desde então passam atrás e ao lado do Mangabeira Shopping. Ela sai da igreja de Lourdes, no Centro da Capital, porque essa igreja era a Matriz da Paróquia da qual o Santuário da Penha fazia parte.
 
Existe uma data certa para a Romaria?
A Romaria da Penha é realizada sempre na noite do último sábado para o último domingo de novembro.
 
Quantas pessoas trabalham na organização da Romaria?
São cerca de 600 pessoas trabalhando. Isso só pessoas ligadas à Igreja, distribuídas por equipes, como: Equipe de Coordenação, Equipe de Apoio, Equipe de Liturgia, Equipe do Andor e Equipe de Coleta. A Romaria é realizada com o apoio da Prefeitura Municipal de João Pessoa e do Governo do Estado da Paraíba, através de órgãos como Secretaria de Segurança Pública, Semob, Sedurb, Emlur e equipes médicas. E ainda tem o apoio de empresas privadas e dos meios de comunicação.
 
O que é proibido na Romaria?
Os organizadores pedem que os romeiros não comprem e não bebam álcool ao longo da caminhada. Pedem aos vários comerciantes ambulantes que trabalham na Romaria que vendam água, água de coco, suco, refrigerante... mas não bebida alcoólica! Isso para não colocar em risco a tranquilidade e a segurança dos devotos. Obs.: que as bebidas sejam comercializadas em embalagens plásticas - que sejam evitados produtos em garrafas de vidro.
 
O que é recomendado aos devotos?
Os caminhantes devem hidratar-se durante a Romaria, que tem um longo percurso: quase 14 quilômetros. A maioria dos fiéis atendidos pelas equipes médicas socorristas é por desidratação ou com sintomas de fraqueza devido à falta de alimentação no fim da Romaria. Os caminhantes levam, no mínimo, 4 horas para percorrer todo o trajeto - isso num ritmo mais intenso e sem parar. Por isso é necessário beber bastante água ou suco e se alimentar com frutas ou barras de cereal, por exemplo. Também é importante usar um calçado confortável e uma roupa leve.
Outras recomendações: evitar sair do percurso e não passar por locais escuros e sem a cobertura da Polícia; evitar usar objetos como celular, joias e relógios; os romeiros que vão com crianças não devem se distanciar das mesmas - uma dica: deixe com os meninos e meninas um número de telefone para contato, para facilitar o encontro caso alguém se perca; evitar passar muito perto ou permanecer por muito tempo ao lado dos trios elétricos.
Este ano, numa referência ao tema da Romaria, pede-se que os romeiros tomem cuidado para não destruir a vegetação presente durante o percurso e que não joguem lixo no chão.
 
Quantos trios elétricos e mini-trios participam?
São mais de 10, com Ministérios de Música das Paróquias e Comunidades que formam a Arquidiocese da Paraíba. Eles vão ajudar na animação espiritual da Romaria. Todos os veículos passam por vistoria.
 
Qual o percurso da Romaria?
Ela começa em frente à igreja de Nossa Senhora de Lourdes, no Centro de João Pessoa, e termina no Santuário da Penha, na Orla da Capital. Saiba, quilômetro a quilômetro, por onde os romeiros vão passar:
 
Início: a Romaria começa depois da Bênção de Envio, feita pelo Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Delson, com a participação do organizador geral da Romaria, Pe. Luiz Antônio de Oliveira, às 22h, em frente à igreja de Nossa Senhora de Lourdes, na Av. João Machado, no Centro da Capital (Obs.: a caminhada começa neste local porque a igreja de Lourdes era a Igreja Matriz da Paróquia da qual o Santuário da Penha fazia parte. Hoje o Santuário pertence à Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Altiplano Cabo Branco).
 
1km: os romeiros seguem pela Av. João Machado. Eles completam 1 quilômetro de percurso quando passam em frente ao Instituto Cândida Vargas.
 
2km: após a Av. João Machado, os romeiros seguem pela Av. Dom Pedro II e no início da Mata do Buraquinho completam 2 quilômetros de caminhada.
 
3km: na entrada do Jardim Botânico.
 
4km: após o viaduto do trevo universitário, na chegada à Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
 
5km: quando passam em frente ao Centro de Tecnologia da UFPB, os romeiros completam 5 quilômetros de percurso. Em seguida entram nos Bancários pela principal do bairro: a Avenida Walfredo Macedo Brandão.
 
6km: Praça da Paz, no bairro dos Bancários.
 
7km: quando os romeiros passam em frente ao antigo INSS, na principal avenida do bairro dos Bancários, vão estar no meio do percurso.
 
8km: no novo INSS.
 
9km: em frente ao CNEC, já na Estrada da Penha.
 
10km: na entrada do Quadramares os romeiros completam 10 quilômetros de caminhada.
 
11km: na subida para a Penha.
 
12km: na entrada da Penha.
 
13km: na rua que leva ao Santuário. A Romaria termina no Santuário de Nossa Senhora da Penha, na Praia da Penha, na Orla da Capital. Uma Missa Campal vai ser celebrada pelo Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Delson, no campo de futebol que fica ao lado do Santuário. A Missa começa assim que o carro-andor chegar ao Santuário, o que deve acontecer por volta das 3h30 da madrugada do domingo, dia 26 de novembro.
 
Existem recomendações para a imprensa?
A Bênção de Envio dos Romeiros vai ser dada pelo Arcebispo Dom Delson. Será a primeira vez que ele vai proferir essa Bênção. Dom Delson, antes de subir no trio elétrico onde a Bênção vai ser dada, vai atender à imprensa. Será pertinho do trio, no chão, na área em frente a Embratel. Isso por volta das 21h20/21h30.
Após atender aos jornalistas e radialistas, Dom Delson vai subir no trio elétrico posicionado em frente à igreja de Nossa Senhora de Lourdes para desejar uma tranquila caminhada aos romeiros. Atenção: esse deverá ser um trio grande, para garantir também o acesso da imprensa (cinegrafistas, repórteres, fotógrafos...). Mas, se houver limitação de espaço, por questões de segurança, será dada prioridade aos cinegrafistas e fotógrafos, podendo ter um revezamento dos profissionais.
Outra observação importante: não há necessidade de credenciamento para a imprensa. Durante a Romaria os profissionais vão poder subir nos trios, desde que autorizados na hora pelo responsável de cada um. Pede-se cuidado para evitar acidentes, como quedas e choques elétricos (cuidado com os fios de alta tensão).
No campo de futebol na Penha, os profissionais da imprensa, devidamente identificados, vão poder ter acesso ao palco montado para a Missa campal, que vai ser presidida por Dom Delson. Pede-se cuidado para não atrapalhar a Celebração. Evitar falar alto e ficar passando em frente ao altar. Nesse momento não será possível gravar entrevista.
 
Qual o tema da Romaria em 2017?
O tema este ano é: “No Sim de Maria, Deus restaurou a criação. Ó Mãe, ensina-nos a viver em comunhão e a preservar o meio ambiente”.
 
Qual a programação do dia da Romaria?
Dia 25 (sábado), às 16h, Recitação do Terço no Santuário da Penha. 17h: carreata de Nossa Senhora da Penha, que vai levar a imagem da Santa da Penha para a igreja de Nossa Senhora de Lourdes, no Centro da Capital, de onde, às 22h, começa a Romaria de Nossa Senhora da Penha. A Bênção de Envio dos Romeiros vai ser feita pelo Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Delson. O percurso será o mesmo do ano passado - da igreja de Lourdes até o Santuário. Às 22h, no Santuário, terá uma Noite de Louvor. Domingo: dia 26, às 3h30 (previsão de chegada da Romaria): Celebração Eucarística campal presidida por Dom Delson.
 
Qual a história de Nossa Senhora da Penha?
De acordo com historiadores, existia, no norte da Espanha, uma serra muito alta e íngreme chamada Penha de França, na qual o Rei Carlos Magno teria vencido a batalha contra os mouros. Por volta de 1434, um monge francês, chamado Simão Vela, sonhou com uma imagem de Nossa Senhora que lhe aparecia no topo dessa montanha cercada de luz e acenando para que ele fosse procurá-la. Durante cinco anos, o monge peregrinou, procurando a mencionada serra, até que um dia teve uma indicação de sua localização e para lá se dirigiu. Após três dias de intensa caminhada, escalando penhas (pedras) íngremes, o monge parou para descansar. Nesse momento, ele viu, sentada perto dele, uma formosa senhora com o filho ao colo que lhe indicou o lugar onde encontraria o que procurava. Auxiliado por alguns pastores da região, conseguiu achar a imagem que tinha visto em sonho. No local, Simão Vela construiu uma ermida, que logo se tornou célebre pelo grande número de milagres alcançados por intermédio da Senhora da Penha. Mais tarde, foi construído ali um dos mais ricos e grandiosos santuários da Cristandade.
 
Qual a história da Romaria da Penha em João Pessoa?
O português Sílvio Siqueira, em 1763, comandava uma embarcação que saíra do norte em direção à Europa. No litoral paraibano ele enfrentou uma grande tormenta. Em um momento de aflição, ele reuniu a tripulação e pediu proteção à Nossa Senhora da Penha, prometendo erguer uma ermida em sua honra no local em que aportasse em segurança. Minutos depois, todos conseguiram desembarcar com tranquilidade na então Praia de Aratú - hoje Praia da Penha. Como prometido, a construção foi feita. E essa foi a terceira capela construída no Brasil para Nossa Senhora da Penha. A primeira foi erguida em Vila Velha, na então Capitania do Espírito Santo, entre os anos de 1558 e 1570. A segunda foi construída em 1635, pelo capitão Baltazar Abrel Cardoso, na Freguesia de Irajá, no Rio de Janeiro.

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