A ingenuidade nas redes sociais e suas consequências

quinta-feira, 6 de julho de 2017

O mau uso das redes sociais nos transforma em semeadores de “lixos virtuais”

Muito cuidado com as pessoas que lhe enviam conteúdos pelas redes sociais. Na verdade, o problema não são elas, mas aquilo que elas enviam. Eu acredito que uma boa parte dessas pessoas sejam até bem intencionadas, muitas são nossas amigas e, por isso, estão em nossas redes. No entanto, rede social é igual rede de pescador, você a lança ao mar e depois puxa para separar os peixes bons dos ruins. Nas redes sociais, poucas coisas se salvam, porque, diferente dos pescadores que são peritos na arte de pescar, no mundo virtual somos quase todos ingênuos e insensatos.
A ingenuidade é a falta de um senso crítico apurado e amadurecido. Iludimo-nos com cores e frases bonitas, digerimos qualquer coisa e acreditamos em tudo e em todos sem nem mesmo saber se o que está escrito procede ou não.
A ingenuidade nas redes sociais e suas consequências  
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
A insensatez é a facilidade de como somos envolvidos e instrumentalizados com os semeadores de “lixos virtuais”. Não se verificam as fontes, as informações nem a finalidade daquele conteúdo. O resultado é que nossas redes sociais viraram canais de boatos, fofocas, intrigas, maledicências, conteúdos impróprios, notícias falsas, falácias, guerras ideológicas e falsos conteúdos com cara de coisa boa.

Nós cristãos somos tão ou mais ingênuos e insensatos como os demais. Estou cansado de receber coisas falsas e inverídicas de irmãos na . O que colocam de palavras e afirmações na boca do Papa, bispos e padres não é brincadeira! Sem contar quando não invertem o que foi dito. Fabricam textos e afirmações falsas e espalham em todos os lugares. Geralmente, nós recebemos, falamos amém ou batemos palmas e passamos adiante.

Seguidores de Cristo não podem compactuar do fermento deste mundo. Há na sociedade uma rede de intrigas fomentada com a finalidade de colocar as pessoas umas contra as outras e desviar o foco de coisas essenciais. O mesmo modelo foi transposto para o nosso meio de vivência da fé. Incomoda-me receber de pessoas de Igreja conteúdos inadequados, falsos ou provocadores de discórdia. Não é que precisamos mandar somente flores e passagens da Bíblia. O que não podemos é espalhar o joio, a mentira, a ilusão e a fofoca, e achar isso normal e até bonito.
As redes sociais podem e fazem um bem enorme para a comunicação entre as pessoas, inclusive para a evangelização. Os estragos promovidos pelos ingênuos e insensatos se tornam, muitas vezes, incalculáveis e irreparáveis. Afirmo que o problema, na maioria dos casos, não são as pessoas, mas o conteúdo, porém eles não se espalham sem a nossa ajuda; então, repensemos nossa conduta diante das redes sociais que fazemos uso.

Fonte: Canção Nova

Como viver a fé em Deus diante dos problemas?

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Somo chamados a viver diariamente a fé em Deus

 

No programa Sorrindo pra Vida desta quarta-feira, 5, às 8h, o missionário Alexandre Oliveira refletiu os versículos encontrados em Salmo 107,1-21.
Segundo ele, a Palavra de Deus, meditada na manhã de hoje, é um convite a vivermos a confiança diária n’Ele.
Desse trecho bíblico podemos extrair três situações que podem ser vividas pelas pessoas: solidão, oração e doença.

Solidão
No contexto desse Salmo, aqueles que se sentiam só clamaram a Deus, que os conduziu a uma cidade habitada, que pode ser contextualizada em nossa vida, como a Igreja. Eu e você não somos chamados a viver na solidão.

Oração
Baseado nessa Palavra, pode-se compreender que há pessoas que sofrem por persistirem no pecado, em uma vida de revolta. A você, pecador como eu, o Senhor está dizendo para orar e Ele nos livrará. Com isso, louvamos ao Senhor, pois é Ele quem nos liberta de todo mal.

A doença
A terceira situação diz respeito àqueles que, de tão feridos, estão enfermos. O pecado nos oprime e nos faz mal. Entretanto, Deus promete a cura por meio da Palavra, que é capaz de salvar.
Peça para Deus que o cure e deposite sua fé no poder que Ele tem de tudo poder mudar. O Senhor tem coisas muito maiores e melhores para sua vida!


Medite Salmo 107,1-21

1 – Deem graças ao Senhor porque ele é bom; o seu amor dura para sempre.
2 – Assim o digam os que o Senhor resgatou, os que livrou das mãos do adversário,
3 – e reuniu de outras terras, do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul.
4 – Perambularam pelo deserto e por terras áridas sem encontrar cidade habitada.
5 – Estavam famintos e sedentos; suas vidas iam-se esvaindo.
6 – Na sua aflição, clamaram ao Senhor, e ele os livrou da tribulação em que se encontravam
7 – e os conduziu por caminho seguro a uma cidade habitada.
8 – Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens,
9 – porque ele sacia o sedento e satisfaz plenamente o faminto.
10 – Assentaram-se nas trevas e na sombra mortal, aflitos, acorrentados,
11 – pois se rebelaram contra as palavras de Deus e desprezaram os desígnios do Altíssimo.
12 – Por isso ele os sujeitou a trabalhos pesados; eles tropeçaram, e não houve quem os ajudasse.
13 –Na sua aflição, clamaram ao Senhor, e eles os salvou da tribulação em que se encontravam.
14 – Ele os tirou das trevas e da sombra mortal, e quebrou as correntes que os prendiam.
15 – Que eles deem graças ao Senhor, por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens, 16 – porque despedaçou as portas de bronze e rompeu as trancas de ferro.
17 – Tornaram-se tolos por causa dos seus caminhos rebeldes, e sofreram por causa das suas maldades.
18 – Sentiram repugnância por toda comida e chegaram perto das portas da morte.
19 –Na sua aflição, clamaram ao Senhor, e ele os salvou da tribulação em que se encontravam.
20 – Ele enviou a sua palavra e os curou, e os livrou da morte.
21 – Que eles deem graças ao Senhor, por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens.

Fonte: Canção Nova

Por que devo fazer o sinal da cruz quando passo por uma igreja?

terça-feira, 4 de julho de 2017

Conheça a importância do sinal da cruz para o cristão

O sacrifício de Jesus Cristo é o sinal maior do amor de Deus por nós. Para que pudéssemos nos ver livres do pecado, Aquele que viveu livre dele foi condenado e crucificado, e, em Seu sacrifício, traçou sobre o mundo o sinal da cruz. Nas Palavras do Papa Francisco, “a cruz de Jesus é a nossa única esperança verdadeira! Eis por que a Igreja ‘exalta’ a santa cruz, e eis por que nós cristãos abençoamos com o sinal da cruz”. Podemos ler, nos Evangelhos de Lucas e Mateus, o convite dirigido a nós por Jesus: “Negue-se a si mesmo, tome a sua cruz” (Mt 16,24 e Lc 923). Traçar sobre nosso corpo esse sinal é professar nossa fé sem palavras.
Porque devo fazer o Sinal da Cruz quando passo por uma Igreja 
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Em que momentos podemos ou devemos fazer o sinal da cruz?

Na celebração da Santa Missa, em observância ao rito litúrgico, há momentos em que o sinal da cruz se apresenta como obrigatório, como se faz no início e ao fim da celebração. Também é traçado o sinal da cruz em reverência à leitura do Evangelho, com o polegar da mão direita, sobre si mesmo, na testa, na boca e no peito. Nesses momentos, ao traçar sobre o corpo o sinal da cruz, que se faça com a devida devoção, eis que é na sagrada liturgia que se opera a santificação dos homens e na qual, por meio de sinais sensíveis, prestamos o culto público de Deus. E a todo momento, em nosso cotidiano, ao professar a fé pelo sinal da cruz, lembremo-nos das palavras de São Paulo: “De fato, Cristo não me enviou para batizar, mas para anunciar o Evangelho, sem recorrer à sabedoria da linguagem, a fim de que não se torne inútil a cruz de Cristo, pois a linguagem da cruz é louca para aqueles que se perdem. Mas para aqueles que se salvam, para nós, é poder de Deus” (1Cor 1,17-18).
Professar a fé sem palavras é expressão sutil e humilde de devoção e não deve ser empregue sem a adequada veneração, sob o risco de fazê-lo de modo supersticioso. Com efeito, não há obrigatoriedade em traçar o sinal da cruz ao passar por uma igreja, o que não diminui seu significado. É que, no Cerimonial dos Bispos, no número 110, verifica-se a citação de uma antiga prática cristã no uso da água benta, que diz: “Seguindo louvável costume, todos, ao entrar na igreja, molham a mão na água benta, contida na respectiva pia, e fazem com ela o sinal da cruz, como recordação do seu próprio batismo”. Daí, verifica-se o costume de muitas pessoas em traçar o sinal da cruz ao entrar na igreja, que, em sinal de respeito e devoção, foi se estendendo para o exterior do templo, até que tomou a forma que vemos muitos cristãos praticarem atualmente, de traçar sobre si o sinal da cruz ao passar na frente de uma igreja.

Faça o sinal da cruz

Certos de que a força de Deus nos acompanha em nossas provações diárias, façamos do sinal da cruz um gesto de fortalecimento e profissão de fé, atentos para que sempre que o traçarmos, seja com o coração repleto de devoção. Como nos ensina o Santo Papa João Paulo II: “Quem quer que seja que acolha Deus em Cristo, acolhe-O mediante a cruz. E quem acolheu Deus em Cristo, exprime isso mesmo mediante esse sinal: quem O aceitou, efetivamente, benze-se com o sinal da cruz sobre a fronte, sobre os ombros e sobre o peito, para manifestar e para professar que, na cruz, encontra-se de novo totalmente a si mesmo, alma e corpo, e que com este sinal abraça e aperta ao peito Cristo e o seu reino”.

REFERÊNCIAS
A BÍBLIA SAGRADA. Edição Pastoral. 86 ed. São Paulo: Paulus. 2012.
PAPA JOÃO PAULO II. Palavras no final da via-sacra. 4 abr. 1980. Disponível em: < http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/speeches/1980/april/documents/hf_jp-ii_spe_19800404_via-crucis.html>
SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO. Cerimonial dos Bispos. Cerimonial da Igreja.

Fonte: Canção Nova

Os sinais nos mostram o quanto Deus nos ama

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Deus é, em primeiro lugar, “a fonte e a origem de todas as bênçãos”, assim escutamos do sacerdote como uma das opções de bênçãos no fim da Missa. É do Senhor que provém a bênção. Ele, em Sua grandeza e bondade, olha para o ser humano com misericórdia e derrama sobre ele Suas graças. 
Em nossa catequese familiar ou de Igreja, aprendemos a pedir a bênção para o pai, para a mãe, o avô, a avó e até para os padrinhos e tios, a fim de que, realmente, eles nos abençoem. 
-Os-sinais-nos-mostram-o-quanto-Deus-nos-ama
Foto: Daniel Mafra / cancaonova.com
Muitos têm o costume de pedir ao sacerdote que lhes dê a bênção, e é muito comum também as pessoas pedirem para que seus objetos sejam abençoados. Os objetos litúrgicos, móveis, a própria igreja ou capela são abençoados, porque ali são realizados atos litúrgicos, com os quais vivenciamos melhor os sacramentos. Assim, temos um encontro com o Senhor. Os objetos, as imagens, as medalhas são sinais que nos ajudam na caminhada com Deus. Ao pedirmos a bênção sobre esse ou aquele item, não o devemos fazer de maneira supersticiosa, como se fosse um amuleto.

Compreensão do divino

Tal medalha, imagem ou terço devem nos ajudar na compreensão do divino, devem nos levar a Deus, ser um sinal que nos incentive na busca por Ele. Os sinais devem nos mostrar o quanto o Senhor nos ama. Por que precisamos de sinais, de imagens e templos? Por que é importante que uma imagem seja bonita, que a arquitetura de uma igreja seja bem harmônica? Exatamente para nos remeter ao Senhor de nossa vida.
Quantas pessoas mudaram de vida ou se lembraram de Jesus quando olharam para a cruz de uma igreja? Quantas, com seus sinais, medalhas, crucifixos e terços desistiram de fazer o mal, de tirar a própria vida? Quantos resistiram e tiraram forças de onde não tinham por causa de um sinal que carregavam? 

Repito, não é o sinal pelo sinal como um amuleto, mas porque aquela medalha, aquele terço, remeteu-nos ao Senhor ou a algum santo; e, por graça de Deus, porque é Ele quem faz, fomos salvos, desistimos de fazer o mal, propusemo-nos a fazer o bem. 

Os objetos de piedade abençoados se tornam um sacramental, um sinal de Deus. Com esses objetos, clamamos a proteção divina; com eles, dizemos que seguimos o Cristo, que pertencemos a Ele.

Testemunho de uma vida cristã

No ritual de bênçãos, dentre várias delas, está prevista a de objetos para a prática devocional. Após o sinal da cruz, há uma introdução que diz: “… no momento de invocarmos sobre esses símbolos e imagens a bênção de nosso Senhor, deve-se atender ao seguinte: que cada um de nós ofereça o testemunho de vida cristã tão autêntico quanto o que exige de nós o fato de ostentarmos o uso desses objetos”. Ou seja, peço a bênção, uso tal sinal bento e dou testemunho de uma vida cristã. 

Por fim, portar um sinal, uma medalha, um crucifixo, usar uma veste litúrgica não nos faz santos, mas tais sinais nos ajudam ou exigem de nós uma postura santa, de gente de bem. Não dá para portar um crucifixo e viver na mentira, não dá para usar a medalha de um santo e viver numa indisponibilidade no amor ao próximo.
Peçamos a bênção do Senhor sobre nós, levemos a um sacerdote nossos objetos de piedade, para que sejam abençoados e produzamos frutos de perseverança, e que os símbolos que ostentarmos não só nos protejam, mas nos lancem para o serviço amoroso àqueles que encontrarmos.

Fonte: Canção Nova

Missa da Solenidade de São Pedro e São Paulo - Relíquia de São Francisco de Assis

domingo, 2 de julho de 2017

Em razão da Peregrinação da Relíquia e Imagem de São Francisco de Assis, comemorando os 800 anos da Ordem Franciscana Secular do Brasil (OFS), a Paróquia Menino Jesus de Praga recebeu com alegria Relíquia e a imagem do Santo, na Solenidade de São Pedro e São Paulo, neste dia 02 de julho, no turno da tarde.


 Fotos da relíquia e imagem de São Francisco de Assis, retiradas da Fanpage da Paróquia Menino Jesus de Praga




Bênção aos Leigos da Ordem Secular de São de Francisco de Assis

Papa Francisco entrega Pálio Arquiepiscopal a Dom Delson

sexta-feira, 30 de junho de 2017



O Papa Francisco, nesta quinta-feira, dia 29 de junho, Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, em Roma, entregou o Pálio Arquiepiscopal ao Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap.


O Pálio, do latim “pallium”, manto, é uma espécie de colarinho de lã branca, com cerca de 5cm de largura e dois apêndices - um na frente e outro nas costas. Possui seis cruzes bordadas em lã preta - quatro no colarinho e uma em cada um dos apêndices. É uma insígnia, um símbolo litúrgico, de “honra e jurisdição”, usado pelos Arcebispos. O Pálio é símbolo do serviço e da promoção da comunhão na própria Província Eclesiástica, na qual o Metropolita está à frente, e na sua comunhão com a Sé Apostólica.



Dom Delson recebeu o Pálio do Papa, mas a imposição do mesmo, ou seja, o primeiro uso no paramento, será aqui em João Pessoa das mãos do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello (representante do Vaticano no País e responsável por impor o símbolo nos ombros do Arcebispo), no dia 5 de agosto, às 9h, numa Solene Concelebração Eucarística na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro de João Pessoa. Será na Missa Solene da Festa da Padroeira.



Dom Delson vai receber Pálio do Papa Francisco na manhã do dia 29 de junho em Roma

quarta-feira, 28 de junho de 2017

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, em pé
O Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap, está em Roma. No fim da madrugada desta quinta-feira, dia 29 de junho, às 4h30 (horário de Brasília - às 9h30 no horário italiano), Dom Delson vai receber o Pálio Arquiepiscopal das mãos do Papa Francisco, durante a Santa Missa na Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, na Capela Papal, na Basílica Vaticana. A Rede Vida deverá transmitir a Missa ao vivo. A Celebração também deverá ser transmitida ao vivo pelo site do Vaticano (www.vatican.va).
Dom Delson recebe o Pálio do Papa, mas a imposição do mesmo será aqui em João Pessoa das mãos do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello (representante do Vaticano no País e responsável por impor o símbolo nos ombros do Arcebispo), no dia 5 de agosto, às 9h, numa Solene Concelebração Eucarística na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro de João Pessoa. Será na Missa Solene da Festa da Padroeira.
O que é o Pálio Arquiepiscopal?
O Pálio, do latim “pallium”, manto, é uma espécie de colarinho de lã branca, com cerca de 5cm de largura e dois apêndices - um na frente e outro nas costas. Possui seis cruzes bordadas em lã preta - quatro no colarinho e uma em cada um dos apêndices. É confeccionado pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecília, em Roma, utilizando a lã de duas ovelhas que são oferecidas ao Papa no dia 21 de janeiro de cada ano na Solenidade de Santa Inês (Padroeira da Pureza). O uso do Pálio, que nos primeiros séculos do Cristianismo era exclusivo dos Papas, passou a ser usado pelos Arcebispos Metropolitas a partir do século VI. Após a sua confecção, o Pálio é depositado junto ao túmulo de São Pedro até a Solenidade de São Pedro e Paulo, quando, então, é entregue pelo Papa aos Arcebispos.
O que significa o Pálio?
É uma insígnia, um símbolo litúrgico, de “honra e jurisdição”. O Arcebispo Metropolita, como Dom Delson, preside uma Província Eclesiástica, constituída por diversas Dioceses (aqui na Paraíba temos as Dioceses de Guarabira, Campina Grande, Patos e Cajazeiras, além da Arquidiocese da Paraíba). O Pálio é símbolo do serviço e da promoção da comunhão na própria Província Eclesiástica e na sua comunhão com a Sé Apostólica.
À frente de cada Província está o Metropolita, que é o Arcebispo da Diocese-sede. O termos “Arqui” e “Arce”, colocados junto às palavras Diocese e Bispo, vêm da língua grega, e significam “a primeira”, “o primeiro”. Assim, a Arquidiocese e o Arcebispo são “a primeira” e “o primeiro”. Nesse sentido, recorda-se que ambos devem estar a serviço e promoção da comunhão.
Após ser nomeado, o Metropolita deve pedir ao Bispo de Roma, o Papa, o Pálio, símbolo de seu “poder” (o serviço e promoção da comunhão) na própria Província Eclesiástica e de sua comunhão com a Sé Apostólica. Uma vez recebido, usa-o unicamente dentro das funções litúrgicas, sobre os paramentos pontificais, dentro da Província que preside, e unicamente nela.
A forma e a matéria do qual é feito o Pálio indicam a missão de pastor do Arcebispo, que carrega a ovelha - povo de sua Arquidiocese - nos ombros. A peça de lã branca recorda o símbolo da ovelha sobre os ombros de Jesus.
Sobre a entrega do Pálio:
O Vaticano comunicou, no dia 12 de janeiro de 2015, a decisão do Papa Francisco de modificar a modalidade de entrega do Pálio aos novos Arcebispos Metropolitas. Desde então, a faixa de lã branca passou a ser apenas entregue, e não mais colocada pelo Santo Padre, como rezava a tradição, em 29 de junho, na Solenidade dos Santos Pedro e Paulo. A imposição do Pálio aos novos Arcebispos passou a ser realizada nas respectivas Dioceses de origem pelas mãos dos Núncios Apostólicos locais.
No dia 29 de junho, os Arcebispos - como de costume - estarão presentes em Roma, concelebrarão com o Santo Padre, participarão do rito da bênção dos Pálios, mas não haverá a imposição: simplesmente receberão o Pálio do Santo Padre em forma mais simples e privada. A imposição será efetuada depois, nas Dioceses as quais pertencem, ou seja, em um segundo momento, na presença da Igreja local e em particular dos Bispos das Dioceses da Província acompanhados pelos seus fieis.
O significado dessa mudança é o de colocar em maior evidência a relação dos Arcebispos Metropolitas com a sua Igreja local e assim dar também a possibilidade a mais fieis de estarem presentes neste rito tão significativo para a Igreja. Outro ponto importante é propiciar a participação dos Bispos da Província Eclesiástica.
Recebem o Pálio, no dia 29 de junho, todos os Arcebispos nomeados desde julho do ano passado. Neste ano são 36 do mundo todo, sendo 5 brasileiros.

De: Eisenhower Almeida de Albuquerque.
Assessor de Imprensa/Comunicação da Arquidiocese da Paraíba.

É necessário entrar pela porta estreita

terça-feira, 27 de junho de 2017


É necessário entrar pela porta estreita, porque largo é o caminho da perdição, das facilidades, da vida cômoda

“Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles” (Mateus 7,12).

Sabe aquela regra que salva e dá sentido à vida? Essa regra, esse mandamento, é Jesus quem está nos ensinando. Essa é a regra de ouro!
O que nós devemos fazer para o outro? Tudo aquilo que queríamos que o outro fizesse para nós, mesmo que ele não faça. Eu não me meço pelo que o outro faz, mas por aquilo que preciso e sei que é correto fazer. Se o outro não me faz bem, mas eu queria que ele me fizesse bem, então eu faço para ele o que queria que ele me fizesse.
Eu sei me colocar no lugar do outro quando faço isso sem ofender nem maltratar ninguém, sem desprezar nem julgar, porque não sei a história dele, a vida dele, o que ele viveu nem pelo que passou, o que ele enfrentou e assim por diante.
É regra de ouro: eu quero ser respeitado? Eu respeito o outro. Eu não quero que fale mal de mim? Eu não falo mal de ninguém. Eu quero ser amado? Eu vou amar os outros, mesmo que não me respeitem, não me amem, mesmo que não falem bem de mim. Eu vou ser aquilo que eu preciso ser, mesmo que os outros queiram ser, porque não vou me medir por eles, mas medir a mim mesmo por aquilo que eu preciso testemunhar na vida e no mundo.
Por outro lado, é necessário entrar pela porta estreita, porque largo é o caminho da perdição, das facilidades, da vida cômoda e errada. Precisamos entrar pela porta estreita da exigência, da renúncia e do sacrifício. Só consegue ser bem sucedido nesta vida, de verdade, quem sabe se sacrificar, esforçar-se e lutar.
Quando você dá as coisas de forma muito fácil para as pessoas, com tudo prontinho, aquela alma amortece, o vigor daquele coração estremece, porque não soube fazer o sacrifício nem precisou fazer o esforço necessário para vencer, para conseguir e ir adiante.
Permita-me dizer a você: alargue o seu coração no amor, mas seja rigoroso, estreito com você na busca da santidade, do amor e na vivência do que é correto. Não vivamos as facilidades que o mundo nos oferece, porque muita facilidade é engano e ilusão para o nosso coração. Não percamos o senso do que é justo, verdadeiro e correto, mesmo que seja pouco e difícil, pois é ali que Deus está nos abençoando.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Eliminemos do nosso coração todo espírito de vingança

segunda-feira, 19 de junho de 2017

 

Em nome de Jesus, nós renunciamos ao espírito de vingança do nosso coração, da nossa alma e dos nossos sentimentos

Não enfrenteis quem é malvado! Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda! (Mateus 5,39). 
 
A ordem de Jesus para nós é essa: não enfrenteis quem é malvado, não confronteis o mal, não entreis em litígio com a maldade humana. No bom português, quer dizer: não se misture com o mal, não imite o comportamento dele.
Quando alguém faz um mal para nós, a tendência da natureza humana, contaminada pelo mal do mundo, é responder. A criança aprende em casa: “Se o seu coleguinha bater em você, vá lá e bata nele também”. Outro talvez ensine: “Alguém lhe fez mal? Dê na mesma medida”. Mas Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo não nos ensina isso. Ele nos quer com o coração renovado e em paz. E não é possível ter paz vivendo no espírito da vingança, do ódio e do ressentimento.
Podemos até nos sentir aliviados, porque confrontamos a pessoa, mas é um alívio enganoso e maldoso, pois o coração se alimentou do que é mau, praticou o que é mau. Se uma pessoa fez uma maldade e eu faço outra, são duas maldades. Se uma maldade só já é horrível, imagine as duas juntas! E aí só cresce a maldade no nosso meio, e essa maldade se acumula dentro da nossa vida.
Não somos maus, não queremos fazer nem revidar o mal. Por isso, em nome de Jesus, nós renunciamos ao espírito de vingança do nosso coração, da nossa alma e dos nossos sentimentos. Talvez você diga: “Padre, mas eu não tenho sangue de barata! Se alguém me provocou, o meu instinto, a minha vontade é de fazer a mesma coisa”. É verdade que nós não temos sangue de barata, mas é verdade também que temos o Sangue de Cristo em nós, correndo em nossas veias e em nosso coração. Comungamos com o Senhor, para termos Seus sentimentos, Suas atitudes e Seus gestos, a capacidade de perdão que Ele tem.
Quando perdoamos alguém, não o fazemos por nossa própria conta, mas é a graça de Cristo em nós que nos permite perdoar o próximo. A graça de Cristo nos renova, purifica e ajuda a oferecer a outra face. Deixamos o outro desconcertado, quando ele espera que revidemos, mas oferecemos nosso amor e bondade, o melhor que há em nós, o melhor que Deus fez e realiza em nós. Não oferecemos ao outro aquilo que há de mau, porque eliminamos o mal da nossa vida.
Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Reunião Região Pastoral Praia Sul, com Dom Delson, na Paróquia Menino Jesus de Praga

sexta-feira, 16 de junho de 2017



http://armaduracristaodo.blogspot.com.br/2017/06/reuniao-praia-sul-e-o-arcebispo-da.html
 Clique e confira todas as fotos registradas pelo Armadura do Cristão

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Arraiá da Menino Jesus de Praga

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Foi uma festa muito animada!!!!! 
Crianças, adolescentes, jovens, casais e idosos paraticiparam do grande Arraiá da Paróquia Menino Jesus de Praga. Com comidas típicas, muita quadrilha, o arrasta-pé animado pela banda Xamego Bom.
http://armaduracristaodo.blogspot.com.br/2017/06/arraia-da-paroquia-menino-jesus-de-praga.html
 Para ver todas asa fotos registradas pelo Armadura do Cristão Clique na imagem acima

O amor a Deus leva-nos a amar o próximo

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Amar a Deus e ao próximo não é fácil para nenhum de nós, é uma decisão de vida

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! O segundo mandamento é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo! Não existe outro mandamento maior do que estes” (Marcos 12, 30-31).

Veja, que bênção! É o mestre da lei quem está perguntando a Jesus qual é o maior mandamento. Se perguntasse isso para mim e para você, obviamente daríamos aquela resposta que nós aprendemos na catequese: “Amar a Deus é o mais importante”. Então, se estamos amando a Deus, estamos cumprindo tudo. No entanto, não podemos amar a Deus com toda nossa força e vontade, com todo nosso entendimento, mas não amar com a mesma intensidade nosso próximo. É claro que o grau de direção do coração é amar a Deus, e é esse amor que temos para com Deus que vai nos iluminar e direcionar para que também amemos nosso próximo.
Amar a Deus e ao próximo não é fácil para nenhum de nós, é uma decisão de vida, uma exigência interior na qual nos colocamos. Se nós nos encontramos com Deus, se Ele é a razão maior da nossa vida, vamos amá-Lo de todo coração.
Temos de evitar os extremos da vida e centrá-la na direção correta. Há muitas pessoas religiosas, de diversas crenças, religiões, inclusive nós cristãos católicos, que amamos a Deus. Ele é tudo para nós, ou deveria ser, Ele deve ser tudo para nossa vida, mas, às vezes, levamos isso para uma situação tão extrema, que não enxergamos o próximo que está ao nosso lado. “Eu rezo. Eu falo com Deus o tempo inteiro. Eu faço orações o dia inteiro. Eu não falto à Missa. Eu não falto a nada que é de Deus. Eu sou um adorador. Eu estou com um terço na mão, mas eu ignoro meu próximo. Eu sou grosso, egoísta, nem ligo para as necessidades deles”. É um amor a Deus incompleto, é um amor que não foi entendido, compreendido nem vivido na sua totalidade.
Não posso negar que há outros extremos, daqueles que fazem tudo pelo outro, fazem obras de caridade extrema, dedicam-se o tempo inteiro a cuidar do próximo. É uma bênção!
Precisamos praticar e viver a caridade na nossa vida! Não podemos, de maneira nenhuma, ignorar o próximo. Eu vejo Jesus na Eucaristia, eu O vejo no pobre sofredor. Eu preciso focar meu amor a Deus, e esse foco do meu amor a Ele me leva a amar o próximo, o meu irmão, aquele que vive do meu lado.
Se nos aplicarmos na vida e vivermos a graça do mandamento, que se divide em dois, mas é um só, o amor a Deus e ao próximo, a nossa vida caminha na direção do Céu.

Deus abençoe você!

Deus nos prepara para a vida futura

quarta-feira, 7 de junho de 2017

A vida futura é a vida redimida, salva, é a vida nova que Deus desejou para cada um de nós

“Com efeito, quando os mortos ressuscitarem, os homens e as mulheres não se casarão, pois serão como os anjos do céu” (Marcos 12-25).

Agora, são os saduceus que querem colocar Jesus numa situação difícil e complicada; primeiro, porque eles não creem na Ressurreição e querem fundamentar aquilo que não creem nem acreditam a partir de questões que eles mesmos já colocaram na cabeça.
Sabe, no meio de nós há muitos que não creem na vida futura, há muitos de nós que creem apenas na vida material, mesmo pessoas religiosas, mesmo muitos credos religiosos, creem, por exemplo, na reencarnação, creem em outras teorias.
Mas nós não cremos em teorias, nós cremos na verdade. E para nós só há uma verdade, e ela tem nome: Jesus. Ele é a ressurreição e a vida!
Só poderemos compreender ressurreição e vida se nós tivermos comunhão com Jesus. E ter comunhão com Ele não é dizer: “Eu tenho Bíblia. Eu leio a Bíblia!”. Não se trata disso! A comunhão com Jesus é a mesma que Ele tem com Seu Pai: comunhão afetiva, unitiva, de oração, de amor, comunhão nos sentimentos de Jesus, na Sua Palavra. Temos de trazer em nós o pensamento de Jesus, não os nossos pensamentos nem as nossas teorias.
Os saduceus de ontem, de hoje e de todos os tempos negarão verdades da fé por causa de suas convicções.
Para compreender a vida futura, precisamos viver, na vida presente, a união com Cristo, união mística e espiritual. Não dá para compreendermos as coisas do Céu com uma visão material, com nosso jeito mundano de pensar. Depois, estamos falando da vida sobrenatural, queremos pensar no sobrenatural com uma cabeça natural, com a razão natural. Se não nos abrirmos a essa comunhão na fé, também não vamos compreender a vida futura.
A vida material é assim, pensamos na vida do jeito em que vivemos. “Eu caso. Eu tenho os meus desejos. Eu formo a minha família”. E no futuro? No futuro, Deus há de nos transformar, há de nos fazer semelhantes a Ele, há de nos dar essa natureza divina que foi corrompida e perdida por causa do pecado.
A vida futura é a vida redimida, salva, é a vida nova que Deus desejou para cada um de nós! Vivamos na terra, caminhemos aqui sem tirar os olhos da vida futura, da vida no Céu, da vida bem-aventurada, da vida angelical e celeste que nos espera.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Pré lançamento da obra Saúde e Oração na Paróquia Menino Jesus de Praga

domingo, 4 de junho de 2017

        Valdelene Nunes de Andrade Pereira, Farmacêutica-Bioquímica, Médica Pediatra e Mestre em Ciências da Religião. Desde 2011 vem publicando trabalhos na linha de pesquisa de Espiritualidade e Saúde, sendo autora da obra: Medicina e Espiritualidade: A importância da fé na cura de doenças, pela Editora Santuário. 

Valdelene no Pré Lançamento da obra: Saúde e oração, na Paróquia Menino Jesus de Praga

    Diversos autores apontam as práticas religiosas e diversas manifestações da espiritualidade humana como formas eficazes na redução do estresse diário, contribuindo, portanto, para uma vida mais salutar e melhorando a vida das pessoas.  A religiosidade exercida de forma moderada, sem extremismos, aproxima as pessoas, fortalece vínculos, perpetua bons hábitos e concede ao praticante. A Chave para ter um corpo saudável e uma vida mais feliz pode estar na atitude de encarar a vida de forma positiva, cultivando bons sentimentos, como o amor e a compaixão, perdoando o irmão, ajudando-lhe quando possível com suas dificuldades. 
       Neste livro você irá descobrir como a espiritualidade reforça em nós a confiança nas energias regenerativas da vida. 

Família reunida no Pré lançamento da obra Saúde e Oração na Paróquia Menino Jesus de Praga

Coroação de Nossa Senhora na Paróquia Menino Jesus de Praga

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Para conferir todas as fotos registradas pelo Armadura do Cristão

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