10 Anos de Ordenação Diaconal - Uma Vocação à Serviço de Deus

domingo, 19 de março de 2017

O Diácono Roberto Inocêncio completa, neste dia de São José, 10 anos de Ordenação Diaconal, de vida dedicada ao serviço de Deus, com uma missão de amor ao próximo, humildade, respeito e carinho pela sua comunidade. 

Parabéns Diácono Roberto, Deus te abençoe ainda mais sua vocação!

O Armadura do Cristão  te deseja paz, felicidades e muitas bênçãos!

Deus deseja que produzamos muitos frutos

sexta-feira, 17 de março de 2017

Quando não acolhemos o Cristo em nós, tornamo-nos estéreis na fé e não produzimos frutos

“Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos” (Mateus 21,43).

Preciso começar dizendo: não permita que o Reino de Deus seja tirado do meio de nós.
O Reino de Deus chegou, em primeiro lugar, para o povo escolhido, mas muitos deles, sobretudo os chefes religiosos, os mais religiosos daquela época, comportaram-se com indiferença. Mais do que indiferença, rejeitaram a proposta do Reino de Deus, rejeitaram o próprio Salvador. Não O acolheram, não O amaram, tornaram-se simplesmente inférteis e não produziram frutos. Eles não tiveram o dom de acolher o grande dom de Deus: Cristo presente no meio de nós.
Deus quer que produzamos muitos e muitos frutos, porque, quando não produzimos frutos no Reino de Deus, quando não acolhemos Cristo em nós, tornamo-nos estéreis na fé e não produzimos frutos, e assim não servimos para nada.
A graça que nos foi dada não é pouca, é muita graça! É a graça de Deus, do Seu Reino, a graça inclusive de ouvirmos o Reino a cada dia, de podermos meditar Sua Palavra, aproximarmo-nos do Corpo e Sangue do Senhor. A graça de termos Deus próximo de nós foi nos dada em abundância, mas, às vezes, aquele que muito tem não liga para o que tem, comporta-se com indiferença e não sabe valorizar.
Não podemos nos comportar com essa frieza, com essa indiferença, nem rejeitar a graça de Deus que está no meio de nós. Porque, a graça que temos, uma vez que não damos o valor que merece, ela será tirada de nós, será levada para outros que irão acolher.
Sabe, muitas vezes, comportamo-nos com um certo orgulho, com uma certa pretensão de nos acharmos melhores que os outros, mais santos que os outros, mais agraciados que outras pessoas. Às vezes, somos mesmo mais agraciados, mas ter a graça e não fazer uso dela é, na verdade, um grande mal para todos nós!
A graça que recebemos de Deus é para nos convertermos a cada dia, é para nos levantarmos e sermos melhores. Se outros estão vivendo a santidade, a graça de Deus é um sinal para acordarmos, levantarmos, acendermos aquela luz amarela sinalizando que estamos próximos do vermelho. Para que tomemos consciência daquilo que Deus nos deu, da Sua graça que está no meio de nós e nos comportemos como verdadeiros filhos e filhas da graça de Deus.
A quem muito Deus deu, a estes Ele também há de exigir e cobrar. Deus não nos deu pouco! Por isso, tiremos da nossa vida a indiferença, a frieza, não tratemos de qualquer jeito as coisas de Deus, porque tratar de qualquer jeito o que é d’Ele é o primeiro sinal de indiferença e rejeição para com as coisas d’Ele.

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Papa Francisco completa quatro anos de pontificado

terça-feira, 14 de março de 2017

Francisco é o primeiro papa latino-americano da história. É também o primeiro papa nascido no Hemisfério Sul e o primeiro proveniente da Ordem dos Jesuítas

O Papa Francisco completou nesta segunda-feira, 13, quatro anos à frente da Igreja Católica.
pontificado-papa-francisco
Em 13 de março, Jorge Mario Bergoglio é apresentado como Francisco, sucessor de Bento XVI / Foto: L’Osservatore Romano

Jorge Mario Bergoglio assumiu o papado após a renúncia de Bento XVI anunciada em 28 de fevereiro de 2013. Após dois dias de conclave e cinco rodadas de votação, os 115 cardeais eleitores reunidos na Capela Sistina elegeram o, naquele ano, arcebispo de Buenos Aires, como novo pontífice da Igreja Católica, em 13 de março, às 20h12 (horário de Brasília).
Francisco é o primeiro papa latino-americano da história. É também o primeiro papa nascido no Hemisfério Sul e o primeiro proveniente da Ordem dos Jesuítas.
Até este ano, Francisco já realizou: 226 Angelus, 178 audiências gerais, 24 viagens apostólicas e duas Jornadas Mundiais da Juventude. Escreveu duas exortações apostólicas (Amoris Laeticia e Evangelii Gaudium), uma Bula (Misericordie vultus), duas encíclicas (Laudato Si e Lumen Fidei), além de constituições apostólicas,  cartas, discursos, homilias, motu proprios e mensagens.

Fonte: Canção Nova

Quaresma é tempo de voltarmos para Deus

segunda-feira, 13 de março de 2017

É tempo de mudanças, de voltarmos para o Senhor

 “Rasgai o coração, e não as vestes; e voltai para o Senhor, vosso Deus” (Jl 2,13)

 Iniciamos, hoje, o tempo agraciado da Quaresma, tempo especial no coração de Deus, para que todos voltemos nosso coração para o Senhor nosso Deus. Os excessos da vida e de tantos outros acontecimentos afastam-nos um pouco do Senhor, às vezes muito ou totalmente.
Deus é bom, é misericordioso, Ele mesmo toma a iniciativa de vir atrás de nós, de cada um de nós. O Senhor não nos quer distantes d’Ele, Ele nos quer próximos, quer que sejamos íntimos d’Ele, por isso nos dá este tempo de graça.
O que precisamos fazer para estarmos próximos do Senhor? Rasgar o nosso coração, abrir-nos para valer, dilacerar nosso coração, para que Deus entre nele. Deus não quer ficar de fora, não quer ficar na superfície, na porta; Ele quer entrar no nosso coração, porque só Ele tem o poder de mudá-lo, de mudar a nossa cabeça, nossa mente, nossas intenções e cuidar de cada um de nós.
O providencial, de que fala o profeta Joel, é: “rasgai o coração e não as vestes”. Terminamos esse tempo de carnaval, e o que vimos para lá e para cá? Muitas alegrias em muitos lugares, muita gente rasgando suas vestes, outras até sem elas! Muitas vezes, a nudez e tantas outras coisas comprimem o coração humano, tornam-no mais pesado. O que precisamos agora?
Independente da conduta de vida que temos, não devemos julgar quem fez isso, quem fez aquilo; cada um deve olhar para si, olhar para sua conduta, para suas escolhas de vida e aproveitar o tempo oportuno de Deus para converter o coração.
Não somos nós que queremos nos converter, mas sim Deus que quer a nossa conversão. O que precisamos ter é abertura de coração, é nos colocarmos à disposição de d’Ele para que Ele realmente faça a obra, realize a metanoia em nossa vida, mude a nossa mentalidade, nossa maneira mesquinha, egoísta e soberba de pensar, para que tenhamos em nós a mentalidade de Deus.
Cada um recebeu as cinzas em sua cabeça, é necessário escutarmos nosso coração. Converter-vos, o tempo é de conversão, de mudança de rota, de situação, de comportamentos. Precisamos mudar nossas atitudes, a nossa forma de pensar, de sentir e agir, e isso só acontece quando cremos no Evangelho, quando fazemos d’Ele o livro da vida, a disposição de vivermos essa vida quando a colocamos no referencial do Evangelho.
O Evangelho se torna luz para iluminar nossos passos, nossos caminhos, para direcionar nossa vida. Deus nos conceda um santo tempo de Quaresma, para que Ele faça com que nosso coração se rasgue e o Senhor entre nele fazendo uma obra nova.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Tour Religioso pelas Igrejas de Goiana/Pe e Túmulo de Frei Damião

domingo, 12 de março de 2017

 
Ontem, sábado 11/03, O Padre Marcondes Meneses, da Paróquia Menino Jesus de Praga, situada no bairro Bancários, em João Pessoa/PB, realizou mais um Tour Religioso. 


Antes da entrada nos dois ônibus contratados, os participantes receberam orientações e uma bênção especial do Padre Marcondes e Diácono Roberto Inocêncio para seguirem juntos pelo trajeto escolhido.


Desta vez, foram escolhidas as igrejas da cidade de Goiana, no vizinho estado de Pernambuco, estendendo-se até o Convento dos Frades Capuchinhos, no Pina, em Recife, onde está o túmulo com os restos mortais de Frei Damião, frade da ordem dos capuchinhos, que realizou grandes missões pelas regiões do nordeste brasileiro.


Foi uma viagem tranquila, onde os paroquianos e participantes puderam conhecer um pouco mais da história da fundação das igrejas e conventos que foram visitados.

Em Goiana tivemos a primeira parada na Igreja de N.Sra. das Maravilhas, que fica à beira da BR 101, na entrada do Engenho Maravilha; 






posteriormente, conhecemos a Igreja do Rosário dos Brancos, que encontra-se em reforma de onde seguimos, à pé, até a Igreja do Rosário dos Pretos, onde fomos recepcionados pelo Padre Limacedo, que contou um pouco da história das igrejas que formam conjunto arquitetônico histórico daquela cidade.







Continuando, os participantes seguiram até um outro belíssimo conjunto arquitetônico formado pelas Igrejas do Carmo, Igreja de Santa Tereza de Ávila e o Convento dos Carmelitas, tudo à frente de um belíssimo Cruzeiro conhecido como Cruzeiro do Carmo, situado na Praça Frei Caneca, também conhecida como Praça do Carmo; ali fomos recepcionados pelo Prior Frei Juracir.






 Após o almoço, seguimos para o bairro do Pina, em Recife, para visitarmos a Igreja e o local onde se encontra enterrado Frei Damião, tendo à frente a Igreja contendo ao lado uma área pastoral, em anexo o túmulo de frei Damião e ainda o Convento dos Frades Capuchinhos.
 
 
 A convite do Padre Marcondes, o Armadura do Cristão registrou, com carinho, todas as fotos de mais um exitoso Tour Religioso.

http://armaduracristaodo.blogspot.com.br/2017/03/tour-religioso-igrejas-de-goiana-pe-e.html
Clique na imagem acima e confira todas as fotos

Papa Francisco - Conquistando Corações

A Paróquia Menino Jesus de Praga conseguiu uma promoção no cinema para assistir o Filme
"PAPA FRANCISCO - CONQUISTANDO CORAÇÕES". Terá uma sala só para a Paróquia Menino Jesus de Praga. 

📌DIA 22/03 (quarta-feira) às 19:30h
LOCAL: Mangabeira Shopping
Preço: R$ 20,00 com direito ao combo pipoca e refrigerante.

Páscoa Solidária



Por mais um ano consecutivo, o Instituto Vem Cuidar de Mim estará promovendo a campanha "Páscoa Solidária", para arrecadar chocolates para a festa de Páscoa das crianças carentes.

Faça uma criança feliz nesta Páscoa. 

Doe chocolates. Seja solidário.

Comunicado de Dom Genival

sexta-feira, 10 de março de 2017

 08/03/2017 - Sobre nomeação de Dom Delson feita pelo Papa Francisco

O Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba, Dom Genival Saraiva de França, tem um importante comunicado a fazer nesta quarta-feira, dia 8 de março de 2017:
“Comunico aos presbíteros, diáconos, religiosos, religiosas, seminaristas e aos fiéis católicos da Arquidiocese da Paraíba e das Dioceses da Província Eclesiástica da Paraíba, às autoridades constituídas, aos paraibanos e paraibanas, que recebi esta alegre notícia do Sr. Núncio Apostólico, Dom Giovanni d’Aniello, no dia 20 de fevereiro: ‘Tenho a satisfação de lhe comunicar oficialmente que o Santo Padre Francisco nomeou Arcebispo dessa vacante Arquidiocese da Paraíba o Excelentíssimo Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap., transferindo-o da sede episcopal de Campina Grande, Estado da Paraíba’.
Comunico, ainda, que a posse canônica de Dom Manoel Delson, como 7º Arcebispo Metropolitano, está marcada para o dia 20 de maio próximo, quando se tornará plena a alegria dessa ‘porção do Povo de Deus’ - a Arquidiocese da Paraíba”.

A importância da participação da Missa na Paróquia


Domingo é o dia do Senhor. São João Maria Vianey dizia: “Um Domingo sem Missa é uma semana sem Deus”. A nossa fé nos agrega numa grande família que é a Igreja, de maneira mais particular a Paróquia, onde eu coloco em prática a minha fé. Lá é onde eu recebo o suporte necessário para crescer na formação humana, na espiritualidade e em todos os tesouros sacramentais para minha salvação. A Igreja paroquial é minha casa, é o meu núcleo de fé e vida.

Tomemos por modelo os cristãos das primeiras comunidades: “Os que receberam a sua palavra foram batizados. Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações” (cf. Atos 2, 41-42).

Assim como eu preciso fazer uma experiência com Cristo para segui-lo, eu também preciso fazer uma experiência com a comunidade de fé, que é a Igreja, a portadora do depósito da fé, a extensão do grande corpo de Cristo e da qual eu sou membro. A comunidade é necessária para que a minha fé não seja estéril, morta, sem obras. Na comunidade paroquial, eu faço uma experiência de vida fraterna que faz toda a diferença no mundo de hoje. Na experiência dos apóstolos, o Domingo tem lugar especial por se tratar do dia da ressurreição do Senhor. No início, quando eles não tinham igrejas e eram perseguidos, eles celebravam em suas próprias casas. É isso que nós cristãos, hoje, somos chamados a resgatar: o sentido de casa de nossas paróquias, casa de comunhão e fé, ressurreição e vida.

Lembro-me, com muito carinho, da minha “paróquia mãe”, a Catedral de Sant’Ana. Logo depois que eu encontrei Jesus e d’Ele recebi a Vida Nova, engajei-me na minha paróquia por meio do grupo de jovens, da Legião de Maria e da Missa Dominical, que não perdia por nada deste mundo; era por amor, era de coração. A partir daí, vieram a Direção Espiritual com o vigário Monsenhor Jessé Torres, a vida de oração e a vocação ao sacerdócio. Veja quantas riquezas a paróquia pôde me oferecer! Mas não posso me esquecer das desculpas imaturas de que não precisava ir à casa de Deus para encontrar o Senhor, que podia rezar em casa, pois Deus está em todo lugar e lá não se vê tanto testemunho, etc. Essas idéias acabaram quando fui crescendo no verdadeiro sentido de ser Igreja: “Eu sou e também faço a Igreja; sou discípulo de Jesus Cristo e estou neste caminho por Ele em primeiro lugar.

D.40.1 Celebração dominical, centro da vida da Igreja:
§2177 A celebração dominical do Dia do Senhor e da Eucaristia está no coração da vida da Igreja. “O domingo, dia em que por tradição apostólica se celebra o Mistério Pascal, deve ser guardado em toda a Igreja como a festa de preceito por excelência.”
“Devem ser guardados igualmente o dia do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Epifania, da Ascensão e do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, de Santa Maria, Mãe de Deus; de sua Imaculada Conceição e Assunção, de São José, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e, por fim, de Todos os Santos”.

Domingo primeiro dia da semana
§1166 “Devido à tradição apostólica que tem origem no próprio dia da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal a cada oitavo dia, chamado, com razão, o Dia do Senhor ou domingo”. O dia da ressurreição de Cristo é, ao mesmo tempo, “o primeiro dia da semana”, memorial do primeiro dia da criação, e o “oitavo dia” em que Cristo, depois de seu “repouso” do grande sábado, inaugura o dia “que O Senhor fez”, o “dia que não conhece ocaso”. A Ceia do Senhor é seu centro, pois é aqui que toda a comunidade dos fiéis se encontra com o Ressuscitado, que Os convida a seu banquete: O dia do Senhor, o dia da ressurreição, o dia dos cristãos, é o nosso dia, pois foi, nesse dia, que o Senhor subiu vitorioso para junto do Pai. Se os pagãos o denominam dia do sol, também nós o confessamos de bom grado, pois, hoje, levantou-se a luz do mundo; hoje, apareceu o sol de justiça, cujos raios trazem a salvação.
§1167 O domingo é o dia, por excelência, da assembléia litúrgica em que os fiéis se reúnem para, ouvindo a Palavra de Deus e participando da Eucaristia, lembrarem-se da Paixão, Ressurreição e Glória do Senhor Jesus e darem graças a Deus que os ‘regenerou para a viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos.

Domingo dia principal da celebração eucarística:
§1193 O domingo é o dia principal da celebração da Eucaristia por ser o dia da ressurreição. É o dia da assembleia litúrgica por excelência, da família cristã, da alegria e do descanso do trabalho. O domingo é o fundamento e o núcleo do ano litúrgico.

D.40.9 Obrigação de participar da liturgia dominical:
§1389 A Igreja obriga os fiéis “a participar da divina liturgia aos domingos e nos dias festivos” e a receber a Eucaristia pelo menos uma vez ao ano, se possível no tempo pascal, preparados pelo sacramento da reconciliação. Mas comenda, vivamente, aos fiéis que recebam a santa Eucaristia nos domingos e dias festivos ou ainda com maior freqüência, e até todos os dias.
§2042 O primeiro mandamento da Igreja (“Participar da Missa inteira aos domingos, de outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho”) ordena aos fiéis que santifiquem o dia em que se comemora a ressurreição
do Senhor e as festas litúrgicas em honra dos mistérios do Senhor, da santíssima Virgem Maria e dos santos. Em primeiro lugar, participando da celebração eucarística, em que se reúne a comunidade cristã, e abstendo-se de trabalhos e negócios que possam impedir tal santificação desses dias.
Antes de qualquer obrigação, o meu relacionamento com Deus deve ser por amor e o meu compromisso concreto exige tempo e espaço para se atualizar, por isso, a minha paróquia é lugar de encontro com Ele e com os meus irmãos na fé, onde eu alimento a minha experiência e vida com o meu Senhor. Não existe uma experiência autêntica de Jesus Cristo fora da comunidade, nela sou formado na Palavra, no Altar, no testemunho e na doação de minha vida.
Sabendo de todas essas maravilhas e chamados a renovar o nosso compromisso com Jesus Cristo e com a Igreja Paroquial, como tem sido a sua participação na sua paróquia? Qual tem sido a sua experiência paroquial? Você vai à Missa todos os Domingos?
Nunca é tarde para recomeçar. Minha bênção fraterna+.

Fonte: Canção Nova

Nomeação de Dom Delson foi divulgada pelo Vaticano nesta quarta-feira

quarta-feira, 8 de março de 2017

Novo arcebispo da PB, Dom Delson destaca que 'desafios são grandes'
Em carta dirigida aos fiéis, arcebispo eleito fala sobre nomeação.


Para Dom Delson, após a nomeação, o primeiro trabalho como arcebispo deve ser focado em conhecer a comunidade. “Neste período inicial de adaptação, é importante conhecer o clero, acompanhar de perto e orientar as os fiéis conforme a orientação da Igreja”, completa.  Em uma entrevista coletiva realizada na manhã desta quarta-feira, o arcebispo eleito da Paraíba também falou sobre as denúncias de pedofilia dentro da Igreja. "As orientações sobre estas questões são dadas pelo Papa. Meu dever é acompanhar o que está sendo feito, acompanhar cada caso na Justiça e ao concluir os processos, encaminhar para Roma, que é quem toma as decisões sobre o clero. Os casos que possam aparecer, nossa orientação é abrir inquérito e se apurar o fato, enviar a investigação para que a pessoa seja afastada", disse. 
Segundo Dom Delson, o envolvimento político de padres e as questões administrativas do uso do dinheiro da Igreja também vai ser acompanhada. "Farei isso com responsabilidade e humildade. Preciso primeiro entrar na Arquidiocese para conhecer melhor e estar certo de como está a realidade para poder, então, dar a minha contribuição", completa. 

s desafios que enfrentarei são grandes”, diz Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, anunciado pelo Vaticano como novo arcebispo da Paraíba nesta quarta-feira (8). Dom Delson segue como administrador apostólico de Campina Grande, onde era bispo, até ser nomeado para a Arquidiocese, em 20 de maio. Desde a renúncia de Dom Aldo di Cillo Pagotto, em julho de 2016, a Arquidiocese da Paraíba seguia sob o comando de Dom Genival Saraiva de França.
Em carta dirigida a todos da Arquidiocese da Paraíba, o arcebispo eleito da Paraíba fala sobre a nomeação. “O Papa Francisco me confiou a responsabilidade de cuidar desta porção do Povo de Deus e eu aceitei. Sei que o novo é sempre surpreendente. Os desafios que enfrentarei são grandes. Eles serão caminhos de crescimento pessoal e oportunidade de servir à Igreja, na tríplice dimensão de ensinar, santificar e apascentar os que estarão sob os meus cuidados”.

Dom Delson é natural da cidade de Biritinga, na Bahia, e nasceu no dia 10 de julho de 1954. Estudou Filosofia e o início da Teologia no Seminário São Francisco de Assis em Nova Veneza (SP) e concluiu os estudos teológicos no Instituto de Teologia da Universidade Católica de Salvador (BA). É mestre em Ciência da Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Salesiana de Roma e graduado em Letras pela Universidade Católica de Salvador.
Foi ordenado sacerdote no dia 5 de julho de 1980 na Arquidiocese de Feira de Santana (BA) e na mesma arquidiocese, em 24 de setembro de 2006, recebeu sua ordenação episcopal. Foi acolhido na diocese de Caicó no dia 8 de outubro daquele ano e permaneceu até agosto de 2012, quando foi nomeado bispo de Campina Grande.
A partir desta quarta-feira, o cargo de bispo de Campina Grande fica vago. Dom Delson permanece como administrador apostólico da sé até a posse em João Pessoa, em 20 de maio. A partir da posse, o colégio de consultores deve anunciar um novo administrador até que um novo bispo seja nomeado pelo Papa Francisco.
Dom Delson chega à Arquidiocese da Paraíba após cinco como bispo da diocese de Campina Grande (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)
Dom Delson chega à Arquidiocese da Paraíba após cinco como bispo da diocese de Campina Grande (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)
Fonte: G1

Cuidado com as penitências absurdas na Quaresma

terça-feira, 7 de março de 2017

É preciso ter bastante cuidado com as penitências absurdas na Quaresma

Quaresma é tempo de lutar contra nossos pecados, pois ele é a pior realidade para nós, é um período de reflexão, de penitências, de conversão espiritual em preparação para o mistério pascal. O Catecismo diz: “Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave que o pecado, e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro” (n. 1489).
Cuidado com as penitências absurdas na Quaresma - 1600x1200
Olhando para Jesus, desfigurado e destruído na cruz, entendemos o horror que é o pecado. Foi preciso a morte de Cristo para que nos livrássemos do pecado e da morte eterna, a separação da alma de Deus. Então, a Igreja nos propõe 40 dias de penitência, de resistência contra o pecado na Quaresma.
Essa prática é baseada na vida do povo de Deus. Durante 40 dias e 40 noites, caiu o dilúvio que inundou a terra e extinguiu a humanidade pecadora (cf. Gn. 7,12). Durante 40 anos, o povo escolhido vagou pelo deserto, em punição por sua ingratidão, antes de entrar na terra prometida (cf. Dt 8,2). Durante 40 dias, Ezequiel ficou deitado sobre o próprio lado direito, em representação do castigo de Deus iminente sobre a cidade de Jerusalém (cf. Ez 4,6). Moisés jejuou durante 40 dias no Monte Sinai antes de receber a revelação de Deus (cf. Ex 24, 12-17). Elias viajou durante 40 dias pelo deserto, para escapar da vingança da rainha idólatra Jezabel e ser consolado e instruído pelo Senhor (cf. 1 Reis 19,1-8). O próprio Jesus, após ter recebido o batismo no Jordão, e antes de começar a vida pública, passou 40 dias e 40 noites no deserto, rezando e jejuando (cf. Mt 4,2). É um tempo de luta contra o mal.
São Paulo nos oferece uma indicação precisa: “Nós vos exortamos a que não recebais em vão a sua graça”. Porque Ele diz: “No tempo favorável, eu te ouvi; no dia da salvação, vim em teu auxílio’’. Este é o “tempo favorável”, este é “o dia da salvação” (2 Cor 6,1-2). A liturgia da Igreja aplica essas palavras de modo particular ao tempo da Quaresma. “Convertei-vos e crede no Evangelho” e “Lembra-te de que és pó e ao pó hás de voltar”.

Convite à conversão

O primeiro convite é à conversão, é um alerta contra a superficialidade de nossa maneira de viver. Converter-se significa mudar de direção no caminho da vida: uma verdadeira e total inversão de rumo. Conversão é ir contra a corrente, contra a vida superficial, incoerente e ilusória, que frequentemente nos arrasta, domina e torna-nos escravos do mal ou pelo menos prisioneiros dele. Jesus Cristo é a meta final e o sentido profundo da conversão; Ele é o caminho ao qual somos chamados a percorrer, deixando-nos iluminar pela sua luz e sustentar pela sua força. A conversão é uma decisão de fé, que nos envolve inteiramente na comunhão íntima com a pessoa viva e concreta de Jesus. A conversão é o ‘sim’ total de quem entrega sua vida a Jesus pela vivência do Evangelho. “Cumpriu-se o tempo e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15).
Leia também:

As penitências não são para fazer mal

Para vencermos a nós mesmos, nossas fraquezas e paixões desordenadas, a Igreja recomenda, sobretudo na Quaresma, o jejum, a esmola e a oração como “remédios contra o pecado”, a fim de dominar as fraquezas da carne e aproximar-se de Deus. Portanto, não se deve fazer penitências exageradas, uma mortificação que leve a pessoa a ficar doente ou a se sentir mal. O jejum exige, sim, passar um pouco de fome durante o dia, mas sem causar mal à pessoa, sem tirar a sua condição de trabalhar, rezar etc.
Categoria quaresma

Saber calar pode ser uma boa penitência

Há formas boas de mortificação, como cortarmos aquilo que nos agrada, seja para o corpo ou para o espírito, mas há pessoas que fazem excessos: peregrinações longas demais, penitências até com feridas, prejudicando a saúde. Deus não quer isso, Ele não nos pede o impossível.
Qual mortificação eu preciso fazer? É aquela que abate o meu pecado. Se eu sou soberbo, então minha penitência deve ser o exercício de humildade: vencer todo orgulho, ostentação, vaidade, exibicionismo, desejo de aparecer, de impor-se aos outros e saber calar.
Se seu pecado é o apego aos bens materiais e ao dinheiro, então eu preciso exercitar muito a boa e farta esmola, o desprendimento do mundo e das criaturas. Se meu mal é a luxúria e a impureza, então vou exercitar a castidade nos olhos, ouvidos, leituras, pensamentos e atos. Se sou irado, vou conquistar a mansidão; se sou invejoso, vou buscar a bondade; se sou preguiçoso, vou trabalhar melhor e ser diligente em servir aos outros sem interesses.

Perdoar pode ser mais importante

São Francisco de Sales, doutor da Igreja, dizia que a melhor penitência é aceitar, com resignação, os males que Deus permite que nos atinjam, porque Ele sabe do que precisamos, e assim nossos pecados são vencidos. As penitências que Deus nos manda é melhor do que aquela imposta por nós mesmos. Então, aceite, especialmente na Quaresma, sem reclamar, sem culpar ninguém, todos os males, dores, aborrecimentos e injurias que sofrer, e ofereça tudo a Deus pela sua conversão. Pode ser que dar o perdão a quem lhe ofendeu seja mais importante do que ficar 40 dias sem fazer isso ou aquilo. Uma visita a um doente, a um preso, o consolo de alguém aflito pode ser mais importante que uma peregrinação demorada. Tudo é importante, mas é preciso observar o mais importante para a realidade espiritual.

Fonte: Canção Nova

A Quaresma deve nos levar à conversão, penitência e misericórdia

O caminho quaresmal deve nos levar à conversão, penitência e misericórdia

“Chegaram algumas pessoas trazendo a Jesus notícias a respeito dos galileus que Pilatos tinha matado, misturando o sangue deles com o dos sacrifícios que ofereciam. Ele lhes respondeu: ‘Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que qualquer outro galileu, por terem sofrido tal coisa? Digo-vos que não. Mas se vós não vos converterdes, perecereis todos do mesmo modo. E aqueles dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu sobre eles? Pensais que eram mais culpados do que qualquer outro morador de Jerusalém? Eu vos digo que não. Mas, se não vos converterdes, perecereis todos do mesmo modo'” (Lc 13,1-15).

1600 x 1200 - A quaresma deve nos levar a conversão, penitência e a misericórdia

Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Alguém pode até pensar que se trata de crônica policial, com fatos hoje corriqueiros e incapazes de nos assustar, tal a frequência de massacres, violência e acidentes! Mas aqui se trata de uma proposta séria de reação inteligente, baseada na fé, diante dos acontecimentos. Não dá para passar ao largo de todas as muitas provocações vindas do dia a dia, sem acolher a misteriosa e efetiva mensagem que Deus quer efetivamente nos oferecer, exigindo nossa reação. Deus nos fala continuamente e pede sempre o mesmo, a conversão, palavrinha provocante que significa mudar de mentalidade e de rota.

Todos devem sair da confissão com alegria no coração

Mudar de mentalidade! A Campanha da Fraternidade em curso remete os cristãos que dela participam e apela a todas as pessoas de boa vontade ao cuidado com a nossa casa comum, a partir do intrigante tema do saneamento básico. Impressiona o fato de que se torna necessário que os responsáveis pela vida eclesiástica tenham de vir a público, quase a suplicar que alguém se desperte e tome providências efetivas quanto ao cuidado com a água, o recolhimento do lixo, o esgoto sanitário e daí por diante! São elementos tão “escondidos” até debaixo da terra, cujo cuidado já deveria ser dado por descontado pela cidadania e pelos responsáveis pela administração pública! Só que a mente precisa ser mudada para que as ações a ela correspondam. O bem dos outros e o bem comum, no qual cada um de nós está incluído, há de passar na frente do escandaloso prazer de sujar ruas e praças ou desperdiçar água ou ainda destruir o patrimônio público! Mais ainda, há de mudar a banalização da vida, vilipendiada e destruída diante dos olhos de todos.
Podemos ir mais a fundo na questão, com a coragem de perguntar ao conjunto da sociedade a respeito dos motivos para tanta inversão de valores! É que começamos a plantar há muito tempo. Quando Deus deixa de ser o centro e o polo de referência, todo o resto desmorona. O ser humano, a natureza ou qualquer outro ideal, jogam fora o próprio sentido, quando Deus é excluído! Não somos fruto do acaso. Quando a humanidade “escolheu o acaso”, gerou o individualismo, espalhou-se como relativismo, confundiu as peças do tabuleiro da sociedade e da vida! Reconstruir tudo, ajuntando os cacos, já está dando trabalho e pedirá muito esforço do conjunto da sociedade.
A Palavra de Deus e a experiência sofrida e maravilhosa dos cristãos suscitaram alguns passos. É incrível, mas começa quando paramos, tomamos consciência de nossos inúmeros erros, temos a coragem de reconhecê-los como “pecados”, descobrimos que prejudicar os outros ou a própria vida e ainda a natureza toca na raiz de nossa existência! E lá vai o pecador, arrependido e suplicante, corajoso para se enrubescer de vergonha no confessionário, pedir perdão e sair disposto a recomeçar pela enésima vez, levantar a cabeça e melhorar! Vem da sabedoria do Papa Francisco uma magnífica palavra: “A confissão não deve ser uma tortura. Todos devem sair da confissão com a alegria no coração, com o rosto radiante de esperança, mesmo se, às vezes, como sabemos, molhado pelas lágrimas da conversão e da alegria”. Sim, o mundo já mudou para melhor quando alguém começou a ser diferente!

Ao sair da confissão é preciso mudar de rota

Ao sair dos muitos confessionários à disposição, trata-se de mudar a rota! Começar a amar o próximo que está ao nosso redor, tratar os bens da natureza com maior carinho, privilegiar o bem que é feito, diminuir a amargura com a qual se comentam os fatos da sociedade, fazer menos propaganda dos crimes correntes, relatar experiências positivas, participar de iniciativas comunitárias, quem sabe reaprender a sorrir e cumprimentar com maior delicadeza, fazer-se um com os outros, sem pretender justificar as opções egoístas de quem quer ficar “na sua” e ainda afirma que ninguém tem nada com isso!
A quem considera irreais tais propostas, aqui está o resto da conversa de Jesus, por sinal à disposição dos interessados nas Missas do terceiro domingo da Quaresma. Vale a pena acolhê-la e ainda ir à Missa para ouvir a Boa Nova proclamada e celebrada na Igreja: “Jesus contou esta parábola: ‘Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. Foi lá procurar figos e não os encontrou. Então disse ao agricultor: ‘Já faz três anos que venho procurando figos nesta figueira e nada encontro. Corta-a! Para que está ocupando inutilmente a terra?’ Ele, porém, respondeu: ‘Senhor, deixa-a ainda este ano. Vou cavar em volta e pôr adubo. Pode ser que venha a dar fruto. Se não der, então a cortarás'” (Lc 13, 6-9). O tempo não perdoa quem não o respeita! Há que aproveitá-lo e transformá-lo em oportunidade de salvação. Não desperdiçar a paciência de Deus, que oferece de tudo para o nosso crescimento e a conversão. Fazer penitência para afofar a terra de nosso coração, acreditar nas graças que são oferecidas! Temos tempo!

Peça a Deus o dom das lágrimas, o dom da conversão

Há poucos dias, em Ciudad Juarez, no México, o Papa Francisco, referindo-se à pregação do profeta em Nínive, assim se expressou: “Jonas ajudou a ver, a tomar consciência. Que se passa depois? O seu apelo encontra homens e mulheres capazes de se arrependerem, capazes de chorar: deplorar a injustiça, deplorar a degradação, deplorar a opressão. São as lágrimas que podem abrir o caminho à transformação; são as lágrimas que podem abrandar o coração, são as lágrimas que podem purificar o olhar e ajudar a ver a espiral de pecado em que, muitas vezes, se está enredado. São as lágrimas que conseguem sensibilizar o olhar e a atitude endurecida, sobretudo adormecida perante o sofrimento alheio. São as lágrimas que podem gerar uma ruptura capaz de nos abrir à conversão. Foi assim com Pedro, depois de ter renegado Jesus; chorou e as lágrimas abriram-lhe o coração. Hoje, essa palavra ressoa vigorosamente no meio de nós; essa palavra é a voz que clama no deserto e nos convida à conversão. Neste Ano da Misericórdia, quero implorar convosco, neste lugar a misericórdia divina, pedir convosco o dom das lágrimas e o dom da conversão”. Pedindo o dom da conversão, deixemo-nos envolver com o manto da misericórdia!
 
Fonte: Canção Nova

Como cantar na Quaresma?

sexta-feira, 3 de março de 2017

A liturgia deste tempo de Quaresma precisa voltar-se para a penitência e a conversão

Olá, meus irmãos!

A paz de Jesus!

Primeiramente, gostaria de explicar que a Quaresma é um tempo de penitência e conversão, mas não é tempo de tristeza, porque já somos vitoriosos em Cristo Jesus, que nos deu vida nova ao vencer a Morte por Sua Ressurreição.
A Quaresma é baseada nos 40 dias e 40 noites que Jesus passou no deserto enfrentando o demônio; aos 40 anos de luta do povo de Israel ao atravessar o deserto em busca da Terra Prometida; e aos 40 dias de dilúvio, quando Noé esteve na arca, passando por esse tempo de purificação.
Existe um clima todo especial que a Liturgia nos propõe nesse tempo quaresmal, e isso precisa acompanhar a música e o canto que oferecemos a Deus. Precisamos ser como os peixes, que vivem na profundidade da água e são silenciosos; ao mesmo tempo, como os pássaros que voam e entoam o seu canto com arte.









“Quaresma não é tempo de tristeza; por isso, o nosso canto não deve ser triste, mas sereno 
e esperançoso”, proporcionando um verdadeiro clima de oração, contemplação e penitência. Da mesma forma, não se trata de um tempo de louvor; por isso se omite o hino de louvor da Celebração Eucarística, assim como o ‘Aleluia’ na aclamação ao Evangelho, pois a palavra ‘Aleluia’ vem do hebráico: hallelujah, que significa “louvai a Deus”.
Ao entoar nossos Salmos, também não podemos compor melodias que se expressem diferente daquilo que está na liturgia. Se o Salmo é de meditação, a melodia deve ser cantada nesse sentido. Se expressa arrependimento ou súplica de piedade, tal qual precisa ser a melodia do canto que o proclama.
Todos os cantos da Missa, da mesma forma, precisam estar de acordo com a liturgia e devem ser, além de bem escolhidos, cantados e tocados de forma a promover para o que este tempo forte na Igreja nos convida: penitência e conversão.
Desejo uma ótima e santa Quaresma a todos. Deus os abençoe.

A Quaresma

quinta-feira, 2 de março de 2017

O nome “Quaresma” vem do latim “quadragesima dies”, que significa “quadragésimo dia”, o último de quarenta dias e a época de quarenta dias desde a Quarta-feira de Cinzas até o meio-dia do Sábado Santo.

Segundo a doutrina dos Santos Padres, esse tempo litúrgico foi instituído pela Igreja para imitar o exemplo do Divino Redentor, que jejuou durante quarenta dias no deserto. Começava-se a praticá-lo antigamente no primeiro domingo da Quaresma. Como, porém, nos domingos não se jejua, no século VII foram acrescentados quatro dias para completar o número de quarenta dias de jejum. Assim o jejum e o tempo quaresmal têm início na Quarta-feira de Cinzas.

O seu fundamento está na bênção da cinza, feita de ramos do ano anterior. A distribuição da cinza tem a sua origem no antigo rito de impor, neste dia, cinza sobre os penitentes públicos. Tornou-se, porém, geral para todos os fiéis desde o fim do século XI como uma lembrança da humildade e da morte.

Quaresma
Quaresma, tempo de oração, penitência e caridade. Foto: Arquivo Canção Nova

A Quaresma tem por finalidade:

-   Celebrar o mistério da sagrada paixão e ressurreição com pureza da alma e do corpo;
-   Fazer penitência pelas culpas, em outros tempos, cometidas;
-   Realizar obras de piedade;
- Atrair sobre si a misericórdia divina, avivar a confiança e renovar todo o homem interior.

A cerimônia de velar as imagens do altar deriva do costume, antigamente observado no começo do tempo quaresmal, de cobrir ou tirar da igreja tudo o que servia de ornamento. Segundo o piedoso pensar da Idade Média e da liturgia, a igreja material deve tomar parte na penitência da Igreja, Esposa de Cristo. Por conseguinte, a cruz era considerada como objeto de ornamento e como tal deveria ser coberta.

Do véu da cruz e das outras alfaias se passou, por ser mais cômodo e mais expressivo, ao véu do altar inteiro e depois de todo o coro, a parte mais enfeitada do santuário. Neste caso tomou o nome de véu quaresmal (velum quadragesinale) e recordava aos fiéis a obrigação de jejuar (pano de fome). Impedia aos fiéis a vista do “Santo dos Santos”. O costume, de algumas igrejas, de cobrir as cruzes e as alfaias no Domingo da Paixão, tem origem nas palavras do Evangelho: “Jesus escondeu-se” e se tornou geral.

A cerimônia parece ser de origem galicana. Era conhecida na Gália já no século VII, na Itália por volta do ano 1000. Toda a sua significação de profunda mística teve início a partir do século XI pelo lugar predominante no próprio altar, ao passo que antes havia sido colocada diante ou atrás do altar ou em outro lugar. A cruz velada no altar representa o grande mistério de que Nosso Senhor, escondendo-se dos Seus inimigos, escondeu a Sua divindade por nos amar. Com este heroísmo inflama o coração nobre a amar o Redentor tão amoroso, que foi capaz de tamanha humilhação para alcançar aos filhos adotivos de Deus a glorificação no céu.

Os instrumentos, no tempo quaresmal, devem ser tocados de forma mais branda. Para que não seja antecipada a alegria da ressurreição, o “Glória”, por ser um hino de júbilo, deve ser omitido. O “Aleluia”, como aclamação que precede o Evangelho, é substituído somente pelo versículo antes do Evangelho ou também se pode cantar outra aclamação adequada.

QUAL O SENTIDO DE CELEBRAR A MISSA DE CINZAS?

quarta-feira, 1 de março de 2017


O símbolo das cinzas

Desde o Antigo Testamento, as cinzas são um símbolo da morte, da dor, do arrependimento, da penitência e do desejo de conversão para demonstrar a disposição pessoal de se reconciliar com Deus. As cinzas significam a transitoriedade da vida humana sobre a terra e, ainda, o sentido passageiro da realidade material. “Porque tu és pó e ao pó hás de voltar” (Gn 3,19b).
No Livro de Ester, Mardoqueu se vestiu de saco e se cobriu de cinzas quando soube do decreto do rei Assuero I, que condenou à morte todos os judeus de seu império (cf. Est 4,1). Jó mostrou seu arrependimento vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas (cf. Jó 42,6). Daniel, profetizando a tomada de Jerusalém pela Babilônia, diz: “Voltei o olhar para o Senhor Deus procurando fazer preces e súplicas com jejuns vestido de saco coberto de cinza” (Dn 9,3). Jonas prega a destruição da cidade de Nínive, cujo rei proclamou um jejum total, e todos se vestiram de saco, também o rei, que saiu de seu trono e deitou-se sobre cinzas (cf. Jn 3,5-6).
No Novo Testamento, também as cinzas aparecem com o mesmo significado do Antigo Testamento. Jesus diz aos que renegarem o anúncio da Boa-Nova: “Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Se em Tiro e em Sidônia se tivessem realizado os milagres eu foram feitos no meio de vós, há muito tempo teriam demonstrado arrependimento, vestindo-se de saco e cobrindo-se de Cinza” (Mt 11,21),

Pesquisar neste Blog

Liturgia Diária

Liturgia Diária
Canção Nova

Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba - Dom Delson

Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba - Dom Delson
Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz

Fale conosco

Nome

E-mail *

Mensagem *

Visitantes

A ARMADURA DO CRISTÃO

A ARMADURA DO CRISTÃO
Leia Efésios 6, 10-20

Conselhos do Papa Francisco

Oração de exaltação a Santa cruz

Como Retornar?

Como Retornar?
Dicas para voltar a ter intimidade com Deus

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

Terço

Terço
Mãe da Divina Misericórdia

Mensagem

Reflexão

Frei Galvão

Frei Galvão
História

O Papa Francisco

O Papa Francisco
Vatican

Bíblia Católica On Line

Seja um Padrinho Vem Cuidar de Mim

Missa de Cinzas - Fotos

Missa de Cinzas - Fotos
Paróquia Menino Jesus de Praga

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

Ajude o Laureano

Campanha Vem Cuidar de Mim

Campanha Vem Cuidar de Mim
Assine aqui o abaixo assinado!

ANUNCIE AQUI

ANUNCIE AQUI
armaduradocristao@gmail.com

Adoração ao Santíssimo

Adoração ao Santíssimo

Salmos on Line

Menino Jesus de Praga

Arquivos Obras Timbó