Papa celebra Missa na Coreia na Solenidade da Assunção
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
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Lutemos para que o matrimônio seja cada vez mais sagrado
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O perdão é essencial para fazermos parte do Reino dos Céus
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
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A correção fraterna tem que ser movida pelo amor
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
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Sejamos maduros, mas não percamos o coração de criança
terça-feira, 12 de agosto de 2014
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Santa Clara, Rogai por Nós!
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Santa Clara, rogai por nós!
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A construção da paternidade desde a gestação
domingo, 10 de agosto de 2014
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Com Deus enfrentamos as ondas agitadas do mar da vida
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Drama dos cristãos no Iraque: Papa faz urgente apelo à comunidade internacional
sábado, 9 de agosto de 2014
Foi o que afirmou o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, na manhã desta quinta-feira.
A maior cidade cristã do norte do Iraque, Qaraqosh, caiu nas mãos dos extremistas do Estado Islâmico (EI) esta noite. Os cristãos naquela área – que representam 25% de todos os cristãos do Iraque – estão fugindo pelas estradas.
Em sua declaração de hoje à imprensa, o padre Lombardi recordou que já no dia 20 de julho “o Santo Padre, com profunda dor, havia se referido à situação vivida pelos cristãos perseguidos, especialmente no Iraque”.
“Os nossos irmãos são perseguidos, são expulsos, devem deixar suas casas sem ter a possibilidade de levar nada consigo. A estas famílias e a estas pessoas quero expressar a minha proximidade e a minha constante oração. Queridos irmãos e irmãs tão perseguidos, eu sei o quanto sofreis, eu sei que vocês são despojados de tudo. Estou convosco, na fé naquele que venceu o mal!”, disse o Papa naquela ocasião.
O Santo Padre, em vista dos recentes acontecimentos – afirmou Lombardi - “renova a sua proximidade espiritual a todos que estão atravessando esta dolorosa provação e une-se aos veementes apelos dos Bispos locais, pedindo junto a eles e por suas comunidades atribuladas, que suba incessante de toda a Igreja uma oração coral para invocar do Espírito Santo o dom da paz”.
“Sua Santidade dirige, outrossim, o seu urgente apelo à comunidade internacional para que tome medidas para colocar fim ao drama humanitário em curso e aja para proteger a todos os que têm necessidade ou são ameaçados pela violência, além de assegurar as ajudas necessárias, sobretudo as mais urgentes, aos tantos deslocados, cuja sorte depende da solidariedade dos outros”, declarou o Padre Lombardi.
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé recordou então as palavras pronunciadas pelo Papa Francisco no Angelus de 20 de julho, quando faz um apelo à consciência de todos, e a cada fiel repete: “que o Deus da paz suscite em todos um autêntico desejo de diálogo e de reconciliação. A violência não se vence com a violência. A violência se vence com a paz! Rezemos em silêncio, pedindo a paz; todos, em silêncio….Maria Rainha da Paz, ora por nós!”.
Fuga
O Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, cardeal Fernando Filoni, declarou à Agência Fides que “os cristãos tiveram que abandonar tudo, até mesmo os calçados, e descalços, foram forçados a seguir em direção ao Curdistão. A situação é desesperadora, pois em Arbil, capital do Curdistão, não existe a intenção de acolhê-los, porque não sabem como hospedar estas milhares de pessoas”.
Dom Filone explicou que as dramáticas notícias foram referidas pelas Irmãs caldéias Filhas de Maria Imaculada. “Estamos diante de uma grave situação humanitária. Estas pessoas foram abandonadas à própria sorte diante de uma fronteira fechada e não sabem para onde ir. Já são contados os primeiros mortos, três ou quatro jovens perderam a vida. É necessário intervir o quanto antes para ajudá-los”, conclui o Cardeal que lançou um apelo à Comunidade internacional.
(Com Rádio Vaticano)
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Você sabia que Deus sempre te amou?
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Às vezes quando me pergunto o que poderia me distanciar do amor de Deus sinto as palavras de São Paulo cheias de esperança: “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada? Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou. Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8, 35. 37-39).
Li essas palavras de esperança há alguns anos no funeral de uma pessoa querida. Não sei bem por que, mas permaneceram na minha alma. A pena, a angústia, a dor, o perder nunca me distanciaram daquele amor de Deus que se abaixa até mim.
O amor de Deus é fiel, sólido como uma rocha e estável. Aquele amor é a pedra angular da nossa vida, mesmo se muitas vezes não tocamos com os dedos, mesmo se muitas vezes não vemos a luz e surgem as dúvidas.
Conhecemos o Seu amor desde o dia em que Deus o deixou impresso em nossa alma no Batismo. Sabemos porque a Sua voz acariciou muitas vezes nossos ouvidos surdos. Nós o percebemos levemente, lentamente, nos gestos de amor que nos dão aqueles que nos amam. No abraço de uma mãe, no “Eu te quero bem” de uma pessoa querida.
É verdade que queremos tocar mais Deus, abraçá-Lo em nós. O coração não se cansa, sonha o infinito, espera o impossível, nada é suficiente. É por isso que temos sempre um pouco de insatisfação na alma que quer ser amada completamente.
Visto que sabemos que a felicidade não é alcançada apenas pela satisfação, não permanecemos tranquilos. Podemos continuar a estar insatisfeitos e com um pouco de frio na barriga, com dúvida e medo.
Não importa, não por isso perdemos a alegria. Podemos continuar a caminhar com um pouco de tristeza e felizes ao mesmo tempo. É uma tristeza humana e passageira. Sim, também naqueles dias em que o cinza parece mais escuro e as cores desaparecem, o amor de Deus é mais forte.
Naqueles dias em que não parece que existe um amanhã, Deus nos lembra aquilo que importa. Sim, também agora ninguém poderá nos separar do amor de Deus. Deus continua a nos amar. Não nos esquece, não abandona o nosso barco.
O amor de Deus nunca passará. Permanece e é forte em minha alma. Ama-nos tanto que é capaz de deixar seu barco, sua solidão e intimidade e se preocupar conosco. Toca a ferida e cura, espera-nos e nos acolhe quando chegamos, tem pena de nós e se comove. O Seu amor antecipa os nossos desejos, escuta nosso coração melhor que nós, vê-nos por dentro e conhece a nossa fome.
Seu amor acalma o coração, toma nossos pães e peixes para tornar nossa vida fecunda. Aquele amor nunca passa, permanece sempre.
Sabemos que o nosso é um amor frágil. Poderá chegar o dia em que perturbados nos distanciaremos de Deus? Poderá acontecer que a morte de uma pessoa querida, ou a doença, o insucesso, ou o desamor nos distanciarão do amor de Deus? Poderemos deixar de amar Deus um dia?
Para São Paulo era claro, nada o teria separado do amor de Deus. E para mim? Não é verdade que às vezes duvidamos da nossa fidelidade? Não é verdade que o nosso amor esfria quando deixamos de caminhar seguindo os Seus passos?
Conhecemo-nos e duvidamos. Falhamos muitas vezes depois de prometer não voltar a errar. Por que não podemos nos distanciar de novo de Deus? Surge a dúvida.
Mas hoje voltamos a cair. Sim, nada disso será tão relevante ao ponto de nos distanciar do amor de Deus. Nada poderá nos tirar o sorriso pelo fato de sabermos que somos amados por Deus. Nada, nem a dor, nem a morte, nem a solidão, nem a fome, nem o abandono.
Hoje pedimos a Deus que nos fortaleça a fé, a nossa fé. Que Ele nos sustente quando chegam as dúvidas, levante-nos em cada queda e nos ensine a amar.
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Renovemos a nossa aliança de amor e comunhão com Deus
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
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Jesus nos aponta a luz, a direção e o caminho do céu
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
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Quando cremos em Deus nenhum vento contrário nos derruba
terça-feira, 5 de agosto de 2014
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Dia do Padre
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
João Maria Vianney, nasceu na França, em 1786. Depois de passar por muitas dificuldades por causa de suas poucas habilidades, foi ordenado sacerdote. O bispo que o ordenou acreditou que o seu ministério não seria o do confessionário, pois achava que sua capacidade intelectual era muito limitada para dar conselhos.
Ele foi enviado para a pequenina Ars, no interior da França, como auxiliar do padre Balley, o mesmo que vislumbrou, por santa inspiração, seu dom e, confiando nele, o preparou para o sacerdócio. Padre Balley, outra vez inspirado, acreditou que o dom de seu auxiliar era justamente o do conselho e o colocou a serviço do confessionário. Assim, padre João Maria Vianney, homem justo, bom, extremado penitente e caridoso, converteu e uniu toda Ars. Amado e respeitado por todos os fiéis e pelo clero, sua fama de conselheiro correu por todo o mundo cristão. Assim, ele se tornou um dos mais famosos confessores da história da Igreja. Conhecido também como o Cura d'Ars, mais tarde, foi o pároco da cidade onde morreu, em 1859.
São João Maria Vianney, canonizado por Pio XI em 1925, é o melhor exemplo das palavras profetizadas pelo apóstolo Paulo: "Deus escolheu o que no mundo não tem nome nem prestígio, aquilo que é nada, para assim mostrar a nulidade dos que são alguma coisa" (1Cor 1,28) .
O padre entende o chamado para ser um servo de Deus, um sacerdote, um "pai" (padre) à semelhança de Cristo, que amou e deu sua vida ao povo pobre, simples e marginalizado. Nunca hesita, tudo aceita, confia e acredita em Deus e na sua Providência, e caminha seguro para a missão que lhe é designada.
A vida simples e a simplicidade dos ensinamentos de Jesus Cristo são o fundamento do seu ministério, único parâmetro e exemplo a seguir. A sua tarefa é continuar a missão de Jesus Cristo, o único e eterno sacerdote. É o padre que, por meio do Evangelho, leva os seres humanos a Deus, pela conversão da fé em Cristo. Por isso, é pessoa que nasce com esse dom e logo cedo, ou no momento oportuno, ouve o chamado do Pai para se consagrar a servir à comunidade, nos assuntos que se referem a Deus.
Ser padre é ser "pai" de uma comunidade inteira. Como tal, ele é o homem da Palavra de Deus, da Eucaristia, do perdão e da bênção, exemplo de humildade, penitência e tolerância, o pregador e conversor da fé cristã. Enfim, é um comunicador e entusiasta da Igreja, que luta por uma vivência cristã mais perfeita, dessa Igreja missionária, que não sobreviveria sem o sacerdote, como afirmou o próprio Jesus Cristo, seu fundador pela Paixão por nós.
Sua missão é construir comunidades, entender a alma humana e perdoar os pecados, evangelizar, unir e alimentar a comunidade por meio da Eucaristia. Confia nas palavras de Lucas 21,15 "(....) eu vos darei palavras tão acertadas que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater - e é verdadeira testemunha da fé, por sua oração, sacrifício e coragem cristã.
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Quem é de Deus não tolera a injustiça
domingo, 3 de agosto de 2014
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