Deus quer usar a sua profissão para salvar almas

sábado, 2 de agosto de 2014

Toda profissão pode ser evangelizadora. Podemos evangelizar entre aqueles que trabalham conosco e entre aqueles para quem trabalhamos. Barbeiros, taxistas, médicos, enfermeiros têm grandes possibilidades de evangelizar. Assim também telefonistas, atendentes, balconistas...

Os professores e todos os profissionais da área da educação, assim como os que trabalham na área da saúde – médicos, psicólogos, psiquiatras, dentistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem – têm grande influência e por isso grandes possibilidades de evangelizar.

Os trabalhadores são evangelizadores na hora do almoço, do descanso, quando enfrentam situações difíceis. Não precisamos mudar de profissão, mas a colocar a serviço da nova evangelização. O Senhor nos mostra que toda profissão se torna evangelizadora quando a colocamos a serviço do apostolado.

"Toda profissão pode ser evangelizadora", afirma monsenhor Jonas Abib

Não precisamos ficar pregando a todo instante. Podemos falar de Deus, da Sua Palavra, testemunhando e enfrentando juntos os problemas a partir da luz do Evangelho; resolvendo as questões dentro dos padrões cristãos. Podemos convidar as pessoas para encontros, palestras, para o nosso grupo de oração. Temos várias possibilidades!

Minha espiritualidade passou muito pela santidade do meu pai, que andava constantemente com o terço no bolso ou nos dedos. Formavam uma dupla maravilhosa: os dedos do meu pai, calejados de cimento e cal, e o terço. O terço dele era áspero, porque suas mãos e seus dedos também o eram. Essa bonita aspereza foi o que me formou.

Meu pai trabalhou em Brasília (DF), nos tempos duros da construção da nossa capital. Levantava às 4h da manhã para ir ao canteiro de obras. Trabalhava das 6h às 22h e voltava de caminhão para o alojamento. No dia seguinte, voltava a acordar às 4h novamente.

Certa vez, num bar próximo ao alojamento, meu pai tomava seu café, ainda de madrugada, quando aconteceu uma batida da polícia. Os policias foram revistando todas as pessoas, mas, antes de revistarem os bolsos do meu pai, perguntaram-lhe: "Tem alguma arma aí?". Meu pai respondeu: "Tenho". Então, o soldado revistou seu bolso e trirou o que havia dentro: um lenço e um terço. O guarda ficou olhando, sem graça, mas meu pai aproveitou para evangelizar e disse: "Essa é a minha arma, seu guarda". Meu pai não era pregador. Eu sou. Mas para eu me tornar um evangelizador, precisei de um "pregador" como ele. Só assim Deus pôde fazer em mim Sua obra.

Jesus também trabalhou, evangelizou e curou. Mas só depois de ter retornado ao Pai é que Ele enviou aos apóstolos, reunidos no Cenáculo, o Seu Espírito Santo. Essa é a graça também para os operários cansados e desanimados.

É preciso que nos deixemos banhar! Esse é o sentido que Jesus deu ao verbo "batizar". Deixe-se "batizar" profundamente no Espírito Santo, para ser um apóstolo de Jesus. Para ser operário nessa última hora.

Extraído do livro 'O Pão da Palavra', de monsenhor Jonas Abib.
 

Agosto, Mês Vocacional

sexta-feira, 1 de agosto de 2014




Dom Urbano Allgayer
Bispo emérito de Passo Fundo (RS)

Na liturgia, agosto é o mês vocacional. Convém abordar três vocações específicas da vida da Igreja, em que celebramos as festas do Santo Cura d’Ars, de Santa Ana e São Joaquim, pais da Santa Virgem Maria, da Transfiguração do Senhor, da Assunção de Nossa Senhora ao céu.

A vocação matrimonial é básica. O matrimônio santifica o casamento entre homem e mulher, co-criadores, com Deus, da espécie humana. É o sacramento constitutivo da família, célula-mãe da sociedade, igreja doméstica, centro de comunhão e participação entre o povo de Deus. Institui-se no Brasil a Semana da Família, celebrada entre o 2º e o 3º domingo de agosto. Vida, dignidade e esperança devem caracterizar esta Semana, na qual oramos para que, em todos os lares, pais, filhos, avós, se amem, se respeitem, crescendo na fé e na vida em comunidade.
A vocação religiosa constitui um estado de vida em que mulheres e homens se consagram a Deus e à Igreja pelos votos de pobreza, obediência e castidade. A vida religiosa manifesta na Igreja o maravilhoso matrimônio estabelecido por Deus, sinal do mundo vindouro (Cânon 607).
O testemunho público de Cristo e da Igreja, a ser dado pelos religiosos, implica em presença especial no mundo, que é próprio da índole e finalidade de cada instituto. Os Institutos Religiosos ou Seculares devem ser fortalecidos, como forças de vanguarda na evangelização da Igreja.
A vocação sacerdotal é vivida por diáconos, presbíteros e bispos, membros do clero da Igreja. É importante rezar e trabalhar pelas vocações sacerdotais. Sem o clero a Igreja não funcionaria, deixaria até de existir, o que é impensável, pois Cristo deu à Igreja a sua palavra, a garantia de perpetuidade. “A minha palavra jamais passará”. A Igreja necessita de boas e numerosas vocações sacerdotais e religiosas, que têm sua origem em Deus e em vocações matrimoniais imbuídas de espírito profundamente cristão. Agosto é também o mês das vocações para os ministérios e serviços da comunidade, como catequistas e ministros (as) da comunhão eucarística, etc.

Fonte: CNBB

Precisamos valorizar aqueles que Deus colocou ao nosso lado


Não sabemos valorizar as pérolas, as pratas, aqueles que estão conosco no dia a dia. Deus vai falar muito mais por meio deles se soubermos valorizar aqueles que Ele colocou ao nosso lado.

“Jesus, porém, disse: ‘Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!’” (Mateus 13, 57).

Nós, hoje, acompanhamos o drama de Jesus que se dirige à Sua terra natal: Nazaré. Nós dizemos “terra natal” não porque Jesus nasceu em Nazaré, mas sim porque foi ali que Ele foi criado, que Ele cresceu e também ali estão Seus familiares e Seus parentes. Foi ali que Jesus começou a ensinar na sinagoga, é ali que as pessoas iam para admirar a pregação e a mensagem d’Ele.
Mas, ao mesmo tempo, é da Sua terra, da terra que O criou, a terra em que Ele viveu, que Ele também recebe desprezo, é nessa mesma terra que Ele não é aceito, é dali que vêm as interrogações, é dali que vem a rejeição a Ele. Muitos de Seus parentes e familiares mais próximos também manifestaram incredulidade na pregação de Jesus. Por isso o Senhor vem perguntar e, ao mesmo tempo, afirmar que: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” (Mt  13, 57). Ele justamente nega isso ao afirmar que um verdadeiro profeta não é estimado em sua pátria e em sua casa.
A fala de Jesus nos ajuda a compreender, porque nós, muitas vezes, não escutamos os da nossa casa falarem, os de nossa família falarem. Preferimos escutar as pessoas de fora a escutar os nossos! Que dificuldade é para um filho escutar o seu pai ou a sua mãe! Ele prefere escutar os colegas da rua, ouvir o que os outros estão dizendo, a escutar os seus pais.
Da mesma forma, quanta dificuldade é para o marido escutar a esposa ou a esposa escutar o marido; quantas vezes ele prefere escutar os companheiros da rua, do trabalho, do boteco; e ela prefere escutar as comadres, aquelas do salão, as conversas de rua e, muitas vezes, não nenhum dos dois dá ouvidos aos da própria casa.
Nós, hoje, somos chamados pelo Mestre a rever os nossos conceitos familiares; o Senhor nos chama a darmos mais atenção – pode ser que nem concordemos, pode ser que nem estejamos de acordo com aquilo que os da nossa casa estão dizendo, mas a primeira obrigação é escutar a quem mora conosco, quem vive conosco e aqueles que são nossas autoridades diretas. Escutar nossos pais, a mulher escutar o marido; o marido escutar a sua esposa – nisso está a graça de Deus. Nós, muitas vezes, damos valor só ao que é de fora,  e é isso o que também acontece em nossas igrejas, nossas paróquias: o padre bom é só o da outra igreja, o pregador bom e o cantor bom são só o que vêm de fora e não sabemos valorizar as pérolas, as pratas e aqueles que estão conosco no dia a dia. Deus vai falar muito mais por meio deles se soubermos valorizar aqueles que Ele colocou ao nosso lado.

Deus abençoe você!

Que Deus santifique o mundo e o nosso coração

quinta-feira, 31 de julho de 2014


A paciência e a tolerância geram muitos frutos de conversão, continuemos trabalhando intensamente para que Deus santifique, renove e purifique o mundo e o nosso coração.

“’Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas’” (Mateus 13, 52).

Nós, hoje, acompanhamos a conclusão de uma série de parábolas que Jesus nos conta para nos fazer compreender o Reino dos Céus. Hoje, esse mesmo Reino é comparado ao homem que lança uma rede ao mar e de lá apanha peixes de todas as espécies, peixes bons, peixes mais ou menos bons, e peixes ruins, que não servem para nada. Depois ele vai recolher estes peixes e separá-los nas cestas.
O Reino de Deus é também comparado a um pai de família que tem nos seus tesouros coisas novas e também coisas velhas. Quando nós olhamos para essas duas parábolas nos recordamos também da parábola do joio e do trigo, que nos ajudam a compreender o mundo em que vivemos, a Igreja da qual participamos, o trabalho onde estamos inseridos. Porque em todas as realidades é assim: existem pessoas boas, pessoas menos boas, pessoas generosas, mas existem também muitas pessoas maldosas, convivendo lado a lado conosco; algumas vezes até numa mesma casa, numa mesma família.
Isso acaba gerando sérios questionamentos dentro de nós: “Como é que Deus tolera tanta gente má neste mundo? Como é que os maldosos até riem, zombam de Deus, zombam da Igreja, fazem maldade com as pessoas boas?
Vamos convivendo e crescendo num mundo confuso, onde, lado a lado, estão o trigo e o joio, estão os peixes bons e os peixes ruins. Deus nos pede a paciência, a tolerância, porque, na verdade, foi e é a mesma paciência que o Senhor teve e tem conosco. Nenhum de nós pode dizer que, no nosso coração, só existem coisas boas, o mundo é um espelho do que, muitas vezes, é o coração de cada um de nós. No mesmo coração que há sentimentos generosos, bondosos; gestos de bondade e de ternura e há também coisas maldosas e há sentimentos negativos. Há muita confusão, mentiras e falsidades dentro de nós.
E o que nós percebemos? Que Deus, em Sua infinita misericórdia, vai nos lapidando, nos lavando e nos renovando se nós nos deixarmos ser tocados, renovados e transformados por Ele. Como Deus age em nosso coração Ele também age no mundo; quantas pessoas que não valiam nada e Deus Pai, em Sua infinita misericórdia, as salvou, as renovou e as transformou. Que o digam São Paulo, Santa Maria Madalena, São Francisco de Assis, Santo Inácio de Loyola! Que o digam tantos homens e mulheres da nossa sociedade que um dia foram peixes de péssima qualidade e foram transformados pelo poder da Palavra de Deus!
Paciência, nem todo peixe ruim se transforma num peixe bom, mas no Reino de Deus, quando nós cremos, o joio pode ser transformado em trigo! A paciência gera muitos frutos de conversão, continuemos trabalhando intensamente para renovar, purificar, santificar o mundo e o nosso coração.
Se nós e nem aqueles que vivem na maldade aceitarmos a conversão e a mudança de vida, nos fim dos tempos Jesus, em Sua glória, virá para separar o que é bom do que é mau.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Projeto prevê licença para pais cuidarem de filhos doentes

quarta-feira, 30 de julho de 2014


Atualmente o benefício só vale para funcionários públicos. O projeto tramita no Congresso desde 2002. Ele foi reapresentado em 2011 e aguarda votação.


Assine o abraço assinado a favor da inclusão na Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, de dispositivo legal para permitir o afastamento do empregado em caso de doença grave de filho ou dependente. 

 ACESSE AQUI E ASSINE O ABAIXO-ASSINADO:

 http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR73163

Compartilhem, divulguem em todo o Brasil. 

#euapoio #Vemcuidardemim 

Fonte: Rede TV UOL

Quem encontra o Cristo encontra o sentido para a sua vida

Quem encontra o Cristo encontra o sentido para a sua vida! Encontre este tesouro precioso que se chama Jesus. Ele dará o sentido, o sabor, o valor e o gosto que a sua vida tanto precisa e merece.

“O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola” (Mateus 13, 45-46).

Ao meditar sobre a riqueza e sobre o significado do Reino de Deus em nossa vida, hoje, mais uma vez Jesus mostra-nos qual é o verdadeiro tesouro, porque o Reino dos Céus é um tesouro escondido no campo, é um tesouro que existe, mas não está aí para todo mundo ver ou achar. Ele precisa ser procurado e lapidado; precisamos nos esforçar para encontrar os tesouros escondidos no Reino dos Céus.
Quão precioso é um tesouro escondido, valoroso, de mais valor e importância do que qualquer outro tesouro! Quando alguém procura pérolas, e existem pérolas de vários valores e qualidades, e encontra uma pérola preciosíssima como nenhuma outra, essa pessoa deixa as outras pérolas para cuidar desta pérola preciosa que encontrou. Você vende seus bens e tudo o que você tem para ter aquela única pérola (cf. Mt 13, 45-46).
Nós vivemos a vida inteira em busca de uma “pérola”, em busca de um “tesouro”, ou seja, em busca de um sentido para a nossa vida, uma razão para a nossa existência. Algo que realmente possa nos preencher e dar sabor à nossa vida. Muitas vezes, nós nos enganamos, nos iludimos e vamos por caminhos errados; achamos que os bens e que os tesouros deste mundo dão sentido e valor à nossa vida. Outras vezes, paramos em pessoas e em situações e não descobrimos o tesouro essencial.
Quem encontra o Cristo encontra o sentido para a sua vida! Quem se encontra com Jesus, quem O descobre, quem entra no tesouro precioso, que é o Coração de Jesus, encontra a sua razão de viver. Assim como os apóstolos um dia encontraram o Senhor e tudo deixaram por Ele, quando nós encontramos Jesus deixamos de confiar em outras coisas e deixamos de colocar o nosso coração em outros valores que não são os valores do Reino de Deus.
Permita que o Reino de Deus entre em você, permita ser invadido por esse Reino, por essa pérola preciosa para que ela realmente dê sentido, sabor e valor à sua vida. A alegria que toma conta de um coração que se despoja por Deus, a alegria que toma conta de um homem e de uma mulher que fazem de Jesus o seu tesouro é única, é uma alegria indescritível, que não merece comparação.
Deixe-me dizer a você: Encontre este tesouro precioso que se chama Jesus. Ele dará o sentido, o sabor, o valor e o gosto que a sua vida tanto precisa e merece.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O decálogo da felicidade do Papa Francisco

VERTISEMENT

O Papa Francisco concedeu uma entrevista à revista argentina Viva, publicada no dia 27 de julho, em que deixou para os leitores algumas dicas preciosas para ajudar na busca da felicidade. Eis os 10 conselhos do Papa:

1) Viver e deixar viver, primeiro passo para a felicidade
"Aqui os romanos têm um ditado e podemos levá-lo em consideração para explicar a fórmula que diz: 'Vá em frente e deixe as pessoas irem junto'." Viva e deixe viver é o primeiro passo da paz e da felicidade.

2) Doar-se aos outros para não deixar o coração dormindo
"Se alguém fica estagnado, corre o risco de ser egoísta. E água parada é a primeira a ser corrompida."

3) Mover-se com humildade, com benevolência entre as pessoas e as situações
O Papa usa o termo “remansadamente”, de um clássico da literatura argentina. "No [romance] 'Dom Segundo Sombra' há uma coisa muito linda, de alguém que relê a sua vida. Diz que em jovem era uma corrente rochosa que levava tudo à frente; quando adulto era um rio que andava para a frente e que na velhice se sentia em movimento, mas remansado. Eu utilizaria esta imagem do poeta e romancista Ricardo Guiraldes, este último adjetivo, remansado. A capacidade de se mover com benevolência e humildade, o remanso da vida. Os anciãos têm essa sabedoria, são a memória de um povo. E um povo que não se importa com os mais velhos não tem futuro."

4) Preservar o tempo livre como uma sadia cultura do ócio
“O consumismo levou-nos a essa ansiedade de perder a sã cultura do ócio, desfrutar a leitura, a arte e as brincadeiras com as crianças. Agora confesso pouco, mas em Buenos Aires confessava muito e quando via uma mãe jovem perguntava: Quantos filhos tens? Brincas com os teus filhos? E era uma pergunta que não se esperava, mas eu dizia que brincar com as crianças é a chave, é uma cultura sã. É difícil, os pais vão trabalhar e voltam às vezes quando os filhos já dormem. É difícil, mas há que fazê-lo".

5) O domingo é para a família
"Um outro dia, em Campobasso (Itália), fui a uma reunião entre o mundo universitário e mundo trabalhador, todos reclamavam que o domingo não era para trabalhar. O domingo é para a família".

6) Ajudar de forma criativa os jovens a conseguir um emprego digno
"Temos de ser criativos com este desafio. Se faltam oportunidades, caem na droga. E é muito elevado o índice de suicídios entre os jovens sem trabalho. Outro dia li, mas não me fio porque não é um dado científico, que havia 75 milhões de jovens com menos 25 anos desempregados. Não basta dar-lhes comer, há que inventar cursos de um ano de canalizador, eletricista, costureiro. A dignidade de levar o pão para casa".

7) Cuidar da natureza, amar a criação
"Há que cuidar da criação e não o estamos fazendo isso. É um dos maiores desafios que temos.”

8) Esquecer-se rapidamente do negativo que afeta a vida
“A necessidade de falar mal de alguém indica uma baixa auto-estima. É como dizer ‘sinto-me tão em baixo que em vez de subir baixo o outro’. Esquecer-se rapidamente do negativo é muito mais saudável”.

9) Respeitar o pensamento dos outros
“Podemos inquietar o outro com o testemunho para que ambos progridam com essa comunicação, mas a pior coisa que se pode fazer é o proselitismo religioso, que paralisa: ‘Eu dialogo contigo para te convencer'. Não. Cada um dialoga sobre a sua identidade. A Igreja cresce por atração, não por proselitismo".

10) Buscar a paz é um compromisso
"Vivemos uma época de muitas guerras. Na África parecem guerras tribais, mas são algo mais. A guerra destrói. E o clamor pela paz é preciso ser gritado. A paz, às vezes, dá a ideia de quietude, mas nunca é quietude, é sempre uma paz ativa". 
Fonte: Aleteia

O trabalho deve estar unido à vida de oração

terça-feira, 29 de julho de 2014

Ao celebrarmos hoje o Dia de Santa Marta, a mulher do trabalho, queremos pedir a Deus a graça de trabalhar sem nos esquecermos de contemplar e orar.

“Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa” (Lucas 10, 38).

A liturgia nos dá a graça de celebrarmos hoje a festa de Santa Marta, a irmã de Maria e de Lázaro. Marta, a hospedeira de Deus, a mulher que tem o dom da acolhida, a mulher laboriosa, do trabalho. Vemos Jesus a comparando à sua irmã, Maria, porque, ao chegar à casa de Marta, Ele é acolhido com muito amor por ela, pois Ele é de casa. E Maria vai aos pés de Jesus dar atenção ao Senhor e Marta dá atenção a Ele de outro modo, cuidando da casa, da refeição, da comidinha para que Jesus se sinta bem também.
Marta reclama ao Senhor: “Peça para que minha irmã venha aqui trabalhar comigo, adiantar o serviço. O Senhor responde: “Marta, Marta estas inquieta, preocupada com muitas coisas. Maria escolheu a melhor parte e esta jamais lhe será tirada“.
Maria escolheu a parte da contemplação; Marta escolheu a parte da ação, do trabalho. Não é que as duas coisas sejam contrapostas ou opostas uma a outra; é que uma depende da outra. Não adianta vivermos só contemplando, rezando e meditando se não colocamos em prática aquilo que nós tanto meditamos e contemplamos e não trabalhamos com as nossas próprias mãos para construir um mundo novo e para ganhar o pão de cada dia para o nosso sustento.
Até as irmãs contemplativas no seu mosteiro, no seu carmelo, trabalham com as próprias mãos para fazer o Reino de Deus acontecer. Mas não adianta só trabalhar, não adianta simplesmente correr, labutar, levar uma vida frenética que, muitas vezes, nos deixa estressados, cansados e fadigados na vida, se não tivermos tempo para repousar o coração em Deus, para a contemplação, para a meditação, para a reflexão e para a busca do nosso interior.
Ao celebrarmos hoje o dia de Santa Marta, a mulher do trabalho, queremos pedir a Deus que nos dê o dom de saber trabalhar sem nos esquecermos de O contemplar. Que Deus nos dê mãos para edificar o Seu Reino, para trabalharmos numa vida justa, mas sem nos esquecermos de levar o nosso coração a Ele, sem nos esquecermos de priorizar a oração, de preencher o nosso trabalho e as nossas ocupações com a presença divina.
Que, ao longo do nosso dia, por mais que estejamos trabalhando com Deus e para Ele, tenhamos um tempo e um canto para estar aos pés do Mestre, servindo-O, escutando-O e deixando que Ele fale ao nosso coração e direcione a nossa vida e nos mostre o caminho que devemos seguir a cada dia!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Hospital São Vicente de Paula abraçou a campanha VEM CUIDAR DE MIM

segunda-feira, 28 de julho de 2014

 
 O Instituto Walfredo Guedes Pereira, Hospital São Vicente de Paula, através do seu presidente Dr. Geraldo Guedes Pereira abraçou a campanha VEM CUIDAR DE MIM. Dr Geraldo, entrou em contato pessoalmente com a Deputada Federal Nilda Gondin, solicitando apoio a causa e compromisso com a aprovação da matéria.
Concedeu ainda administrativamente a licença da mãe de Maria Luiza, Leila Lira Melo, Fisioterapeuta do hospital, mesmo sem a cobertura do INSS, tornado-se a primeira empresa a acreditar na aprovação da matéria e conceder a licença de forma administrativa para casos de filhos com doenças graves.
Parabéns ao IGWP.

Peçamos a Deus que nos conceda um coração novo

Peçamos a que Deus nos conceda um coração novo, santificado e renovado e tire de nós tudo aquilo que é fermento da maldade e das impurezas do mundo.

“O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo” (Mateus 13, 31).

Jesus continua nos contando mais algumas parábolas para que nós possamos entender o dinamismo do Reino dos Céus. Hoje, Ele nos apresenta o Reino dos Céus como um grão de mostarda e, ao mesmo tempo, como o fermento que a mulher pega, mistura na massa e depois tudo fica fermentado.
Abrindo o nosso coração para compreender a sabedoria por trás dessas palavras, existem duas indicações muito importantes. A primeira delas quando comparamos o Reino dos Céus com um grão de mostarda, vejam que ele é muito pequeno, insignificante, quase que não o vemos a olho nu. Mas que potencialidade tem um grão de mostarda, mesmo parecendo sem valor, mesmo não tendo importância visual aos nossos olhos, ele se torna depois potente [ao ser tornar árvore].
O Reino dos Céus é assim quando não o conhecemos, não tem valor, não tem significado para nós, muitas pessoas sabem da Igreja, sabem que existe Deus, sabem que se fala de coisas de Deus na Igreja, mas não conhecem o valor, o significado e a riqueza do Reino dos Céus. Por isso no meio do mundo e da sociedade a Igreja é apenas um pequeno grão de mostarda; mas quem o acolhe, o recebe, quem o aceita sabe o quanto essa Palavra tem o poder de transformação.
Como a Palavra de Deus, que chegou devagarinho, pequeninha em muitos corações, em muitas vidas, transforma o coração de tantos jovens, renova tantas famílias, liberta tantas pessoas, renova a mentalidade, o sentimento, a concepção de vida que muitas pessoas têm. É preciso ter um coração capaz de a acolher! Pode ser que não pareça nada, seja até insignificante para você, mas se você a acolhe de coração sincero, de coração aberto, essa semente vai crescer e vai produzir muitos frutos na sua vida.
Assim como o fermento tem o poder de levedar, de fermentar a massa e dar consistência a ela, da mesma forma é o Reino de Deus em nossa vida, quando misturamos, quando colocamos o fermento da Palavra dentro do nosso coração ela vai transformando, levedando e vai fazendo novas todas as coisas.
Que hoje possamos abrir o nosso coração e nos permitirmos ser transformados por esse fermento maravilhoso, que é o Reino de Deus. Que Ele tire de nós tudo aquilo que é o fermento da maldade e das impurezas do mundo e nos conceda um coração novo, santificado e renovado por este fermento bom, por esse fermento novo que é o Reino de Deus!

Deus abençoe você!

Santuário da Penha Apoia a Campanha VEM CUIDAR DE MIM

domingo, 27 de julho de 2014

O Santuário da Penha em João Pessoa/PB, abraçou esta manhã a campanha "VEM CUIDAR DE MIM" com a coleta inicial de mais de 500 (quinhentas) assinaturas no abaixo assinado solicitando ao Congresso Nacional a urgência na tramitação do Projeto de Lei 3011 que concede licença aos pais, mães e cuidadores de crianças com câncer ou outras doenças graves.
Padre Luiz Antonio conclamou a comunidade a apoiar o projeto como forma de solidariedade e amor ao próximo.

“Vem cuidar de mim” é o nome da campanha que os pais de Maria Luiza , 4 anos de idade, iniciaram há 15 dias. Ela foi diagnosticada com câncer o qual necessita de acompanhamento e não há lei que assegure o direito aos trabalhadores celetistas de se licenciarem por tal causa, mas apenas a funcionários públicos. VAMOS AJUDAR as crianças e os pais a possuírem este direito!  
Neste domingo(27/07), o Armadura do Cristão, foi ao Santuário da Penha registrar a adesão do Padre Luiz Antônio à Campanha VEM CUIDAR DE MIM. O Santuário da Penha deu total apoio à campanha. Agradecemos também o apoio do Terço dos Homens do Santuário, na pessoa do Enio Carvalho.

Apoie você também!
Padre Luiz Antônio e Diácono Bezerra aderindo à Campanha VEM CUIDAR DE MIM

DIGA SIM!
ACESSE AQUI E ASSINE O ABAIXO-ASSINADO


João Eduardo Melo, pai de Maria Luiza, e Padre Luiz Antônio no Santuário da Penha

http://armaduradcristao.blogspot.com.br/2014/07/campanha-vem-cuidar-de-mim-no-santuario.html
Para ver todas as fotos registradas pelo Armadura do Cristão Clique na imagem acima

"Por favor, parem a guerra, pensem nas crianças", pede o Papa

Em sua meditação do Angelus hoje, o Papa clamou pela paz e fez um forte apelo em favor das crianças
O Papa iniciou sua mensagem no Angelus de hoje recordando que nesta segunda-feira, 28, - dia de luto - recorda-se o centenário do início da Primeira Guerra Mundial, um conflito definido por Bento XVI como “tragédia inútil”, pelas milhares de vítimas e grande destruição que provocou. E desejou que se aprenda com a história para não se repetir os erros do passado.

O Oriente Médio, o Iraque e a Ucrânia foram as três “zonas de crise” que receberam a atenção de Francisco.

“Em particular, o meu pensamento se dirige a três zonas de crise: a médio oriental, a iraquiana e a ucraniana. Peço-vos para que continuem a se unir à minha oração para que o Senhor conceda às populações e às autoridades daquelas áreas a sabedoria e a força necessária para levar em frente, com determinação, o caminho da paz, enfrentando cada disputa com a firmeza do diálogo e da negociação e com a força da reconciliação. Que no centro de cada decisão não sejam colocados os interesses particulares, mas o bem comum e o respeito por cada pessoa”.

Ao recordar que tudo se perde com a guerra e nada se perde com a paz, Francisco voltou seu olhar para as crianças, as maiores vítimas inocentes dos conflitos, e faz um apelo veemente para que cessem os conflitos.

“Nunca a guerra. Penso sobretudo nas crianças, das quais se tira a esperança de uma vida digna, de um futuro: crianças mortas, crianças feridas, crianças mutiladas, crianças órfãs, crianças que tem como brinquedos resíduos bélicos, crianças que não sabem sorris. Parem, por favor! Vos peço de todo o coração. É hora de parar! Parem, por favor!”.



Fonte: Aleteia

Jornal Correio da Paraíba traz Matéria sobre a Campanha VEM CUIDAR DE MIM

sábado, 26 de julho de 2014

Jornal Correio da Paraíba deste sábado (26/07), traz matéria sobre a campanha VEM CUIDAR DE MIM.
 

ACESSE AQUI E ASSINE O ABAIXO-ASSINADO:

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR73163

Compartilhem, divulguem em todo o Brasil.

#euapoio
#Vemcuidardemim
#vamosvenceremcristo
 

Acrescenta um lugar à mesa - O Papa Francisco no refeitório do centro industrial


Não acontece todos os dias poder comer na mesma mesa com o Papa. Esta manhã aconteceu a operários e empregados da Cidade do Vaticano que habitualmente almoçam no refeitório da zona industrial.
A visita que ninguém podia imaginar aconteceu numa manhã de fim de Julho, sexta-feira 25, quando muitos empregados em serviço se preparavam para almoçar. Alguns já sentados à mesa, outros na fila como todos os dias diante dos balcões para serem servidos, viram entrar o inesperado hóspede, que chegou por volta das 12h10.
Com admiração e surpresa de todos, também o Papa Francisco se pôs na fila com o tabuleiro na mão. «Pediu “fusilli in bianco”, uma dose de pescada, verduras grelhadas e um pouco de batata frita. Não tive a coragem de lhe apresentar a conta» confidencia ainda emocionada Claudia Di Giacomo, que naquele momento estava de serviço na caixa.
 Imediatamente circundado pelos presentes, cujo número continuava a aumentar com o passar do tempo, o Papa Francisco apertou sorridente muitas mãos. Na mesa sentou-se ao lado de cinco armazenistas da Farmácia vaticana, em t-shirt azul. «Descrevemos-lhe o nosso trabalho, como se realiza e quantos somos. E ele falou-nos das suas origens italianas» explica um dos comensais. Os seus colegas acrescentam imediatamente que falaram também de futebol – o Pontífice é um torcedor do San Lorenzo de Almagro, equipa que milita no campeonato argentino – mas também de economia. De vez em quando houve quem se aproximou para o inevitável selfie. Máquinas fotográficas, telefones, tablets, tiraram fotos continuamente. O Papa minimamente incomodado continuou a sorrir e a comer, prosseguindo a conversa com os seus interlocutores.
No fim do almoço, por volta das 12h50, o Pontífice levantou-se da mesa e com alguns operários deixou que tirassem a clássica foto recordação num clima de grande familiaridade. Por fim, antes de se despedir, mais uma foto com o grupo do pessoal à saída do refeitório. Entrando no carro do seu ajudante de câmara, Sandro Mariotti, que o acompanhou, o Papa Francisco voltou para Santa Marta.
A visita durou no total uns quarenta minutos. Um tempo breve, mas suficiente para conhecer outro ângulo do mundo vaticano e das pessoas que aí trabalham, depois de ter visitado, a 9 de Agosto do ano passado, o centro industrial, encontrando carpinteiros, ferreiros, hidráulicos, electricistas e empregados de L'Osservatore Romano, cuja sede se encontra precisamente no minúsculo bairro industrial do Vaticano.

O humorista "Zé Lezin" apoia a campanha "VEM CUIDAR DE MIM"

sexta-feira, 25 de julho de 2014


Nairon Barreto, doará para campanha seu cachê para realização de um grande show beneficente, no próximo dia 19 de agosto no Espaço Cultural, com toda renda revertida a causa das crianças com câncer e promovendo a divulgação da proposta de inclusão na CLT da licença pelo INSS para cuidadores de crianças com câncer e outras doenças graves.

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