Só Deus tem o poder de transformar o nosso coração

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A Palavra de Deus tem o poder de transformar o nosso coração, e a transformação acontece pelo corte, quando nós somos capazes de, no poder de Deus, combater aquilo que não é d’Ele.

“Não penseis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer a paz, mas sim a espada” (Mateus 10, 34).

Quando ouvimos o Evangelho de hoje causa-nos até uma certa estranheza em nosso coração porque as palavras de Jesus parecem muito duras e até humanamente difíceis de ser compreendidas por virem da boca do Mestre. Ele vem nos dizer que não veio trazer a paz, mas a espada; que Ele não veio trazer, em certo sentido, a união, mas a divisão dentro de uma casa ou dentro de uma família; e do outro lado, parece que Ele despreza o amor humano e dá a primazia somente ao amor divino.
Deixe-me fazer você entender e compreender aquilo que Deus fala ao nosso coração. Primeiro: não se chega à paz se não cortamos dentro de nós aquilo que não constrói a paz. Por isso quem é do Reino de Deus não fica simplesmente acomodado dizendo que está tudo bom e conformado com tudo. Não, primeiro você deve pegar a espada do Espírito e cortar dentro de você aquilo que não é de Deus. Você não deve se conformar com o pecado que há em você; você não deve se conformar com os comportamentos indignos, com as palavras horríveis que, muitas vezes, saem de nossa boca e com os sentimentos do nosso coração que dizem: “Não, é assim mesmo! Eu sou assim mesmo, pronto e acabou!”
Não, meu querido, a Palavra de Deus tem o poder de transformar o nosso coração. E a transformação começa pelo corte, quando nós somos capazes de, no poder de Deus, combater e cortar aquilo que não é d’Ele.
Não fique vivendo na falsa paz do conformismo e do “está tudo bom”. Faça uma violência dentro de você mesmo, faça uma violência dentro da sua casa – e a violência aqui não quer dizer briga, não quer dizer desunião nem combate de um contra o outro, mas sim a espada do Espírito, que vai cortando em nossa casa, em nossa carne e ao redor de nós tudo aquilo que não é de Deus.
Pode ser que na sua casa haja aqueles que não aceitem a Palavra de Deus e vivam uma vida até descomprometida com ela [Palavra de Deus]. Não é para viver na paz e no amor que você vai fazer as coisas erradas que os seus estão fazendo. Não, pelo amor que você tem à Palavra de Deus, você deve buscar a coerência de vida. Não é preciso fazer guerra, não é preciso acusar ninguém, mas é preciso manter a coerência da opção e da escolha [pelo Reino de Deus].
Há músicas que não convêm a cristãos; há conversas, palavras, filmes, programas e lugares que não nos convêm. Daí, muitas vezes, a espada de Deus nos divide.
“Ah, mas eu amo demais os meus!”. Quem ama qualquer um mais do que a Jesus não é digno d’Ele! “E o que vou fazer? Vou desprezar a quem amo?” Não, o amor humano é fraco demais, inconsistente demais. Se você quer amar alguém com o amor verdadeiro, ame-o com o amor do Coração de Deus! Ame primeiro a Deus e, desse modo, você terá sempre forças para amar até o que é difícil e, muitas vezes, insuportável.

Deus abençoe você!

Abaixo-assinado para permitir o afastamento do empregado em caso de doença grave de filho ou dependente

domingo, 13 de julho de 2014


Convido vocês amigos a assinarem o abaixo-assinado a favor da inclusão na Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, de dispositivo legal para permitir o afastamento do empregado em caso de doença grave de filho ou dependente.

ACESSE AQUI E ASSINE O ABAIXO-ASSINADO:

http:/www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR73163

Compartilhem, divulguem em todo o Brasil.

#euapoio

#Vemcuidardemim

#vamosvenceremcristo

Que as ilusões materiais não sufoquem a força da Palavra em nosso coração!



O excesso de preocupações, como a ilusão com os bens materiais e com as riquezas deste mundo, sufocam a força da Palavra de Deus em nosso coração.

Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi semeado em seu coração” (Mateus 13, 19).


A parábola do semeador é de vital importância para compreendermos o lugar da Palavra de Deus semeada em nosso coração, porque o que Jesus tem feito, o que a Igreja tem feito, é semear a Palavra, a Palavra que faz o Reino de Deus acontecer. O Reino de Deus vem em sementes – talvez você ache a semente uma coisa insignificante, pequena, desprezível, mas é nela que está contida toda a árvore. Assim como o embrião, que está no ventre da mãe, já contém toda a vida, assim também a semente já contém toda a árvore; da mesma forma, a semente da Palavra já contém todo o Reino de Deus.
É preciso cultivar a semente, cuidar para que ela cresça, para que ela não seja sufocada, esmagada e desprezada, porque se ela [semente] é bem cuidada, se ela é bem acolhida, ela vai crescer e se tornar uma árvore esplendorosa e vai produzir muitos frutos.
A primeira coisa para que isso aconteça: atenção ao escutar a Palavra de Deus, não deixe que as distrações da mente e as distrações do lugar onde você está tomem a atenção que a Palavra de Deus quer ter no seu coração – lugar único, nós não podemos colocar a Palavra de Deus junto com nenhuma outra coisa. Ou nós damos a primazia à Palavra de Deus ao escutá-la ou ela não vai produzir frutos em nós.
Do outro lado é preciso criar raízes, é preciso ouvir essa Palavra e deixar que ela entre na profundidade do nosso ser, porque só a Palavra enraizada em nós fecunda, cresce e produz frutos. Muitas vezes passamos anos ouvindo a Palavra de Deus, escutando a Palavra do Senhor e não permitimos que ela crie raízes em nosso coração.
A outra coisa necessária para isso é não sermos vencidos pelas preocupações do mundo e pelas ilusões da riqueza, porque tanto o excesso de preocupações como a ilusão com os bens materiais, com as riquezas deste mundo, sufocam a força da Palavra de Deus em nosso coração.
Por essa razão você precisa realmente dar o primeiro lugar à Palavra de Deus ao buscar, em primeiro lugar, o Reino de Deus; o restante virá em consequência disso. Não sufoque, não coloque de escanteio e não despreze a Palavra de Deus, porque, ao ser bem acolhida e ao entrar na essência e com profundidade em nosso coração, ela produzirá muitos frutos.
Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Não tenhamos medo de testemunhar que Cristo é o nosso Senhor!

sábado, 12 de julho de 2014



O que nos faz discípulos de Jesus é testemunhar, com nossos atos e nossas atitudes, que nós cremos que Jesus é o Nosso Senhor!

“Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus” (Mateus 10, 32).

O apelo de Jesus, hoje, ao nosso coração, é para que não tenhamos medo nem receio de testemunhar a presença de Deus em nossa vida. Existem, em muitos lugares, os chamados cristãos anônimos, existem os chamados judeus messiânicos, porque, nesses lugares, não se é permitido assumir a fé cristã. Em muitos países de outras tradições religiosas o declarar-se cristão se torna um crime.
E como é que se faz para ser cristão nesses lugares? Acima de tudo pelo testemunho de vida; os cristãos não devem ser apenas conhecidos pela cruz no pescoço, pelo terço que carregam ou pela Bíblia debaixo do braço, mas sim pelo testemunho de vida, testemunho de oração, de comunhão com Deus, aquela oração pessoal que se desemboca na vida prática, na capacidade de amar o próximo, o semelhante; na capacidade, acima de tudo, de perdoar como só um discípulo de Jesus sabe fazê-lo.
Nós temos um diferencial, não é porque a nossa religião seja melhor ou mais importante do que as outras. É porque a força do Evangelho, em nós, nos chama, nos ajuda e nos encoraja a sermos sal, luz e fermento no mundo. Ser sal, luz e fermento no mundo significa viver de forma genuína a mensagem do Evangelho em nosso coração.
O perdão para nós é força de vida! Amar quem não nos quer bem é decisão evangélica, por isso, esses cristãos [onde há perseguição religiosa] vivem no mundo em que estão impedidos de viver a sua fé pelo testemunho.
E se onde nós estamos há liberdade de culto, liberdade de pregar o Evangelho, aí é que não podemos relaxar, aí é que o nosso testemunho precisa ser mais convicto. Não é o fato de carregarmos uma cruz e lermos a Bíblia ou de irmos para a igreja que nos torna melhores ou maiores cristãos – isso nos torna até mais responsáveis. Mas o que nos faz discípulos de Jesus é testemunhar, com nossos atos e nossas atitudes, que nós cremos que Jesus é Nosso Senhor!

Deus abençoe você!

São Bento, vida de oração e meditação

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Abade vem de “Abbá”, que significa pai, e isto o santo de hoje bem soube ser do monarquismo ocidental. São Bento nasceu em Núrcia, próximo de Roma, em 480, numa nobre família que o enviou para estudar na Cidade Eterna, no período de decadência do Império.

Diante da decadência – também moral e espiritual – o jovem Bento abandonou todos os projetos humanos para se retirar nas montanhas da Úmbria, onde dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade. Depois de três anos numa retirada gruta, passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou nas Regras de São Pacômio e de São Basílio uma maneira ocidental e romana de vida monástica. Foi assim que nasceu o famoso mosteiro de Monte Cassino.

A Regra Beneditina, devido a sua eficácia de inspiração que formava cristãos santos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos, logo encantou e dominou a Europa, principalmente com a máxima “Ora et labora”. Para São Bento a vida comunitária facilitaria a vivência da Regra, pois dela depende o total equilíbrio psicológico; desta maneira os inúmeros mosteiros, que enriqueceram o Cristianismo no Ocidente, tornaram-se faróis de evangelização, ciência, escolas de agricultura, entre outras, isso até mesmo depois de São Bento ter entrado no céu com 67 anos.




São Bento, rogai por nós!


Fonte: Canção Nova

Prudência, simplicidade e perseverança, remédios no combate espiritual


Três coisas que o Senhor hoje quer nos dar como remédios no combate espiritual que nós vivemos: a prudência, a simplicidade e a perseverança.

Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas” (Mateus 10, 16).


O Evangelho de hoje aponta para nós de que maneira devemos nos portar no mundo em que vivemos. Ninguém é ingênuo a ponto de não perceber e saber que existem muitas maldades no mundo em que vivemos. A força do mal, a ação do mal e os lobos da vida estão presentes em todos os lugares.
É mais do que compreensível que, por mais bons que sejamos, não é com bondade que as pessoas vão nos tratar ou nos receber. E que, por mais honestos que queiramos ser, não é com honestidade que vão nos tratar. Da mesma forma, por mais receptivos, amorosos e carinhosos que queiramos ser com os outros, não é com carinho, com ternura e com amor que nós seremos sempre recebidos por todos. Sobretudo se tivermos disposição e a mais reta intenção de viver o Evangelho em nossa vida, seremos incompreendidos até pelos nossos, dentro de nossa, dentro de nossa família.
Muitas vezes, o filho não vai ser compreendido pelo pai; o pai não vai ser compreendido pelo filho. Não  é que Jesus vá colocar uns contra os outros; pelo contrário, o Senhor quer unir a nossa família, quer unir a nossa casa, quer unir os nossos. Mas até no meio dos nossos haverá aqueles que não vão aceitar a vida do Evangelho a qual nós nos propusemos a viver.
Três coisas que o Senhor hoje quer nos dar como antídotos, como remédios no combate espiritual que nós vivemos: a prudência, a simplicidade e a perseverança. Sim, porque as ovelhas que vão no meio dos lobos precisam ser prudentes como o são as serpentes. A “prudência” é, antes de tudo, ser atento, ser prudente quer dizer não ser bobo, não ser ingênuo, mas, de fato, ter sabedoria, ter o momento certo e a forma certa de agir. Saber quando recuar e quando ir para frente. Não podemos ser ingênuos no Reino de Deus! A cada dia mais quando perdemos a nossa inocência, nós precisamos da pureza, mas não da ingenuidade. Nós não podemos ser bobos, mas precisamos ser atentos e saber como agir em cada momento.
Do outro lado nós também precisamos da “simplicidade”, nada de complicar, nada de colocar muitas dificuldades, nada de querer exigir muitas coisas ou ver as coisas de forma muito complexa. O Reino de Deus é simples, é leve. O Reino de Deus não cria complicações. E nós precisamos agir, neste mundo, com a simplicidade e com a pureza do Evangelho.
E vivendo tudo isso, não podemos nos esquecer da “perseverança”, rezarmos pela nossa perseverança e pela perseverança dos nossos. E aqui perseverar não é simplesmente aguentar firme e seguir no caminho um dia, dois dias, um ano, alguns anos; mas sim perseverar até o fim. Muitos já foram do Senhor e hoje não o são mais. Não precisamos julgar ninguém, mas sim olhar a nossa postura. Quem está de pé, cuidar para não cair; e quem caiu se levantar e continuar caminhando, porque, em Deus, nós precisamos da perseverança e da perseverança final.

Deus abençoe você!

Sejamos mensageiros da esperança e da vida nova em Deus

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Os mensageiros de Deus não podem ser mensageiros do desalento e da desgraça. Devemos ser mensageiros da esperança, do alento e da vida nova em Deus. 

“’O Reino dos Céus está próximo’. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!” (Mateus 10,7).

Jesus nos chama a anunciar o Reino de Deus, a anunciar que o Reino de Deus está próximo e no meio de nós. Sabem, meus irmãos e minhas irmãs, a missão daquele que foi conquistado por Jesus é promover o Reino de Deus onde ele está.
A coisa mais dura no mundo é quando os discípulos de Jesus, algumas vezes, promovem muito mais o reino do maligno do que o Reino de Deus! 
É muito triste ver que, muitas vezes, somos usados e nos permitimos usar e usamos também os outros para criarmos o reino da mentira, da fofoca, do “disse não me disse”, para criarmos divisões, separações e conflitos desnecessários onde era para o Reino de Deus acontecer.
Deus hoje quer nos despertar  nós que somos do Senhor – para que façamos o Reino de Deus acontecer, para que sejamos, de fato, promotores do Reino de Deus. De que modo? Cuidando de nossas doenças e de nossas enfermidades; cuidando das doenças e das enfermidades dos que estão ao nosso lado; ressuscitando os mortos.
Quanta gente sem sentido na vida, caminhando sem rumo e precisando revigorar a vida. Os mensageiros de Deus não podem ser mensageiros do desalento, da desgraça, do “quanto pior melhor”. Nós devemos ser mensageiros da esperança, do alento e da vida nova em Deus! 
“Purificai os leprosos, expulsai os demônios” (Mt 10,7), a primeira lepra que nós devemos purificar são as impurezas do nosso próprio coração, da nossa alma e da nossa vida. Ao mesmo tempo, é preciso purificar todas as lepras que estão ao nosso lado, que vão nos deixando apodrecer por dentro e por fora.
Quando nós permitimos que o rancor, a mágoa e o ressentimento cresçam em nós e ao redor de nós, isso vai se tornando uma chaga que, muitas vezes, se torna uma chaga mortal. É nosso dever nos purificarmos daquilo que nos faz mal; é nossa obrigação, como discípulos de Cristo, expulsar o que não é de Deus do meio de nós, termos o coração ligado, a mente ligada, estarmos sóbrios e atentos, porque, muitas vezes, sem percebermos, a força do mal age em nossa mente, age por meio de nossas palavras. E, se não formos atentos, permitiremos que  as coisas do maligno cresçam no meio de nós.
Como os discípulos do Senhor, façamos o Reino de Deus acontecer no meio de nós!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A melhor maneira de renunciar ao maligno é anunciando Deus

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Precisamos renunciar à ação do mal por onde nós passamos, e a melhor maneira de renunciar ao maligno é anunciando o Reino de Deus. 

Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder de expulsar os espíritos maus e de curar todo tipo de doença e enfermidade” (Mateus 10, 1).

No Evangelho de hoje nós temos a graça de ver Jesus chamando cada um dos Seus apóstolos pelo nome: Pedro, André, Tiago, João, Felipe, Bartolomeu e os demais, cada um dos doze. Assim como o Senhor chamou cada um deles pelo nome, é pelo nome que o Senhor nos chama, é pelo nome que somos chamados por Deus. 
E o nosso nome, quando somos batizados, assume um novo significado. Você não é simplesmente o Pedro, o Paulo, o João ou o Mateus, seja qual for o seu nome. Você é a “Maria de Deus”, o “Roberto de Deus” é o “José de Deus”, em Cristo somos uma nova criatura, por isso o nosso nome assume um significado sagrado e é por esse nome e por esse significado sagrado que o Senhor nos chama.
Se você vai lá ao seu interior, você vai lá ao seu coração e escuta Deus falar com você, na sua intimidade, você vai escutar o Senhor o chamando pelo nome. E quando o Senhor nos chama pelo nome, o Senhor nos chama para uma missão.
Nenhum de nós pode fugir da missão ou da responsabilidade que Deus confia a nós na construção do Seu Reino aqui na Terra. Assim como o Senhor confere aos doze discípulos poder e autoridade, o Senhor também nos confere poder e autoridade. Não é para nos tornarmos pessoas autoritárias ou poderosas; muito pelo contrário, a autoridade do Reino de Deus é para nos fazer humildes e servidores. Humildes, porque na humildade é onde Deus se faz presente, é onde a Sua força acontece; e servos porque é no serviço que o poder de Deus atua.
Nós recebemos a autoridade de Deus para expulsar os demônios e para curar as doenças e as enfermidades. Não tenha medo de expulsar o maligno! Pelo contrário, tenha a ousadia de, em Deus, não aceitar e não permitir que as obras, as sementes e a ação do mal ajam onde nós estamos.
Precisamos renunciar ao mal, precisamos renunciar à ação do mal por onde nós andamos, por onde nós passamos, e a melhor maneira de renunciar e denunciar o maligno é anunciando o Reino de Deus. Quando nós anunciamos o Reino de Deus, nós oramos pelos doentes, nós oramos por aqueles que estão enfermos, nós oramos e pedimos que o Senhor cure as nossas doenças e enfermidades que começam em nosso coração e em nossa mente.
Quando temos um coração renovado, uma mente renovada, uma mente sarada pela mão poderosa de Deus,  Ele age em nossa saúde física. Que hoje nós assumamos a autoridade que nos foi conferida pelo Senhor para sermos mensageiros do bem, anunciadores da Boa Nova e, acima de tudo, aqueles que expulsam o poder do mal e fazem o Reino de Deus acontecer.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A mão poderosa de Jesus nos liberta do poder do maligno

terça-feira, 8 de julho de 2014


Exorcize, mande para fora do seu coração todo o rastro do mal ou do maligno! A mão poderosa de Jesus, bondosa e misericordiosa, nos liberta do poder do maligno.

Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo o tipo de doença e enfermidade” (Mateus 9, 35).

Contemplamos a ação do Nosso Mestre Jesus, que não se cansava e que assumiu como missão da Sua vida resgatar a humanidade decaída, enferma, sofrida e, muitas vezes, cativa pelo poder do maligno. A mão poderosa de Jesus, bondosa e misericordiosa, nos liberta do poder do maligno; seja do maligno agindo, seja das obras más que este mesmo deixou neste mundo.
Quando o Reino de Deus é anunciado o mal é expulso e mandado para longe. Onde o Reino de Deus se faz presente o maligno não tem vez nem voz. A maneira de Jesus destruir a força do mal é justamente pregando o Evangelho do Reino de Deus.
Eu digo a você: onde o Evangelho é pregado a libertação acontece; onde nós somos levados a viver a força do Evangelho, ele nos liberta de toda ação do mal, seja ela direta ou indireta. Este homem mudo, que hoje é apresentado a Jesus, tido como possuído pelo demônio, de quem o Senhor expulsou o demônio, começa a falar, porque é assim que acontece quando nós expulsamos, no poder e na autoridade de Jesus, as forças malignas da nossa casa, da nossa vida e da nossa família, o Reino de Deus começa a acontecer.
Sabem, meus irmãos, quando permitimos que o mal esteja no meio de nós, acabamos falando mal uns dos outros e somos fustigados a fofocar, a caluniar e a criar intrigas. Mas quando expulsamos o mal, nós começamos a falar do bem, a proclamar o bem, a anunciar o bem e a fazer o Reino de Deus acontecer.
Deixe-me dizer a você: não se torne refém do mal nem o deixe ter poder sobre sua vida, sobre sua casa ou família! Exorcize e mande para fora do seu coração, da sua vida e dos seus, todo rastro do mal e do maligno e todo joio que ele semeou em nosso meio e todo espírito de discórdia e de confusão que possa haver. Porque dessa forma, as pessoas ficam mudas, não se falam, não se comunicam e não se entendem e, quando não há comunicação, quando as pessoas não se comunicam com clareza, reina a confusão, reina a acusação, reina a mentira, reinam as trevas.
Por outro lado, quando nós expulsamos o poder do mal, a força do Reino de Deus acontece no meio de nós. Preguemos o Evangelho, anunciemos o Evangelho, mas permitamos que ele nos liberte. Permitamos que a força, que vem do Senhor, cause libertação em nosso coração, porque assim vamos contemplar e proclamar as maravilhas de Deus no meio de nós.

Deus abençoe você! 

A fé nos introduz na eternidade de Deus

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A fé nos salva, a fé nos cura, a fé nos liberta e nos restaura e nos introduz na eternidade de Deus! 

“’Coragem, filha! A tua fé te salvou’” (Mateus 9, 22).

Hoje um chefe se aproxima de Jesus para apresentar a situação de sua filha: Mestre, minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá” (Mateus 9, 18).

Confiança, certeza e convicção é saber que, mesmo a filha já estando morta, se Jesus ali estivesse Ele poderia livrá-la do poder da morte. Fé é confiar, é acreditar, é não se desesperar mesmo quando tudo parece estar perdido e não ter mais jeito, mesmo quando a morte – a última das situações da vida para a qual não há outra solução humanamente falando  –, mesmo que alguma dor, alguma enfermidade, mesmo que algum problema e alguma dificuldade sejam grandes demais, a fé é confiar, saber que em Jesus há luz e há vida e é Ele quem cuida de nós!
Enquanto este mesmo homem se aproxima do Senhor para  lhe pedir e interceder por sua filha, Jesus passa no meio da multidão e ali, uma mulher que sofria de uma hemorragia crônica havia doze anos – que sofrimento, que dor e ainda enfrentava o preconceito das pessoas –, porque o fato de ela viver com essa hemorragia a tornava impura, de maneira que ela não podia nem se aproximar das pessoas. E ela sabia que, se tocasse em Jesus, ficaria curada. “Se eu conseguir ao menos tocar na orla do Seu manto”, pensava ela.
E em um gesto de ousadia ela fez isso. Ela foi e tocou no manto de Jesus, com medo de ser repreendida, se abaixou, e Jesus lhe disse: “Minha filha, coragem, a tua fé te salvou!”, e essa mulher ficou curada a partir daquele instante.
Deixe-me dizer uma coisa a você: permita que a fé comande a sua vida, permita que a fé em Deus direcione os seus passos. Não é uma fé cega, ingênua, mas uma fé convicta, uma fé de alguém que sabe onde colocou a confiança da sua vida. Mas aprenda uma coisa: fé não é nós querermos que Deus faça as coisas do nosso jeito; fé não é pensar que vamos conseguir que Deus seja refém daquilo que desejamos ou que queremos.
Fé é, acima de tudo, entrega, confiança e certeza; fé é saber onde coloquei o sentido da minha vida mesmo que as coisas se percam, mesmo que a casa pareça desmoronar; mesmo que dentro de mim todas as coisas estejam em ruínas, mesmo que a sombra do mal, da morte ou as mais duras tempestades da vida batam à minha porta, eu sei em quem coloquei a confiança.
A fé nos salva, a fé nos cura, a fé nos liberta, nos restaura e nos introduz na eternidade de Deus. Aquele que tem fé não conhece a morte, nem sua nem dos seus. A morte é um sono em que a mão de Deus toca em nós e nós despertamos; a fé não nos deixa conhecer doença ou enfermidade – são momentos de “cruzes”, às vezes mais duras ou até insuportáveis, mas onde for mais profunda a dor, se maior for a fé o consolo de Deus se fará presente.
Que a nossa fé seja revigorada e nos dê hoje a certeza de que, se estamos no colo de Deus, é Ele quem cuida de nós!

Deus abençoe você!

Só Deus pode tornar os fardos de nossa vida leves

domingo, 6 de julho de 2014

Deixemos que o olhar misericordioso de Jesus amanse o nosso coração, traga paz à nossa alma e torne os fardos de nossa vida leves.

Vinde a mim, todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso” (Mateus 8, 28).

Neste domingo em que nós nos voltamos para ouvir a Palavra do Senhor, nós queremos olhar para o Coração de Jesus, nós queremos olhar para o jeito, para a maneira, para a mansidão d’Ele. A paz, que vem do Coração de Deus, é o repouso de que a nossa alma e o nosso coração tanto precisam.
Sabem, meus irmãos, cada um de nós tem fardos muito pesados para carregar na vida, temos as nossas responsabilidades, os nossos compromissos, aquilo que a vida exige de nós; o fardo de uma mãe, de um pai, de um trabalhador, o fardo de cuidarmos e de sermos responsáveis pelos outros. E, muitas vezes, não somos compreendidos e somos até mal interpretados e até o melhor dos nossos esforços não sai da melhor maneira. As coisas nem sempre dão muito certo para nós; quantas vezes lutamos, tentamos e experimentamos a derrota ou o fracasso.
Deixe-me dizer a você: o nosso fardo fica mais pesado quando nós damos mais peso a ele, isto é, quanto mais atenção damos àquilo que nos sobrecarrega. Permitamos que Deus torne leve e suave aquilo que parece insuportável ou pesado demais para nós. Deixemos que o olhar misericordioso de Jesus amanse o nosso coração, traga paz à nossa alma e àquilo que, para nós, parecia a coisa mais insuportável do mundo. Assim nós ganhamos força, nós ganhamos ousadia, nós ganhamos a coragem e a disposição de Deus para carregar os nossos fardos.
Não se trata de força física, mas sim da disposição do coração, da força interior da alma, se trata de nós revigorarmos o nosso interior, deixar que o nosso coração seja tomado por essa força maravilhosa e amorosa do nosso Deus, que nos torna pessoas novas e renovadas e, aí sim, nós podemos carregar o nosso fardo de cada dia.
Ao olharmos para a mansidão e a humildade do Coração do Senhor, nós queremos aprender essas duas receitas fundamentais para carregarmos a nossa vida no dia a dia. A mansidão de simplesmente não se revoltar por se revoltar não é aquela mansidão de tudo aceitar, mas é a mansidão de encarar as coisas não no espírito negativo, nem no veneno da murmuração, é a mansidão dos humildes que sabem o tempo certo, o momento certo e a hora certa de falar e de se manifestarem.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A misericórdia de Deus nos salva, nos renova e nos purifica

sexta-feira, 4 de julho de 2014


É na casa do Senhor que se reúnem os pecadores para que ali a misericórdia de Deus os renove, os lave e os purifique! 

“A­prendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores” (Mateus 9, 13).

Nós hoje vemos Jesus convidando Mateus, o cobrador de impostos, que estava na coletoria de impostos quando ouviu a voz do Mestre: “Segue-me!”, e daquela hora em diante levantou-se e tornou-se um discípulo de Jesus.
Jesus, por outro lado, senta-se à mesa na casa de Mateus e, enquanto estavam fazendo a refeição, também vieram muitos cobradores de impostos e pecadores também se estavam à mesa com o Senhor e com Seus discípulos. Aos olhos dos fariseus, aos olhos daqueles que parecem muito puros aquela cena causou estranheza, constrangimento, uma confusão no interior: “O que o Mestre, o que Aquele que se diz Senhor, está fazendo? Ele está sentando à mesa com os pecadores!?”. 
Ao ver a forma como eles reagiram, o Senhor responde de forma clara e objetiva: “Não é quem tem saúde que precisa de médico, mas sim quem está doente”! Portanto o Reino de Deus, a presença de Cristo neste mundo é por causa dos doentes, é por causa dos pecadores; são eles que precisam d’Ele, diz Jesus.

Deixe-me dizer uma coisa a você: Jesus veio por causa de nossas doenças e enfermidades, Ele veio por causa de nossos pecados e da nossa miséria humana

Se Ele já libertou a mim e a você, louvado seja Deus por isso! Mas nós precisamos todos os dias ser salvos, libertos e restaurados pela misericórdia de Deus. Precisamos desejar que essa mesma misericórdia atinja o coração daqueles que estão afastados d’Ele. Por isso, a Igreja, a sua paróquia, a comunidade, não é a “assembleia dos justos”, mas sim a casa dos pecadores.
É na casa de Deus que se acolhe quem está com o coração ferido e com o coração machucado, é por isso que não pode haver preconceito e discriminação em nós. Por isso em nosso coração, que é o lugar da morada de Deus, todos devem ser amados e acolhidos.
Nós não podemos transformar a casa do Senhor num lugar só para os que se acham certinhos, puros e renovados. É na casa do Senhor que se reúnem os pecadores para que ali a misericórdia de Deus nos renove, nos lave e nos purifique. 
Que o Senhor Jesus, que veio chamar os doentes e os pecadores, acolha as nossas enfermidades e nossas misérias no Seu coração!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Os olhos da fé nos aproximam de Deus

quinta-feira, 3 de julho de 2014

“Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” (João 20, 29).

Nós hoje celebramos o apóstolo São Tomé, santo que, na crendice popular e no dizer do povo, é o símbolo da incredulidade. As pessoas até dizem: “Eu sou igual a São Tomé, se eu não ver, eu não creio, eu não acredito!”. Contudo o apóstolo São Tomé que a Igreja nos propõe como modelo de fé é, acima de tudo, um homem muito sincero e muito convicto daquilo em que ele crê.
São Tomé é um homem que procura crescer na fé, ele ainda não teve um encontro, num primeiro instante, com Jesus Ressuscitado. Ele não duvida de Jesus, mas gostaria de poder experimentar de forma mais autêntica a presença do Ressuscitado; por isso ele quer tocar no Senhor, tocar no Seu lado aberto. Quando o Senhor Ressuscitado ali aparece e lhe permite tocar n’Ele, cai por terra toda a incredulidade, todo o racionalismo e todo o questionamento que vêm ao coração desse apóstolo.
Então, Jesus proclama uma nova bem-aventurança, um novo sentido de felicidade tão necessário para o mundo de hoje. Nós vivemos em um mundo pragmático, no mundo das evidências, no mundo racional, no qual se tudo não for comprovado por “A mais B”, se não for demonstrado cientificamente, não vale.
A Igreja reconhece o valor da ciência, sabe do valor que a ciência tem para melhorar a vida da humanidade, para trazer conquistas para o bem de todos os homens. Como a Igreja recorre e reconhece o valor dos aspectos científicos! Apenas ressalta que a ciência não deve se contrapor à fé e nem a fé se contrapor à ciência. Mas também é verdade que a fé é um grau mais elevado da condição humana por nos pôr em contato com o sobrenatural, não de forma humana e racional, mas naquilo que é o mais íntimo da natureza humana, o espírito humano criado por Deus, a alma humana, para que se comunique, para que esteja em comunhão com o Criador.
As realidades divinas não são tocadas de forma humana. Eu nunca vi o Senhor, e todos nós nunca vimos o Senhor. Humanamente falando, racionalmente falando, os nossos olhos não veem, mas o olhar da fé contempla, percebe, é apoderado e tomado por essa presença divina.
Bem-aventurado quem crê sem ter visto, é quem faz da fé não um baluarte da razão, mas uma condição espiritual. Não uma condição espiritual lógica, boba e sem sentido, mas faz da fé e da mística uma razão de viver, um ponto de encontro com a realidade mais sublime da existência: o ponto de encontro com Deus, o ponto de encontro com a realidade divina, o ponto de encontro com o céu.
O céu está presente no meio de nós, para vê-lo é preciso ter fé! Os olhos humanos não chegam até ele, mas os olhos da fé nos aproximam dele e nos fazem levar as realidades celestes para o mundo em que vivemos.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Jesus combate a ação do maligno no mundo

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Jesus é o vencedor, é o Cordeiro de Deus que combate o mal, o pecado e a ação do maligno do mundo!

“Buscai o bem, não o mal, para terdes mais vida, só assim o Senhor Deus dos exércitos vos assistirá” (Amós 5, 14).

O Evangelho nos mostra, em diversas situações, o combate de Jesus contra as forças do mal. O Senhor Jesus combate diretamente o maligno e não permite que as forças demoníacas ajam no meio do Seu povo. Os próprios demônios temem e tremem com a presença de Jesus, onde Ele está o mal não pode agir; Ele é o combate de frente, Ele é o vencedor, Ele é o Cordeiro de Deus que tira o mal, o pecado, a ação do maligno do mundo!
Se é verdade que nós não podemos ficar vendo demônios em toda parte, se é verdade que não podemos ficar encucados e em tudo achar que é o demônio que está fazendo ou agindo, pois isso se torna uma neurose e um desiquilíbrio e, muitas vezes, não nos ajuda a viver com serenidade a nossa fé; também é verdade que nós não podemos ignorar a presença do mal no mundo, não podemos ignorar quem é o autor do mal e do pecado. O demônio existe, os seus anjos existem e estão no mundo; eles não são mais do que Deus, não têm mais poder do que Deus e não podem nada em nossa vida que possa tolher a nossa liberdade e a nossa escolha.
Agora é verdade também que, muitas vezes, o mundo dá muito mais ouvido às ações do maligno do que a Deus. No Evangelho de hoje, quando Jesus expulsa esses demônios, eles temem e se apavoram com a presença do Senhor, mas o próprio povo que viu Jesus expulsando os demônios, combatendo a sua ação, é o mesmo que expulsa o Senhor daquele lugar – tamanha foi a rejeição que eles tiveram à ação de Jesus. Se trata de um território pagão, mas ali Deus se manifestou e se fez presente.

Quem nós precisamos expulsar da nossa vida não é Jesus; são os demônios!

Quem nós precisamos tirar da nossa vida é aquele que nos leva à perdição, perde a nossa casa, a nossa família.
Sempre digo que nós precisamos ter os sacramentais em nossa casa, precisamos exorcizar a nossa casa com água benta, com sal exorcizado; precisamos sempre nos purificar do mal e precisamos encher cada vez mais a nossa casa com a presença bondosa, misericordiosa e libertadora de Jesus Cristo.
Nós enchemos as nossas casas de quadros bonitos – nada contra fazer isso – mas é tão ruim entrar em uma casa e não encontrar o crucifixo. A Bíblia deve estar em nossas casas não como um livro de enfeite, mas como o livro de combate espiritual. O mal existe não para nos dominar, mas sim para ser combatido; e Jesus é Aquele que vai à nossa frente para combater o mal. Uma vez que nos tornamos Seus discípulos precisamos, com Ele, dizer “não” ao autor de todo o mal e sermos cada vez mais Seus discípulos fazendo o bem.


Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Não deixemos que o medo fale mais alto do que a nossa fé

terça-feira, 1 de julho de 2014


O homem de fé e a mulher de fé não são movidos pelo medo. Não deixe que nenhum medo e nenhuma ansiedade falem mais alto do que a sua fé.

“‘Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?’ Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria” (Mateus 8, 26). 

Seguindo Jesus pelas estradas deste mundo nós estamos sempre enfrentando tempestades. E nossas tempestades não são apenas no mar – são na terra, no trabalho, na casa, na família, onde quer que nós estejamos o mar se agita. Agita-se, muitas vezes, primeiro dentro de nós, levantamos e parece que vem uma onda querendo nos levar e nos fazer sucumbir, parece que o mundo vai cair sobre nossa cabeça.
Algumas vezes, aconteceu uma coisa pequena e para nós se tornou algo tão grande; como diz  o ditado: nós até fazemos tempestade num copo d’água. Mas não podemos negar que, muitas vezes, os problemas se acumulam realmente e dentro de nós as coisas se tornam grandes. Nessas horas o coração não se acalma, se agita e se enche de devaneios e, dessa forma, ele é movido pelo medo e pela ansiedade e – quando estes sentimentos se juntam dentro de nós  – a angústia vem para nos preocupar, nos perturbar e nos deixar fracos.
Basta não sermos compreendidos, não sermos amados, basta recebermos uma má resposta ou sermos ignorados por alguém que queríamos ser lembrados ou exaltados. Basta as coisas não acontecerem do jeito que esperávamos ou do jeito que achávamos que deveria ser, do nosso jeito ou como planejamos, um estremecimento começa a tomar conta de nós.
Mas se pararmos para analisar a nossa vida, encontraremos tempestades para todos os lados e aí o grande mal: o coração se agita, a mente se perturba, muitas vezes, não dormimos, somos tomados pela insônia, pela intranquilidade e pedimos: “Senhor, socorre-nos! Senhor, salva-nos, estamos perecendo!”.  Mas o Senhor está ao nosso lado e parece que está dormindo.

O Senhor é aquele que segue a brisa leve, a brisa mansa. Onde a tempestade se agita, a mansidão do Senhor vence toda a euforia dos mares da vida.

Acalme o seu coração, não deixe que nenhum medo e nenhuma ansiedade falem mais alto do que a sua fé. O homem de fé e a mulher de fé  não são movidos pelo medo, não são tomados pela ansiedade, mas se entregam aos braços de Deus, pois Ele mesmo toma conta daquilo que agita a nossa alma e daquilo que agita a nossa vida.
Que Deus hoje acalme o seu coração e o ajude a experimentar a cada dia a brisa leve do Seu Espírito!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

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