Shalom lança Campanha de Oração pelo Papa Francisco

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

 
“Eu Rezo Pelo Papa” já obteve quase dez mil curtidas no Facebook em 5 dias de atividade. Foram criadas hastags em 7 línguas. “Rezem por mim” é o pedido constante do Papa Francisco. É assim que ele termina suas mensagens, intervenções e orações. No dia da eleição protagonizou um gesto comovente: inclinou-se e pediu que em silêncio os presentes na Praça de São Pedro rezassem por ele.

Motivados por esta súplica constante do Pontífice, a Comunidade Católica Shalom mobiliza uma campanha de oração pelo Papa. O nome da iniciativa diz o compromisso de quem adere à ação: “Eu Rezo Pelo Papa”.

A Fanpage criada no dia 3 de fevereiro já conta com mais de 9 mil curtidas até a conclusão deste texto. Na página, os participantes declaram que rezam pelo papa e oferecem terços, missas e outras devoções como intercessão pelos trabalhos do pontífice.

Para aderir basta rezar por Francisco e publicar o conteúdo no Facebook, Twitter, Instagram com a hashtag#EuRezoPeloPapa. As hashtags também estão disponíveis em mais outras seis línguas: inglês: #IprayForthePope, italiano: #IoPregoPerIlPapa, espanhol: #YoRezoporElPapa, húngaro: #Pápáértimádkozok, francês: #jepriepourlepape, alemão: #IchbetefürdenPapst.

“Queremos motivar as pessoas a rezarem pelo Papa. É uma forma de apoiá-lo em sua missão. Esta é uma iniciativa voltada para todos aqueles que gostam de Francisco”, explicou João Edson Queiroz, membro do Conselho Geral do Shalom e um dos responsáveis pela iniciativa. Ainda segundo Queiroz, a meta é que até o final do mês a página chegue a 20 mil seguidores.

Fazem parte da história da Comunidade Católica Shalom o amor, zelo, obediência e intercessão pelos Papas. Foi aos pés do Beato João Paulo II, durante uma celebração eucarística, que Moysés Azevedo, fundador da instituição, ofereceu sua vida pela evangelização dos jovens em 9 de julho de 1980.

Durante o anúncio da renúncia do Papa emérito Bento XVI, a comunidade encontrava-se em Retiro de carnaval no ginásio Paulo Sarate, ocasião em que já começaram a rezar pelo novo Papa.

Durante o período da Sé Vacante foi orientado para os membros da instituição um tempo especial de oração pela eleição do novo Papa que viria ser o Cardeal Bergoglio. “Rezar pelo Papa e suas intenções é um dever nosso como cristão, como ovelhas que são guiadas pelo seu pastoreio”, disse João Edson.

O fundador da Comunidade, Moysés Azevedo, é recebido em audiência pelo Papa Francisco nesta sexta-feira, 14, na Casa Santa Marta.


Com informações da Rádio Vaticano
Da redação do Portal Ecclesia.

Um Papa chamado Francisco: recorde a escolha do nome de pontificado

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

 Um Papa chamado Francisco: recorde a escolha do nome de pontificado
O ano de 2013 foi dos Franciscos: do Papa e das crianças que receberam o nome em homenagem a ele. Somente no Estado de São Paulo, 30% das crianças  registradas de março a dezembro receberam esse nome. Francesco Sávio Vanderlei de Oliveira  tem 10 meses e recebeu o primeiro nome em homenagem ao Pontífice argentino. A ideia foi do pai do garoto, Frederico Henrique de Oliveira, que estava na Praça São Pedro no momento do Habemus Papam. A esposa, Edilma Oliveira, estava grávida de 8 meses.
“Quando ele foi eleito, e apareceu aos milhares de fiéis e falou com muita simplicidade,  principalmente quando pediu que o povo rezasse por ele, aquilo foi uma experiência muito forte e fui às lágrimas ali na Praça de São Pedro e me perguntava: que homem é esse?”, conta Frederico.
Já para o Papa, a escolha foi para homenagear o Santo de Assis e a decisão precisou ser quase imediata. O Cardeal Bergoglio teve apenas alguns minutos após o fim da contagem dos votos dos cardeais para escolher seu nome de pontificado.
Ele mesmo conta como escolheu o nome ao receber uma “dica” de um amigo do Colégio Cardinalício. O cardeal brasileiro, Dom Cláudio Hummes, que estava sentado ao lado de Bergoglio durante o Conclave, ao perceber que as votações já haviam atingido os 2/3 necessários para eleger o Papa, cumprimentou-o.
“Ele abraçou-me, beijou-me e disse-me: ‘Não te esqueças dos pobres!’.  E aquela palavra gravou-se-me na cabeça: os pobres, os pobres. Logo depois, associando com os pobres, pensei em Francisco de Assis. Em seguida pensei nas guerras, enquanto continuava o escrutínio até contar todos os votos. E Francisco é o homem da paz. E assim surgiu o nome no meu coração: Francisco de Assis”, contou o Papa na primeira audiência que teve com os jornalistas.
O Pontífice brinca ainda com as sugestões recebidas dos colegas cardeais. “Mas, tu deverias chamar-te Adriano, porque Adriano VI foi o reformador; e é preciso reformar. Outro disse-me: ‘Não! O teu nome deveria ser Clemente’. Mas porquê?. ‘Clemente XV! Assim vingavas-te de Clemente XIV que suprimiu a Companhia de Jesus!’. São brincadeiras”, disse Francisco.
Em programa na TV Canção Nova, Dom Cláudio Hummes comentou o grande dom para Igreja que é o pontificado de Francisco.  Destacou que escolha do nome é  um programa de vida, um programa de Igreja. Dom Hummes falou ainda que a experiência do Cardeal Bergoglio em Buenos Aires na Argentina foi uma preparação para o pontificado.
Nome de pontificado
O especialista em informação religiosa, Andrea Gagliarducci, conta que a escolha de Bergoglio tem como pano de fundo a devoção do próprio fundador dos jesuítas, ordem à qual pertence o Papa. Segundo a história, Inácio de Loyola tinha Francisco de Assis como modelo de vida e até desejou imitar o santo.
“Tanto é  que,  no início, Inácio quis assumir  a pobreza absoluta dos franciscanos, uma ideia que mais tarde tomou outros rumos, pois o objetivo da Companhia de Jesus era diferente da ordem franciscana”, explica Andrea.
De acordo com o especialista, não há um motivo específico para que até hoje não tenha sido escolhido por nenhum pontífice o nome Francisco, uma vez que o Santo seja tão querido e famoso em todo mundo.
“De modo geral, escolhia-se um nome com base na devoção, porém com o tempo, os Papas começaram a escolher o nome com base em um programa de pontificado”, explica Andrea, reafirmando a opção do Cardeal argentino.
“Para mim, é o homem da pobreza, o homem da paz, o homem que ama e preserva a criação; neste tempo, também a nossa relação com a criação não é muito boa, pois não? [Francisco] é o homem que nos dá este espírito de paz, o homem pobre… Ah, como eu queria uma Igreja pobre e para os pobres!”, conclui o Pontífice apontando de que modo irá caminhar.
Na história da Igreja, a escolha de um novo nome para o Papa  teve início no século VI com a eleição de Mercúrio como pontífice. O nome, por lembrar um deus pagão, não era adequado a um Papa, surgiu então a ideia de mudar para João.
A partir daí, não como uma regra, os Papas começaram a optar pela mudança. Os mais utilizados foram João, Clemente e Pio. Curiosamente, o nome Pedro, do primeiro apóstolo, nunca foi escolhido, segundo o especialista, em respeito à grandeza do primeiro Papa.

Ação Social na Comunidade do Timbó

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

 
 A ação social na comunidade do Timbó, coordenado pela FAC, envolvendo em torno de 12 secretarias e órgãos do governo do Estado da PB, beneficiou moradores daquela Comunidade na manhã desta quarta-feira(12/02). 



O Armadura do Cristão esteve presente,registrando todo o trabalho, juntamente com o Padre Marcondes, que foi homenageado pelo serviço prestado à aquela comunidade.


  

  A Banda da Briosa Polícia Militar do Estado da Paraíba abrilhantou a ação com sua apresentação




http://armaduradcristao.blogspot.com.br/2014/02/acao-social-na-comunidade-do-timbo.html 
Clique na imagem acima e veja mais fotos da ação social na Comunidade do Timbó

Na catequese, Papa fala da relação da Eucaristia com a vida

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014



Como se vive a Eucaristia? A resposta a esta pergunta foi o tema abordado pelo Papa Francisco na catequese desta quarta-feira (12) na praça São Pedro. O Santo Padre falou da necessidade de participar da Eucaristia tendo atenção para com os mais necessitados, vendo neles a face de Cristo.

Confira:

Na semana passada, Francisco já havia falado da Eucaristia, que estabelece a comunhão entre o homem e Cristo. Hoje, o Papa falou de três sinais que indicam se o sacramento é bem vivido ou não pelos fiéis.

O primeiro sinal é a consideração pelos outros. Francisco lembrou que toda a vida de Cristo foi um ato de partilha, por amor ao ser humano. Ele questionou, a partir desse exemplo, como é a atitude dos cristãos na missa.

"Agora nós, quando participamos da missa, encontramos com homens e mulheres de todo tipo, mas a Eucaristia que celebro leva-me a senti-los todos como irmãos e irmãs? Impele-me a andar rumo aos pobres, marginalizados? Ajuda-me a reconhecer neles a face de Jesus?".

Como exemplo, o Papa citou algumas situações sociais de dificuldade em Roma, como o sofrimento com a chuva, com a falta de emprego. Ele questionou se os fiéis se preocupam realmente com essas pessoas ou se na missa a preocupação é só em reparar na roupa das pessoas, como acontece muitas vezes.

O segundo indício de uma boa vivência da Eucaristia é a graça de sentir-se perdoado e pronto a perdoar. "Quem celebra a Eucaristia não o faz porque quer parecer melhor que os outros, mas porque se reconhece sempre necessitado de ser acolhido pela misericórdia de Deus feita carne em Jesus Cristo. Devemos ir à missa humildemente, como pecadores", disse.

O Pontífice falou, por fim, da relação entre a celebração eucarística e a vida das comunidades cristãs. Ele ressaltou a necessidade de ter sempre em mente que a Eucaristia não é uma comemoração humana do que Cristo fez, mas é uma ação do próprio Cristo.

"É um dom de Cristo que se torna presente e nos acolhe para nutrir-nos", disse o Papa, enfatizando a necessidade de coerência entre a liturgia e a vida.

Com informações de Canção Nova Notícias.
Da redação do Portal Ecclesia.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014


Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.
“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.
Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado, e, em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.
Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e Sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes. E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local.
Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários Papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Francisco para nos alertar sobre este chamado.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Papa convida a redescobrir sentido do sagrado na Missa

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

 
Redescobrir o sentido do sagrado, o mistério da presença real de Deus na Missa. Este foi o convite do Papa Francisco, durante a Missa, nesta segunda-feira, 10, na Casa Santa Marta.

A Primeira Leitura do dia fala de uma teofania (manifestação) de Deus nos tempos do rei Salomão. O Papa comentou que o Senhor fala ao Seu povo de vários modos: por meio de profetas, sacerdotes, da Sagrada Escritura; mas a manifestação do Senhor, na Missa, é uma presença mais próxima, sem mediações.

“Isto acontece na Celebração Litúrgica. Esta não é um ato social, não é uma reunião de crentes para rezar juntos. É uma outra coisa. Na liturgia, Deus está presente, é uma presença mais próxima. Na Missa, de fato, a presença do Senhor é real, propriamente real”.

Francisco explicou que a celebração da Missa não é uma representação da Última Ceia, é propriamente a Última Ceia. É viver outra vez a Paixão e a Morte redentora do Senhor. Ele se faz presente, no altar, para ser oferecido ao Pai para a salvação do mundo.

“Nós ouvimos ou dizemos: ‘Mas eu não posso, agora preciso ir à Missa, preciso ouvir a Missa’. A Missa não se ‘ouve’, participa-se deste mistério da presença do Senhor entre nós”.

O Papa lembrou que, infelizmente, muitas vezes, as pessoas olham para o relógio na Missa, “contam os minutos”, o que não é uma atitude que a liturgia pede. “A liturgia é tempo de Deus e espaço d’Ele, e nós devemos nos colocar ali, no tempo de Deus, no espaço d’Ele, e não olharmos o relógio”.

Entrar no mistério de Deus é o significado da liturgia, explicou o Santo Padre. “Por exemplo, tenho certeza de que todos vocês estão aqui para entrar no mistério, porém, talvez alguém diga: ‘Ah, eu devo ir à Missa na Santa Marta, porque, na agência turística de Roma, está visitar o Papa na Santa Marta todas as manhãs. É um lugar turístico, não? (risos). Todos vocês vêm aqui, nós nos reunimos aqui para entrar no mistério: é esta a liturgia”.

O Papa concluiu a homilia dizendo que todos peçam a Deus a graça do sentido do sagrado, sentido que faz o homem entender que uma coisa é rezar em casa, rezar na Igreja, ler a Bíblia, e outra coisa é a Celebração Eucarística.

“Na Celebração nós entramos no mistério de Deus, naquele caminho que nós não podemos controlar: somente Ele é o único, Ele é a alegria, o poder, Ele é tudo. Peçamos esta graça: que o Senhor nos ensine a entrar no mistério de Deus”.

Com informações de Canção Nova Notícas
Da redação do Portal Ecclesia.

Anunciar o Evangelho com humildade, pede Papa em homilia

domingo, 9 de fevereiro de 2014


Anunciar o Evangelho sem tirar proveito da condição de cristãos. Foi o que afirmou o Papa Francisco em missa nesta sexta-feira (7) na Casa Santa Marta. O Santo Padre desenvolveu sua homilia a partir do martírio de João Batista e destacou que, como ele, o verdadeiro discípulo de Cristo segue o caminho da humildade sem apropriar-se da profecia.

A trágica morte de João Batista é relatada no Evangelho do dia. Francisco recordou sua vida dedicada ao anúncio do Evangelho, seu empenho para a conversão de todos, sem apropriar-se de sua autoridade moral. João foi um homem de verdade, que imitou Cristo na humildade, rebaixando-se até a morte, disse Francisco.

Assim como Cristo, João teve uma morte humilhante, momentos de angústia no cárcere, experimentando a escuridão da alma. Mas Jesus respondeu a Ele, assim como o Pai respondeu a Jesus, confortando-o.

"Anunciador de Jesus Cristo, João não se apropria da profecia, ele é o ícone de um discípulo", disse o Papa. A fonte deste comportamento de João Batista está no encontro de Maria e sua prima Isabel, quando João pulou de alegria no ventre de sua mãe. Francisco explicou que aquele encontro encheu de alegria o coração de João e o transformou em discípulo.

Segundo o Papa, fará bem aos homens de hoje questionar-se sobre seus discipulados: se é um anúncio de Jesus ou se aproveita-se da condição de cristãos como se fosse um privilégio.

"Seguimos no caminho de Jesus Cristo? O caminho da humilhação, da humildade, do rebaixamento para o serviço? E se nós chegamos à conclusão de que não estamos firmes nisto, perguntemo-nos: 'Mas quando foi o meu encontro com Jesus Cristo, aquele encontro que me enche de alegria?' E voltar ao encontro! Reencontrar o Senhor e seguir adiante por este caminho tão belo, no qual Ele deve crescer em nós e nós sermos diminuídos".

Com informações de Canção Nova Notícias.
Da redação do Portal Ecclesia.

Um Lençol por um Abraço - Projeto Semente de Mostarda

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

http://armaduradcristao.blogspot.com.br/2014/02/um-lencol-por-um-abraco-projeto-semente.html
Quer ganhar uma camisa do Projeto Semente de Mostarda?
PRECISAMOS DE LENÇÓIS! LENÇÓIS BRANCOS!
(leia o texto completo e saiba como fazer a sua doação)
Precisamos de lençóis para cobrir de calor e ternura nossos pacientes do Hospital São Vicente de Paulo!
É fácil DOAR, apenas sinta um pouco de frio ou vergonha!
Quem sabe Jesus não está em uma dessas enfermarias!
Eu, por outro lado, digo: Ele está em todas e também em você!

Um paciente doou duzentas camisas do PSM....quero premiar os duzentos primeiros doadores de lençóis com uma camisa do Projeto de Deus!
TROCO UMA CAMISA POR SUA SOLIDARIEDADE

ONTEM E HOJE EU VI UMA ESPERANÇA NAS PAREDES DO HOSPITAL E ELA SE PARECIA COM VOCÊ!
(Klécius Leite Fernandes)


SAIBA COMO DOAR:
Vá ao Hospital São Vicente de Paulo e procure a administração, em nome do Projeto Semente de Mostarda.
Av. João Machado - Nº 1234 - Centro - João Pessoa/PB CEP: 58013-522
Fone: (83) 2107-9500

Transposição do Rio São Francisco - Padre Djacy Brasileiro



Padre Djacy Continua a sua luta clamando às autoridades pela continuidade e conclusão das obras da transposição do Rio São Francisco. O blog Armadura do Cristão, solidário com a causa do Padre conhecido como "Profeta do Sertão", fez o registro do apelo deste defensor dos menos favorecidos e esquecidos nos recantos mais secos do nosso sertão.

Quinze minutos diante do Santíssimo Sacramento

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014



Muitas vezes, nós nos colocamos diante de Jesus presente na Eucaristia, mas, envolvidos com nossos problemas e nossas tribulações, não aproveitamos esses momentos preciosos diante de Deus Vivo. Padre Antônio Maria Claret (1807-1870), fundador dos claretianos, desenvolveu textos que nos levam a uma profunda intimidade com o Senhor na oração. Deve-se fazê-la, diante do Santíssimo, por um período mínimo de quinze minutos, se possível diariamente.

Inicie sempre sua oração procurando ouvir a voz de Jesus dizendo-lhe:

 
"Não é preciso, meu filho, saber muito para me agradar, basta amar-me fervorosamente. Fala-me, pois, de uma maneira simples, assim como falarias com o mais íntimo dos amigos...

Tens algum pedido em favor de alguém?

Menciona-me teu nome e dize-me o que desejas que Eu te faça. Pede muito. Não receies pedir. Conversa comigo, simples e francamente, sobre os pobres que gostarias de consolar, sobre os doentes que vês sofrer, sobre os desencaminhados que tanto desejas ver novamente no caminho certo. Dize-me a favor deles ao menos uma palavra.


"não esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário"



E tu, não precisas de alguma graça?


Dize-me abertamente que te reconheces orgulhoso, egoísta, inconstante, negligente... e pede-me, então, que Eu venha em teu auxílio nos poucos ou muitos esforços que fazes para te livrares destas faltas. Não te envergonhes! Há muitos justos, muitos santos no céu que tinham exatamente os mesmos defeitos que ti. Mas pediram com humildade e, pouco a pouco, se viram livres deles. Tampouco deixes de me pedir saúde, bem como resultados nos teus trabalhos, nos teus negócios ou estudos. Posso dar-te e realmente te darei tudo isso, contanto que não se oponha à tua santificação, mas, antes, a favoreça. Mas quero que o peças. Do que necessitas precisamente hoje? Que posso fazer por ti? Ah, se soubesses quanto Eu desejo ajudar-te!

Andas preocupado com algum projeto?

Conta-me. O que é que te ocupa? Que pensas? Que desejas? Que posso Eu fazer por teu irmão, por tua irmã, por teus amigos, por tua família, por teus superiores? Que gostarias de lhes fazer? E no que se refere a mim, não sentes o desejo de me ver glorificado? Não queres fazer um favor aos amigos que amas, mas que talvez vivam sem jamais pensar em mim? Dize-me: em que se detém, hoje, de maneira especial, tua atenção? Que desejas mais vivamente? Quais os meios que tens para alcançá-lo? Conta-me se não consegues fazer o que desejas e Eu te indicarei as causas do insucesso. Não gostarias de conquistar os meus favores?

Por acaso estás triste ou mal-humorado?

Conta-me com todos os pormenores o que te entristece. Quem te feriu? Quem ofendeu o teu amor ao próximo? Quem te desprezou? Conta-me tudo. Então, em breve, chegarás ao ponto de me dizer que, imitando-me, queres perdoar tudo e de tudo te esqueceres. Como recompensa, hás de receber a minha bênção consoladora. Acaso tens medo? Sentes na tua alma melancolia e incerteza que, embora não justificadas, não deixam de ser dolorosas? Lança-te nos braços da minha amorosa providência. Estou contigo, a teu lado. Vejo tudo, ouço tudo e, em momento algum, te desamparo. Sentes frieza da parte de pessoas que antes te queriam bem e que agora, esquecidas, se afastam de ti apesar de não encontrares em ti motivo algum para isso? Roga por elas, pois, se não forem obstáculo à tua santificação, Eu as trarei de volta a teu lado.

Não tens alguma alegria que possas partilhar Comigo?

Por que não me deixas tomar parte nela com a força de um bom amigo? Conta-me o que, desde ontem, desde tua última visita, consolou e agradou teu coração. Talvez fossem surpresas agradáveis; talvez boas notícias tenham sido recebidas, uma carta, uma demonstração de carinho; talvez tenhas conseguido vencer alguma dificuldade ou sair de algum apuro. Tudo obra minha. Diz-me, simplesmente, como um filho ao seu pai: “Obrigado, meu Pai, obrigado!”.

E não queres prometer-me alguma coisa?


Bem sabes que Eu leio o que está no fundo do teu coração. É fácil enganar os homens, mas a Deus não podes enganar. Fala-me, pois, com toda a sinceridade. Fizeste o propósito firme de, no futuro, não mais te expores àquela ocasião de pecado, de te privares do objeto que te seduz, de não mais leres o livro que exalta a tua imaginação, de não procurares a companhia das pessoas que perturbam a paz da tua alma? Serás novamente amável e condescendente para agradar àquela outra a quem, por ter te ofendido, considerastes até hoje como inimiga?

Agora, meu filho, volta agora às tuas ocupações habituais: ao teu trabalho, à tua família, aos teus estudos. Mas não esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário. Pratica, tanto quanto possível, o silêncio, a modéstia, o recolhimento, a serenidade e a caridade para com o próximo. Ama e honra minha Mãe, que é também tua. E volta amanhã, com o coração mais amoroso, mais entregue a mim. No meu coração hás de encontrar, em cada dia, um amor totalmente novo, novos benefícios e novas consolações. Vem, que Eu aqui te espero."


Do livro: 'Uma visita ao Santíssimo Sacramento'


Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fonte: Canção Nova

Dom Orani é nomeado membro para o Pontifício Conselho para os Leigos


O Pontifício Conselho para os Leigos tem dois novos membros brasileiros: o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, cardeal João Braz de Aviz, e o arcebispo do Rio de Janeiro, recém-designado cardeal Orani João Tempesta. A nomeação foi feita nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, pelo Papa Francisco.

Também foram nomeados membros outros cardeais, entre os quais o arcebispo de Viena (Áustria), Christoph Schoborn, o de Milão (Itália), Angelo Scola, o de Nairóbi (Quênia), John Njue, o de Munique (Alemanha), Reinhard Marx, de Manila (Filipinas), Luis Antonio Tagle, entre outros.

O Papa Francisco nomeou ainda alguns consultores do Pontifício Conselho para os Leigos, entre os quais o arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira Corrêa; e o frei Hans Stapel, O.F.M., fundador e presidente da Associação Internacional de Fiéis Família da Esperança.

Com informações do Portal Um.
Da redação do Portal Ecclesia.

Imitar a pobreza de Cristo, pede Papa em mensagem para Quaresma

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Vaticano divulgou nesta terça-feira (4) a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano. Com o tema "Fez-se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza" (cf. 2Cor 8, 9), o Santo Padre coloca em evidência o convite à pobreza a cada cristão nos dias de hoje.

Confira:

Comentando o trecho bíblico que é o tema da mensagem, Francisco recorda o estilo pobre adotado pelo próprio Deus. Ele explica que esta pobreza com a qual Cristo liberta o homem se constitui pelo Seu modo de amar e se aproximar, como fez a figura bíblica do bom samaritano.

O Santo Padre parte então para o testemunho cristão nos dias de hoje. Ele lembra que o caminho de pobreza não se restringe a Jesus, mas em cada época e lugar Deus continua a salvar o mundo por meio da pobreza de Cristo.

"À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança".

Francisco explica que há três tipos de miséria: a material, habitualmente designada por pobreza; a moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado, e a espiritual, que atinge o ser humano quando este se afasta de Deus e recusa Seu amor.

"O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna".

Já no final da mensagem, o Papa expressa seu desejo de que este tempo da Quaresma possa encontrar toda a Igreja pronta e solícita a testemunhar a mensagem evangélica aos que vivem na miséria material, moral e espiritual.

"A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói", escreve Francisco.

A Quaresma compreende o período de 40 dias de jejum e penitência em preparação à Páscoa, com início após a quarta-feira de cinzas. Neste ano, o período quaresmal começa em 5 de março.

Com informações de Canção Nova Notícias.
Da redação do Portal Ecclesia.

A fé em Deus é fonte de cura para a nossa vida!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014




Acredite, alimente a sua fé, ponha a sua confiança no Senhor todo-poderoso e naquilo que Ele pode fazer por você!

”Ela pensava: ‘Se eu ao menos tocar na roupa dele, ficarei curada”’ (Mc 5, 28).

Aos pés de Jesus, hoje, se apresenta primeiro Jairo, o chefe da sinagoga, pedindo com muita insistência por sua filhinha que está nas últimas, está enferma, pois ele sabe que se Jesus tocar nela, ela será curada, será salva e voltará a viver.
E, ao mesmo tempo em que Jairo pede de forma insistente que Jesus cure a sua filha, também se apresenta uma mulher atormentada por um mal havia doze anos, uma hemorragia crônica. O mal que esta mulher sofria tirava-lhe a paz interior; primeiro porque ela não podia se aproximar das pessoas. A mulher quando vive os seus dias de menstruação, na cultura judaica, estes são tidos como dias de impureza, e nesses dias você não se aproxima, nem toca em ninguém. Imaginem essa pobre mulher que sofre dessa situação de uma maneira contínua por doze anos, ela vive totalmente afastada, discriminada e marginalizada da sociedade. O que resta para ela é a sua fé, é a confiança em Deus, é a certeza do que Deus pode fazer por ela.
Tanto ela como Jairo, de forma confiante por saberem o que Jesus pode fazer pela vida e pelo coração deles, se aproximam do Senhor. A mulher foi muito ousada, no meio de uma multidão que cobria Jesus, apertava-O de um lado para outro, ela pensa no íntimo do seu coração: ”Se eu tocar na orla do Seu manto, eu serei curada!”. E é o que ela faz, uma força estranha sai de Jesus e cura aquela mulher e o Senhor mesmo diz: ”Alguém me tocou?”. Claro que tanta gente tocou no Senhor, mas alguém tocou de um jeito diferente n’Ele.
Ela, toda envergonhada, se apresenta e, Jesus diz: ”Muito bem minha filha, a tua fé te curou, vai em paz e fica curada!”.

 A fé, meus irmãos, é uma fonte de cura para muitos males em nossa vida, a fé cura-nos dos males da mente, do corpo; a fé nos cura sobretudo daquele medo que se apodera de nós, porque, na verdade, o medo chama tantas doenças, tantos outros males para nossa vida, que só de termos medo de ficarmos doentes, nós já começamos a adoecer.
A fé é poderosa, a confiança que nós temos em Deus traz tranquilidade para o nosso coração, ela resgata dentro de nós aquilo que está oprimido e que nos deixa deprimidos e para baixo. A fé nos levanta, a fé opera graças que nós nem podemos dimensionar.
Acredite, alimente a sua fé, ponha a sua confiança no Senhor todo-poderoso e naquilo que Ele pode fazer por você! A fé em Deus nos levanta daquilo que nos deixa prostrados, deprimidos e para baixo, porque o poder do Senhor em nossa vida faz toda a diferença!

Deus abençoe você!

Mensagem para a Quaresma será apresentada amanhã

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Será apresentada, na manhã da próxima terça-feira (4) na sala de imprensa da Santa Sé, a mensagem do Papa para a Quaresma de 2014, que terá como tema: "De rico que era, tornou-se pobre por causa de vós, para que vos torneis ricos, por sua pobreza" (cf. 2Cor 8, 9).

A mensagem papal será apresentada pelo cardeal Robert Sarah, presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, acompanhado pelo secretário e o vice-secretário do mesmo organismo vaticano, e por um casal de missionários no Haiti, Davi Dotta e Ana Zumbo.

Com informações de Canção Nova Notícias.
Da redação do Portal Ecclesia.

Francisco pede que experiência de vida dos idosos seja reconhecida na Igreja e na sociedade

sábado, 1 de fevereiro de 2014

No mês de fevereiro que está prestes a iniciar, o Papa Francisco pede que oremos pelos idosos na Igreja e na sociedade.

O Apostolado da Oração propõe como intenção universal: "Para que a sabedoria e experiência de vida dos idosos sejam reconhecidas na Igreja e na sociedade".

O cuidado especial em relação aos idosos é um tema recorrente do pontificado de Francisco, Em inúmeras ocasiões, o Papa ressalta sua importância e adverte para o risco que muitas famílias sentem de "exilá-los", como fruto da cultura do "descarte". Segundo o Papa, a melhor maneira para ver como funciona uma família é "ver como tratam as crianças e os idosos".

No discurso para o corpo diplomático acreditado junto à Santa Sé, em 13 de janeiro, o Pontífice falou dos idosos como esperança da humanidade, já que "trazem a sabedoria da experiência".

Já a intenção pela evangelização para o mês de fevereiro destaca a colaboração na missão, com o seguinte tema: "Para que os sacerdotes, religiosos e leigos colaborem com generosidade na missão de evangelizar".

Com informações da Rádio Vaticano.
Da redação do Portal Ecclesia.

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