10 dicas para presentear sua mãe

terça-feira, 9 de maio de 2017

Com a chegada do Dia das Mães, surgem várias possibilidades para presenteá-las, mas não podemos nos esquecer do essencial


1 – Dê-lhe um abraço: Os encontros diários podem se tornar rotineiros e superficiais. Há quanto tempo você não abraça sua mãe? Um abraço carinhoso é mais valioso que o ouro e os presentes caros.
2 – Seja mais educado: Gritos não resolvem conflitos. Respeite sua mãe para que seus dias sejam de paz e alegria. Aquela que o gerou não merece receber sua raiva como agradecimento.
3 – Dê uma flor: Os mais belos presentes são aqueles que refletem a beleza da vida. Uma flor, por mais simples e humilde que seja, é uma demonstração de carinho de quem foi cuidado com amor.
4 – Sorria: Um sorriso devolve ao coração atribulado a paz tão sonhada. No lugar de um semblante que transmite medo, coloque um sorriso que devolve a vida. Sua mãe ficará feliz em ser portadora dessa paz.
5 – Seja luz: Não adianta fazer bonito fora de casa, mas tratar a sua mãe com agressões e palavrões dentro do lar. Comece iluminando,com seus gestos, quem o gerou para ser luz e não trevas.
6 – Dê atenção: Deixe o celular de lado e fique simplesmente ao lado de sua mãe. Converse. Partilhe. Fale de você. Mostre-se interessado nela. A tecnologia não substitui sua presença real. Seja menos virtual e mais real.
7 – Ouça: Deixe os gritos de lado e ouça quem deseja o seu bem. Aquilo que o incomoda quando sua mãe fala é o que você precisa mudar para ser melhor.
8 – Ore: Sua mãe precisa de orações tanto quanto você. Reze por sua mãe e deixe que a oração o transforme num filho melhor a cada dia.
9 – Ajude: Sua mãe não é sua escrava. Deixou os sapatos no chão, guarde-os. Sujou, limpe. Aprenda a dividir as tarefas do lar para dar valor ao trabalho de quem cuida de você.
10 – Perdoe: Está com raiva de sua mãe? Perdoe-a! Quem guarda ódio no coração por sua mãe está cada dia mais longe da luz de Deus.

Fonte: Canção Nova

O louvor e a adoração são o remédio para o coração

No louvor e na adoração recebemos a força de Deus

Fomos criados para o louvor, a adoração e a ação de graças. Este é o maior desejo do coração de Deus. Precisamos realizar aquilo que Ele nos pede: ‘Estai sempre alegres, orai incessantemente, dai graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito em Cristo Jesus’ (1Ts 5, 16-18).
Existem situações em que é difícil dar graças: a doença e a morte de alguém muito querido, o problema de droga, alcoolismo ou de adultério em nossa família.
Arquivo CN/cancaonova.com

Em todo e qualquer problema, precisamos nos voltar para Deus, dando graças, louvando e adorando em todas as circunstâncias. Quando acontece algo doloroso em nossa vida, ficamos muito sensíveis. O nosso coração fica apertado, caímos na tristeza e nos fechamos.
O Senhor insiste para agirmos de modo contrário: ‘Em tudo, em todas as circunstâncias, em qualquer situação, aconteça o que acontecer, dai graças, louvai e adorai’. O louvor e a adoração são o remédio para o coração. Se uma válvula do coração se fecha, passa a irrigar menos o coração, começa a causar problemas e pode levar a pessoa a sofrer um infarto.
Psicológica e espiritualmente acontece a mesma coisa, por causa de problemas no casamento, alcoolismo e drogas. Deixamo-nos abater pela tristeza, ficamos pesarosos, decepcionamo-nos e o nosso coração começa a se fechar. Começamos a morrer. Vamos morrendo. Até nosso semblante perde a tranquilidade e a paz. Os problemas tomam conta de nós. Não conseguimos dormir nem comer.
Deus nos dá a receita certa: “Em tudo dai graças”. No momento em que criamos coragem e partimos para o louvor, nosso coração se abre, começa a ser irrigado e recebemos a força de Deus para enfrentar todo e qualquer problema. Quando nos fechamos, fatalmente acabamos nos afastando e dando as costas para Deus. Nos momentos de decepção, dor e tristeza, não conseguimos rezar; e se rezamos, não o fazemos bem. Decaímos na confiança.
Muitas vezes, diante dos acontecimentos, achamos que Deus é o culpado e nos tornamos indiferentes a Ele. Não vamos mais à igreja e não buscamos mais os sacramentos. Se você está dessa maneira, deixe de lado o passado e comece tudo de novo. De que maneira? Comece a rezar. Mesmo sem vontade, volte a rezar.
Quando estamos assim, a primeira coisa que fazemos é não rezar mais. A Palavra de Deus, porém, nos ordena: ‘Orai sem cessar’. Veja, não é uma simples recomendação, é uma palavra de ordem: ‘Orai sem cessar’. Justamente o oposto do que costumamos fazer. A Palavra de Deus nos manda orar sem cessar.
Em qualquer situação, mesmo na tristeza, no luto, diante da infidelidade, das dívidas, desempregado ou doença, seja qual for a situação, é necessário orar sem cessar.

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib Fundador da Comunidade Canção Nova

Dicas para formar a espiritualidade na família

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como pretende transmiti-la a eles?

A espiritualidade na vida familiar é uma grande ferramenta para viver com maior plenitude e dar à vida um sentido transcendente.
Apresentamos, a seguir, uma série de dicas muito concretas e práticas que podem servir de apoio para os pais de família, educadores, catequistas e para todas as pessoas envolvidas na formação integral, precisamente para “formar” esta espiritualidade em todos os membros da família:
1. Revise suas próprias crenças. Pergunte-se quão convencido você está daquilo em que crê, do que professa e em que grau você o pratica. Pergunte-se que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como lhes dará isso. Lembre-se que o exemplo e o que os seus filhos veem são os fatores que mais educam. Você vai à Missa aos domingos? Reza com frequência? Vive constantemente na presença de Deus?
2. Inclua a espiritualidade na vida dos seus filhos desde cedo. As crianças muito pequenas não compreendem quem é Deus, mas se você lhes falar dele, começarão a se familiarizar e a conhecê-lo. Conte-lhes a história sagrada em forma de conto; fale da vida dos santos; reze com os seus filhos.
3. Aproveite as atividades da vida cotidiana para ensiná-los a viver uma espiritualidade natural e espontânea. Ensine-os a agradecer por tudo o que têm: pais, amigos, avós, cachorro, talentos… Ensine-os a dar aos que têm menos, a compartilhar, a amar.
4. Dê aos eventos sagrados toda a importância que merecem: Batismo, Primeira Comunhão, Confirmação… Destaque a grandeza que eles merecem, ensine que o mais importante é receber a graça de Deus e que é por isso que preparam um evento bonito, alegre, com todos os amigos e familiares. Mostre que tais momentos precisam de preparação e alegria, porque Jesus é o melhor que há. Você, como pai ou mãe, precisa estar convencido(a) disso para poder transmitir essa alegria, esse amor, essa importância.
5. Apoie-se em instituições, pessoas ou catequistas que possam colaborar com você nesta formação espiritual. Recorra à sua paróquia, onde certamente haverá algum movimento bem estabelecido que lhe dê todos os elementos para alcançar isso com maior facilidade, conseguindo torná-lo interessante.
6. Faça que tudo isso seja divertido, atraente. Que realmente gostem. Adapte a informação e a formação à idade dos seus filhos. Atualize-se: que seus comentários e exemplos se adaptem ao que eles vivem, escutam, percebem… Que não vejam a espiritualidade como algo do passado, coisa de velhinhos, que não tem relação nenhuma com sua vida. Pelo contrário: que a vejam como a arma maravilhosa que dá sentido às suas vidas.
7. Ensine-os uma forma simples de orar. Que conversem com Deus como conversam com um amigo. Que vejam Jesus como seu confidente, seu melhor amigo. Que reconheçam que Jesus pode escutá-los, ajudá-los, levá-los a ser melhores.
8. Confira um caráter “espiritual” a todas as festividades religiosas. Procure fazer um contrapeso com tanto materialismo e comercialização apresentados pela sociedade. O Natal é importante porque é o nascimento de Jesus. A Páscoa é importante porque Jesus ressuscita… E assim em cada festividade: preencha-as de conteúdo espiritual, sem tirar os presentes, a diversão. Que seus filhos entendam que é tudo bonito porque se tem Deus.
9. Com os jovens, aproveite suas inquietudes intelectuais, sua capacidade crítica, seu comportamento rebelde, para que estudem, aprofundem, pesquisem e finalmente se convençam da grandeza de Cristo. É preciso desafiá-los para que percebam que Jesus é quem dará sentido às suas vidas.
10. Tudo isso com um grande amor e respeito pelos nossos filhos, porque eles são merecedores do grande amor de Deus. Precisam conhecê-lo, senti-lo, amá-lo. Como pais católicos, este é o nosso dever e nosso compromisso com Deus.

Fonte: Aleteia

Aparecida: aprovado documento final. Igreja, casa da iniciação cristã

sexta-feira, 5 de maio de 2017


Aparecida (RV) – Penúltimo dia da 55ª Assembleia Geral da CNBB, no Santuário Nacional de Aparecida (SP). O dia começou com a Santa Missa no Santuário, presidida por Dom Jaime Spengler, Arcebispo de Porto Alegre.
Tivemos ontem a votação e aprovação do texto do documento final do tema central da Assembleia sobre a iniciação à vida cristã. O texto, cuja elaboração ficou a cargo de uma comissão montada especialmente para sua elaboração recebeu acréscimos durante os trabalhos da Assembleia Geral. Agora com a aprovação pelos bispos, o texto será assumido como um documento oficial da CNBB.
O texto do tema central de profunda qualidade, busca corresponder aos desafios pastorais identificados pela missão da Igreja e acima de tudo procura por em pratica as diretrizes gerais da Ação evangelizadora que convoca a ser Igreja: casa da iniciação cristã.
Em conversas com os jornalistas em Aparecida o Bispo auxiliar de Porto Alegre (RS), Dom Leomar Brustolin destacou a preocupação do episcopado com o tema da iniciação à vida cristã. Ele falou de algumas preocupações, por exemplo, como a questão da transmissão da fé às novas gerações e a grande preocupação da Igreja em formar não só adeptos, mas discípulos. “É preciso avaliar e dizer quais caminhos retomar”, disse.
Por isso, a missão dos bispos é traduzir toda a linguagem que for técnica de forma acessível e concreta para a pastoral, por isso o texto constatou que muitas paróquias do Brasil já conhecem a iniciação da vida cristã, mas também o fato de que muitas ainda não chegaram neste ponto, e por isso, o mesmo visa uma retomada dessa caminhada.
É um conciso dirigido a um público que seria os catequistas em primeiro lugar, com linguagem acessível, direta e com mudança de prática. Uma renovação paroquial, não é uma reforma de catequese, mas uma conversão pastoral de toda comunidade para acolher, inserir, e comprometer os novos cristãos.
Sobre o documento nós conversamos com Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá, PA….
Conversanos ainda com Dom Jacinto Inacio Flach, Bispo de Criciuma, SC…
Já o Arcebispo de Olinda e Recife (PE), Dom Antônio Fernando Saburido, recebeu com alegria a notícia de que Recife sediará o XVIII Congresso Eucarístico Nacional (CEN), de 12 a 15 de novembro de 2018. “Vamos trabalhar para fazer um belo Congresso e ajudar aquela comunidade a cada vez mais se comprometer com o Cristo Eucarístico”, prometeu.
Dom Saburido contou que a realização do Congresso será algo muito bom para a arquidiocese de Olinda e Recife e para todo o regional Nordeste 2 da CNBB: “os bispos todos estão assumindo conosco este desafio”.
Está é a segunda vez que Recife irá sediar um CEN. A primeira foi em 1939, quando foi promovido o sétimo Congresso.
Outra informação da Assembleia Geral: as Comunidades Eclesiais de Base (Cebs) de todo o Brasil se reúnem em Londrina (PR), de 23 a 28 de janeiro do próximo ano, para o 14º Intereclesial das Cebs. Com o tema “Cebs e os Desafios do Mundo Urbano” e o lema “Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-los”, a iniciativa ganhou destaque durante o encontro em Aparecida.
Segundo o Arcebispo de Aparecida (SP), Dom Orlando Brandes, em 2018, o Brasil voltará seus olhos para a cidade de Londrina (PR) como sede do Intereclesial. Para ele, as Comunidades Eclesiais de Base ajudarão a todos a crescerem no profetismo e na dimensão social do Evangelho e da fé: “Para nós sediar este tão grande evento é uma dádiva (…). Certamente o 14º Intereclesial muito contribuirá para que a nova evangelização aconteça e cresça cada vez mais nas estruturas do mundo urbano”.

De Aparecida, SP, para a Rádio Vaticano, Silvonei José

 

A Carne e o Sangue de Cristo nos dão a vida eterna

Jesus está nos dando a Sua própria Carne e Seu Sangue, para que nossa vida, num todo, seja resgatada e vivida n’Ele


“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6,54).

O Mestre Jesus está nos conduzindo para termos a vida n’Ele, porque Ele é a nossa vida. Como teremos, no entanto, a vida em Jesus? Comendo a Sua Carne e bebendo o Seu Sangue. A Carne e o Sangue representam a totalidade da pessoa humana, e aqui estamos falando da pessoa de Jesus.

Cristo quer que sejamos íntimos e próximos d’Ele, quer que tenhamos a vida n’Ele. O Senhor nos chama a participarmos da Sua natureza mais íntima, dá-nos Sua própria Carne e Seu Sangue, para que a nossa carne, nosso sangue e nossa vida, num todo, seja resgatada e vivida n’Ele.

A primeira coisa necessária é: reconhecer essa dádiva de Deus, esse presente do Céu, essa maravilha que Ele nos dá, que é a vida n’Ele.

Sabe irmãos, Jesus não nos dá somente conhecimento, instruções e modos de viver, Ele nos chama a vivermos a vida n’Ele. É algo extraordinário e maravilhoso levar a vida em Deus. Para que isso aconteça, é preciso entender que a comunhão com a Carne e o Sangue de Jesus tem comunhão com os pensamentos, com o sentimentos, com a vida que Jesus teve e trouxe a cada um de nós.

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna”. É algo maravilhoso de meditar e contemplar! Não se trata de vida eterna “quando eu morrer, estarei com Jesus”, mas a vida que começa aqui! É uma vida única, a continuidade que não tem fim. Eu começo a viver a vida em Deus agora, e viverei para sempre com Ele no Céu.

Não espere morrer para começar a viver a eternidade; ela começa agora, no meio de nós. Quando vivemos a vida em Jesus, quando nossa vida está mergulhada em Deus, quando estamos imersos no Sangue do Senhor, na vida e no Corpo d’Ele, no Seu Sangue, a vida d’Ele resplandece em nós.

Vivamos a eternidade aqui e agora, façamos do lugar que vivemos, das coisas que fazemos, da vida que levamos a vida em Deus. É Ele quem nos dá o dom do Céu, e ter esse dom é estar mergulhado no Corpo e Sangue de Jesus.


Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Encontro de gerações entre o bispo mais idoso e o mais jovem na 55ª Assembleia Geral

53 anos. Esta é a diferença de idade entre o dom José Maria Pires, 98 anos, bispo emérito da Paraíba (PB) e dom Geovane Luís da Silva, 45 anos, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG). Em um encontro de gerações entre o mais idoso e o mais jovem bispo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil presentes na 55ª Assembleia Geral eles se saúdam e se acolhem, apontando os desafios de ser bispo na Igreja no Brasil.

Dom José Maria, cuja ordenação episcopal foi em 22 de setembro de 1957, acolhe dom Geovane Luís e todos novos bispos, desafiando-os a ser não os bispos que mandam, mas os que orientam e caminham junto ao povo. Segundo o mais idoso bispo emérito presente na 55ª Assembleia Geral, a Igreja e os bispos não podem estar separados do mundo. “É necessário caminhar e sofrer as dores do povo”, disse.

A primeira palavra do bispo auxiliar de Belo Horizonte, ordenado 25 de março de 2017, aos bispos eméritos do Brasil é de gratidão. “Muita gratidão aos irmãos bispos eméritos que nos precederam no anúncio da Boa Nova e na formação de comunidades cristãs”.
Estes, para o dom Geovane, ainda hoje mantém acesa no coração a chama da esperança e oferecem à Igreja o testemunho da fé e do amor aos mais sofridos. “Eles são fragmentos vivos do Evangelho”, disse o mais novo pastor.

Natural de Córregos (MG), dom José Maria foi ordenado padre em 20 de dezembro de 1941, em Diamantina (MG). Como bispo, foi presidente da Comissão Episcopal do Nordeste 2. Entre outros, é autor do livro “Do Centro para a Margem”, da editora Vozes, entre outros.
Dom Geovane Luis nasceu em Barbacena (MG), em 21 de junho de 1971. Entre outras funções, foi pároco da paróquia e Santuário de Nossa Senhora da Piedade, nesta mesma cidade, professor de Teologia Sacramental, formador no seminário São José em Mariana (MG). Também participou da comissão do processo de beatificação de dom Antônio Ferreira Viçoso, Isabel Cristina Campos e de dom Luciano Mendes de Almeida.

Foto: Maurício Sant’ana

Fonte: CNBB net

Poderosa oração a Nossa Senhora de Fátima

quinta-feira, 4 de maio de 2017

 

Peça com fé a graça de que você tanto precisa

Muitas pessoas já foram abençoadas com graças especiais alcançadas por Maria. Agora é a sua vez. Peça com fé:


Santíssima Virgem,
que nos montes de Fátima
vos dignastes revelar a três pastorinhos
tesouros de graças
contidos na prática do vosso santo Rosário,
incuti profundamente em nossa alma
o apreço em que devemos ter esta devoção,
a vós tão querida,
a fim de que, meditando os mistérios da Redenção,
que neles se comemoram,
nos aproveitemos de seus preciosos frutos
e alcancemos a graça (……………………….)
que vos pedimos,
se for para a glória de Deus
e proveito de nossas almas.
Assim seja.
Pai-nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.













Fonte: Aleteia

Parabéns Diácono Roberto!!!!!!


Preparamos essa singela homenagem ao Diácono Roberto Inocêncio: Pessoa de bom coração, humilde, disposto a servir a Deus na pessoa do irmão necessitado, em todos os momentos, na serenidade e de coração aberto a acolher, a ouvir, a ajudar...

Obrigado Senhor, pela vida desse SERVO FIEL!

Abaixo, esse vídeo do ano de 2013, na comunidade do Timbó, onde o Diácono Roberto faz a celebração da palavra, onde faz um trabalho muito bonito desde que chegou no Bairro dos Bancários!



 Parabéns e que Deus te dê a saúde necessária para continuar sendo sal da terra e luz no mundo!

O Armadura do Cristão te abraça com muito carinho!

Papa: "Deus é capaz de transformar os corações de pedra"

quarta-feira, 3 de maio de 2017



Cidade do Vaticano (RV) – “Peçamos a graça que o Senhor abrande os corações endurecidos, fechados na Lei, corações que condenam tudo”: foi a exortação de Francisco na missa celebrada na manhã de terça-feira (02/05) na Casa Santa Marta. Santo Estêvão é “testemunha de obediência” como Jesus, que obedeceu até o fim. E justamente por isso foi perseguido.

Na homilia, o Papa começou pela Primeira Leitura do dia, que narra o martírio de Santo Estêvão. Aqueles que o lapidaram não entendiam a Palavra de Deus; Jesus os chama “teimosos”, “pagãos no coração e nos ouvidos”. O Papa pediu para refletir sobre os vários modos de não entender a Palavra de Deus. Por exemplo, Jesus chama os discípulos de Emaús de “tolos”, porque não entendiam, tinham medo porque não queriam problemas, mas “eram bons”, “abertos à verdade”. E quando Jesus os repreende, deixam entrar suas palavras e seu coração se aquece, enquanto aqueles que lapidaram Estêvão “estavam furiosos”, não queriam ouvir. Este é o drama do “fechamento do coração”.
No salmo 94 o Senhor adverte o seu povo, exortando a não endurecer o coração e depois, faz uma promessa belíssima ao Profeta Ezequiel: trocar o coração de pedra por um de carne, ou seja, por um coração “que sabe escutar” e “receber o testemunho da obediência”:
A Igreja sofre muito, muito por isso: corações fechados, corações de pedra, corações que não querem se abrir, que não querem ouvir; corações que conhecem apenas a linguagem da condenação: sabem condenar, mas não sabem dizer: ‘Explique-me, por que diz isto? Por que isto? Explique-me...’. Não: são fechados, sabem tudo, não precisam de explicações”.
A repreensão que Jesus faz é “Mataram os profetas porque diziam coisas que vocês não gostavam”, recordou Francisco.
Um coração fechado não deixa o Espírito Santo entrar:
“Em seus corações não havia lugar para o Espírito Santo. A Leitura de hoje nos diz que Estêvão, cheio do Espírito Santo, havia entendido tudo: era testemunha da obediência do Verbo feito carne, como feito pelo Espírito Santo. Estava cheio. Um coração fechado, um coração teimoso, um coração pagão que não deixa o Espírito Santo entrar e se sente autossuficiente”.
Os dois discípulos de Emaús “somos nós”, disse o Papa, “com tantas dúvidas, tantos pecados, que tantas vezes queremos nos afastar da Cruz, das provações, mas abrimos espaço para ouvir Jesus que nos aquece o coração”. Jesus disse muito, coisas piores daquelas ditas por Estevão ao outro grupo, aos que são “fechados na rigidez da lei e não querem ouvir”.
Francisco concluiu se referindo ao episódio da adúltera, que era pecadora. “Cada um de nós – afirma – entra em um diálogo entre Jesus e a vítima dos corações de pedra: a adúltera”. Àqueles que queriam lapidá-la, Jesus responde apenas: “Olhem dentro de si”:
“Hoje, olhemos para a ternura de Jesus: testemunha da obediência, Grande Testemunha, Jesus, que deu a vida, nos mostra o carinho de Deus por nós, por nossos pecados e sofrimentos. Entremos neste diálogo e peçamos a graça que o Senhor abrande um pouco o coração destes rígidos, daquelas pessoas que estão sempre fechadas na Lei e condenam tudo o que é fora daquela Lei. Não sabem que o Verbo veio em carne, que o Verbo é testemunho de obediência, não sabem que a ternura de Deus é capaz de transformar um coração de pedra, colocando em seu lugar um coração de carne”.

Peçamos a Deus o dom do perdão

terça-feira, 2 de maio de 2017


Se quisermos viver o perdão de Deus, peçamos o dom de perdoar

Homens de cabeça dura, insensíveis e incircuncisos de coração e ouvido! Vós sempre resististes ao Espírito Santo e como vossos pais agiram, assim fazeis vós!” (At 7, 51).
Estamos acompanhando os últimos momentos da vida de Estêvão. Ele é para nós modelo, homem de fé, justo e cheio do Espírito Santo. Ele contagiava todos ao seu lado pela unção e submissão à vontade de Deus, pela pregação da Palavra e submissão ao Espírito Santo.
Por esse motivo, Estêvão foi perseguido, levado à morte e, mesmo diante dos seus algozes, não deixou a audácia evangélica, não deixou de anunciar àqueles homens, para que se abrissem à verdade do Evangelho, porque estavam com o coração fechado, estavam com os ouvidos tapados para não ouvir a Palavra do Senhor.
Sabe, a insensibilidade do coração e a dureza de cabeça nos fecha para conhecermos a verdade. Muitas vezes, deixamos os nossos ouvidos tapados. Mas o que significa ter os ouvidos tapados? Não é a incapacidade de não escutar, porque você escuta os sons, as palavras, mas elas não entram no coração. Essas palavras têm que cair em seu coração, de modo a provocar uma reflexão, uma meditação: “Será que essa Palavra não é para mim? Não quer dizer algo ao meu coração?”.
Temos de pedir sempre a Deus a graça de nos dar a sensibilidade para com Sua Palavra, para aquilo que Ele quer nos dizer, porque estamos sempre preocupados com o que Ele quer dizer ao outro ou ao que precisamos falar aos outros, mas nos fechamos àquilo que Ele quer falar a nós e ficamos insensibilizados para Sua Palavra. 
A morte de Estêvão tenta sensibilizar aqueles corações que, de forma nenhuma, quiseram se abrir para ouvir a Palavra.
Uma outra coisa que aprendemos com a morte de Estêvão é que ele morreu como viveu, ou seja, passou a vida entregando-se a Deus e, na sua morte, também se entregou completamente ao Senhor. Ele não experimentou a agonia da morte, mas sim a alegria e o dom da entrega a Deus.
Quando passamos a vida nos entregando a Deus, não paramos nas durezas, nas dificuldades, percepções e apedrejamentos que recebemos ao longo do caminho, porque quem se entrega, entrega-se para valer! E numa vida entregue não paramos na dureza do caminho.
Estêvão morreu perdoando, viveu a vida sem parar no ressentimento, no rancor e nos perseguidores. Ele está dizendo: “Pai, não leve em conta os pecados que esses homens estão cometendo contra mim”. Jesus morreu na cruz perdoando seus algozes, porque viveu uma vida inteira cercada pelo perdão.
Se quisermos viver o perdão de Deus, peçamos o dom de perdoar a quem nos persegue, a quem não nos ama, não nos quer bem, mas nos faz mal.
Viveremos e morreremos na paz se fizermos do perdão o grande dom da nossa vida!

Deus abençoe você! 

Fonte: Canção Nova

Maio: mês de Maria

As referências dos Evangelhos e do Atos dos Apóstolos a Maria, Mãe de Jesus, apesar de poucas, deixam ver muito desta privilegiada criatura, escolhida para tão alta missão. São Paulo, na Carta aos Gálatas (4,4), dá a entender claramente que, no pensamento divino de nos enviar o Seu Filho, quando os tempos estivessem maduros, uma Mulher era predestinada a no-Lo dar. Para que se compreenda a presença da Virgem Maria nesta predestinação divina, a Igreja, na festa de 8 de dezembro, aplica à Mãe de Deus aquilo que o livro dos Provérbios (8, 22) diz da sabedoria eterna: “Os abismos não existiam e eu já tinha sido concebida. Nem fontes das águas haviam brotado nem as montanhas se tinham solidificado e eu já fora gerada. Quando se firmavam os céus e se traçava a abóboda por sobre os abismos, lá eu estava junto dele e era seu encanto todos os dias”. Era, pois, a predestinada nos planos divinos.
Para se perceber melhor o perfil materno de Nossa Senhora, três passagens bíblicas podem esclarecer isso. A primeira é a das Bodas de Caná, que realça a intercessora. Quando percebeu – o olhar feminino que tudo vê e tudo observa – estar faltando vinho, sussurra no ouvido do Filho sua preocupação e obtém, quase sem pedir, apenas sugerindo, o milagre da transformação da água em generoso vinho. Ela é, de fato, a mãe que se interessa pelos filhos de Deus que são seus filhos.
Outra passagem do Evangelho esclarecedora da personalidade de Maria é a que nos mostra seu silêncio e sua humildade. O anjo a encontra na quietude de sua casa, rezando, para dizer-lhe que fora escolhida por Deus para dar ao mundo o Emanuel, o Salvador. Ela se assusta com a mensagem celeste, porque, na sua humildade, nunca poderia ter pensado em ser escolhida do Altíssimo. Acolhe assim, por vontade divina, a palavra do mensageiro, silenciosamente, sem dizer, nem sequer ao noivo, José, o que nela se realizava. Deus tem o direito de escolher e por isso ela diz apenas o generoso “sim” que a tornou Mãe de Deus.
O terceiro traço de Maria-Mãe é sua corajosa atitude diante do sofrimento. Ao apresentar o seu Jesus no templo, ouve a assustadora profecia do velho Simeão: “Uma espada de dor transpassará a tua alma”. Pouco mais tarde, estreitando ao peito o Menino Jesus, deve fugir para o Egito com o esposo, para que a crueldade de Herodes não atingisse a Criança que – pensava ele, Herodes – lhe poderia roubar o trono. Quando seu Filho tem doze anos, desencontra-se dele e, ao achá-Lo após três dias, queixa-se amorosamente: “Por que fizeste isto? Eu e teu pai te procurávamos, aflitos”. Sua coragem se confirma na Paixão e Crucifixão de Jesus. De pé, ali no Calvário, sofre e associa-se ao sacrifício do Redentor. É a mulher forte, a mãe corajosa e firme, a quem a dor não derruba. De fato, a espada de Simeão lhe atravessara a alma e o coração. É a Senhora das Dores.
Maio, mês dedicado a Nossa Senhora, pela piedade cristã, é um convite para voltarmos nosso olhar a esta Mãe querida para pedir-lhe que abra as mãos maternas em bênção de carinho sobre nossos passos nesta difícil escalada da Jerusalém celeste.

Fonte: Canção Nova

Por que maio é o mês de Maria?

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Conheça a tradição que vem do hemisfério norte e que nos presenteia com um mês inteiro dedicado à nossa Mãe celestial
 
No mês de maio, milhões de pessoas participam de romarias e peregrinações a santuários marianos, fazem orações especiais a Maria e lhe oferecem presentes, tanto espirituais quanto materiais.

Dedicar o mês de maio também chamado de "mês das flores" no hemisfério norte – a Maria é uma devoção arraigada há séculos. Com sua poesia "Ben vennas Mayo", das Cantigas de Santa Maria, Afonso X o Sábio nos revela que esta tradição já existia na Idade Média.

A Igreja sempre incentivou tal devoção, por exemplo concedendo indulgências plenárias especiais e com referências em alguns documentos do Magistério, como a encíclica "Mense Maio", de Paulo Vi, em 1965.

"O mês de maio nos estimula a pensar e a falar de modo particular dEla – constatou João Paulo II em uma audiência geral, ao começar o mês de maio em 1979. De fato, este é o seu mês. Assim, o período do ano litúrgico [Ressurreição] e ao mesmo tempo o mês corrente chamam e convidam os nossos corações a abrirem-se de maneira singular para Maria."

Mas, por que existe este mês, se outros contêm festas litúrgicas mais destacadas dedicadas a Maria? O beato cardeal John Henry Newman oferece várias razões em seu livro póstumo "Meditações e devoções".

"A primeira razão é porque é o tempo em que a terra faz surgir a terna folhagem e os verdes pastos, depois do frio e da neve do inverno, da cruel atmosfera, do vento selvagem e das chuvas da primavera", escreve de um país do hemisfério norte.

"Porque os dias se tornam longos, o sol nasce cedo e se põe tarde – acrescenta. Porque semelhante alegria e júbilo externo da natureza são os melhores acompanhantes da nossa devoção Àquela que é a Rosa Mística e a Casa de Deus."

"Ninguém pode negar que este seja pelo menos o mês da promessa e da esperança – continua. Ainda que o tempo não seja favorável, é o mês que dá início e é prelúdio do verão."

"Maio é o mês, se não da consumação, pelo menos da promessa, e não é este o sentido no qual mais propriamente recordamos a Santíssima Virgem Maria, a quem dedicamos o mês?", pergunta em sua obra, publicada em 1893.

Alguns autores, como Vittorio Messori, veem nesta manifestação da religiosidade popular uma cristianização de uma celebração pagã: a dedicação do mês de maio às deusas da fecundidade – na Grécia, Artemisa; em Roma, Flora. De fato, maio deve seu nome à deusa da primavera Maia.

Além disso, em muitos países, durante o mês de maio, comemora-se o Dia das Mães, e a lembrança se dirige também à nossa Mãe do céu.

Para muitos, maio é o mês mais bonito, como Maria é a mulher mais bela; o mês mais florido que conduz o coração até Ela, uma Palavra feita flor.

Fonte: Aleteia

Padre Paulo Ricardo nos ensina sobre a consagração a Nossa Senhora

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O Evangelho é alimento para nossa vida

terça-feira, 25 de abril de 2017

Precisamos permitir que o Evangelho transforme nossa vida

“Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo” (Marcos 16,15-16).

Hoje, celebramos, com muita alegria, a festa do Evangelista São Marcos. O menor dos Evangelhos foi escrito por ele. É menor, porém mais denso e substancioso, porque foi a partir dele que nasceram os Evangelhos Sinóticos de Mateus e Lucas.
Antes de Marcos escrever e proclamar este Evangelho a outros, o Evangelho de Jesus Cristo entrou em sua vida e o transformou no homem de Deus que conhecemos.
Marcos fez da sua casa a casa do Senhor e de Seus discípulos. Na casa dele, os cristãos se encontravam muitas vezes. Diz a tradição, inclusive, que lá se realizou a Última Ceia, porque Marcos fez da sua casa a casa do Senhor. Primeiro, a sua casa coração, porque foi no coração do discípulo que a Palavra chegou, encontrou morada e todo o seu ser foi transformado pelo Evangelho.
Sabe, irmãos, o Evangelho que precisamos anunciar aos outros, primeiro, precisa ser anunciado a nós. Precisamos vivenciá-lo na nossa vida, no nosso ser. Precisamos permitir que ele transforme nossa vida, precisamos nutrir e moldar a nossa vida pela Palavra de Cristo.
Quando o Evangelho se torna realidade para nós, colocamos em prática a ordem do Mestre: “Ide pelo mundo inteiro”. O “mundo” é o que vivemos, que buscamos, que está ao nosso redor. Nele anunciamos o Evangelho.
Marcos usou da sua criatividade e escreveu o Evangelho de forma sintética e objetiva, clara e direta, anunciando Jesus. Use da sua criatividade, use da sua sabedoria, e você viverá de forma mais extensa, mais sintética. Não importa a maneira, o que importa é que Jesus seja anunciado, proclamado e levado aos corações.
Use da sua criatividade para reunir pessoas, para enviar mensagens, fazer com que o Evangelho seja realmente alimento na vida de tantas pessoas. Muitos, no meio de nós, ainda precisam conhecer Jesus e Seu Evangelho!
Demonstre, primeiro, pela sua própria vida, que você foi transformado, renovado por esse Jesus. Depois, anuncie, proclame, fale de Jesus, diga a diferença que Ele faz em sua vida.
Há, no mundo, discípulos que seguem tantos ídolos! Nós não seguimos ídolos, mas sim Jesus Cristo, e precisamos levá-Lo para que outros também se tornem discípulos e seguidores de Nosso Senhor e Salvador.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O Ressuscitado traz a paz que nosso coração necessita

quinta-feira, 20 de abril de 2017

O Ressuscitado traz como dom da vida nova que conquistou para nós, o dom supremo da paz

“Ainda estavam falando, quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: ‘A paz esteja convosco!’” (Lucas 24, 36).

O dom do Ressuscitado que queremos contemplar no dia de hoje, é o dom da paz que vem do coração de Deus, a paz que nossa alma tanto precisa que é, acima de tudo, o consolo, o conforto, a presença de Deus no meio de nós. Ele é a nossa paz!
Todos passamos por muitos conflitos na vida, vivemos situações de desgaste. Muitas vezes, encontramo-nos num estado de inquietação muito profunda na alma, no coração, na cabeça e assim por diante. Inquietamo-nos com muitas coisas e no meio destas inquietações, que fazem parte da nossa vida e da nossa existência, mistura-se uma dose de dúvida, incerteza; cresce em nós uma confusão interior que gera perturbação e tira a nossa paz.
Por este motivo, o Ressuscitado traz como dom da vida nova que conquistou para nós, o dom supremo da paz! A paz que vem d’Ele vence o medo, as aflições, angústias, preocupações, tensões e tudo aquilo que deixa o nosso coração tantas vezes desolado.
Encontrar com o Cristo Ressuscitado é mergulhar profundamente na Sua paz, é deixar o coração encontrar um estado de espírito no qual ele esteja refrigerado, consolado, abençoado e restaurado. Porque, o Cristo Ressuscitado nos traz a paz que vem do coração de Deus!
Não quer dizer que não teremos mais perturbações e inquietações. Mas iremos encarar as situações e inquietações da vida de outra forma. Nós quem estaremos à frente das preocupações e elas não tomarão conta de nós. Tomaremos conta dos nossos problemas, entregando-os no coração e nas mãos de Deus e não permitiremos que eles tomem conta da nossa vida e roubem a paz deste dom tão precioso e necessário para a nossa vida.
Permitamos que a paz do Ressuscitado invada nossa mente, nosso coração, tome conta de todo o nosso ser. Permitamos que a paz do encontro com Cristo traga-nos refrigério, consolo e a paz que nosso coração tanto necessita. Cristo, nossa Páscoa é a nossa paz!
Que a paz de Cristo esteja sempre em nosso coração!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Pesquisar neste Blog

Liturgia Diária

Liturgia Diária
Canção Nova

Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba - Dom Delson

Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba - Dom Delson
Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz

Fale conosco

Nome

E-mail *

Mensagem *

Visitantes

A ARMADURA DO CRISTÃO

A ARMADURA DO CRISTÃO
Leia Efésios 6, 10-20

Conselhos do Papa Francisco

Oração de exaltação a Santa cruz

Como Retornar?

Como Retornar?
Dicas para voltar a ter intimidade com Deus

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

Terço

Terço
Mãe da Divina Misericórdia

Mensagem

Reflexão

Frei Galvão

Frei Galvão
História

O Papa Francisco

O Papa Francisco
Vatican

Bíblia Católica On Line

Seja um Padrinho Vem Cuidar de Mim

Missa de Cinzas - Fotos

Missa de Cinzas - Fotos
Paróquia Menino Jesus de Praga

Mensagem

Mensagem
Monsenhor Jonas Abib

Ajude o Laureano

Campanha Vem Cuidar de Mim

Campanha Vem Cuidar de Mim
Assine aqui o abaixo assinado!

ANUNCIE AQUI

ANUNCIE AQUI
armaduradocristao@gmail.com

Adoração ao Santíssimo

Adoração ao Santíssimo

Salmos on Line

Menino Jesus de Praga

Arquivos Obras Timbó